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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Conquistando públicos. Todos.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:04:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=c6Af34yca" alt="" />Dois artigos de uma vez só.<br />
Sobre um assunto importante.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O público interno.</span></p>
	<h2>Endomarketing: muito mais do que incentivo</h2>
	<h4>Mais do que motivação, o Endomarketing é realidade em empresas de todo o país. O que muitas não sabem é que um programa de incentivo está longe de ser definido como Endomarketing</h4>
	<p>Palestras motivacionais, café da manhã com o presidente da empresa, eventos e ações de incentivo. Para muitas empresas, estas atividades fazem parte das estratégias de Endomarketing. O que estas companhias não sabem é que o Endomarketing não se resume a ações isoladas, de emergência, motivacionais e para ser usada apenas em momentos de dificuldades.</p>
	<p><span id="more-724"></span></p>
	<p>De acordo com especialistas no assunto, o Endomarketing não é motivação. Para Cláudio Tomanini, professor da FGV, a empresa pode &#8211; e deve &#8211; estimular os funcionários e aqueles que acreditarem no programa estarão realmente motivados. Mas não é o bastante.</p>
	<p>Empresas como Google, Microsoft, Apple e Toyota, são conhecidas por possuir o Endomarketing em seu DNA. Estas companhias estimulam seus funcionários através de ações focadas no bem-estar deles o que, conseqüentemente, melhora a produção e a capacidade intelectual das equipes. Para as empresas, o perigo das ações motivacionais é a autonomia dada a um funcionário incompetente. Quanto mais motivado ele estiver, mas besteiras ele será capaz de fazer, aponta Cláudio Tomanini, da FGV.</p>
	<p><strong>Motivação como estratégia</strong></p>
	<p>O planejamento, portanto, é um dos princípios do Endomarketing. Não basta desenvolver ações para remediar um problema interno ou para aumentar a vendas temporariamente. “Isto é perda de tempo”, afirma Cláudio Tomanini, professor da FGV e palestrante da área de negócios e vendas. Identificar os pontos fortes e fracos dos funcionários é um começo para as empresas que buscam implantar este sistema.</p>
	<p>Para identificar virtudes e dificuldades entre os colaboradores ou serviços de uma empresa, basta usar ferramentas específicas que apontam o problema através de metas e resultados. “Precisamos desmistificar o conceito de que o Endomarketing é um evento de integração ou uma ginástica laboral”, diz Tomanini em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Na Fiat, o Endomarketing faz parte da vida não só do funcionário, como de sua família também. A montadora oferece festas de debutantes para as filhas de seus colaboradores e festas de bodas para aniversários de casamento. Além disso, a empresa oferece test-drive aos funcionários. Afinal, o colaborador é o primeiro cliente da montadora. “É responsabilidade das empresas responder às necessidades e estar preocupada com qualidade de vida dos seus colaboradores”, conta Tomanini.</p>
	<p><strong>Tecnologias ajudam</strong></p>
	<p>Um aliado importante do Endomarketing é a tecnologia. É inegável que as ferramentas que ela oferece ajudam a permear melhor a comunicação de uma companhia e, logo, a comunicação interna. Apesar do tradicional mural informativo ser válido, a intranet é a evolução desta comunicação.</p>
	<p>A tecnologia facilita e dá mais liberdade ao processo de comunicação e é disso que as empresas precisam, da conversa mais rápida entre as equipes e seus gestores. Para que a tecnologia facilite o processo de comunicação, é necessário que antes dela chegar seja planejado o que será feito com ela. “Não adianta fazer um café da manhã em apenas um dia. Planeje e saiba o que você quer. A ferramenta vem depois”, aponta Tomanini em entrevista ao site.</p>
	<p><strong>Comunicação integrada e treinamento</strong></p>
	<p>A grande responsável pela integração dos setores da Fiat com a comunicação da marca é a Intranet. De acordo com Marco Antonio Lage, diretor de comunicação corporativa da Fiat Automóveis, 95% dos funcionários estão conectados nesta plataforma, incluindo os oito escritórios da companhia no país. Esta ferramenta agrega as funções de lista telefônica, promoções, vagas internas, além do link “Fale com o Presidente”, onde qualquer funcionário pode se comunicar com o chefe.</p>
	<p>A comunicação da Fiat é baseada na comunicação integrada e na fusão de ações de responsabilidade social com os funcionários. O conceito e as ações de comunicação da companhia são discutidos por um comitê formado pela união de diversas áreas da empresa.</p>
	<p>O treinamento do funcionário também é essencial para uma boa estratégia de Endomarketing. Este ano, a Contém 1g, marca de maquiagem feminina, preparou uma ação para melhorar a comunicação com o consumidor final. A empresa investiu na capacitação das vendedoras e dos franqueados de todo o Brasil, com maquiadoras profissionais que dão treinamento a estes profissionais para melhorar o conhecimento deles sobre os produtos da marca. Em 2007, o projeto capacitou mais de cem vendedoras e quatro franqueados. Para este ano a empresa espera atingir cerca de setecentas pessoas.</p>
	<p><strong>Parceiros e terceirizados integram o Endomarekting</strong></p>
	<p>Não são apenas funcionários que podem ser integrados ao Endomarketing. Esta estratégia pode ser integrada com as ações de junto ao trade de cada mercado. A Golden Cross, por exemplo, desenvolveu uma ação para os parceiros comerciais e prestadores de serviço. A empresa lançará o Golden Care, um plano de saúde empresarial que terá um programa PhD de relacionamento com os médicos que fizerem atendimento aos pacientes deste plano.</p>
	<p>Médicos e corretores precisaram saber os detalhes do plano para passar com clareza aos clientes. Por isso, a Golden Cross desenvolveu ações para integrar os terceirizados e parceiros da empresa, com shows de artistas famosos. “É necessária a ação de Endomarketing porque o produto tem muitas informações que devem ser passadas de forma clara aos parceiros da empresa”, explica Marcio Victer, gerente de comunicação e marketing da Golden Cross.</p>
	<p>O programa PhD será permanente na Golden Cross e deve ganhar novos atributos ao longo dos anos. A Golden Cross pretende atingir um crescimento de 30% nas vendas só em São Paulo, e para isso a empresa investiu aproximadamente R$ 1 milhão neste programa.</p>
	<p><strong>DNA compatível como em uma família</strong></p>
	<p>Projetos como o da Fiat e da Golden Cross mostram que a motivação depende das características dos funcionários e não do Endomarketing. “Tem empresas que acham que uma estratégia de motivação é Endomarketing, mas não é. O Endomarketing é uma ferramenta que precisa de estudo antes de ser aplicada e de tempo para ser assimilada pelos funcionários”, aponta.</p>
	<p>Segundo Tomanini, na Disney os funcionários assinam contrato que atesta que o sorriso deles é natural. “A motivação depende se o DNA do funcionário está compatível com o da empresa. Os valores e princípios devem ser parecidos”, diz.</p>
	<p>Adepto a analogias, Tomanini compara um projeto de Endomarketing com filhos. Segundo ele, ser totalmente flexível transmite uma falsa liberdade que pode ser perigosa. É preciso impor regras e atribuir valores para os filhos assim como para os funcionários. “Tirar dez na escola é obrigação, por isso não se pode presentear. A mesma coisa vale também para os colaboradores”, completa.</p>
	<h2>Endomarketing envolve funcionários no cumprimento de metas</h2>
	<h4>Empresas usam técnicas de Marketing para incentivar e envolver seus colaboradores no negócio</h4>
	<p>O Marketing vem se especializando a cada ano em técnicas de envolvimento de consumidores. Em uma sociedade onde cada vez mais se exige um relacionamento com seus stakeholders para a propulsão dos negócios, um dos públicos mais importantes acaba não sendo muito discutido: os funcionários.</p>
	<p>É pensando nesses colaboradores e na sua importância no sucesso das empresas que muitas delas estão apostando no Endomarketing. A disciplina ainda gera uma certa confusão. Há aqueles que dizem que significa toda e qualquer ação de comunicação interna, enquanto há quem acredita que trata-se de ações de incentivo a funcionários.</p>
	<p>Para Analisa Brum, sócia-diretora da HappyHouseBrasil, agência especilizada na área, “quando a empresa repassa uma informação, utilizando canais oficiais, está fazendo Comunicação Interna. Mas quando, para repassar a informação, se utiliza de técnicas e estratégias de marketing como cor, frase de efeito, foto, materiais diferenciados, etc., está fazendo endomarketing”, define em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p><strong>Redes Centauro e ByTennis são clientes há dois anos e meio</strong></p>
	<p>A agência atua há mais de oito anos no segmento e hoje atende clientes como Renner, Santander, Souza Cruz e a Vale. O Grupo SBF, dona das redes Centaro e ByTennis, vem desde fevereiro de 2007 investindo em um programa que inclui diversas ações pontuais, como incentivo com grandes premiações e metas agressivas.</p>
	<p>Apenas no penúltimo programa de incentivo realizado, as Olimpíadas SportCard, foram entregues na grande final três carros aos ganhadores. O SportCard é o produto financeiro do Grupo SBF e o objetivo do programa foi aumentar a base de cartões aprovados, através da força de vendas das equipes de loja, reconhecendo os melhores vendedores.</p>
	<p>Uma ferramenta de comunicação interna criada foi o Fórum Lance Livre que, inspirando-se nas redes sociais da internet, promove o intercâmbio e a busca de informações entre os colaboradores da empresa sobre assuntos corporativos e informações técnicas de produtos. A ferramenta ainda tem a vantagem de possuir um moderador para cada assunto, que acompanha o que é publicado.</p>
	<p><strong>Trabalho começou ouvindo os próprios funcionários<br />
</strong></p>
	<p>No Grupo SBF, o trabalho começou do zero. A empresa primeiro ouviu seus colaboradores. A partir dos resultados desse diagnóstico, foi implantado um processo de Comunicação Interna que incluiu campanhas de endomarketing, entre elas de Marketing de Incentivos, de benefícios e outras.</p>
	<p>“Ao informar, integrar, facilitar e realizar a troca de informação entre os colaboradores e a empresa, construímos um sentimento de lealdade e, assim, criamos um relacionamento que compartilha objetivos, expectativas e responsabilidades”, ressalta Patrícia Melo, gerente de comunicação interna do Grupo SBF.</p>
	<p>O trabalho da HappyHouseBrasil começa sempre com diagnóstico e planejamento. Depois, na continuidade do processo, se responsabiliza pelo planejamento, criação, produção e logística de tudo o que o cliente faz em nível de Comunicação Interna. Para o Grupo SBF, além de fazer todas as campanhas internas, a agência é responsável pelo informativo Torcida SBF e pelo jornal interno Campo de Notícias, através do Núcleo Editorial da HappyHouseBrasil.</p>
	<p><strong>Dedic usa datas festivas para incentivar funcionários</strong></p>
	<p>A Dedic, empresa de contact center com mais de 18 mil funcionários, prefere delegar a si mesma as tarefas de endomarketing, sem a necessidade de agências especializadas. A companhia investe 13% de sua receita em iniciativas destinadas a treinamento e educação. Uma das ações de maior sucesso e expectativa, que desde 2007 convida os filhos dos colaboradores para conhecerem o ambiente de trabalho de seus pais, entregando inclusive brindes e prêmios para os pequenos.</p>
	<p>Recompensas e mimos para os colaboradores são comuns em datas festivas, como Dia das Mães, quando a empresa deu vale-presentes de R$ 200 para os criadores das 10 melhores respostas em um concurso cultural, ou no Dia do Operador de Telemarketing (4 de julho), quando entregou a seus 18 mil colaboradores balas de chocolate em um frasco personalizado contendo uma mensagem da empresa.</p>
	<p>O objetivo de ações como essas, muitas delas propostas pelos próprios colaboradores, é reforçar os valores da empresa que acredita e aposta em seus funcionários. Com isso, as operações em que as campanhas são mais focadas no colaborador, apresenta os melhores resultados. “Endomarketing é envolver os funcionários com os desafios do seu negócio, fazer com que ele se sinta importante. É muito além do que simplesmente motivar”, diz Ludymilla Mattedi, Gerente de Marketing da Dedic.</p>
	<p>“Hoje os colaboradores são mais informados sobre o negócio da empresa, sua história e objetivos, são mais participativos nas ações e programas, e mais orgulhosos por fazerem parte de uma empresa grande e inovadora. Desta forma, caminham na direção mais alinhada aos objetivos empresariais”, comenta Patrícia, da SBF.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomaketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>80% dos brasileiros&#8230; - ... gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:29:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=42I3e8bcc" alt="" />Ótimo artigo no HSM, falando sobre o impacto que se pode obter nas vendas online utilizando as redes sociais.<br />
Leitura importante.<br />
Na minha opinião, e todo mundo já sabe disso, quem não estiver construindo relacionamentos com os seus mercados estará fora do jogo rapidamente. Não existe muito espaço mais para quem se comporta segundo critérios do século passado. Nem mesmo os focados no &#8216;preço baixo&#8217; conseguirão se manter sem construir relacionamentos e links sociais com os seus mercados&#8230;</span></p>
	<p>Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais</p>
	<p>O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.</p>
	<p>Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.</p>
	<p>E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.</p>
	<p>O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita: os próprios consumidores se encarregam de divulgar a loja para sua rede de contatos. Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na web 2.0.</p>
	<p>&#8220;Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez&#8221;, comenta Adolpho.</p>
	<p>Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.</p>
	<p>Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.</p>
	<p>Da mesma forma, opiniões negativas se propagam muito mais depressa e podem gerar uma péssima publicidade para as marcas que não estejam atentas à divulgação de seu nome e produtos na internet. Portanto, quem deseja investir no comércio social deve procurar conhecer bem as ferramentas disponíveis e atuar com transparência junto ao consumidor.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM Online</a>
</p>
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		<title>O pequeno/médio varejo e seu ecossistema que nivela, iguala, achata e busca manter todos no século XX</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 15:07:20 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Converso e discuto muito com meus clientes de varejo, sobre atendimento, sinalização de loja e pequenos detalhes de comunicação. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">São tema complexos e que na minha opinião não são encarados com a devida importância pela maioria.<br />
- A maioria chama atendimento de &#8216;vendas&#8217;, sem notar que vender é <span style="text-decoration: underline;">parte de atender</span>. E não o todo.<br />
- Não acha sinalização de loja importante porque &#8220;<em>a loja é pequena, quem entra já vê tudo onde está</em>&#8220;. E se o cliente não souber muito bem o que ele quer? E se o atendente estiver ocupado?<br />
- Preço é preço. É só etiquetar. Etiquetas grandes só na vitrine ou em promoção. É assim que todo varejo funciona&#8230; De preferência, um preço que termine em &#8230;9,99, certo??<br />
- Pra quê criar material promocional específico da loja?? O fornecedor tal, ofereceu várias coisas&#8230; Claro. Assim, ficamos igual a loja ao lado.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Veja, estamos em um momento de mudança. Cisão com antigos paradigmas.<br />
E a grande maioria do pequeno/médio varejo no Brasil, ainda atua com parâmetros de 30, 40 anos atrás.<br />
Imaginando que o consumidor ficou parado no tempo e ainda age, pensa, deseja, decide como fazia nas décadas de 60, 70. E estou falando das grandes cidades. Não do interior.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro, existe todo um &#8216;círculo vicioso&#8217; que leva o pequeno varejista nessa direção. Desde o momento que ele decide abrir a loja, a roda começa a girar querendo leva-lo a ser &#8216;mais um&#8217;.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Começando por uma grande quantidade de <span style="text-decoration: underline;">fornecedores</span>, disfarçados de &#8216;<em>consultores</em>&#8216;.<br />
O cara faz o projeto da loja, se o varejista comprar os equipamentos com ele.<br />
Outro, faz a &#8216;logomarca&#8217; &#8211; existem poucas palavras que me façam enjoar tanto quanto essa&#8230; &#8211; se imprimir os &#8216;panfletos&#8217;.<br />
Outro, faz a &#8216;arte do letreiro&#8217; se ele colocar o mesmo.<br />
Ainda temos o forneedor das sacolas e de outras áreas de loja, específicas de cada tipo de varejo&#8230; Todos com &#8216;serviços agregados&#8217;, para fazer da loja do cliente, uma salada de frutas.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Todos, sempre, querendo usar os serviços para &#8216;agregar valor&#8217; nos seus produtos.<br />
Tudo muito bonito, tudo muito bacana. SE este tipo de serviço estivesse mesmo agregando valor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Depois, ainda tem os propagandistas dos produtos, que chegam colando cartazes, impondo o local onde deve ficar isso ou aquilo. Já vi propagandista &#8211; ou se preferir, representante &#8211; de uma marca COBRIR o display de outra sem o lojista ver&#8230; Já ví mudarem vitrines!!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Cercado de tanta &#8216;ajuda&#8217; gratuita, tanta &#8216;parceria&#8217;, o quê resta ao varejista? Aceita tudo! Nem pestaneja!! Em tempos e vendas difíceis, ele precisa &#8216;economizar&#8217; tudo que for possível apra manter os níveis de ganho, de retorno! </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Crescer, nem pensar né&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O próximo passo é contratar vendedores! Mas, que saibam vender! Induzir! Forçar os produtos nos clientes&#8230;<br />
Repare, quantas vezes se fala em atender? Em ajudar? Em conhecer? Em criar vínculo² Em relacionar-se, com o cliente?<br />
Poucas? Nenhuma?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pois é, nesse círculo vicioso, vão se construindo pequenos comércios focados em &#8216;musculatura&#8217;, quer dizer, uma loja apinhada de produtos, desconfortável, onde o cliente é incapaz de se movimentar sozinho. Fica totalmente a mercê &#8216;daquele que pergunta&#8217; p<em>osso ajudar?&#8230; pois não?&#8230; procurando alguma coisa?</em>&#8230; Onde o cliente entra, querendo sair. Lojas separadas do público por vitrines socadas, por proibições <em>&#8220;não mexa&#8221; &#8220;não toque&#8221;</em>. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E o varejista, encastelado atrás do caixa ou no seu escritório &#8211; no mezanino &#8211; mantém a &#8216;prudente&#8217; distância do cliente &#8211; para evitar pedidos diferenciados? Ou por que? &#8211; é mimado por estes fornecedores todos, com brindes, almoços, jantares, ofertas de RMA, descontos e prazos diferenciados de pagamento&#8230; Afinal, esse tipo de varejo, alimenta toda uma &#8216;cadeia alimentar&#8217;. Um estilo de fornecedor que ao longo dos anos, especializou-se nesse varejo. Com seus representantes &#8216;pau pra toda obra&#8217;, que sempre tem algo &#8216;campeão&#8217; para o seu cliente&#8230;<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Esse é o caminho percorrido.<br />
Nesse momento, o varejista está na maior parte das vezes, em apuros. Vende pouco. Ganha pouco. Faz esforços enormes, para manter seu negócio. Lucro quase zero. Crescimento?? Nem em sonho &#8211; porque projeto não tem mesmo&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aí, ele tenta encontrar quem possa ajudá-lo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, ao ouvir desse, que ele julgava ser um agente de melhora, que &#8220;está tudo errado!&#8221;, &#8220;tem e mudar tudo!&#8221;, &#8220;tem de reformular a loja!&#8221;, &#8220;rever o mix de produtos, focando seu público!&#8221;, &#8220;refazer a MARCA!&#8221;, &#8220;mudar a imagem!&#8221;, &#8220;modificar a forma da equipe trabalhar junto aos clientes!&#8221;&#8230; &#8220;Tem de criar serviços e agregar valor aos produtos com estes serviços!&#8221; &#8211; mas focando estes serviços na necessidade do cliente e não na necessidade do varejista. Alterar pequenos detalhes que não tem razão de ser e estão ali por pura inércia, pela pior de todas as desculpas: &#8220;todo mundo faz assim&#8221;.<br />
Ele se desespera, chama o profissional de maluco. Repete mil vezes, que o profissional, quer fazer as coisas diferentes de todo mundo! Como se isso fosse um xingamento&#8230; Se revolta e quase tem um ataque. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, o que ele esperava??<br />
Um folheto milagroso, que enchesse a loja de clientes sorridentes e dispostos a pagar bem, pelos produtos que ele encontra em outros lugares, por preços melhores com com melhor atendimento ou com entrega a domicílio ou que oferece instalação ou <em>qualquer-outro-serviço-que-agregue-valor-REAL-ao-produto</em>?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não existe mágica.<br />
Existe conhecimento do mercado, dos clientes, do produto.<br />
Pesquisa<br />
Estudo de diferenciais.<br />
Estudo de imagem.<br />
Definição e criação de diferencial. Aqui é onde entra a tão falada &#8216;criatividade&#8217;&#8230; DEPOIS do estudo, da pesquisa, do conhecimento&#8230;<br />
Trabalho, trabalho e trabalho&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Trabalho do profissional, do consultor, e trabalho do varejista!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ok. Pintei um cenário extremo. Nem tanto, mas vamos dizer que sim&#8230;<br />
Porém, a imensa maioria do pequeno/médio varejo se encaixa em grande parte desse cenário &#8211; ou em todo, com variações de intensidade.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Passando pela porta, já dá para perceber.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, cada vez mais, será difícil para esse pequeno varejo concorrer sem estar preparado para isso. Preparado para o novo consumidor, com suas novas necessidades e vontades. Preparado para encontrar seu lugar, entre as grandes lojas, o e-commerce, os shoppings, a insegurança das pessoas, as concorrências, o excesso de informação, as guerras de preço &#8211; alguem me explica&#8230; PORQUE iniciar uma guerra de preços???<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">É preciso conhecer o SEU consumidor. O SEU mercado. Conhecer o que existe e pensar no que FALTA. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aí, está o segredo.. o que FALTA.<br />
O que falta para a sua marca?<br />
O que falta para o seu varejo?<br />
O que falta para o seu atendimento?<br />
O que falta para o seu cliente?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;"><em>Paulo Braga Prado</em><br />
</span>
</p>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cabe aos gestores ficar atento ao ambiente onde seus colaboradores trabalham e procurar disseminar atitudes positivas dentro da empresa. Deve estimular as potencialidades de cada funcionário e buscar incessantemente o crescimento pessoal e profissional de seus subordinados durante o cotidiano da empresa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Preste atenção, no &#8216;contrato&#8217; que você tem com seus funcionários/colaboradores. O atendimento deles aos SEUS clientes, será reflexo disso.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não falo do contrato de trabalho, da CLT.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Falo do relacionamento. De como eles enxergam a empresa e o que eles esperam de você e da empresa. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Nem sempre, o ponto primordial é o salário. Muitas vezes a possibilidade de crescimento, o aprendizado, a experiência adquirida na sua empresa pesam muito mais para o funcionário. Pois ele enxerga o que tem a ganhar no longo prazo. Os diferenciais que ele agrega ao trablahar para você. Assim como, a importância e a atenção que ele recebe.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro que ninguem nunca, vai ser como você queria. Nada nunca será perfeito. Mas é imprescionante o resultado que um bom relacionamento, um bom &#8216;contrato&#8217;, consegue!</span></p>
	<p><span id="contentDescription">O efeito borboleta é uma das condições iniciais da teoria do Caos. Segundo a crença popular, o simples bater de asas de uma borboleta pode influenciar o curso natural das coisas e assim, talvez, provocar o tufão do outro lado do mundo. É claro que esta é uma metáfora para explicar que sistemas fechados quando interagidos com sistemas dinâmicos e abertos podem gerar uma situação inesperada num futuro incerto.</p>
	<p>Nas empresas isto também ocorre de forma extremamente acentuada. Pequenos gestos ou atitudes de um funcionário podem desencadear uma série de eventos favoráveis ou desfavoráveis para a imagem da empresa perante o mercado e seus consumidores.</p>
	<p>Quantas vezes nos sentimos irritados com a forma que fomos atendidos em determinado estabelecimento ou então maravilhados como nos trataram quando em contato com alguma empresa. E esta percepção se espalha e se dissemina a outras pessoas que interagem com nossos clientes. Um estabelecimento comercial que deixa de vender nossos produtos porque não os entregamos no prazo estipulado estimula uma reação de possíveis compradores que nunca iremos alcançar porque simplesmente não estaremos ao alcance deles e, conseqüentemente, de outros consumidores que poderiam ver estas pessoas usando nossos produtos e também não serão atingidas e assim por diante&#8230;</p>
	<p>Então quando vejo pessoas falarem sobre qualidade de atendimento ao consumidor, acredito ser esta é uma visão simplista para um processo muito mais complexo. Acredito que a qualidade não deva ser focada no consumidor, mas sim nas relações entre as pessoas! Este deve ser um processo cotidiano interno do ambiente profissional que se espalha naturalmente até o consumidor final. Um funcionário que não é valorizado em seu ambiente profissional dificilmente conseguira ter excelência no atendimento de seus clientes.</p>
	<p>Cabe aos gestores ficar atento ao ambiente onde seus colaboradores trabalham e procurar disseminar atitudes positivas dentro da empresa. Deve estimular as potencialidades de cada funcionário e buscar incessantemente o crescimento pessoal e profissional de seus subordinados durante o cotidiano da empresa.</p>
	<p>Desta forma, a satisfação do bem querer o cliente será algo espontâneo e não algo imposto pela organização. E, com certeza, o cliente sabe a diferença entre uma atitude mecanizada de atendimento e uma satisfação de atendê-lo.</p>
	<p>Foquem nas pessoas teus esforços! Faça com que todos se tratem como se fossem os principais clientes-fornecedores de sua organização e veja a diferença que ocorrerá dentro dela. Lembre-se: É você e teus colaboradores que fazem tua empresa ser o que é.</span></p>
	<p>Fonte: administradores.com.br
</p>
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		<title>Posicione-se</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 13:36:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O posicionamento correto pode ser entendido como a arte de configurar a imagem da empresa e o seu valor em cada segmento de mercado, de forma que os clientes possam entender e apreciar o que ela proporciona ao compará-la com as ofertas de outras empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Muito Bom!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E sempre vale lembrar&#8230; o que vale para produto, vale para serviço. Até mais&#8230; o serviço é a diferença, né. Sua loja é seu produto.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Seu serviço, o atendimento da sua loja, o seu diferencial. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Seu nome, sua marca. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Cuide disso tudo. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">FUNCIONE e o sucesso virá!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Você acha que não???</span></p>
	<p><strong>Posicionar é preciso.</strong></p>
	<p><span id="lblDescricao">O posicionamento de um produto ou de uma marca refere-se ao lugar que ele/ela ocupa em um dado mercado. Para cada segmento e categoria, a empresa necessita desenvolver estratégias específicas que permitam a percepção clara pelo cliente da relatividade de preços e de qualidades entre suas marcas e produtos e aqueles da concorrência.</p>
	<p>Associada aos fatores tangíveis e funcionais, é interessante também uma avaliação das características cognitivas, afetivas e de tendência de ação, já que essa comparação é estabelecida na atitude mental do consumidor ao estabelecer essa diferenciação.</p>
	<p>Cores prata e preta representam perto de 50% da preferência dos compradores de automóvel, assim como sabores morango e chocolate têm percentual semelhante na escolha de sorvetes e balas.</p>
	<p>O posicionamento correto pode ser entendido como a arte de configurar a imagem da empresa e o seu valor em cada segmento de mercado, de forma que os clientes possam entender e apreciar o que ela proporciona ao compará-la com as ofertas de outras empresas.</p>
	<p>Muitas são as maneiras de uma empresa posicionar seus produtos. Ela pode escolher a posição de economia, como é o caso do Wal-Mart com seu “preços baixos todo dia”; ou a posição de alta qualidade, como é o caso das canetas Mont Blanc; ou ainda a posição de bons serviços, como é o caso da Air Emirates; ou mesmo a alta tecnologia, como é o caso da Intel. Essas características, porém, não podem ser escolhidas ou eleitas pelo simples desejo do empreendedor, mas devem estar associadas ao DNA da empresa e a sua aptidão inata, além de fazer parte da sua estratégia intencional de posicionamento.</p>
	<p>Assim, seja qual for a opção escolhida, todos os atributos devem estar afinados e sintonizados com a mensagem passada ao mercado. Qualidade dos produtos, preços, serviços, distribuição, colaboradores, treinamento, imagem corporativa e promoção devem ter uma transparência de propósitos.</p>
	<p>Muitas empresas possuem múltiplos produtos e a avaliação sobre posicionamento de cada um deles não pode ser ignorada, quando queremos entender o mix ótimo ofertado e a quem ele se destina.</p>
	<p>Considerações sobre linhas de produtos, benefícios na solução de problemas, posicionamento para ocasiões específicas de uso, atendimento de grupos (<em>clusters</em>) de pessoas com demandas semelhantes e categorias de utilizadores devem ser levadas em conta quando preparamos e desenvolvemos a nossa estratégia de ida ao mercado.</p>
	<p>A compreensão rápida de como o consumidor está nos percebendo permite correções de rumo, garantindo a compatibilidade entre o desejo e a nova oferta.</p>
	<p>Movimentar um produto da sua posição atual para uma posição ideal; desenvolver novos segmentos que permitam melhor identificação dos produtos no mercado; introduzir novos produtos, complementando a nossa linha e melhorando o mix; vislumbrar nichos de mercado que garantam a exclusividade e permitam margens diferenciadas; desenvolver uma nova tecnologia que nos distancie da concorrência.</p>
	<p>Produtos e marcas bem posicionadas podem proporcionar vantagens competitivas duráveis, criando barreiras à entrada ou ao menos retardando a entrada e o avanço da concorrência. Pense nisso e verifique se a sua empresa está nessa sintonia. </span></p>
	<p><em><span id="lblAutor"> </span></em></p>
	<p style="text-align: right;"><em><span id="lblAutor">Marcos Sardas</span></em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte:  GS&amp;MD<em><br />
</em>
</p>
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		<title>Entreter, para conquistar!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 00:19:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ato de entreter remete ao prazer. O entretenimento atrai a atenção e normalmente está integrado a uma novidade. Por essas e outras, os departamentos de Marketing das empresas usam cada vez mais esta ferramenta para se diferenciar e concretizar a mensagem de uma marca para o consumidor de maneira palpável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Nesses dias tão sociais, cada vez mais a publicidade convencional, que interefere na &#8216;programação normal&#8217; sofre com o repúdio de boa parte do público&#8230; Novas estratégias para novos tempos!<br />
Achei esse artigo no Mundo do Marketing, falando sobre exatamente isso!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura&#8230;</span></p>
	<p>O ato de entreter remete ao prazer. O entretenimento atrai a atenção e normalmente está integrado a uma novidade. Por essas e outras, os departamentos de Marketing das empresas usam cada vez mais esta ferramenta para se diferenciar e concretizar a mensagem de uma marca para o consumidor de maneira palpável.</p>
	<p>Exemplos não faltam. Nike, Guaraná Antarctica, MasterCard, Itaú, Coca-Cola são algumas das marcas que oferecem entretenimento para completar sua mensagem, tangibilizar a marca e impactar o consumidor de forma diferenciada. As estratégias de Marketing que envolvem entretenimento são feitas para que as empresas participem de experiências na vida de seus clientes de forma agradável e não invasiva, como os comerciais que interrompem o lazer.</p>
	<p>De acordo com especialistas, não há um momento ideal para usar o entretenimento e esta não deve ser a única ferramenta de uma marca. Apesar de as marcas mais fortes terem mais facilidades para desenvolver estas ações, pequenas empresas podem se tornar virais usando a linguagem do entretenimento.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/entretenimento_guardioes.jpg" alt=" " width="550" height="309" /></p>
	<p><strong>Ferramenta ajuda a contar boas histórias</strong></p>
	<p>O Guaraná Antarctica está oferecendo entretenimento para seus consumidores através da série Os Guardiões. Se é preciso contar boas histórias para entreter, a marca da AmBev sugere personagens que tentam desvendar a fórmula do refrigerante. A ação já faz sucesso na internet e na TV, onde é exibida toda segunda-feira no Youtube, no TV Terra e nos sites de Guaraná Antarctica e o da própria série.</p>
	<p>Além de entreter o consumidor, o objetivo da marca nesta ação foi popularizar a história da fórmula secreta do Guaraná Antarctica. “É importante popularizar a marca e deixá-la mais próxima das pessoas. Ao contar parte de sua história, a marca ganha diferenciação e aproximação”, explica Sergio Esteves, gerente de Guaraná Antarctica da AmBev em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Segundo Esteves, o que motivou o investimento nesta ferramenta foi achar uma maneira nova de falar a mesma mensagem para o consumidor através de uma boa história. “É preciso ter abrangência, mas tivemos cuidado com o planejamento dos episódios e as interações com o público. É um assunto que se baseia na vida real e é uma fonte quase inesgotável de conteúdo”, diz o executivo.</p>
	<p><strong><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/Eduardo-Murad_entreteniment.jpg" alt=" " width="180" height="285" align="left" />Entreter de forma relevante</strong><br />
Parece comum atualmente ver ações de Marketing com entretenimento. De comerciais criados por consumidores a festivais de filmes mobile, o que as marcas querem é estar sempre na mente do seu target. Por isso, é cada vez maior a importância do entretenimento. “Preço e disponibilidade ainda fazem sentido, mas fazer parte da vida do consumidor é mais importante. Por isso existe a busca por outro espaço para se relacionar com eles”, aponta Eduard Murad (foto), professor da graduação e coordenador da pós-graduação em comunicação da ESPM.</p>
	<p>De acordo com Murad, a melhor forma de oferecer entretenimento nas ações de Marketing é primeiramente mapear e saber como as pessoas percebem e que interesse ela tem. “Se forçar a barra e atrelar a algo que a marca não tem, não fará sentido para o consumidor. Valores e percepção são os principais sintomas para uma boa estratégia de entretenimento”, diz.</p>
	<p>Independente da idade do consumidor, o entretenimento encanta e é uma tendência. Fato é que ainda veremos muitas ações de entretenimento de acordo com as tecnologias lançadas. Segundo Murad, a TV vai mudar completamente a relação com seus telespectadores e toda a comunicação terá que se reinventar. “Está em fase construção, mas o entretenimento fará parte do cotidiano porque a publicidade interrompe o momento de lazer”, acredita.</p>
	<p><strong>Errar e aprender para entreter</strong></p>
	<p>Até mesmo por ações de entretenimento serem recentes no mercado brasileiro, algumas marcas pecam ao tentar mediar o diálogo já estabelecido com o consumidor. Exemplo disso é o caso citado por Murad sobre uma ação de entretenimento da cerveja Skol envolvendo stand-up comedy.</p>
	<p>No site desta ação, o internauta poderia publicar piadas e foi aí que o problema ocorreu. “Ao publicarem uma piada de mau gosto, a Skol resolveu tirar do ar. Num ambiente como esse as pessoas questionam e isto gerou boca-a-boca por uma suposta rejeição da marca”, afirma o professor ao site.</p>
	<p>Outro erro que pode acontecer com mais facilidade é misturar entretenimento com tecnologia. Apesar de estarem diretamente ligados, o entretenimento deve estar em primeiro plano. “Usar tecnologia na frente do conteúdo pode atrapalhar a mensagem. A tecnologia é só um meio. O que não recomendo é encantar o consumidor pelo meio ou pela tecnologia, mas sim com o que será feito com ela”, ensina o professor da ESPM.</p>
	<p><strong>Possíveis resultados no momento certo</strong><br />
A ação de Guaraná Antártica conta com 10 episódios de aproximadamente 12 minutos cada um. Por isso, o entretenimento com os consumidores deve durar até o final de setembro. “Dependendo de como ocorrer pode ter uma surpresa no final, bem diferente”, adianta o gerente de Guaraná Antarctica. Apesar de não revelar a fórmula no fim da ação, esta história interessa ao público. “Falar da fórmula faz sentido e é bom ativá-la de tempo em tempo porque uma história contada só uma vez perde a consistência e se perde também no tempo”, emenda Esteves.</p>
	<p>O retorno esperado com esta ação não é diferente das outras estratégias de Marketing da AmBev, que é vender mais produtos. De acordo com Esteves, em uma ação específica é difícil medir o impacto nas vendas, mas certamente tem um incremento em relação à imagem da marca.</p>
	<p>Por isso, Murad reforça que o entretenimento deve ter momento certo e hora certa para ser feito. Continuar com a comunicação tradicional, mas acrescentando entretenimento nelas. “Exemplo disso é a Petrobras, que soube cruzar as ações de merchandising no filme Speed Race através de um pensamento integrado. Só as ações de interação não resolvem. O entretenimento deve complementar as ações, é parte do processo e mais uma opção” completa o professor da ESPM.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 14:01:55 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Texto muito interessante.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Já passei por situações assim, quando participava de equipes. E trabalhávamos meio &#8216;as cegas&#8217; porque algumas informações eram &#8216;estratégicas&#8217; e não poderiam ser &#8216;partilhadas com todos&#8217;. Ora, com planejar sem conhecer? Como criar, sem saber o exato uso?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Hoje, reconheço situações similares em meus clientes. Principalmente, no varejo! Onde as &#8216;técnicas&#8217; estão tão arragaidas, que praticamente todos se comportam da mesma maneira! É impressionante ver, como todos os vendedores são treinados para serem iguais! Atenderem assim, falarem assado, oferecerem deste jeito, agregarem aqueles produtos, chegar pelo lado tal, falar sempre sorrindo&#8230; Algumas coisas estão tão defasadas, são tão &#8216;antigas&#8217; que até o cliente sabe que são &#8216;técnicas&#8217; para convencê-lo.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aí, vc vê UM que se destaca exatamente por ser diferente! Primeiro, ele demora a conseguir espaço&#8230; Porque ao ver que agindo diferente ele tem resultados expressivos, os que defendem que tudo deve permanecer igual, mesmo o cliente tendo mudado completamente, mesmo o mundo sendo outro, mesmo que tudo mostre, demonstre, grite que AGORA É DIFERENTE&#8230; tem aqueles que querem permanecer iguais. E, hoje, o igual é commoditie&#8230;  e aos que se comportam como commoditie, resta aceitar a disputa de preço. Viver tentando ser &#8216;o mais barato&#8217;.  Acreditando sempre, que o cliente &#8216;só quer saber do preço&#8217;! Que todo ciente é igual, que o vendedor tem de impor sua presença, tem de &#8216;fazer a aproximação&#8217;&#8230; enfim.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Outras vezes, qunado o vendedor se destaca é promovido antes da hora, porque ele é &#8216;diferente&#8217;&#8230; Transformam logo em &#8216;chefe&#8217;, antes que ele esteja até preparado para isso. Sim, pq como chefe ele vai por osmose, transformar todos em vededores como ele! Mesmo que, continuem &#8216;lavando&#8217; a mente da equipe com treinamentos pasteurizados e repetitivos e forçando a utilização de &#8216;técnicas&#8217; que tem mais de 30 anos.E se o &#8216;novo gerente&#8217; ou &#8216;novo supervisor&#8217; tenta colocar as idéias dele na equipe, é repreendido pois aquele texto vai contra as &#8216;técnicas clássicas de venda&#8217; e a empresa gastou uma grana no &#8216;treinamento&#8217;! Bem, feliz com o novo salário, a maioria &#8211; todos? &#8211; fazem o que é pra fazer. NADA. E as vendas caem. E a empresa cai. Desmantelada pelos seus gestores, que esqueceram que, para gerir é preciso acompanhar, olhar, ver, antever o mundo. Preparar-se para as mudanças e estar na ponta. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A maior parte dos gestores, perdem-se em funções burocráticas e esquecem da empresa. Como a maior parte dos gestores nas pequenas e médias empresas &#8211; justamente as mais ágeis e as que tem de estar sempre na frente, criando os caminhos e buscando os novos mercados e os novos clientes &#8211; são os donos da empresa, acabam eles mesmos,  boicotando a propria empresa. Lesando o próprio patrimônio&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Bem, vamos ao texto!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!!</span></p>
	<p>O que determina o sucesso ou o fracasso de um projeto? E de uma empresa? É válido admitir a existência de influências externas, como as crises em âmbito econômico, as turbulências políticas, a entrada de um novo player no mercado ou a inflação. Porém, é preciso se lembrar da variável mais importante e também da mais esquecida: o ser humano.</p>
	<p>As pessoas podem levar uma organização ao sucesso, mas também têm o poder de levá-la ao fracasso. Segundo a gerente de Desenvolvimento Organizacional da Luandre, Flávia Garbo, o ser humano possui a &#8220;<em>incrível habilidade de derrubar uma ideia, por mais maravilhosa que esta seja</em>&#8220;. Isso sem falar da capacidade de fazer algo parecer o que não é e de cometer erros por livre e espontânea vontade.</p>
	<p>&#8220;<em>Nunca subestime a criatividade das pessoas para boicotar métodos e processos, principalmente dos brasileiros, que são muito habilidosos em dar um jeitinho em tudo</em>&#8220;, acrescenta a especialista em Recursos Humanos.<br />
<strong><br />
Os erros mais comuns</strong></p>
	<p>Um dos equívocos mais comuns, que pode levar à perda de clientes, à ruína de um projeto ou à estagnação da empresa, é o boicote de gestores de todos os níveis a funcionários considerados talentosos. Por insegurança e medo de perder seu posto, é comum gestores não conseguirem fazer o próprio trabalho e entregar resultados que surpreendam diretoria e stakeholders (públicos da empresa).</p>
	<p>Isso acontece porque o profissional fica o tempo todo preocupado em controlar, centralizar, olhar tudo, saber de tudo. &#8220;Hoje, as pessoas deixam a ética de lado em nome da sobrevivência. No lugar de delegar e treinar, o gestor inseguro se perde em detalhes, porque sua prioridade não é o sucesso da empresa, mas, sim, controlar tudo, mesmo quando ele sabe que, na equipe, há pessoas capacitadas e competentes. Tudo tem de passar pela mão dele. O resultado é que ninguém cresce&#8221;.<br />
<strong><br />
Subordinação já saiu de moda</strong></p>
	<p>A hierarquização &#8211; termo em voga no momento, hoje já relacionado a empresas ultrapassadas &#8211; também prejudica quando o assunto é comunicação. &#8220;Criou-se uma crença no Brasil de que informação é poder. Há gestores que fazem questão de não explicar o todo aos membros da equipe. Sua tática é fragmentar informações, de maneira que ninguém enxergue o todo ou conheça os objetivos maiores da empresa. Mas os questionadores, que querem entender, acabam não se engajando&#8221;.</p>
	<p>Para evitar esse tipo de boicote à empresa, muitas organizações de grande porte adotam recursos como jornais informativos internos e intranet, diz Flávia.<br />
<strong><br />
A mania de copiar e colar</strong></p>
	<p>Outra forma que o ser humano encontrou de boicotar projetos diz respeito ao ato de copiar e colar. Mediante a pressão pela rapidez, muitos profissionais, na hora de arquitetar uma apresentação ou de elaborar um projeto, buscam o que querem na internet e, sem muito pensar, colam.</p>
	<p>&#8220;<em>Vejo pessoas copiando formulários inteiros da internet, mudando apenas o logo da empresa. Mas esse ato implica riscos. Às vezes, as pessoas perdem a noção. Por exemplo, há quem trabalhe em empresas nacionais e copie projetos de multinacionais. Mas são organizações com perfis diferentes. Geralmente, multinacionais são mais burocráticas, formais e apresentam maior meritocracia. E o que funcionou para determinada empresa, em determinado contexto, pode não funcionar em outro lugar</em>&#8220;, afirma Flávia.</p>
	<p>O ideal é adaptar as informações à realidade de cada empresa, de cada situação. Não dá para copiar o trabalho motivacional de alguma das companhias classificadas entre as melhores para se trabalhar, pura e simplesmente. Já no caso de uma apresentação ou treinamento, no lugar de copiar e colar informações ou apresentações inteiras, estude o tema, conheça-o. Não fique limitado ao que encontrou. Até porque as pessoas farão perguntas.</p>
	<p><strong>Pessoas que não pensam fora da caixa</strong></p>
	<h3>Crenças fortes podem ser limitantes. Isso porque <strong>a sociedade muda em uma velocidade ímpar, assim como as demandas dos clientes e a concorrência</strong>. <span style="text-decoration: underline;">Pensar de uma mesma forma, durante anos a fio, pode levar uma empresa à falência. É preciso acompanhar as mudanças! Por exemplo, há gestores que acreditam que só há um modo de trabalhar e, por isso, relutam em alterar processos, produtos ou serviços.</span></h3>
	<p>&#8220;<em>São pessoas que não leem jornal e não analisam o que os concorrentes estão fazendo. Como resultado, nunca vão além&#8221;, diz Flávia. Esses profissionais não notam sua dificuldade em pensar fora da caixa e, de forma inconsciente, boicotam a empresa.</em> &#8220;<em>As pessoas precisam rever suas crenças, estudar e analisar o modo como pensam o tempo todo</em>&#8220;, finaliza a gerente de Desenvolvimento Organizacional da Luandre, Flávia Garbo.</p>
	<p><em> </em></p>
	<p style="text-align: right;"><em>Karin Sato</em></p>
	<p>Fonte: InfoMoney e ADMShop
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Não tenha medo. Imagine um novo futuro para o seu negócio. Eu disse NOVO!</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 16:44:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para ganhar novos dinheiros é preciso criar rupturas, estimular o pensamento não linear, criar e possibilitar experiências em vez de análises, curiosidade em vez de certezas, exploração em vez de limites, inventividade, emoção e sensibilidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">EXCELENTE artigo.<br />
Faz pensar sobre como planejamos o futuro do nosso negócio. Que cenário imaginamos para o mercado daqui ha&#8230; seis meses, um ano&#8230; Como projetamos, estarão pensando nossos clientes&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ops&#8230; você não costuma fazer nada disso!? Hummmm.. Então o seu caso é mais grave ainda&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p>Em um ano cheio de adrenalina como este, cabe a pergunta: quanto tempo de seu dia é dedicado a criar “novos dinheiros” para seu negócio? Quanto de seu tempo e de que forma você angaria novos clientes e novos mercados? Ou você fica o tempo todo disputando o mercado existente?</p>
	<p>Muitas empresas debruçam-se com fervor ao estudo e interpretação de ocorrências, presentes e passadas, do mercado em que atuam. Esta é essencialmente a dinâmica da construção de estratégias tradicionais da atuação mercadológica. Existem tantas ferramentas e informações disponíveis que há muito entretenimento para um pesquisador aplicado.</p>
	<p>Tantas perguntas a serem respondidas, tantos movimentos da concorrência que precisam de melhor interpretação. Tanto tempo consumido para que os resultados finais sejam similaridades, táticas e estratégias recorrentes e indistintas, que podem levar, quando muito, a uma simples melhoria da performance atual da empresa.</p>
	<p>O estudo do presente e do passado é uma excelente autópsia que auxilia o entendimento dos fatos presentes, mas pouco esclarece sobre as possibilidades futuras. E muito menos sobre as possibilidades de construção de um futuro diferente e mais próspero que o presente. Inegavelmente, é muito desconfortável estudar o futuro. O passado é conhecido, não irá mudar e não requer imaginação.</p>
	<p>De fato, algumas empresas estudam o futuro. Porém, levam a dinâmica da autópsia para projetar cenários presentes para o futuro. Gary Hamel, o consultor norte-americano da inovação, relembra que as empresas não falham em prever o futuro, mas em imaginá-lo. E por este motivo não angariam “novos dinheiros”.</p>
	<p>E falham justamente porque se ancoram no seu passado, restringem-se à dinâmica de seu setor e desconsideram que vivemos a era das mudanças descontínuas e abruptas. São fileiras e fileiras de players pesquisando as mesmas fontes, freqüentando os mesmos eventos, monitorando os mesmos concorrentes, concluindo as mesmas reflexões e, em conseqüência, agindo exatamente da mesma forma, com variações cosméticas. E disputando o mesmo dinheiro.</p>
	<p>Vivemos a era das mesmices em que o resultado são estratégias convergentes. Para ganhar novos dinheiros é preciso criar rupturas, estimular o pensamento não linear, criar e possibilitar experiências em vez de análises, curiosidade em vez de certezas, exploração em vez de limites, inventividade, emoção e sensibilidade. Palavras muito distantes do dia-a-dia de negócios dos tempos atuais.</p>
	<p>Este é o preço dos “dinheiros novos”: o rompimento com o conforto da realidade conhecida. O rompimento com a forma usual de entender o mercado e sua dinâmica. É o preço para que o futuro não o surpreenda. E todas as vezes que voltamos ao futuro, criamos um presente diferente.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Beth Furtado</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:34:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Consultor explica a importância da paciência na condução estratégica dos negócios. Confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A crise financeira mundial, representada simbolicamente pela quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, está prestes a completar um ano. Economistas apregoam cenários azuis, cinzas e até negros. As opiniões se dividem. Os otimistas dizem que a crise já é coisa do passado, os céticos<br />
que ainda é cedo para comemorar e os pessimistas que ainda há outro fundo do poço a se atingir.</p>
	<p>Independentemente de quem estiver certo, como estudioso de estratégias empresariais, posso avaliar algumas heranças deixadas às empresas e empresários que sofreram com este turbulento período. Em linhas gerais, posso dizer que a principal lição aprendida foi a da importância da &#8220;<strong>P-A-C-I-Ê-N-C-I-A</strong>&#8221; na condução dos negócios. A economia aquecida, o consumo desenfreado e a oferta de crédito abundante dos últimos anos fizeram com que ela fosse deixada de lado em muitas ocasiões. Vejamos então letra a letra o significado dessa estratégica palavra.</p>
	<p>Quem se ocuparia em planejar, numa situação em que qualquer produto oferecido era vendido aos milhares? Agora, com tempo de sobra e um cenário bem menos generoso, os gerentes avaliam os impactos causados pela retração econômica em sessões exaustivas de <strong>Planejamento</strong>. Coisa que havia ficado em segundo plano quando tudo ia tão bem.</p>
	<p>Vendiam-se a todos sem distinção. Construção, indústrias, varejo, comércio, ninguém tinha a preocupação em conhecer as características específicas de cada mercado. A crise, porém, afetou de maneira diferenciada os setores da economia, obrigando as empresas a <strong>Analisar</strong> as necessidades particulares de cada segmento.</p>
	<p>E quando só há boas notícias, só há um cenário, o otimista. Os empresários contaminados por este clima de bem-aventuranças se esqueceram de criar planos de contingências para eventuais mudanças de rumo. O vento mudou e as empresas tiveram que conviver com <strong>Cenários</strong> bem distintos dos que eram previstos. A lição que fica aqui é que, por melhores que as coisas estejam, elas podem mudar. Por isso, tenha sempre um plano B.</p>
	<p>Produtos medianos e serviços medíocres encontravam espaço para se manterem vivos. Com a diminuição da oferta, muitos já fecharam as portas ou o farão em breve. A <strong>Inovação</strong> através de produtos ou serviços é a chave da sobrevivência. Mas parece que muita gente se esqueceu disso. E agora sofrem.</p>
	<p>Para que um canal funcione de maneira adequada, os consumidores puxam as mercadorias, enquanto os fabricantes empurram. Com a chegada da crise, consumidores pararam de puxar enquanto fabricantes ainda empurravam os últimos pedidos, aumentando os estoques e a inadimplência dos canais. Os fabricantes aprenderam a duras penas que gerenciar <strong>Estoques</strong> é a única garantia de recebimento.</p>
	<p>Executivos deixaram carreiras consolidadas e posições confortáveis, aproveitando o bom momento para aumentar seu pacote de benefícios. Hoje alguns destes profissionais procuram novas oportunidades, considerando boa opção o salário que tinham na antiga empresa. Aqueles que mantiveram seu <strong>Networking</strong>, ou rede de relacionamentos, estão mais preparados para se recolocar em tempo de vagas magras.</p>
	<p>Viagens em classe executiva, jantares com clientes, confraternizações são luxos de um passado recente. O assunto do momento é o controle de <strong>Custos</strong>, sejam eles variáveis ou fixos. Apesar da redução nas contratações, controllers continuam em alta. Quem aproveitou, aproveitou.</p>
	<p>Outro assunto da moda são os <strong>Indicadores</strong>. Produtividade, cobertura de mercado, penetração, adoção, contas a receber, giro de inventário, retorno sobre investimento, prazo médio de pagamento, inadimplência. Ferramentas excelentes, reincorporadas à força ao vocabulário de muitos executivos não financeiros.</p>
	<p>No afã de venderem cada vez mais, muitas empresas se distanciaram do mercado e de seus consumidores.  Deixaram de perceber que as redes sociais são ótimas ferramentas para que as empresas estejam <strong>Antenadas</strong> com seu público-alvo, antecipando tendências e utilizando suas críticas e sugestões para corrigir a rota atual e até para descobrir novas. Tudo rápido e online.</p>
	<p>Por mais doloroso que tenha sido para alguns, a tal <strong>&#8220;P-A-C-I-Ê-N-C-I-A&#8221;</strong> foi crucial para a superação desse momento tão conturbado. Toda situação difícil sempre nos traz a oportunidade de aprender. Crises são ímpares para se refletir, analisar, tirar planos da gaveta, mudar. Aos que não quiseram aproveitar para amadurecer, só resta desejar que tenham <strong>&#8220;P-A-C-I-Ê-N-C-I-A&#8221;</strong>.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Marcos Morita</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Global</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>MercadoFlux: Ibope diz que houve queda no movimento dos shoppings.</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vale esclarecer que esse índice não se refere a vendas, mas sim ao fluxo de clientes nos shoppings. Apesar do Ibope garantir que os dados são coerentes com os resultados da PMC do Ibope, os números divulgados pelos shoppings apontam um desempenho melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Muito cuidado, na leitura desses números, destes resultados.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A pesquisa está falando de fluxo de pessoas nos shoppings. E não exatamente de volume de vendas.<br />
O Marinho fez uma análise desses números e coloquei logo abaixo da pesquisa do Ibope.<br />
&#8216;Ler&#8217; uma pesquisa requer muita atenção, sempre. Temos de ver a PERGUNTA, antes de interpretar a resposta&#8230;</span></p>
	<p>O MercadoFlux, indicador da atividade comercial de shopping, registrou variação negativa de 2% em junho, em relação a junho do ano passado.  Na comparação com maio deste ano, o resultado foi de baixa de 4%.</p>
	<p>Embora o resultado seja de queda, é considerado dentro da normalidade do calendário varejista, já que o indicador de maio é sempre puxado pelo movimento do dia das mães, considerado a segunda melhor data do varejo, depois do natal.</p>
	<p>No acumulado do ano, o MercadoFlux indica que o desempenho geral do mercado de shopping neste semestre está praticamente estável (-0,1%) em relação ao mesmo período de 2008, embora os últimos meses tenham apresentado queda da atividade comercial.  No ano passado, o acumulado do período foi de alta de 4% em relação a 2007.</p>
	<p>Portanto, o balanço do primeiro semestre mostra que o varejo de shopping center continua a ter performance semelhante a 2008.  Quando se observa o desempenho a cada mês, nota-se que o movimento é o mesmo, apenas a intensidade da variação, para cima ou para baixo, é menor que no ano passado.</p>
	<p><img src="http://www.ibope.com.br/imgsite/new_imgs/mercadoflux_jan_jun_2008_2009.jpg" alt=" " width="415" height="250" /></p>
	<p>Todas as regiões metropolitanas analisadas apresentaram variação negativa na atividade comercial de shopping, em relação a junho de 2008. Belo Horizonte registrou a maior diferença, -5%, enquanto em São Paulo a variação foi de -2,5% e no Rio de Janeiro, -1 %.   Por porte de shopping, os de médio porte mantiveram-se estáveis (0,2%), enquanto os de grande e pequeno portes tiveram baixa de 2% e 3%, respectivamente.</p>
	<p><strong>Sobre o MercadoFlux</strong></p>
	<p>O MercadoFlux é um indicador específico do mercado de shopping que indica o grau de desempenho, aquecimento ou movimentação do setor. É desenvolvido em parceria entre IBOPE Inteligência e Feixe Tecnologia, especializada em contagem de fluxo de consumidores.</p>
	<p>O indicador é calculado com base na análise cruzada de múltiplas variáveis, como fluxo de consumidores, potencial de consumo qualificado para produtos comercializados em shopping, demografia da região e características estruturais de cada shopping, tornando-o um indicador da performance geral do mercado.  Essa ferramenta serve de parâmetro para o shopping comparar se seu desempenho de venda, faturamento ou fluxo de clientes naquele período acompanhou o mercado como um todo.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.ibope.com.br/"  target="_blank">IBOPE</a></p>
	<p><span style="color: #888888;"><strong>Análise do Marinho: </strong></span></p>
	<h3>Estudo do Ibope aponta queda na atividade comercial dos shoppings em junho &#8211; mas leia com cuidado</h3>
	<p>Pesquisa divulgada hoje pelo Ibope aponta uma queda na atividade comercial dos shoppings em 3 mercados – Rio, sao Paulo e Belo Horizonte. De acordo com Antonio Carlos Ruótolo, diretor de planejamento e atendimento da divisão de geonegócios do Ibope, com quem conversei, o movimento teria caído 2% em relação a junho do ano passado. No acumulado do primeiro semestre, o índice seria praticamente o mesmo de 2008, quando as vendas dos shoppings brasileiros foram bem fortes. A maior vartiacao negativa, de 5%, teria acontecido em BH. Em SP a retração teria sido de 2,5% e no Rio de &#8211; 1%.</p>
	<p>Vale esclarecer que esse índice não se refere a vendas, mas sim ao fluxo de clientes nos shoppings. Apesar do Ibope garantir que os dados são coerentes com os resultados da PMC do Ibope, os números divulgados pelos shoppings apontam um desempenho melhor. Vale dizer que em maio o Ibope tambem anunciou queda de 2 pontos percentuais na atividade comercial dos shoppings e o IBGE, ao contrário, mostrou crescimento no volume de vendas do varejo de 4%.</p>
	<p>Em resumo, o MercadoFlux, do Ibope, deve ser lido com cuidado, porque mede com precisão o fluxo de clientes e não as vendas das lojas. E, no mundo dos shoppings, nem sempre menos tráfego significa menos transações.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Luis Alberto Marinho</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a></p>
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