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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Luz, cor&#8230; sensação!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:54:07 +0000</pubDate>
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	<p><strong>Cores, marcas e ambientação</strong></p>
	<p>Estudos mostram que menos de 0,001% dos nossos pensamentos é consciente. Esta constatação, de neurocientistas, nos ajuda a avaliar as nossas próprias atitudes em diferentes situações. Desde cedo, somos aconselhados a pensar antes de agir, mas, na verdade, primeiro sentimos, depois pensamos para, somente então, agirmos. Uma grande parte das nossas ações resulta de sensações absorvidas inconscientemente.</p>
	<p>Esta informação, quando avaliada do ponto de vista das marcas e da ambientação dos pontos de venda, é de extrema valia. Há uma série de ferramentas que podemos utilizar exatamente para despertar sensações em shoppers ou nos consumidores. Entre estas ferramentas, vamos destacar especificamente as cores.</p>
	<p>As diferentes cores e suas tonalidades são diretamente relacionadas às emoções. Claro que, para cada um, a sensação é diferente, uma vez que ela depende da nossa cultura e do nosso repertório. No entanto, ao se criar uma marca, uma embalagem ou a ambientação de uma loja, a preocupação com a cor deve estar entre as prioridades.</p>
	<p>A cor escolhida será a referencia para a rápida identificação e, consequentemente, precisará transmitir as sensações pelas quais a marca pretende ser percebida pelo seu público. Dependendo da cor escolhida, ela também ajudará a despertar o desejo. E, principalmente no PDV, provocar o desejo do shopper é fundamental para a concretização da venda.</p>
	<p>Para cada público e para cada mensagem que se deseja passar, há cores mais indicadas. O vermelho é a cor do alerta, do sinal de atenção e ajuda a despertar adrenalina e, inclusive, estimula o apetite. Por isso, muitas redes de fast food incluem na sua ambientação a cor vermelha. O rosa transmite mais a sensação de relaxamento, assim como o azul, relacionado à tranqüilidade. Já o amarelo desperta alegria, criatividade e também está relacionado ao apetite. O marrom, por sua vez, está mais relacionado ao rústico e as formas naturais, assim como o verde. Já o branco é a cor da paz, muito utilizado para transmitir a imagem de limpeza e inocência.</p>
	<p>Além de usar a conotação de cada uma das cores na comunicação da marca, a escolha também é essencial para a ambientação das lojas. É preciso sempre pensar no PDV como um espaço de relacionamento e atração. Assim, na maioria dos casos, as lojas geralmente utilizam uma cor padrão, na maior parte das vezes neutra, que propicie um bom destaque para as mercadorias expostas. Cores mais fortes ou diferentes podem ser distribuídas ao longo do estabelecimento, de acordo com as sensações que se deseja despertar.</p>
	<p>Em um supermercado, por exemplo, é comum a área de hortifruti apresentar tons de verde exatamente para enfatizar ao consumidor a origem dos produtos ali expostos. Nos caixas, é mais comum cores relaxantes como a azul, para diminuir a sensação do tempo de espera e transmitir mais tranqüilidade na hora da conclusão e pagamento da compra.</p>
	<p>Utilizar a iluminação de forma cenográfica para alterar as cores do ambiente durante o dia, também pode ser uma excelente alternativa. O emprego de luminárias com LEDs, por exemplo, além de economia de energia quando comparadas a outras fontes de luz, permite a diversificação das cores e pode ajudar a estimular diferentes sensações no ponto de venda.</p>
	<p>Para escolher a melhor alternativa, o primeiro ponto é saber qual a sensação e que se deseja passar ao público em cada espaço. A partir desta definição, é possível buscar alternativas e utilizar as cores para atingir este objetivo. Para cada situação, há uma cor que pode influenciar fortemente as pessoas e ajudar tanto na atratividade, como na fidelização dos clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Gilberto Stunck</em></p>
	<p style="text-align: right;">
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		<title>80% dos brasileiros&#8230; - ... gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:29:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=42I3e8bcc" alt="" />Ótimo artigo no HSM, falando sobre o impacto que se pode obter nas vendas online utilizando as redes sociais.<br />
Leitura importante.<br />
Na minha opinião, e todo mundo já sabe disso, quem não estiver construindo relacionamentos com os seus mercados estará fora do jogo rapidamente. Não existe muito espaço mais para quem se comporta segundo critérios do século passado. Nem mesmo os focados no &#8216;preço baixo&#8217; conseguirão se manter sem construir relacionamentos e links sociais com os seus mercados&#8230;</span></p>
	<p>Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais</p>
	<p>O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.</p>
	<p>Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.</p>
	<p>E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.</p>
	<p>O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita: os próprios consumidores se encarregam de divulgar a loja para sua rede de contatos. Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na web 2.0.</p>
	<p>&#8220;Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez&#8221;, comenta Adolpho.</p>
	<p>Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.</p>
	<p>Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.</p>
	<p>Da mesma forma, opiniões negativas se propagam muito mais depressa e podem gerar uma péssima publicidade para as marcas que não estejam atentas à divulgação de seu nome e produtos na internet. Portanto, quem deseja investir no comércio social deve procurar conhecer bem as ferramentas disponíveis e atuar com transparência junto ao consumidor.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM Online</a>
</p>
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		<title>Canais. De relacionamento</title>
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		<description><![CDATA[Quais os canais serão necessários é uma decisão que só poderá ser tomada conhecendo BEM o seu cliente, o seu público. Nada de 'intuições', como: "meu público quer o mais barato". Isso não resolve, não adianta, não melhora, não dá ferramental de decisão. Fale com o seu público, veja o que ele pensa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Mais um artigo, para reforçar &#8216;nas cabeças&#8217;, a questão do relacionamento. Tenho ouvido que, <em>&#8220;estas questões todas estão muito ligadas a tecnologia e não são acessíveis ao pequeno varejo</em>&#8220;.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Nada disso. Estas questões todas, estão ligadas a <strong>relacionamento</strong> e a criar canais de contato com o seu cliente, para que ele se sinta proximo de você, confortável com você, sinta segurança em você.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Quais os canais serão necessários é uma decisão que só poderá ser tomada conhecendo BEM o seu cliente, o seu público. Nada de &#8216;intuições&#8217;, como: &#8220;<em>meu público quer o mais barato</em>&#8220;. Isso não resolve, não adianta, não melhora, não dá ferramental de decisão. Fale com o seu público, veja o que ele pensa.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Prepare sua equipe. Converse, mostre, faça com que ela, <em>sua equipe</em>, participe desse esforço de conhecimento. Utilize pesquisas diretas, métricas de venda, pergunte, especule. <strong>Aproxime-se do seu cliente</strong> e você vai criar relacionamento. Pode ser que, ESSE seja o canal mais importante.</span></p>
	<p><strong>Neovarejo</strong></p>
	<p>O Neoconsumidor configura-se no shopper digitalizado, conectado, multimídia e multicanal. Dispõe de informação em tempo real sobre produtos, marcas e preços e redefine com dinamismo crescente suas escalas de valor e critérios com os quais define canais, lojas, marcas e produtos. O Neovarejo deverá entender os Neoconsumidores e repensar a proposta de valor da marca em uma dimensão ampliada, que envolva a diversificação e integração de canais de venda, comunicação e relacionamento.</p>
	<p>A integração de canais caracteriza-se pelo aumento das opções para o consumidor e a ampliação da flexibilidade operacional para o varejo. O shopper poderá definir, em cada processo de compra, como acessar e usar os canais. Ele deve poder se informar e comparar em um canal, definir e finalizar a compra em outro e ter a confiança de poder contar com pós-venda flexível. Lojas, catálogo, internet, celular, quiosques e redes sociais devem poder ser usados complementarmente, da forma como o cliente preferir.</p>
	<p>Canais complementam-se porque são capazes de entregar atributos distintos. O aspecto importante é que as marcas devem ter uma linguagem uniforme, para que a diversificação de canais fortaleça a relação com seus clientes e potencialize sinergias que aumentam o nível de serviço prestado.</p>
	<p>Uma pesquisa da Forrester Research nos Estados Unidos constatou que em 2007, enquanto 7% das vendas do varejo foram realizadas via internet, outros 20% foram influenciados pelo canal online. As projeções para 2012 são de que a internet responda diretamente por 11% das vendas e influencie outros 38%. Para a Europa, projeta-se que até 2012 metade das vendas do varejo na zona do Euro sejam realizadas ou influenciadas pela internet.</p>
	<p>Neoconsumidores bem atendidos são mais fieis e rentáveis na relação com o varejo. Estudo do IDC apurou que consumidores multicanal gastam em média 30% mais que os monocanal; já os Neoconsumidores, que acessam múltiplos canais em seus processos de compra, chegam a gastar quase 70% mais que os clientes monocanal. A Macy’s, maior rede de lojas de departamentos nos Estados Unidos, realizou vendas via internet de US$ 1 bilhão em 2008 (de um total de US$ 24,9 bilhões). Seus clientes multicanal gastam em média 50% mais que os clientes só de loja.</p>
	<p>A rede catarinense de supermercados Angeloni possui uma operação madura de comércio eletrônico, possibilita compra online com retirada na loja e já permite a compra via celular, compartilhando a plataforma da internet. O comércio móvel é a próxima grande fronteira de desenvolvimento de canais digitais no varejo. É uma extensão do comércio eletrônico, com maior penetração – basta comparar os 54 milhões de usuários de internet no Brasil com os 151 milhões de telefonia móvel.</p>
	<p>A indústria de consumo, que vem implantando canais diretos, amplia sua possibilidade de acesso aos consumidores pela ampliação de canais. A Apple já realiza US$ 32,5 bilhões em suas 247 Apple Stores, já comercializou mais de 8,5 bilhões de músicas no iTunes e oferece um sortimento de 65 mil programas para iPhone em sua App Store. Sua competência em varejo foi reconhecida pela National Retail Federation, que listou a Apple como quinta varejista “mais quente” nos Estados Unidos, um feito notável para uma empresa de consumo.</p>
	<p>Portanto, a ampliação sinérgica de canais aumenta o alcance da marca, dá mais opções e intensifica a relação com shoppers e consumidores. Neoconsumidores irão demandar a possibilidade de comprar onde, como e quando quiserem, integrando múltiplos canais.</p>
	<p><em> </em></p>
	<p style="text-align: right;"><em>Alberto Serrentino</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Cada mídia, uma visão.</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 13:01:29 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Pesquisa feita pela E-Life analisou nos mecanismos de busca os produtos das quatro marcas mais lembradas pelo estudo Top of Mind 2008, realizado pelo Datafolha. Foram analisados os sites Google e Yahoo, em 10 categorias: aparelho de telefone celular, aparelho de TV, banco, carro, cartão de crédito, companhia aérea, computador e acessórios, operadora de telefonia celular, seguro e supermercado.</p>
	<p>Os resultados foram classificados em quatro tipos de mídia: sites corporativos, de compra e venda, mídias geradas pelo consumidor (serviços de mídias sociais, sites de reclamação) e mídias jornalísticas,</p>
	<p>Os sites corporativos ainda recebem a maioria dos resultados da primeira página, no caso de seguros (69%), operadoras de celular (60%) e bancos (86%). Os sites de compra dominam os resultados para companhias aéreas (60%) e eletrônicos, como celulares (54%), aparelhos de TV (63%) e computador e acessórios (57%).</p>
	<p>As mídias geradas pelo consumidor representam um percentual importante dos resultados em categorias como cartão de crédito (37%), carro (26%) e computador e acessórios (22%). Os sites de informações e notícias têm menor participação na primeira página de resultados de buscas. Este tipo de mídia aparece em maior percentual somente na busca por marcas da categoria supermercado.</p>
	<p>O estudo ainda mostra que, em algumas categorias, como a dos cartões de crédito, as redes sociais ou mídias geradas pelo consumidor aparecem em peso na primeira página de resultado dos buscadores, o que demonstra que a opinião de outros consumidores podem influenciar aqueles que ainda estão no momento pré-compra. “Mesmo os internautas que não são participantes ativos nas mídias sociais podem ser influenciados por elas, fazendo uma simples busca”, comenta Alessandro Barbosa Lima, diretor da E.Life. A analise foi apresentada durante o ProXXIma, evento sobre comunicação digital realizado em São Paulo no início do mês.</p>
	<p>Fonte: Consumidor Moderno
</p>
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		<title>Consumidor conectador.</title>
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		<description><![CDATA[A Ipsos, 5a maior empresa de pesquisas do mundo, lançou uma nova área, especializada em estudos envolvendo mídia, conteúdo e tecnologia. Em outras palavras, eles querem ajudar as empresas a entender e se relacionar com aqueles consumidores que hoje passam a maior parte do tempo conectados à internet, colados em seus celulares e participando das redes sociais.
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			<content:encoded><![CDATA[A Ipsos, 5a maior empresa de pesquisas do mundo, lançou uma nova área, especializada em estudos envolvendo mídia, conteúdo e tecnologia. Em outras palavras, eles querem ajudar as empresas a entender e se relacionar com aqueles consumidores que hoje passam a maior parte do tempo conectados à internet, colados em seus celulares e participando das redes sociais.

De fato a quantidade de internautas em nosso pais não para de crescer. Segundo a Ipsos, somente nos últimos 4 anos o percentual de lares com computador no Brasil passou de 31 para 45%. Desses, 60% acessam a internet a partir de suas casas. E tem mais – nada menos que 87% dos brasileiros que navegam em casa na web o fazem por banda larga. Outra prova de que o acesso residencial à internet vem crescendo bastante no Brasil é a constatação de que hoje o horário de pico é entre 20 horas e meia noite, quando a maioria das pessoas já está em casa.

Esses consumidores sempre conectados e hiper bem informados, estão obrigando as empresas a revisar suas velhas estratégias. Neste cenário, para se manter relevante para indivíduos sempre em movimento é preciso inovar continuamente e dar um jeito de fazer parte das conversas que as pessoas travam nas comunidades online, nas salas de bate papo, nos torpedos enviados pelo celular e nas trocas de mensagens instantâneas.

Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:16:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os programas de fidelidade também podem tornar-se um bom diferencial na hora de convencer o consumidor a comprar seu produto, aponta Danilo Vasconcelos,  Head de Planejamento Estratégico da Accentiv´ Brasil, em sua palestra no Seminário Marketing 360º.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Os programas de fidelidade também podem tornar-se um bom diferencial na hora de convencer o consumidor a comprar seu produto, aponta Danilo Vasconcelos,  Head de Planejamento Estratégico da Accentiv´ Brasil, em sua palestra no Seminário Marketing 360º.  O executivo até criou na hora um programa de fidelidade de brincadeira para exemplificar suas lições, incentivando a interação dos participantes com perguntas e respostas com a distribuição de pontos que davam ao final da palestra desde balas até um vale-presente de R$ 100 e um disparo gratuito de e-mail Marketing.</p>
	<p>Tudo isso para mostrar que é preciso ser relevante para incentivar a participação dos consumidores e estar atento à concorrência e tendências do mercado para diferenciar seu programa. “O programa de fidelidade pode não apenas ser um diferencial importante na hora de gerar vendas, mas também levantar dados muito importantes sobre os consumidores ao exigir o cadastro e monitorar suas compras”, conta o executivo. Conhecendo o perfil do comprador, o que e quando ele compra determinados produtos, por exemplo, é possível alinhar ações e planejamento estratégico mais efetivamente.</p>
	<p>É o caso de um supermercado que remodelou sua estratégia quando viu que o Walmart ia abrir uma unidade na vizinhança e que não poderia competir com preço: “O dono remodelou todo o sortimento de produtos com um posicionamento premium ao ver em sua base de dados que possuía muitos clientes com alto tíquete-médio”, explica Vasconcelos.</p>
	<p>Mas nada adianta sem um incentivo ao consumidor. Para isso, vale desde prêmios em dinheiro ou bens e serviço, a até mesmo aplicativos que facilitem a vida do consumidor ou oportunidade de acesso a espaços VIPs. É preciso, no entanto, tomar cuidado para não realizar uma oferta muito agressiva sem se atentar nas outras variáveis que envolvem o produto. “Isso pode até dar resultado a curto prazo, mas fará o consumidor desistir de um determinado produto em um longo prazo”, explica.</p>
	<p><strong>Varejista inglês tomou a liderança com programa de fidelidade<br />
</strong></p>
	<p>Um dos cases citados pelo executivo é o da rede de supermercados inglesa Tesco. Ocupando o segundo lugar do mercado, a varejista virou o jogo em 1995 e tomou a liderança em apenas um mês, ultrapassando a ex-líder Sainsbury ao se diferenciar com um programa de pontos. Para superar o custo da operação, era necessário aumentar as vendas em 1,6%.</p>
	<p>“A princípio, as vendas aumentaram em 4%, mas se estabilizaram em 2%. Foram 14 milhões de libras distribuídas em recompensa no primeiro trimestre do programa”, conta o Diretor. Até hoje, já foram mais de um bilhão de libras distribuídas. A base de dados conta com mais de 10 milhões de consumidores, no maior mailing contínuo do mundo, segundo Vasconcelos.</p>
	<p>Ao elaborar um programa de fidelidade, é preciso estar atento a quatro tendências, na opinião do executivo: Web 2.0, Moda, Conteúdo e DBM.  Em Web 2.0, Vasconcelos fala da relação do consumidor com uma marca e o impacto que ele pode causar perante outros consumidores, que exigem cada vez mais participar e falar sobre os produtos que consome. Quanto à Moda, Danilo Vasconcelos não se limita ao mundo da costura, mas refere-se a busca dos consumidores por inovações e algo que o integre socialmente ou expresse sua personalidade.</p>
	<p>O Conteúdo também é outro tópico importante, já que o alto volume de mensagens publicitárias que impactam o consumidor atualmente (cerca de 3 mil por dia) acaba aumentando a superficialidade e desconfiança dos consumidores. É preciso, portanto, ser relevante para atrair a atenção do consumidor. Já o DBM destaca-se por realizar ações de Marketing consistentes segundo as informações contidas no data base formado pelos programas de fidelidade. “Os programas já estão se tornando comodities, está todo mundo fazendo um. Quem seguir essas tendências irá alcançar relevância e diferenciação e se destacará em relação aos demais”, ressalta o Head de Planejamento.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Branding na web</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mídias sociais desafiam marcas a redefinir estratégias de marketing para melhorar relacionamento com consumidores na internet. Quanto mais cedo forem adotadas, maiores serão os benefícios para a reputação das empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Bárbara é uma garota de classe média que passa a maior parte do dia na internet com os amigos mais íntimos. Ela adora pesquisar novas comunidades no Orkut, conversar no MSN e Twitter, postar fotos de sua última viagem a Disney no Flickr e ainda arruma tempo para escrever dicas de beleza no seu blog.</p>
	<p>É uma adolescente que gera conteúdo, influencia uma determinada audiência e pode tanto falar dos benefícios de um produto especifico como do mau atendimento prestado por uma empresa.</p>
	<p>Antes da internet, as pessoas falavam pessoalmente sobre marcas de uma para outra (one-to-one) ou entre grupos e não tinham muitos canais à disposição para deixar registrado suas opiniões sobre produtos, experiências de compras, política, esportes, piadas.</p>
	<p>Hoje, a situação não é muito diferente, porém há mais espaços não só para falar destes assuntos como também tornar público tudo o que se escreve em blogs, fóruns, redes sociais, podcasts, wikis – um incrível banco de dados com informações úteis para estratégias de marketing.</p>
	<p>“As pessoas buscam as redes sociais por três principais razões: elas querem se expressar, elas querem compartilhar conteúdo, conhecimento, sentimentos e de uma maneira geral, buscar entretenimento” (Alex Dias, presidente do Google no Brasil durante o seminário <em>O Poder das Mídias Sociais</em>, organizado pela Info Exame em março deste ano).</p>
	<h3><strong>Dados interessantes</strong></h3>
	<ul>
	<li>Pesquisa da <a href="http://www.nielsen-online.com/"  target="_blank">Nielsen Online</a> divulgada em março deste ano, revela que 67% das pessoas já frequenta redes sociais. No Brasil, este número sobe para 80%.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>Pessoas ficam 11 horas por dia, em média, conectadas na internet. E deste tempo, uma hora é dedicada a redes sociais. No Brasil, a cada quatro horas, uma hora é dedicada a redes sociais, como o Orkut.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>O Skype, software que permite comunicação por voz e vídeo grátis, levou cinco anos e meio para atingir uma base de 400 milhões de usuários e cresce 50% ao ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>O maior site de vídeos do mundo, o Youtube, demorou três anos e meio para ter uma base de 300 milhões de usuários e cresce 40% a ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>A rede social Facebook em cinco anos atingiu 200 milhões de usuários e cresce 150% ao ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>No mundo existem mais de 300 redes sociais, cada uma com sua funcionalidade específica.</li>
	</ul>
	<p><span style="color: #888888;">Fonte: Morgan Stanley Tech Trends</span></p>
	<p>A evolução tecnológica na internet tem registrado experiências inovadoras no que diz respeito a integração entre produtos e pessoas. Comprar não é mais uma atividade centrada apenas em shoppings e outros pontos de comércio.</p>
	<p>Sites que vendem uma quantidade enorme de produtos, como Amazon e Submarino, disponibilizam espaços para as pessoas postarem comentários sobre os produtos, criam sistemas de monitoramento de navegação que identificam as preferências dos usuários. São tentativas de melhorar a experiência de compra e fortalecer as vendas.</p>
	<p>Entretanto, as mídias sociais não mudam apenas o relacionamento entre marcas e audiência. Também afetam o marketing tradicional, as métricas de relações públicas e a agenda dos meios de comunicação.</p>
	<p>As tecnologias de mídias sociais têm potencial de transformar o modo como as empresas podem construir e gerenciar relacionamentos com os consumidores.</p>
	<p>Quanto mais cedo for a sua adoção, melhores serão os resultados para a reputação da empresa e nas vendas.</p>
	<p>As companhias enfrentam riscos competitivos e, se deixarem de lado esta tecnologia, não conseguirão avançar nos mercados em que atuam, de acordo com a face atual dos negócios.</p>
	<h3>Como as marcas devem atuar nas mídias sociais</h3>
	<p>As mídias sociais continuam crescendo globalmente em termos de adoção, usabilidade, interesse e impacto. É inegável como os conteúdos e informações podem transformar a maneira que os consumidores pensam das marcas e como elas deveriam ter uma interação mais direta e transparente. No entanto, as marcas ainda operam em um sistema definido pela mídia tradicional e, consequentemente, a participação ainda é pequena nas redes sociais.</p>
	<p>O que é necessário para as marcas atuarem nas redes sociais?</p>
	<ul>
	<li><strong>Reputação</strong>. Saber como o público percebe sua marca. Quem são as pessoas satisfeitas e insatisfeitas, quais são os comentários e onde eles estão, quais são os formadores de opinião com mais seguidores.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Plano de negócios</strong>. Construa um planejamento que envolva audiência, objetivos, estratégias de ação e ferramentas de métricas para cada rede social, afinal cada espaço tem sua característica: público, serviços, aplicativos, canais para divulgação.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Ouça primeiro, fale depois</strong>. O sucesso de ações de marketing em mídia social envolve atenção e participação sem esperar algo em troca, como se fosse um processo de vendas. Porém, as empresas podem aumentar as vendas definitivamente como um resultado do contato.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Transparência</strong>. Seja transparente e preserve sua identidade. Não se omita diante de um problema, como acontece com a prestação de serviços das operadoras de telefonia móvel ou até mesmo com órgãos públicos. Escolha tipo de mensagem comercial mais adequada com seus objetivos e trate todos os consumidores com ética e bom senso.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Usuários engajados</strong>. Planeje ações sem precisar falar do produto. As pessoas tendem a ignorar excesso de publicidade e isso pode gerar muitos comentários negativos.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não controle mensagens</strong>. Nas redes sociais não há controle sobre as mensagens postadas pelos usuários. Não faça da sua participação uma forma de publicidade e não tenha uma postura de ditador. Quando uma informação está disponível na rede, as pessoas podem, inevitavelmente, remodelar isso de acordo com seus interesses. Marcas têm a necessidade de proteger suas identidades, direitos autorais e propriedade intelectual com certeza, mas ao invés de “controlar a mensagem”, devem incentivar a criatividade quando for necessário.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Compartilhe conteúdo</strong>. Compartilhe conteúdo e recolha insights para incentivar os clientes a trocar ideias sobre o que sua marca faz e o que ela deveria fazer. Utilize palavras-chave no texto que são mais relevantes não só para os negócios como também na web. Usuários geralmente se guiam na web por palavras mais populares e simples de se escrever.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Opiniões e participação dos usuários</strong>. Ter um relacionamento mais estreito com os usuários permite que uma empresa desenvolva mais ações dentro das redes sociais e fomente comentários positivos entre as pessoas. Estar aberto a opiniões facilita a comunicação.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Métricas e resultados</strong>. Nas mídias sociais, o retorno sobre o investimento é medido de acordo com o engajamento dos usuários. Os indicadores mais populares para medir os resultados são: quantidade de pessoas envolvidas, número de comentários positivos e negativos.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não abandone os usuários</strong>. Após conquistar seus seguidores, mantenha contato direto com eles para novas abordagens e ações. Mídia social não é uma campanha e sim um permanente contato.</li>
	</ul>
	<h3>Os piores erros das marcas nas redes sociais</h3>
	<ul>
	<li><strong>Falsidade</strong>. Não é bom para uma marca ter uma ação notada como falsa. Empresas como Walmart e Sony, por meio de suas empresas de RP, tentaram falsificar suas ações para tornar os consumidores mais fieis a blogs de determinados produtos de ambas as marcas.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não escutar os usuários</strong>. Como uma empresa pode aprender a lidar com um problema ou melhorar o desenvolvimento de algum produto se não dá ouvidos aos consumidores? Ouvir é realmente o mais importante passo no processo de aprendizagem sobre as redes sociais na web. É importante monitorar conversas, os sentimentos dos consumidores sobre as marcas e identificar os formadores de opinião mais fortes.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Intenções comerciais</strong>. Mostrar logo de início que sua ação só pretende um retorno comercial é incentivar usuários a banir sua empresa de uma determinada rede social, além de gerar comentários negativos em outras mídias.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Trabalho sem equipe</strong>. Muitas empresas fazem uma abordagem de mídia social sem um esforço colaborativo entre seus empregados. Imagine que uma divisão de funcionários de uma empresa inicia um blog e outra divisão faz algo no Facebook e ainda cria um outro grupo no LinkedIn e Ning. Não trabalhar em conjunto é ineficaz e pode criar mensagens contraditórias para os consumidores que participam em mais de uma rede social.</li>
	</ul>
	<p><em><span class="author">Paulo Fava</span></em></p>
	<p><span class="author">Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/"  target="_blank">[Webinsider]</a></span><em><span class="author"><br />
</span></em>
</p>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:22:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A compra do Ponto Frio pelo Pao de Açúcar pode ser compreendida como mais um sinal de que os empresários brasileiros estao apostando na retomada dos negócios em padrao semelhante ao que assistimos no passado recente. O setor de eletroeletrônicos vinha passando por um período de baixa nos últimos 6 meses, especialmente em funçao da retraçao do crédito. A isençao de IPI oferecida pelo governo para alguns produtos, como geladeiras, lavadoras e fogoes, já deu um certo alívio ao comércio e começa também a afetar positivamente a indústria, que voltou a receber encomendas mais fortes. A melhoria dos indicadores econômicos permite prever uma retomada do consumo de eletroeletrônicos, especialmente pelos consumidores de classe média e de baixa renda, que interromperam, a contragosto, a tarefa de equipar suas casas.</p>
	<p>Foi nesse cenário que o Ponto Frio, que era a 2a maior rede de eletroeletrônicos do país, passou a ser disputada por diversos grupos e acabou adquirida pelo Pao de Açúcar, que assim se credencia a brigar com o líder, as Casas Bahia, que lideravam com muita folga esse mercado. Vale lembrar que o Pao de Açúcar tem experiência no setor, por conta da rede Eletro, e possui dentro dos seus hipermercados um bom espaço dedicado a eletrônicos, eletrodomésticos, celulares e informática.</p>
	<p>Os consumidores tendem a ganhar com o negócio. Afinal, o Ponto Frio vinha perdendo mercado nos últimos 2 anos e agora deve voltar a se expandir, aumentando o nível de competiçao. E todo mundo sabe que mais concorrência de mercado é sinal de melhores ofertas para os consumidores. O fortalecimento dessa rede também deve ser boa para a indústria e para o emprego – em entrevista concedida ontem o presidente do conselho do Grupo Pao de Açúcar, Abílio Diniz, disse que a idéia nao é reduzir lojas e sim abrir mais.</p>
	<p>Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais. Tudo isso interessa de perto as agências de publicidade que hoje atendem ao Ponto Frio, (Fala e DM9DDB). Mas nao custa nada lembrar que o Pao de Açúcar gosta bastante de trabalhar com house-agency, o que seria na visao da empresa uma forma de economizar.</p>
	<p>Esse movimento do Pao de Açúcar evidencia a estratégia de diversificaçao de negócios do conglomerado de Abílio Diniz, que já opera, além do setor de alimentos, uma ampla variedade de produtos em seus hipermercados Extra, bem como drogarias e postos de combustíveis. O grupo tem ainda investido bastante em sua marca associada a estilo de vida saudável, a Taeq, que deixou de ser sinônimo de alimentos naturais para vender roupas esportivas, produtos de cama, mesa e banho, cosméticos etc. Por trás disso tudo haverá uma poderosa empresa de serviços financeiros, surgida provavelmente da fusao das financeiras do Ponto Frio com a do Pao de Açúcar, e uma renovada estrutura de e-commerce, reforçada pela boa equipe da pontofrio.com. Sao poucas as chances de dar errado.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa - “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” - traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em Natal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>“O setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário”, afirma Jack London</strong></p>
	<p>Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa &#8211; “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” &#8211; traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em <span class="st_tag internal_tag">Nata</span><span class="st_tag internal_tag">l</span>. Com bom humor, o palestrante trouxe para a plateia de empresários as expectativas do comércio eletrônico para os próximos anos e apresentou formas de como o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> poderá se utilizar (e já se utiliza) de recursos que a internet oferece. Um exemplo disso é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, sistema de micro-blogging, que já é utilizado por diversas empresas para divulgar promoções e produtos. Para London, o comércio tradicional como ele existe hoje vai mudar. As lojas vão acabar? Não. Mas quem não entender que este é um momento de transformação da forma de vender está fadado a sumir. E não só o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> será afetado pela tecnologia que avança cada vez mais rápido: a política, a educação. Telefone fixo, aparelho de fax, CDs e DVDs são exemplos de instrumentos citados por ele que desapareceram ou vão desaparecer com a evolução de novos meios tecnológicos. Nessa entrevista à TRIBUNA DO NORTE, Jack London fala sobre o panorama mundial da internet e como ela vai revolucionar cada vez mais a vida dos consumidores e empresários.</p>
	<p><strong>No momento em que se fala o tempo todo em crise econômica, com a revolução tecnológica o comércio tradicional também entra em crise?</strong></p>
	<p>Eu acho que essa crise que estamos vivendo tem dois lados. A gente percebe isso com a forma dos chineses se expressarem: o ideograma deles para a palavra crise é “caos” mais “oportunidade”. Ou seja, toda crise desse tamanho também traz muitas oportunidades. A gente sempre vive crises, vamos viver, a vida é assim. Mas as oportunidades que nascem depois delas são muito grandes. E acho que uma das oportunidades que temos agora é repensar a nossa maneira de ver o mundo e como a gente organiza o mundo dos bens e serviços. Estávamos chegando no limite da depredação de meio ambiente, da incapacidade de compreendermos e imaginarmos a continuidade. Uma economia eminentemente baseada no crescimento é um ideia absolutamente destrutiva. Não pode haver crescimento permanente, ilimitado. Então, nessa retomada da economia, a a utilização dos meios tecnológicos vai ser vital. Você vai ver cada meio sendo usado. O comércio eletrônico vai crescer muito e a utilização dos equipamentos será cada vez maior. Gente que mesmo hoje estava fora do comércio eletrônico, na hora que essa crise começar a se transformar em oportunidade vai verificar que a maneira como trabalha, como aborda o mundo, vai precisar cada vez mais dos meios eletrônicos.</p>
	<p><strong>Mas então as lojas físicas como conhecemos hoje e os centros de consumo como os shoppings estão fadados a acabar?</strong></p>
	<p>Não. Não vão acabar, não. Eu sustento a tese de que nada vai acabar. Por exemplo, o teatro. Até o começo do século 19, nenhuma pessoa saía de casa no Brasil para se divertir se não fosse para ir ao teatro. Você pega as estatísticas e vê que 100% dos brasileiros, principalmente nas grandes cidades, saíam de casa para ir ao teatro. Por quê? Porque só havia o teatro. Aí veio o cinema, a primeira tecnologia industrial. Muita gente disse o seguinte: “Quando o cinema se impuser, o teatro acaba”. O teatro não acabou. Mas ele mudou. Ele se tornou uma forma de entretenimento marginal. No Brasil hoje, por exemplo, menos de 0,5% das pessoas que saem de casa para se entreter vão ao teatro. Mas o teatro acabou? De jeito nenhum. Mas é o mesmo que era antes? Não é mais. Vamos dar exemplos de algumas coisas que já impactaram no comércio. Vou citar um modelo de comércio que são as lojas de linha branca. No Rio de Janeiro e São Paulo, temos a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>. Como era o modelo delas antes da internet? Era sinônimo de grandes lojas, de 2 mil, 2,5 mil, 3 mil metros quadrados, com milhares de mercadorias lá dentro. A Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> não abre uma unidade desse tamanho há dois anos. Eles agora criaram um modelo que se chama <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> Express, que já tem em Recife. É uma loja de 400 metros com uma placa enorme na parede dizendo: “200 mil produtos você encontra no nosso site na internet”. E aí a loja tem uma bateria de computadores para você comprar esses 200 mil produtos. Acabou o modelo da Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Acabou a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Não. Mas é outra, mudou. 30% das vendas são feitas pela internet.</p>
	<p><strong>Quem não mudar então está fadado a sumir?</strong></p>
	<p>Sim. Os shoppings que você perguntou. Eles vão ser cada vez mais entretenimento e alimentação. Entretenimento de qualidade. Os cinemas atuais também vão todos morrer porque só existirão salas 3-D. Hoje temos condição de produzir uma imagem de tela grande em casa, mas ainda não temos 3-D. Lojas de produtos serão cada vez menos. Esse fenômeno a gente já vê em Rio de Janeiro e São Paulo. Há vários shoppings que passaram de lugares de lojas para áreas de entretenimento e alimentação. A única coisa que a internet não mexe hoje é a alimentação. Isso porque ainda não dá para gente comer virtualmente. Mas qualquer dia alguém descobre como é que faz isso.</p>
	<p><strong>O senhor cita grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas no Brasil como um todo o comércio eletrônico já é uma ferramenta bem difundida?</strong></p>
	<p>Sim, com certeza. Existe um site chamado <span class="st_tag internal_tag">E-bit</span> que dá as estatísticas de comércio eletrônico do Brasil inteiro. Existem alguns itens em que 60% das vendas já são feitas pela internet. Sabe quais são as cidades que mais compram hoje pela internet? Não são as grandes. São as médias. Campinas (SP), por exemplo, é campeã brasileira de compras pela internet. Mas isso é fácil explicar: o morador de classe média para alta, instruído, com recursos. Mas o comércio de Campinas não tem a mesma qualidade de produtos que o comércio de São Paulo, capital. Então aquele cidadão tem o mesmo padrão de consumo da capital, mas não tem o produto para consumir ali. Ele então vai buscar o que procura na internet. Campina Grande, na Paraíba, tem um índice enorme de compras pela internet. Brasília é uma coisa impressionante (em matéria de comércio eletrônico). É curioso isso. E esse hábito está se espalhando pelo país.</p>
	<p><strong>Essa é uma tendência mundial. Mas quais vantagens do comércio eletrônico hoje tanto para quem compra quanto para quem vende?</strong></p>
	<p>Para quem vende é uma redução de custos monumental. Quando a gente fala em comércio eletrônico a gente sempre fica na cabeça com a ideia de calças, camisas, relógios, produtos. Mas o setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário. São transações eletrônicas comerciais. Sabe quanto do movimento bancário do brasileiro hoje é feito pela internet? 78%! Os bancos mudaram suas vidas e de seus clientes. Aquela coisa da ação presencial no banco está se acabando. Cada vez mais as pessoas vão menos ao banco, os bancos são cada vez menores, são cada vez menos agências de bancos. E o estímulo que o banco te dá para que seja utilizada a internet ajuda nessa mudança de perfil. Há produtos que, se você fizer a transação pela rede, a taxa que você paga é metade da que você teria. Os bancos reduziram a quantidade de funcionários. Eram 600 mil bancários e hoje são 405 mil.</p>
	<p>Em sua palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços, o senhor citou algumas ferramentas bem atuais da tecnologia como é o caso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>.</p>
	<p><strong>Como uma empresa varejista pode se utilizar de um meio como esse hoje?</strong></p>
	<p>É muito simples. É só entrar no site, se cadastrar e começar a fazer ofertas na rede pelo <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, por exemplo. Descrever o funcionamento da loja, inserir ofertas. Ao invés de inserir suas notícias pessoais, você insere as notícias da loja.</p>
	<p><strong>Existem exemplos desse uso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> aqui no Brasil e que esteja sendo bem sucedido?</strong></p>
	<p>Sim. Temos vários que têm funcionado muito bem. Grandes jornais já estão todos no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, as revistas, alguns magazines. Se não me engano, o Ponto Frio já está no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>. Acaba virando uma coisa comercial. Você cria lá o perfil: “Este é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> do Ponto Frio” e coloca: “Nas próximas duas horas, nas lojas de não-sei-onde vai ter um desconto de 70% nos produtos. Tem que dizer que entrou no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>”. Pronto e aí, vai…</p>
	<p><strong>Então as empresas vão cada vez mais utilizar esses serviços para se beneficiar e crescer?</strong></p>
	<p>Sim. Daqui há dez anos, não haverá política sem internet. A próxima eleição já será altamente influenciada pelo uso da internet. O exemplo do (Barack) Obama está se espalhando pelo mundo inteiro (Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos, o atual presidente utilizou o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> como uma de suas ferramentas do pleito não só para que os eleitores o “seguissem” no site, mas também para arrecadar fundos para sua campanha). A capilaridade que a internet permite em termos de adesão, em termos de coordenar as coisas é enorme. Hoje se pode fazer um comício pela internet para um bilhão de pessoas.</p>
	<p><strong>Essa tecnologia e mudanças são positivas na sua opinião para o comércio?</strong></p>
	<p>Acredito que são muito positivas, sim. Elas cada vez trazem mais bolsões de pessoas para participar do consumo. O que era o comércio no Brasil há 20 anos? Era um comércio de elite só. Apenas uma alta camada da população comprava. O que era a educação há 20 anos? O que era a política? E por aí vai. A tecnologia no caso ela é mero instrumento. Ela não muda nem a política, nem as ideias nem a forma de governar. Há quem ache por exemplo que a política termina com a corrupção. A gente vê isso nos jornais o tempo todo. Ela não termina com a corrupção. A corrupção é do ser humano. É como a internet que também pode ser um instrumento para combatê-la. É o exemplo de ONGs que mantém sites como o Contas Abertas. Quando que um cidadão ia ter acesso a uma informação daquelas? Quero saber quanto o governo do Amazonas gastou no último ano com estradas: ele coloca na tela em um instante como informação. E o que é isso como instrumento de pressão política?</p>
	<p><strong>Mas essa tese de que a internet permite um acesso maior da população às informações, não se torna falha quando a gente sabe que poucos lares brasileiros estão ligados à rede hoje?</strong></p>
	<p>Essa frase também está ficando antiga. O acesso maciço da internet não será mais por essas maquininhas que estão em nossos lares. Será por outra que carregamos no bolso (celular). Praticamente todos os brasileiros têm celular, todos! É normal. Em Portugal, cada cidadão tem dois aparelhos, em média. Na Coréia do Sul, são três. Agora daqui há três anos, o aparelho celular que eu carrego vai virar lixo. Como já virou na Coréia, como já virou em Portugal. E os celulares no futuro sairão de fábrica com acesso à internet.</p>
	<p><strong>O senhor não acha que as pessoas acabam perdendo sua privacidade no meio de tanta tecnologia?</strong></p>
	<p>Sim, perde. Se você quer conhecer mais, ao mesmo tempo você precisa ser mais conhecido. As pessoas têm que saber quem você é. Não adianta mentir e dizer que não perde privacidade com esse mundo digital.</p>
	<p><strong>Mas com isso o senhor acha que mais à frente as pessoas podem ter uma tendência de retorno para buscar mais privacidade?</strong></p>
	<p>Sim, claro. Podem haver grandes dificuldades. Mas isso acontece cada vez que você lida com tecnologia. Você sabe mais que seu pai; seu pai sabe mais do que sabia seu avô. É um caminho</p>
	<p><em>Vinícius Albuquerque</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://tribunadonorte.com.br/noticias/111859.html');"  target="_blank">Tribuna do Norte</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Novos hábitos do Consumidor Americano!</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 14:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[10 pontos que mostram novos hábitos do consumidor norte-americano durante a crise. Achei interessante e tomei a liberdade de traduzí-los, pois alguns deles fazem muito sentido também na realidade brasileira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #666699;">Matéria que encontrei no <a href="http://www.chmkt.com.br"  target="_blank">CHMKT</a>.</span></p>
	<p><span style="color: #666699;">Não vou comentar porque como não gosto do modo de vida americano, não seriam comentários imparciais ou mesmo úteis! rs</span></p>
	<p><span style="color: #666699;">Mas é interessante ver como eles ficaram tão proximos do comportamento do brasileiro médio, pelo menos nas compras e varejo.</span></p>
	<p>Com base em um <a rel="nofollow" href="http://www.nytimes.com/2009/06/07/weekinreview/07rosenbloom.html?_r=1&amp;partner=rss&amp;emc=rss"  target="_blank">artigo recente do New York Times sobre tendências no varejo</a>, levantou 10 pontos que mostram novos hábitos do consumidor norte-americano durante a crise. Achei interessante e tomei a liberdade de traduzí-los, pois alguns deles fazem muito sentido também na realidade brasileira.</p>
	<p>São eles:</p>
	<p>1. Alimentos continuam na lista. Roupas e móveis não.</p>
	<p>2. As pessoas estão aderindo às marcas próprias das grandes redes varejistas.</p>
	<p>3. As pessoas estão trocando as carnes de primeira por carne moída. Outros estão adotando o frango, e outros estão substituindo as proteínas por carboidratos.</p>
	<p>4. O lar se tornou o centro de tudo. Disque Pizza baratos e filmes se tornaram a nova forma de diversão. As pessoas não estão saindo tanto, e também não estão cortando gastos nas tecnologias de entretenimento. As vendas de TV LCD, por exemplo, só aumentam.</p>
	<p>5. Hortas domésticas estão em alta.</p>
	<p>6. As pessoas estão tentando se manter saudáveis por conta própria, sem recorrer a especialistas. Isso indica um aumento no consumo de vitaminas e outros medicamentos do gênero.</p>
	<p>7. Atrás de sossego em tempos tão conturbados, muita gente está aderindo aos medicamentos para dormir, antiácidos e remédios para dor de cabeça.</p>
	<p>8. Atividades que visam melhorar suas casas, como reparo doméstico, tem tido um grande crescimento.</p>
	<p>9. As pessoas não estão comprando carros novos, mas investindo em melhorias para os que já possuem.</p>
	<p>10. Os pais não estão passando os filhos do uso de fraldas para o de roupas de baixo com suspensórios. Estão indo direto para a roupa de baixo convencional.</p>
	<p>Fonte:  <a href="http://www.chmkt.com.br"  target="_blank">CHMKT</a>
</p>
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