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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Mulher, Consumidora, Brasileira.</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 12:49:29 +0000</pubDate>
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A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque (7%).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O IBOPE Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, traça os  hábitos e comportamentos da<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=dfG0d6o93" alt="" /> brasileira quando o tema é consumo. O  levantamento é baseado nas informações da ferramenta Target Group Index e  aponta que 67% das mulheres realizaram compras pessoais (excluindo  bebidas e alimentos) nos últimos 30 dias, em contrapartida ao índice de  58% entre o público masculino.</p>
	<p>“As mulheres, de maneira geral,  gostam de variar marcas, procuram  preços mais baixos e afirmam que vale a pena pagar um pouco mais por  produtos de higiene pessoal de boa qualidade”, destaca Juliana Sawaia,  gerente de marketing do IBOPE Mídia.</p>
	<p>Entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 78%  declaram ter comprado roupas femininas, 60% calçados, 43% roupas para  homens e 39% roupas para crianças e bebês. As lojas de rua seguidas  pelos shopping centers lideram como local preferido de compras pelo  público feminino.</p>
	<p>A conectividade e o comércio eletrônico já são realidade no cenário  brasileiro &#8211; 10% das mulheres revelam que comentam suas aquisições na  internet avaliando a qualidade dos produtos. Vale ressaltar que este  índice entre o público masculino – tradicionalmente mais interessado no  tema tecnologia – é de 13%.</p>
	<p>Para elas, as categorias mais comentadas são as de telefones  celulares (31%), equipamentos de TV, vídeo, som (28%), roupas (23%),  vida saudável, exercícios e alimentação (17%). Já o público masculino  opina e faz avaliações das categorias de equipamentos de televisão,  vídeo e som (41%), automóveis (32%) e telefones celulares (32%).<br />
A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de  compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque  (7%).</p>
	<p>O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio  de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife,  Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e  Sudeste com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades  entre 12 e 64 anos. Para este levantamento específico, foram  consideradas as respostas de mulheres e homens com 18 anos ou mais,  obtidas entre agosto de 2008 e agosto de 2009.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://consumidormoderno.com.br"  target="_blank"> Consumidor Moderno</a>
</p>
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		<title>Por quê eles compram?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:22:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=3bI350g23" alt="" />Belo texto!<br />
Recomendo a visita ao <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/10,11759,o-que-motiva-o-consumidor-a-comprar-.htm"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>, para ler os comentários&#8230;</span></p>
	<h2>O que motiva o consumidor a comprar?</h2>
	<h4>Qualidade, variedade de produtos, preço e até promessa são fatores que motivam o consumidoor a comprar</h4>
	<p>A motivação do consumidor para entrar em uma loja é uma informação preciosa para o departamento de Marketing de qualquer empresa. Para conhecer um pouco mais sobre este mistério que permeia a mente de muitos profissionais de Marketing, o Mundo do Marketing foi para o shopping Riosul, no Rio de Janeiro, para saber: o que motiva os consumidores a entrarem em determinada loja?</p>
	<p><span id="more-726"></span></p>
	<p>As respostas, como se esperava, são diversas. Mas a vitrine é a principal arma das lojas de shopping para tentar atrair o consumidor, assim como um bom atendimento, que fez com que Jonas Filho fosse buscar a loja Opção para a compra de um produto. Vitrine e atendimento são apenas algumas destas ferramentas que os pontos-de-venda precisam ter.</p>
	<p>Qualidade, variedade de produtos e preço também estão na lista dos diferenciais mais citados. Porém, existem outras motivações que estão fora do alcance das empresas de varejo. A segurança de estar dentro de um shopping, a proximidade ou facilidade de acesso ao ponto-de-venda e até uma promessa feita para a filha, fazem os consumidores decidirem em questão de milésimos de segundo em que loja entrar.</p>
	<p><strong>Promessa é dívida&#8230;e também motiva</strong></p>
	<p>Saindo de uma loja de brinquedos com a filha, Elisa Borges Pereira mostrou que o que a fez entrar no ponto-de-venda não se encaixa em nenhuma estratégia de Marketing. “Minha filha ficou nervosa quando estávamos em uma enchente e prometi que se ficasse calma eu daria um presente a ela. Quando fazemos uma promessa para alguém, ainda mais para uma criança, temos que cumprir”, explica.</p>
	<p>Além de buscar lojas de artigos infantis para presentear sua filha, Elisa ainda apontou para outro dado intrigante para os departamentos de Marketing que estudam o comportamento do consumidor. “As lojas de rua não tem segurança e por isso resolvi que a compra deste presente deveria ser feita num shopping, que é mais seguro”, aponta.</p>
	<p>A compra por impulso também se vê com facilidade no varejo. No caso da aposentada Zélia Miranda e de outra compradora que prefere não se identificar, a vitrine atraiu a primeira, mas dentro da Casa &amp; Vídeo, sua acompanhante encontrou um produto que estava procurando há dias. “Estava procurando um telefone e quando vi na loja, comprei. Foi por acaso”, diz.</p>
	<p><strong>Localização X variedade</strong></p>
	<p>Até o Dia das Crianças – que foi comemorado no dia 12 deste mês – ainda faz a alegria dos vendedores do Riosul. De acordo com a empresária Beatriz Lopes, o cartão da Lojas Americanas e a consequente facilidade no pagamento das compras foi o que a motivou a dar o presente de Dia das Crianças para sua sobrinha. “A facilidade de pagamento é o que me faz vir à loja com frequência”, acredita.</p>
	<p>A localização do ponto-de-venda também é um diferencial motivacional para os consumidores. Lení Maria, funcionária do shopping Riosul, decidiu comprar produtos para o lar na Lojas Americanas por conta da praticidade. “É o lugar mais perto para eu comprar estes produtos. Além disso, a variedade facilita a compra. Só o preço é que eu diria que é razoável”, avalia Lení.</p>
	<p>A variedade de produtos da loja Mercatto também chamou a atenção da vendedora Cristiana Mattos. “A loja também oferece um preço bom, mas a variedade é mais importante e é o que me motiva a comprar aqui”, diz. Saindo da mesma loja, Regina Sales, aposentada, foi atraída inicialmente pela vitrine, mas logo percebeu o principal diferencial da marca. “A vitrine chama a atenção, mas a variedade de produtos é o que me mais chamou a atenção”. Apesar do destaque dado às opções de peças de roupa oferecida pela Mercatto, a variedade pode acarretar em dúvidas. “Não comprei nada porque não achei algo que me interessou”, aponta.</p>
	<p><strong>Preço, atendimento&#8230;e concorrência</strong></p>
	<p>O fato de ter uma empresa concorrente atuando em um shopping center também é motivador de compra. Com a variedade de lojas do Riosul, a empresária do ramo de calçados, Ana Claudia, busca peças que possam servir de inspiração para suas futuras coleções. “Estou pesquisando lojas de calçados para lançar novos produtos”, conta.</p>
	<p>O bom e velho atendimento continua sendo um diferencial para os pontos-de-venda. Levar o cliente até a porta e tratá-lo com cuidado e respeito ainda traz resultados. É o que diz Jonas Filho, profissional de TI, ao sair da loja Opção com uma compra. “Tenho afinidade e já conheço a marca. A qualidade dos produtos é o grande diferencial. O atendimento eu não preciso falar. É nota dez”, resume.</p>
	<p>Na Lojas Americanas, o preço dos produtos foi o que motivou a compra da atendente Andrea Pereira. “Lá é mais barato”. Curiosamente foi a mesma opinião da publicitária Adriana Alves, ao sair da Zara. “Costumo comprar presentes lá por causa da qualidade e do design das roupas para crianças, mas o preço também me chama a atenção”, completa.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Marca própria. O consumidor gosta.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[agora as empresas começam a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas próprias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mat&eacute;ria que eu encontrei no &oacute;timo<a rel="nofollow" href="http://falandodevarejo.blogspot.com"  target="_blank"> Falando de Varejo</a>, do amigo Caio.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Estou trabalhando em um projeto que vai incluir uma linha de produtos de marca pr&oacute;pria e achei muito interessante colocar aqui, o ponto de cresimento e de aceita&ccedil;&atilde;o do mercado para isso.</span> </p>
	<p><strong><br />
Pesquisa da Nielsen aponta crescimento de 22% no n&uacute;mero de itens dispon&iacute;veis no varejo</strong></p>
	<p>As chamadas marcas pr&oacute;prias foram criadas por empresas do varejo na d&eacute;cada de 1970 e de l&aacute; para c&aacute; n&atilde;o param de crescer. Se antes o foco era apenas o pre&ccedil;o &mdash; em m&eacute;dia, at&eacute; 30% menores que os das marcas l&iacute;deres &mdash;, agora as empresas come&ccedil;am a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas pr&oacute;prias, desde produtos aliment&iacute;cios a eletroeletr&ocirc;nicos.</p>
	<p>O estudo da Nielsen (www.br.nielsen.com) mostra ainda que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o no Brasil consome produtos de marca pr&oacute;pria e que eles est&atilde;o cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Em 2009, as marcas pr&oacute;prias conquistaram cerca de 18,2 milh&otilde;es de consumidores, o que representa 49,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
	<p>&ldquo;Eu sempre olho o fabricante&rdquo;, conta o microempres&aacute;rio Marco Antonio Domingues. &ldquo;Por exemplo, eu compro sempre o &oacute;leo que uso para a fritura dos salgados em minha f&aacute;brica do Mercadorama ou do Big, que s&atilde;o fabricados pela Bungue, a mesma empresa que faz o Liza&rdquo;, diz.</p>
	<p>Domingues relata ainda que, na casa dele, usa mais produtos ainda de marca pr&oacute;pria, como material de limpeza, sorvetes, etc. &ldquo;O custo benef&iacute;cio &eacute; sempre mais interessante&rdquo;, conta. O microempres&aacute;rio, no entanto, n&atilde;o dispensa a pesquisa de pre&ccedil;os. &ldquo;As vezes, nas promo&ccedil;&otilde;es vale a pena comprar os produtos de marcas conhecidas&rdquo;, resume.</p>
	<p>Um estudo da Nielsen revelou que em 2009, houve um crescimento de 7% no faturamento em rela&ccedil;&atilde;o a 2008 o autosservi&ccedil;o. S&oacute; no setor supermercadista o faturamento chegou a R$ 158,5 bilh&otilde;es no ano passado.</p>
	<p>As categorias de marca pr&oacute;pria com maior faturamento, de acordo com o estudo da Nielsen, foram: leite ass&eacute;ptico, &oacute;leo vegetal e azeite, papel higi&ecirc;nico, arroz, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e biscoitos, feij&atilde;o, p&atilde;es e bolos, iogurtes e panetones. Juntas elas somaram R$ 786,9 milh&otilde;es em vendas no autosservi&ccedil;o.</p>
	<p>&ldquo;Esses dados mostram que, entre junho de 2008 e julho de 2009, no auge da crise, o segmento de marcas pr&oacute;prias cresceu&rdquo;, afirma Neide Montesano, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Marcas Pr&oacute;prias e Terceiriza&ccedil;&atilde;o (Abmapro) &mdash; (http://www.abmapro.org.br/).</p>
	<p>O grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car foi um dos primeiros a lan&ccedil;ar itens de marca pr&oacute;pria no Brasil em 1970. Em 2006, foi lan&ccedil;ada a Taeq, a &uacute;nica marca de bem-estar do varejo brasileiro. At&eacute; o final do ano, a linha receber&aacute; investimentos de R$ 10 milh&otilde;es para desenvolvimento de novos produtos.</p>
	<p>A Taeq tem um universo amplo que envolve cinco pilares de atua&ccedil;&atilde;o: Nutri&ccedil;&atilde;o, Org&acirc;nico, Casa, Esporte e Beleza. O portf&oacute;lio inclui mais de 1400 itens. No ano passado, o faturamento de Taeq registrou crescimento de mais de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007 e a previs&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero seja ainda melhor em 2009. Em maio de 2008, lan&ccedil;ou Qualit&aacute;, uma solu&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para o dia a dia que pode ser encontrada nos supermercados do Grupo. Ao longo desse ano dever&atilde;o ser introduzidos mais de 300 produtos.</p>
	<p><strong>Setor investe tamb&eacute;m em eletr&ocirc;nicos</strong></p>
	<p>No Walmart, em todo o Brasil, h&aacute; hoje mais de 12.000 itens de marca pr&oacute;pria, entre a &aacute;rea de alimentos e n&atilde;o-alimentos, incluindo a linha de eletroeletr&ocirc;nicos e t&ecirc;xteis (moda feminina, masculina, infantil e cama, mesa e banho). Os pre&ccedil;os s&atilde;o, em m&eacute;dia, 25% mais baixos que os das marcas l&iacute;deres.</p>
	<p>O mix envolve desde alimentos, como feij&atilde;o e a&ccedil;&uacute;car, a artigos de higiene e limpeza, como papel higi&ecirc;nico e amaciante, al&eacute;m de roupas e eletroeletr&ocirc;nicos. &ldquo;Estamos sempre analisando o mercado e procurando ampliar cada vez mais o mix dos produtos de marca pr&oacute;pria&rdquo;, explica Julia Pettini, diretora de Marcas Pr&oacute;prias do Walmart Brasil.</p>
	<p>O Walmart Brasil possui at&eacute; o momento 25 marcas pr&oacute;prias, sendo que a &uacute;ltima linha, de produtos saud&aacute;veis e nutritivos, foi lan&ccedil;ada em julho deste ano. Segundo Julia, &ldquo;s&atilde;o os esfor&ccedil;os voltados a oferecer qualidade e pre&ccedil;o acess&iacute;vel aos consumidores que garantem a credibilidade e fidelidade dos clientes, na compra dos itens de marca pr&oacute;pria&rdquo;. Carrefour &mdash; A rede francesa Carrefour disp&otilde;e de produtos marca pr&oacute;pria em diversos segmentos: alimentar, eletr&ocirc;nico, automotivo, vestu&aacute;rio, cama, mesa e banho, utilidade dom&eacute;stica, decora&ccedil;&atilde;o, pet, bebidas, entre outros. Ao todo s&atilde;o 1.400 itens segmentados.</p>
	<p>A Linha Viver &eacute; uma marca de produtos saud&aacute;veis composta por mais de 290 produtos, distribu&iacute;dos em seis categorias &ndash; light, diet, org&acirc;nicos, funcionais, &agrave; base de soja e zero. Eles t&ecirc;m a chancela da reconhecida qualidade Carrefour, pre&ccedil;os entre 15% e 30% mais baixos dos que os l&iacute;deres de mercado.</p>
	<p>A Garantia de Origem &eacute; um programa desenvolvido mundialmente pelo Grupo Carrefour que estabelece um padr&atilde;o de exig&ecirc;ncia e entrega de nossos produtos em n&iacute;veis al&eacute;m daqueles definidos pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. O G.O. faz parte do posicionamento da empresa de investir em produtos de qualidade diferenciada aos seus clientes, como: frutas, legumes, peixes, frutos do mar, carnes, aves, gr&atilde;os, cereais, leite, queijo e ovos;</p>
	<p><strong>J&aacute; em Bazar h&aacute; duas linhas:</strong></p>
	<p>A Casa &amp; Deco &eacute; a marca pr&oacute;pria do Carrefour para presentes, m&oacute;veis, aparelhos de jantar, jogos de panelas, inclusive de inox, faqueiros, utens&iacute;lios de cozinha e cutelaria. Com design diferenciado, os produtos se caracterizam pela alta qualidade e pre&ccedil;o baixo. Em m&eacute;dia, s&atilde;o 10% mais baratos do que os das marcas l&iacute;deres</p>
	<p>A Jardim &amp; Deco &eacute; uma linha completa de m&oacute;veis para jardim, varanda e piscina, com 80 refer&ecirc;ncias em m&oacute;veis, entre sof&aacute;s, mesas, cadeiras, carrinho-bar, ombrelone suspenso, banco e banqueta. H&aacute; m&oacute;veis em quatro op&ccedil;&otilde;es de materiais: madeira, bambu, ratan sint&eacute;tico e alum&iacute;nio.</p>
	<p>A Top Life &eacute; uma marca voltada para produtos de esporte e lazer, como: linha de futebol (bolas, luva de goleiros, bomba de encher pneu), acess&oacute;rios para muscula&ccedil;&atilde;o, linha de t&ecirc;nis de mesa (raquete, bolinha de ping pong), entre outros.</p>
	<p>A Top Bike &eacute; uma linha de bicicletas (masculino, feminina e infantil) e acess&oacute;rios para a pr&aacute;tica deste esporte, como capacete, luva, bomba, buzina, acess&oacute;rios de freio, entre outros.</p>
	<p>No setor t&ecirc;xtil a Tex &eacute; uma marca voltada para a categoria T&ecirc;xtil, com produtos voltadas para vestu&aacute;rio, moda int&iacute;ma e cama, mesa e banho.E no segmento de eletro, a First Line &eacute; uma linha de produtos focado em tecnologia com excelente custo x benef&iacute;cio. Produtos de inform&aacute;tica que possuem o objetivo de ter sempre o melhor pre&ccedil;o.</p>
	<p>Foram lan&ccedil;adas mais de 400 produtos de diversas categorias Alimentar, Higiene, Limpeza, Perfumaria, Seca (Mercearia), Liquida, PAS (Refrigerados e Congelados) e Perec&iacute;veis (A&ccedil;ougue, Peixaria, Frutas Verduras e Legumes, Salsicharia e Padaria). Para 2010 a expectativa &eacute; aumentar ainda mais o n&uacute;mero de itens.</p>
	<p>Fonte: AE</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Design do Brasil, o design brasileiro.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O Brasil pode assumir e criar relevância no design mundial por uma série de características. Basta transformar o discurso em verdade, amadurecer o setor e dialogar melhor com empresários”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>No Brasil – e no mundo – a crise econômica e a ascensão da classe C ao consumo foram fatores essenciais<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=3eK259b6c" alt="" /> para que o mercado percebesse que o consumidor já não é mais o mesmo: ele está cada vez mais exigente, em busca de produtos atraentes a preços baixos. Neste cenário, o design passa a desempenhar uma função estratégica e ser entendido como uma ferramenta fundamental para a diferenciação de marcas, produtos e serviços.</p>
	<p>O design de produto é utilizado em 89% das empresas brasileiras. Destas, 84% aumentaram a sua competitividade, enquanto 81% melhoraram a sua imagem. A grande maioria das empresas que investiram em design &#8211; 82% &#8211; também ampliou sua participação no mercado e cresceu. Já 76,5% ampliaram o faturamento e 78,5% aumentaram a qualidade de seus produtos.</p>
	<p>Estes são alguns dados presentes no estudo “Impacto do design no resultado das empresas”, apresentado na última semana durante a segunda edição da Brazil Design Week, em São Paulo. O levantamento feito pela Associação de Designers de Produtos, em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mostra a importância que o design representa hoje e é um avanço para o setor, ao reunir dados antes desconhecidos.</p>
	<p><strong>Design não é produto final<br />
</strong></p>
	<p>Para que o design brasileiro conquiste uma identidade própria e ganhe notoriedade internacional, é necessário ser compreendido como um processo que envolve o todo e não apenas um produto final. Também deve haver uma integração entre a cadeia de designers. Estes são alguns dos objetivos da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign).</p>
	<p>“A proposta da Abedesign é estruturar o setor, enquanto a Brazil Design Week tem como função integrar todos os players: os escritórios de design, a indústria, os agentes de fomento e órgãos governamentais”, explica Gian Franco, Coordenador Geral da Brazil Design Week e Diretor de Promoção da AbeDesign, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Gian lembra ainda que um momento de crise precisa de mais eficiência e, por isso, os designers devem buscar simplificar a proposta e entender com rapidez e criatividade a relação entre produtos e consumidores. “A função dos designers é conhecer os materiais, os processos produtivos e criar soluções para produtos mais baratos”, aponta.</p>
	<p><strong>Profissionais devem se integrar</strong></p>
	<p>Integrar os profissionais que compõem as diversas classes do setor também contribui para novas oportunidades no mercado. “Até hoje, há uma distinção entre os profissionais empreendedores e os prestadores de serviço. É essencial aproximá-los. O design prestador de serviços, como o das agências, tem muito a aprender com o design empreendedor, como o de moda, e vice-versa”, diz ao site Luciano Deos, sócio e Diretor de Criação da Gad Branding &amp; Design e Presidente da Abedesign.</p>
	<p>Essa relação é importante na medida em que – sejam prestadores de serviços ou empreendedores – todos estão construindo soluções de produtos e serviços e contribuindo para a formação da imagem de marcas brasileiras. A construção dessas imagens depende de um processo que ultrapassa a estética e, ao contrário do que muitos pensavam há alguns anos atrás, é papel dos designers.</p>
	<p>“O design deve ser completo e criar soluções que vão desde o processo de pensar e formular o produto, até a otimização dos materiais, a comunicação e a comercialização”, avalia o designer Ricardo Leite, Diretor da Crama Design Estratégico. Leite fala também sobre a importância de pensar como um designer. “Existem empresas focadas em design, como a Apple. Steve Jobs não é um designer, mas pensa como se fosse um, valorizando fatores como o apelo estético e a funcionalidade”, compara.</p>
	<p><strong>Fortalecendo o design nacional</strong><br />
O foco no design é uma característica recente. A virada aconteceu na década de 1990, quando houve a inclusão de computadores nas empresas e do mundo digital. Desde então, a tecnologia foi barateada e, atualmente, chega de forma expandida para o mercado, deixando de ser um diferencial. Este papel agora é exercido pelo design. Mas como o design brasileiro pode concretizar uma identidade e conquistar a competitividade internacional?</p>
	<p>Para Ricardo Leite, da Crama, as empresas brasileiras precisam investir em criações exclusivas e fugir da cultura da cópia. Também é importante que o design nacional não pareça uma caricatura. “O produto tem que ser de qualidade industrial, não é artesanato. Não adianta entender como um elemento folclórico, da arte popular”, ensina. Outro passo importante é o investimento capaz de gerar resultados. “Até commodities podem se diferenciar com um investimento. É o caso da Maçã da Turma da Mônica”, ilustra o designer.</p>
	<p>Uma das novidades deste ano na Brazil Design Week e outro impulsionador do design feito no Brasil foi a primeira edição da Brazil Design Awards, premiação que homenageia os expoentes do setor. Um dos diferenciais da iniciativa é que o prêmio funciona como um preview da produção nacional: os ganhadores serão subsidiados pela Abedesign, em parceria com a Apex-Brasil, nos prêmios IF Design, na Alemanha, e no Festival Internacional de Publicidade de Cannes, na França.</p>
	<p><strong>Tendências e futuro do design no Brasil</strong></p>
	<p>Outra boa notícia para o setor, também anunciada durante o evento, foi a decisão do BNDES de que empresas de micro e médio porte contarão com os benefícios do Cartão BNDES para a contratação de serviços de design. “O compromisso assumido pelo BNDES no evento é um importante avanço. Com a decisão, a expectativa é de que o faturamento das empresas de design triplique em três anos”, comemora Luciano Deos.</p>
	<p>O resultado do segundo ano de Brazil Design Week, aliado às perspectivas otimistas para o setor, mostra que o design brasileiro continua expandindo e conquistando reconhecimento. Para ampliar sua competitividade, o mercado deve continuar trabalhando na capacitação profissional e ampliando sua visão estratégica e mais coletiva, unindo governo, universidades, instituições e empresas.</p>
	<p>“O Brasil pode assumir e criar relevância no design mundial por uma série de características. Basta transformar o discurso em verdade, amadurecer o setor e dialogar melhor com empresários”, acredita Deos, da Abedesign. Para Gian Franco, o futuro contará com um design simples, como já vemos em alguns produtos. “A tendência maior é a simplificação. O iPhone é um exemplo claro disso: o da usabilidade”, explica.</p>
	<p>Os profissionais têm ainda outros dois desafios. A pulverização das informações deixou os consumidores mais exigentes. Os designers precisam encontrar soluções para produtos bons e atrativos com custo menor. Por outro lado, o mercado precisa se adaptar aos conceitos de sustentabilidade e promover o consumo sem afetar o planeta.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Agora, é a vez deles</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As classes C, D e E respondem por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado. Para entender os rumos do mercado que mais cresce no Brasil, o Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria especializada em estudos das C,D e E]]></description>
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	<div><span style="color: #888888;">Para quem ainda está pensando que a classe C pode ser ignorada e pretende trabalhar visando somente a classe média, cuidado. </span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles são muito.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles estão olhando.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles vão estar em todas as classes.</span></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div>As classes C, D e E respondem por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado. Para entender os rumos do mercado que mais cresce no Brasil, o Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria especializada em estudos das C,D e E, e o instituto de pesquisa Datafolha identificaram dez tendências de comportamento do consumidor emergente.</div>
	<div></div>
	<p><strong>10 TENDÊNCIAS QUE IMPACTAM UM MERCADO DE<span style="text-decoration: underline;"> R$ 760 BILHÕES</span></strong></p>
	<p><strong><br />
</strong></p>
	<p>1 – CONSUMO DE INCLUSÃO</p>
	<p>Diferente do cliente tradicional, a descoberta do consumo faz com que o mercado emergente desenvolva um jeito próprio e inclusivo de comprar. As marcas que forem didáticas e apresentarem esse novo universo de consumo terão a fidelidade das classes C, D e E</p>
	<p><strong>“Agora, eu escolho”</strong></p>
	<div></div>
	<div>2 – IDENTIDADE E AUTO-ESTIMA</div>
	<p>A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizará cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.</p>
	<div><strong>“Agora, eu tenho orgulho”</strong></div>
	<p>3 – ACESSO E QUALIDADE</p>
	<p>Com maior poder de consumo estas classes exigirão cada vez mais. Melhores produtos, melhores governos, melhor qualidade de vida. As marcas que souberem conjugar a melhor relação custo-benefício serão recompensadas com sua fidelidade.</p>
	<p><strong>“Agora, eu Posso”</strong></p>
	<div>4 – EDUCAÇÃO COMO INVESTIMENTO</div>
	<p>As famílias de baixa renda se conscientizaram que através da educação podem mais. De maneira muito funcional investirão cada vez mais na educação dos filhos pensando no próprio futuro.</p>
	<p><strong>“Agora, eu sei, faço e aconteço”</strong></p>
	<p>5 – JUVENTUDE E GERAÇÃO C</p>
	<p>Os atuais jovens da baixa renda são mais escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais. Formarão um novo perfil de cidadãos e consumidores que serão a maioria da população brasileira. O Brasil de amanhã será marcado pelas características dos jovens da atual baixa renda.</p>
	<p><strong>“Agora, tudo é do meu jeito”</strong></p>
	<p>6 – VAIDADE E BELEZA COMO INCLUSÃO</p>
	<p>Estar bem arrumada diminui as barreiras sociais que dificultam a inclusão da base da pirâmide. Com maior acesso aos produtos de beleza e aos tratamentos estéticos, novos padrões de beleza serão mais abrangentes e as marcas deverão estar atentas às novas tendências dessa maioria.</p>
	<p><strong>“Agora, eu sou mais eu.”</strong></p>
	<p>7 – NOVOS PAPÉIS, NOVA FAMÍLIA</p>
	<p>Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.</p>
	<p><strong>“Agora eu não dependo de ninguém”</strong></p>
	<p>8 – REDES, DICAS E BOCA A BOCA</p>
	<p>As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada às novas tecnologias e à disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.</p>
	<p><strong>“Agora, eu tenho mais meus amigos.”</strong></p>
	<p>9 – CAPILARIDADE E SEGMENTAÇÃO</p>
	<p>A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das empresas. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.</p>
	<p><strong>“Agora, tem mais do jeito que eu quero.”</strong></p>
	<p>10 – TECNOLOGIA COMO INVESTIMENTO</p>
	<p>A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso às informações antes restritas à minoria da população brasileira</p>
	<p><strong>“Agora, eu me conecto.”</strong></p>
	<div><em> </em></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div><span style="text-decoration: underline;"><em>Nota Metodológica</em></span></div>
	<p>O método analítico desenvolvido pelo Data Popular e o Datafolha parte da análise conjunta de dois grandes fatores:</p>
	<p>1 – DRIVERS DE FUTURO: São fatores referentes a um contexto macro-social. Funcionam como balizadores do comportamento. Permitem um nível de antevisão de suas conseqüências no futuro. (Macroeconomia, movimentos sociológicos e demografia).</p>
	<p>2 – PISTAS DE COMPORTAMENTO: Aspectos culturais, valores e comportamentos que determinarão a forma como esta população lidará com os balizadores apontados pelos drivers de futuro. As pistas são frutos da soma de três pilares:</p>
	<p>1 Pesquisas Continuas: Banco de dados de mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras.</p>
	<p>2 Análise de Especialistas: entrevista com “hubs populares” (manicure, dono de padaria, cobrador de ônibus, Professores, etc) e profissionais que lidam com esse público (Antropólogos, economistas, ‘pauteiros’ de mídias populares, etc).</p>
	<p>3 Monitoramento de Expressões Populares : Um detalhado monitoramento das expressões da cultura, da comunicação e do entretenimento (ditados populares, Letras de música, novelas, capas de revistas &#8230;)</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a>
</p>
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		<title>Aqui se faz, aqui se paga</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:56:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A frase é bíblica e o princípio é tão simples que qualquer criança entende: não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você. A dificuldade de colocá-lo em prática, entretanto, continua assombrando nossas vidas há milênios. Inclusive a vida das empresas, as relações de mercado, a lei de oferta e procura e a economia como um todo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=1cW327z12" alt="" />A primeira vez que ouvi falar em sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência eu estava na faculdade e lia um texto sobre as diferenças entre a sociedade americana e a européia.<br />
Falava sobre o modo de vida, cultura, maneira de enxergar a vida. A experiência de guerra da população. A questão do horário de trabalho. Perspectiva de consumo. Porque comprar algo novo se o meu atual me atende bem? Esse era o posicionamento Europeu&#8230;<br />
Já o americano, era comprar, comprar, comprar&#8230;<br />
Para vender mais, as empresas americanas buscavem o &#8216;mais barato&#8217;. Reduzir custos. Espremer fornecedores e&#8230; os empregados. Salários. Mandar produzir em outras partes do mundo, onde o custo fosse menor&#8230;<br />
Uma sociedade baseada  no &#8216;pagar menos&#8217;.<br />
Infelizmente, nossa sociedade, aqui no Brasil, seguiu essa tendência.<br />
Fácil saber por quê.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas será que não é hora de mudar?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que vamos até onde, aceitando menos porque queremos pagar menos?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Encontrei esse artigo do Paulo Ferreira no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.<br />
Faz pensar&#8230;<br />
Se não queremos que façam com a gente, com nosso trabalho, com nossos produtos&#8230; Porque insistimos em fazer com os outros? Porque mesmo vendo que é justo, insistimos em baixar mais um pouquinho&#8230;  Porque trocamos o profissional por outro mais barato, mesmo sabendo que aquele anterior, valia o que cobrava?&#8230; Porque não damos valor ao trabalho alheio e queremos que todos &#8216;doem o sangue&#8217; trabalhando para nós? Aquela velha conversa de &#8216;vestir a camisa&#8217;&#8230;<br />
Porque somos uma sociedade do &#8216;pagar menos&#8217; e não uma sociedade de qualidade e excelência?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, o principal, será que não podemos mudar??<br />
Será que não podemos melhorar??&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><strong>O preço mínimo e o princípio da reciprocidade</strong></p>
	<h4><em><span style="font-weight: normal;">Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale</span></em></h4>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">A frase é bíblica e o princípio é tão simples que qualquer criança entende: não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você. A dificuldade de colocá-lo em prática, entretanto, continua assombrando nossas vidas há milênios. Inclusive a vida das empresas, as relações de mercado, a lei de oferta e procura e a economia como um todo.</p>
	<p>Sempre que alguém diz que não ganha tão bem quanto deveria, me sinto tentado a perguntar “da última vez que o encanador te deu um orçamento, até que ponto você espremeu o preço?”. Do mesmo modo, sempre que um empresário fala da dificuldade em encontrar pessoas comprometidas, profissionais em nível de excelência, que façam mais do que o mínimo indispensável, sou tentado a perguntar “e quando foi a última vez que sua empresa concedeu um aumento que era mais do que o mínimo indispensável?”</p>
	<p>Sim, é o princípio da reciprocidade em ação. Infalível. Mais cedo ou mais tarde, você tem de volta exatamente o que entrega. Sempre vai ter o mínimo indispensável dos funcionários a quem você paga o mínimo indispensável. Mas a explicação disso pode ser bem menos nobre do que parece à primeira vista: numa sociedade permanentemente obcecada com a idéia de “pagar menos”, você está inserido como consumidor e também como fornecedor.</p>
	<p>Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale. Não se cogita trabalhar horas extras não-remuneradas. Não se cogita desvalorizar o trabalho do seu semelhante, porque na volta, isso vai desvalorizar o seu próprio trabalho. E aqui cabe uma ressalva importante: isso vale para os seus semelhantes, aqueles a quem você se compara e em quem se reconhece. Por isso, o princípio muitas vezes não é aplicado aos imigrantes dos países pobres: não se reconhece reciprocidade entre os que não são iguais. Mais ainda quando se trata de imigrantes ilegais: alguém que está ilegalmente num país deve esperar passar por abusos ilegais: novamente, é o princípio da reciprocidade em ação.</p>
	<p>Mas voltando ao tema: nas sociedades que realmente valorizam qualidade e excelência, não apenas o fornecedor não aceita ter seu preço aviltado: o consumidor espera um determinado preço e uma determinada qualidade condizente. A simples idéia de barganhar indefinidamente com um profissional deveria ser abominada pelos profissionais de serviços, todos eles. Mas pergunte a um publicitário brasileiro se ele não vai barganhar com o arquiteto ou o encanador na hora de comprar serviços &#8211; como um bom filho da nossa sociedade do preço mínimo, ele vai. E depois sofrerá exatamente a mesma situação na hora de negociar seu salário.</p>
	<p>Este é o resultado de viver numa “sociedade do preço mínimo”, obcecada por pagar menos e pela vantagem imediata do comprador. Esta é a sociedade e a economia que construímos para o nosso país. E as nossas exceções somente confirmam a regra: na hora de definir qual seria o médico a realizar a operação cardíaca do seu pai, você não iria ficar tão obcecado pelo preço mínimo, certo?</p>
	<p>Portanto, antes que possamos participar verdadeiramente do grupo de nações que lidera a economia ou criar impacto mundial com produtos e serviços que nascem da criatividade e da inovação, do trabalho intelectual de indivíduos e equipes de alto nível; temos que resolver o círculo vicioso criado pelas nossas “caríssimas” &#8211; em vários sentidos &#8211; filosofias do “preço mínimo” e sua companheira constante, a filosofia das famosas “soluções caseiras”.</p>
	<p>Somente quando estivermos dispostos a considerar qualidade e excelência como valores reais pelos quais devemos pagar diferenciadamente poderemos exigir este tratamento para nossos produtos e serviços. É o princípio da reciprocidade. Nunca falha.</span></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></span></span>
</p>
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		<title>Classe C. Existe uma fórmula?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:09:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.

Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=ebY4c6s18" alt="" />Mais um artigo falando sobre a atual &#8216;menina dos olhos&#8217; do marketing. A Classe C.  Seu recém restaurado e descoberto poder de compra.<br />
E o dilema perpétuo da última semana! Como atingir esse mercado relegado ao terceiro plano por tanto tempo??<br />
Um consumidor que sempre foi tratado sem atenção especial, que todos consideravam como um &#8216;carneirinho&#8217; que quando podia, comprava as marcas das classes A/B. Quando não podia, comprava o mais barato, sem preocupação com embalagem, design, posicionamento, marca ou qualquer diferencial.<br />
Resumindo: Classe C compra qualquer coisa. Basta ser barato! E, se sobrar um dinheiro, já estará &#8216;encantada&#8217; pelos apelos lançados as Classes A/B.<br />
Então, um dia, esta Classe C, com um poder de compra melhorado, começa a mostrar sua cara.<br />
Ela NÃO busca todas as mesmas marcas consagradas nas Classes A/B. Algumas ela busca. Mas por que estas marcas se apóiam em valores que ela, Classe C, reconhece como valiosos. Não pelos mesmos motivos que as Classes A/B.<br />
A estética é diferente! Nem tudo que as Classes A/B classificam como bonito é sucesso na Classe C.<br />
Eles tem valores próprios. Gostos próprios. Desejos próprios.<br />
São altamente ligados no custo/benefício de cada produto! E não hesitam em pagar mais barato entre dois produtos de mesma qualidade, desprezando a &#8216;marca famosa&#8217; pela marca nova SE a marca famosa não agregar nada na experiência de consumo&#8230; Ou, SE a marca nova, oferecer a mesma coisa&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eles são fiéis. Mas, não concordo que sejam &#8216;facilmente fidelizáveis&#8217;&#8230; Ao contrário. Buscam SEMPRE valor nas coisas. Isso significa que, se esse valor não existir REALMENTE, não vai seduzir.<br />
Nada de promoções, que dão um prêmio para um em um milhão&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O consumidor da Classe C é mais focado na realidade.  Mas, também se rende facilmente ao que deseja&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, o consumidor da Classe C é COMPLEXO!<br />
Tanto quanto o consumidor das Classes A/B.<br />
Talvez até mais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Assim sendo, absorva todas as informações sobre ele.<br />
Estude-o, conheça-o bem, se ele for seu público alvo!<br />
Assim como devemos conhecer nosso público, seja ele qual for. Com suas nuances, preferências e características.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, não acredite em estereótipos.<br />
Não acredite em fórmulas mágicas.<br />
Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eu estou postando o artigo porque ele fala de um case, da Procter &amp; Gamble, que acho excelente. O tipo de ação de &#8216;marketing do bem&#8217;. Claro que eles agiram visando lucro! Claro que foi uma ação buscando retorno!<br />
Mas AJUDARAM, APOIARAM, TENTARAM MELHORAR a vida das pessoas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h3>Como vender para a Base da Pirâmide</h3>
	<p>Seria possível excluir uma parcela da população brasileira que representa mais 50% do mercado? Pensando assim, a resposta parece óbvia. Mas somente há pouco tempo o interesse por clientes capazes de movimentar R$ 34 bilhões por ano está evidente. Trata-se do consumidor de baixa renda. No Brasil, este público é equivalente a 95 milhões de pessoas. No mundo, são quatro bilhões, o que corresponde a um consumo coletivo de US$ 5 trilhões anuais.</p>
	<p>Os números são claros. A base da pirâmide é capaz de movimentar o mercado. Por isso, o interesse que antes era focado apenas nas classes A e B, desloca-se para os consumidores de baixa renda. Atualmente, 10% dos gastos de publicidade destinam-se a este público, mas este cenário tende a mudar. O que fazer então para conquistar este consumidor?</p>
	<p>O primeiro passo é deixar de adaptar os produtos e criar novos. É o que indica Wander Meijer, CEO para América Latina da TNS, durante o evento The Next Four Billion – Marketing para a base da pirâmide, realizado na Casa do Saber, Rio de Janeiro, para clientes da empresa de pesquisa na última semana, ao qual o Mundo do Marketing teve acesso.</p>
	<p>Para o especialista, é preciso criar produtos que tenham o perfil deste público, para que ele se identifique. “O amor é um importante tema para o Marketing”, explica. A afirmação refere-se à importância que a família tem para este grupo social. Além disso, a cada 10 consumidores da base da pirâmide, seis dizem estar apaixonados. É necessário, também, que as empresas contribuam para o dia-a-dia destas pessoas. Um exemplo é o que a Procter &amp; Gamble fez na África. A companhia percebeu que 70% das internações em hospitais deviam-se à contaminação da água.</p>
	<p><strong>Como melhorar a vida do consumidor</strong><br />
Diante deste problema, a Procter criou um produto que purifica a água. Cada sachê custava US$ 0,1 e era capaz de limpar 10 litros. O projeto teve início no Kenya e tornou-se global, estando presente em seis países ao redor do mundo. Como resultado, o produto diminuiu em 50% os casos de diarréia, salvando 60 milhões de litros de água e melhorando as vidas de milhares de pessoas ao redor do mundo.</p>
	<p>Engana-se ainda quem acha que os consumidores esperam das marcas apenas preços baixos. “Eles querem relevância e qualidade. A importância que dão para a família faz com que desejem oferecer coisas boas. Eles se interessam também por promoções e prêmios”, diz o CEO da TNS. Por isso, produto bom é aquele que apresenta qualidade com preço acessível. Esta demanda aparece como uma oportunidade para as marcas próprias. “A confiança na marca é muito importante. Este consumidor não tem chance de comprar outra vez”, explica Meijer.</p>
	<p>Considerar suas equações de desembolso também é fundamental para conquistar os consumidores da base da pirâmide. É o que aponta Miriam Steinbaum, Diretora da TNS Research Internacional, durante o evento. Para a especialista, em primeiro lugar, as empresas devem conhecer bem a categoria onde estão inseridas e entender onde ela se encontra nas linhas de despesa. Apesar de grande parte do orçamento ser direcionado para gastos fixos como alimentação e moradia, as marcas devem convencer o consumidor de que o pouco dinheiro que sobra deve ser investido em seus produtos.</p>
	<p><strong>Preço precisa de justificativa racional</strong><br />
Para isso, é necessário entender que a percepção de preço é multidimensional. “Estes consumidores não enxergam os valores absolutos dos produtos. As contas que fazem com o mesmo dinheiro dependem do sentido de urgência e de recompensa. É fundamental que o preço tenha uma justificativa racional. Se é mais caro, deve dar uma percepção de status, desejo, necessidade e qualidade”, conta Mirian.</p>
	<p>As promoções também aparecem como um caminho para fidelizar estes consumidores. Mas elas devem estar de acordo com o perfil do cliente. O melhor é que sejam bonificações imediatas, como brindes. Já um programa de fidelidade, que exige um investimento a médio e longo prazo, é pouco mobilizador e pode gerar desconfiança. Ações como “leve três, pague dois” ou embalagens que investem no design e podem ser reutilizáveis ganham a preferência.</p>
	<p>Investir no ponto-de-venda também é essencial. O espaço é um ponto de contato, de encontro, aprendizado e descanso. “Muitas famílias entendem a saída para fazer compras como um momento de lazer, para fugir da rotina”, diz Mirian. Um exemplo é o Super Casas Bahia, que fez do ponto-de-venda um local para a diversão dos seus consumidores. Outro passo é estar próximo do público e desenvolver estratégias em canais de venda onde acontece a vida do consumidor.</p>
	<p><strong>Estratégias para conquistar a base da pirâmide</strong><br />
Além de estar próximo do seu consumidor, as marcas devem reforçar a auto-estima e gerar um sentimento de inclusão, de identificação. Entre as estratégias para conquistar este público estão: mostrar que conhece e entende o que ele enfrenta no seu dia-a-dia; criar empatia; falar de igual para igual, com uma linguagem mais direta e completa; usar pessoas, cenários e sentimentos que façam parte desta realidade; respeitar sua cultura, hábitos e sabores; fazer parte dos seus rituais e considerar os valores tradicionais como a família, a mãe como heroína, o lar e o empreendedorismo a partir de cases de sucesso vindos da própria base.</p>
	<p>Após entender e se aproximar deste público, resta inovar. Se as marcas entendem como o consumidor lida com uma renda tão apertada, devem trabalhar a motivação e a importância que sua categoria tem. Características como portabilidade, multi-funcionalidade, embalagem reduzida e fórmula concentrada podem ser o diferencial para que o cliente opte por uma determinada marca.</p>
	<p>Este grupo também deve ser segmentado. Entre os consumidores de baixa renda, é preciso compreender todos os seus grupos e encontrar aqueles em que a marca se insere. Não se pode esquecer ainda que algumas marcas premium são aspiracionais e que muitos farão um esforço para tê-las. Por isso, as empresas devem criar um senso de proximidade e familiaridade, além de agir com responsabilidade social.</p>
	<p><strong>10 dicas para atuar na Base da Pirâmide </strong><em><strong>(Fonte: TNS Research International)</strong></em><br />
<em>1) Considere suas (complexas) equações de desembolso</em><br />
Um pacote de arroz custa o mesmo que três pacotes de biscoito</p>
	<p><em>2) Ofereça produtos de qualidade</em><br />
Projete uma imagem de alto value-for-money e não de preço barato</p>
	<p><em>3) Pense nele ao desenhar suas promoções</em><br />
Ofereça bonificação imediata: vantagens são percebidas através de elementos muito concretos</p>
	<p><em>4) Reveja o papel do ponto-de-venda: um ponto de contato, de encontro, de aprendizado, de lazer</em><br />
O consumidor da base da pirâmide valoriza muito as saídas para as compras</p>
	<p><em>5) Gere identificação</em><br />
Demonstre que você o conhece, entende o que ele enfrenta no dia a dia; Crie empatia, mostre que vocês estão juntos para enfrentar seus desafios; Fale de igual para igual; Use pessoas, cenários, sentimentos que façam parte da sua realidade.</p>
	<p><em>6) Fale com ele</em><br />
A comunicação com a base da pirâmide pode exigir um ajuste de linguagem</p>
	<p><em>7) Considere seus valores tradicionais</em><br />
A família está no centro de tudo</p>
	<p><em> <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Inove</em><br />
Um produto, um serviço, uma tendência indica potencial de adaptabilidade se trouxer benefícios que podem ser transportados ou vivenciados em vários cenários</p>
	<p><em>9) Lembre-se dos jovens consumidores da Base da Pirâmide</em><br />
Com o acesso limitado a internet, a TV é o meio de comunicação mais importante e utilizado</p>
	<p><em>10) Conheça o seu consumidor e entenda como ele lida com uma renda tão apertada</em><br />
- Quais são suas motivações?<br />
- O quanto a minha categoria é importante para eles?<br />
- Qual a imagem que eles têm da minha marca?<br />
- Quais resultados esperam do meu produto/serviço?<br />
- Todas as sua necessidades estão sendo atendidas?</p>
	<p>Fonte do artigo:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul><li><a class="commentor" href="" >Elvis Brown</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2009/10/23/classe-c-existe-uma-formula/#comment-29" title="View the entire comment by Elvis Brown" >muito bacana mesmo este artigo...</a></li>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 18:44:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cenário contemporâneo é marcado pela convergência das mídias,  pela alta tecnologia e pela disseminação de vasta quantidade de informação. Pensando na conexão entre pessoas, marcas e meios, o  IBOPE Mídia apresenta o estudo inédito Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=68J6ecz00" alt="" />Já havia falado antes, durante a MaxiMidia, desse estudo/pesquisa do <a href="http://www.ibope.com"  target="_blank">IBOPE</a>.</span>

<span style="color: #888888;">Hoje, li um ótimo &#8216;resumo&#8217; da pesquisa feito pela <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a>.</span>

<span style="color: #888888;">Informações estratégicas, para quem pretende crescer e ocupar espaço em qualquer área daqui para a frente. Varejo, indústria, prestação de seviços&#8230; Tudo.
</span>

O cenário contemporâneo é marcado pela convergência das mídias,  pela alta tecnologia e pela disseminação de vasta quantidade de informação. Pensando na conexão entre pessoas, marcas e meios, o  IBOPE Mídia apresenta o estudo inédito Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência.

Destaque no MaxiMídia 2009, evento brasileiro do segmento , a pesquisa propõe uma reflexão sobre os impactos da chamada era do conhecimento. “A conectividade leva os usuários a um patamar de participação nunca antes imaginado. As personagens dessa nova história interagem, disseminam conteúdo, intervêm e opinam com muito mais vigor e velocidade”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia, destaca que o espectador transformou-se  em colaborador com a evolução  das formas de comunicação. “As pessoas reportam novidades e trocam informações, mas o que as diferencia é o potencial de influência e decisão em seu círculo de relacionamentos”, explica.

A exposição múltipla aos meios revela consumidores mais exigentes, bem informados e concorridos: 81% deles importam-se mais com a qualidade da informação do que onde a encontram. “O conteúdo torna-se o grande protagonista, independente da plataforma em que está exposto”, expõe Juliana. “Para conectar-se à nova realidade é necessário interagir com o tempo que é escasso, lidar com o volume de informações que é crescente, monitorar o padrão de consumo que é dinâmico e desvendar os desejos que estão cada vez mais singulares”, completa.

<strong>Informação</strong>

A pesquisa Conectmídia aponta que 53% das pessoas sentem-se pressionadas com a quantidade de informação disponível nos dias atuais. Junto ao público feminino, este índice é de 56%.

Dois terços da população, porém, afirma que conseguem absorver toda a informação e tecnologia disponíveis, principalmente, entre o público jovem de até 24 anos. “Transformar quantidade em qualidade e excesso em aprendizado são os grandes desafios”, destaca Dora.

<strong>Tempo</strong>

A interação com esse crescente volume de dados envolve questões como instantaneidade e tempo, elemento que estará, segundo praticamente metade da população paulistana (46%), escasso em 2020.  Na lista de limitações constam ainda recursos naturais( 81%), saúde (65%) e trabalho (56%).

A identificação com a frase “Sinto meus dias passarem muito mais rápido do que antigamente” é comum a 90% das pessoas. Entre as mulheres e jovens entre 25 e 34 anos, esse índice cresce para 93%.

A busca  da individualidade é determinada como resposta à fluidez e extinção do tempo:  86% gostariam de ter mais tempo para si.

<strong>Comportamento midiático</strong>

No que diz respeito ao consumo das mídias, 82% da população paulistana afirma dedicar-se a um meio de cada vez. Entre os consumidores jovens, porém, a convergência de outros meios com a internet é representativa: quase metade deles acessam a web enquanto assistem à TV ou enquanto ouvem rádio. Outra realidade latente para o público de 18 a 24 anos é o download de filmes e séries: 45% possuem esse hábito, contra uma média  de 22%.

Já o público adulto de 25 a 34 anos, além de ser mais preocupado com a qualidade da informação, destaca-se no consumo simultâneo de mídia impressa e televisão, e também de mídia impressa e rádio. “O consumo simultâneo de mídia é inevitável e já faz parte da rotina de uma parcela considerável da população. A sinergia entre os meios de comunicação é fundamental”, destaca Dora.

<strong>Consumo</strong>

Entre as necessidades que imprimem ritmo às mudanças no padrão de consumo, o celular tem papel fundamental. Na lista de itens mais importantes no dia-a-dia figuram como prioridade a televisão (77%), o telefone celular (70%), o computador com acesso à internet  (58%) e o rádio (46%), respectivamente.

Do total da população, 30% são a favor da propaganda no celular. “O aparelho celular firma-se cada vez mais como uma multiplataforma de comunicação”, afirma Juliana.

<strong>Jovens, internet e as redes de relacionamentos</strong>

Os relacionamentos pessoais são cada vez mais importantes na era da convergência e as redes sociais são  plataformas de grande expressão: 45% das pessoas acreditam que elas já fazem parte da rotina. Este índice sobe para 72% entre os jovens de 18 a 24 anos e 49% para o público masculino.

A preferência pelos relacionamentos virtuais em relação aos interpessoais é realidade para 16% dos consumidores, que concordam com a questão “Prefiro falar com meus amigos/ família/ colegas de trabalho por computador a falar pessoalmente”. Junto ao público jovem entre 10 e 17 anos, este índice é de 29% e dois terços deles utilizam regularmente serviços de mensagens instantâneas.

Entre as principais categorias comentadas pelos jovens na internet figuram: celular, eletroeletrônico, roupas, automóvel, vida saudável e alimentos.

<strong>Supermodernidade</strong>

Para compor a fotografia da supermodernidade, o estudo considera dois eixos que caracterizam o universo contemporâneo: informação e tecnologia, que ao interagirem com hábitos e comportamentos subdividem-se em quatro pilares: muita informação, pouca informação, alto nível de tecnologia e baixa tecnologia. A distância que separa um segmento dos outros é reflexo da predisposição em participar ou não do movimento contemporâneo.

O estudo também capturou quais os desejos dos públicos a partir dos perfis de informação e tecnologia. Os produtos de uso individual, por exemplo, figuram no topo do ranking dos indivíduos alta informação, alta tecnologia.

Acesse o estudo “Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência” na íntegra no site <a href="http://www.ibope.com/conectmidia"  target="_blank">www.ibope.com/conectmidia</a>.

Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/10/07/conectmidia-ibope-fala-do-consumo-na-era-da-convergencia/" title="Conectmídia. IBOPE fala do consumo na era da convergência 2009.10.7">Conectmídia. IBOPE fala do consumo na era da convergência</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/11/03/80-dos-brasileiros/" title="80% dos brasileiros... 2009.11.3">80% dos brasileiros...</a>(0)</li>
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		<title>Conectmídia. IBOPE fala do consumo na era da convergência</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 13:25:34 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- menu --><strong>Ibope apresenta pesquisa Conectmídia</strong>

<em>O estudo analisou os hábitos de consumo de mídia na era da convergência, destacando a transformação do espectador em colaborador</em>
<div id="msgLogin"></div>
<div id="textoT">

O Ibope Mídia aproveita a edição 2009 do MaxiMídia para apresentar a pesquisa &#8220;Conectmídia &#8211; hábitos de consumo de mídia na era da convergência&#8221; . Segundo Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia, o objetivo do estudo é propor uma reflexão sobre os processos de convergência, de como entender esses processos e maneiras de se comunicar.

Os resultados da pesquisa revelam que 81% das pessoas se preocupam muito mais com a qualidade da informação do que com os lugares em que elas estão sendo veiculadas, o que diminui a importância das plataformas, passando a colocar o conteúdo como protagonista desse processo.

Essa preocupação com a importância da informação é justificada pela grande quantidade de material disponível, o que acaba pressionando as pessoas a terem acesso a todos esse material, 53% dos entrevistados revelaram sentir essa pressão. Quando se considera somente o público feminino, esse percentual sobre para 56%.

Com todo esse turbilhão de coisas para absorver ao mesmo tempo, as pessoas são obrigadas a fazer escolhas e acabam indo atrás do conteúdo que mais lhe interessam e estão relacionados com o seu cotidiano, o que faz com elas deixem de atuar como meros espectadores e se transformam em colaboradores.

Outra característica importante revelada por Sawaia é que o consumo midiático não é predatório, as pessoas inserem outros meios, sem abrir dos que anteriores. O que faz a diferença nesse processo é ter uma boa plataforma 360°, é saber como se comunicar bem como esse público, bem informado.

O estudo mostra que a maioria da população, 82%, prefere acessar um meio de cada vez, mas quanto aos jovens a convergência é algo inevitável, acessando a web ao mesmo tempo que a TV e rádio. Outro dado interessante é que ao todo 30% das pessoas são a favor da publicidade no celular, sendo que esse número cresce para 45% quando os entrevistados são os jovens entre 18 e 24 anos.

A falta de tempo também é uma preocupação latente para 46% dos paulistanos quando questionados sobre os recursos que acreditam que serão escassos em 2020, além de citar os recursos naturais (81%), saúde (65%) e trabalho (56%). Essa preocupação acaba fazendo com que cresça a busca pela individualidade.
<p style="text-align: right;"><em>Aline Bellatti Küller</em></p>
<p style="text-align: right;"></p>

Fonte: <a href="http://www.mmonline.com.br/eventos/maximidia/2009"  target="_blank">MMOnline / MaxiMídia</a></div><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/10/13/mais-do-conectmidia/" title="Mais do conectmidia 2009.10.13">Mais do conectmidia</a>(0)</li>
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		<title>Relacionamento não é mais estratégia. É necessário.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:00:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você já se perguntou sobre a qualidade das perguntas que faz para seus clientes? A habilidade de questionar de maneira precisa e focada faz com que o profissional de vendas obtenha as informações necessárias para realizar uma boa negociação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Eu ia fazer uma introdução para este artigo e&#8230;. saiu o post anterior!<br />
Então não vou falar muito!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Gostei do artigo. Concordo com algumas coisas, discordo de outras&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas o último parágrafo&#8230; coloquei em negrito.<br />
Grifo meu.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura.</span></p>
	<p><strong><span id="H8">Você faz as perguntas certas para o seu cliente?</span></strong></p>
	<p>Você já se perguntou sobre a qualidade das perguntas que faz para seus clientes? A habilidade de questionar de maneira precisa e focada faz com que o profissional de vendas obtenha as informações necessárias para realizar uma boa negociação. O interesse genuíno pelas necessidades, desejos e motivações dos clientes possibilita a construção de uma rede de relacionamento sólida, na qual o sucesso não está apenas no ato de vender, mas, sim, no processo de satisfazer as pessoas.</p>
	<p>Para toda pergunta há uma resposta, correto? Agora, pense sinceramente sobre como as tem recebido. Será que você se esforça para ouvir o que seus clientes têm a dizer? Essa é uma prática fundamental para o profissional que deseja alcançar bons resultados. Conheço algumas pessoas que só adquirem produtos ou serviços com determinados vendedores, pois sabem que serão ouvidos e, além disso, que serão questionados de maneira inteligentes sobre suas necessidades e opções.</p>
	<p><strong>Albert Einstein já dizia que existem “perguntas tão boas, que não valem ser respondidas rapidamente”</strong>. Por isso, quando o vendedor faz uma pergunta para o cliente parar, pensar e depois responder, é sinal que o caminho está correto. Se o cliente dedicar uma atenção especial para apresentar o que realmente deseja e precisa, conseqüentemente o vendedor passará a ter mais valor e será mais fácil apresentar soluções para alavancar as suas vendas.</p>
	<p>Sempre que você estiver com dificuldades na comunicação com o cliente, reflita sobre o seguinte fato:<strong> a qualidade de qualquer resposta depende única e exclusivamente da qualidade da pergunta</strong>. O ser humano precisa de estímulo para agir, por isso, pense sobre as devolutivas que você obtém dos seus clientes. Como você anda estimulando as pessoas que o procuram para adquirir um produto ou serviço?</p>
	<p>Quando pensamos no cliente, receber uma pergunta de qualidade o ajuda a saber exatamente o que está precisando. Ele se sente importante e reconhecido durante a venda, por ter alguém o ajudando a sair do estado atual para o estado desejado.</p>
	<p>Podemos dividir as <strong>perguntas</strong> <strong>em quatro grandes grupos</strong>, cuja diferenciação é realizada a partir das estruturas usadas para formulá-las:</p>
	<p><strong>Fechadas </strong>– Geram respostas do tipo “sim” ou “não”. Como por exemplo: “Você gostou deste produto?”. Elas geralmente começam com “é” ou “não é”, “será” ou “não será” e podem ser aplicadas quando se quer verificar a compreensão de alguma mensagem, como em “Ouvi vocês dizerem que querem um carro quatro portas, cor prata e zero quilômetro, está correto?”. Quando queremos confirmar algo que não está muito claro também costumamos utilizar perguntas fechadas, tal como na pergunta a seguir: “Será que o senhor consegue enviar o contrato assinado até amanhã, às 12h00?”;</p>
	<p><strong>Abertas </strong>– Utilizadas para dar início a um assunto ainda não conversado ou para explorar algum tema mais profundamente. Normalmente, começam com “Como”, “O quê”, “Onde”, “Quando”, “Qual” ou “Quem” e não podem ser respondidas com um simples “sim” ou “não”. A sua função é de buscar informações e abrir portas. Geralmente, as perguntas abertas são as mais indicadas para estabelecer sintonia com o cliente no início de uma reunião ou quando se tem poucas informações sobre o processo da venda. Por exemplo, ao invés de utilizar “Pois não?”, utilize “Como posso ajudá-lo?”, “Como estão os negócios?” ou até mesmo a pergunta “Como vai?”. Você irá ter mais chances de compreender o que seu cliente realmente deseja, facilitando uma venda bem sucedida.</p>
	<p><strong>Diretas </strong>- Chegar à verdade, facilitar a negociação para o cliente, descrever as suas necessidades, desejos e, principalmente, entender verdadeiramente o que ele quer dizer são as funções das perguntas diretas. Exemplos clássicos desse tipo de questionamento são: “O que você deseja?” e “Qual a sua necessidade?”.</p>
	<p><strong>Manipuladoras </strong>– Esse grupo de perguntas tem como propósito levar o cliente a dizer aquilo que você quer que ele diga, conduzindo-o a um caminho pré-determinado ao longo de sua estratégia de vendas. Um exemplo disso é a pergunta clássica “Você realmente quer isso, não é?”.</p>
	<p>Evite utilizar a pergunta menos útil em vendas, “Por quê?”. Por exemplo, se você perguntar “Por que você comprou do nosso concorrente?”, a resposta será uma justificativa baseada em motivos. Além disso, quando um cliente disser: “Eu não acho que este preço está bom”, em vez de perguntar a ele “Por que não?”, pergunte: “O que você considera um preço bom?”.</p>
	<p><strong>A partir de hoje dedique mais atenção às perguntas que elaborar, fazendo questionamentos de qualidade, para você e seu cliente. Vivemos a era dos relacionamentos, ou seja, as pessoas não buscam mais apenas satisfazerem seus desejos materiais. Por isso, fazer com que seus clientes sintam-se importantes é mais do que uma estratégia, é algo necessário.</strong></p>
	<p style="text-align: right;"><em>Carlos Cruz</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com/"  target="_blank">HSM Global</a><em><br />
</em>
</p>
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