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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Mergulhar, interagir, compreender, aprender, dominar&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 05:43:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=4dL209r1b" alt="" />Artigo do Gabriel, SENSACIONAL.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Palavras claras. Idéias modernas. Foco no Resultado.<br />
Concordo plenamente que está na hora de integrar as organizações as midias sociais. Não adianta estabelecer realções superficiais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">É preciso mergulhar. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Difícil é levar essa idéia para dentro de empresas e organizações que estão agora, assustadas, descobrindo o poder do consumidor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito a frente estão aquelas que sempre (re)conheceram &#8211; e respeitaram &#8211; esse poder.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2>Mídias sociais: o debate precisa  desesperadamente evoluir</h2>
	<p>Por Gabriel Rossi*</p>
	<p>Você está preparado para evoluir e sair dos questionamentos diários  sobre a ação viral promocional divertida, a “orkutização” e  “facebookização” do Twitter ou parar de ir às mesmas palestras sobre as  melhores práticas para blogs corporativos? Tudo isso já soa repetitivo,  não é mesmo? Nada de dados, soluções ou ideias surpreendentes. O momento  agora é de movimento rápido, evolução e um olhar para as mídias sociais  e de todos os seus processos de escuta para que eles sejam práticas não  estéreis, mais técnicas e que realmente impactem em processos  decisórios delicados. O ideal é que tais processos injetem conhecimento  em todos os departamentos dentro das corporações (tradicionais ou não),  transformando vidas e gerando inovações que criem retorno sobre o  investimento (ROI) verdadeiramente plausíveis para executivos e mercados  de alta performance.</p>
	<p>Chegou a hora de iniciar uma nova discussão, trazer ar fresco para o  mundo corporativo. Precisamos – todos – nos tornar, talvez, um pouco  mais seletivos em relação ao conteúdo. É importante lembrar que, para o  branding moderno e as comunidades digitais gerarem real vantagem  competitiva em muitas organizações, é preciso que os responsáveis  embarquem em uma jornada de trabalho metódica em torno da essência da  marca e mergulhem de cilindro em um trabalho que integre as mídias  sociais junto a todo singular departamento dentro da companhia – nível  gerencial ou não. Uma das perguntas específicas que o profissional  envolvido com marketing e branding deve estar apto a responder é  seguinte: “A empresa possui cinco produtos. Três não estão vendendo  muito bem. Como as mídias sociais podem acelerar – rapidamente ou não –  as vendas destes produtos que estão com a performance abaixo do  esperado? Como mensurar este processo de forma profissional e apurada?”</p>
	<p>É claro que ações pontuais e ferramentais continuam sendo bastante  importantes. Porém, numa visão mais holística e direcionada para a  integração com o mundo dos negócios, a discussão precisa progredir. Que  tal: Como antecipar o que meu cliente vai fazer ou expressar através da  análise de perspectivas históricas digitais, assim estando apto a  empregar os recursos adequados para direcionar as minhas decisões  estratégicas? Como se tornar cada vez mais social por meio do  aprendizado diário e da escolha das ferramentas de monitoramento  adequadas? Que tal estas outras perguntas: Como pode uma corporação  mensurar o sentimento em tempo real, ou seja, os comentários favoráveis e  não favoráveis sobre uma empresa ou marca nas mídias digitais,  analisando as fases de engajamento de seus stakeholders? Como equacionar  tempo e tecnologias emergentes e escalonar os esforços dos  colaboradores no webspace para que o seu negócio e marca sintam impactos  plausíveis? Quais as oportunidades para fortalecer os pontos de contato  e identificar as áreas de melhoria durante o ciclo de vida do  consumidor?</p>
	<p>O maior desafio para marcas e empresas não é nem a tecnologia nem o  budget, mas, sim, a mudança de cultura que permitirá para estas  companhias reconhecer que o branding na web social requer um processo  que permeia todos os departamentos, reinventando o processo de escuta,  aprendendo e gerando mudanças e reconhecendo que nada é mais permanente.  Afinal de contas, trabalhar mídias sociais não é grátis. Também é  preciso considerar que isto leva tempo e cada vez mais ele é moeda de  troca. Também é necessário trabalhar com gente competente, para iniciar  os projetos e participar das comunidades ativamente, sendo fonte de  influência e reputação. Como já foi dito, muitas empresas têm  dificuldades em escalonar seus colaboradores para atuar na web, mas  quando conseguem, há inúmeros benefícios para o negócio.</p>
	<p>Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais  aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e  integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era  digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.</p>
	<p>* Gabriel Rossi é sócio fundador da consultoria em branding digital que  leva o seu nome e profissional especializado na construção e  gerenciamento de marcas na websocial, com passagens por instituições  como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e  Bell School. <a href="http://www.gabrielbranding.com.br/"  target="_blank">www.gabrielbranding.com.br</a> / <a href="http://www.twitter.com/gabrielrossi"  target="_blank">www.twitter.com/gabrielrossi</a> / <a href="mailto: gabrielrossi.branding@gmail.com" target="_blank">gabrielrossi.branding@gmail.com</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
<li><a class="commentor" href="http://www.gabrielbranding.com.br" >Gabriel Rossi</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2010/02/19/mergulhar-interagir-compreender-aprender-dominar/#comment-30" title="View the entire comment by Gabriel Rossi" >Paulo,

Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
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		<title>Marketing. Digital. Real. Funcional.</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:56:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=71Y12ew20" alt="" />Para ler e pensar&#8230; Está tudo aí, mas como decidir?&#8230; Como avaliar?&#8230; Como acertar?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aguardando sair o livro! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h2></h2>
	<h2>Estratégias Digitais de Marketing</h2>
	<p>No contexto em transformação catalisada  pelo digital vemos que a sociedade mudou, o mercado mudou, o consumidor  mudou. Portanto, o marketing também precisa mudar, levando em  consideração esse novo cenário e as novas ferramentas e plataformas de  ação que com ele se tornam disponíveis.</p>
	<p>Por outro lado, lembrando da clássica definição de Kotler para Marketing  &#8211; “atividade humana dirigida para satisfação de necessidades e desejos  por meio de processos de troca”-,  podemos afirmar que qualquer  componente de uma estratégia de marketing para satisfazer necessidades  ou desejos pode usar tecnologias e plataformas digitais ou não.</p>
	<p>Apesar do digital abranger cada vez mais aspectos da vida humana, ainda  existimos também fora do digital, no ambiente tradicional material,  composto por átomos. Nicholas Negroponte, em seu livro “A Vida Digital”,  diz que temos dois tipos de ambiente – o formado de bits e bytes  (ambientes digitais), e os formados de átomos (ambientes materiais).  Tendo naturezas completamente diferentes e com características  específicas, ambos co-existem na vida humana.</p>
	<p>Sabemos que as estratégias de marketing são planejadas com base nos 4Ps &#8211;  produto, preço, praça e promoção -, assim, enquanto há alguns anos  tínhamos apenas a possibilidade de utilizar um composto de marketing  baseado em tecnologias tradicionais, hoje, qualquer um dos 4Ps pode ser  digital ou tradicional. Podemos citar como exemplo de produtos digitais  um arquivo de e-book, uma música mp3 ou um software; os Linden Dollars  do Second Life seriam um exemplo de preço digital; os e-commerces e  redes sociais, exemplos de praças digitais; finalmente, as ações de  comunicação digital, como links patrocinados, são exemplos de promoção  digital.</p>
	<p>A proliferação de tecnologias e plataformas digitais oferece um cenário  fértil para as mais diversificadas ações de marketing. A possibilidade  de mensuração que o ambiente digital propicia também é uma vantagem  enorme em relação aos ambientes materiais, tangíveis – o digital permite  sincronicidade (behavioral targeting). No entanto, para poder se  utilizar uma ferramenta com maestria, é necessário primeiro conhecê-la. E  é aí que reside um dos maiores problemas do cenário digital: a  velocidade de mudança, que muitas vezes não nos dá tempo para conhecer  todas as ferramentas e opções disponíveis.</p>
	<p>Enquanto até meados do século XX o ciclo de vida das tecnologias era  maior que ciclo de vida humano (as pessoas nasciam e morriam e as mesmas  tecnologias estavam lá – carro, avião, telefone, rádio, etc.), hoje o  ciclo de vida das tecnologias é muito menor do que o da vida humana.  Dessa forma, em poucos anos vemos ocorrer mudanças profundas na  sociedade decorrentes das mudanças tecnológicas. Além disso, como  mencionado no artigo anterior, as plataformas digitais também estão  fomentando uma explosão de conteúdos e soluções instantâneas, em  real-time.</p>
	<p>As pessoas têm cada vez mais contas – vários endereços de e-mail, perfis  em várias redes sociais, login em múltiplos aplicativos na nuvem,  acessando tudo isso via diversos aparelhos distintos. Alguns referenciam  esse fenômeno como “obesidade digital”. Devido a esse processo  acelerado de mudança e inundação de soluções, muitas vezes não se tem  tempo suficiente para refletir e analisar o que usar ou não. John  Naisbitt chama esse paradoxo de “High Tech, High Touch”: quanto mais  tecnologia temos em nossas vidas, mais intoxicados e vazios de sentido  nos tornamos, e mais precisamos do toque humano. Talvez a explosão das  redes sociais seja um dos indícios dessa necessidade do “high touch”.</p>
	<p>Dessa forma, apesar da complexidade crescente que a proliferação  gigantesca e mudança constante que a tecnologia nos apresenta, é  necessário conhecer, e bem, as novas ferramentas que temos para podermos  usá-las nas estratégias de marketing. Diz-se que só quem conhece bem  todas as regras é que consegue ir além delas, subvertê-las. O mesmo se  aplica aqui.</p>
	<p>Isso posto, podemos falar de estratégias digitais de marketing, que são  estratégias que usam plataformas e tecnologias digitais, envolvendo um  ou mais dos 4Ps, para alcançar os objetivos de marketing. Como o ser  humano ainda vive no ambiente tradicional de marketing além do digital,  necessitando de produtos materiais também, em mercados tradicionais  físicos, passando por outdoors, lendo revistas, ouvindo rádio, um plano  de marketing que envolva estratégias digitais de marketing, associadas a  estratégias tradicionais, tende a ser mais bem sucedido, pois engloba  as dimensões material e digital em que vive o ser humano. No entanto,  nesse artigo, focaremos apenas nas opções que o ambiente digital nos  apresenta, assumindo que as opções tradicionais já sejam bem conhecidas.</p>
	<p><strong>Plataformas, Tecnologias e Estratégias Digitais de Marketing</strong><br />
No ambiente digital de marketing podemos enumerar diversas tecnologias e  plataformas digitais que podem dar origem a estratégias digitais de  marketing. Ocorre, entretanto, com frequencia, uma grande confusão entre  plataformas e tecnologias com estratégias e redes sociais. Por exemplo,  o Orkut não é uma rede social. Ele é uma plataforma de rede social. A  rede social se forma sobre a plataforma e pode, inclusive, estar sobre  outras plataformas também.</p>
	<p>Assim, uma pessoa ou empresa pode ter uma rede social onde seus membros  estejam tanto no Orkut, quanto no Facebook, quanto no Twitter. Outro  exemplo é o próprio Twitter. Ele não é estratégia e nem rede social. É  apenas uma plataforma, e o modo como é usado é que determina as  estratégias e a rede social que se forma nessa plataforma. Assim,  acredito que seja importante separar plataformas e tecnologias de  estratégias, para que essa última possa se utilizar adequadamente das  primeiras.</p>
	<p>Portanto, sugiro que relacionemos, pelo menos, as seguintes  plataformas/tecnologias digitais:</p>
	<p>• Website/ mini-site / hotsite<br />
• Blog<br />
• Plataformas digitais de Redes Sociais<br />
• Email<br />
• Realidades Mistas (realidade aumentada, virtualidade aumentada,  realidade virtual)<br />
• Tecnologias Mobile (RFID, mobile tagging, SMS, Bluetooth)<br />
• Plataformas digitais de busca (Google, Yahoo, Bing, Wolfram|Alpha,  etc.)<br />
• Games &amp; Entretenimento digital<br />
• Tecnologias inteligentes de voz<br />
• Video/TV digital</p>
	<p>Essas plataformas/tecnologias combinadas servem de base para o  desenvolvimento de estratégias digitais de marketing, como por exemplo:</p>
	<p>• Presença digital<br />
• Email marketing<br />
• E-commerce<br />
• Mobile Marketing<br />
• SMM (Social Media Marketing) &amp; SMO (Social Media Optimization)<br />
• SEM (Search Engine Marketing) &amp; SEO (Search Engine Optimization)<br />
• WOMM (Word of Mouth Marketing)<br />
• Advergaming &amp; Advertainment</p>
	<p>Considerando que o profissional de marketing é um estrategista, é  necessário que ele conheça cada uma dessas plataformas, tecnologias e  estratégias digitais com suas respectivas peculiaridades, para poder  usá-las da melhor forma em um planejamento de marketing, que atenda os  objetivos propostos. Quais usar? Como combiná-las entre si? Combinar com  quais plataformas e tecnologias tradicionais? Isso continua sendo  determinado pelo plano de marketing desenvolvido em função do  público-alvo e objetivo a ser alcançado, ambiente (macro e micro) e  recursos disponíveis. Ou seja, o planejamento/metodologia não mudou,  o  que mudou foram as ferramentas disponíveis para uso estratégico.</p>
	<p>Estamos chegando a uma época na qual a interatividade e a experiência  são os principais aspectos para o sucesso de estratégias de marketing. O  digital é a plataforma que dá vazão plena à interatividade, mas não  necessariamente à boa experiência. Conseguir propiciar uma boa  experiência para o consumidor/usuário envolve estratégias de marketing  que vão muito além da tecnologia em si e dependem de um conhecimento  profundo do público-alvo. Além disso, a tecnologia não para, e a cada  momento teremos novas possibilidades tecnológicas que afetam o ambiente  de marketing e simultaneamente ampliam o arsenal de ferramentas  estratégicas. Desse modo, compreender esse cenário mutante complexo e  conhecer as tecnologias disponíveis a cada momento constitui um  diferencial competitivo valioso para as empresas.</p>
	<p>O detalhamento de cada uma dessas plataformas, tecnologias e estratégias  digitais aqui apresentadas é assunto para vários artigos ou para um  livro inteiro que, aliás, já foi escrito e será lançado em março/2010.</p>
	<p>* Martha Gabriel é engenheira (Unicamp), pós-graduada em Marketing  (ESPM), pós-graduada em Design Gráfico (Belas Artes, SP), mestre e  doutoranda em Artes (ECA/USP). CIO da NMD New Media Developers,  ganhadora de 11 Prêmios iBest entre 1998 e 2005 como desenvolvedores  web. Professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo,  Universidade Anhembi Morumbi, UFPR Universidade Federal do Paraná.  Autora de dois livros de marketing digital &#8211; &#8220;Marketing de Otimização de  Buscas na Web: Conceitos, Técnicas e Estratégias&#8221;, Ed. Esfera, 2008, e  &#8220;SEM e SEO &#8211; Dominando o Marketing de Busca&#8221;, Ed. Novatec, 2009. Site  pessoal em <a href="http://www.martha.com.br/"  target="_blank">www.martha.com.br</a> / e-mail: <a href="mailto:martha@martha.com.br" target="_blank">martha@martha.com.br</a> / Twitter: <a href="http://www.twitter.com/marthagabriel"  target="_blank">@marthagabriel</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>O Quinto Poder.</title>
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		<description><![CDATA[E esse poder foi amplificado pela força da imprensa junto a população. Junto ao povo. Ao social. E o quarto poder ganhou muita influência, junto aos outros tres poderes. Anos foram necessários para a impresa determinar esse quarto poder, aprender a usa-lo e em determinadas situações, ser o mais forte dos quatro poderes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=83Mfdead3" alt="" />É isso mesmo. O quinto poder.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Depois dos poderes constitucionais: executivo, legislativo, judiciário; aprendemos que a imprensa é o quarto poder.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E esse poder foi amplificado pela força da imprensa junto a população. Junto ao povo. Ao social. E o quarto poder ganhou muita influência, junto aos outros tres poderes. Anos foram necessários para a impresa determinar esse quarto poder, aprender a usa-lo e em determinadas situações, ser o mais forte dos quatro poderes.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Então&#8230; surge o quinto poder.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mais forte, muito distribuido, fluido, auto-regulamentado, rápido, capaz de criar e destruir ícones em poucas horas. Implacável.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">As redes sociais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Primeiro em tribos específicas, com ferramentas específicas. Hoje, já completamente infiltrada em todos os níveis. Tomando da imprensa a sua grande força. A influência&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Formando pauta para a imprensa.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Sem pretensões. Mas com muita disposição.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Você ACHA que pode ficar fora dela? Você ACHA que pode prescindir dela?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Está enganado. Você está lá. Estará sempre lá. À sua revelia, se for o caso. E, enquanto não perceber isso, estará refem dela.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O quinto poder&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Obrigado ao Vitor Pavarini (<a href="http://www.twitter.com/vitinhoww"  target="_blank">@vitinhoww</a>) pelo link!</span></p>
	<p><em>&#8220;A AgênciaClick realizou um radar completo do  perfil dos brasileiros nas Redes Sociais&#8230;&#8221;</em></p>
	<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><br />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" />
<param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
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		<title>80% dos brasileiros&#8230; - ... gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:29:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=42I3e8bcc" alt="" />Ótimo artigo no HSM, falando sobre o impacto que se pode obter nas vendas online utilizando as redes sociais.<br />
Leitura importante.<br />
Na minha opinião, e todo mundo já sabe disso, quem não estiver construindo relacionamentos com os seus mercados estará fora do jogo rapidamente. Não existe muito espaço mais para quem se comporta segundo critérios do século passado. Nem mesmo os focados no &#8216;preço baixo&#8217; conseguirão se manter sem construir relacionamentos e links sociais com os seus mercados&#8230;</span></p>
	<p>Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais</p>
	<p>O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.</p>
	<p>Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.</p>
	<p>E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.</p>
	<p>O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita: os próprios consumidores se encarregam de divulgar a loja para sua rede de contatos. Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na web 2.0.</p>
	<p>&#8220;Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez&#8221;, comenta Adolpho.</p>
	<p>Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.</p>
	<p>Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.</p>
	<p>Da mesma forma, opiniões negativas se propagam muito mais depressa e podem gerar uma péssima publicidade para as marcas que não estejam atentas à divulgação de seu nome e produtos na internet. Portanto, quem deseja investir no comércio social deve procurar conhecer bem as ferramentas disponíveis e atuar com transparência junto ao consumidor.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM Online</a>
</p>
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		<title>A marca nos dias de hoje - Construindo relacionamentos</title>
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		<description><![CDATA[Os consumidores de uma marca podem manifestar seus julgamentos ou sentimentos na mesma hora em que são impactados pelas informações e campanhas publicitárias. Existe interatividade, troca de informações e mensuração exata do consumidor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=b4A1bbi35" alt="" /><span style="color: #888888;">Excelente entrevista do <a href="http://www.marcelotrevisani.com.br"  target="_blank">Marcelo Trevisani</a> que saiu no <a href="http://www.cidademarketing.com.br/"  target="_blank">Cidade Marketing</a>.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ótimas as colocações sobre a aplicação de SEO-SEM  e a importância das marcas se apresentarem como as primeiras fornecedoras de informação sobre seus produtos.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso, na minha opinião, é importante não só para as marcas como para o varejo, os pontos de venda. Colocar-se na linha de frente, oferecendo aos clientes mais do que puramente o produto/serviço. Mas, principalmente, oferecendo informação, conteúdo e indexação do conteudo existente para que o consumidor/cliente/usuário saiba o que ele pode esperar daquele produto/serviço.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Acredito que esta seja o primeiro passo para iniciar um relacionamento, quando você demonstra que quer oferecer mais do que o básico. Mais do que os outros&#8230;</span></p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- O que é uma marca nos dias de hoje?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Uma marca, hoje em dia, não é apenas o logotipo ou a sua identidade visual. Sabemos que o logotipo é muito importante para as marcas, é o ponto de entrada na mente dos seus consumidores, é o que vai identificar e diferenciar dos seus concorrentes. Mas a marca, para sobreviver hoje em dia, precisa ir além do seu logotipo, ela precisa ser percebida e reconhecida como o principal ativo da empresa. Ela vai guiar e reger todo o processo de gestão organizacional que criará vínculos de relacionamento entre a empresa e as pessoas. Se a marca não for relevante para o consumidor, não haverá espaço para ela em sua mente. Esse processo de gestão organizacional é chamado de Branding.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Qual a principal diferença entre Branding e e-Branding?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Na verdade, em sua essência, não há diferença. Branding é um processo de gestão de marca que cria vínculos e conexões emocionais com as pessoas, porém, esse processo, de nos relacionarmos com as marcas, produtos ou serviços, e que está em transformação, é a grande diferença. Estamos no processo de transição da sociedade industrial para a sociedade do conhecimento e essa sociedade do conhecimento está presente 24 horas por dia, 7 dias da semana, na internet.</p>
	<p>Na internet, temos a comunicação conhecida como mão dupla. Os consumidores de uma marca podem manifestar seus julgamentos ou sentimentos na mesma hora em que são impactados pelas informações e campanhas publicitárias. Existe interatividade, troca de informações e mensuração exata do consumidor; podemos descobrir quais são os julgamentos ou sentimentos que o consumidor tem sobre uma determinada marca em real time. Há uma quebra de paradigmas entre tempo e espaço na internet, esses julgamentos ou sentimentos postados, inclusive os de tempos atrás, podem ser achados nesse universo on-line e ajudam a impactar na pré-decisão de compra de outras pessoas. Sabemos que a internet propicia uma grande conferição e experiência entre produtos e serviços e esses julgamentos e sentimentos, conhecido como o buzz ou boca-boca, tornam-se uma espécie de moeda, pois são opiniões e experiências legítimas vivenciadas por outras pessoas, determinando o sucesso ou fracasso dessa marca na internet.</p>
	<p>Outro ponto muito importante a ser abordado sobre e-Branding e relacionamento com as marcas, é que há muito tempo as marcas controlavam a sua comunicação, hoje, esse poder mudou de mãos, quem controla as marcas são os consumidores, eles criam as informações, disseminam essas informações. Os consumidores transformaram-se em mídias. Estão presentes no Twitter, Facebook, Orkut, Myspace&#8230;, e podem se conectar a qualquer hora, em qualquer lugar, por meio do celular.</p>
	<p>O mundo digital está mudando a dinâmica dos negócios e as marcas que não estiverem preparadas para esse novo mundo da comunicação não vão sobreviver para contar histórias.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Nas organizações quem deve participar do processo de Branding?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- Como é um processo de gestão organizacional todos precisam estar engajados. A marca é construída de dentro para fora, do CEO à recepcionista da empresa. Esse engajamento é muito importante, porque cada colaborador é um grande ponto de contato, todos precisam ter o mesmo discurso, todos precisam acreditar na essência da marca e nos seus valores. O resultado desse processo de gestão organizacional é a criação de valor em torno da marca para todas as partes interessadas (stakeholders), construindo um caminho sustentável nesse ambiente.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- A internet é uma rede de pessoas/consumidores. Como as marcas estão se relacionando com as mídias geradas pelo consumidor?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Este movimento do novo mundo da comunicação, dos consumidores se tornando mídias é uma realidade inexorável, mas precisamos assumir que o controle sobre essas informações, a marca não  o terá. O que é preciso ser feito, é instalar uma cultura de marca focada na sua essência, onde há transparência e consistência em todos os pontos de contato (site corporativo, Twitter, Facebook, Orkut, blog corporativo, Youtube, entre outros). Essa transparência e consistência serão as grandes aliadas nesse ambiente. O que é mais importante nesse relacionamento entre marcas e consumidores é justamente a troca de  informações, as marcas precisam descer do pedestal onde elas estavam montadas há muito tempo e escutar os desejos e necessidades desse consumidor. O sucesso da marca, hoje em dia, depende de como ela vai se relacionar com os seus stakeholders.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Cite algumas empresas brasileiras que estão fazendo uma gestão de marca de forma positiva e por que você considera o trabalho delas eficaz?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Posso citar empresas de que tive o privilégio de entrevistar os gestores de marca para o meu estudo sobre e-Branding. Por meio desse estudo, elaborei um modelo de gestão e construção de marcas chamado Gestão Sistêmica da Marca 3 Dimensões. São que empresas já estão há algum tempo na internet, fazendo um trabalho consistente: Tecnisa, Grupo Santander, FIAT e Restaurante América. Todas possuem a ciência de como implementar e gerenciar um bom trabalho de e-Branding (posso citar como outros exemplos: como Coca-Cola e O Boticário). Referidas empresas sabem ouvir o consumidor, convidam-no a participar ativamente da gestão da marca, através de, por exemplo: o blog da Tecnisa, que traz conteúdo relevante para os interessados em adquirir um imóvel, informando como utilizar o FGTS; e a FIATMIO (www.fiatmio.cc), um projeto participativo que utiliza a inteligência coletiva do consumidor para criar um carro com os desejos e as necessidades indicados pelo próprio usuário do site.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Atualmente vivemos uma febre do Twitter, Orkut, Facebook e Google. Como as empresas devem explorar suas marcas nesses ambientes virtuais?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- Não basta estar presente apenas na social media, precisa saber como atuar. Antes de mais nada,, é preciso entender quem é o seu consumidor, quais são os seus desejos e suas necessidades. Sem planejamento e estudo, o risco será muito grande à marca. Essa escolha não pode ser pautada por modismo e, sim, para aproximar a marca legitimamente dos seus stakeholders, agregando-lhe valor, compartilhando conteúdo relevante e sendo benéfica e criativa para todos.</p>
	<p>[ CidadeMarketing ] &#8211; Com o mercado cada vez mais competitivo como as marcas estão se diferenciando dos seus concorrentes?<br />
[ Marcelo Trevisani ] &#8211; Essa é uma questão muito boa, como se diferenciar onde quase todos são iguais ou equivalentes, são commodities, onde a qualidade do produto ou serviço já é esperada pelos consumidores. Acredito no processo de gestão da marca para se diferenciar dos concorrentes, a marca precisa estar calcada em sua essência, dessa forma, a percepção que o consumidor terá em sua mente será do DNA da marca. Claro que focar em inovação e conhecimento do seu público-alvo sempre é sempre importante. Para se diferenciar é preciso sair do estágio onde os atributos dos produtos eram o foco e passar para ações que propiciem experiências em torno da marca.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; O Branding vem para substituir o marketing ou são coisas independentes?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Uma questão delicada, alguns estudiosos e profissionais do mercado acreditam que o Branding é a evolução natural do Marketing, outros falam que o Branding está dentro do Marketing e, ainda, Branding é Branding e Marketing é Marketing. Eu acredito que estamos na era do Branding, na era em que consumidor, além do poder de escolha, tem o poder da informação. É nessa era que o Branding ou e-Branding é importante, pois gerencia a relação entre marca e consumidor.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- Fale um pouco sobre a relação das marcas brasileiras e os sites de buscas.</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- O Marketing de Busca (SEM e SEO) é o principal ponto de atração dos consumidores para o ambiente da marca on-line. Hoje, sabemos que mais de 80% dos consumidores acham novos sites (leia-se marcas, produtos ou serviços), por sites de busca (fonte Google). Essa inversão do vetor de marketing, Marcas para as Pessoas e, hoje, Pessoas para as Marcas, é a grande diferença no novo mundo da comunicação.</p>
	<p>Antes as marcas iam até os consumidores, hoje, são os consumidores que vão até as marcas. Mais de 36% dos consumidores consideram que as marcas que aparecem nas primeiras posições dos resultados de busca são as principais marcas do mercado. Essa é a percepção que o consumidor possui em sua mente.</p>
	<p>Algumas marcas brasileiras já entenderam a importância de atração do consumidor por meio da busca. Um exemplo: se buscar por apartamentos, aparecerá, tanto na busca orgânica como nos links patrocinados a Tecnisa, Tenda, Gafisa, entre outras. Essas construtoras sabem da importância de trabalharem palavras-chaves e conteúdo relevante na otimização do seu site. Agora, se você fizer um pequeno teste e buscar por TV LCD no Google, por exemplo, não vai aparecer nenhuma marca de fabricante nas primeiras posições, nem nos links patrocinados, nem na busca orgânica. Esse erro, na minha opinião, é gravíssimo. As marcas precisam estar nas primeiras posições da busca orgânica, precisam estar presentes, criando proeminência, ao invés de serem os sites de e-commerce que poderiam aparecer na segunda página da busca orgânica ou nos links patrocinados. As marcas devem ser as primeiras a transmitir a informação autêntica, atraindo o consumidor, convidando-o a acessar o seu site e, nesse ambiente, criar uma experiência única onde esse consumidor perceberá a credibilidade da marca.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Quais os novos caminhos do Branding?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Na verdade, acredito que o Branding é o novo caminho para as empresas e marcas. O Branding agrega valor às marcas, ajuda a construir um mercado mais maduro, mais sustentável para todas as partes relacionadas, com mais inspiração, com mais visão e menos riscos para as empresas. E o e-Branding está enraizado na cultura digital, que continuará a mudar a forma da comunicação entre marcas e pessoas. Em suma, não é o Branding que deve buscar novos caminhos, mas as marcas que devem trilhar o caminho do Branding.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cidademarketing.com.br"  target="_blank">CidadeMarketing</a>
</p>
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		<title>Valor das Marcas e Marcas de Valor</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:43:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=7eAf05z85" alt="" />Uma jóia de texto!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Novamente, estou repetindo a referência &#8211; &#8216;culpa&#8217; da competência&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que podemos entender esse ranking como um ranking que interpreta os consumidores 2.0, contra os rankings tradicionais que são voltados aos consumidores 1.0.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveito e repito para todos, a pergunta que fiz outro dia no twitter para o @douglasmerighi&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que o consumidor 1.0, se importa em ser tratado como consumidor 2.o? Será que ele deixa de comprar por isso? Ou será que ele vai gostar de experiência?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro que a &#8216;resposta certa&#8217; seria depende&#8230; por que depende do perfil desse consumidor 1.0. Ele pode ser &#8216;tão&#8217; 1.0 a ponto de não gostar, no primeiro contato de ser tratado como 2.0. Mas, em curto prazo, a diferença na experiência é por si só &#8216;fidelizadora&#8217;. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O que tem haver, valor da marca com experiência do cliente?<br />
Melhor ler o texto&#8230;</span></p>
	<p><strong>O que é uma marca valiosa? PSFK traz um novo ponto de vista</strong></p>
	<p>Em agosto de 2009, o portal de conteúdo inovador e vanguardista norte-americano PSFK (www.psfk.com), representado pela Mandalah na América Latina, publicou um ranking intitulado “Marcas do Bem de 2009”. O relatório foi uma resposta direta aos rankings tradicionais do mercado, que avaliam o valor do negócio junto com uma estimativa do valor da marca, sem levar em consideração outros valores, como o sócio-ambiental por exemplo, que as mesmas deveriam agregar para a sociedade como um todo.</p>
	<p>Convictos de que a nova era pós-crise exige um novo modelo mental mais holístico e humano, quesitos como inovação de valor, responsabilidade ambiental (tanto no processo produtivo como no consumo e na reutilização e/ou descarte) e engajamento social (o quanto a marca contribui para avanços reais na sociedade) determinaram o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.</p>
	<p>A Google, que se posiciona na liderança do ranking, é conhecida por todos pela revolução causada no mundo do “search” online. Estimula que seus colaboradores dediquem 30% de seu tempo para projetos individuais (que a própria empresa eventualmente patrocinaria),  garantindo um fluxo constante de novas idéias, proporcionando que idéias como o Orkut floresçam, por exemplo. O baixo custo de sua distribuição, por ser online, permite que a empresa se estenda para outras áreas de interesse comum, como saúde, telecom, software, notícias e publicidade.</p>
	<p>Em segundo lugar vem a Apple, que veio para mostrar que forma não precede função, mas que forma é função, através de produtos que contém uma relação simbiótica entre usabilidade e design. Sua colocação é reforçada por uma experiência de compra única, através das Apple Stores, que somam à experiência de compra de produtos a pedagogia, entretenimento, relacionamento e acessibilidade num mesmo lugar. A marca também responde a críticas de não ser sócio-ambientalmente responsável tornando os critérios para o cálculo de emissão de carbono mais rigorosos, mostrando a importância de quantificar as emissões tanto na produção do produto quanto no seu uso, desbancando os números insuficientes oferecidos por empresas como a DELL e a Oracle, que se restringiam apenas à produção. Tudo isso com o endosso do Media Lab da MIT (Massachusetts Institute of Technology), responsável pelo rastreamento.</p>
	<p>A Zipcar, à primeira vista, parece ser mais uma empresa de aluguel de carro, porém o que ela oferece é de fato uma nova forma de enxergar sua relação com o uso e a propriedade de um carro, inclusive contento opções elétricas em sua frota.</p>
	<p>A GOOD Magazine, editora de conteúdo e eventos, famosa pelo portal e pela revista com circulação crescente nos EUA, se destaca principalmente por trazer um senso crítico à inovação, investigando o bem que uma novidade traz à humanidade e garantindo que o número de vendas não seja o único determinante de uma boa idéia. O seu uso magistral de infographics, nova tendência em design para facilitar a assimilação de conteúdos complexos, também a põe na vanguarda da inovação que visa o bem, fazendo com que o conteúdo seja ilustrado de forma visual, o que facilita a compreensão e usabilidade da informação. Por fim, o valor da assinatura da revista GOOD é integralmente revertido em doações para ONGs de todo o mundo, o que acaba sendo um jeito mais transparente e personalizado de engajar o leitor com as causas almejadas pela marca.</p>
	<p>Tanto o Facebook quando o Twitter (6º e 8º colocados, respectivamente), populares e populosos endereços de internet, continuam no holofote das discussões sobre relações sociais de “real-time” e a dimensão cada vez mais interativa e virtual que estão tomando. Um ponto de atenção que alarma os gestores ainda não foi totalmente solucionado e é pauta estratégica: como garantir que, com aumento de popularidade, adesão de novas pessoas físicas e jurídicas (já que as marcas entraram na onda e estão tentando, por todas as vias, garantir seus espaços nesse meio ambiente comunitário), um conteúdo útil, irreverente ou que entretenha seja mantido, enquanto questões de segurança, privacidade e combate ao spam ainda são estudados. O falecido Second Life que sirva de lição!</p>
	<p>Voltemos ao ranking, para a 9ª colocada, a empresa sueca Ikea, que fabrica móveis com uma equação custo-benefício invejável, apresentando uma série de inovações que facilitam o acesso dos clientes às suas lojas, com ativações diferentes em cada país: na Dinamarca, um programa de compartilhamento de bicicletas, na França, o mesmo com veículos e, nos Estados Unidos, mais especificamente em Nova York, uma balsa coletiva! Torçamos para uma Ikea chegar um dia no Brasil, com a mesma intenção.</p>
	<p>É possível ficar horas pensando em lições positivas, idéias que surgem a partir de cases como estes, benchmarks que podem mudar a forma de agirmos e reagirmos ao consumo. Se é possível destacar inspirações pontuais de tudo isso, abaixo estão listados alguns highlights:</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Utilidade </strong>– Deixe de focar apenas no seu produto ou serviço. Sua marca, estratégia, produto, ou o que quer que seja, faz parte de algo maior. Então, reconheça o eco-sistema no qual eles se inserem e atue a favor dele.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">-<strong> Experimentação constante</strong> – Inovação não é um fim, é um processo, um meio de agir. Busque sempre expandir sua área de atuação, saia da zona de conforto e arrisque, com ousadia, mas sem esquecer a responsabilidade.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Design </strong>– Estética é cada vez mais importante e, cada vez menos, pelas questões meramente visuais. Algo bonito só é eficiente se funciona bem, e por mais tempo.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Comunidade </strong>– Ninguém vive em um vácuo (ou, pelo menos, ninguém deveria viver assim). Compartilhe sua marca com as pessoas e permita que elas contribuam na evolução dela, promovendo co-criação, e progressos que o Open Innovation pode trazer.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Mude de modelo</strong> – Pós-crise significa novos olhares. Saia da inércia e coloque, sempre, as pessoas como o foco, pensando em novos modelos de negócio para atendê-los. Quem vende e quem compra, é gente.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Além do anúncio de 30”</strong> – Nenhuma das marcas elencadas registram altos níveis de publicidade tradicional mas, ao invés, focam em formas mais efetivas (e otimizadas em termos de ROI) de criar um elo sustentável com as pessoas. Insista e invista em novos canais para novas mensagens, para quebrar o padrão obsoleto da publicidade atual.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Prioridades sócio-ambientais</strong> – Inovações que geram lucro não são necessariamente sustentáveis do ponto de vista sócio-ambiental. Precisamos tentar encontrar, como gestores e consumidores, a fórmula que equaciona bem lucro e sustentabilidade, de uma vez por todas.</p>
	<p style="text-align: left; ">O relatório de nosso amigo Piers Fawkes, da PSFK, pode não ter ilustrado capas de revistas de negócios como outros tantos rankings, mas sua circulação no blogosfera demonstra a eminente necessidade de mudarmos os critérios pelos quais avaliamos marcas e o papel que elas exercem na sociedade. Na Mandalah, a letra “h” no final do nome representa este novo olhar, com foco no ser humano, nas pessoas e nas necessidades que elas têm para trazer mais qualidade e felicidade para suas vidas, entendendo e assumindo que somos seres em estado de evolução, que precisam ser compreendidos com mais carinho e atenção, ao invés de sermos estatisticamente julgados por nosso poder de compra.</p>
	<p>O que fica? Mais do que uma nova visão sobre o valor que uma marca gera e detém, a propulsão para que profissionais de marketing exerçam seu poder com mais sensibilidade e considerem movimentar mercados e formar cultura, para pessoas, e não só para clientes.</p>
	<p style="text-align: right; "><em>Lourenço Bustani</em> e <em>Igor Botelho</em></p>
	<p style="text-align: right; ">
	<p style="text-align: left; ">Fonte:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Mais pesquisa! Comportamento adolescente: internet, compras, mídias. Com cases.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:09:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[&#8221; O estudante Leonardo Schlüter Leite, de 14 anos, já nasceu com a tecnologia ao alcance da vontade. Ele<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=43I8a5ua1" alt="" /> passa até sete horas por dia em sites de relecionamento, como o Orkut, e fazendo uso de ferramentas de mensagens instantâneas, como o MSN e o Skype.&#8221;Só um pouco em cada um, porque eu enjoo rápido.&#8221; Como tem &#8216;preguiça&#8221; de assistir à televisão, procura nos grandes portais de notícias as principais manchetes sobre seus assuntos preferidos &#8211; entre eles, esportes como futebol, handebol e vôlei e as últimas informações sobre o que acontece no Brasil. &#8220;Gosto muito de jogos <em>online</em>, daqueles que você joga com outras pessoas estilo RPG&#8221;, conta. Leonardo raramente compra CDs de música. Costuma trocar mp3 com os amigos ou baixar direto da internet. É apaixonado por <em>animes</em> e faz <em>downloads</em> frequentes dos desenhos preferidos. &#8220;Geralmente eu alugo filmes, mas quando estou louco para ver e não aguento esperar, eu baixo na <em>web</em>&#8220;, diz. Leonardo mora em Pomerode, município de colonização alemã em Santa Catarina, que ainda não dispõe de internet de alta velocidade comum em cidades maiores. Mas, como se vê, isso não é problema para os adolescentes, que estão totalmente imersos na realidade tecnológica, independentemente da região do país.

Adolescentes como Leonardo já nasceram plugados no mundo digital. Muitos jamais compraram um CD e não têm o hábito de ler jornais impressos ou de assistir a programas de televisão. Em compensação, consomem horas e horas de conexão navegando na internet à procura de diversão. E, no caso dos meninos com idade entre 12 e 18 anos, o verdadeiro significado de entretenimento está, muitas vezes, em <em>games</em>, ferramentas de interatividade e novidades tecnológicas &#8211; tudo o que ofereça muita diversão e informação do modo mais rápido possível.

Segundo dados do IBOPE Nielsen Online, entre maio e julho de 2000, o número de adolescentes com idade entre 12 e 17 anos acessando a <em>web</em> a partir do trabalho e da residência cresceu 11%. No mesmo período, o aumento dos acessos apenas dos adolescentes do sexo masculino foi de 13%, enquanto das meninas foi de 8%. A pesquisa mostrou ainda que o tempo mensal de uso da internet entre adolescentes homens nessa faixa etária foi de 45 horas e 8 minutos, e das meninas de 42 horas e 31 minutos. Entre os sites mais populares entre esse público estão Orkut, Facebook e YouTube, assim como as ferramentas de mensagens instantâneas. &#8220;Entre os meninos há um interesse maior em relação a sltes de <em>games</em>, blogs sobre jogos e música para <em>download</em>, assim como ferramentas de compartilhamento de arquivos&#8221;, afirma José Calazans, analista de mídia do IBOPE. &#8220;Os adolescentes do sexo masculino também visitam muito sites de leilão, à procura de produtos em que têm interesse. Os sites de comércio <em>online</em> mais tradicionais são visitados fundamentalmente por adultos&#8221;, diz.

<strong>Consumo livre</strong>

Um relatório divulgado em agosto deste ano pelo banco norte-americano de investimentos Morgan Stanley causou reboliço no mundo todo e trouxe dados interessantes a respeito desse público. O autor do estudo How Teenagers Consume Media é o inglês Matthew Robson, de 15 anos, estagiário do banco que recebeu a missão de produzir um relato sobre como ele e seus amigos interagem e consomem na internet. Segundo Matthew, os adolescentes consomem produtos de mídia de forma totalmente diferente dos adultos, pois não podem nem estão dispostos a pagar por isso. Além disso, eles também não gostam da publicidade explícita e invasiva e, por isso, não ouvem música em rádios, assistem pouco à TV e consideram os anúncios típicos de internet &#8211; como <em>banners </em>e <em>pop-ups &#8211; </em>uma &#8220;chateação inútil&#8221;. No entanto, ele afirma, &#8220;a maioria dos adolescentes gosta e apoia o marketing viral, pois geralmente essas iniciativas têm um conteúdo engraçado e interessante&#8221;, afirmou.

Sobre as redes sociais, Matthew afirma que os adolescentes preferem o Facebook &#8211; &#8220;pois é possível interagir com os amigos em grande escala&#8221; &#8211; e não usam o Twitter. &#8220;A maioria se registra, mas para de usar o site depois de um tempo, após perceber que não vão atualizá-lo&#8221;, disse. A sensação de que ninguém visita suas páginas pessoais, e o preço alto do SMS são alguns dos motivos que fazem eles preferirem mandar mensagens para os amigos a enviar tweets. Muitos usam o YouTube para assistir a vídeos (geralmente anime, que é mais difícil de encontrar) e para ouvir música.

O adolescente também afirmou que não conhece nenhuma pessoa dessa faixa etária que leia o jornal regularmente, e que a maioria prefere ver um resumo das noticias na televisão ou na internet. Além disso, poucos adolescentes, segundo o relatório, fazem compras na internet, pois os sites exigem cartão de crédito e a maioria dos adolescentes não tem.

O relatório de Matthew Robson mostra ainda que 99% dos adolescentes têm um telefone celular e geralmente usam créditos limitados (pois não podem pagar as mensalidades nem assinar um contrato de longo prazo com as operadoras). &#8220;Normalmente os adolescentes só usam o telefone para mensagens de texto&#8221;, escreveu o estagiário. E eles usam, primordialmente, os serviços gratuitos, como <em>bluetooth, </em>para trocar músicas e vídeos, deixando de lado a navegação na internet via celular, que é considerada muito cara.

<strong>As marcas estão de olho</strong>

Um público como esse &#8211; exigente e com pouco dinheiro para gastar, mas com grande necessidade de comunicação e sede de novidades para compartilhar com os amigos &#8211; tem sido visto como altamente promissor para muitos dos grandes anunciantes brasileiros. É cada vez maior o número de marcas que investem em ações de mídias digitais para atingir esses adolescentes, especialmente os do sexo masculino. &#8220;É um público de conectores. Eles espalham noticias com multa facifidade e as ações focadas neles têm expectativa mais quantitativa que qualitativa&#8221;, afirma André Piva, diretor de criação da LOV, que lança, no início de outubro, um serviço chamado Golaço para clientes da Sony. Feito sob medida para o público masculino com idade entre 12 e 18 anos, o Golaço é um site que ajudará os adolescentes dessa faixa etária a montar seu time de futebol. A ação nasceu da percepção de que esse público é muito participativo e usa mídia social e MSN, mas que, como boa parte das iniciativas das marcas já focavam nessas ferramentas, era preciso inovar.

Totalmente centralizado na internet, o serviço será uma espécie de patrocínio não oficial e não remunerado às equipes de futebol desses garotos, e permitirá aos jovens meninos fazer a arte do uniforme do time, produzir hinos de torcida, brasão e fã kits. Eles também poderão marcar jogos por meio do Gol aço e participar de uma série de promoções relacionada à Copa do Mundo de 2014 &#8211; a Sony é patrocinadora oficial da Fifa. &#8220;O Golaço vai trabalhar multo o compartilhamento de fotos e vídeos, sempre tendo os jogos desses times como foco&#8221;, diz Piva.

A linguagem, é claro, é a mais descontraída possível, e toma o cuidado de evitar a exposição excessiva dos produtos da Sony. Para falar a língua dessa moçada sem parecer artificial, a LOV contratou sete adolescentes que estiveram envolvidos desde a construção da interface e da usabilidade do Golaço até a fase de pré-teste e teste, opinando e dando dicas valiosas de como conversar melhor com esse público. &#8220;O objetivo é chegar a 2 mil times até o fim do segundo semestre deste ano e transformar o Golaço em uma das principais plataformas de relacionamento da Sony até a Copa do Mundo de 2014&#8243;, afirma Piva.

<strong>Segmentação radical</strong>

Recentemente, a Ruffles, marca da gigante multinacional Pepsico, lançou urna ação digital que dá ressonância à segmentação estratégica do próprio produto. A campanha &#8220;Ruffles do seu jeito&#8221; foi inspirada nas diferenças entre meninos e meninas com idade entre 12 e 17 anos, público-alvo da marca, e ressalta as características de cada um tanto nas embalagens e nos novos sabores do produto (queijo para elas e costelinha para eles), como na maneira utilizada para atingi-los na mídia tradicional e via internet. &#8220;O público-alvo de Ruffles são adolescentes que estão em uma fase de descobertas e de curtição. E a partir de pesquisas descobrimos que eles, nessa fase, querem se expressar sem serem julgados, querem respeito às suas escolhas, e que essa liberdade de expressão é uma forma de viver as diferenças&#8221;, conta Carla Araújo, gerente de marketing da Pepsico. Com base nisso, a marca lançou dois filmes de televisão para divulgar os novos sabores do produto, um para meninos, outro para meninas. E no site da marca a segmentação continua com ainda mais força, com áreas especificas para cada público em que a tônica é a interatividade e as informações bem-humoradas sobre o sexo oposto. Na área dos meninos &#8211; que &#8220;ganharam&#8221; um Ruffies com onda maior e mais grossa, além de sabor mais marcante de carne &#8211; a marca criou o &#8220;Esquadrão invisível&#8221;, que tem uma suposta equipe de informantes para deixar os rapazes por dentro de tudo o que acontece no universo feminino &#8211; tema a que a marca chegou a partir de pesquisas sobre os assuntos de interesse dos adolescentes do sexo masculino. &#8220;O target de Ruffles está muito presente na internet, por isso quisemos complementar o plano com essas ações <em>online, </em>gerando experiências, interatividade e participação deles na campanha, através de uma comunicação de dupla via. Só assim a marca conseguira realmente criar valor de longo prazo e entrar na vida deles de uma maneira divertida&#8221;, afirma Carla.[

O site abriga vídeos que ensinam as melhores maneiras de se aproximar das meninas: ferramentas de interatividade como fóruns (perguntas e respostas sobre relacionamentos com meninas); espaço para enviar dúvidas sobre como agir durante a paquera: &#8220;tradutor&#8221; de mensagens que decifra o que há por trás de uma mensagem feminina; promoções como o Festival do Minuto, que premia os melhores vídeos sobre a diferença entre meninos e meninas; a possibilidade de &#8220;espionar&#8221; o site das mulheres; e links par a o Twitter da ação (com conteúdo relacionado a música, cinema, compras etc.) e para blogs que têm como tema principal a relação entre os sexos. &#8220;A construção de área dos meninos foi muito delicada, porque não queríamos tratar de guerra dos sexos, nem usar uma linguagem inapropriada, de irmão mais velho ou &#8216;tiozão&#8217;. Havia o risco de ser invasivo demais ou de parecer algo que não faz parte do mundo deles&#8221;, afirma Thiago Frias, gerente de social Media da Cubocc, agência responsável pelas ações <em>online </em>da nova campanha da Ruffles. E, para acertar a maneira de falar com esse público, a agência contratou dois produtores exclusivos para cada gênero, um garoto de 18 anos e uma menina de 20, que respondem às pergunlas postadas no fórum e cuidam de todo o conteúdo do site. &#8220;Os meninos são muito críticos, e não podíamos nem falar com eles como se fossem crianças, nem usar uma linguagem adulta demais, para não assustá-los&#8221;, afirrna Yentl Delanhesi, planejamento da Cubocc.

Segundo Cristina Aguiar, gerente de concept da Cubocc, houve aumento de 25% nas visitas, de mais de 300% na navegação e de cerca de 50% no tempo de permanência do site nos meses de julho e agosto, quando a ação foi ao ar. &#8220;Isso sem termos mídia em digital, somente ações de social media. Isso indica que o site está sendo bem-aceito pelo <em>target, </em>influenciando a divulgação espontânea, e que o conteúdo apresentado é bastante consumido e relevante&#8221;, conclui.

<strong>Novidades tecnológicas</strong>

O Guaraná Antarctica promoveu em agosto o Guaraná Antarctica Street Festival, evento que reúne música, esportes de ação e arte de rua. Em sua terceira edição, o festival trouxe bandas cujo público é formado fundamentalmente por adolescentes entre 15 e 19 anos &#8211; como Charlie Brown Jr. e Fresno &#8211; e shows com os maiores nomes do skate, do inline e do bicicross, além de espaços para grafite e games. Para divulgar o evento e interagir com o público, a marca criou um ambiente na internet. O hotsite do evento reproduziu parte do que aconteceu lá e trouxe novidades tecnológicas: foi feita uma edição especial das latinhas de guaraná, com um código de barras que, colocado em frente à webcam, acionava uma ferramenta de realidade aumentada. A partir dela, o internauta podia grafitar uma parede, simular movimentos de skate e tocar com uma banda participante do festival. &#8220;Todo o contorno das ações foi feito pelas redes sociais, como Twitter, Orkut e Flickr, como a cobertura <em>online </em>do evento e ações promocionais para ganhar convite&#8221;, afirma Patricia Andrade, diretora executiva da TV1. A medição de audiência mostrou que a ação fez sucesso com o público-alvo: cerca de mil pessoas acompanharam o festival pelo Twitter.

Segundo Patrícia, o público adolescente do sexo masculino tem uma lógica própria de relacionamento. &#8220;Ele gosta de dividir sua vida com os amigos, fala muito abertamente de tudo o que acontece com ele, o que pressupõe uma rede de contatos muito grande&#8221;, afirma. &#8220;E esse garoto não vive sem internet e está sempre ali, buscando conteúdos que o interessem. Por isso as marcas têm de dar essa possibilidade de interação, alternativas de inovação, coisas novas em que ele possa se reconhecer e que respeitem a maneira com que ele se relaciona com o mundo&#8221;, acredita.

Para Rafael Pulcinelli, gerente de eventos e promoções de Guaraná Antarctica, é fundamental que as marcas aprimorem suas ferramentas de comunicação no universo web para que seja possível conversar com o jovem. &#8220;É sempre importante trazer coisas inusitadas, diferentes, principalmente para esse público que quer fugir do padrão&#8221;, diz. &#8220;E o que mais impressiona e é relevante é que as mídias sociais são uma realidade para esse público, fazem parte do dia a dia deles. Se a marca não estiver dentro dessas mídias, não conseguirá conversar com eles.&#8221;

<strong>Advergames</strong>

Boa parte das ações dos anunciantes de mídias digitais para esse público é focada em games. A Axe, da Unilever, tem tradição em preparar ações para jovens homens, com idade entre 16 e 24 anos, com foco nos jogos <em>online</em>. Para lançar a linha Dark Temptation, no ano passado, o anunciante investiu no desenvolvimento de um <em>advergame </em>com tecnologia semelhante à dos jogos de console. O jogo começa com um personagem em frente ao espelho, passando o desodorante da marca. As mulheres então passam a notar a presença do personagem, e a missão dele é escapar pela cidade. Os melhores jogadores da semana concorriam a kits com produtos Axe e o grande prêmio era uma máquina de fliperama. A ação terminou, mas o jogo permanece no site da linha Dark Temptation.

A mistura de tecnologia e mulheres também aparece no site Axe 360º. A marca lançou o desodorante Axe Ultra Focus e, para promovê-lo, criou o primeiro comercial 360° do mundo, uma espécie de game em que o objetivo é detectar quem são as mulheres interessadas no personagem. Outra ação da marca mantém um canal exclusivo do Axe Musicstar no Youtube. &#8220;Para conversar com esse público, usamos principalmente <em>advergames, </em>anúncios <em>in-game </em>e <em>content placement, </em>além de parcerias com canais de <em>games </em>e <em>mobile game</em>&#8220;, afirma Guilherme Mortensen, gerente de marketing de Axe. &#8220;Mas é importante ressaltar que utilizamos todos esses meios com o consentimento dos usuários. Damos sempre a opção de eles escolherem ou não o conteúdo de Axe&#8221; diz.

Segundo Mortensen, com os games é possivel alcançar um tempo médio de navegação nos sites de 10 minutos, marca até quatro vezes superior a campanhas que não usam games. &#8220;Os números apontam cerca de 2 milhões de visitas e mais de 1 milhão de pessoas interagindo no site de cada campanha. Mais de 250 mil experienciaram o <em>game </em>de cada uma das campanhas, com uma média de quatro jogadas por usuário&#8221;, diz.

<strong>Mobile marketing</strong>

Especializada no mercado de <em>mobile advertising, </em>a agência Hands aposta nessa mídia para atingir o público jovem em geral - meninos que não desgrudam do celular e gostam de usar as ferramentas de interatividade que ele proporciona, especialmente se forem gratuitas. &#8220;Essa nova geração está crescendo conectada via <em>mobile, </em>e vai cada vez mais buscar informações, serviços, entretenimento e diversão por esse meio&#8221;, afirma Edison Maluf, diretor geral da Hands. Segundo ele, os anunciantes podem encontrar nessa mídia um grande aliado. &#8220;Há uma vastidão de possibilidades, principalmente em <em>games, </em>jogos em rede via <em>mobile </em>e canais de conteúdo. Esse público é muito imediatista, ansioso por natureza, e a internet móvel, com as ferramentas certas dá a eles exclusividade de acesso ao conteúdo de maneira rápida, direta e com usabilidade&#8221;, acredita.&#8221;
<p style="text-align: right;"><em>Fabiana Lopes</em></p>
<p style="text-align: left;">Fonte:  Meio e Mensagem / IBOPE</p><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2010/02/19/marketing-digital-real-funcional/" title="Marketing. Digital. Real. Funcional. 2010.02.19">Marketing. Digital. Real. Funcional.</a>(0)</li>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 20:36:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que você precisa é falar com o consumidor certo. Descobrir uma ou mais ferramentas eficazes e apostar nela(s). O objetivo não é cercá-lo de todas as maneiras, e evitar a todo o custo a sua fuga, mas sim fazer com que você (eu disse “você”) se torne indispensável para ele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Recebi hoje de um cliente e amigo, um excelente artigo do Mauro Wainstock, publicado no Mundo do Marketing.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Como eu disse, um cliente e amigo!<br />
Então sabe como é, interpretei e respondi.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Já havia avisado que colocaria o texto aqui e agroa, resolvi colocar a resposta tambem. Praticamente &#8216;na íntegra&#8217;! rs</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura. Primeiro o texto original, depois meus comentários.</span></p>
	<p><strong>Ao invés de correr atrás de seu cliente, torne-se indispensável para ele</strong></p>
	<p>Uma das definições mais objetivas que ouvi sobre marketing é o chavão “conquistar e manter o cliente”. Mas isto foi no século passado. Hoje, mais do que nunca, o objetivo é a venda. Tudo leva à venda, ou melhor, ao aumento dela e, depois, a uma ampliação ainda mais significativa do valor comercializado. Hoje não basta vender muito. Os números são dissecados, espremidos, avaliados e, no período seguinte, sempre precisam ser multiplicados. E você, coitadinho, tem a obrigação de se superar cada vez mais – do contrário, perde mercado.</p>
	<p>As metas crescem em proporção geométrica, assim como as formas de atingir o consumidor. Twitter para cá, celular para lá, promoções aqui, inovações ali&#8230; e você tem que estar super atualizado. Não adianta fugir. Você corre e uma nova forma de se comunicar aparece na sua frente. Conclusão: está tudo errado.</p>
	<p>Você não pode ficar perseguindo o cliente. Nunca vai ter tanto tempo, fôlego, ou, indo direto ao ponto, dinheiro para isto. E não vale a pena. O que você precisa é falar com o consumidor certo. Descobrir uma ou mais ferramentas eficazes e apostar nela(s). O objetivo não é cercá-lo de todas as maneiras, e evitar a todo o custo a sua fuga, mas sim fazer com que você (eu disse “você”) se torne indispensável para ele.</p>
	<p>Um amigo meu, tributarista de sucesso, sempre veiculou a sua marca, mas nunca divulgou nem o telefone nem o site. A sua filosofia é: “se sou bom, vão me encontrar. Se me encontraram é porque quiseram muito; não foi fácil&#8230;”.</p>
	<p>Pode parecer utopia, mas o incrível é que isto é real. Por exemplo: quando você gosta muito de um restaurante, seja pela comida, pelo atendimento ou pelo ambiente, você vai repetir. Depois que você foi a primeira vez, e ficou encantado, ninguém precisa te convencer mais. Imagine então que você sempre encontre seus amigos lá. Você “tem que” ir. Não há a hipótese “vou pensar”. Em outras palavras, você é “obrigado” a frequentá-lo. E o restaurante só precisa atuar, internamente, para que você continue o admirando. E indicando. Depois de um tempo você se torna “parceiro”: dá dicas, sugestões&#8230;</p>
	<p>Mas o melhor mesmo é quando você começa a reclamar&#8230; Aí é como se o restaurante fosse seu! Pronto: ele se tornou indispensável. Repare só: isto se aplica a sua academia de ginástica, ao seu cabeleireiro, a sua companhia aérea, ao seu site preferido, a Coca-Cola (ops&#8230;!) que você bebe e a vários produtos que certamente você “não troca por nada”. E até poderia cantarolar o trecho do hino rubro-negro “eu teria um desgosto profundo se faltasse o meu produto no mundo&#8230;”</p>
	<p>Tá bom, tá bom, assim ficou muito fácil, não é ? Então vamos a um outro exemplo, agora pessoal. Eu dirijo um jornal segmentado. O que mais me deixa gratificado é quando alguém liga para reclamar. É sério! Os leitores reclamam que a sempre prioritária notícia que enviaram não foi veiculada imediatamente, que seus indispensáveis comentários não foram os primeiros a serem publicados, reclamam que seus e-mails não foram respondidos em poucos minutos, enfim, são críticas que adoro receber.</p>
	<p>Mas a frase principal, que mais me deixa orgulhoso, é quando dizem: “o nosso jornal&#8230;”. Com isto tenho a certeza de que o jornal já faz parte da vida daquele leitor, que se envolve, que espera ansioso por cada exemplar, que o trata (e guarda) com todo o carinho. Mesmo aqueles exemplares mais velhos, com notícias antigas (não necessariamente históricas), que nem no meu próprio arquivo é encontrado&#8230;</p>
	<p>Enfim, poderia citar estratégias bem sucedidas, mas o principal recado é: torne-se valioso e depois deixe seu cliente em paz, preocupando-se apenas em agradá-lo. Portanto, a filosofia deste século é “Marketing é conquistar o cliente e tornar-se indispensável para ele”. E, aí, ele é que vai querer mantê-lo como fornecedor. E não adianta você fugir&#8230;</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Mauro Wainstock</em></p>
	<p style="text-align: left;">
	<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;"><strong>Minhas considerações:</strong></span><em> </em></p>
	<p>&#8230;.</p>
	<p><span style="color: #888888;">A primeira informação comentável, dentro do texto bem escrito que eu li foi: “O que você precisa é falar com o consumidor certo.” Perfeito. Isso mesmo! E, para falar com o consumidor certo, vc precisa conhecê-lo. Creio que existem duas formas básicas para isso:</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">1) vc monta um negócio focado em um determinado público, que vc sabe tem acesso ao seu ‘ponto’.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">2) vc tem um negócio montado e cria ferramentas para conhecer o público da área e saber o que ela espera – quer – de você.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Então seguindo com o texto, ele fala em ferramentas para atingir esse público, pq com certeza, ele considera que, vc empresário e empreendedor, já pesquisou, estudou e conhece o seu público. Quando digo conhece é CONHECE&#8230; num é acha que sabe, pensa que ele é assim ou assado. É conhecer. Os que freqüentam e os que não freqüentam mas poderiam/deveriam freqüentar.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">‘Tornar-se indispensável ao cliente’&#8230; Isso é o quê??</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ser referência?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Atender necessidades?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Estar presente nos momentos certos?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ter diferenciais?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><em><span style="color: #888888;">Todas as anteriores??</span></em></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pois é&#8230; ser indispensável, é oferecer o que reúne todas as anteriores&#8230; é ter ATENDIMENTO!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Com um bom atendimento, vc vende o que não tem, se faz lembrar nos momentos necessários e oferece o diferencial definitivo: RELACIONAMENTO.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A história do “amigo tributarista” é caso de nicho, né. Afinal, ele é um advogado tributarista&#8230; não precisa de divulgação além do boca-a-boca&#8230; trabalho de extrema especialização, onde o resultado anterior é o maior cartão de visita e seu nome – sua marca – vai correr os ouvidos necessitados. Num sei se ilustra algo tão amplo, como comércio, venda, varejo. Não acredito, sinceramente. Varejo depende de manter sua marca &#8216;acesa&#8217; na mente das pessoas, na &#8216;boca do povo&#8217;&#8230;  Mas é uma boa história. E vai encontrar muitos que se identificam, principalmente na prestação de serviço.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Daí para frente, o texto ilustra a conquista né.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O primeiro contato – no caso com o restaurante&#8230; – a paixão, o namoro – quando vc vai até mesmo quando quer comer outra coisa! “to afim de japonês&#8230; mas vou lá na cantina da Donana&#8230; bem que ela podia fazer sushi!” – depois o amor, quando vc já começa a querer ‘mudar’ as coisas&#8230; E a posse! Agora ele é seu! Você só falta querer fechar o caixa! Porque até promover um empregado e despedir outro você já “pensou’ em fazer!!! Kkkk</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Realmente vc está fidelizado. Conquistado. Praticamente foi ‘assimilado’!! rs</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Metáforas excelentes para provocar o desejo do empresário em agir da mesma maneira que o dono do restaurante!!! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O fechamento com o caso pessoal do jornal, excelente. Quebra o pensamento do <em>“ ah! Mas restaurante é fácil!! Basta ter comida ‘boa e barata’.”</em></span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Como se isso fosse fácil!!&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Percebeu que o texto é um panfleto também, né&#8230; Onde nosso amigo, o Autor, ‘<em>vende seu peixe</em>’ – e muito bem! Ele dá palestras? Cursos?&#8230; =D</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Gostei tanto do texto, que peço a fonte para colocar no blog!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Mas espera&#8230; pq gostei tanto??? Acredito que vc esperava críticas, reclamações&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Acho que gostei tanto pq o texto do cara, vai de encontro as minhas idéias. MAIS. Vai de encontro ao que falo pra vc e para todos os clientes&#8230; INCANSAVELMENTE&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> REPETIDAS VEZES&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Mas, poucos  me ouve com atenção&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pq será?..</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será a minha cara?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O cabelo?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A calça jeans?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O tênis?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A bermuda eventual, pra mostrar a tatoo?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Os anéis?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A falta de bronzeado?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Só usar camisa preta?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não usar relógio? <em>OPA! Isso já resolvi!!!! =D</em></span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Falar muito?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Escrever demais?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Usar muitas metáforas?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Andar sobre a água? <em>Ixi!!! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
</em></span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O simples fato de ser <em>designer</em>?? <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Meu discurso, foca em:</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><strong>CONHEÇA SEU CLIENTE</strong></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><strong>RELACIONE-SE COM ELE</strong></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Hum. Só isso&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Conhecendo seu cliente, vc vai saber o que ele quer/precisa/vai precisar e nem sabe ainda. E vc vai poder oferecer isso.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Relacionando-se com seu cliente, vc vai ‘<em>fazer part</em>e’ da vida dele. E, como aquele restaurante, vai ter a preferência dele, mesmo quando o ‘<em>prato</em>’ que ele quiser for diferente!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Relacionando-se com seu cliente, ele vai confiar em vc, quando vc quiser lançar um novo produto, um novo serviço&#8230; pq ele sabe que vc não vai oferecer algo fora do foco dele&#8230; Ele sabe que vc pensa nele e nas necessidades dele. Afinal, ele conhece vc e sabe o que esperar de vc.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Por isso, ele procura vc. Por isso ele pensa em vc.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Porque você é necessário, poderoso, ‘indispensável’&#8230;<br />
(<em>Só um pouco de cuidado com o indispensável, pq ninguém nem nada o é, nem insubstituível E se vc perder o trem, vem outro em seu lugar&#8230;</em>)</span></p>
	<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">Bem, como disse, a fonte foi o <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.</span></p>
	<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">O autor é o Mauro Wainstock</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Minhas impressões e comentários refletem realmente a minha forma de pensar e todo o meu discurso com clientes e com amigos.<br />
As poucas partes retiradas eram desnecessárias ao entendimento. rs</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que, a grande maioria dos meus clientes contumazes e dos que me procuram eventualmente, estranham minha forma de trabalhar.<br />
Primeiro eu não vejo o meu trabalho como &#8216;criação de folhetos, folder, peças promocionais&#8217;.<br />
Entendo que ao me procurar, o empresário precisa de uma ação de comunicação que resolva problemas que ele tem com divulgação seja para o público interno ou para o público externo. Entendo que ele precisa estruturar a forma de divulgar a sua imagem. Precisa melhorar a mensagem, precisa agregar valor a sua imagem.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso tudo não significa que eu não vá ter o maior prazer em preparar um folder, um folheto, uma peça promocional. Mas, não posso ver e não falar. Não posso abaixar a cabeça para uma ação equivocada, somente porque ela vai me render algum.<br />
Porque se o meu trabalho não oferecer retorno ao cliente, ele não me chama de novo. E eu gosto de trabalhar muitas vezes para o mesmo cliente&#8230;<br />
Gosto de ver o resultado, de saber se houve retorno. Buscar soluções melhores.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Então, eu sempre me intero do mercado de cada cliente, o máximo possível. Pergunto, falo, especulo, estudo, busco o público. Para saber que caminhos oferecer.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muitas vezes&#8230; perco o cliente nesse processo. <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Porque muitas vezes, o cliente acha que meu trabalho é visual. Pura e simplesmente agradá-lo visualmente&#8230; Longe disso.<br />
Agradar o gosto pessoal do cliente, é um plus.<br />
No mínimo, tenho de agradar o gosto visual, do cliente do meu cliente&#8230;</span>
</p>
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		<title>Não é o tamanho que importa</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 19:53:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Especialista em construção de marcas na internet explica como o pequeno negócio pode aumentar seus lucros na web]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div id="boximg">
	<div><span style="color: #888888;">Excelente Texto do <a href="http://twitter.com/gabrielrossi"  target="_blank">Gabriel Rossi</a> que eu encontrei no Gastronomia e Negócios! Quem sabe um dia, não consigo que ele escreva algo para o blog, falando sobre design, internet e negócios. rs</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Vale a pena a leitura.</span></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div>Quem acha que a internet, no mundo dos negócios, é espaço exclusivo para as grandes corporações está perdendo oportunidades de crescimento. É o que afirma Gabriel Rossi, especialista em branding digital, profissional de marketing focado na construção de marcas no espaço web (internet).</div>
	</div>
	<p>Segundo estudo do especialista, que é consultor de grandes empresas para atuação no mundo virtual, os pequenos comerciantes &#8211; isso mesmo: o dono de padaria, de loja de roupas ou posto de gasolina &#8211; ainda não despertaram para o mundo da internet e estão perdendo chances de lucrar com isso. “Estudos recém-lançados apontam o Brasil como o maior consumidor da web, na frente de Estados Unidos, Austrália, Japão, França, Alemanha, Itália, Suíça, Espanha e Reino Unido. 70% dos internautas brasileiros já acreditam no boca a boca online, realizado através de Twitter e Friendfeed, na hora de decidir o que comprar”, explica Rossi. (veja os estudos abaixo).</p>
	<p><strong>O especialista ensina algumas dicas que podem ajudar seu negócio a decolar com o auxílio da internet:</strong></p>
	<p>- Um benefício oferecido pela atual fase da internet é a possibilidade de que seus clientes e potenciais clientes conhecerem e confiarem em você, desenvolvendo um relacionamento sem intermediações, muito antes de comprarem de você. Você passa a ser parte de um escopo, sendo olhado como fonte de conhecimento e aconselhamento constante, proporcionando um sentimento de confiança e credibilidade. Então, quando é hora de comprar um produto ou serviço, há boas possibilidades que eles pensem em você. Além disso, você pode se conectar com pessoas que já compram o que você vende, fortalecendo o que já existe.</p>
	<p>- Estar em contato com colegas no mundo todo para troca de conhecimento, expertise e criação de alianças estratégicas. Isso tende a gerar vantagem competitiva. Micro plataformas como o Twitter e Friendfeed se mostram fantásticas aliadas para que qualquer pessoa esteja apta a se conectar e conversar com semelhantes que trabalham no mesmo mercado de atuação. Consecutivamente, estas plataformas, se bem usadas, tornam-se, ótimas ferramentas de aprendizado e inovação. Desde bonecos para colecionadores a produtos para mães na casa dos trinta anos (há muitas delas no Twitter) ou artigos de pesca, pessoas com interesses semelhantes se conectam e interagem, beneficiando-se e aprendendo.</p>
	<p>- Outra forma de qualquer comerciante se beneficiar da internet é a obtenção e fornecimento de feedback rápido, constante e em tempo real. É possível navegar sem radar? Uma boa dica é não só olhar para websites como forma de ferramenta promocional e meramente transacional , isto é, o tipo de (não) relacionamento que era proposto nos primórdios na internet. Ao invés disso, faça dos mesmos um poderoso facilitador de relacionamentos e de escuta 24h, tornando fácil para que seus clientes receber e fornecer qualquer feedback sobre o qual estejam interessados. Você estará apto a aprender e recolher valiosos insights sobre os mesmos, que lhe ajudarão a conduzir seu negócio, seja ele qual for.</p>
	<p>- Ter um website adequado também é importante por causa da posição privilegiada que websites e blogs possuem em sites de busca como Google e Yahoo!. Para isso, é fundamental conhecer a fundo seu público. Uma comerciante que vende roupas para adolescentes, por exemplo, se analisar com atenção e disciplina as conversas que este público produz na blogosfera, não só conhecerá mais sobre as tendências e anseios dos mesmos, mas também receberá insights maravilhosos sobre os hábitos de compras do público teen entre outras preferências.</p>
	<p><strong></strong> Fonte &#8211; <a href="http://gabrielbranding.com.br/"  target="_blank">Gabriel Rossi</a><a href="http://gabrielbranding.com.br/" target="_blank"><br />
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul><li><a class="commentor" href="http://www.gabrielbranding.com.br" >Gabriel Rossi</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2009/08/07/nao-e-o-tamnho-que-importa/#comment-10" title="View the entire comment by Gabriel Rossi" >Paulo,

Muito obrigado por postar a matéria na q...</a></li>
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		<title>Falem da minha marca, mas falem bem!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 22:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[O consultor Frederick Reichheld, um dos gurus em lealdade do consumidor, desenvolveu há alguns anos o Net Promoter Score, um índice muito simples para medir a força de uma marca. Em linhas gerais, para saber o score de uma marca bastaria calcular a relação entre os que a recomendam e os que não a recomendam para os amigos. Esse conceito está sendo revisitado por algumas empresas que enxergam nas redes sociais, que não param de crescer na internet, uma oportunidade de produzir uma variação do Net Promoter Score. Para isso, elas usariam os comentários postados pelas pessoas em comunidades do Orkut ou em sites como o Twitter.

Artigo publicado hoje pela Advertising Age mostra que uma dessas empresas, a Razorfish, já está inclusive divulgando resultados obtidos a partir da análise das conversas das pessoas na Internet sobre produtos e empresas. Assim como na formula do Reichheld, na versão da Razorfish os comentários positivos sobre uma marca são subtraídos dos comentários negativos e comparados com o sentimento geral sobre o mercado em estudo.

Outras empresas, tanto lá fora como também aqui no Brasil, estão desenvolvendo métricas baseadas nas redes sociais, numa clara demonstração de que as marcas estão cada vez mais preocupadas em saber o que os consumidores falam sobre elas no território livre da internet.

Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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