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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Seja único! Tenha valor!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:24:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=eaYcf0n17" alt="" /><em>A maioria das empresas &#8211; pequenas, médias e grandes, nacionais e multinacionais &#8211; ainda estão preocupas apenas com o preço de seus produtos e com as metas econômicas a serem realizadas. Pensar assim representa um grande erro para a sobrevivência das companhias</em></strong>, aponta Michael Porter, considerado a maior autoridade em estratégia competitiva do mundo e autor de best-sellers como Vantagem Competitiva e Estratégia Competitiva.</p>
	<p>No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias. “Não pode abrir mão da estratégia para crescer e ganhar mercado porque isso pode acabar com as suas vantagens competitivas”, alerta Porter aos brasileiros em sua apresentação na ExpoManagement 2009, evento realizado pela HSM.</p>
	<p>As receitas de Porter são as mesmas, porém, sempre atuais, uma vez que as empresas continuam brigando pelo mesmo consumidor oferecendo produtos semelhantes a preços igualmente parecidos. “Por que copiam a empresa do lado?”, pergunta o especialista. Os CEO&#8217;s e gestores – e aqui inclui o Marketing – devem pensar não em ser a melhor empresa de seu segmento, mas sim em ser única. Criar propostas de valor singular continua na pauta de prioridade.</p>
	<p><strong>“O princípio da estratégia não deve ser querer ser o melhor, mas ser o único”</strong><br />
“Não existe a melhor empresa. Depende de como o cliente vai ver. Para uns é a melhor, para outros a pior”, diz Porter. “Um grande erro é a empresa querer atender e satisfazer todos os clientes. Isso é impossível. A companhia deve pensar no que é ser única. Será que ela é única ou acompanha os concorrentes?”, questiona. Ser uma empresa única é oferecer algo de valor singular para cada pessoa, afirma Porter.</p>
	<p>Há alguns problemas que impactam neste objetivo. Muitas empresas estão preocupadas com preço e, com isso, oferecem baixo valor. Outra dificuldade são as mudanças de mercado. Pressionadas pelos acionistas por maiores lucros e valorização das ações das companhias, os gestores caem na armadilha de promoverem mudanças para atender as mutações do mercado. O pensamento estratégico vencedor requer olhar o tempo no longo prazo.</p>
	<p>Acompanhar as tendências também não significa benefício imediato. “Sempre há tendências, mas qual você deve seguir? Você deve seguir aquela que é realmente significativa para a empresa. Mas nunca copie. Entenda e aplique na sua realidade”, recomenda. “Não tente ser camaleão. Não mude a estratégia de acordo com o mercado”, ressalta.</p>
	<p><strong>Social tem mais impacto que a economia</strong><br />
Desenvolver uma boa estratégia também requer eficiência operacional. Se a empresa não estiver aplicando as melhores praticas no dia a dia não há estratégia no mundo que resolverá o seu problema. Querer atender a todos os clientes também representa um erro. “A boa estratégia é aquela em que você opta pelo o quê não fazer. Se quiserem fazer tudo, não há vantagem competitiva”, explica.</p>
	<p>Aqui, não cabe o mantra de que o cliente é o rei. Pelo contrário. É preciso focar em um tipo de cliente para poder oferecer estratégias de valor para ele. Diferenciação. “Aprofunde a relação com o seu cliente. As empresas focam no produto e não se preocupam com a experiência do cliente”, atesta Porter.</p>
	<p>Outro erro, e que vai fazer toda a diferença daqui para frente, é pensar a estratégia apenas pelo lado dos números. De acordo com Porter, não é a economia que interfere na estratégia, mas sim os aspectos sociais decorrentes dela. É o desemprego, por exemplo. “Um negócio saudável requer uma sociedade saudável”, pondera. “As grandes estratégias integram o aspecto social com a economia”.</p>
	<p>Basta olhar para as crescentes preocupações com a sustentabilidade e com a saúde. Produtos orgânicos, à base de soja, zero, sem gordura trans não existiam até pouco tempo atrás. Foi assim também com as comidas prontas para micro-ondas para um mundo em que as mulheres estão inseridas no mercado de trabalho. As transformações sociais que mudaram e continuam mudando as diversas formas de consumo estão em linha com o pensamento em que as empresas devem focar sua estratégia no social.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank"> Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Design do Brasil, o design brasileiro.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:43:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“O Brasil pode assumir e criar relevância no design mundial por uma série de características. Basta transformar o discurso em verdade, amadurecer o setor e dialogar melhor com empresários”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>No Brasil – e no mundo – a crise econômica e a ascensão da classe C ao consumo foram fatores essenciais<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=3eK259b6c" alt="" /> para que o mercado percebesse que o consumidor já não é mais o mesmo: ele está cada vez mais exigente, em busca de produtos atraentes a preços baixos. Neste cenário, o design passa a desempenhar uma função estratégica e ser entendido como uma ferramenta fundamental para a diferenciação de marcas, produtos e serviços.</p>
	<p>O design de produto é utilizado em 89% das empresas brasileiras. Destas, 84% aumentaram a sua competitividade, enquanto 81% melhoraram a sua imagem. A grande maioria das empresas que investiram em design &#8211; 82% &#8211; também ampliou sua participação no mercado e cresceu. Já 76,5% ampliaram o faturamento e 78,5% aumentaram a qualidade de seus produtos.</p>
	<p>Estes são alguns dados presentes no estudo “Impacto do design no resultado das empresas”, apresentado na última semana durante a segunda edição da Brazil Design Week, em São Paulo. O levantamento feito pela Associação de Designers de Produtos, em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mostra a importância que o design representa hoje e é um avanço para o setor, ao reunir dados antes desconhecidos.</p>
	<p><strong>Design não é produto final<br />
</strong></p>
	<p>Para que o design brasileiro conquiste uma identidade própria e ganhe notoriedade internacional, é necessário ser compreendido como um processo que envolve o todo e não apenas um produto final. Também deve haver uma integração entre a cadeia de designers. Estes são alguns dos objetivos da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign).</p>
	<p>“A proposta da Abedesign é estruturar o setor, enquanto a Brazil Design Week tem como função integrar todos os players: os escritórios de design, a indústria, os agentes de fomento e órgãos governamentais”, explica Gian Franco, Coordenador Geral da Brazil Design Week e Diretor de Promoção da AbeDesign, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Gian lembra ainda que um momento de crise precisa de mais eficiência e, por isso, os designers devem buscar simplificar a proposta e entender com rapidez e criatividade a relação entre produtos e consumidores. “A função dos designers é conhecer os materiais, os processos produtivos e criar soluções para produtos mais baratos”, aponta.</p>
	<p><strong>Profissionais devem se integrar</strong></p>
	<p>Integrar os profissionais que compõem as diversas classes do setor também contribui para novas oportunidades no mercado. “Até hoje, há uma distinção entre os profissionais empreendedores e os prestadores de serviço. É essencial aproximá-los. O design prestador de serviços, como o das agências, tem muito a aprender com o design empreendedor, como o de moda, e vice-versa”, diz ao site Luciano Deos, sócio e Diretor de Criação da Gad Branding &amp; Design e Presidente da Abedesign.</p>
	<p>Essa relação é importante na medida em que – sejam prestadores de serviços ou empreendedores – todos estão construindo soluções de produtos e serviços e contribuindo para a formação da imagem de marcas brasileiras. A construção dessas imagens depende de um processo que ultrapassa a estética e, ao contrário do que muitos pensavam há alguns anos atrás, é papel dos designers.</p>
	<p>“O design deve ser completo e criar soluções que vão desde o processo de pensar e formular o produto, até a otimização dos materiais, a comunicação e a comercialização”, avalia o designer Ricardo Leite, Diretor da Crama Design Estratégico. Leite fala também sobre a importância de pensar como um designer. “Existem empresas focadas em design, como a Apple. Steve Jobs não é um designer, mas pensa como se fosse um, valorizando fatores como o apelo estético e a funcionalidade”, compara.</p>
	<p><strong>Fortalecendo o design nacional</strong><br />
O foco no design é uma característica recente. A virada aconteceu na década de 1990, quando houve a inclusão de computadores nas empresas e do mundo digital. Desde então, a tecnologia foi barateada e, atualmente, chega de forma expandida para o mercado, deixando de ser um diferencial. Este papel agora é exercido pelo design. Mas como o design brasileiro pode concretizar uma identidade e conquistar a competitividade internacional?</p>
	<p>Para Ricardo Leite, da Crama, as empresas brasileiras precisam investir em criações exclusivas e fugir da cultura da cópia. Também é importante que o design nacional não pareça uma caricatura. “O produto tem que ser de qualidade industrial, não é artesanato. Não adianta entender como um elemento folclórico, da arte popular”, ensina. Outro passo importante é o investimento capaz de gerar resultados. “Até commodities podem se diferenciar com um investimento. É o caso da Maçã da Turma da Mônica”, ilustra o designer.</p>
	<p>Uma das novidades deste ano na Brazil Design Week e outro impulsionador do design feito no Brasil foi a primeira edição da Brazil Design Awards, premiação que homenageia os expoentes do setor. Um dos diferenciais da iniciativa é que o prêmio funciona como um preview da produção nacional: os ganhadores serão subsidiados pela Abedesign, em parceria com a Apex-Brasil, nos prêmios IF Design, na Alemanha, e no Festival Internacional de Publicidade de Cannes, na França.</p>
	<p><strong>Tendências e futuro do design no Brasil</strong></p>
	<p>Outra boa notícia para o setor, também anunciada durante o evento, foi a decisão do BNDES de que empresas de micro e médio porte contarão com os benefícios do Cartão BNDES para a contratação de serviços de design. “O compromisso assumido pelo BNDES no evento é um importante avanço. Com a decisão, a expectativa é de que o faturamento das empresas de design triplique em três anos”, comemora Luciano Deos.</p>
	<p>O resultado do segundo ano de Brazil Design Week, aliado às perspectivas otimistas para o setor, mostra que o design brasileiro continua expandindo e conquistando reconhecimento. Para ampliar sua competitividade, o mercado deve continuar trabalhando na capacitação profissional e ampliando sua visão estratégica e mais coletiva, unindo governo, universidades, instituições e empresas.</p>
	<p>“O Brasil pode assumir e criar relevância no design mundial por uma série de características. Basta transformar o discurso em verdade, amadurecer o setor e dialogar melhor com empresários”, acredita Deos, da Abedesign. Para Gian Franco, o futuro contará com um design simples, como já vemos em alguns produtos. “A tendência maior é a simplificação. O iPhone é um exemplo claro disso: o da usabilidade”, explica.</p>
	<p>Os profissionais têm ainda outros dois desafios. A pulverização das informações deixou os consumidores mais exigentes. Os designers precisam encontrar soluções para produtos bons e atrativos com custo menor. Por outro lado, o mercado precisa se adaptar aos conceitos de sustentabilidade e promover o consumo sem afetar o planeta.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:10:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A receita publicitária online chegou a 156,6 milhões de reais em agosto, aumento de 25% em comparação aos 127,9 milhões registrados no mesmo mês de 2008.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A internet lidera o crescimento da publicidade brasileira no acumulado até agosto em um setor marcado pela<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=8cFf49g7b" alt="" /> estabilidade, segundo dados divulgados pelo Projeto Inter-Meios.

A receita publicitária online chegou a 156,6 milhões de reais em agosto, aumento de 25% em comparação aos 127,9 milhões registrados no mesmo mês de 2008.

Se considerarmos a receita publicitária registrada nos oito primeiros meses de 2009, o crescimento da cifra é de 22%, partindo de 449,1 milhões de reais em 2008 e atingindo 550,6 milhões de reais neste ano.

Com o aumento, a internet se posiciona como mídia que mais cresce em um mercado publicitário estável &#8211; se considerarmos todos os veículos, a cifra gasta em 2008 é idêntica à registrada neste ano: 13,3 bilhões de reais.

Na comparação com o desempenho de outros veículos até agosto, a internet aparece na liderança, seguida pela publicidade em mídia externa (crescimento de 11,3% comparado a 2008), rádio (6%) e televisão (2,5%).

TV por assinatura (queda de 1,9%), cinema (-6,9%), revista (-9,6%), jornal (-11,2%) e guias e listas (-21%) aparecem como os setores cujas receitas publicitárias encolheram na comparação entre 2008 e 2009, segundo o Inter-Meios.

Se considerarmos a participação de cada meio no acumulado até agosto de 2009, a televisão mantém sua folgada liderança, responsável por 60,1% do setor, seguida por jornal (14,9%) e revista (7,2%).

A internet respondeu por 4,1% dos investimentos publicitários e ocupa a quinta posição, próxima do rádio (4,5%).

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		<title>Mensurando retorno</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:59:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para atingir as métricas de um ponto-de-venda basta avaliar a operação do varejo e do shopper marketing. A operação do varejo é baseada na reposição contínua de produtos e na conexão direta entre o estabelecimento e o fornecedor, enquanto o shopper marketing é, basicamente, o trabalho de gerenciamento de categorias e todos os estímulos feitos ao potencial comprador.
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>O ponto-de-venda será sempre um dos momentos mais importantes entre uma marca e o seu consumidor. Muitas ações são feitas neste espaço com o objetivo de aproximar o shopper da marca e transformá-lo em cliente. Mas, medir essas ações no ponto-de-venda é uma tarefa difícil que está sendo realizada pela ToolBox – Métricas de Ponto-de-Venda. Prova de sua eficiência e importância é que só em 2008 a empresa realizou auditoria em 30 mil PDVs de 400 cidades do Brasil.</p>
	<p>O foco da ToolBox é monitorar e mensurar as ações feitas nos estabelecimentos com relação à gerenciamento de categorias, reposição de produtos e contemplar todas as ações de Marketing que influenciem o comportamento do consumidor de alguma maneira no PDV, desde a motivação de equipes até a iluminação de uma loja.</p>
	<p>Para atingir as métricas de um ponto-de-venda basta avaliar a operação do varejo e do shopper marketing. A operação do varejo é baseada na reposição contínua de produtos e na conexão direta entre o estabelecimento e o fornecedor, enquanto o shopper marketing é, basicamente, o trabalho de gerenciamento de categorias e todos os estímulos feitos ao potencial comprador.</p>
	<p><strong><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/toolbox_Rafael_D%27Andrea.jpg" alt=" " width="180" height="250" align="left" />Foco em shopper marketing</strong><br />
Para alcançar o objetivo de mensurar ações no ponto-de-venda, a ToolBox acredita que é preciso estar focado em aplicar e medir ações de shopper marketing. “Quem faz isso hoje no varejo físico é o Walmart, que foi a primeira rede que informatizou o contato com o consumidor para saber quanto vendeu, a margem que ganha e também a que perde. Transformar isso em shopper marketing é pegar essas informações de venda de hora em hora e ligar com ações e eventos que acontecem no PDV”, explica Rafael D&#8217;Andrea (foto), Diretor de Desenvolvimento da ToolBoxTM &#8211; Métricas de Ponto-de-Venda, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>A informação gerada no PDV é caótica e o objetivo da ToolBox é entender o que acontece, mas que não aparece no sistema informatizado. De acordo com D&#8217;Andrea, o varejista até consegue fazer o controle de uma ou duas lojas, mas em uma rede outras variáveis influenciam como a reação do shopper durante determinada ação.&#8221;Com a ajuda da tecnologia o trabalho é facilitado porque hoje, em cinco minutos, é possível detectar o trânsito de pessoas na loja, se uma gôndola faz o consumidor parar na frente dela, quais as gôndolas com menos e mais fluxo de consumidores. Os principais indicadores no PDV estão dividos entre a ótica do varejista e da indústria”, diz D&#8217;Andrea.</p>
	<p>Na indústria, os indicadores mostram que é preciso investir bem o dinheiro e o shopper marketing é uma alternativa já que oferece mensuração imediata de resultados. “A degustação não faz parte de uma ação de shopper marketing porque ela apenas aumenta o volume de pessoas na loja e, em geral, este aumento não paga o valor da ação”, aponta o Diretor de Desenvolvimento da ToolBox.</p>
	<p><strong>Indústria X Varejista</strong><br />
Existem duas formas de avaliar uma ação no ponto-de-venda. Uma é a visão da indústria que está inteiramente voltada para o retorno sobre o investimento. Já o varejista está de olho no volume de pessoas na loja durante o período de determinada ação. Neste caso, o varejista continuará fazendo ações de degustação porque vale a pena. “Se colocarmos na ponta do lápis, veremos que metade dos displays não chegam ao ponto-de-venda. A gestão do ponto-de-venda tem que ser medida por métricas para saber quantas ações de fato estão sendo bem feitas e se o conceito da ação está implementado ou não no PDV”, afirma Rafael D&#8217;Andrea ao site.</p>
	<p>A Reckitt Benckiser é uma das empresas que compõem o portfólio da ToolBox e, segundo D’Andrea, trata-se de uma companhia &#8220;maníaca&#8221; pelo PDV devido à força de suas marcas e à presença delas nos pontos-de-venda. “Fazemos a métrica da execução da equipe deles no PDV em todas as lojas. Treinamos o pessoal, damos condições e estrutura através de incentivo e métricas. Se uma empresa não consegue criar estímulos reais objetivos, não tem como aferir resultados”, avalia.</p>
	<p>Como principal produto da ToolBox, D’Andrea destaca a mobilização de equipes em um objetivo comum. Assim como a auditoria do ponto-de-venda, isto gera indicadores como o espaço da gôndola, preço, preço dos concorrentes, se tem ou não promoção, tablóide, entre outros. “Amarramos essas informações estatísticas com as que foram adquiridas para aquele cliente, naquele dia, naquela hora. Mostramos um mapa de como está a distribuição das promoções”, ensina.</p>
	<p><strong>Mobilização de equipes</strong><br />
Na medida em que se esgotam as possibilidades de crescimento nas estratégias no ponto-de-venda, é necessário trabalhar e melhorar pequenos incrementos. Mesmo para produtos mais maduros, que já têm penetração alta e distribuição firmada nos PDVs. “Temos um painel que mostra o perfil dos nossos clientes e isto é bom para direcionar as estratégias. Identificamos o perfil para facilitar a segmentação no canal e para a empresa criar ações específicas”, conta o executivo da ToolBox.</p>
	<p>Outro case da empresa foi feito para a Kimberly-Clarck. Após três anos na carteira de clientes da ToolBox, a  companhia conseguiu alavancar em 15% as vendas de absorvente na rede Carrefour. “Neste caso, trabalhamos apenas com redução de ruptura e na mobilização da equipe com incentivo e auditoria de PDV. Já na Reckitt, fizemos um programa de excelência de distribuidores para medir resultados de venda. Sem os indicadores para construir os resultados, não se sabe por que uma ação deu certo ou errado”, explica Rafael D’Andrea.</p>
	<p>Se o shopper é um potencial consumidor que está decidindo o que comprar no ponto-de-venda, uma ação de shopper marketing nada mais é do que, basicamente, converter aquele momento em venda. &#8220;Aumentar o movimento de pessoas em um PDV pode significar mais vendas, porém, melhorar os aspectos que influenciam o comportamento do shopper será mais eficaz. O corredor de uma loja tem que ter poder de atração, a gôndola tem que fazer o shopper parar em frente a ela e o fabricante tem que fazer com que o shopper escolha o seu produto. Este é o ciclo do varejo”, completa D’Andrea.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Brasil. Um país sem marca?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 15:42:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil deve agregar novos elementos à sua marca país. Tudo bem termos sexualidade, futebol, praia, natureza exuberante e musicalidade. Mas que tal formatar a criatividade, a flexibilidade, a cortesia e a inovação como elementos novos em um mundo que aspira por isto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Não é a primeira vez que esse tema é destacado não é&#8230; Mas, a questão vai ficando cada vez mais importante e cada vez mais apavorante para a indústria nacional, neste tempos em que TUDO é marca. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não existe um cuidado do governo com a &#8216;marca&#8217; Brasil. Nenhum trabalho para auxiliar a indústria nacional em relacionar seus produtos com uma marca forte do país, uma marca que denote &#8216;origem&#8217; e valorize o produto nacional. Não. O governo &#8216;gosta&#8217; dessa posição de fornecedor de commodities. E a indústria também não se preocupa em investir em ações que modifiquem esse posicionamento do governo. E vamos indo&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura.</span></p>
	<p>O Brasil tradicionalmente se orgulha de ser um grande exportador de commodities. Somos campeões mundiais em exportação de minério de ferro, de café, de carnes, de suco de laranja, etc.. Mas e as nossas marcas? Temos marcas fortes no exterior? Como a nossa identidade de país afeta os nossos produtos nos mercados consumidores? Esta questão é preocupante, pois marcas fortes ajudam a gerar valor para as empresas e neste caso para o país, também.</p>
	<p>Recentemente analisei as embalagens de sucos de laranja americanos e vi que a maioria deles aponta em seus ingredientes a procedência dos sucos do Brasil. De fato, somos os maiores fornecedores desta categoria para os Estados Unidos. Mas infelizmente não existe nenhuma marca brasileira concorrendo neste importante mercado. Qual o risco desta situação?</p>
	<p>Amanhã, se as empresas americanas acharem um produtor de suco de laranja mais barato, podem trocar o nosso produto. E o consumidor americano como fica? A vida dele continuará tranquila, ele nem perceberá a mudança, pois afinal somos apenas ingredientes. Este consumidor se relaciona com as marcas que transmitem valores e a própria garantia de qualidade. O problema maior será para os milhares de produtores rurais e os trabalhadores das empresas processadoras que podem ficar sem este importante mercado.</p>
	<p>Uma boa estratégia de Branding para setores da economia ajuda a obter preços superiores, também. O Brasil, considerado a terra do café, não obtém os mesmos níveis de preços do Café da Colômbia. Comparando produtos no mesmo nível de qualidade, os grãos colombianos atingem na média, um premium de 15% em relação ao produto brasileiro. Mas enquanto valorizamos ser o maior, a Colômbia trabalhou um posicionamento de ser o melhor café do mundo.</p>
	<p>Dentro de sua estratégia de Branding, criou um personagem que sintetiza o seu diferencial, o camponês Juan Valdez, representando todos os camponeses colombianos, seu cuidado, carinho no cultivo e colheita dos grãos de café. Vale a pena mencionar que o Brasil é o grande exportador de grãos de café, mas quem lidera as exportações de produto industrializado (com marcas que agregam valor) é a Alemanha, apesar deste pais não produzir um grão sequer em seu território.</p>
	<p>Estes exemplos mostram que a questão das marcas é cada vez mais estratégica, com grandes implicações sociais e exige uma ação planejada das empresas, das entidades setoriais e do Governo Federal através da APEXBRASIL (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). E como a marca Brasil é percebida no exterior? Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, em pesquisa realizada pela McCann em 2002, existem cinco pilares que refletem o imaginário do Brasil no exterior: a Natureza exuberante, as Praias, o Futebol, a Musicalidade e a Sexualidade.</p>
	<p>Para algumas categorias de produtos exportáveis, estes elementos da marca Brasil são interessantes. Não é a toa, que o setor de Moda tem obtido um lugar de destaque, pois a energia criativa brasileira contida nestes elementos ajuda a popularizar marcas de biquínis, moda praia e casual. Mas o Brasil tem empresas de tecnologia em que é necessário um trabalho muito grande para vencer resistências, como por exemplo: marcas de aviões, de biotecnologia e de bancos, entre outras.</p>
	<p>A Embraer sempre contou com  produtos de qualidade, mas teve que agregar uma série de serviços e suporte aos clientes para se diferenciar dos concorrentes e minimizar as inseguranças dos compradores. Foi um trabalho árduo de convencimento e persistência para driblar uma percepção que o país do samba e do futebol também poderia ser um player importante em tecnologia.</p>
	<p>Voltando às imagens do Brasil, a sexualidade é um elemento muito presente no imaginário das pessoas e recentemente vi um exemplo de como empresas estrangeiras se apropriam de estereótipos para vender produtos com um “posicionamento brasileiro”. O produto é a cachaça CABANA. Esta bebida é produzida no Estado de São Paulo e é importada pelo empreendedor americano Matti Antilla desde 2006, que viu uma oportunidade de lançar uma cachaça super premium para concorrer com outras bebidas nos Estados Unidos.</p>
	<p><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/artigo_marca_brasil.jpg" alt=" " width="337" height="457" align="right" />Em seu site <a href="http://www.cabanacachaca.com/" >http://www.cabanacachaca.com</a> (“visit cabanas for more footage”) os leitores poderão ver como o imaginário de sexualidade do Brasil é utilizado para vender esta cachaça no mercado norte-americano e inglês&#8230; Ao lado, envio um exemplo dos anúncios criados recentemente publicados com o slogan “Authentically Brasilian”, escritos desta maneira mesmo, com “s”.</p>
	<p>Esta campanha reforça as imagens que os estrangeiros têm do Brasil e podemos entrar em uma grande discussão se “Sexo” ajuda a vender produtos, mas o nosso objetivo aqui é mostrar que se os produtores brasileiros não cuidarem do seu Branding, outros agentes irão construir suas marcas nos mercados consumidores, reforçando as imagens estereotipadas do país. Esta situação pode afetar uma série de indústrias que terão muito mais trabalho para convencer seus clientes que o Brasil é um país sério, negando a famosa afirmação que teria sido dita pelo Presidente francês Charles De Gaulle.</p>
	<p>O Brasil deve agregar novos elementos à sua marca país. Tudo bem termos sexualidade, futebol, praia, natureza exuberante e musicalidade. Mas que tal formatar a criatividade, a flexibilidade, a cortesia e a inovação como elementos novos em um mundo que aspira por isto. Falamos muito de mulatas, ronaldos, favelas, mas não podemos ficar presos só a isto. O Brasil pode construir marcas que agreguem muito mais, basta utilizar um dos seus principais ativos: imaginação.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Julio Moreira</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Varejo: +6,9% em abril.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:52:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O volume de vendas no varejo brasileiro subiu 6,9% em abril, na comparação com o ano passado. No acumulado dos primeiros 4 meses de 2008 a elevação ficou em 4,5%. Quem garante é a pesquisa mensal do comercio, divulgada ontem pelo IBGE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O volume de vendas no varejo brasileiro subiu 6,9% em abril, na comparação com o ano passado. No acumulado dos primeiros 4 meses de 2008 a elevação ficou em 4,5%. Quem garante é a pesquisa mensal do comercio, divulgada ontem pelo IBGE.</p>
	<p>Boa parte da explicação para esse bom resultado está no calendário. Em 2008 a Páscoa caiu em março e neste ano ficou em abril. Não é a toa que a maior contribuição para esse crescimento foi dada pelos super e hipermercados, que se fartaram de vender ovos de páscoa, ajudados pela estabilidade dos preços e pelo aumento real da massa salarial. Também tiveram bom desempenho as lojas de departamento, os produtos farmacêuticos, cosméticos e produtos de informática e comunicação.</p>
	<p>Por outro lado, puxaram o índice para baixo o setor de móveis e eletrodomésticos, que apresentou queda de 10% no volume de vendas e as lojas de tecidos, calçados e vestuário, cujas vendas continuam em queda. Só nesses 4 meses de 2008, a retração foi de 7,5%. Também pudera – enquanto o IPCA variou 3,1% de setembro do ano passado até abril desse ano, os preços médios das roupas subiram 6,2%, ou seja, o dobro. Materiais de construção e veículos também andaram para trás em abril.</p>
	<p>Alguns estados tiveram desempenho ainda melhor que a media nacional, caso de São Paulo, onde o volume de vendas foi quase 10% maior e Paraná, que cresceu quase 9%. Bahia ficou bem perto da media nacional, com mais 6,8%. Já o Rio e Minas cresceram menos que a media, apenas 5,4%, assim como o Rio Grande do Sul, que avançou 2,6%. Já Brasília fez feio – vendeu menos 0,4% que em abril de 2008.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Consumidor conectador.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:28:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Ipsos, 5a maior empresa de pesquisas do mundo, lançou uma nova área, especializada em estudos envolvendo mídia, conteúdo e tecnologia. Em outras palavras, eles querem ajudar as empresas a entender e se relacionar com aqueles consumidores que hoje passam a maior parte do tempo conectados à internet, colados em seus celulares e participando das redes sociais.
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			<content:encoded><![CDATA[A Ipsos, 5a maior empresa de pesquisas do mundo, lançou uma nova área, especializada em estudos envolvendo mídia, conteúdo e tecnologia. Em outras palavras, eles querem ajudar as empresas a entender e se relacionar com aqueles consumidores que hoje passam a maior parte do tempo conectados à internet, colados em seus celulares e participando das redes sociais.

De fato a quantidade de internautas em nosso pais não para de crescer. Segundo a Ipsos, somente nos últimos 4 anos o percentual de lares com computador no Brasil passou de 31 para 45%. Desses, 60% acessam a internet a partir de suas casas. E tem mais – nada menos que 87% dos brasileiros que navegam em casa na web o fazem por banda larga. Outra prova de que o acesso residencial à internet vem crescendo bastante no Brasil é a constatação de que hoje o horário de pico é entre 20 horas e meia noite, quando a maioria das pessoas já está em casa.

Esses consumidores sempre conectados e hiper bem informados, estão obrigando as empresas a revisar suas velhas estratégias. Neste cenário, para se manter relevante para indivíduos sempre em movimento é preciso inovar continuamente e dar um jeito de fazer parte das conversas que as pessoas travam nas comunidades online, nas salas de bate papo, nos torpedos enviados pelo celular e nas trocas de mensagens instantâneas.

Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
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<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/05/neuromarketing/" title="Neuromarketing 2009.06.5">Neuromarketing</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/reputacao/" title="Reputação 2009.06.1">Reputação</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul><li><a class="commentor" href="" >Rebeca Araujo Silva</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2009/06/18/consumidor-conectador/#comment-14" title="View the entire comment by Rebeca Araujo Silva" >Eu gostaria de participar deste sistema de incenti...</a></li>
<li><a class="commentor" href="http://SãoPaulo" >Edivaldo Barbosa</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2009/06/18/consumidor-conectador/#comment-13" title="View the entire comment by Edivaldo Barbosa" >Eu Edivaldo Barbosa gostaria de participar deste s...</a></li>
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		<title>Falando em vender produtos e entregar emoções&#8230;.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 14:52:01 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>No mercado de commodity é difícil para uma marca se diferenciar pelo simples fato de que a concorrência oferece o mesmo produto. Por isso, é cada vez mais necessário que as empresas deste setor ofereçam um diferencial emocional para o consumidor para que se crie um vínculo com eles. Neste mercado, as marcas consideradas mais fortes levam vantagem sobre as outras porque normalmente são elas as primeiras a apresentarem o produto ou oferecerem os mesmos de forma mais simples, explicativa ou com maior valor agregado.</p>
	<p>Sabendo da dificuldade de se diferenciar, a Suvinil buscou o relacionamento com o consumidor e também com formadores de opinião, a fim de dar credibilidade à imagem da empresa. Por isso, a Suvinil patrocina a Casa Cor &#8211; mostra de arquitetura, decoração, design e paisagismo &#8211; que, de acordo com Fernanda Dall&#8217;Orto, Gerente da marca, está totalmente alinhada ao posicionamento da empresa e sempre fará parte do calendário da Suvinil.</p>
	<p>Se no mercado em geral o vínculo emocional entre marcas e consumidores já é de suma importância para o sucesso nas vendas, quanto o assunto é commodity este vínculo deve ser elevado ao cubo, segundo Karina Milaré, Diretora de Planejamento da TNS Research International. Este é o principal desafio das empresas que compõem este mercado e será preciso mais do que uma simples ação de Marketing para diferenciar grãos de arroz de marcas diferentes.</p>
	<p><strong>Produtos iguais para consumidores diferentes<br />
</strong></p>
	<p>Num mundo em que muitos produtos acabam ficando commoditizados por não desenvolverem grandes diferenciais, a marca líder provavelmente foi a primeira que apareceu no segmento, entregou um diferencial de produto ou ainda criou uma conexão emocional que fez o consumidor despertar para a marca, segundo Karina, da TNS. Mas, as empresas que chegaram “atrasadas” não precisam perder as esperanças. “Para ganhar espaço no mercado de commodity sem ter sido a primeira a entrar no ramo, o jeito é criar uma conexão emocional e, consequentemente, um diferencial de marca”, diz Karina em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Para a própria Gerente da marca Suvinil, Fernanda Dall&#8217;Orto, o mercado de atuação da empresa não deve ser considerado commodity pelo fato da diferenciação de produtos dos concorrentes. Mas, no final, o que se vende é tinta e por isso a marca investe em branded content. Prova disso são as dicas de Marcelo Rosenbaum &#8211; criativo do quadro Lar Doce Lar do programa Caldeirão do Huck &#8211; no site Suvinil e em revistas.</p>
	<p>A Suvinil fornece as tintas para o quadro e esta é uma maneira que a empresa percebeu para divulgar a marca através de formadores de opinião. “No mercado de tintas tem muito formador de opinião. Pode ser o pintor, o arquiteto, o decorador e até o balconista e eles têm atuação mais forte que em outros segmentos de consumo”, conta Fernanda Dall&#8217;Orto ao site.</p>
	<p><strong>Enaltecendo os diferenciais<br />
</strong></p>
	<p>O relacionamento da Suvinil com profissionais é baseado no Clube Amigo Suvinil. Este programa oferece a troca de informações com profissionais para que eles saibam qual a melhor forma de aplicar a tinta. Esta foi uma ideia que surgiu da necessidade dos consumidores da empresa de entregar o serviço para um profissional mais bem preparado e evitar o desperdício de uma mão-de-obra ruim.</p>
	<p>Além de melhorar o serviço prestado pelo pintor, a Suvinil também oferece cursos para o consumidor que pretende aplicar a tinta sem contratar um profissional. “Entendemos que consumidores de classes mais baixas fazem o serviço de pintura, enquanto os mais favorecidos preferem pagar por um pintor. Mas também existem os consumidores que fazem por hobby, para se distrair”, entende Fernanda.</p>
	<p>A Suvinil é uma marca forte e isso é cada vez mais relevante num cenário em que o mercado está caminhando cada vez mais para que muitos produtos virem commodities. Apesar da oportunidade que este setor oferece para que empresas se diferenciem através de ações mais emocionais, poucas praticam esta estratégia e este é o grande desafio para elas. “Por mais que a gente fale de emoção, pouca gente faz isso ainda. Muitas empresas focam em características do produto e poucas estão explorando bem o potencial emocional. O mercado não está tão maduro a ponto de cada marca identificar seu diferencial”, acredita Karina Milaré.</p>
	<p><strong>Commodity como tema de painel<br />
</strong></p>
	<p>Alinhada ao mercado de moda e qualidade de vida, a <a href="http://www.suvinil.com.br/"  target="_blank">Suvinil</a> cria alternativas criativas para estar perto do seu consumidor. “A tinta é peça chave em uma decoração de ambiente e a cor tem um vínculo com a moda. Por isso, divulgamos um estudo de tendências de cor”, afirma Fernanda Dall&#8217;Orto, da Suvinil. De acordo com ela, a tinta sem cheiro da marca é uma forma de contribuir com o bem estar dos consumidores. “Com esse produto não é preciso dormir fora de casa no dia da pintura e isto diminui o transtorno”, aponta.</p>
	<p><!--E-mail: thiago@mundodomarketing.com.br</p>
	<p>--> 	 	<!--</p>
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	<p>&#8211;>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Com qual arquétipo sua marca está relacionada?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 16:44:43 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Gerir uma marca é um trabalho que requer estratégia, investimento, inovação, entre outros inúmeros componentes. Porém, o que parece estar carente neste processo de gestão de marca é a emoção. Diversas empresas aprendem que a experiência com a marca, uma boa história e um produto de qualidade são os principais ingredientes para o sucesso. E são mesmo. Porém, especialistas como Ryan France acreditam que a emoção é a fonte de motivação para a escolha de uma marca.</p>
	<p>Segundo Ryan France, diretor de Research Insights da TNS Japão, é a emoção que uma marca transmite que faz com que ela seja reconhecida por apenas 10% da imagem de sua logomarca, por exemplo. Baseado no emocional de marcas como McDonald’s, Nike, Coca-Cola, BMW e Rolex, o executivo aborda a recessão mundial e os arquétipos como forma de conhecer e entender o consumidor, além de transmitir as vantagens e os atributos de uma marca. O executivo compara as reações dos consumidores com características de Deuses Gregos. Desta forma, o perfil de consumo pode ser dinâmico, sofisticado, refinado, gentil, alegre ou rebelde.</p>
	<p><strong>Emoção acima de tudo<br />
</strong></p>
	<p>A emoção de usar ou consumir uma marca faz parte de um posicionamento criado através de estratégias de Marketing que podem demorar dias só para que o consumidor tenha apenas alguns segundos de emoção com ela. De acordo com Ryan France, uma estratégia pode também ser definida em um dia, mas é necessário outros esforços para que ela funcione. “Se definirmos a estratégia em um dia teremos que passar os outros 364 executando-a”, diz.</p>
	<p>Esta estratégia é que define a emoção transmitida através de bens de consumo ou até em alguns serviços. Esta emoção é importante para as marcas famosas porque elas se conectam aos seus consumidores desta maneira, influenciando a forma como eles veem o mundo. “O posicionamento emotivo define o que é um produto. Nós não pensamos em Nike como uma sola de borracha com tecido”, explica o diretor de Research Insights da TNS Japão.</p>
	<p>É sabido que a escolha de uma marca envolve status, aceitação, poder e até uma imagem lúdica que se queira transmitir. Estas são necessidades funcionais dos consumidores e por isso qualquer detalhe pode ser determinante para a escolha de uma marca. “Um bom exemplo disso são as embalagens”, salienta Ryan France em evento organizado no Rio de Janeiro pela TNS.</p>
	<p><strong>Arquétipos explicam identidade<br />
</strong></p>
	<p>Usando o sistema de <a href="http://www.tnsglobal.com/business-information/motivational-research/"  target="_blank">NeedScope</a>, a TNS encontra dois tipos de necessidades emocionais: o que a marca diz sobre mim? E como a marca me faz sentir? “Marcas poderosas falam a língua dos Arquétipos”, define France. Os Arquétipos são a forma como vemos o mundo e como conduzimos nosso comportamento, porém implicitamente em nossa psicologia.</p>
	<p>Ligados aos Deuses Gregos Ares, Zeus, Apolo, Demeter, Hera e Afrodite, os Arquétipos podem ser usados para definir o perfil de grandes marcas para que se entenda como elas agem emocionalmente na mente dos consumidores. “Estímulos visuais e sutis dos Arquétipos constroem a nossa estrutura para análise”, diz France.</p>
	<p>O perfil dinâmico está ligado a marcas com perfil radical, aventureiro e uma marca que corresponde a esta característica é a Nike e esta pode ser associada ao Deus Ares. Marcas seguras de si correspondem a Zeus e um bom exemplo é a Rolex. Já a Mercedez apresenta um perfil mais voltado para inteligência, refinado, resignado e conservador, assim como Apolo.</p>
	<p>De acordo com o diretor de Research Insights da TNS Japão, Dove é uma marca que está ligada a preocupação com o consumidor e pode ser inserida nas características de Demeter. A alegria define características de marcas como McDonald’s e a rede de fast-food está associada à Deusa Hera. Por fim, nenhuma marca poderia expressar um perfil rebelde melhor do que a Red Bull. Por isso a marca de bebidas energéticas está baseada em Afrodite.</p>
	<p><strong>NeedScope permite alinhamento com público<br />
</strong></p>
	<p>Esta visão estratégica da TNS fez com que a marca de motocicletas indiana TVS voltasse à liderança de mercado daquele país. Depois de perder o primeiro lugar para uma empresa concorrente que investiu pesado em potência como diferencial, a TVS adotou o NeedScope da TNS para reposicionar a marca no ranking. O desafio de rejuvenescer a marca sem perder sua característica de segurança direcionou a estratégia da TVS para oferecer um produto com características de liberdade. A outra opção seria um veículo com as mesmas características da marca líder naquele momento.</p>
	<p>A empresa desenvolveu a linha de motos Apache e inseriu o veículo no conceito &#8220;liberation&#8221;, ou seja, o mote da campanha estava ligado à mobilidade, curtir a vida, descoberta da vida adulta. Além deste posicionamento, o slogan “É agora ou nunca” também ajudou a TVS a voltar ao primeiro lugar no ranking e conquistou os consumidores através de muita emoção em suas peças de comunicação. “A linha Apache apresentou significados emocionais como pertencimento e segurança”, afirma Ryan.</p>
	<p>Outro case que contou com uma estratégia emocional foi feito para a marca de lenços de papel, Kleenex. Com um produto com baixo envolvimento do consumidor, sem diferenciação das marcas, a pesquisa da TNS identificou a característica ‘macia’ como a principal da marca. Inspirados pelo estudo, os profissionais de Marketing da empresa conceberam um conceito diferenciado através de novas embalagens e moveram a marca para um segmento diferente. “A marca passou a associar imagens da natureza e valorizar o toque como característica do produto”, completa Ryan France.</p>
	<p><!--E-mail: thiago@mundodomarketing.com.br</p>
	<p>--> 	 	<!--</p>
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	<p>&#8211;>Fonte:<a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank"> Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Chega de discurso! Chega de enrolação.</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 14:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabou a Era do discurso quando o assunto é Marketing. “Não adianta fazer mais gracinha porque hoje os consumidores são capazes de criar seus próprios comerciais”, aponta Mario Castelar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Acabou a Era do discurso quando o assunto é Marketing. “Não adianta fazer mais gracinha porque hoje os consumidores são capazes de criar seus próprios comerciais”, aponta Mario Castelar, Diretor de Inovação da Nestlé em entrevista ao Mundo do Marketing sobre o lançamento de seu livro cujo título é: “O Marketing da Nova Geração”, editora Campus.</p>
	<p>A interrupção, a comunicação unilateral está chegando ao fim. “Agora tem que se estabelecer conexão com as pessoas. Dizer o que interessa a elas e fazer uma proposta que tenha algum significado, criar um relacionamento, prestar serviço e proporcionar experiência”, afirma Castelar.  Hoje, as empresas devem conversar com as pessoas porque elas falam, opinam e vão até as empresas.</p>
	<p>A Nestlé tem seis portais na internet que recebem dois milhões de acessos por mês. Por dia, são 10 mil contatos com consumidores. “Prestamos atenção a isso. Se o consumidor sugere alguma coisa, buscamos atender se for possível. Isso que vai funcionar daqui para frente. É relacionamento”, explica o executivo que já esteve à frente do Marketing da multinacional suíça no Brasil. Seguindo este princípio, a própria Nestlé voltou atrás em 2008 na descontinuidade de uma linha de Nescau depois que milhares de consumidores reclamaram.</p>
	<p><strong>Pessoas ao invés de consumidores</strong></p>
	<p>Consumidores não. Pessoas, ressalta Castelar. “Se você só olha para uma dimensão delas, que é o consumo, deixa de entender o todo. O profissional de Marketing tem que sair mais para a rua. Temos que deixar o escritório e ir para onde as pessoas estão vivendo. Prestar atenção e produzir projetos de Marketing e de comunicação, produtos e serviços, a partir do olhar destas pessoas”, diz.</p>
	<p>Neste novo tempo, as pesquisas e a comunicação também devem mudar. Hoje, a base amostral é um domicílio. Para Castelar, a menor unidade amostral não pode ser mais o domicílio porque não funciona mais. “Os hábitos não são homogêneos em um domicílio. As pessoas comem comidas e assistem a programas diferentes. Tem que entrevistar um por um”, constata. Na hora de comunicar, também deve se considerar o indivíduo. “É mais barato fazer uma comunicação um a um hoje por causa da possibilidade dos meios móveis. A internet possibilitou fazer comunicação um a um com efeito massivo porque atinge muita gente, pondera Mario Castelar.</p>
	<p><strong>Novas regras</strong></p>
	<p>Novos canais de venda também devem ser explorados. A Nestlé está vendendo seus produtos de porta em porta nas periferias dos grandes centros. “Está tendo muito resultado”, conta. Outra mudança está na concepção dos produtos da multinacional. Com as pessoas e a comunicação em movimento, a Nestlé está desenhando produtos que facilitam as pessoas a comerem ao mesmo tempo em que estão andando.</p>
	<p>Estas são algumas das mudanças do Marketing da nova geração. Há muitas apontadas por Castelar, como a multidisciplinaridade e a transparência. “A empresa tem que ter um projeto de Marketing suportado por um grupo que conhece todas as disciplinas e ferramentas”. E não pode mais mentir. “Antes se mentia muito. A grande malandragem hoje é ser correto, honesto, transparente e ser do bem”, atesta.</p>
	<p><em>Bruno Mello</em></p>
	<p><!--E-mail: bruno@mundodomarketing.com.br</p>
	<p>--> 	 	<!--</p>
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	<p>&#8211;>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
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