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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Devem e não negam!</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:18:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nunca o brasileiro deveu tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos, imóveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34O9dfq96" alt="" />Endividamento dos brasileiros  bate recorde e chega a R$ 555 bilhões </strong>
Nunca o brasileiro deveu  tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento  bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos,  imóveis &#8211; incluindo os recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH)  -, a dívida das famílias atingiu no fim do ano passado R$ 555 bilhões. O  valor é quase 40% da renda anual da população, que engloba a massa  nacional de rendimentos do trabalho e os benefícios pagos pela  Previdência Social. “O endividamento do consumidor é recorde“, afirma o  economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Se os bancos  resolvessem cobrar toda a dívida, levando em conta o empréstimo  principal e os juros, de uma só vez, cada brasileiro teria de entregar  quase cinco meses de rendimentos. Em 2008, eram necessários 4,3 meses de  rendimentos (salários, aposentadorias e pensões) para quitar os  empréstimos. Em dezembro do ano passado o índice subiu para 4,8 meses, a  maior relação entre dívida e rendimentos da série histórica iniciada em  2001.

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		<title>Muita audiência. Pouca verba&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:32:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pois bem, em 2009 esses gastos cresceram 14% na comparação com 2008, puxados principalmente pelo mercado financeiro. Ainda assim, a propaganda online representa somente 2,8% do investimento total dos nossos anunciantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=9fKe40fbe" alt="" />Comentários do Marinho, sobre números do Ibope para a Internet brasileira. Mostra como o mercado publicitário ainda tenta ignorar a internet como mídia, apostando sempre mais nas mídias convencionais &#8211; jornal, tv, revistas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Difícil entender, quando a publicidade online pode ser muito mais focada.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro, não defendo o abandono das mídias convencionais, nem mesmo coloca-la em segundo plano. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O baixo investimento na internet como mídia é que me causa espanto.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O aumento expessivo, de 2008 para 2009, me parece representar mais uma busca dos clientes pela mídia do que um direcionamento do mercado.</span></p>
	<h2>Somos mais de 66 milhões de internautas.<br />
Mas a propaganda online fica com apenas 2,8%  das verbas.</h2>
	<p>O total de internautas no Brasil já passa de 66 milhoes de pessoas. Isso  significa que cerca de 1/3 da população tem hoje acesso a web em casa,  no trabalho ou em locais públicos. Se considerarmos apenas os habitantes  das grandes metrópoles, o percentual de acesso sobe para 54%. Uma  novidade é o crescimento da conexão via celular, que já foi adotada por  14% dos internautas da classe A.</p>
	<p>Nosso tempo de navegação também  continua alto – cada brasileiro passa em média 44 horas todos os meses  na frente do computador, bem mais que as 40 horas gastas pelos  americanos, as 37 horas dos britânicos e as 31 horas que japoneses  passam na internet.</p>
	<p>Esses dados foram divulgados ontem <span style="color: #888888;">(10/02/2010)</span>, em São  Paulo, pelo Ibope Nielsen Online, que avaliou também os investimentos  das empresas nacionais em publicidade na web. Pois bem, em 2009 esses  gastos cresceram 14% na comparação com 2008, puxados principalmente pelo  mercado financeiro. Ainda assim, a propaganda online representa somente  2,8% do investimento total dos nossos anunciantes.</p>
	<p>Também merece  destaque a audiência dos sites de vídeos, amadores e profissionais, que  atraíram em dezembro a atenção de quase 25 milhões de brasileiros. Isso  representa algo em torno de 13% da nossa população, percentual bem  inferior ao registrado em países como Venezuela, onde 39% dos habitantes  entram em sites de vídeo mensalmente.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com"  target="_blank">BlogdoMarinho</a>
</p>
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		<title>A crise está passando. Mas o comportamento fica&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:19:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Comportamento do consumidor na recessão

	A mudança de comportamento do consumidor perante uma crise é visível. As empresas devem se adaptar ao máximo para essa nova realidade.

	

<span class="readmore"><a href="http://by3.com.br/2009/11/04/a-crise-esta-passando-mas-o-comportamento-fica/" title="A crise está passando. Mas o comportamento fica&#8230;">Read More: 4332 Words Totally</a></span>]]></description>
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	<tbody>
	<tr>
	<td align="left" valign="top">
	<div>
	<h2><strong>Comportamento do consumidor na recessão</strong></h2>
	<p>A mudança de comportamento do consumidor perante uma crise é visível. As empresas devem se adaptar ao máximo para essa nova realidade.</div>
	<p><!-- /T&iacute;tulo da pagina de Mat&eacute;ria --></td>
	</tr>
	<tr>
	<td height="13"></td>
	</tr>
	<tr>
	<td height="13"></td>
	</tr>
	<tr>
	<td height="13" align="left" valign="top">
	<div id="corpoMateria">
	<div id="mudaFonte">
	<p><img src="http://www.cidademarketing.com.br/2009/sysfotos/imagensexibicao/artigos/novembro2009/01/semdinheiro.jpg" alt="" width="318" height="238" /></p>
	<p><strong>Nessa época de recessão e a possível retomada da economia, o que está se passando na mente do consumidor?</strong></p>
	<p>A diferença fundamental dessa crise econômica, em comparação com as anteriores, é que o consumidor está com marcas gravadas na memória. Quando ícones que entendemos como estáveis, como Lehman Brothers, Ford e GM, encaram prejuízos incalculáves, começamos a questionar tudo ao redor.</p>
	<p>A consequência disso é que, mesmo com a economia melhorando, os consumidores não vão voltar correndo às lojas e começar a consumir como se nunca houvessem passado por um momento difícil.  No final, o consumidor quer algo útil, que complemente sua vida concretamente. E essa é uma mudança fundamental em compração com o passado.</p>
	<p>Isso é quase um mecanismo de sobrevivência, pois o corte nos gastos é tomado em um nível inconsciente. E, se começarmos a economizar por intuição, não questionaremos nunca mais essa prática.  O interessante é ver como as empresas se adequam a esse &#8220;novo&#8221; cérebro do consumidor. Algumas assumem que ele não tem nenhum dinheiro para gastar, mas estão aprendendo que esse não é o caso. Consumidores ainda têm dinheiro (pelo menos, a maioria), mas a razão pela qual eles não gastam é o medo de não terem dinheiro no futuro.</p>
	<p>As empresas precisam apertar o &#8220;botão&#8221; certo para fazer com que as pessoas se sintam confortáveis para gastar. O melhor exemplo disso foi a Hyundai, que criou uma promoção onde o cliente pode devolver o carro, até um ano após a compra, se perder o emprego, e ser reembolsado.</p>
	<p><strong>Esse é uma mudança enorme no que entendemos por marketing.</strong></p>
	<p>Outra tática é tornar as marcas funcionais e com dimensões muito práticas. Se tomarmos Luis Vuitton, por exemplo, eles dirão: &#8220;No futuro, quando você comprar uma bolsa Louis Vuitton, não será somente a bolsa mais fashion da cidade, mas é reversível. Você pode virá-la e ter uma bolsa vermelha hoje e outra preta amanhã. Então você não precisa comprar bolsas por 4 anos, pois você tem 2 cores em uma.&#8221;</p>
	<p>Também veremos empresas começar a falar mais do passado do que do presente. Assim, o consumidor se sentirá seguro. O tempo estava horrível, a comida ruim e o hotel péssimo. Entretanto, quando olhamos as fotos das férias de 2 anos atrás, esquecemos todas as más memórias. Isso é exatamente o que acontece nas nossas mentes. Empresas começarão a pressionar mais o passado do que o futuro, porque nos sentimos mais seguros e leves como passado. Confiamos mais no passado.Como sabemos que marcas estão diretamente ligadas a confiança, o círculo se fecha e tudo faz sentido.</p>
	<p>Isso é exatamente o que Louis Vuitton está fazendo agora. Suas últimas propagandas podem ser vistas com atores que não estão na &#8220;crista da onda&#8221;, mas alguns que fizeram sucesso nos anos 60 e 50. Basicamente, o consumidor sentirá que está comprando o passado.</p>
	<p>Em última instância, empresas podem oferecer &#8220;justificativas&#8221; para o consumidor. A culpa ao comprar um bolsa Louis Vuitton, já que o momento &#8220;exige&#8221; economia, é eminente. A mulher, ao chegar em casa com a bolsa, já tem o argumento pronto (retirado da propaganda): &#8220;Meu bem, mas eu não vou precisar comprar outra bolsa nos próximos 4 anos.&#8221; Não que isso seja verdade, mas é no que a mulher (e o marido) querem acreditar naquele momento.</p>
	<p>Mas os homens não ficam atrás. Hoje, 60% das compras de carros é decisão da mulher. E, quando o amigo pergunta ao marido porquê ele comprou o carro, ele não pode dizer: &#8220;Minha mulher adora rosa.&#8221; Então, o argumento já foi dado previamente pela empresa de carros: Você não sabia que essa janela fecha em 3 segundos? É a janela que fecha mais rápido no mundo.&#8221;</p>
	<p><img src="http://www.cidademarketing.com.br/2009/sysfotos/imagensexibicao/artigos/novembro2009/01/dinheirovotando.jpg" alt="" width="288" height="300" /></p>
	<p><strong>Agora, se você é consumidor e não quer cair em tentação, seguem algumas dicas:</strong></p>
	<p>1) Não leve o cartão de crédito ao Shopping Center. Quando compramos algo com dinheiro, parece bem mais caro e, assim, pensamos melhor e perguntamos: &#8220;Realmente preciso disso?&#8221;</p>
	<p>2) Mantenha a distância. &#8220;Eu quero aquela bolsa, mas não comprarei hoje. Vou esperar um dia e, se eu ainda gostar dela a ponto de gastar esse dinheiro, voltarei amanhã para comprá-la.&#8221; De acordo com estudos sobre o comportamento de consumo, 60% das pessoas que agem assim, acabam não comprando o produto.</p>
	<p>3) O mais simples: Não leve seus filhos para as compras. As pessoas gastam 40% mais no supermercado quando levam as crianças. A psicologia é interessante. Quando a recessão está em alta, como pais, não queremos penalizar nossos filhos. &#8220;Estamos em recessão, mas meus filhos não devem ser sacrificados por mim.&#8221; Então, quando vamos ao supermercado com eles, acaba comprando mais do que deveria, pois se sente culpado. E, acredite, eles e as empresas que vendem produtos infantis sabem disso, e vão aproveitar.</p>
	<p>No futuro, empresas podem até apelar para o medo. &#8220;Use meu produto e, se não usar, alguma coisa ruim pode lhe acontecer.&#8221;   Tendência assustadora. Mas o fato é que a neurologia, tanto quanto economia, esté impacta no comportamento do consumidor.</p>
	<p><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Livro Buyology: Truth and Lies About Why We Buy &#8211; Martin Lindstrom (Consultor de Marcas)</span></p>
	<p><span style="font-size: small;">Fonte:  Cidade Marketing<br />
</span></div>
	</div>
</td>
	</tr>
	</tbody>
</table>
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		<title>Esperando a internet virar mídia de massa? Já virou&#8230; e no Brasil.</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 21:25:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O resultado de uma série de pesquisas divulgadas recentemente e a última campanha do UOL mostram que a internet já virou mídia de massa. Independente da fonte (IBOPE, IPSOS, DataFolha, Comitê Gestor), já temos cerca de 60 ou 65 milhoes de brasileiros com acesso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span>O resultado de uma série de pesquisas divulgadas recentemente e a última <a href="http://publicidade.uol.com.br/amidiaquemaiscresce/"  target="_new">campanha do UOL</a> mostram que a internet já virou mídia de massa. Independente da fonte (IBOPE, IPSOS, DataFolha, Comitê Gestor), já temos cerca de 60 ou 65 milhoes de brasileiros com acesso, dos quais cerca de 30 milhoes utilizam a rede pelo menos uma vez por semana, somente nas principais regioes metropolitanas. Nesses locais, o contato com a web supera jornais, revistas e TV por assinatura, de acordo com o <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=5&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;db=caldb&amp;comp=Not%EDcias&amp;docid=8411DFBF6DFF8E02832575EB004ED394"  target="_new">Ibope</a>. <a href="mailto:mcoutinholima@yahoo.com"></a>

A próxima grande transformaçao é quando a massa virar mídia &#8211; ou seja, as redes sociais, blogs, wikis, etc, superarem ou empatarem com a mídia tradicional. Algumas pesquisas divulgadas recentemente sugerem que esta transformaçao está a caminho. Segundo a <a href="http://www.comscore.com/Press_Events/Press_Releases/2009/7/Russia_has_World_s_Most_Engaged_Social_Networking_Audience/%28language%29/eng-US"  target="_new">comScore</a>, já sao mais de 700 milhoes de internautas mundialmente utilizando este tipo de site, com uma média verificada de quase 4 horas mensais. <a href="mailto:mcoutinholima@yahoo.com"></a>

Os números dao uma face quantitativa para um fenômeno qualitativamente muito mais importante &#8211; a publicidade baseada na exposiçao de marca nao comanda mais sozinha o processo de compra. Talvez ela nunca tenha comandado mesmo na mídia analógica, mas era difícil medir isso. Agora nao é mais. O estudo global da <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/tag/word-of-mouth/"  target="_new">Nielsen</a> sobre consumidores mostra que as opinioes dos internautas já empatam em termos de credibilidade (70%) com os sites de marcas e superam a publicidade na TV, jornais e revistas. Em estudo similar, de 2007, esse número era de 61%. <a href="mailto:mcoutinholima@yahoo.com"></a>

Em pouco tempo, vamos ver o aparecimento de sistemas de ROI em mídia social capazes de justificar um investimento mais agressivo em iniciativas neste campo. O IAB divulgou em maio um <a href="http://www.iab.net/media/file/SocialMediaMetricsDefinitionsFinal.pdf"  target="_new">guia de métricas para mídias sociais</a> cobrindo razoavelmente os aspectos quantitativos da utilizaçao de blogs, wikis, widgets, etc. É um primeiro passo. O próximo será incorporar análises qualitativas, que levem em conta nao somente a intensidade, mas principalmente a ressonância dos comentários nas redes sociais. Essa combinaçao irá transformar a mídia social digital em uma das mais efetivas formas de branding na próxima década. </span>

<span><span style="font-family: Arial;">Marcelo Coutinho</span></span>

<span>Fonte: <a href="http://www.bluebus.com.br"  target="_blank">Blue Bus</a>. </span><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
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		<title>Varejo: +6,9% em abril.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:52:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O volume de vendas no varejo brasileiro subiu 6,9% em abril, na comparação com o ano passado. No acumulado dos primeiros 4 meses de 2008 a elevação ficou em 4,5%. Quem garante é a pesquisa mensal do comercio, divulgada ontem pelo IBGE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O volume de vendas no varejo brasileiro subiu 6,9% em abril, na comparação com o ano passado. No acumulado dos primeiros 4 meses de 2008 a elevação ficou em 4,5%. Quem garante é a pesquisa mensal do comercio, divulgada ontem pelo IBGE.</p>
	<p>Boa parte da explicação para esse bom resultado está no calendário. Em 2008 a Páscoa caiu em março e neste ano ficou em abril. Não é a toa que a maior contribuição para esse crescimento foi dada pelos super e hipermercados, que se fartaram de vender ovos de páscoa, ajudados pela estabilidade dos preços e pelo aumento real da massa salarial. Também tiveram bom desempenho as lojas de departamento, os produtos farmacêuticos, cosméticos e produtos de informática e comunicação.</p>
	<p>Por outro lado, puxaram o índice para baixo o setor de móveis e eletrodomésticos, que apresentou queda de 10% no volume de vendas e as lojas de tecidos, calçados e vestuário, cujas vendas continuam em queda. Só nesses 4 meses de 2008, a retração foi de 7,5%. Também pudera – enquanto o IPCA variou 3,1% de setembro do ano passado até abril desse ano, os preços médios das roupas subiram 6,2%, ou seja, o dobro. Materiais de construção e veículos também andaram para trás em abril.</p>
	<p>Alguns estados tiveram desempenho ainda melhor que a media nacional, caso de São Paulo, onde o volume de vendas foi quase 10% maior e Paraná, que cresceu quase 9%. Bahia ficou bem perto da media nacional, com mais 6,8%. Já o Rio e Minas cresceram menos que a media, apenas 5,4%, assim como o Rio Grande do Sul, que avançou 2,6%. Já Brasília fez feio – vendeu menos 0,4% que em abril de 2008.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/o-marinho-e-o-mercado-comentam-a-venda-do-ponto-frio/" title="O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio. 2009.06.9">O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/05/31/fotografe-o-outdoor-e-acesse-o-site/" title="Fotografe o outdoor e acesse o site! 2009.05.31">Fotografe o outdoor e acesse o site!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/03/quem-quer-trabalhar-em-casa/" title="Quem quer trabalhar em casa? 2009.06.3">Quem quer trabalhar em casa?</a>(2)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/para-ganhar-varejo-tem-que-parar-de-perder/" title="Para ganhar, varejo tem que parar de perder! 2009.06.2">Para ganhar, varejo tem que parar de perder!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/a-emocao-das-marcas-marc-gobe-quem-fala-sobre-vinculos-emocionais/" title="A emoção das marcas. Marc Gobé (quem??!) fala sobre vínculos emocionais 2009.06.1">A emoção das marcas. Marc Gobé (quem??!) fala sobre vínculos emocionais</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/com-qual-arquetipo-sua-marca-esta-relacionada/" title="Com qual arquétipo sua marca está relacionada?  2009.06.4">Com qual arquétipo sua marca está relacionada? </a>(0)</li>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa&#8230;</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 13:51:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em síntese, marca corporativa não pode ser tomada por ou confundida com marca de produto. São duas coisas bastante diferentes, embora possam ter nuances parecidas. Para ficar mais claro, é bom ilustrar essas diferenças à moda daqueles jogos dos 7 erros, frisando as confusões mais comuns entre os dois conceitos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Excelente artigo, deixando claro a diferença entre uma marca de produto e a marca corporativa da empresa. A diferença de tratamento para cada uma, principalmente dentro da empresa.</p>
	<p>Fico sempre triste, quando vejo o péssimo tratamento que algumas empresas dão a suas marcas corporativas&#8230;<br />
Marca Corporativa e Marca de Produto. Ou o jogo dos sete erros mais comuns</span></p>
	<p>Existe um procedimento que é bastante recorrente no ambiente do Marketing: tão logo aparece alguma abordagem ou conceito realmente inovador, há uma tendência apressada e afoita de transformar esse novo em coisa conhecida e catalogada. A partir daí, inicia-se imediatamente a busca ansiosa pela próxima “invenção”.</p>
	<p>Isso está acontecendo exatamente agora com o conceito de marca corporativa. Não que ele seja absolutamente novo. Mas vive-se hoje, na expressão de Majken Schultz, uma “second wave” da abordagem da marca corporativa, que não pode e nem deve ser confundida com as definições já em circulação.</p>
	<p>Em síntese, marca corporativa não pode ser tomada por ou confundida com marca de produto. São duas coisas bastante diferentes, embora possam ter nuances parecidas. Para ficar mais claro, é bom ilustrar essas diferenças à moda daqueles jogos dos 7 erros, frisando as confusões mais comuns entre os dois conceitos.</p>
	<p>1. A marca corporativa não é marca de um target só. Ela deve dialogar com vários públicos – clientes, colaboradores, fornecedores, comunidade, acionistas, imprensa etc. Diferentemente da marca de produto que, em geral, dirige suas mensagens preferencialmente ao cliente/consumidor. Quer dizer, uma coisa é “vender” Omo para donas-de-casa, outra coisa radicalmente diferente é apresentar a Unilever para os diversos stakeholders dessa organização.</p>
	<p>2. A marca corporativa não tem um núcleo duro. Um posicionamento auto-proclamado, que resume seus atributos e associações, como tem sido mais característico nas marcas de produtos. A marca corporativa tem sim um coração que pulsa, uma promessa central viva, que é algo mais flexível e abrangente, de modo a contemplar os múltiplos interesses dos públicos mencionados acima.</p>
	<p>3. A marca corporativa não pode ficar isolada no “feudo” de Marketing. Até aqui o Marketing era a única instância responsável por todo o branding nas empresas. As marcas corporativas pedem uma abordagem multidisciplinar. O que tem acontecido em empresas conscientes desses novos tempos, como a Iveco, é que a comunicação de marca tem assumido um papel mais estratégico, ao lado da direção geral da organização, e, a partir daí, disseminado as preocupações com a marca principal para dentro e fora da empresa.</p>
	<p>4. A marca corporativa requer envolvimento de todos. A marca de produto, até por ficar quase sempre isolada no “feudo” do Marketing, sempre exigiu menos envolvimento da organização. Quem tem que se envolver, de “comprar” essa marca e de se deixar seduzir por ela é o cliente/consumidor. E antes equipe de vendas, claro. A marca corporativa, não. Ela não existe sem o envolvimento direto de todos na organização, do CEO ao conjunto dos colaboradores. Como muito bem diz o Jaime Troiano, “marca não é tapume” e o sucesso da marca corporativa começa sempre com uma boa lição de casa de identificação e envolvimento de todos com essa marca.</p>
	<p>5. O desafio da marca corporativa é alinhamento. Quando se pensa em marca de produto, o que vem logo a cabeça é a diferenciação, o que interessa é caracterizar a “uniqueness” do produto ou serviço. Com a marca corporativa, a palavra de ordem é “brand alignment”. Ou seja, o desafio agora é alinhar, criar convergência, estabelecer sintonia entre as várias manifestações e interações da marca com seus diferentes públicos. A marca corporativa precisa sustentar a mesma promessa, a mesma história corporativa, os mesmos pilares, diante de todos. Ilustrando: Natura, Fedex, Localiza, Google ou qualquer outra marca corporativa não podem ter enredos diferentes para públicos diferentes.</p>
	<p>6. Não se pensa marca corporativa no curto prazo. Tome-se como exemplo uma organização como a Ambev ou Inbev. Por mais que essa empresa tenha programas rígidos de resultados para cada um de seus produtos ou áreas de negócios, a construção da marca corporativa do grupo exige um plano de médio e longo prazo. Não é por outro motivo que a Ambev/Inbev tem se preocupado em afirmar, por meios de campanhas mais gerais, os seus compromissos mais duradouros e consistentes. O risco de tentar construir uma marca corporativa com base somente em ações e resultados imediatos é o de se criar um algo sem lastro, que irá sucumbir à primeira crise, pois não “feito para durar”.</p>
	<p>7. Marca corporativa, além do lucro, tem a ver com geração de valor. O mundo está mudando, a economia reconhece mais os ativos intangíveis, a sociedade se preocupa mais com outros valores, as pessoas já não se satisfazem mais apenas com os “benefícios racionais ou emocionais” dos produtos e serviços. As marcas corporativas, ao colocarem a organização no centro da cena, abrem espaço para a geração de novos valores. Valores que têm a ver com o entorno social, o bem-estar de quem trabalha, o meio-ambiente, a produção cultural e muito mais. Ou seja, resultado agora vai além do lucro, é algo maior, a ser compartilhado com muitos. Por isso, pode-se dizer que a marca corporativa, como matriz de referência e instrumento de gestão, tem muito a ver com a sustentabilidade das próprias organizações e de todo o ambiente de negócios.</p>
	<p>Aí estão os 7 erros ou confusões básicas entre marca corporativa e marca de produto que devem ser evitados. Outros erros podem ser encontrados, uma vez que, por vício de muitos que atuam na área do Marketing e da comunicação, persiste uma tentação grande de pegar a marca corporativa e ir logo colocando numa embalagem bonita e renovada de marca de produto.</p>
	<p>Não, as diferenças entre esses dois conceitos são bastante reais e significativas. Não é só a atenção que se desloca do produto para a organização, não é o mesmo aparato de abordagem que é transportado de um lado para outro. São vários ângulos, abrangências, papéis que se alteram, exigindo um novo modo de ver, pensar e trabalhar com as marcas.</p>
	<p><em>Levi Carneiro</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.troiano.com.br/"  target="_blank">Troiano</a>
</p>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 16:50:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[85% de nossas decisões são tomadas pelo subconsciente. Isso significa que os profissionais de marketing e propaganda não tem escolha: precisam entender como chegar até lá para potencializar o efeito de suas propagandas. A propaganda hoje não funciona mais - e ao usar a neurociência, estamos começando a dissolver esse desafio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Boa matéria e pequena entrevista com Martin Lindstrom que encontrei faz tempo na NOVAREJO.Msis uma maatéria recuperada do blog perdido&#8230;rs<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Vale a leitura.</span></p>
	<p><strong>O consumidor está falando a verdade?</strong></p>
	<p>Seu livro está na lista dos best-sellers do The New York Times e do Wall Street Journal, e seus conselhos são ouvidos atentamente por executivos das maiores empresas do mundo com McDonalds, Procter &amp; Gamble, Nestlé, Microsoft, The Walt Disney e GlaxoSmithKline.</p>
	<p>Na esteira para se tornar mais um festejado guru, Martin Lindstrom, autor de “Buyology: Truth and Lies About Why We Buy” (Verdades e Mentiras Por que Compramos), tem como principal diferencial trazer uma visão mais científica sobre o ato de consumir.</p>
	<p>Especialista em neuromarketing, Lindstrom recentemente conduziu o maior<br />
estudo desse tipo com mais de dois mil voluntários em seis países.</p>
	<p>“Escaneamos o cérebro e estudamos como ele reage as marcas”, explica. Em<br />
algumas dessas “experiências”, o pesquisador descobriu que marcas como Apple e Porsche sao capazes de despertar mais emoção do que ícones religiosos. “Nao agimos de forma racional o tempo inteiro. As pessoas nunca receberam tanta informação sobre os malefícios do fumo e, mesmo assim, nos últimos três anos, o consumo de cigarros aumentou 13%”.</p>
	<p>Como usar o neuromarketing para vender mais? “Apelando para o subconsciente”, respondeu o dinamarquês. “É lá que 85% de nossas emoções e pensamentos estão”. Os outros 15% são motivos racionais, como preço, por exemplo. Para chegar ao subconsciente do consumidor, invista nos sentidos da visão e audição, aconselhou. Ele contou o exemplo de um supermercado que, ao incluir músicas francesas e fotos do país no setor de vinhos, viu as vendas aumentarem 77%. “Perguntávamos às pessoas porque estavam comprando, elas não<br />
sabiam exatamente. Diziam que estavam num humor francês aquele dia”, conta.</p>
	<p>A seguir, Martin conversa conosco. Acompanhe:</p>
	<p><strong>NOVAREJO:</strong> Qual sua principal descoberta acerca do processo de decisao do consumidor?</p>
	<p><strong>Martin Lindstrom:</strong> Que somos muito mais afetados pelo subconsciente do que jamais imaginamos. Ainda, mensagens subliminares e outros sinais indiretos possuem um efeito incrível sobre nosso comportamento perante as marcas.<br />
<strong><br />
NOVAREJO:</strong> Se sabemos que a ação acontece de fato no subconsciente, por que é relevante para as empresas saber como a mente do consumidor funciona?</p>
	<p><strong>Martin Lindstrom:</strong> Não é apenas importante, mas essencial. 85% de nossas decisões são tomadas pelo subconsciente. Isso significa que os profissionais de marketing e propaganda não tem escolha: precisam entender como chegar até lá para potencializar o efeito de suas propagandas. A propaganda hoje não funciona mais &#8211; e ao usar a neurociência, estamos começando a dissolver esse desafio.<br />
<strong><br />
NOVAREJO:</strong> Qual o principal obstáculo para ocorrer essa dissolução?</p>
	<p><strong>Martin Lindstrom:</strong> Para começar, não há como perguntar ao consumidor o que ele quer, pois ele próprio nao sabe. Ele pode até se sentir impelido a responder mas não consegue dizer a verdade. Não que ele esteja mentindo &#8211; ele apenas não sabe. As empresas também tem um enorme desafio em se tornarem relevantes &#8211; somos expostos a dois milhoes de comerciais de TV durante nossa vida. Para aparecer entre tamanho volume, voce precisa ser bom, muito bom.</p>
	<p><strong>NOVAREJO:</strong> Por que é difícil, para alguns pontos-de-venda, criar uma boa experiência de compra? Onde estao os erros?<br />
<strong><br />
Martin Lindstrom: </strong>Os varejistas nao conhecem o comprador bem o suficiente. Quase a maioria de todas as lojas criadas pelo mundo foram desenhadas por homems, mas adivinhe: são as mulheres as principais consumidoras. Aí começa a primeira e mais fundamental desconexão.<br />
<strong><br />
NOVAREJO: </strong>Voce afirma que pequenas mudanças em uma loja &#8211; como inclusão de aroma e música &#8211; podem ter resultados excelentes. Consumidores podem ser estimulados ou desencorajados?</p>
	<p><strong>Martin Lindstrom:</strong> Se as coisas sao feitas de forma errada, sem dúvida. Se o som está muito alto, ou o aroma muito forte, a loja acaba repelindo o consumidor. Esses efeitos precisam ser autênticos e sutis.</p>
	<p><em>Ticiana Werneck</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO </a>
</p>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 12:26:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se a nova tendência se firmar, ela representará um desafio particular para as empresas do Brasil. Aqui o home office nunca decolou. Ou porque as pessoas se sentem mais vulneráveis com ele –por exemplo, a IBM permite que os funcionários trabalhem em casa, mas pesquisas da empresa revelaram que os funcionários têm medo de ausentar-se do escritório e perder visibilidade.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Encontrei esse artigo e ‘bateu’ direto em mim! Já fazem 8 anos que comprei essa idéia. Com a diferença que segundo o artigo eu seria um free-lancer , e não um home officer.</p>
	<p>Mas no fim os problemas são os mesmo:</p>
	<p>Disciplina para administrar o tempo.<br />
Manter-se fora da rotina diária da casa.<br />
Manter-se atualizado e convivendo com colegas, parceiros de trablho e fornecedores.<br />
Manter-se motivado.</p>
	<p>Sempre acreditei nesse modelo de trabalho. E creio que, cada vez mais as empresas incentivem e ofereçam essa opção aos seus funcionários. Claro, aqui no Brasil, precisamos ainda que o empresariado entenda as vantagens e perca o hábito de acompanhar o seus funcionários, passando a acompanhar o trabalho deles. Mas, chegaremos lá, uma vez que vale a pena para todos os envolvidos.<br />
</span></p>
	<p>Você quer ser um teletrabalhador? Talvez não, o nome não soa muito bem. Mas pode autodenominar-se um telecommuter. Se esse termo em inglês ainda não lhe agrada, talvez a terceira opção seja a ideal: home officer. Ou até chief home officer.</p>
	<p>Quando raiava o sol da nova economia, em meados da década de 1990, o norte-americano Daniel Pink, autor de livros como Free Agent Nation, O Cérebro do Futuro e o recente The Adventures of Johnny Bunko, em forma de mangá, proclamava que todo mundo (pelo menos, todo norte-americano) trabalharia em casa e seria feliz. Não apenas seria um home officer, mas também um free agent, ou free-lancer, sem vínculo empregatício algum. Contudo, no estouro da bolha das ponto.com, o telecommuter por conta própria passou a ser visto como um desempregado que fazia bicos ou, na melhor das hipóteses, um terceirizado explorado. E o telecommuter contratado pela empresa simplesmente desapareceu; voltou para dentro da empresa com temor de perder o emprego.</p>
	<p>Agora, em plena crise econômica global e nas vésperas do que, supõe-se, será o estouro da bolha industrial, o home officer parece voltar ao centro das atenções de quem traça tendências. Pelo menos, foi o que detectou o radar de tendências da prestigiosa revista Wired, em texto assinado por Brendan Koerner.</p>
	<p>Referindo-se principalmente ao home officer que trabalha em casa como empregado de uma empresa, não ao autônomo, Koerner afirmou que as preocupações com a mudança climática e o consequente desafio mundial 80/20 – de reduzir 80% das emissões de gás carbônico em 20 anos – podem ser um importante alavancador do telecommuting. Afinal, trabalhar em casa é uma maneira simples e barata de poluir menos, porque, além de tirar da rua o carro de cada home officer, resolve a potencialização da poluição pelo trânsito paralisante.</p>
	<p>O articulista da Wired propôs, assim, que as empresas acabem de uma vez por todas com seus escritórios, da forma como existem hoje. Em nome do planeta. E arrolou os seguintes itens como argumentos para convencer empresários e executivos da tese:</p>
	<p>• Custo de transporte. É a deixa dos números para as empresas expandirem seus programas de telecommuting. Koerner criticou o fato de “apenas” 40% das empresas norte-americanas terem um programa do gênero e lembrou que isso se deve à mentalidade arcaica do comando e controle, que não<br />
condiz com o trabalhador do conhecimento existente hoje. Segundo ele, os gestores se perguntariam algo como “e se os funcionários ficarem jogando Campo Minado no computador e comendo salgadinhos?”.</p>
	<p>• Motivação. Pesquisadores da Pennsylvania State University analisaram 46 estudos sobre telecommuting conduzidos por duas décadas com 13 mil funcionários e concluíram que o trabalho em casa tem efeitos favoráveis sobre o trabalhador em autonomia percebida, conflito trabalho-família, satisfação com o trabalho, desempenho, intenção de manter-se no emprego e estresse. O único impacto desfavorável demonstrável foi a piora no relacionamento com os colegas de escritório, geralmente por inveja destes.</p>
	<p>• Globalização do fenômeno. Koerner apontou uma base geográfica para a tendência, para não parecer que se restringe a norte-americanos, observando que até a região Ásia-Pacífico começa a embarcar nessa onda. Em 2008, 81% dos gestores (numa pesquisa encomendada lá pela Avaya) apostaram que trabalho em casa aumenta produtividade, ante 61% em 2005. Esse salto é atribuído a novas tecnologias como o sistema de videoconferência LifeSize Express e serviços baseados na web como o Glance, que permite que pessoas distantes entre si compartilhem o desktop.</p>
	<p>• Possível esgotamento do modelo de escritório tradicional. Esse formato de escritório seria um buraco negro de interrupções, adiamentos e politicagem que faz mal para a alma de cada profissional. Segundo uma pesquisa da UC Irvine, as interrupções e trocas de tarefas no ambiente convencional acontecem cada 3 minutos.</p>
	<p>Se a nova tendência se firmar, ela representará um desafio particular para as empresas do Brasil. Aqui o home office nunca decolou. Ou porque as pessoas se sentem mais vulneráveis com ele –por exemplo, a IBM permite que os funcionários trabalhem em casa, mas pesquisas da empresa revelaram que os funcionários têm medo de ausentar-se do escritório e perder visibilidade.</p>
	<p>Ou pelo espírito gregário típico dos brasileiros. Naturalmente, o conceito de home office é dirigido a trabalhadores do conhecimento, não a operários de chão de fábrica ou balconistas de loja. Mas no cenário cada vez mais comum das indústrias 100% automatizadas, entregues aos robôs, e do varejo primordialmente online, quase todo trabalhador será um trabalhador do conhecimento.</p>
	<p><strong>A chave é a disciplina</strong></p>
	<p>Em todo home office existe um caos potencial para o home officer. Filhos, cachorro, empregada e campainha podem interromper o trabalho facilmente e desconcentrar quem o executa. Pode-se dizer até que filhos, cachorro, empregada e campainha são “custos fixos” –e indisciplináveis.</p>
	<p>Porém, há o outro lado da moeda. O filho poder chamar o pai, ou a mãe, para cantar a música que aprendeu na escola pode ser visto como um fringe benefit, não como custo. E, assim, passa a ser um fator motivador em vez de atrapalhar o progresso do trabalho. Além disso, concentração é, sobretudo, treino –e você tende a aumentar sua capacidade de se concentrar trabalhando em casa. Os dois passos fundamentais de um home officer são separar fisicamente o ambiente de trabalho e estabelecer uma rotina. E ele também precisa aceitar os eventuais desvios que se façam em relação a ela, porque desvios aconteceriam dentro de uma empresa igualmente. É importante ainda que cada teletrabalhador encontre uma maneira própria de se comunicar com o mundo exterior –pode ser pelo programa MSN, por um blog, em telefonemas, ou com reuniões marcadas em frequência no mínimo semanal–, a fim de combater uma possível sensação de isolamento.</p>
	<p><strong>Vale fazer duas observações importantes:</strong></p>
	<p>1. Profissionais em início de carreira não são os melhores candidatos a um home office, por estarem na fase do aprendizado inicial, mais intensivo.</p>
	<p>2. Profissionais experientes não podem abandonar suas práticas de reciclagem contínua ao passarem<br />
a trabalhar em casa –isso acontece com frequência, infelizmente. Devem aproveitar a internet e os cursos e seminários avulsos para promover seu aprendizado informal.<br />
<em><br />
Adriana Salles Gomes</em></p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM </a>
</p>
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Mais informações sobre exatamente o ...</a></li>
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		<title>Não se obtém retornos excepcionais fazendo o que todo mundo faz</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 18:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jeffrey Pfeffer afirma que não se obtém retornos excepcionais fazendo o que todo mundo faz. Devemos é basear-nos em evidências e proporcionar às pessoas ambientes saudáveis de trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Jeffrey Pfeffer realizou a primeira palestra do Fórum Mundial de Liderança e Alta Performance da HSM na manhã do dia 2 de junho. Para o professor de Stanford, os gestores devem estar atentos às evidências e não seguir convenções equivocadas sobre como chegar aos melhores resultados. Ele defende que resultados extraordinários podem ser alcançados com pessoas comuns.</p>
	<p>“Nós vemos o que queremos ver”. Se decidimos baseados em suposições, em vez de nos fatos, adotamos políticas equivocadas e nos distanciamos do alto desempenho.</p>
	<p>Uma dessas convenções falaciosas é a de que é importante ser o primeiro a ter uma ideia. A Amazon.com foi a quarta empresa a começar a vender livros online e é um enorme sucesso. A Xerox, por outro lado, inventou o primeiro microcomputador, mas não conseguiu vendê-lo.</p>
	<p>“Acreditamos que temos de ser enormes e estar no setor correto”, diz Pfeffer, mas há estudos que provam que essas são crenças sem nexo. Estudos indicam, por exemplo, que as fusões, que vêm da necessidade de ser grande, fracassam em 70% a 80% dos casos. “Se esses dados são conhecidos, por que as fusões continuam?”, indaga o palestrante. “É a arrogância que nos leva a não prestar atenção aos dados!”. Pfeffer cita a Southwest Airlines. É a companhia aérea americana de maior lucratividade. Atua em um setor ruim, no qual ela não é a maior.</p>
	<p>Para o palestrante, o downsizing também não leva ao melhor desempenho, já que as empresas, após demitirem em massa, voltam a contratar quando as coisas melhoram; então, sai mais caro. Além disso, a prática reduz os ânimos e perturba as redes de relacionamento da empresa. Prejudica, assim, a colaboração entre as pessoas e, consequentemente, a capacidade de inovação.</p>
	<p><strong>Compromisso com as pessoas</strong></p>
	<p>Pfeffer insistiu que “a questão não é quanto se paga aos funcionários, mas o que eles são capazes de fazer”. Ele lembrou o caso da Circuit City, varejista americano de bens eletrônicos que, desconsiderando os efeitos de suas ações sobre os clientes e os funcionários, resolveu, em 2007, demitir 3.400 vendedores. “Os funcionários que mais vendiam eram os melhores comissionados. Eles mandaram os melhores para a concorrente Best Buy. No final de 2008, a Circuit City foi à falência.”</p>
	<p>Bem-humorado, o professor pergunta: “Será que alguém aprende alguma coisa com os exemplos?”. “Claro que não!”, é a resposta. “Mas é quase impossível obter retornos excepcionais fazendo o que todo mundo faz”, alerta Pfeffer.</p>
	<p>Numerosos estudos envolvendo diversos setores mostram que o que determina o sucesso de uma empresa, gerando 30% a 40% de efeito sobre o lucro, é como o pessoal é administrado. As empresas que conseguem mostrar compromisso com a segurança do funcionário têm melhor desempenho. “A Southwest tem compromisso com as pessoas, o que faz com que as pessoas tenham compromisso com ela. Não faz os funcionários sofrer, quando eles não são a causa dos ciclos de mercado”.</p>
	<p><strong>Dicas para o alto desempenho</strong></p>
	<p>“Selecione com base em fundamentos que não mudarão, como a cultura e os valores da empresa” é o que Pfeffer recomenda para a gestão de RH de alta performance. Investir no treinamento e desenvolvimento profissional é outra dica, bem como remunerar de acordo com o desempenho do grupo. A empresa deve, ainda, apostar na promoção dos funcionários, descentralizar decisões, compartilhar informações para promover o aprendizado e reduzir diferenças de status.</p>
	<p>Segundo o professor, o SAS Institute segue essas práticas. Com isso, seus funcionários até aceitam ganhar menos. Os clientes, por sua vez, até aceitam pagar mais, já que seu software tem qualidade superior.</p>
	<p>Para liderar uma cultura de resultados extraordinários, o líder deve apostar na verdade. Deve querer ouvir e dizer a verdade, assumindo responsabilidade pelo que acontece na empresa, inclusive pelos erros. “Se as pessoas do topo não assumem responsabilidades, as bases também não o farão.”</p>
	<p>O líder deve, também, agir com coragem e resolver os problemas, em vez de apenas apontá-los. “Os líderes de alto desempenho fazem com que o sucesso pareça possível”, conclui Pfeffer.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM Online</a>
</p>
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		<title>Mas me diga… Mobile Marketing. É caro?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:32:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos questionamentos que sempre ouço nas agências tradicionais é em relação ao custo de uma campanha de mobile marketing. Alguns consideram caro pagar entre R$ 0,30 e R$ 0,60 para disparar um SMS. Primeiramente, vale uma repassada conceitual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Ainda é uma grande novidade para a maioria dos clientes, esse negócio de mobile marketing..<br />
Até mesmo pra muita gente do marketing, publicidade e propaganda ainda é novidade.<br />
Então, encontrei essa matéria, que coloca alguma luz sobre o assunto.</p>
	<p>Claro, fala apenas de grandes campanhas.</p>
	<p>Eu penso que o mobile marketing, pode ser utilizado, também, para pequenas companhas, em mercado bem definidos, como por exemplo, buscando aumentar os negócios com a base de clientes e não aumentar a base de clientes… como ferramenta de relacionamento…<br />
É um artigo bem explicativo!</p>
	<p>Boa leitura.</span></p>
	<p>Um dos questionamentos que sempre ouço nas agências tradicionais é em relação ao custo de uma campanha de mobile marketing. Alguns consideram caro pagar entre R$ 0,30 e R$ 0,60 para disparar um SMS. Primeiramente, vale uma repassada conceitual.</p>
	<p>De uma maneira geral, há uma associação direta entre mobile marketing e SMS. Não é errado pensar assim, mas é uma premissa limitadora do que se pode fazer nessa plataforma. Afinal, mobile-mkt também pode ser elaborado utilizando voz, bluetooth, internet móvel, aplicativos JAVA, etc.</p>
	<p>O SMS tem como grande vantagem a compatibilidade com 100% dos aparelhos. Porém, também tem suas limitações, como interface pobre (138 caracteres) e barreira de uso (cerca de 45% das pessoas mandam SMS).</p>
	<p>Em relação ao custo da mensagem, há pano para muita discussão. É caro ou barato comparado com o quê? Com TV, com e-mail marketing, com mala-direta?</p>
	<p>Sempre digo que em mobile marketing saímos do mundo de milhões de impactos potenciais para o de milhares de conversas travadas em tempo real com o consumidor. Vamos a alguns exemplos. Numa campanha feita para uma cervejaria, a plataforma mobile pegava carona na mídia impressa e convidava as pessoas a mandarem um SMS grátis para acessar o Guia Mobile de Bares. Houve 55.000 interações. Custo para a cervejaria: cerca de R$ 30.000.</p>
	<p>Aí vem a pergunta: é caro ou barato? Na minha opinião, quase de graça. Afinal, milhares de pessoas que foram impactadas pelo anúncio, responderam ao call-to-action via SMS e carregaram em seus celulares um guia com acesso a bares que oferecem seu produto.</p>
	<p>A diferença aqui, assim como em todo mundo digital, está na possibilidade de medição em tempo real do resultado da campanha. Mais ainda: em mobile, paga-se pelo que se leva. Paga-se pelo número de SMS recebidos ou enviados, downloads feitos, acessos ao mobile site, etc.</p>
	<p>Mais um exemplo: no lançamento de um carro em setembro do ano passado,  a única mídia nos primeiros 15 dias de campanha foi um mobile banner na home do portal de uma operadora (direto em celulares). A taxa de cliques foi de 4,3%, com mais de 255 mil visitas ao mobile site e um custo por clique 3 vezes menor do que um super-banner na home de qualquer portal web.</p>
	<p>De novo, fica barato. Barato porque é mensurável. Porque é eficiente. Sem dúvida, fica caro mandar indiscriminadamente 2 milhões de SMS. Porém, com investimento bem planejado é possível se atingir belos resultados. Internet pode ser cara ou barata. TV também.</p>
	<p>Tudo dependerá da forma como a agência planeja o investimento. Por isso, acredito eu, jogam melhor no mercado digital aquelas agências que têm em seu DNA a busca pela a inovação associada a um retorno consistente para seu cliente.</p>
	<p>Retorno que nem sempre se mede com GRPs ou CPMs. Falo de retorno que se comprova ao se conversar, de fato, com o consumidor. Até mesmo porque, no final do dia, é ele quem paga a conta de todo mundo.<br />
<em><br />
Leonardo Xavier</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mobilenews.com.br/"  target="_blank">Mobile News </a>
</p>
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