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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Marketing integrado</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:45:29 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=49Fa58s69" alt="" />A necessidade de criar uma integração sistêmica inteligente</strong></p>
	<p><em>O marketing promocional é uma peça fundamental de um todo maior e sistêmico que se chama marketing e que por sua vez evolui desordenadamente e que necessita urgentemente de mais inteligência aplicada</em></p>
	<p style="text-align: left;">
	<p style="text-align: left;">Eu estive no início de outubro na Cidade do México, acompanhando o II Encontro Ibero Americano de Marketing Promocional. Fiquei emocionada ao lembrar que o movimento da criação da FIMAPRO &#8211; Federação Ibero Americana de Marketing Promocional começou com o desejo da AMPRO do Brasil de reunir seus pares latino americanos no início do ano passado.  E, de repente no mês de maio do mesmo ano, estavam aqui em São Paulo, representantes do AMPRO de Uruguai, AMPRO do Chile, AMAPRO do México e uma mensagem da CAMPRO de Argentina demonstrando o mesmo desejo de se conhecerem. Foi uma reunião simples, mas muito produtiva com empatia imediata entre todos nós.</p>
	<p>A sinergia e a união do grupo geraram bons e rápidos resultados, culminando na criação da FIMAPRO em Montevidéu em outubro passado. E agora neste evento do México, éramos oito países (Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Equador, Colômbia, México e Espanha) discutindo uma pauta repleta de assuntos urgentes. Na programação aberta ao público, no WTC da Cidade do México, assistimos dois dias integrais de palestras e debates, das quais chamou minha atenção, um case interessante do Uruguai relatado pelo cliente que chamou sua palestra de “Dez mitos sobre o marketing promocional” e a Espanha falando de “Inovação 360°”, pois lá o marketing promocional já é chamado de “marketing integrado”.</p>
	<p>O Brasil levou a sua preocupação com ROI e apresentou uma tese acadêmica que ganhou nota máxima e que abre caminho para reflexão sobre o assunto do retorno do investimento em promoções não monetária. O México, por outro lado, demonstrou que está bastante adiantado no seu programa de certificação e capacitação de promotores a ponto da associação de marketing promocional local, a AMAPRO, assinar com governo e com a ANTAD (a associação de supermercado e lojas de departamento do México) uma parceria inédita tripartite para legitimar a obrigatoriedade de capacitação e certificação de pessoal que trabalhar nas atividades de reposição, promoção e positivação de materiais de merchandising nos pontos de venda.</p>
	<p>Isso mostra a força que esta atividade tem no mercado mexicano de marketing promocional. Pela relevância do evento esteve presente na abertura o ministro da indústria e do comércio, o presidente da associação de agências de propaganda além de demais autoridades e representantes de outras entidades.</p>
	<p>Este programa de capacitação e certificação mexicana foi alvo de muitas discussões e sabatina durante a reunião privada da FIMAPRO e deverá permear o programa de estudos das associações de marketing promocional de cada um dos países componentes, para transformar quem sabe num dos primeiros programas conjuntos aplicados em larga escala com a chancela da federação. Além disso, a FIMAPRO deverá estudar alguns outros assuntos de interesse conjunto, com devida adequação local e apresentar no Chile, local do próximo encontro no ano que vem. Mas, no fim de tudo, o que ficou evidente para todos foi a universalidade dos assuntos e consequente igualdade dos problemas enfrentados pelos empreendedores do nosso setor. Pois foi assim com o debate sobre formatos de remuneração mais justa, as concorrências feitas com muitas agências e sem critérios justos, trabalhos pontuais versus contratos mais longos, a sustentabilidade do negócio, problemas oriundos da falta de observância de direitos autorais, crescente necessidade de certificação, e assim por diante.</p>
	<p>Mais uma vez pude sentir claramente a necessidade urgente de uma mudança de padrão mental das partes que compõem o atual marketing promocional, entendendo melhor o nosso papel num contexto mais ampliado do business, elevando o nível de consciência dos dirigentes de agências, empresas e profissionais para buscar mais conhecimento e aplicação de talento como fator de diferencial competitivo no mundo globalizado e tão igual, tão pequeno.</p>
	<p>A nossa atividade é uma peça fundamental de um todo maior e sistêmico que se chama marketing e que por sua vez evolui desordenadamente e que necessita urgentemente de mais inteligência aplicada.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Elza Tsumori</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Tendências de consumo&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 00:43:28 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Gosto MUITO dos textos da Beth Furtado. São claros, inspiradores.<br />
Ela enxerga e consegue traduzir muito bem as tendências de mercado. Algumas podem ser nem se concretizar. Mas, a visão dela nos mostra o que existe de mais provável por ai&#8230;<br />
Gosto muito mesmo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p>Como diz Eduardo Gianetti da Fonseca, “o futuro vem do futuro”, mas é possível neste ano, vislumbrar um movimento que deverá nos acompanhar nos próximos tempos: a simplicidade como base do universo de consumo. Pode ser que alguma vertente desta tendência seja aniquilada pelos tempos instáveis em que vivemos, mas outras serão absorvidas em uma nova dinâmica que começa a se formar.</p>
	<p>Sabemos que não sabemos onde iremos parar, mas o que está acontecendo no mundo é uma mudança à fórceps de uma civilização de excessos. Excesso de inconsciência em relação a sustentabilidade, excesso de insensibilidade em relação ao próximo e a responsabilidade social, excesso de consumo predatório, excesso de valores equivocados, excesso de “eu ganho-ganho”.  Na vida econômica, como na pessoal, às vezes precisamos ser forçados a mudar. Sem o caos econômico não iríamos fazer alguns sacrifícios importantes deste processo de mudança.</p>
	<p>Na civilização que ora se vai, o mundo sustentava-se em um equilíbrio entre a China na produção e os Estados Unidos no consumo. O consumo desenfreado norte-americano não sustenta mais esta equação face ao desemprego e a falta de confiança do consumidor, dentre outros fatores. As mudanças que estão em formação, em particular nos Estados Unidos, mas também no mundo todo, nos levam a concluir que a Era da Simplicidade começou. Ainda é um sinal fraco, mas está lá no horizonte, até porque a demanda do mercado norte-americano nunca mais será a mesma.</p>
	<p>A Simplicidade como um movimento, já existia mesmo antes dos eventos econômicos. Em todos os aspectos. A diferença é que agora tornou-se imperativa. Não há recursos no planeta para sustentar o consumo da forma como estava. Nesta sociedade paradoxal, havia de um lado o excesso e de outro a exclusão de um grande contingente.É possível perceber os sinais de mudanças. Estão por todos os lados. Por exemplo:</p>
	<p>Pontos de Vendas: depois de décadas com projetos arquitetônicos mirabolantes a reflexão agora é menos. Lojas com menos elementos, seja porque os consumidores não conseguem ler todas as informações que colocamos na sinalização, seja para baratear os custos, seja para adequar-se à uma visão sustentável.</p>
	<p><strong>Produtos</strong> &#8211; Apesar do livro A Cauda Longa nos ensinar que cada vez teremos mais alternativas, as pessoas dividem-se de forma paradoxal. De um lado ficam estressadas com tantas alternativas, de outra pedem novidade o tempo todo, já que a obsolescência acontece no ato da compra. De qualquer forma veremos muitas empresas saírem dos negócios nos próximos anos, e as que ficarem irão depurar seus mix já que o momento pede reflexão sobre a curva ABC.</p>
	<p><strong>Insumos</strong> &#8211; Desperdiçamos muito do nosso planeta finito em elementos que vão para o lixo, no exato instante em que chegam nas nossas casas. Um exemplo são as embalagens de proteção. Temos ainda muita redução, diminuição de elementos e revisão de matérias primas para fazer.  Estas reduções geram economia em progressão geométrica: embalagens menores com insumos mais eficientes ou a ausência de invólucros, propiciam economia de transporte, de armazenagem, de rupturas, combustível, etc. Algumas empresas já começaram, mas tudo está por fazer.</p>
	<p><strong>Menores Distâncias</strong> – O conceito de Carbono Neutro, reforçou a importância de produtos originados de distâncias menores, da própria cidade, do próprio bairro. Na Itália, existem há muitos anos Clubes de Compras de Consumidores, como o G.A.S (Gruppo di Acquisto Solidale) que privilegiam fornecedores locais.</p>
	<p><strong>Luxo</strong> – Definitivamente o luxo contemporâneo é diferente do luxo ostentatório do passado, que ainda existe por aí, mas já embute códigos descompassados com o momento. É comum empresas deste segmento não utilizarem mais logomarcas nas fachadas e vemos que descolado hoje é misturar marcas de grife com peças muito básicas, muito simples e muito essenciais. Bom gosto sempre foi menos. Agora é “menos” ainda.</p>
	<p><strong>Casas </strong>– Nossas casas tornaram-se mais práticas, com menos móveis, menos adereços inúteis, menos formais e o uso de peças de demolição sejam pisos, portas ou móveis, tornaram-se uma expressão contemporânea.</p>
	<p><strong>Atitude</strong> – Jóias em excesso, casacos de pele, muita maquiagem, excessos de exposição de grifes, relacionamentos predatórios, grosserias com menos afortunados, vampirismo empresarial, exibicionismo – todos são aspectos que estão sub júdice. Ostentar tornou-se um descompasso. Costumo citar o exemplo de nosso maior patrimônio em glamour – a modelo Gisele Bündchen – uma pessoa básica do tipo jeans e camiseta. O glamour que a pessoa jurídica Gisele Bündchen vende, insere-se no mundo do entretenimento. É um sonho do mundo do show biz não vivido pela pessoa comum, nem pela pessoa física Gisele, que é pura simplicidade. O casamento dela foi emblemático desta atitude.</p>
	<p>Os exemplos são incontáveis, mas é importante frisar: precisamos do consumo. É sobre ele que ancora-se a sociedade contemporânea, mas deve ser diferente. Porém, para que ele seja diferente, nós é que temos que mudar. Já estamos, mas temos muita lição de casa para fazer.</p>
	<p style="text-align: right;"><em> Beth Furtado</em></p>
	<p style="text-align: left;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Consumidor conectador.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:28:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Ipsos, 5a maior empresa de pesquisas do mundo, lançou uma nova área, especializada em estudos envolvendo mídia, conteúdo e tecnologia. Em outras palavras, eles querem ajudar as empresas a entender e se relacionar com aqueles consumidores que hoje passam a maior parte do tempo conectados à internet, colados em seus celulares e participando das redes sociais.
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			<content:encoded><![CDATA[A Ipsos, 5a maior empresa de pesquisas do mundo, lançou uma nova área, especializada em estudos envolvendo mídia, conteúdo e tecnologia. Em outras palavras, eles querem ajudar as empresas a entender e se relacionar com aqueles consumidores que hoje passam a maior parte do tempo conectados à internet, colados em seus celulares e participando das redes sociais.

De fato a quantidade de internautas em nosso pais não para de crescer. Segundo a Ipsos, somente nos últimos 4 anos o percentual de lares com computador no Brasil passou de 31 para 45%. Desses, 60% acessam a internet a partir de suas casas. E tem mais – nada menos que 87% dos brasileiros que navegam em casa na web o fazem por banda larga. Outra prova de que o acesso residencial à internet vem crescendo bastante no Brasil é a constatação de que hoje o horário de pico é entre 20 horas e meia noite, quando a maioria das pessoas já está em casa.

Esses consumidores sempre conectados e hiper bem informados, estão obrigando as empresas a revisar suas velhas estratégias. Neste cenário, para se manter relevante para indivíduos sempre em movimento é preciso inovar continuamente e dar um jeito de fazer parte das conversas que as pessoas travam nas comunidades online, nas salas de bate papo, nos torpedos enviados pelo celular e nas trocas de mensagens instantâneas.

Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
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<li><a class="commentor" href="http://SãoPaulo" >Edivaldo Barbosa</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2009/06/18/consumidor-conectador/#comment-13" title="View the entire comment by Edivaldo Barbosa" >Eu Edivaldo Barbosa gostaria de participar deste s...</a></li>
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		<title>O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:22:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A compra do Ponto Frio pelo Pao de Açúcar pode ser compreendida como mais um sinal de que os empresários brasileiros estao apostando na retomada dos negócios em padrao semelhante ao que assistimos no passado recente. O setor de eletroeletrônicos vinha passando por um período de baixa nos últimos 6 meses, especialmente em funçao da retraçao do crédito. A isençao de IPI oferecida pelo governo para alguns produtos, como geladeiras, lavadoras e fogoes, já deu um certo alívio ao comércio e começa também a afetar positivamente a indústria, que voltou a receber encomendas mais fortes. A melhoria dos indicadores econômicos permite prever uma retomada do consumo de eletroeletrônicos, especialmente pelos consumidores de classe média e de baixa renda, que interromperam, a contragosto, a tarefa de equipar suas casas.</p>
	<p>Foi nesse cenário que o Ponto Frio, que era a 2a maior rede de eletroeletrônicos do país, passou a ser disputada por diversos grupos e acabou adquirida pelo Pao de Açúcar, que assim se credencia a brigar com o líder, as Casas Bahia, que lideravam com muita folga esse mercado. Vale lembrar que o Pao de Açúcar tem experiência no setor, por conta da rede Eletro, e possui dentro dos seus hipermercados um bom espaço dedicado a eletrônicos, eletrodomésticos, celulares e informática.</p>
	<p>Os consumidores tendem a ganhar com o negócio. Afinal, o Ponto Frio vinha perdendo mercado nos últimos 2 anos e agora deve voltar a se expandir, aumentando o nível de competiçao. E todo mundo sabe que mais concorrência de mercado é sinal de melhores ofertas para os consumidores. O fortalecimento dessa rede também deve ser boa para a indústria e para o emprego – em entrevista concedida ontem o presidente do conselho do Grupo Pao de Açúcar, Abílio Diniz, disse que a idéia nao é reduzir lojas e sim abrir mais.</p>
	<p>Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais. Tudo isso interessa de perto as agências de publicidade que hoje atendem ao Ponto Frio, (Fala e DM9DDB). Mas nao custa nada lembrar que o Pao de Açúcar gosta bastante de trabalhar com house-agency, o que seria na visao da empresa uma forma de economizar.</p>
	<p>Esse movimento do Pao de Açúcar evidencia a estratégia de diversificaçao de negócios do conglomerado de Abílio Diniz, que já opera, além do setor de alimentos, uma ampla variedade de produtos em seus hipermercados Extra, bem como drogarias e postos de combustíveis. O grupo tem ainda investido bastante em sua marca associada a estilo de vida saudável, a Taeq, que deixou de ser sinônimo de alimentos naturais para vender roupas esportivas, produtos de cama, mesa e banho, cosméticos etc. Por trás disso tudo haverá uma poderosa empresa de serviços financeiros, surgida provavelmente da fusao das financeiras do Ponto Frio com a do Pao de Açúcar, e uma renovada estrutura de e-commerce, reforçada pela boa equipe da pontofrio.com. Sao poucas as chances de dar errado.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:15:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa - “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” - traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em Natal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>“O setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário”, afirma Jack London</strong></p>
	<p>Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa &#8211; “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” &#8211; traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em <span class="st_tag internal_tag">Nata</span><span class="st_tag internal_tag">l</span>. Com bom humor, o palestrante trouxe para a plateia de empresários as expectativas do comércio eletrônico para os próximos anos e apresentou formas de como o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> poderá se utilizar (e já se utiliza) de recursos que a internet oferece. Um exemplo disso é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, sistema de micro-blogging, que já é utilizado por diversas empresas para divulgar promoções e produtos. Para London, o comércio tradicional como ele existe hoje vai mudar. As lojas vão acabar? Não. Mas quem não entender que este é um momento de transformação da forma de vender está fadado a sumir. E não só o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> será afetado pela tecnologia que avança cada vez mais rápido: a política, a educação. Telefone fixo, aparelho de fax, CDs e DVDs são exemplos de instrumentos citados por ele que desapareceram ou vão desaparecer com a evolução de novos meios tecnológicos. Nessa entrevista à TRIBUNA DO NORTE, Jack London fala sobre o panorama mundial da internet e como ela vai revolucionar cada vez mais a vida dos consumidores e empresários.</p>
	<p><strong>No momento em que se fala o tempo todo em crise econômica, com a revolução tecnológica o comércio tradicional também entra em crise?</strong></p>
	<p>Eu acho que essa crise que estamos vivendo tem dois lados. A gente percebe isso com a forma dos chineses se expressarem: o ideograma deles para a palavra crise é “caos” mais “oportunidade”. Ou seja, toda crise desse tamanho também traz muitas oportunidades. A gente sempre vive crises, vamos viver, a vida é assim. Mas as oportunidades que nascem depois delas são muito grandes. E acho que uma das oportunidades que temos agora é repensar a nossa maneira de ver o mundo e como a gente organiza o mundo dos bens e serviços. Estávamos chegando no limite da depredação de meio ambiente, da incapacidade de compreendermos e imaginarmos a continuidade. Uma economia eminentemente baseada no crescimento é um ideia absolutamente destrutiva. Não pode haver crescimento permanente, ilimitado. Então, nessa retomada da economia, a a utilização dos meios tecnológicos vai ser vital. Você vai ver cada meio sendo usado. O comércio eletrônico vai crescer muito e a utilização dos equipamentos será cada vez maior. Gente que mesmo hoje estava fora do comércio eletrônico, na hora que essa crise começar a se transformar em oportunidade vai verificar que a maneira como trabalha, como aborda o mundo, vai precisar cada vez mais dos meios eletrônicos.</p>
	<p><strong>Mas então as lojas físicas como conhecemos hoje e os centros de consumo como os shoppings estão fadados a acabar?</strong></p>
	<p>Não. Não vão acabar, não. Eu sustento a tese de que nada vai acabar. Por exemplo, o teatro. Até o começo do século 19, nenhuma pessoa saía de casa no Brasil para se divertir se não fosse para ir ao teatro. Você pega as estatísticas e vê que 100% dos brasileiros, principalmente nas grandes cidades, saíam de casa para ir ao teatro. Por quê? Porque só havia o teatro. Aí veio o cinema, a primeira tecnologia industrial. Muita gente disse o seguinte: “Quando o cinema se impuser, o teatro acaba”. O teatro não acabou. Mas ele mudou. Ele se tornou uma forma de entretenimento marginal. No Brasil hoje, por exemplo, menos de 0,5% das pessoas que saem de casa para se entreter vão ao teatro. Mas o teatro acabou? De jeito nenhum. Mas é o mesmo que era antes? Não é mais. Vamos dar exemplos de algumas coisas que já impactaram no comércio. Vou citar um modelo de comércio que são as lojas de linha branca. No Rio de Janeiro e São Paulo, temos a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>. Como era o modelo delas antes da internet? Era sinônimo de grandes lojas, de 2 mil, 2,5 mil, 3 mil metros quadrados, com milhares de mercadorias lá dentro. A Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> não abre uma unidade desse tamanho há dois anos. Eles agora criaram um modelo que se chama <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> Express, que já tem em Recife. É uma loja de 400 metros com uma placa enorme na parede dizendo: “200 mil produtos você encontra no nosso site na internet”. E aí a loja tem uma bateria de computadores para você comprar esses 200 mil produtos. Acabou o modelo da Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Acabou a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Não. Mas é outra, mudou. 30% das vendas são feitas pela internet.</p>
	<p><strong>Quem não mudar então está fadado a sumir?</strong></p>
	<p>Sim. Os shoppings que você perguntou. Eles vão ser cada vez mais entretenimento e alimentação. Entretenimento de qualidade. Os cinemas atuais também vão todos morrer porque só existirão salas 3-D. Hoje temos condição de produzir uma imagem de tela grande em casa, mas ainda não temos 3-D. Lojas de produtos serão cada vez menos. Esse fenômeno a gente já vê em Rio de Janeiro e São Paulo. Há vários shoppings que passaram de lugares de lojas para áreas de entretenimento e alimentação. A única coisa que a internet não mexe hoje é a alimentação. Isso porque ainda não dá para gente comer virtualmente. Mas qualquer dia alguém descobre como é que faz isso.</p>
	<p><strong>O senhor cita grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas no Brasil como um todo o comércio eletrônico já é uma ferramenta bem difundida?</strong></p>
	<p>Sim, com certeza. Existe um site chamado <span class="st_tag internal_tag">E-bit</span> que dá as estatísticas de comércio eletrônico do Brasil inteiro. Existem alguns itens em que 60% das vendas já são feitas pela internet. Sabe quais são as cidades que mais compram hoje pela internet? Não são as grandes. São as médias. Campinas (SP), por exemplo, é campeã brasileira de compras pela internet. Mas isso é fácil explicar: o morador de classe média para alta, instruído, com recursos. Mas o comércio de Campinas não tem a mesma qualidade de produtos que o comércio de São Paulo, capital. Então aquele cidadão tem o mesmo padrão de consumo da capital, mas não tem o produto para consumir ali. Ele então vai buscar o que procura na internet. Campina Grande, na Paraíba, tem um índice enorme de compras pela internet. Brasília é uma coisa impressionante (em matéria de comércio eletrônico). É curioso isso. E esse hábito está se espalhando pelo país.</p>
	<p><strong>Essa é uma tendência mundial. Mas quais vantagens do comércio eletrônico hoje tanto para quem compra quanto para quem vende?</strong></p>
	<p>Para quem vende é uma redução de custos monumental. Quando a gente fala em comércio eletrônico a gente sempre fica na cabeça com a ideia de calças, camisas, relógios, produtos. Mas o setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário. São transações eletrônicas comerciais. Sabe quanto do movimento bancário do brasileiro hoje é feito pela internet? 78%! Os bancos mudaram suas vidas e de seus clientes. Aquela coisa da ação presencial no banco está se acabando. Cada vez mais as pessoas vão menos ao banco, os bancos são cada vez menores, são cada vez menos agências de bancos. E o estímulo que o banco te dá para que seja utilizada a internet ajuda nessa mudança de perfil. Há produtos que, se você fizer a transação pela rede, a taxa que você paga é metade da que você teria. Os bancos reduziram a quantidade de funcionários. Eram 600 mil bancários e hoje são 405 mil.</p>
	<p>Em sua palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços, o senhor citou algumas ferramentas bem atuais da tecnologia como é o caso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>.</p>
	<p><strong>Como uma empresa varejista pode se utilizar de um meio como esse hoje?</strong></p>
	<p>É muito simples. É só entrar no site, se cadastrar e começar a fazer ofertas na rede pelo <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, por exemplo. Descrever o funcionamento da loja, inserir ofertas. Ao invés de inserir suas notícias pessoais, você insere as notícias da loja.</p>
	<p><strong>Existem exemplos desse uso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> aqui no Brasil e que esteja sendo bem sucedido?</strong></p>
	<p>Sim. Temos vários que têm funcionado muito bem. Grandes jornais já estão todos no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, as revistas, alguns magazines. Se não me engano, o Ponto Frio já está no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>. Acaba virando uma coisa comercial. Você cria lá o perfil: “Este é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> do Ponto Frio” e coloca: “Nas próximas duas horas, nas lojas de não-sei-onde vai ter um desconto de 70% nos produtos. Tem que dizer que entrou no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>”. Pronto e aí, vai…</p>
	<p><strong>Então as empresas vão cada vez mais utilizar esses serviços para se beneficiar e crescer?</strong></p>
	<p>Sim. Daqui há dez anos, não haverá política sem internet. A próxima eleição já será altamente influenciada pelo uso da internet. O exemplo do (Barack) Obama está se espalhando pelo mundo inteiro (Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos, o atual presidente utilizou o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> como uma de suas ferramentas do pleito não só para que os eleitores o “seguissem” no site, mas também para arrecadar fundos para sua campanha). A capilaridade que a internet permite em termos de adesão, em termos de coordenar as coisas é enorme. Hoje se pode fazer um comício pela internet para um bilhão de pessoas.</p>
	<p><strong>Essa tecnologia e mudanças são positivas na sua opinião para o comércio?</strong></p>
	<p>Acredito que são muito positivas, sim. Elas cada vez trazem mais bolsões de pessoas para participar do consumo. O que era o comércio no Brasil há 20 anos? Era um comércio de elite só. Apenas uma alta camada da população comprava. O que era a educação há 20 anos? O que era a política? E por aí vai. A tecnologia no caso ela é mero instrumento. Ela não muda nem a política, nem as ideias nem a forma de governar. Há quem ache por exemplo que a política termina com a corrupção. A gente vê isso nos jornais o tempo todo. Ela não termina com a corrupção. A corrupção é do ser humano. É como a internet que também pode ser um instrumento para combatê-la. É o exemplo de ONGs que mantém sites como o Contas Abertas. Quando que um cidadão ia ter acesso a uma informação daquelas? Quero saber quanto o governo do Amazonas gastou no último ano com estradas: ele coloca na tela em um instante como informação. E o que é isso como instrumento de pressão política?</p>
	<p><strong>Mas essa tese de que a internet permite um acesso maior da população às informações, não se torna falha quando a gente sabe que poucos lares brasileiros estão ligados à rede hoje?</strong></p>
	<p>Essa frase também está ficando antiga. O acesso maciço da internet não será mais por essas maquininhas que estão em nossos lares. Será por outra que carregamos no bolso (celular). Praticamente todos os brasileiros têm celular, todos! É normal. Em Portugal, cada cidadão tem dois aparelhos, em média. Na Coréia do Sul, são três. Agora daqui há três anos, o aparelho celular que eu carrego vai virar lixo. Como já virou na Coréia, como já virou em Portugal. E os celulares no futuro sairão de fábrica com acesso à internet.</p>
	<p><strong>O senhor não acha que as pessoas acabam perdendo sua privacidade no meio de tanta tecnologia?</strong></p>
	<p>Sim, perde. Se você quer conhecer mais, ao mesmo tempo você precisa ser mais conhecido. As pessoas têm que saber quem você é. Não adianta mentir e dizer que não perde privacidade com esse mundo digital.</p>
	<p><strong>Mas com isso o senhor acha que mais à frente as pessoas podem ter uma tendência de retorno para buscar mais privacidade?</strong></p>
	<p>Sim, claro. Podem haver grandes dificuldades. Mas isso acontece cada vez que você lida com tecnologia. Você sabe mais que seu pai; seu pai sabe mais do que sabia seu avô. É um caminho</p>
	<p><em>Vinícius Albuquerque</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://tribunadonorte.com.br/noticias/111859.html');"  target="_blank">Tribuna do Norte</a>
</p>
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		<title>Chega de discurso! Chega de enrolação.</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 14:58:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acabou a Era do discurso quando o assunto é Marketing. “Não adianta fazer mais gracinha porque hoje os consumidores são capazes de criar seus próprios comerciais”, aponta Mario Castelar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Acabou a Era do discurso quando o assunto é Marketing. “Não adianta fazer mais gracinha porque hoje os consumidores são capazes de criar seus próprios comerciais”, aponta Mario Castelar, Diretor de Inovação da Nestlé em entrevista ao Mundo do Marketing sobre o lançamento de seu livro cujo título é: “O Marketing da Nova Geração”, editora Campus.</p>
	<p>A interrupção, a comunicação unilateral está chegando ao fim. “Agora tem que se estabelecer conexão com as pessoas. Dizer o que interessa a elas e fazer uma proposta que tenha algum significado, criar um relacionamento, prestar serviço e proporcionar experiência”, afirma Castelar.  Hoje, as empresas devem conversar com as pessoas porque elas falam, opinam e vão até as empresas.</p>
	<p>A Nestlé tem seis portais na internet que recebem dois milhões de acessos por mês. Por dia, são 10 mil contatos com consumidores. “Prestamos atenção a isso. Se o consumidor sugere alguma coisa, buscamos atender se for possível. Isso que vai funcionar daqui para frente. É relacionamento”, explica o executivo que já esteve à frente do Marketing da multinacional suíça no Brasil. Seguindo este princípio, a própria Nestlé voltou atrás em 2008 na descontinuidade de uma linha de Nescau depois que milhares de consumidores reclamaram.</p>
	<p><strong>Pessoas ao invés de consumidores</strong></p>
	<p>Consumidores não. Pessoas, ressalta Castelar. “Se você só olha para uma dimensão delas, que é o consumo, deixa de entender o todo. O profissional de Marketing tem que sair mais para a rua. Temos que deixar o escritório e ir para onde as pessoas estão vivendo. Prestar atenção e produzir projetos de Marketing e de comunicação, produtos e serviços, a partir do olhar destas pessoas”, diz.</p>
	<p>Neste novo tempo, as pesquisas e a comunicação também devem mudar. Hoje, a base amostral é um domicílio. Para Castelar, a menor unidade amostral não pode ser mais o domicílio porque não funciona mais. “Os hábitos não são homogêneos em um domicílio. As pessoas comem comidas e assistem a programas diferentes. Tem que entrevistar um por um”, constata. Na hora de comunicar, também deve se considerar o indivíduo. “É mais barato fazer uma comunicação um a um hoje por causa da possibilidade dos meios móveis. A internet possibilitou fazer comunicação um a um com efeito massivo porque atinge muita gente, pondera Mario Castelar.</p>
	<p><strong>Novas regras</strong></p>
	<p>Novos canais de venda também devem ser explorados. A Nestlé está vendendo seus produtos de porta em porta nas periferias dos grandes centros. “Está tendo muito resultado”, conta. Outra mudança está na concepção dos produtos da multinacional. Com as pessoas e a comunicação em movimento, a Nestlé está desenhando produtos que facilitam as pessoas a comerem ao mesmo tempo em que estão andando.</p>
	<p>Estas são algumas das mudanças do Marketing da nova geração. Há muitas apontadas por Castelar, como a multidisciplinaridade e a transparência. “A empresa tem que ter um projeto de Marketing suportado por um grupo que conhece todas as disciplinas e ferramentas”. E não pode mais mentir. “Antes se mentia muito. A grande malandragem hoje é ser correto, honesto, transparente e ser do bem”, atesta.</p>
	<p><em>Bruno Mello</em></p>
	<p><!--E-mail: bruno@mundodomarketing.com.br</p>
	<p>--> 	 	<!--</p>
	<p align="center"><object width="425" height="344"><br />
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	<p>&#8211;>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>A expansão dos não duráveis!</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 12:29:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo o IBGE, as vendas no comércio brasileiro cresceram 3,8% no 1o trimestre de 2009, na comparação com 2008. Um dos maiores destaques do período foram os supermercados. Dados divulgados pelo Latin Panel confirmam o avanço das redes de auto-serviço em nosso paí]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Segundo o IBGE, as vendas no comércio brasileiro cresceram 3,8% no 1o trimestre de 2009, na comparação com 2008. Um dos maiores destaques do período foram os supermercados. Dados divulgados pelo Latin Panel confirmam o avanço das redes de auto-serviço em nosso país – entre janeiro e março desse ano as famílias brasileiras ampliaram em 11% o volume de compras de alimentos e de produtos de limpeza. A cesta de bebidas cresceu 7% e a de higiene e beleza teve aumento de 6%. As classes D e E foram as que mais contribuíram para esse resultado, tendo subido em 9% a quantidade de produtos adquiridos no 1o trimestre. A classe C elevou o volume de compras em 8% e as classes A e B em 6%.</p>
	<p>Esse resultado tem estreita relação com a elevação da renda dos brasileiros e o reajuste no salário mínimo. A retração no crédito, que prejudicou o consumo de bens duráveis, também contribuiu para o bom desempenho dos não duráveis – com menos prestações para pagar sobrou mais dinheiro para gastar nos supermercados. Para se ter uma idéia do bom momento que vivemos, basta dizer que, de acordo com estudo da TNS World Panel, feito em 11 mercados da Europa, Ásia e América Latina, o Brasil é o terceiro colocado em expansão de volume de compras de não duráveis, atrás apenas da China e Polônia, considerando o intervalo de março de 2008 a fevereiro de 2009.</p>
	<p>Outro movimento que tem impulsionado os produtos não duráveis é uma nova onda encasulamento. Curiosamente, em nosso país o lazer domestico está em alta. O número de lares que assinam os pacotes de TV por assinatura e internet banda larga, combinados, cresceu 140% entre janeiro e dezembro de 2008. Com tanta diversão dentro de casa, não admira que itens como sorvetes tenham aumentado o volume de vendas em 14% e os salgadinhos tenham subido 15%.</p>
	<p>As marcas que mais se beneficiaram deste ciclo de prosperidade são as de preço intermediário, que passaram de 38% de participação em 2008 para 40% neste começo de 2009. As marcas premium perderam participação (de 35% para 32%) e as de preço baixo se mantiveram estáveis.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>“Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis”</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 12:20:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Estou trabalhando num novo projeto, junto com uma equipe de marketing interno da empresa do cliente. Trata-se de criar uma nova imagem para a empresa, baseando essa ‘nova imagem’ em diferenças de atuação no mercado. Traduzindo, mostrar ao consumidor que a empresa ‘ X ‘ tem um comportamento diferente das concorrentes. Essa diferença será colocada em todos os aspectos. Desde as ações de sustentabilidade patrocinadas &#8211; interna e externamente &#8211; pela empresa, até o pós-venda, passando por atendimento e etc e tal.</p>
	<p>Bem, o trabalho com a equipe tem sido muito bom! Normalmente, não tenho problemas em trabalhar em grupo e em apresentar projetos para os departamentos de marketing dos meus clientes. Mas, esse grupo tem me impressionado pela diversidade de pensamentos!</p>
	<p>Pensando nisso agora de manhã, fui pesquisar sobre essas questões de formação de equipes, diversidade de pensamentos e flexibilidade…</p>
	<p>Mal começei e uma tuitada do @plataformai, me chamou a atenção por falar em inovação: ‘Inovação: unidade, sim, mas sem conformismo‘. Fui ao link e encontrei trecho e referência a duas matérias que gostaria de postar aqui.</p>
	<p>A primeira é originalmente da HSM Global. Começa falando sobre importação de mão de obra especializada e depois passa a falar de…  diversidade, adaptabilidade, flexibilidade, criatividade… Tudo isso no âmbito da formação e gerenciamento de equipes, do relacionamento… Enfim, exatamente o que eu estava pesquisando! Pesquei o título do tópico na matéria é uma frase do Ricardo Viana Vargas. Simplesmente sensacional, a frase…</p>
	<p>Abaixo, trecho do artigo da <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Global</a>. Muito bom.</p>
	<p>O outro artigo é uma matéria da Época Negócios, que por acaso é citada na matéria da HSM, com link e tudo!!</p>
	<p>Assim, basta seguir!</p>
	<p>Agradeço ao <a href="http://twitter.com/plataformai"  target="_blank">@plataformai </a>,por ter facilitado minha vida hoje!! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
	<p>Estou colocando somente a parte do artigo que se refere ao assunto. Quem quiser ler o que eu não coloquei, pode encontrar <a href="http://hsm.updateordie.com/uncategorized/2009/04/busque-a-unidade-mas-sem-uniformidade/"  target="_blank">aqui</a>. Boa leitura!</span></p>
	<p>…nesses tempos de muita competição e de grandes transformações na economia, o sucesso de qualquer empresa depende muito de quão flexível é essa empresa para conseguir sobreviver nesse ambiente de alta competitividade. Adaptabilidade é o novo jogo.</p>
	<p>A diversidade é um dos aspectos a ser considerado na medição do nível de flexibilidade da empresa. Diretorias que possuem alto grau de homogeneidade de conhecimentos e formações tendem a possuir um maior grau de conformidade e uma maior tendência a focar na eficiência e a preservar o status quo. Já diretorias mais heterogêneas buscam aumentar o potencial de adaptabilidade e criatividade da empresa devido a variedade de perspectivas e fontes de informação favorecendo uma maior criatividade e inovação na tomada de decisões. Lembro-me de uma frase que ouvi na palestra do Ricardo Viana Vargas : “Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis.”</p>
	<p>Diante da necessidade de uma maior diversidade de competências dentro da emprea, o papel da empresa passa a ser de cria a unidade de objetivos para direcionar essa diversidade de competências, pois, muitas vezes, tratam-se de profissionais de grande dinamismo, capacidade e com egos enormes. São profissionais que possuem suas próprias ambições pessoais, mas que essa diversidade pode fazer com que caminhem em direções diferentes. O papel da liderança passa a ser criar um objetivo único que faça com que esses profissionais renunciem ao ego e às suas prioridades pessoais. É fazer a equipe entender, priorizar e comprometer-se com a empresa como um todo.</p>
	<p>Um exemplo de empresa, que busca a unidade gerenciando a diversidade, é a Toyota. Esse exemplo foi apresentado na revista “Época Negócios” de ago/2008 na coluna do Sr. Francisco Gracioso sobre marketing com o título “Diferentes, mas unidos” (Clique <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG84156-8493-18,00-DIFERENTES+MAS+UNIDOS.html"  target="_blank">aqui</a> para ler). Na coluna, o autor relata que o presidente da empresa reuniu todos os principais executivos e lhes disse “Agora, nosso objetivo é conseguir um carro fabricado com metade das peças dos carros atuais”.</p>
	<p>Com esse ato, ele criou uma unidade de objetivos para concentrar as competências diversas na empresa em uma única direção. Como escreveu o colunista “A Toyota lançou um desafio que nos próximos anos irá guiar, estimular e unir os esforços de dezenas de milhares de engenheiros, pesquisadores, financeiros e vendedores em todo o mundo. Obteve, assim, o que é essencial para qualquer empresa: unidade de pensamento e de ação. Mas esse é apenas o primeiro fator de uma equação que inclui também a diversidade. Poucos se apercebem disso, mas obter um compromisso entre a unidade e a diversidade é parte importante da tarefa do gestor. A Toyota só terá êxito neste novo desafio se conseguir criar, inovar e implementar soluções novas num grau nunca antes visto na indústria automobilística mundial.”</p>
	<p>Para que isso aconteça, cada membro da empresa deve dominar os conceitos básicos da empresa : mercados, segmentação de mercado, clientes e hábitos de compra, a natureza da concorrência e o que impulsiona ou inibe a capacidade de ganhar dinheiro. Essa ação contribui para desenvolver um diálogo interno de equipe, em que cada um contribui com a discussão que formará uma visão geral da equipe sobre a empresa, seus desafios, oportunidades e recursos disponíveis. Quanto mais os profissionais puderem ter uma visão sistêmica da empresa, a intersecção de suas peças em movimento e contexto mais amplo em que ela funciona, melhor será o trabalho que realizarão. Com isso, o cenário para a colaboração está preparado.</p>
	<p>Nesse século de grandes transformações sociais e mudança de valores e comportamentos, gerenciar a diversidade em torno de uma unidade é um dos grandes desafios dos gestores da empresa. Afinal de contas, já dizia Nelson Rodrigues : “A união é uma virtude, mas a unanimidade é burra.”</p>
	<p><em>Marcelão</em></p>
	<p>Fontes: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Global</a> e  <a href="http://twitter.com/plataformai"  target="_blank">@plataformai </a>
</p>
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		<title>Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:46:45 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Após alguns anos de construção, a sustentabilidade e o “verde” foram a temática na maior parte dos anos de 2007 e 2008. Porém, com a recente queda do mercado, o diálogo se voltou mais para manter um teto sobre a cabeça do que manter um telhado verde.</p>
	<p>E o que uma marca sustentável deve fazer? Abaixo, estão algumas estratégias para mantê-lo à tona durante estes tempos tumultuosos.</p>
	<p>1. Em primeiro lugar, tenha orgulho da sua marca sustentável, e saiba que há um forte núcleo de pessoas por aí que ainda se preocupam com a sustentabilidade e que irá continuar a preocupar-se. Eles podem não falar, mas mantiveram-se na linha – comprando orgânicos, reciclando, utilizando lâmpadas fluorescentes compactas, preferindo empresas que apóiam o comércio justo e causas ambientais, procurando produtos locais, buscando diminuir o uso de produtos tóxicos para casa e o corpo, buscando saúde e bem-estar e uma vida mais equilibrada e simples, apoiando as ações ambientais positivas e justiça social, sempre que possível. Uma sondagem recente confirma: 85% das pessoas ainda desejam comprar produtos de empresas socialmente responsáveis, independentemente da economia.</p>
	<p>2. Se for uma marca com credibilidade em sustentabilidade, você vai se dar muito bem, e provavelmente ainda superar o mercado em geral. Se fizer apenas “greenwashing”, então agora seria um bom momento para parar, pois o mercado está mais preocupado com o “valor” do que com valores, num momento como este (não importa o que digam as pesquisas).</p>
	<p>3. Seja socialmente responsável. Fale sobre isso. Seja mais socialmente responsável que nunca. Fale ainda mais sobre isso. Consumidores conscientes preocupam-se muito mais com as ações socialmente responsáveis internas da empresa (como tratam seus empregados) que com ações ambientalmente responsáveis. E esse sentimento só deve crescer.</p>
	<p>4. Antecipe as crescentes atitudes anti-consumo e concentre-se em oferecer uma experiência de qualidade. Em tempos como este, as pessoas terão uma atitude de rejeição natural ao consumo em geral e irão ressentir-se da mera existência de bens que, simplesmente, não podem pagar. Até mesmo rejeitando a própria ideia de consumo se já estiverem estabelecidas no caminho para a sustentabilidade.</p>
	<p>Agora é o momento de questionar seriamente seu produto, sua marca e sua mensagem &#8211; “qualidade” é um valor central para o consumidor consciente, e deve tornar-se ainda mais, com as pessoas cada vez mais seletivas (por necessidade) no que compram.</p>
	<p>5. Dito isto, luxos acessíveis e prazeres “sem culpa” irão prosperar neste ambiente, como durante a “Grande Depressão” e qualquer outra baixa econômica. Dica: você está dando às pessoas realmente algo que tem um impacto positivo em sua vida e do planeta (relativamente, claro).</p>
	<p>Sejam chocolates orgânicos “nutritivos”, que prometam “êxtase” na embalagem, ou uma camiseta de algodão biológico extra-macio, se você oferece pequenos prazeres acessíveis, o consumidor pode ser atraído. E se puder lançar mão de certas qualidades como “artesanal”, “nutritivo” ou “espiritualmente elevado”, a sua oferta vai parecer ainda mais luxuosa, porque estes são os novos valores que definem “luxo” para o consumidor consciente.</p>
	<p>6. Você provavelmente tem menos dinheiro para gastar com marketing atualmente, mas as redes sociais são um poderoso meio de difusão. Preste atenção no alcance digital e bidirecional da comunicação no espaço digital. Pessoas que tenham incorporado a sustentabilidade a suas identidades sentem-se bem ao elogiar produtos neste espaço &#8211; ainda é tão difícil encontrar bons produtos e serviços “responsáveis” que os consumidores tendem a falar em suas redes sobre o que encontraram.</p>
	<p>Então, domine o espaço digital &#8211; comece um Twitter, desenvolva uma comunidade no Facebook, mantenha uma conversa bidirecional transparente com o seu público-alvo, deixe seu próprio site completamente interativo, e você verá seu marketing ir muito mais longe.</p>
	<p>7. Não tente conquistar pessoas com mensagens de valores malfeitos. Algo onipresente nos últimos meses. Como uma marca para a sustentabilidade, seu foco é no tripé da sustentabilidade (pessoas, planeta, lucro) e seus consumidores se preocupam com isso. Ao focar no custo, de repente, você corre o risco de aparentar manipulação e fugir da marca.</p>
	<p>Os produtos “verdes” tiveram bastante dificuldade para estabelecer-se nos últimos anos, por conta dos preços (entre outras razões), e agora não seria um bom momento para chamar a atenção para o fato menor de que produtos e serviços dessa qualidade tendem a custar um pouco mais. Consumidores conscientes não compram seu produto porque é o mais barato, este nunca foi o seu valor proposição, e nunca deveria ser. Não comprometa seus valores num momento como este.</p>
	<p>8. Dado que as pessoas, certamente, terão problemas para arcar com seu produto, seja generoso. Muito generoso. E se fizer isso com produtos grátis e programas lealdade, em vez de reduções de preço, as pessoas vão amá-lo ainda mais. Reduções de preço depreciam sua marca; brindes arquitetados inteligentemente criam profundo sentimento de identificação.</p>
	<p>Durante a “Grande Depressão”, os cinemas ofereciam conjuntos de prata &#8211; peça por peça, semana por semana &#8211; e apresentaram-se sempre com casa cheia, mesmo nos piores momentos. A amostra-grátis é uma das táticas mais poderosas para produtos alimentares &#8211; 24% das pessoas, quando recebem uma amostra de um produto, compram-no em vez do produto que pretendiam adquirir. Então dê coisas. Dê livremente e inteligentemente e o consumidor se ligará à sua marca.</p>
	<p>9. Compreenda as raízes profundas da sustentabilidade. Isto lhe dará as melhores pistas sobre o que fazer, como se expressar e ter consciência do que os consumidores realmente querem. Para compreender um movimento, temos de olhar para as crenças de seus inventores e primeiros participantes &#8211; é aqui que tudo começa. A sustentabilidade não é uma moda ou uma tendência. É uma mudança cultural sísmica, e ela está aqui para ficar.</p>
	<p>10. De fato, a atual conjuntura econômica é um resultado direto de excessos anteriores. E uma correção é realmente uma boa coisa. Então pense bem sobre o que você está tentando vender. Examine-a de todos os ângulos, e pergunte-se se é verdadeiramente necessária. Mudar está na moda. Redes P2P estão desenvolvendo poderosas alternativas para consumo gratuito &#8211; troca de roupas entre fashionistas em festas do “troca-troca”; a couchsurfing.com torna os hotéis obsoletos; freecycling, freeganism, e toda a espécie de “empréstimo”, as redes aumentam a cada dia.</p>
	<p>Estas tendências desafiam os modelos convencionais de compra em todas as etapas. Então, pergunte-se: o que você realmente pretende dar às pessoas? Elas realmente precisam disso? E, principalmente, se é possível encontrar outra forma de obtê-lo?</p>
	<p>Desafie suas próprias práticas de sustentabilidade em todos os pontos.</p>
	<p>Por Hilary Bromberg, romancista e ex-neurocientista cognitiva, é diretora Estratégica na egg, uma empresa de comunicação de marcas, que trabalha exclusivamente com marcas sustentáveis.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.bio2.com.br/"  target="_blank">BiO2</a>
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		<title>Marketing para a baixa renda</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 19:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado que vende para a baixa renda está vislumbrando um novo cenário. A crise econômica mundial promete diminuir o som da festa que os consumidores das classes C, D e E vem fazendo desde que houve um sensível aumento do crédito. A época agora é de ficar de olho no endividamento desta parcela da população, em novos hábitos de consumo e em segmentos ainda inexplorados por quem recebe até R$ 1.750,00 mensais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Para complementar a pesquisa do post anterior, essa entrevista que encontrei no Mundo do Marketing.<br />
É interessante cruzar os dados e tirar suas conclusões pensando também nas particularidades do seu próprio mercado.<br />
Com certeza, o público de baixa renda não vai desaparecer devido a crise financeira mundial. E, mesma havendo individamento e redução de crédito, que ninguém se engane: eles continuarão comprando… Talvez num ritmo menor por uma pequena faixa de tempo.<br />
O mercado de cartões não deve reduzir a oferta de crédito; talvez encarecer mas com certeza, acompanhado de dilatação dos prazos.</p>
	<p>Vamos a entrevista!</span><br />
“O mercado que vende para a baixa renda está vislumbrando um novo cenário. A crise econômica mundial promete diminuir o som da festa que os consumidores das classes C, D e E vem fazendo desde que houve um sensível aumento do crédito. A época agora é de ficar de olho no endividamento desta parcela da população, em novos hábitos de consumo e em segmentos ainda inexplorados por quem recebe até R$ 1.750,00 mensais.</p>
	<p>Autores do livro Marketing para o varejo de baixa renda (Novo Século), Paulo Godoy e Sergio Nardi, confirmam os novos tempos. “Após a euforia das compras de bens eletroeletrônicos e móveis, agora é o momento do prazer e auto-estima”, afirmam em entrevista ao Mundo do Marketing. Mesmo com a mudança, este tipo de público ainda é essencial e lucrativo para as empresas. Segundo os especialistas à medida que o consumidor de baixa renda adquiriu maior poder de compra e, conseqüentemente, maior importância para o mercado, aumentaram progressivamente também seu grau de exigência.</p>
	<p>Por isso, investir em atendimento para este perfil de consumidor também será essencial, assim como entender melhor suas necessidades e desejos. De acordo com Paulo Godoy e Sérgio Nardi, caso os juros se mantenham no mesmo nível ou baixem ainda mais (cenário pouco provável diante da crise mundial) e as compras em prestação ganhem mais e mais parcelas para caber no bolso da baixa renda, a tendência é que principalmente a classe invista na casa própria, compre carro e faça viagens.</p>
	<p><strong>- Quais são as peculiaridades do marketing para a baixa renda?</strong></p>
	<p>O público de baixa renda é um grupo com valores conservadores como família, honra e justiça. São pessoas que valorizam muito o contato pessoal e o posicionamento correto das empresas. Na opção de compra, quando existe alguma sobra de caixa, o consumidor de baixa renda mostra normalmente dois comportamentos: adquirir algo que não poderia consumir em tempos recessivos (mais usual) e comprar mais devido a liquidações e promoções.</p>
	<p>Outro comportamento peculiar é o grau de racionalidade desse consumidor. Ao contrário do que pode parecer, não é só o fator preço que impulsiona as vendas para esse nicho de mercado. O consumidor de baixa renda analisa e compra também sob o foco da qualidade e desejo, criando um cenário mais complexo para novos empreendedores que queiram direcionar seus negócios para esse segmento.</p>
	<p><strong>- Para quais diferenças os gestores de marketing têm que estar atentos para desenvolver ações assertivas?</strong></p>
	<p>Os gestores de marketing devem entender que o mercado de baixa renda é um mercado novo e em formação, portanto todas as ações voltadas a esse segmento devem ser muito bem estudadas e preferencialmente através de dados primários, ou seja, pesquisar in loco residências, comunidades de bairro e a periferia de uma maneira geral. Mas principalmente o gestor de marketing deve se despir totalmente do preconceito quanto às ações voltadas ao mercado de baixa renda, pois se por um lado elas não criam “status” ao profissional de marketing, por outro elas são essenciais e muito lucrativas para as organizações.</p>
	<p><strong>- As operadoras de cartão de crédito estão investindo cada vez mais na baixa renda e está havendo um crescimento deste meio de pagamento entre este público. Mesmo assim, ainda há um universo grande a ser conquistado. O caminho trilhado pelas bandeiras de cartões tem sido o correto?</strong></p>
	<p>Sim, o crescimento do consumo nas classes de baixa renda gerou uma nova lacuna de oportunidade para “novos” meios de pagamento. Esse público já tem experiência com os cartões private label e a migração para cartões “bandeirados” é uma questão de oferta e de tempo. Hoje, essa classe representa mais que 70% dos domicílios urbanos e mais de 40% do consumo nacional proporcionando oportunidade para meios de pagamento como os cartões de débito e crédito. A estrutura de crédito desse consumidor mostra um perfil de endividamento no médio e longo prazo gerando vantagem competitiva para os meios de pagamento que proporcionam a funcionalidade de parcelamento como os cartões de crédito. No entanto, é necessário tomar cuidado na concessão de crédito, pois esse público tem orçamento restrito e qualquer contingência pode torná-lo inadimplente.</p>
	<p><strong>- As formas de pagamentos e o acesso ao crédito colocaram mais dinheiro na mão da baixa renda, que logo foi às compras. Até que ponto o endividamento deste público afeta no potencial de consumo deles?</strong></p>
	<p>O grau de endividamento do público de baixa renda está umbilicalmente ligado ao potencial de consumo dessa faixa de renda e este será um fator decisivo para o crescimento do varejo voltado a esse público para os próximos anos. Devido ao baixo nível escolar dessa faixa da população o seu discernimento e o seu poder de gerenciamento de dívida é muito restrito, levando esses consumidores a um acúmulo de prestações que inviabiliza o pagamento das mesmas. Esse fator gera dívidas de curto e médio prazo que com certeza irão bloquear o acesso ao crédito a esses consumidores, impactando de forma consistente o potencial de consumo dessa parcela da população como um todo.</p>
	<p><strong>- Com o aumento do poder aquisitivo da baixa renda, um dos primeiros movimentos foi a compra de eletrônicos e de adquirir o que estava faltado em casa, como móveis. Daqui para frente, qual será a tendência de compra?</strong></p>
	<p>Após a euforia das compras de bens eletroeletrônicos e móveis, agora é o momento do prazer e auto-estima. Os mercados de turismo, entretenimento, e bem estar devem estar preparados para esse nicho de consumidores. Outra tendência é a compra da “casa própria” e automóveis à medida que os juros diminuem e os prazos são estendidos.<br />
<strong><br />
- Quais segmentos ainda não exploraram este público e podem aproveitar a oportunidade?</strong></p>
	<p>O segmento que primeiro entendeu as necessidades desse consumidor e que mais se beneficiou até aqui com este público foi o de eletroeletrônicos e é um segmento que continuará sendo o carro chefe de vendas para essa população. Mas entendemos que todo segmento que possa oferecer um produto ou um serviço que remeta esse consumidor a realização de um sonho ou de propiciar um pouco de status a ele, está hoje habilitado a disputar o mercado de baixa renda. Setores como os de cartão de crédito, automobilístico e cosmético, além é claro do eletroeletrônico, são os grandes motes de consumo dessa faixa de renda.</p>
	<p><strong>- Quando se fala nas classes de maior poder aquisitivo, a experiência no ponto de venda e o relacionamento são diferenciais para a compra. E na baixa renda, o que o varejo deve fazer para conquistar este consumidor?</strong></p>
	<p>O atendimento é um dos aspectos mais importantes para o consumidor de baixa renda. Mesmo tendo um poder de compra limitado e teoricamente não sendo considerados consumidores privilegiados, eles não abrem mão de um atendimento prestativo e atencioso. Existe uma certa “indignação” por parte desse consumidor advinda de um passado não muito distante que loja “pobre” tinha como referência os mercadinhos de bairro apinhados de produtos dos mais variados, de higiene no mínimo suspeita e de atendimento informal para não dizer desleixado.</p>
	<p>Nota-se claramente que à medida que o consumidor de baixa renda adquiriu maior poder de compra e, conseqüentemente, maior importância para os mercados, aumentaram progressivamente também seu grau de exigência. Outro ponto fundamental para a assertividade nas ações com esse público é a comunicação. No livro mostramos através de pesquisas qualitativas e quantitativas a importância da propaganda e atendimento para esse público.<br />
<strong><br />
- O preço é o único diferencial que a baixa renda vê nitidamente?</strong></p>
	<p>Segundo a pesquisa que realizamos no livro, o preço, segundo a percepção do consumidor de baixa renda, é o único diferencial que importa na hora da compra. Mas com uma análise mais aprofundada dos dados obtidos pudemos avaliar que a percepção do consumidor difere das suas atitudes na hora da compra e que a propaganda exerce enorme influência sobre essa parcela de consumidores. A noção de preço citada como diferencial no ato da compra para essas pessoas se relaciona muito mais ao valor da prestação do que propriamente do preço referencial do produto ou da taxa de juros embutida no financiamento.</p>
	<p><strong>- É comum, em supermercados voltados para a baixa renda, não ter muitas opções de marcas. Qual é e qual será a importância da marca para este consumidor daqui para frente?</strong></p>
	<p>A auto-estima é a necessidade de se sentir orgulhoso, reconhecido, com sucesso. Aqui cabe uma peculariedade interessante que distingue o consumidor de baixa renda. Para esse tipo de consumidor, os produtos que remetem a esse sentimento são produtos digamos básicos a outras faixas de consumo, como a classe média e alta. As marcas de primeira linha podem suprir essa carência de auto-estima e à medida que este público adquire seus bens duráveis e se vê com pequena reserva, a marca se torna importante e pode ser um diferencial dentro do ponto de venda.”</p>
	<p><em>Por: Bruno Mello</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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