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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Ele não sabe o que quer&#8230; nem o que precisa!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:23:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Existe uma frase bárbara atribuída a Henry Ford que tangibiliza muito bem a essência desse artigo. Ford sentenciava que “se tivesse perguntado aos clientes o que eles queriam, teria inventado um cavalo mais rápido”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=39Yb85g87" alt="" /><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Absolutamente &oacute;timo artigo que encontrei no HSM Online.</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Imperd&iacute;vel, pelo case apresentado e pelos coment&aacute;rios.</span></p>
	<p>A segunda fase do processo comercial orientado para valor &eacute; a do diagn&oacute;stico. J&aacute; abordamos esse tema em detalhes no artigo &ldquo;Desvendando o significado do valor em vendas&rdquo;, por&eacute;m aqui irei trazer um foco mais orientado a um dos principais dilemas do processo comercial: como diagnosticar o valor almejado pelo meu cliente se, muitas vezes, ele mesmo n&atilde;o sabe o que deseja?</p>
	<p>Existe uma frase b&aacute;rbara atribu&iacute;da a Henry Ford que tangibiliza muito bem a ess&ecirc;ncia desse artigo. Ford sentenciava que &ldquo;se tivesse perguntado aos clientes o que eles queriam, teria inventado um cavalo mais r&aacute;pido&rdquo;. Note que essa frase foi dita pelo respons&aacute;vel pela massifica&ccedil;&atilde;o de um dos produtos mais bem sucedidos em vendas de toda hist&oacute;ria dos neg&oacute;cios: o autom&oacute;vel.</p>
	<p>Considerando essa realidade, como entender o significado do valor para meus clientes se eles n&atilde;o sabem o que querem? Uma vis&atilde;o mais reducionista tende a sintetizar essa resposta em uma frase: n&atilde;o ou&ccedil;a seu cliente, baseie-se na sua intui&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>Mas ser&aacute; que esse &eacute; o caminho? Todos os casos comerciais bem sucedidos, s&oacute; tiveram &ecirc;xito porque atenderam a uma demanda silenciosa de seus consumidores. Na realidade, a sa&iacute;da est&aacute; muito mais orientada &agrave; busca por novas formas de auscultar nosso consumidor do que pela decis&atilde;o de n&atilde;o ouvi-lo. Muitas empresas t&ecirc;m seguido esse caminho como, por exemplo, a Unilever que popularizou uma forma de pesquisa dos h&aacute;bitos do consumidor baseada na etnografia (m&eacute;todo proveniente da antropologia), que tem como principal orienta&ccedil;&atilde;o a busca pela &ldquo;vis&atilde;o de dentro&rdquo; de determinada comunidade.</p>
	<p>Com esse foco a Unilever tem se dedicado a internalizar seus executivos nas comunidades e lares de seus principais consumidores. O autor C.K.Prahalad estudou um dos casos origin&aacute;rios dessa pr&aacute;tica, que aconteceu na &Iacute;ndia, e traz boas refer&ecirc;ncias sobre como um diagn&oacute;stico adequado tem potencial para gerar uma estrat&eacute;gia comercial diferenciada e vencedora.</p>
	<p>Refiro-me ao reposicionamento do sabonete Lifebuoy no pa&iacute;s, liderado pela subsidi&aacute;ria da companhia na regi&atilde;o, a Hindustan Lever. O principal desafio do produto consistia em chegar a mercados inexplorados, compostos por consumidores de baix&iacute;ssima renda de Bangladesh. Realizada essa segmenta&ccedil;&atilde;o, o pr&oacute;ximo passo consistiu em fazer um diagn&oacute;stico que permitisse entender exatamente o que esse p&uacute;blico valorizaria em um produto com essas caracter&iacute;sticas.<br />
No processo de observa&ccedil;&atilde;o atenta do cotidiano dessas pessoas em suas comunidades foi identificado um aspecto que transformou-se na grande oportunidade para a companhia. Uma das doen&ccedil;as que causa mais impacto a comunidades carentes na &Iacute;ndia &eacute; a diarr&eacute;ia (30% dos casos de morte pela doen&ccedil;a no mundo acontecem no pa&iacute;s). A letalidade da doen&ccedil;a pode ser eliminada com um gesto bastante simples: lavar as m&atilde;os.</p>
	<p>Baseado nessa informa&ccedil;&atilde;o e considerando sua relev&acirc;ncia para a vida destas pessoas, a Unilever desenvolveu uma estrat&eacute;gia orientada a diminuir o impacto dessa doen&ccedil;a por meio de seu produto. O primeiro passo foi o desenvolvimento de um produto com um poder bactericida maior do que o convencional. Em paralelo, a companhia aliou-se a ONGs da regi&atilde;o para investir em campanhas sobre a conscientiza&ccedil;&atilde;o de se lavar as m&atilde;os.</p>
	<p>Faltava ainda o mais importante: como fazer com que os produtos chegassem &agrave;s m&atilde;os dos consumidores (literalmente). &Eacute; a&iacute; que entra outra a&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica de extremo valor baseada no diagn&oacute;stico preciso da rotina de seu p&uacute;blico-alvo. A Unilever identificou que nessas comunidades existe um agente de extrema import&acirc;ncia: a mulher. Via de regra, toda comunidade conta com uma l&iacute;der que tem acesso a praticamente todas as fam&iacute;lias, oferecendo amparo e auxiliando nas necessidades mais cotidianas.</p>
	<p>Tendo essa vis&atilde;o, a companhia desenvolveu um modelo de vendas diretas porta a porta (similar ao popularizado pela Avon), tendo como principal agente justamente essas mulheres l&iacute;deres em suas comunidades. Com isso a organiza&ccedil;&atilde;o conseguiu entregar dois valores importantes para estes personagens: por um lado o produto tem como foco erradicar uma doen&ccedil;a que causa um impacto profundo nas comunidades; por outro, gerou uma nova fonte de renda a esses cidad&atilde;os, fundamental para sua sobreviv&ecirc;ncia.</p>
	<p>Estima-se que um universo de 13.000 mulheres j&aacute; atinja 50.000 vilas em 12 Estados indianos com essa abordagem. Cerca de 15% do total de vendas rurais da companhia j&aacute; s&atilde;o de responsabilidade desse canal.</p>
	<p>Note que tudo teve in&iacute;cio com um entendimento apurado do universo do cliente almejado, aliado a uma vis&atilde;o acerca de suas demandas. Ser&aacute; que se a companhia tivesse perguntado diretamente a esses consumidores qual era o desejo deles, eles teriam verbalizado a solu&ccedil;&atilde;o dessa forma? Muito possivelmente n&atilde;o.</p>
	<p>Para realizarmos diagn&oacute;sticos de valor apurado n&atilde;o basta ouvimos nosso cliente. &Eacute; fundamental entrarmos no seu universo e enxergarmos o mundo com seus olhos. N&atilde;o se trata de tarefa f&aacute;cil, por&eacute;m &eacute; fundamental a busca por caminhos que tenham esse foco.</p>
	<p style="text-align: right;"><em><br />
Sandro Magaldi</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Online</a></p>
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		<title>Você sabe porque perde clientes?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:13:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser ''exclusivo'' e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d9W945hb2" alt="" />O <a href="http://www.twitter.com/@guiadaembalagem"  target="_blank">@guiadaembalagem</a> tuitou o link para este artigo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito bom, muito legal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claríssimo, ajuda a entender o significado e a importância de CRM para os que não sabem muito bem o que é isso e sempre ficam constrangidos em perguntar. Até porque, na hora de explicar, muita gente gosta de &#8216;dourar a pílula&#8217; e enrolar a explicação.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveite e enquanto entende o porque CRM é importante, repare em outros pontos vitais, como o atendimento, o PRIMEIRO atendimento; a necessidade de conhecer BEM os produtos e serviços, para oferecer com argumentação; a necessidade do pós-venda&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><strong><span class="fonte_geral_reforcada">Você sabe o que é CRM e suas aplicações práticas?</span></strong></p>
	<p><span class="fonte_geral"><br />
Para traduzir melhor a sigla CRM, vamos usar<em> Criando Relacionamentos Melhores</em>.</span></p>
	<p>Nesse novo cenário do Mercado Globalizado, existem alguns motivos pelos quais você perde um cliente.</p>
	<p>1% por falecimento,</p>
	<p>5% por mudança de endereço,</p>
	<p>5% por amizades comerciais,</p>
	<p>10% por maiores vantagens em outras organizações,</p>
	<p>14% por reclamações não atendidas,</p>
	<p>65% por indiferença de pessoal que os atende.</p>
	<p>O CRM veio suprir a necessidade de melhoria no atendimento ao cliente.</p>
	<p>Com um formato embasado com dados pré estabelecidos, que pode ser feito via pesquisa ou simplesmente por meio de dados dos clientes já cadastrados.</p>
	<p>Com estes dados, você consegue traçar o perfil e estabelecer uma linha de comunicação eficaz entre Cliente x Empresa x Cliente.</p>
	<p>O mais importante disso tudo, é que juntamente como o CRM, você utilizará de técnicas como <strong>APONTE</strong>, que baseia-se no seguinte princípio:</p>
	<p><strong>A</strong> &#8211; O primeiro atendimento ao cliente é essencial, afinal estamos cansados de ouvir que &#8221;A 1ª Impressão é a que fica&#8221; e nunca teremos uma segunda chance de causar uma boa impressão.</p>
	<p>Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser &#8221;exclusivo&#8221; e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.</p>
	<p><strong>P</strong> &#8211; Pesquise; Não basta apenas você atender o seu cliente de forma unica e exclusiva, se você não buscar entender qual a sua real necessidade.</p>
	<p>Existem vários tipos de clientes, todos nós sabemos muito bem disso, alguns falam diretamente o que precisam, embora muitas vezes acabam comprando outros produtos ou serviços diferentes do que ele acreditava ser sua necessidade, mas existem outros tipos de clientes, que deve ser explorado mais profundamente para que você entenda a sua necessidade e atenda-o nisso.</p>
	<p><strong>O</strong> &#8211; Ofereça: Uma vez que você já sabe a real necessidade do seu cliente e já o atendeu de forma personalizada, você deve oferecer a real solução para o mesmo. Quão desconfortável e frustrante você desejar algo e o vendedor &#8221;empurrar&#8221; outra coisa, o que é comum em lojas de calçados, farmácias, empresas de telefonia e conveniências.</p>
	<p>Por isso repito, quando digo &#8221;ofereça&#8221;, deixe de lado as metas que você deve bater uma vez que você sentiu que a necessidade do seu cliente é apenas um serviço. Não estou dizendo que você nunca deverá ofertar outros serviços que a sua empresa disponibiliza, longe de mim isso, mas quero deixar claro que você não deve empurrar de nenhuma forma serviços que são desnecessário, pois o resultado disso é extremamente negativo à Identidade Corporativa.</p>
	<p>Lembre-se: Ofertar é demonstrar com leve apelo determinado serviço, empurrar é semelhante à molestar ou lesar outrém.</p>
	<p><strong>N</strong> &#8211; Neutrazilar x Negociar: Uma vez que o cliente já sabe como será resolvido a sua necessidade, por meio dos serviços outrora ofertados por você, chega ao momento mais delicado e dinâmico da negociação; Neutralizar as Objeções e Negociar Preços.</p>
	<p>Neutralizar Objeções: O cliente nunca está satisfeito, ou a sua falta de segurança nas promessas passadas pela força de vendas que muitas vezes é falha (&#8221;gato escaldado tem medo de água fria!&#8221;), o cliente sempre ficará com um pé atrás ou com dezenas de dúvidas sobre o produto ou serviço, neste momento entre a decisão de compra e um &#8221;vou dar uma olhadinha por aí, qualquer coisa eu volto!&#8221; é que devemos pesquisar as dúvidas e neutralizar toda e qualquer objeção que houver com relação ao serviço ou produto ofertado.</p>
	<p>Negociar: Quando falamos em dinheiro, temos que ter consciência que é imprescindível não apenas ter a necessidade de determinado item, seja ele produto ou serviço, mas sim um agente motivador, para que o mesmo saia de sua casa em plena à Quarta-feira 23 horas para comprar um chocolate na Conveniência do posto que fica à seis quadras do seu apartamento. Isso é provocado pelo efeito da propaganda, mas devemos lembrar que muitas das vezes, fazem-se propaganda do produto e não do canal distribuidor do mesmo.</p>
	<p>Quando não deixamos uma margem de negociação, quando falo isso não penso apenas em valores, mas sim em pequenos detalhes que podem comprometer sua venda e ação da propaganda, corremos o risco eminente de não só perder um cliente, como fortalecer o seu concorrente, que muitas vezes basta atravessar a rua.</p>
	<p><strong>T </strong>- Tomar Iniciativa: Uma das grandes falhas cometidas pela força de vendas é ocasionada na Iniciativa de Venda ou Tomada de Decisão.</p>
	<p>Concordo que muitas vezes o cliente fica extremamente fechado para a tomada de decisão de compra, deixando muitos vendedores intimidados, mas os casos onde mais encontramos falha, é que dificilmente alguém consegue, se não estiver apto ao mercado, identificar qual o ponto exato de falar para o seu cliente olho no olho “Vamos assinar os papéis?”.</p>
	<p>O que acontece na grande maioria é a antecipação desse processo, o que gera um desconforto, aquele que você sente quando estão te empurrando algo que você não quer, acha que não quer ou acredita que não quer.</p>
	<p>O momento exato deve ser sentido, não existe uma regra básica nem um horário que deve se fechar uma negociação. O que posso dizer é que a partir do momento que não houver mais objeção e nem questionamentos sobre o produto/serviço, está faltando apenas a Tomada de Decisão para o fechamento do negócio.</p>
	<p><strong>E</strong> &#8211; Estenda Relacionamentos: A Maneira mais fácil de você estender relacionamento é implantar a idéia da Pós-Venda.</p>
	<p>Esse trabalho é crucial para a fidelização de clientes, bem como conseguir mais clientes por meio da propaganda boca-a-boca.</p>
	<p>É um processo um tanto quanto complicado para empresas que ainda não se habituaram com esse tipo de cultura, entretanto, é mensurável os resultados obtidos com o número de clientes satisfeitos, que se tornam muito mais do que clientes, mas amigos e captadores de novos clientes.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.agencia11.com.br"  target="_blank">Agência 11</a> e <a href="http://www.guiadaembalagem.com.br/"  target="_blank">Guia da Embalagem</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Posicione-se</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 13:36:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O posicionamento correto pode ser entendido como a arte de configurar a imagem da empresa e o seu valor em cada segmento de mercado, de forma que os clientes possam entender e apreciar o que ela proporciona ao compará-la com as ofertas de outras empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Muito Bom!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E sempre vale lembrar&#8230; o que vale para produto, vale para serviço. Até mais&#8230; o serviço é a diferença, né. Sua loja é seu produto.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Seu serviço, o atendimento da sua loja, o seu diferencial. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Seu nome, sua marca. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Cuide disso tudo. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">FUNCIONE e o sucesso virá!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Você acha que não???</span></p>
	<p><strong>Posicionar é preciso.</strong></p>
	<p><span id="lblDescricao">O posicionamento de um produto ou de uma marca refere-se ao lugar que ele/ela ocupa em um dado mercado. Para cada segmento e categoria, a empresa necessita desenvolver estratégias específicas que permitam a percepção clara pelo cliente da relatividade de preços e de qualidades entre suas marcas e produtos e aqueles da concorrência.</p>
	<p>Associada aos fatores tangíveis e funcionais, é interessante também uma avaliação das características cognitivas, afetivas e de tendência de ação, já que essa comparação é estabelecida na atitude mental do consumidor ao estabelecer essa diferenciação.</p>
	<p>Cores prata e preta representam perto de 50% da preferência dos compradores de automóvel, assim como sabores morango e chocolate têm percentual semelhante na escolha de sorvetes e balas.</p>
	<p>O posicionamento correto pode ser entendido como a arte de configurar a imagem da empresa e o seu valor em cada segmento de mercado, de forma que os clientes possam entender e apreciar o que ela proporciona ao compará-la com as ofertas de outras empresas.</p>
	<p>Muitas são as maneiras de uma empresa posicionar seus produtos. Ela pode escolher a posição de economia, como é o caso do Wal-Mart com seu “preços baixos todo dia”; ou a posição de alta qualidade, como é o caso das canetas Mont Blanc; ou ainda a posição de bons serviços, como é o caso da Air Emirates; ou mesmo a alta tecnologia, como é o caso da Intel. Essas características, porém, não podem ser escolhidas ou eleitas pelo simples desejo do empreendedor, mas devem estar associadas ao DNA da empresa e a sua aptidão inata, além de fazer parte da sua estratégia intencional de posicionamento.</p>
	<p>Assim, seja qual for a opção escolhida, todos os atributos devem estar afinados e sintonizados com a mensagem passada ao mercado. Qualidade dos produtos, preços, serviços, distribuição, colaboradores, treinamento, imagem corporativa e promoção devem ter uma transparência de propósitos.</p>
	<p>Muitas empresas possuem múltiplos produtos e a avaliação sobre posicionamento de cada um deles não pode ser ignorada, quando queremos entender o mix ótimo ofertado e a quem ele se destina.</p>
	<p>Considerações sobre linhas de produtos, benefícios na solução de problemas, posicionamento para ocasiões específicas de uso, atendimento de grupos (<em>clusters</em>) de pessoas com demandas semelhantes e categorias de utilizadores devem ser levadas em conta quando preparamos e desenvolvemos a nossa estratégia de ida ao mercado.</p>
	<p>A compreensão rápida de como o consumidor está nos percebendo permite correções de rumo, garantindo a compatibilidade entre o desejo e a nova oferta.</p>
	<p>Movimentar um produto da sua posição atual para uma posição ideal; desenvolver novos segmentos que permitam melhor identificação dos produtos no mercado; introduzir novos produtos, complementando a nossa linha e melhorando o mix; vislumbrar nichos de mercado que garantam a exclusividade e permitam margens diferenciadas; desenvolver uma nova tecnologia que nos distancie da concorrência.</p>
	<p>Produtos e marcas bem posicionadas podem proporcionar vantagens competitivas duráveis, criando barreiras à entrada ou ao menos retardando a entrada e o avanço da concorrência. Pense nisso e verifique se a sua empresa está nessa sintonia. </span></p>
	<p><em><span id="lblAutor"> </span></em></p>
	<p style="text-align: right;"><em><span id="lblAutor">Marcos Sardas</span></em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte:  GS&amp;MD<em><br />
</em>
</p>
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		<title>Nada é &#8217;somente&#8217; criatividade!</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 19:32:27 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">As pessoas tendem a pensar que ser criativo é ser &#8216;diferente&#8217;&#8230; </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ser criativo é encontrar soluções melhores. Melhores, no sentido de mais facilmente aplicáveis, que gerem um retorno mais rápido, maior ou preferencialmente tudo isso junto&#8230;</span></p>
	<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/stivy_malty_soares" title="Veja todos os artigos de Stivy Malty Soares" ></a></p>
	<p>Marketing é sempre associado à criatividade, o que não é incorreto afirmar. Porém, costuma-se esquecer que, além de criar imagem, o marketing é responsável pela adequação entre produto e mercado e, principalmente, pelo desenho e definição dos processos de vendas e retenção, com o objetivo de otimização de investimentos e amplificação de resultados.</p>
	<p>Marketing é mercado, não arte!</p>
	<p>Quando lanço em minhas apresentações comerciais as fases de desenvolvimento de bases de inteligência partindo do conceito de DBM (Database Marketing), as pessoas entendem que exista relação, uma vez que o processo de direcionamento das ações, formatando e levando o produto certo ao cliente certo, através do conceito visual, estratégico e tático, fazem parte do rol de atividades conhecidas do marketing.</p>
	<p>Porém, quando entramos no detalhamento dos processos de comunicação, nos processos de vendas e nos processos de retenção, é comum questionarem:</p>
	<p>- Mas o que o marketing estratégico tem a ver com o desenho de processos?</p>
	<p>- Tudo! Marketing é processo, mesmo quando o assunto é a etapa criativa!</p>
	<p>- Como assim? Criatividade não é iluminação!?</p>
	<p>- Não exatamente! Criatividade também é processo, o resultado de muito trabalho e o desenvolvimento de conceitos dentro de um “processo criativo”.</p>
	<p>A iluminação é o resultado prático obtido através do processo da aquisição de muita cultura, conhecimento teórico, entendimento do cenário e de técnicas de design.</p>
	<p>No próprio ambiente criativo, é comum afirmarmos que um bom trabalho de marketing é resultado de 10% de inspiração e 90% de transpiração… é muita mão na massa e “um toque” de piração, e não o contrário.</p>
	<h2>Mão na massa</h2>
	<p>Para ilustrar, vejamos como funciona o “processo criativo” de uma ação de vendas, usando como exemplo uma loja online (e-commerce).</p>
	<p>O primeiro passo é entender quais os objetivos da loja com a ação, para depois determinar os produtos certos que serão ofertados e, na sequência, definir para qual público serão direcionados e através de que meios de comunicação.</p>
	<p>Isso envolve a consultoria estratégica, de inteligência e de DBM.</p>
	<p>Definidos os produtos e o público, aí vem a etapa de criatividade, que será responsável pelo desenho das peças com base na definição dos produtos e do público. Cores e forma são o resultado da criatividade pautada por dados extraídos de processos, mas mesmo a disposição dos produtos e da comunicação nas peças tem muito mais influência da equipe de processos do que da equipe de design.</p>
	<p>Após o público ser ativado pelas peças desenvolvidas, vem o processo de acompanhamento de indicadores, métricas e resultados, para a determinação de quais os próximos passos viáveis, já mapeados pela equipe de processos de inteligência e de Customer Experience.</p>
	<ul>
	<li>Quais clientes responderam da forma prevista e quais não responderam?</li>
	<li>Quais os próximos passos para tocar o público de baixa resposta e quais os passos para buscar a conversão do público de alta resposta?</li>
	<li>Passada a etapa de ativação digital, seja via e-mail marketing ou website, qual o processo seguinte para garantir o melhor índice de conversão?</li>
	</ul>
	<p>Nos casos mais bem estruturados, existe a ação da central de televendas, que ajuda a identificar falhas no processo informativo e de convencimento das etapas iniciais, e ainda por cima amplifica o resultado das vendas no ato de contato com os clientes.</p>
	<p>Um bom processo de venda online, gerado através do conceito de marketing direto, inicia na ativação via e-mail, passa pelo conteúdo de apoio no site e finaliza com o televendas que, se muito bem treinado e acompanhado em suas etapas iniciais, chega a dobrar o resultado das vendas geradas pela fase online.</p>
	<p>Na prática, processos bem desenhados já ajudaram empresas do setor de seguros, cujos produtos são ditos “indesejados”, a obter resultados de até 30% de vendas sobre bases ativadas via e-mail marketing e finalizadas via televendas.</p>
	<p>Se isso é possível na venda de seguros, imaginem o que se pode conseguir quando se trata de produtos de varejo, eletrônicos e de gêneros de primeira necessidade! Por isso defendo que as ações de marketing direto, marketing de vendas e de marketing de relacionamento só têm bons resultados quando os processos são muito bem desenhados.</p>
	<p>Marketing é 90% processo e 10% criatividade. <strong> </strong></p>
	<p style="text-align: right;"><em>Stivy Malty Soares</em></p>
	<p>Fonte:<strong> </strong> <a href="http://webinsider.uol.com.br/"  target="_blank">[Webinsider]</a>
</p>
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		<title>P-A-C-I-Ê-N-C-I-A&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:34:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Consultor explica a importância da paciência na condução estratégica dos negócios. Confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A crise financeira mundial, representada simbolicamente pela quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, está prestes a completar um ano. Economistas apregoam cenários azuis, cinzas e até negros. As opiniões se dividem. Os otimistas dizem que a crise já é coisa do passado, os céticos<br />
que ainda é cedo para comemorar e os pessimistas que ainda há outro fundo do poço a se atingir.</p>
	<p>Independentemente de quem estiver certo, como estudioso de estratégias empresariais, posso avaliar algumas heranças deixadas às empresas e empresários que sofreram com este turbulento período. Em linhas gerais, posso dizer que a principal lição aprendida foi a da importância da &#8220;<strong>P-A-C-I-Ê-N-C-I-A</strong>&#8221; na condução dos negócios. A economia aquecida, o consumo desenfreado e a oferta de crédito abundante dos últimos anos fizeram com que ela fosse deixada de lado em muitas ocasiões. Vejamos então letra a letra o significado dessa estratégica palavra.</p>
	<p>Quem se ocuparia em planejar, numa situação em que qualquer produto oferecido era vendido aos milhares? Agora, com tempo de sobra e um cenário bem menos generoso, os gerentes avaliam os impactos causados pela retração econômica em sessões exaustivas de <strong>Planejamento</strong>. Coisa que havia ficado em segundo plano quando tudo ia tão bem.</p>
	<p>Vendiam-se a todos sem distinção. Construção, indústrias, varejo, comércio, ninguém tinha a preocupação em conhecer as características específicas de cada mercado. A crise, porém, afetou de maneira diferenciada os setores da economia, obrigando as empresas a <strong>Analisar</strong> as necessidades particulares de cada segmento.</p>
	<p>E quando só há boas notícias, só há um cenário, o otimista. Os empresários contaminados por este clima de bem-aventuranças se esqueceram de criar planos de contingências para eventuais mudanças de rumo. O vento mudou e as empresas tiveram que conviver com <strong>Cenários</strong> bem distintos dos que eram previstos. A lição que fica aqui é que, por melhores que as coisas estejam, elas podem mudar. Por isso, tenha sempre um plano B.</p>
	<p>Produtos medianos e serviços medíocres encontravam espaço para se manterem vivos. Com a diminuição da oferta, muitos já fecharam as portas ou o farão em breve. A <strong>Inovação</strong> através de produtos ou serviços é a chave da sobrevivência. Mas parece que muita gente se esqueceu disso. E agora sofrem.</p>
	<p>Para que um canal funcione de maneira adequada, os consumidores puxam as mercadorias, enquanto os fabricantes empurram. Com a chegada da crise, consumidores pararam de puxar enquanto fabricantes ainda empurravam os últimos pedidos, aumentando os estoques e a inadimplência dos canais. Os fabricantes aprenderam a duras penas que gerenciar <strong>Estoques</strong> é a única garantia de recebimento.</p>
	<p>Executivos deixaram carreiras consolidadas e posições confortáveis, aproveitando o bom momento para aumentar seu pacote de benefícios. Hoje alguns destes profissionais procuram novas oportunidades, considerando boa opção o salário que tinham na antiga empresa. Aqueles que mantiveram seu <strong>Networking</strong>, ou rede de relacionamentos, estão mais preparados para se recolocar em tempo de vagas magras.</p>
	<p>Viagens em classe executiva, jantares com clientes, confraternizações são luxos de um passado recente. O assunto do momento é o controle de <strong>Custos</strong>, sejam eles variáveis ou fixos. Apesar da redução nas contratações, controllers continuam em alta. Quem aproveitou, aproveitou.</p>
	<p>Outro assunto da moda são os <strong>Indicadores</strong>. Produtividade, cobertura de mercado, penetração, adoção, contas a receber, giro de inventário, retorno sobre investimento, prazo médio de pagamento, inadimplência. Ferramentas excelentes, reincorporadas à força ao vocabulário de muitos executivos não financeiros.</p>
	<p>No afã de venderem cada vez mais, muitas empresas se distanciaram do mercado e de seus consumidores.  Deixaram de perceber que as redes sociais são ótimas ferramentas para que as empresas estejam <strong>Antenadas</strong> com seu público-alvo, antecipando tendências e utilizando suas críticas e sugestões para corrigir a rota atual e até para descobrir novas. Tudo rápido e online.</p>
	<p>Por mais doloroso que tenha sido para alguns, a tal <strong>&#8220;P-A-C-I-Ê-N-C-I-A&#8221;</strong> foi crucial para a superação desse momento tão conturbado. Toda situação difícil sempre nos traz a oportunidade de aprender. Crises são ímpares para se refletir, analisar, tirar planos da gaveta, mudar. Aos que não quiseram aproveitar para amadurecer, só resta desejar que tenham <strong>&#8220;P-A-C-I-Ê-N-C-I-A&#8221;</strong>.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Marcos Morita</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Global</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Quanto seu cliente &#8216;acha&#8217; que vale, seu serviço ou seu produto?</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:19:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A importância de se diferenciar no mercado e oferecer preço justo. Segundo especialista, eis as estratégias vencedoras das empresas líderes de mercado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A qualidade dos produtos e serviços está vinculada ao valor percebido pelo cliente e as estratégias de diferenciação. Esta diferenciação por sua vez está atrelada à seleção de clientes e as estratégias diferenciadas de preço. Uma das estratégias ainda muito pouco explorada e que quase sempre define a opção de compra é o preço.</p>
	<p><strong>Poucas empresas estão dando à variável preço </strong>(mix de marketing), <strong>a importância que merece.</strong> A grande maioria acredita, ou pelo menos age como se acredita-se, que basta se igualar aos principais concorrentes, quando se trata do preço de venda de seus produtos e serviços, para continuar sobrevivendo e param por aí. Se você está preocupado com a crise e as ações da concorrência, leia este artigo, alguma coisa poderá aproveitar das nossas lições aprendidas.</p>
	<p>Para seu negócio sobreviver no meio de tantas ofertas e vantagens que seus concorrentes oferecem para seus clientes, <strong>é preciso criar e saber implementar estratégias diferenciadas de preço.</strong> E como criar essas vantagens competitivas?</p>
	<p>Recentemente um empresário perguntou como poderia fazer para sair de uma vez por todas das crescentes “guerras de preços”, pois já não agüentava mais baixar seus custos, comprometendo cada vez mais, a qualidade, o desempenho da organização e a sua própria sobrevivência. Em outras palavras a empresa estava se afundando cada vez mais.</p>
	<p>Nossa resposta: <strong>&#8220;somente através da diferenciação e dos custos controlados (não significa baixar custos arbitrariamente), é possível se erguer perante as empresas que sobrevivem apagando incêndios&#8221;</strong>. Estes são atributos que independente do tamanho e da época, sua empresa pode desenvolver gradativamente.</p>
	<p>Esta ponderação é confirmada por uma pesquisa realizada recentemente para achar o chamado <strong>Índice de Prestígio da Marca Corporativa</strong> (IPMC), onde foram avaliados cinco quesitos:</p>
	<p><strong>- Qualidade dos Produtos e Serviços,<br />
</strong><strong>- Admiração e Confiança,<br />
- </strong><strong>Responsabilidade Social e Ambiental,<br />
- </strong><strong>Inovação e</strong><br />
<strong>- Histórico e Evolução. </strong></p>
	<p>Além de avaliar o quanto cada marca se identificava com esses quesitos, os entrevistados definiram qual a importância que eles dão a cada um desses aspectos. A Qualidade dos Produtos e Serviços foi apontada – pelos próprios entrevistados – como o atributo mais importante. Isso mostra que, se o produto não tiver a qualidade desejada, não adianta mascarar a reputação com outros atributos. Isso é Valor percebido pelo cliente, significa Diferenciação.</p>
	<p>De uma forma geral na perspectiva do cliente, o núcleo da estratégia consiste na criação de uma proposição de valor sustentável envolvendo: preço, qualidade, disponibilidade dos produtos, sortimento, funcionalidade, serviço, parceria e a imagem da marca; e quando um empresário opta por conquistar cliente somente na base do preço, está praticamente indo pelo sentido contrário, pois não demorará muito não terá mais condições nem recursos, para defender seu IPMC (índice de prestigio da marca corporativa).</p>
	<p>Desenvolver a diferenciação e controlar os custos, não é tarefa fácil. Exige uma orientação profissional, uma liderança comprometida com resultados, uma metodologia testada e comprovada, o aproveitamento do potencial criativo e inovador dos membros da organização e as tecnologias da informação compatíveis. Nosso propósito neste artigo é passar algumas lições aprendidas em nossos trabalhos de consultoria, as quais consideram as três variáveis que influenciam na definição de preços que são: valor percebido pelo cliente, conhecimento dos principais concorrentes e gestão de custos eficaz.</p>
	<p>Em primeiro lugar, <strong>é preciso ter cuidado com estratégias baseadas em descontos e outros incentivos para alavancar as vendas.</strong> Se estas não forem criadas com conhecimento do quanto varia a lucratividade da empresa, sem objetivos e critérios claros, sustentados e integrados a um plano estratégico; podem provocar muitos problemas no futuro. <strong>A maioria dos problemas organizacionais e de desempenho fraco (ou negativo) tem sua origem em decisões impulsivas, arbitrárias e amadoras de seus líderes, assim como, pela falta de visão e reação oportuna às mudanças que todo os dias acontecem. </strong></p>
	<p><strong>A maioria das empresas simplesmente definem o seu preço de venda, baseado unicamente em seu custo de aquisição, acrescentando a este uma porcentagem arbitrária</strong>, aquela que lhe foi passada pelos ancestrais ou que vem aplicando desde que a empresa era pequena, e aí, chega um momento no ciclo de vida da organização, em que o dinheiro começa a escoar entre os dedos, não sabe para onde está indo, então não demora muito começa a pagar as contas com atraso, pois não tem a mesma disponibilidade financeira de antigamente. Por que será que isso acontece? A principal causa está no desconhecimento dos custos, muito provavelmente os custos fixos (e/ou variáveis) cresceram, absorvendo o que antigamente era o lucro, os quais mantinham saudável financeiramente a empresa.</p>
	<p>Um dos temas que tem se discutido muito nos últimos dias é a inovação na gestão e a sustentabilidade do negócio. <strong>Ter um negócio sustentável significa controlar diariamente os índices de lucratividade de cada um dos seus produtos e serviços</strong>, e para isso a eficácia e eficiência do modelo de apuração de custos joga um papel muito importante. Esta é a primeira área que deve ser avaliada e aperfeiçoada para ter condições internas de criar estratégias diferenciadas de preços.</p>
	<p>Por que hoje são <strong>mais importantes as estratégias diferenciadas de preço?</strong></p>
	<p><strong>- Clientes mais exigentes, por que estão melhor informados;</strong></p>
	<p><strong>- Concorrência globalizada da oferta de produtos e serviços;</strong></p>
	<p><strong>- Ampliação das opções dos clientes e dos concorrentes, através da Internet;</strong></p>
	<p><strong>- Pouca importância ao desempenho interno da organização e a gestão de custos;</strong></p>
	<p><strong>- Concorrentes mais agressivos;</strong></p>
	<p><strong>- Aproveitamento indevido (ou pobre) das novas tecnologias;</strong></p>
	<p><strong>- Aplicação de estratégias baseadas em crenças antigas, as quais não mais correspondem á nossa realidade atual;</strong></p>
	<p><strong>- A não identificação das causas reais das quedas em vendas.</strong></p>
	<p>As estratégias diferenciadas de preço é o modelo de gestão do negócio que parte de uma seleção de clientes, identifica e cria o que este valoriza e está disposto a pagar, re-organiza seus processos e custos, eliminando o que não agrega valor e investindo em estratégias inovadoras, que nascem da administração participativa e diretrizes identificadas no processo de planejamento estratégico.</p>
	<p>Para finalizar, considere o seguinte: <strong>seu concorrente pode colocar os mesmos preços e até um pouco abaixo dos seus, pode imitar as campanhas promocionais e de publicidade que você cria, pode inclusive treinar seus funcionários para melhoria do atendimento, pode comprar um software de última geração para a gestão do negócio, etc.. Agora, tem uma coisa que vai ser difícil de imitar: o controle dos custos. </strong></p>
	<p><em>Federico Amory</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Global</a>
</p>
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		<title>Quem presta atenção na embalagem?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:43:45 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[O estudo feito pela GfK, uma das quatro maiores empresas de pesquisa de mercado do Brasil e do mundo, que fez entrevistas com 1.500 consumidores, homens e mulheres, maiores de 13 anos, das classes A, B, C e D, representando a população de nove regiões metropolitanas do País: Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, indentificou:

Pessoas da classe denominada A1 são as que mais têm este hábito (38%), seguidas pelas das classes A2 e B1 (32%) e dos integrantes das classes B2 e C (29%);

Homens e mulheres também se comportam de forma diferente. Enquanto 32% das brasileiras afirmam ler os rótulos, 27% dos homens têm este costume;

No geral, 29% dos brasileiros lêem o rótulo dos produtos antes de sua decisão de compra. Existe variação deste comportamento nas diferentes capitais brasileiras. Os belo-horizontinos (43%), belenenses (41%), fortalezenses (39%), paulistanos (32%) e recifenses (30%) estão acima desta média, já os cariocas (26%), porto-alegrenses (20%), curitibanos (20%) e soteropolitanos (10%) têm uma preocupação menor com o assunto;

Analisando os entrevistados por faixas de idade, percebe-se que os adolescentes não têm este costume. Somente 23% dos compradores com idade entre 13 e 19 anos lêem o rótulo dos artigos antes de decidir sua compra, contra 28% dos consumidores de 20 a 29 anos. Os que mais têm este hábito (32%) são os brasileiros entre 30 e 39 anos e entre 50 e 59, seguidos pelos entre 40 e 49 anos (30%).

Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com" title="Clique aqui" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/br.hsmglobal.com');"  target="_blank">HSM</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/quando-a-marca-se-identifica-com-o-consumidor-regionalizacao/" title="Quando a marca se identifica com o consumidor. Regionalização. 2009.06.1">Quando a marca se identifica com o consumidor. Regionalização.</a>(0)</li>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:23:33 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[Que o consumidor brasileiro anda insatisfeito com o atendimento via Call Center, não é novidade. De acordo com o estudo 2009 Aspect Contact Center Satisfaction Index Caribbean e Latin America, estes consumidores consideram inaceitáveis suas experiências com contact centers. Apesar disso, a pesquisa aponta um índice geral de satisfação de 64%, pontuação mais baixa na América Latina e Caribe.

Outro dado do estudo feito pela Aspect, provedora de soluções de comunicação unificada, em parceria com a Leo J. Shapiro and Associates, mostra que os brasileiros que tiveram bom atendimento são 13 vezes mais propensos a fazer novos negócios com a empresa.

O estudo feito com 1.272 consumidores de países como Argentina, Brasil, Colômbia, México e Porto Rico, diz que 49% dos consumidores da América Latina e Caribe estão satisfeitos com sua última interação e que farão novos negócios com a empresa. Por outro lado, 80% dos consumidores insatisfeitos disseram que farão menos negócios.

Com relação à responsabilidade pela resolução dos problemas e acompanhamento feito por profissionais, os brasileiros deram aos contact centers a menor pontuação (68%), 7% menor que a média regional. A pesquisa mostra que os brasileiros dão as menores notas aos contact centers em mais atributos que outros consumidores de qualquer país. Para apenas 48% dos consumidores brasileiros as interações com call centers supriram suas expectativas contra 67% em média para consumidores da América Latina e Caribe.

Se comparado aos outros países pesquisados, o Brasil é o mais insatisfeito com o primeiro atendimento. Prova disso é que 35% dos consumidores tiveram suas consultas resolvidas em uma única interação contra 42% em média para os outros países. O estudo da Aspect englobou 84 gerentes de contact centers do Brasil, Colômbia e México. Para 78% deles, dois contatos são suficientes para resolver plenamente problemas contra 54% dos consumidores brasileiros.

<!--E-mail: thiago@mundodomarketing.com.br

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<p align="center"><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fUObOlokDyw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fUObOlokDyw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" mce_src="http://www.youtube.com/v/fUObOlokDyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>

&#8211;>Fonte:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
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		<title>Pacto pela sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:19:40 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[Esta semana a rede de hipermercados Wal-Mart está promovendo uma série de ações para o lançamento do Pacto pela Sustentabilidade, com o objetivo de propor que a empresa, especialistas e fornecedores trabalhem com o foco na preservação do meio ambiente. Para marcar o início deste &#8220;pacto&#8221;, nesta segunda-feira, 22, o consultor norte-americano Andrew Winston, autor do livro O Verde que Vale Ouro, falou à imprensa sobre as demandas e os desafios ambientais que as companhias enfrentam em tempos de crise. O encontro aconteceu na loja ecoeficiente do Wal-Mart, no Bairro do Morumbi, em São Paulo.

Segundo o especialista, que fez centenas de entrevistas com executivos em todo mundo para escrever a obra, &#8220;tornar-se verde? não é um gasto para as empresas. É muito bom em tempos de crise investir em sustentabilidade porque reduz custos, economiza petróleo, energia e dinheiro. Sem contar que cria um valor para a marca e vende mais&#8221;, destacou Winston, que também é diretor do Corporate Environmental Strategy Project, na Universidade de Yale, em Connecticut, EUA. <strong> </strong>Winston já ocupou cargos de gerência em marketing e desenvolvimento de negócios da Time Warner e Viacom.

Nessa terça-feira, 23, o consultor participa de um encontro em São Paulo com o presidente do Wal-Mart Brasil, Héctor Núñez  e com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que irá lançar no evento uma campanha nacional, com o apoio da rede varejista, pela redução do uso de sacolas plásticas. O nome da ação será &#8220;Saco é um saco!&#8221;.

Fonte: <a href="http://www.meioemensagem.com.br"  target="_blank">M&amp;M</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
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		<title>Consumidores seguindo marcas? Ou marcas seguindo consumidores??&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:05:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ao mesmo tempo em que o produto deixa de ser o único herói, a comunicaçao ganha importância e um novo papel. Mas tudo ainda é recente nesse novo mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Belo artigo do <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Marinho</a>, falando sobre o pensam os executivos de marketing das grandes marcas, sobre as mudanças que tem de haver no marketing e na comunicação das empresas, devido a mudança de foco. Agora, o consumidor manda. Ele já não segue. Tem de ser seguido &#8211; ou ao menos acmpanhado, porque ele não vai mudar o &#8216;caminho&#8217; dele, para seguir nenhuma marca&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E cada vez mais, está morrendo essa forma de pensar e agir que vem dos anos 60/70. Sai na frente, quem perceber isso primeiro.</span></p>
	<p>Executivos desafiados e algumas vezes confusos com o novo cenário surgido a partir da rápida e dramática transferência de poder para os consumidores. Essa foi a tônica do painel coordenado essa manha aqui em Cannes por Paul Woolmington, fundador da Naked, que contou com a participaçao de Andy Berndt, do Google, Jonathan Mildenhall, da Coca, e Stefan Olander, da Nike. Depois de ouvir a conversa franca dos executivos de marketing dessas 3 grandes marcas fica claro que a comunicaçao tradicional, que interrompe a rotina dos consumidores, será gradualmente substituída por aquela que acompanha a jornada das pessoas ao longo da vida, ajudando a resolver problemas, inspirando-as e reforçando seus valores e ideais. &#8220;Nossa inspiraçao vem do que acontece na vida dos nossos clientes&#8221; &#8211; disse Olander, da Nike. &#8220;O papel do Google é oferecer instrumentos para melhorar a vida das pessoas&#8221;, concordou Berndt.  &#8220;A Coca Cola vende ideais com os quais todos se identificam&#8221; &#8211; diz Mildenhall.</p>
	<p>Ao mesmo tempo em que o produto deixa de ser o único herói, a comunicaçao ganha importância e um novo papel. Mas tudo ainda é recente nesse novo mundo. A dificuldade em integrar as diferentes disciplinas e os diversos fornecedores, o fato de que os consumidores estao sempre em movimento e o receio de abrir mao do controle, transferindo para os indivíduos a iniciativa de ditar o tom de boa parte das conversas entre a marca e seus públicos, sao desafios que, por enquanto, ainda estao sendo equacionados.</p>
	<p>Ninguém falou da morte dos veículos tradicionais, da falência dos modelos publicitários atuais ou sobre qualquer outra teoria simplificadora. Mas todos concordaram que a liderança do processo mudou de lado e agora pertence aos consumidores. E isso muda um bocado o jeito de fazer marketing e comunicaçao.</p>
	<p><em>Luiz Alberto Marinho</em> em Cannes</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.bluebus.com.br"  target="_blank">BlueBus</a>
</p>
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