Design: o que é, tipos e importância para as empresas

Aqui está aquele conteúdo perfeito apra quem não entende o que é design e quer um panorama de significado, importância, conceito e aplicação.

Depois disso, certamente você vai ter muitas dúvidas mas vai estar no caminho do entendimento.  🙂

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O design é um conceito amplo que representa o processo de criação de produtos a partir da excelência técnica e estética, com o objetivo de solucionar problemas e agregar valor. Quando bem feito, entrega a melhor experiência possível para o usuário.

Explicar tudo sobre design de uma vez por todas: desafio aceito.

Não será uma tarefa fácil, mas prometo ser didático.

Hoje você vai aprender exatamente o que é, de onde veio, quais são os tipos e por que é tão importante — e porque vai muito, mas muito, além do aspecto estético por trás de um produto, serviço ou marca.

É, de fato, um termo complexo — que muita gente simplifica simplesmente porque quer falar de várias coisas quando se refere ao tema. Justamente por isso, é normal que exista muita confusão sobre seu significado.

Mas não se preocupe: este guia foi pensado para acabar com suas dúvidas, descomplicar o assunto e mostrar como você pode inovar ao aplicá-lo em sua empresa, suas soluções e sua comunicação.

Leia até o fim e comprove você mesmo.

 

O que é design e qual o seu significado?

Design é um processo de pensamento que compreende a criação de produtos para solucionar problemas, incluindo aspectos funcionais e estéticos.

Essa é a definição mais objetiva possível para o conceito, que abrange inúmeras formas de idealização, concepção, desenvolvimento e especificação de objetos, sistemas e serviços.

O verbo inglês to design significa projetar e nos dá uma pista de como o termo se tornou sinônimo de trabalho criativo e técnico.

Para a World Design Organization (WDO), é um processo estratégico que melhora a qualidade de vida das pessoas por meio de produtos, sistemas e experiências inovadoras.

Pessoalmente, costumo dizer que o design é a ponte entre o que já existe e o que é possível imaginar e fazer.

Por isso, é um conceito tão complexo, que passa pela arte, negócios, cultura, estética, comportamento e tecnologia.

Mas olhe só, ele pode e deve ser visto como uma estratégia de negócio.

Quando bem aplicado, impacta o funil de vendas inteiro, desde a intenção de compra até a fidelização. Além disso, é muito utilizado para estratégias de branding, que são positivas para empresas de todos os portes.

Afinal, o certo é designer ou design?

Essa confusão de termos é muito comum, mas a diferença é simples.

Design é o processo de criação que estamos descrevendo até agora, e também o segmento de mercado que inclui todas as áreas que você conheceu.

Em inglês, a palavra também assume a forma do verbo to design (projetar).

Mas em português não existe essa opção — somente o substantivo.

Logo, você pode usar o termo de três maneiras:

  1. Para se referir ao conceito mais amplo e processo de design, como na frase “Precisamos adotar boas práticas de design”.
  2. Para se referir ao segmento e disciplina, como na frase “O Design é promissor no país
  3. Para se referir às características e atributos de um objeto, como na frase “O design do veículo é impressionante”.

 o designer é o profissional que exerce as atividades de design, que antigamente também era chamado de projetista.

É também daí que vem a ideia de que o designer é alguém que atua especificamente com os aspectos estéticos e funcionais de algo. Na verdade, o conceito se aplica a tudo.

Quando um gestor de marketing repensa o funil de vendas de acordo com uma jornada do consumidor atualizada, ele faz o quê? O design desse processo. Viu só? É extremamente amplo!

Então, não tem mais desculpa para errar: o designer é especialista em design, e design é o ofício do designer.

 

A história do design

a história do design

Se levarmos o termo ao pé da letra, nossos ancestrais já praticavam esse processo ao criar suas ferramentas de pedra lascada.

Porém, para facilitar o entendimento, vamos situar o conceito na nossa era.

Nesse caso, quem merece o título de primeiro designer da história é Leonardo Da Vinci.

O gênio usou os princípios desse conceito para projetar invenções visionárias, que revolucionaram a humanidade e impulsionaram a ciência.

Mas o processo como conhecemos surgiu quatro séculos mais tarde, durante a Revolução Industrial.

A primeira menção ao termo “desenho industrial” apareceu no livro The Art Craft of the Machine (National League of Industrial Art, 1902), do arquiteto Frank Lloyd Wright.

Na época, o objetivo era substituir os métodos artesanais pela produção em série, construindo protótipos e dominando as técnicas e materiais modernos.

Para os pioneiros da indústria, esse conceito era basicamente a inteligência e as máquinas eram a ferramenta de trabalho ideal.

Alguns anos depois, em 1919, foi fundada a instituição que definiu o conceito de design moderno: a Escola de Arte Bauhaus.

Pela primeira vez, a arte foi integrada ao mercado e à tecnologia, abrindo espaço para soluções que combinavam aspectos práticos, comerciais e estéticos.

Então, no decorrer do século 20, o conceito se desdobrou em várias teorias, especialidades e estilos, criando um universo complexo.

 

 

Por que o design é importante?

Ele é fundamental porque otimiza a criação humana, combinando a estética à funcionalidade. Além disso, por meio dele, é possível agregar valor e gerar soluções mais eficientes, confortáveis, seguras e bonitas.

Prova disso é que o senso comum o equipara a algo belo e bem-feito.

Para as empresas, esse é um dos principais fatores de sucesso, desde o desenvolvimento dos produtos até a entrega de valor ao cliente.

Marcas lendárias como a Apple, por exemplo, encontram no design um diferencial único.

A empresa apostou em soluções simples, elegantes e centradas no usuário, que tornou a experiência de seus produtos incomparável.

Não se trata apenas de encantar com o visual do produto, mas de pensar em todo o processo de utilização e chegar à melhor solução possível.

Para isso, o designer transforma ideias inovadoras em produtos que de fato solucionam problemas, desenhados e executados nos mínimos detalhes.

Ainda no caso da Apple, vale destacar que não somente os produtos são destaque, mas toda experiência envolvida: as embalagens (e o processo de unboxing), o “ecossistema” proporcionado por todos os dispositivos, o atendimento, a UI de seu sistema operacional… Tudo é uma questão de design.

E eu menciono essa empresa porque, talvez, seja o maior case no assunto. Mas é possível mencionar várias outras, como a Tesla, Starbucks, Nike e Nubank, para citar uma brasileira.

 

 

Qual é a função de um designer?

a função do designer

Como acabamos de descobrir, um designer pode atuar em uma infinidade de áreas e segmentos.

Logo, a função desse profissional é idealizar, criar e desenvolver produtos, serviços, sistemas, ambientes e o que mais a imaginação e tecnologia permitirem.

Uma das características marcantes da profissão é a união do pensamento e ação orientados à criação.

Ou seja: o designer não se limita aos insights e ideias do processo, mas também desenvolve e executa.

Para você entender melhor, estas são algumas fases básicas de um projeto:

  • Identificação de um problema ou necessidades;
  • Conceituação das formas possíveis de solucionar o problema ou atender a essas necessidades;
  • Desenvolvimento do conceito inicial;
  • Engenharia e análise para assegurar sua funcionalidade;
  • Prototipagem e modelagem;
  • Construção da versão final;
  • Controle de qualidade;
  • Criação e entrega do valor ao consumidor;
  • Obtenção do feedback para aprimoramento.

Geralmente, o designer atua até a construção da versão final, garantindo que a melhor solução seja criada em termos de funcionalidade.

 

 

Qual é o perfil de um bom designer?

O designer é comumente visto como aquele ser criativo que enxerga o mundo de um jeito diferente e transforma ideias em coisas incríveis.

Porém, como eu disse, normalmente esse profissional é relacionado a alguém que atua na parte estética, visual e funcional de um produto ou serviço.

O que, como já falei, não é verdade — mas sim, está certo quem pensa que o trabalho tem relação com criatividade.

Porém, não é apenas de ideias mirabolantes e Photoshop que vive o designer.

Pelo contrário, ele combina técnicas, métodos, processos, tecnologias e restrições (de custos, materiais, marca etc) para criar algo que, trocando em miúdos, funcione.

O designer gráfico responsável por refazer a embalagem de um refrigerante vai muito além da “arte” colada na garrafa.

Ele avalia o público-alvo, personas, objetivos da empresa, orçamentos e muito mais para criar algo que faça sentido.

Assim como um designer de interiores vai além de simplesmente indicar tal cor de tinta e tal tecido para o sofá. Sua missão é conciliar possibilidades e restrições na criação de algo único.

E claro, um elemento que foge à compreensão de muitos: o designer deve sacar de normas técnicas e legais.

Afinal, está na sua mão a tarefa de tornar o projeto compatível com o público e com as leis.

Em geral, esse profissional deve ter:

  • Criatividade sem limites: A capacidade de criar soluções inovadoras é um must-have para qualquer designer;
  • Olhar atento aos detalhes: ele é obcecado por detalhes e busca a perfeição;
  • Habilidade para se adaptar: ser capaz de se adaptar às novas tendências é crucial;
  • Excelente comunicação: eles precisam comunicar suas ideias claramente, tanto para clientes quanto para colegas de equipe.

 

 

Os 8 tipos de design

Agora sim, podemos listar os tipos que orientam a criação moderna. Confira os principais.

 

 

Design Gráfico

O uso de imagens, textos e ilustrações em função da comunicação visual.

Tradicionalmente, esses conceitos são aplicados às peças gráficas, ou seja, impressas.

Logo, o designer gráfico é responsável por criar soluções visuais que vão desde logotipos até livros e outdoors.

Com o avanço da internet, entrou em cena a figura do designer digital, que amplia sua criação para os formatos online como banners, anúncios e ebooks.

Mas é importante não confundir o designer gráfico/digital com o web designer, que cria interfaces, páginas e aplicativos para a web.

 

 

Design de Game

É uma área voltada ao desenvolvimento e criação de jogos para computador, celular, consoles e outros dispositivos.

À primeira vista, parece a profissão dos sonhos para os fãs de games, mas sua atuação vai muito além do entretenimento.

Hoje, as empresas investem na criação de jogos para alavancar as estratégias de marketing, treinamentos gamificados e até mesmo simulações para testar seus produtos.

Logo, há inúmeras possibilidades para o designer de games, que atua desde a concepção dos personagens até a programação dos jogos.

 

 

Design de Interiores

tipos de design

Uma área responsável pelo planejamento, criação e execução de projetos de ambientes internos.

É uma técnica cenográfica que concebe espaços com base na funcionalidade e beleza, sempre com foco na qualidade de vida.

Para criar ambientes de impacto, o designer de interiores agrega disciplinas como cenografia, ergonomia, paisagismo e história da arte.

Diferentemente de um arquiteto ou engenheiro, esse profissional tem uma visão artística e utiliza técnicas de instalação e iluminação para conceber os espaços.

 

 

Design de Moda

Trata-se da aplicação da estética e funcionalidade às roupas e acessórios.

Desde o século 15, as pessoas buscam se diferenciar e criar uma identidade a partir das vestimentas.

É justamente essa a função do designer de moda: antecipar tendências e criar coleções que atendam às demandas do consumidor e do mercado fashion.

Hoje o profissional dessa área pode atuar nas áreas de modelagem, fotografia, estilismo, produção ou mesmo no setor de negócios da indústria da moda.

 

 

Design de Produto

Conhecido também como desenho industrial, é uma das áreas mais tradicionais, que trabalha com criação e produção de objetos focados na solução de problemas.

Basicamente, todo bem de consumo passa pelo processo de design para chegar à sua forma final.

Por isso, a abrangência do segmento é enorme, desde a produção industrial tradicional até as novas soluções digitais.

Ou seja: o designer de produto pode criar uma peça de maquinário, uma geladeira, um automóvel ou uma solução inovadora para automação.

Além disso, na indústria 4.0, a tendência é que o desenho industrial tenha um papel central na inovação.

 

 

Web Design

É a área que abrange a criação de interfaces para softwares, sites, plataformas e aplicativos.

Por interface, entendemos a parte visual das soluções de TI, que se apresenta amigavelmente na tela no lugar de um monte de códigos.

Por exemplo, toda a lógica da sua área de trabalho do Windows ou mesa do Mac foi projetada e criada por um web designer, incluindo o layout de cada objeto e sua posição.

Para além de uma estética agradável, esse profissional agrega os conceitos de usabilidade e experiência do usuário ao projeto dos sites.

Com certeza você já conhece os termos UX (User Experience) e UI (User Interface), que dizem respeito, respectivamente, à qualidade da interface e da interação.

Logo, o web design vai muito além da comunicação visual, trabalhando a própria relação do usuário com a interface.

Vale lembrar que o web designer também precisa entender as linguagens de programação para atuar com excelência.

 

 

Design Thinking

Pode ser definido como a forma de pensamento aplicado à solução de desafios e inovação nos negócios.

Até agora, estávamos falando sobre áreas específicas de atuação sob o guarda-chuva do “Design”.

O design thinking, por outro lado, é uma abordagem que foi adaptada para a gestão de projetos.

De forma resumida, o processo consiste em cinco principais etapas:

  1. Imersão: pesquisa e entendimento do problema e seu contexto
  2. Análise e síntese: organização e análise dos dados obtidos para gerar insights
  3. Ideação: geração de ideias em equipe a partir dos dados coletados
  4. Prototipagem: criação de protótipos que validam o conteúdo aprendido
  5. Testes: por fim, os protótipos são testados no mercado em um ciclo contínuo de feedback e aprimoramento.

 

Eco Design

Área responsável por projetar ambientes, desenvolver produtos e executar serviços que reduzem o impacto ambiental.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, é também uma ferramenta de competitividade utilizada pelas empresas para atender aos novos modelos de produção e consumo.

O objetivo é criar produtos, serviços e processos que contribuam com o desenvolvimento sustentável, ligando o ecologicamente correto ao tecnicamente possível.

Entre as soluções do eco design, temos a escolha de materiais de baixo custo, eficiência energética e reutilização, além da redução do lixo.

Com um cenário de degradação ambiental preocupante, é natural que essa tendência seja cada vez mais incorporada no mundo.

 

 

Como o design é importante para as empresas?

importância do design para as empresas

Esse conceito não é apenas um enfeite. Na realidade de uma empresa o design é sobre, essencialmente, como o seu negócio é visto e como suas soluções são utilizadas.

Primeiramente, um dado interessante: de acordo com um estudo que li na McKinsey, as empresas que investem nessa área têm um desempenho financeiro 32% maior do que aquelas que não o fazem.

Agora, vamos explorar os aspectos-chave que contribuem para essa vantagem competitiva:

  • Experiência do usuário (UX): ao focar em UX, a empresa busca entender as necessidades e expectativas do público-alvo e cria soluções que atendam a essas demandas. Isso inclui melhorar a navegabilidade de um site, otimizar o fluxo de informações e garantir que o conteúdo seja facilmente compreensível. Com uma UX bem projetada, as organizações aumentam a satisfação do cliente, melhoram a retenção e até mesmo impulsionam as vendas.
  • Identidade de marca: também é fundamental para estabelecer e reforçar a identidade da marca. Ele pode ajudar a comunicar a personalidade, os valores e a missão de uma empresa, criando uma conexão emocional com o público. Uma identidade de marca consistente e bem projetada pode aumentar o reconhecimento e o brand awareness, o que gera maior confiança do público.
  • Projeto de produto e embalagem: um produto inovador e funcional pode ser um grande diferencial no mercado. Ele pode melhorar a usabilidade, atender às necessidades específicas dos usuários e até mesmo criar novas categorias de produtos. Já uma embalagem atraente e sustentável pode chamar a atenção do consumidor, comunicar os valores da marca e influenciar na decisão de compra.
  • Comunicação: o conceito também tem um papel importante na criação de campanhas publicitárias, peças de marketing e marketing de conteúdo. Ele pode ajudar a transmitir informações de forma clara e eficiente, destacar os principais benefícios e diferenciais dos produtos e serviços e aumentar o engajamento do público.

 

 

 

Qual é a relação entre design e marketing de conteúdo?

Sim, parecem dois mundos incríveis que, quando juntos, podem revolucionar sua comunicação.

Lembra quando mencionei que o design é essencial para empresas e destaquei seu papel na comunicação? É sobre isso que quis dizer.

Pense bem nos principais cases de marketing que você viu ultimamente.

Um exemplo é o perfil do Twitter da Netflix, que criou toda uma persona que fala sobre suas séries, interage com fãs e se porta como uma verdadeira “tuiteira”.

design e marketing de conteúdo

Muito além de uma decisão de comunicação, esse comportamento entra dentro do guarda-chuva do design.

Eu sou um grande defensor de que as estratégias de comunicação de um negócio estejam todas de mãos dadas.

Ou seja, o tom de voz, a identidade visual do site, blog e todos os pontos de contato, a forma que se exploram títulos ou CTAs, a linguagem em redes sociais, blog ou newsletters… Tudo isso deve fazer parte de um consenso.

Entre outros aspectos, o marketing de conteúdo depende de um bom design porque ele influencia no:

  • Visual storytelling: ajuda a contar histórias de forma envolvente, tornando o conteúdo mais atraente e memorável;
  • Aumento do engajamento: pode prender a atenção do público e fazer com que ele interaja mais com o conteúdo;
  • Valorização do conteúdo: um visual caprichado eleva a percepção de qualidade do conteúdo, que mostra que o seu negócio se preocupa com a experiência do usuário;
  • Capacidade de viralização: conteúdos visualmente atrativos têm mais chances de serem compartilhados nas redes sociais, aumentando a visibilidade da marca;
  • Reforço da identidade da marca: contribui para que o conteúdo esteja alinhado à identidade visual da empresa, fortalecendo sua presença no mercado.

 

Conclusão

Se você se sente seguro para explicar tudo sobre design, é porque cumpri minha missão.

Como vimos, não é um termo simples, pois diz respeito a um processo, ciência, profissão e ainda atributos de tudo o que conhecemos.

Não à toa, você está rodeado de exemplos desse conceito: a página deste blog, a decoração do seu escritório, o modelo da sua camiseta e até o formato da sua cadeira.

É por isso que o design é tão importante.

Ele permite que o mundo que imaginamos se torne realidade da melhor forma possível.

E agora?

Você já consegue enxergar o tema com um novo olhar?

Explique com suas palavras nos comentários abaixo.

Perguntas frequentes sobre design

 

 

 

O que é design?

É um conceito que representa o processo de criação de produtos a partir da excelência técnica e estética, com o objetivo de solucionar problemas e agregar valor. Quando bem aplicado, impacta o funil de vendas inteiro, desde a intenção de compra até a fidelização.

 

 

Qual é a diferença entre design e designer?

O primeiro é o processo de criação. Já o designer é o profissional que exerce as atividades de design, que antigamente também era chamado de projetista.

 

 

Quais são os tipos de design?

Existem vários, mas podemos mencionar oito principais: gráfico, de games, de interiores, de moda, de produtos, de web, o design thinking e o eco design.

 

 

Qual é a importância do design?

Ele é fundamental porque otimiza a criação humana, combinando a estética à funcionalidade. Além disso, por meio dele, é possível agregar valor e gerar soluções mais eficientes, confortáveis, seguras e bonitas.

 

Fonte:  Neil Patel

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