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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Acorda, varejista&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:16:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estas mudanças transformaram o consumidor em alguém mais questionador sobre o valor do que se quer adquirir. Fez com que este novo cliente não tenha paciência com falta de profissionalismo ou falta de informação por parte de quem lhe atende.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=03E3b9r03" alt="" />Artigo interessante, que corobora o posicionamento de &#8220;<em>o atendimento precisa acompanhar a evolução do consumidor</em>&#8221; que é tão questionado e ignorado ainda, principalmente pelo pequeno varejo que, insite muitas vezes em padrões &#8216;<em>vencidos</em>&#8216; de relacionamento.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, por conta disso, sofre com a perda da sua clientela.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Insisto em artigos, textos, comentários que repetem essa idéia&#8230; Quem sabe não acabo convencendo &#8216;<em>alguns</em>&#8216;!</span></p>
	<p><strong><br />
</strong></p>
	<p><strong>Admirável Mercado Novo</strong></p>
	<p>Já sabemos que a nova economia vem ditando regras em volume e velocidade que, por vezes, as pessoas e as empresas não estão preparadas para entender e custam a se adaptar.</p>
	<p>Afinal, como digerir tantas novidades, diretrizes, estratégias, novos costumes e, além disso, tomar novas decisões sobre novos questionamentos, sobre os quais não se tem histórico?</p>
	<p>Entre as muitas novidades, está a mudança significativa que o processo de compra e venda no varejo passou a incorporar. Ou seja, não se compra como no passado e, portanto, não se pode vender como no passado.</p>
	<p>O novo modelo de compra, ou seja, o novo modelo de consumidor se apresenta através das seguintes principais características:</p>
	<p>- Menos dinheiro – seja por perda do poder aquisitivo, seja pela conscientização do consumo, mas, principalmente, pelo aumento da informação para julgar o custo/benefício do que se quer.</p>
	<p>- Menos tempo – seja pela loucura do cotidiano, pelo ritmo profissional intenso, pela luta de conciliar o lado profissional e o da família ou pela vontade de vivenciar novas experiências, nós valorizamos o tempo que gastamos, já sabendo que o tempo é um recurso escasso e não renovável.</p>
	<p>- Mais escolhas – com o crescimento do mercado e da concorrência, com tantas ofertas e tentações, com a eliminação de determinadas fronteiras do consumo, através da globalização, o cliente moderno tem acesso ilimitado a tudo cada vez mais, direito absoluto de escolha.</p>
	<p>Estas mudanças transformaram o consumidor em alguém mais questionador sobre o valor do que se quer adquirir. Fez com que este novo cliente não tenha paciência com falta de profissionalismo ou falta de informação por parte de quem lhe atende.</p>
	<p>Estes clientes querem “relacionamento sincero e transparente”, ao invés de “simples atendimentos”. Querem mais do que “gentilezas, falas e discursos bonitos”, eles querem “soluções”. Querem “atenção individual”, e não tratamentos genéricos. Querem “eficiência”, e não “perdas de tempo” e/ou “sensação de desperdícios”.</p>
	<p>Já pensou no perigo: cliente modelo 2010 sendo atendido por um vendedor modelo 1999? Será que eles ao menos conseguem se comunicar?</p>
	<p>Muitas oportunidades e vendas são perdidas diariamente pelo não desenvolvimento do profissional de vendas, pela não adequação do profissional ao perfil de cliente que atende e principalmente pela resistência das equipes de atendimento em aceitar as mudanças impostas pelo novo mercado de consumo.</p>
	<p>Por vezes, não basta entender o mercado, e sim cada cliente que o compõe. Seus hábitos, necessidades, preferências e, por fim, fazer uma loja em que ele queira estar e um atendimento que ele espera, deseja e merece receber.</p>
	<p>Do outro lado, o vendedor precisa dominar três áreas de conhecimento: sobre o produto ou serviço que oferece; sobre as operações de sua empresa; sobre técnicas de atendimento e vendas.</p>
	<p>A missão do vendedor é fazer o que há de melhor para o pleno sucesso em vendas: apresentar soluções adequadas para os desejos e necessidades de seus clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Fernando Lucena</em></p>
	<p style="text-align: left;"><em>Fonte:</em><a href="http://www.varejista.com.br/"  target="_blank">www.varejista.com.br</a></p>
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		<title>Seja único! Tenha valor!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:24:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=eaYcf0n17" alt="" /><em>A maioria das empresas &#8211; pequenas, médias e grandes, nacionais e multinacionais &#8211; ainda estão preocupas apenas com o preço de seus produtos e com as metas econômicas a serem realizadas. Pensar assim representa um grande erro para a sobrevivência das companhias</em></strong>, aponta Michael Porter, considerado a maior autoridade em estratégia competitiva do mundo e autor de best-sellers como Vantagem Competitiva e Estratégia Competitiva.</p>
	<p>No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias. “Não pode abrir mão da estratégia para crescer e ganhar mercado porque isso pode acabar com as suas vantagens competitivas”, alerta Porter aos brasileiros em sua apresentação na ExpoManagement 2009, evento realizado pela HSM.</p>
	<p>As receitas de Porter são as mesmas, porém, sempre atuais, uma vez que as empresas continuam brigando pelo mesmo consumidor oferecendo produtos semelhantes a preços igualmente parecidos. “Por que copiam a empresa do lado?”, pergunta o especialista. Os CEO&#8217;s e gestores – e aqui inclui o Marketing – devem pensar não em ser a melhor empresa de seu segmento, mas sim em ser única. Criar propostas de valor singular continua na pauta de prioridade.</p>
	<p><strong>“O princípio da estratégia não deve ser querer ser o melhor, mas ser o único”</strong><br />
“Não existe a melhor empresa. Depende de como o cliente vai ver. Para uns é a melhor, para outros a pior”, diz Porter. “Um grande erro é a empresa querer atender e satisfazer todos os clientes. Isso é impossível. A companhia deve pensar no que é ser única. Será que ela é única ou acompanha os concorrentes?”, questiona. Ser uma empresa única é oferecer algo de valor singular para cada pessoa, afirma Porter.</p>
	<p>Há alguns problemas que impactam neste objetivo. Muitas empresas estão preocupadas com preço e, com isso, oferecem baixo valor. Outra dificuldade são as mudanças de mercado. Pressionadas pelos acionistas por maiores lucros e valorização das ações das companhias, os gestores caem na armadilha de promoverem mudanças para atender as mutações do mercado. O pensamento estratégico vencedor requer olhar o tempo no longo prazo.</p>
	<p>Acompanhar as tendências também não significa benefício imediato. “Sempre há tendências, mas qual você deve seguir? Você deve seguir aquela que é realmente significativa para a empresa. Mas nunca copie. Entenda e aplique na sua realidade”, recomenda. “Não tente ser camaleão. Não mude a estratégia de acordo com o mercado”, ressalta.</p>
	<p><strong>Social tem mais impacto que a economia</strong><br />
Desenvolver uma boa estratégia também requer eficiência operacional. Se a empresa não estiver aplicando as melhores praticas no dia a dia não há estratégia no mundo que resolverá o seu problema. Querer atender a todos os clientes também representa um erro. “A boa estratégia é aquela em que você opta pelo o quê não fazer. Se quiserem fazer tudo, não há vantagem competitiva”, explica.</p>
	<p>Aqui, não cabe o mantra de que o cliente é o rei. Pelo contrário. É preciso focar em um tipo de cliente para poder oferecer estratégias de valor para ele. Diferenciação. “Aprofunde a relação com o seu cliente. As empresas focam no produto e não se preocupam com a experiência do cliente”, atesta Porter.</p>
	<p>Outro erro, e que vai fazer toda a diferença daqui para frente, é pensar a estratégia apenas pelo lado dos números. De acordo com Porter, não é a economia que interfere na estratégia, mas sim os aspectos sociais decorrentes dela. É o desemprego, por exemplo. “Um negócio saudável requer uma sociedade saudável”, pondera. “As grandes estratégias integram o aspecto social com a economia”.</p>
	<p>Basta olhar para as crescentes preocupações com a sustentabilidade e com a saúde. Produtos orgânicos, à base de soja, zero, sem gordura trans não existiam até pouco tempo atrás. Foi assim também com as comidas prontas para micro-ondas para um mundo em que as mulheres estão inseridas no mercado de trabalho. As transformações sociais que mudaram e continuam mudando as diversas formas de consumo estão em linha com o pensamento em que as empresas devem focar sua estratégia no social.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank"> Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Na Era do conhecimento, o valor do intangível</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:06:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa - a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil - que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a2Q14eh25" alt="" />Excelente artigo que encontrei no HSMGlobal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Excelente para empresários que não pensam no valor de suas marcas, do relacionamento com seus funcionários, que encaram a sustentabilidade no máximo como marketing, que não pensam em estratégia, que não conseguem que sua equipe atenda suas especificações e trabalhem orientadas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, para empresários que ainda não perceberam que o mundo mudou.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, muito bom artigo também para todos que enxergam que é no valor da marca, do relacionamento interno e externo, em todos esses intangíveis que está o diferencial de uma empresa. Seja ela varejo, indústria ou prestação de serviço.</span></p>
	<p><strong>Definindo Ativos Intangíveis</strong></p>
	<p>Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa &#8211; a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil &#8211; que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.</p>
	<p>Assim, compreender, mensurar e gerenciar os intangíveis é tarefa fundamental para a sobrevivência e competitividade de qualquer empresa.</p>
	<p>Como 1º passo, a compreensão da natureza dos Ativos Intangíveis é fundamental. Temos feito muito trabalho de análise e formulação acerca do tema. Abaixo suas características principais de acordo com o Strategy Research Center da DOM Strategy Partners:</p>
	<ul>
	<li>Ativos Intangíveis Geram e Protegem Valor: muito mais do que um vetor de geração de valor no curto, médio e longo prazo, os Ativos Intangíveis contribuem na Proteção de Valor da empresa. Não fosse dessa forma, todo o investimento em Segurança da Informação e Sustentabilidade seria injustificado.</li>
	<li> Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: ou seja, os investimentos em intangíveis no presente garantem</li>
	<li>Só têm Valor se Percebidos pelo Stakeholder Externo: se uma empresa não comunica suas iniciativas e resultados em inovação, (imagine o caso da Apple, por exemplo), os mercados não saberão de seu potencial futuro de geração de resultados e não poderão precificar seu valor intangível adequadamente.</li>
	<li>Interdependentes: fazendo valer o ditado um-por-todos, todos-por-um, as características de um ativo intangível influenciam os demais e vice-e-versa, tanto em relação aos aspectos positivos quanto aos negativos. Uma Marca Inovadora (Marca e Inovação) ou um Relacionamento Sustentável (Relacionamento e Sustentabilidade) são bons exemplos.</li>
	<li>Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: a partir dos investimentos em ativos intangíveis, os ativos tangíveis relacionados adquirem novas características e comportamentos. A organização e estruturação do relacionamento de uma empresa com seus consumidores em ativo de Relacionamento altera profundamente o RFV (Recência, Frequência e Valor) dos clientes.</li>
	<li>Geram e Protegem Valor Econômico no Longo Prazo: (em Oposição à Ditadura dos Resultados Financeiros no Curto Prazo): os ativos intangíveis são a garantia dos resultados econômicos e financeiros de seu futuro, de uma forma consistente e sustentável.</li>
	<li>Definem a Competitividade no Longo Prazo: os investimentos em ativos intangíveis realizados no presente permitem definir as bases da competição futura de um determinado setor, uma vez que é possível prever seus resultados derivados e influenciar a percepção dos stakeholders (clientes, acionistas, concorrentes, etc) com grande antecedência.</li>
	<li>Marca como Agregadora: a marca é o ativo intangível que agrega a percepção dos demais, uma vez que os ativos intangíveis são interdependentes.</li>
	</ul>
	<p>Obviamente esse conjunto de propriedades não é exaustivo. Mas entendo que representam de forma bastante fidedigna a natureza e a qualificação que estes ativos, atualmente, representam para as corporações.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Daniel Domeneghetti</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/"  target="_blank">HSMGlobal</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Você sabe porque perde clientes?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:13:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d9W945hb2" alt="" />O <a href="http://www.twitter.com/@guiadaembalagem"  target="_blank">@guiadaembalagem</a> tuitou o link para este artigo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito bom, muito legal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claríssimo, ajuda a entender o significado e a importância de CRM para os que não sabem muito bem o que é isso e sempre ficam constrangidos em perguntar. Até porque, na hora de explicar, muita gente gosta de &#8216;dourar a pílula&#8217; e enrolar a explicação.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveite e enquanto entende o porque CRM é importante, repare em outros pontos vitais, como o atendimento, o PRIMEIRO atendimento; a necessidade de conhecer BEM os produtos e serviços, para oferecer com argumentação; a necessidade do pós-venda&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><strong><span class="fonte_geral_reforcada">Você sabe o que é CRM e suas aplicações práticas?</span></strong></p>
	<p><span class="fonte_geral"><br />
Para traduzir melhor a sigla CRM, vamos usar<em> Criando Relacionamentos Melhores</em>.</span></p>
	<p>Nesse novo cenário do Mercado Globalizado, existem alguns motivos pelos quais você perde um cliente.</p>
	<p>1% por falecimento,</p>
	<p>5% por mudança de endereço,</p>
	<p>5% por amizades comerciais,</p>
	<p>10% por maiores vantagens em outras organizações,</p>
	<p>14% por reclamações não atendidas,</p>
	<p>65% por indiferença de pessoal que os atende.</p>
	<p>O CRM veio suprir a necessidade de melhoria no atendimento ao cliente.</p>
	<p>Com um formato embasado com dados pré estabelecidos, que pode ser feito via pesquisa ou simplesmente por meio de dados dos clientes já cadastrados.</p>
	<p>Com estes dados, você consegue traçar o perfil e estabelecer uma linha de comunicação eficaz entre Cliente x Empresa x Cliente.</p>
	<p>O mais importante disso tudo, é que juntamente como o CRM, você utilizará de técnicas como <strong>APONTE</strong>, que baseia-se no seguinte princípio:</p>
	<p><strong>A</strong> &#8211; O primeiro atendimento ao cliente é essencial, afinal estamos cansados de ouvir que &#8221;A 1ª Impressão é a que fica&#8221; e nunca teremos uma segunda chance de causar uma boa impressão.</p>
	<p>Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser &#8221;exclusivo&#8221; e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.</p>
	<p><strong>P</strong> &#8211; Pesquise; Não basta apenas você atender o seu cliente de forma unica e exclusiva, se você não buscar entender qual a sua real necessidade.</p>
	<p>Existem vários tipos de clientes, todos nós sabemos muito bem disso, alguns falam diretamente o que precisam, embora muitas vezes acabam comprando outros produtos ou serviços diferentes do que ele acreditava ser sua necessidade, mas existem outros tipos de clientes, que deve ser explorado mais profundamente para que você entenda a sua necessidade e atenda-o nisso.</p>
	<p><strong>O</strong> &#8211; Ofereça: Uma vez que você já sabe a real necessidade do seu cliente e já o atendeu de forma personalizada, você deve oferecer a real solução para o mesmo. Quão desconfortável e frustrante você desejar algo e o vendedor &#8221;empurrar&#8221; outra coisa, o que é comum em lojas de calçados, farmácias, empresas de telefonia e conveniências.</p>
	<p>Por isso repito, quando digo &#8221;ofereça&#8221;, deixe de lado as metas que você deve bater uma vez que você sentiu que a necessidade do seu cliente é apenas um serviço. Não estou dizendo que você nunca deverá ofertar outros serviços que a sua empresa disponibiliza, longe de mim isso, mas quero deixar claro que você não deve empurrar de nenhuma forma serviços que são desnecessário, pois o resultado disso é extremamente negativo à Identidade Corporativa.</p>
	<p>Lembre-se: Ofertar é demonstrar com leve apelo determinado serviço, empurrar é semelhante à molestar ou lesar outrém.</p>
	<p><strong>N</strong> &#8211; Neutrazilar x Negociar: Uma vez que o cliente já sabe como será resolvido a sua necessidade, por meio dos serviços outrora ofertados por você, chega ao momento mais delicado e dinâmico da negociação; Neutralizar as Objeções e Negociar Preços.</p>
	<p>Neutralizar Objeções: O cliente nunca está satisfeito, ou a sua falta de segurança nas promessas passadas pela força de vendas que muitas vezes é falha (&#8221;gato escaldado tem medo de água fria!&#8221;), o cliente sempre ficará com um pé atrás ou com dezenas de dúvidas sobre o produto ou serviço, neste momento entre a decisão de compra e um &#8221;vou dar uma olhadinha por aí, qualquer coisa eu volto!&#8221; é que devemos pesquisar as dúvidas e neutralizar toda e qualquer objeção que houver com relação ao serviço ou produto ofertado.</p>
	<p>Negociar: Quando falamos em dinheiro, temos que ter consciência que é imprescindível não apenas ter a necessidade de determinado item, seja ele produto ou serviço, mas sim um agente motivador, para que o mesmo saia de sua casa em plena à Quarta-feira 23 horas para comprar um chocolate na Conveniência do posto que fica à seis quadras do seu apartamento. Isso é provocado pelo efeito da propaganda, mas devemos lembrar que muitas das vezes, fazem-se propaganda do produto e não do canal distribuidor do mesmo.</p>
	<p>Quando não deixamos uma margem de negociação, quando falo isso não penso apenas em valores, mas sim em pequenos detalhes que podem comprometer sua venda e ação da propaganda, corremos o risco eminente de não só perder um cliente, como fortalecer o seu concorrente, que muitas vezes basta atravessar a rua.</p>
	<p><strong>T </strong>- Tomar Iniciativa: Uma das grandes falhas cometidas pela força de vendas é ocasionada na Iniciativa de Venda ou Tomada de Decisão.</p>
	<p>Concordo que muitas vezes o cliente fica extremamente fechado para a tomada de decisão de compra, deixando muitos vendedores intimidados, mas os casos onde mais encontramos falha, é que dificilmente alguém consegue, se não estiver apto ao mercado, identificar qual o ponto exato de falar para o seu cliente olho no olho “Vamos assinar os papéis?”.</p>
	<p>O que acontece na grande maioria é a antecipação desse processo, o que gera um desconforto, aquele que você sente quando estão te empurrando algo que você não quer, acha que não quer ou acredita que não quer.</p>
	<p>O momento exato deve ser sentido, não existe uma regra básica nem um horário que deve se fechar uma negociação. O que posso dizer é que a partir do momento que não houver mais objeção e nem questionamentos sobre o produto/serviço, está faltando apenas a Tomada de Decisão para o fechamento do negócio.</p>
	<p><strong>E</strong> &#8211; Estenda Relacionamentos: A Maneira mais fácil de você estender relacionamento é implantar a idéia da Pós-Venda.</p>
	<p>Esse trabalho é crucial para a fidelização de clientes, bem como conseguir mais clientes por meio da propaganda boca-a-boca.</p>
	<p>É um processo um tanto quanto complicado para empresas que ainda não se habituaram com esse tipo de cultura, entretanto, é mensurável os resultados obtidos com o número de clientes satisfeitos, que se tornam muito mais do que clientes, mas amigos e captadores de novos clientes.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.agencia11.com.br"  target="_blank">Agência 11</a> e <a href="http://www.guiadaembalagem.com.br/"  target="_blank">Guia da Embalagem</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>86% das empresas declaram design estratégico ou estrutural. Onde?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:31:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os principais números apontam que 89% das empresas utilizam design de produto e que 84% dessas empresas aumentaram sua competitividade. Já 86% das companhias, ainda, declararam que o design é estratégico ou estrutural]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=36C109d9d" alt="" />Primeiros números sobre a importante pesquisa da ADP.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Gostaria de ter a íntegra da pesquisa para poder avaliar melhor os números. Tipo, gostaria de saber quais áreas foram pesquisadas. Por se tratar da Associação de Designer de Produtos, creio que o foco possa ter sido a área industrial e empresas de grande porte.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O grande mercado das micro, pequenas e médias empresas, onde o design deveria ser tratado de forma estratégica e estrutural, continua a margem; vendo design como &#8216;luxo&#8217;, &#8216;despesa&#8217;,'dispensável&#8217;,'coisa de empresa grande&#8217;. E assim, prosseguimos com empresas que tem menos de 20% de chance de chegar a 5 anos de vida.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso em absoluto, invalida ou reduz a importância da pesquisa! Nem o valor dos seus números.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aguardando a divulgação de mais dados da pesquisa.</span></p>
	<p><strong>ADP apresenta estudo sobre design</strong></p>
	<p>Estudo feito pela Associação de Designers de Produtos apontou que 72% das empresas investem constantemente em inovação</p>
	<div>
	<div id="fotos"><a href="http://mmimg.meioemensagem.com.br/galeria/gr_bdw_nota.jpg" title="Brazil Design Week acontece até sexta sexta-feira, 6, em SP" rel="lyteshow[127073]"  target="_self"> <img src="http://mmimg.meioemensagem.com.br/galeria/peq_bdw_nota.jpg" alt="Edição 2009 do Brazil Design Week" /></a></div>
	<div><a href="http://mmimg.meioemensagem.com.br/galeria/gr_bdw_nota.jpg" title="Brazil Design Week acontece até sexta sexta-feira, 6, em SP" rel="lyteshow[127073]"  target="_self">Brazil Design Week acontece até sexta sexta-feira, 6, em SP</a></div>
	</div>
	<p>A Associação de Designers de Produtos (ADP), em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apresentaram durante o terceiro dia do Brazil Design Week, que acontece em São Paulo, um estudo inédito sobre o design em 10 diferentes setores da indústria brasileira.</p>
	<p>Os principais números apontam que 89% das empresas utilizam design de produto e que 84% dessas empresas aumentaram sua competitividade. Já 86% das companhias, ainda, declararam que o design é estratégico ou estrutural, 72% das empresas investem constantemente em inovação. Por sua vez, 32% das empresas que contratam consultores de design externos recuperam seu investimento em design em até dois anos.</p>
	<p>A pesquisa foi realizada com a colaboração da Fundação Getúlio Vargas Projetos, e teve como base a pesquisa feita pelo Design Council Britânico. O objetivo principal era saber até que ponto o investimento em design pode significar uma melhora no desempenho das empresas, tanto no crescimento das vendas, como na maior penetração nos mercados ou na redução nos custos de produção.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mmonline.com.br"  target="_blank">M&amp;M Online</a>
</p>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:10:13 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[A internet lidera o crescimento da publicidade brasileira no acumulado até agosto em um setor marcado pela<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=8cFf49g7b" alt="" /> estabilidade, segundo dados divulgados pelo Projeto Inter-Meios.

A receita publicitária online chegou a 156,6 milhões de reais em agosto, aumento de 25% em comparação aos 127,9 milhões registrados no mesmo mês de 2008.

Se considerarmos a receita publicitária registrada nos oito primeiros meses de 2009, o crescimento da cifra é de 22%, partindo de 449,1 milhões de reais em 2008 e atingindo 550,6 milhões de reais neste ano.

Com o aumento, a internet se posiciona como mídia que mais cresce em um mercado publicitário estável &#8211; se considerarmos todos os veículos, a cifra gasta em 2008 é idêntica à registrada neste ano: 13,3 bilhões de reais.

Na comparação com o desempenho de outros veículos até agosto, a internet aparece na liderança, seguida pela publicidade em mídia externa (crescimento de 11,3% comparado a 2008), rádio (6%) e televisão (2,5%).

TV por assinatura (queda de 1,9%), cinema (-6,9%), revista (-9,6%), jornal (-11,2%) e guias e listas (-21%) aparecem como os setores cujas receitas publicitárias encolheram na comparação entre 2008 e 2009, segundo o Inter-Meios.

Se considerarmos a participação de cada meio no acumulado até agosto de 2009, a televisão mantém sua folgada liderança, responsável por 60,1% do setor, seguida por jornal (14,9%) e revista (7,2%).

A internet respondeu por 4,1% dos investimentos publicitários e ocupa a quinta posição, próxima do rádio (4,5%).

Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/"  target="_blank">IDGNow</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/varejo-69-em-abril/" title="Varejo: +6,9% em abril. 2009.06.18">Varejo: +6,9% em abril.</a>(0)</li>
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		<title>Aqui se faz, aqui se paga</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:56:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=1cW327z12" alt="" />A primeira vez que ouvi falar em sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência eu estava na faculdade e lia um texto sobre as diferenças entre a sociedade americana e a européia.<br />
Falava sobre o modo de vida, cultura, maneira de enxergar a vida. A experiência de guerra da população. A questão do horário de trabalho. Perspectiva de consumo. Porque comprar algo novo se o meu atual me atende bem? Esse era o posicionamento Europeu&#8230;<br />
Já o americano, era comprar, comprar, comprar&#8230;<br />
Para vender mais, as empresas americanas buscavem o &#8216;mais barato&#8217;. Reduzir custos. Espremer fornecedores e&#8230; os empregados. Salários. Mandar produzir em outras partes do mundo, onde o custo fosse menor&#8230;<br />
Uma sociedade baseada  no &#8216;pagar menos&#8217;.<br />
Infelizmente, nossa sociedade, aqui no Brasil, seguiu essa tendência.<br />
Fácil saber por quê.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas será que não é hora de mudar?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que vamos até onde, aceitando menos porque queremos pagar menos?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Encontrei esse artigo do Paulo Ferreira no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.<br />
Faz pensar&#8230;<br />
Se não queremos que façam com a gente, com nosso trabalho, com nossos produtos&#8230; Porque insistimos em fazer com os outros? Porque mesmo vendo que é justo, insistimos em baixar mais um pouquinho&#8230;  Porque trocamos o profissional por outro mais barato, mesmo sabendo que aquele anterior, valia o que cobrava?&#8230; Porque não damos valor ao trabalho alheio e queremos que todos &#8216;doem o sangue&#8217; trabalhando para nós? Aquela velha conversa de &#8216;vestir a camisa&#8217;&#8230;<br />
Porque somos uma sociedade do &#8216;pagar menos&#8217; e não uma sociedade de qualidade e excelência?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, o principal, será que não podemos mudar??<br />
Será que não podemos melhorar??&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><strong>O preço mínimo e o princípio da reciprocidade</strong></p>
	<h4><em><span style="font-weight: normal;">Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale</span></em></h4>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">A frase é bíblica e o princípio é tão simples que qualquer criança entende: não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você. A dificuldade de colocá-lo em prática, entretanto, continua assombrando nossas vidas há milênios. Inclusive a vida das empresas, as relações de mercado, a lei de oferta e procura e a economia como um todo.</p>
	<p>Sempre que alguém diz que não ganha tão bem quanto deveria, me sinto tentado a perguntar “da última vez que o encanador te deu um orçamento, até que ponto você espremeu o preço?”. Do mesmo modo, sempre que um empresário fala da dificuldade em encontrar pessoas comprometidas, profissionais em nível de excelência, que façam mais do que o mínimo indispensável, sou tentado a perguntar “e quando foi a última vez que sua empresa concedeu um aumento que era mais do que o mínimo indispensável?”</p>
	<p>Sim, é o princípio da reciprocidade em ação. Infalível. Mais cedo ou mais tarde, você tem de volta exatamente o que entrega. Sempre vai ter o mínimo indispensável dos funcionários a quem você paga o mínimo indispensável. Mas a explicação disso pode ser bem menos nobre do que parece à primeira vista: numa sociedade permanentemente obcecada com a idéia de “pagar menos”, você está inserido como consumidor e também como fornecedor.</p>
	<p>Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale. Não se cogita trabalhar horas extras não-remuneradas. Não se cogita desvalorizar o trabalho do seu semelhante, porque na volta, isso vai desvalorizar o seu próprio trabalho. E aqui cabe uma ressalva importante: isso vale para os seus semelhantes, aqueles a quem você se compara e em quem se reconhece. Por isso, o princípio muitas vezes não é aplicado aos imigrantes dos países pobres: não se reconhece reciprocidade entre os que não são iguais. Mais ainda quando se trata de imigrantes ilegais: alguém que está ilegalmente num país deve esperar passar por abusos ilegais: novamente, é o princípio da reciprocidade em ação.</p>
	<p>Mas voltando ao tema: nas sociedades que realmente valorizam qualidade e excelência, não apenas o fornecedor não aceita ter seu preço aviltado: o consumidor espera um determinado preço e uma determinada qualidade condizente. A simples idéia de barganhar indefinidamente com um profissional deveria ser abominada pelos profissionais de serviços, todos eles. Mas pergunte a um publicitário brasileiro se ele não vai barganhar com o arquiteto ou o encanador na hora de comprar serviços &#8211; como um bom filho da nossa sociedade do preço mínimo, ele vai. E depois sofrerá exatamente a mesma situação na hora de negociar seu salário.</p>
	<p>Este é o resultado de viver numa “sociedade do preço mínimo”, obcecada por pagar menos e pela vantagem imediata do comprador. Esta é a sociedade e a economia que construímos para o nosso país. E as nossas exceções somente confirmam a regra: na hora de definir qual seria o médico a realizar a operação cardíaca do seu pai, você não iria ficar tão obcecado pelo preço mínimo, certo?</p>
	<p>Portanto, antes que possamos participar verdadeiramente do grupo de nações que lidera a economia ou criar impacto mundial com produtos e serviços que nascem da criatividade e da inovação, do trabalho intelectual de indivíduos e equipes de alto nível; temos que resolver o círculo vicioso criado pelas nossas “caríssimas” &#8211; em vários sentidos &#8211; filosofias do “preço mínimo” e sua companheira constante, a filosofia das famosas “soluções caseiras”.</p>
	<p>Somente quando estivermos dispostos a considerar qualidade e excelência como valores reais pelos quais devemos pagar diferenciadamente poderemos exigir este tratamento para nossos produtos e serviços. É o princípio da reciprocidade. Nunca falha.</span></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></span></span>
</p>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:05:08 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=7aY3a0r26" alt="" />Um bom artigo sobre um tema complexo&#8230;</span></p>
	<p><strong>Design e branding: onde começa, onde termina e qual o ponto “G”no processo de união dessas duas atividades</strong></p>
	<p>A relevância que esses dois temas ou disciplinas assumiram na comunicação, marketing e especialmente no ambiente de estratégia de negócios nos últimos anos é indiscutível e, de certa forma, surpreende. Toda organização – pequena ou grande, nacional ou multinacional, B2B ou B2C – tem um entendimento sobre a importância da marca ou do branding na sua estratégia de criação de valor e de afirmação da sua cultura organizacional, assim como compreendem a relevância do design no processo de diferenciação de produtos e serviços, na construção de uma estética própria e, mais recentemente, como essência e direcionador dos movimentos em busca da inovação.</p>
	<p>Porém, a questão central desta reflexão é tentar entender por que essas duas disciplinas têm sido apresentadas e praticadas de forma integrada, principalmente por aqueles que comungam de uma visão mais ampla do design e que acreditam que sua verdadeira contribuição vai muito além das questões estético formais, em detrimento de uma visão estreita e limitada que o mundo da comunicação sempre lhe atribuiu. No momento em que as marcas assumem uma dimensão que vai além da comunicação, especialmente da publicitária, os especialistas acreditam e defendem que o branding também é subproduto da comunicação.</p>
	<p><strong>DEFINIÇÃO E EVOLUÇÃO</strong></p>
	<p>O conceito e a evolução dessas disciplinas fornecem dados para uma visão crítica sobre o real sentido e eficácia da sua integração. O design, como disciplina de formação e prática centenária de caráter multidisciplinar, é e sempre foi definido como a atividade responsável pela concepção projetual de um produto, serviço ou meio de expressão, seja ele bi ou tridimensional, considerando nesta concepção todas as variáveis técnicas – funcionais, sociais, estéticas e formais. Apesar da definição ser bem clara, ao longo dos anos e sobretudo no Brasil, a palavra design tornou-se sinônimo de alta qualidade estética, sendo muito mais utilizada no <a href="http://www.ifd.com.br/blog/2009/10/15/design-e-branding-onde-comeca-onde-termina-e-qual-o-ponto-%e2%80%9cg%e2%80%9dno-processo-de-uniao-dessas-duas-atividades/#" style="border-bottom: 1px dotted; color: #4b5caf; text-decoration: underline;" onclick="hwClick2217904(undefined);return false;" onmouseover="hw2217904(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " >mercado</a> como adjetivo, o que contribuiu e ainda contribui para uma razoável deformação e confusão sobre o seu real significado.</p>
	<p>Mesmo assim, a colaboração do design é inquestionável e de um significado tremendo para a sociedade moderna, visto que a construção da indústria de consumo, com seus bens e serviços imputados pela revolução industrial, tem sido traduzida, ao longo dos anos, pelo design nas mais diversas formas e significados. Assumindo que esta atividade ou disciplina se configura como tal a partir do surgimento da Bauhaus, é possível afirmar que nos últimos cem anos a história da humanidade pode ser contada por meio do design. Todas as coisas materiais com que nos relacionamos foram, necessariamente, projetadas. Neste contexto, tudo é design. Porém, sua evolução nos últimos anos tem sido tremenda e de certa forma multifacetada, assim como os produtos, meios e serviços com que nos deparamos hoje.</p>
	<p>Desde que a tecnologia da computação e da informação assolou nossas vidas e, por conseguinte, transformou radicalmente nossa visão clássica de produtos e serviços, podemos dizer que o “muro de Berlim” do Design também caiu. Isso quer dizer que a divisão clássica entre design gráfico e design de produto imputado pela academia não corresponde mais aos desafios apresentados pelo mercado. Atualmente, o verdadeiro design é uma disciplina, ou quem sabe, uma visão de caráter estratégico e abordagem multidisciplinar, com enorme capacidade não só de ajudar, mas também de transformar as organizações. Em um ambiente mercadológico de alta instabilidade e carência de identidade, o real valor definitivamente está em ajudar as empresas a descobrir “o que desenhar” e não mais “como” desenhar.</p>
	<p>Entendido no seu sentido mais amplo como “gestão de marca”, o branding compreende, fundamentalmente, um trabalho completo e integrado da marca a partir de uma estratégia clara que crie valor para o negócio. Trata-se de uma definição ou atividade muito nova, manifestada como tal há não mais de 10 anos, que surgiu como resposta à visão, postura, estratégia e enfoque praticados por grandes organizações mundiais que, na década de 90, começaram a direcionar seus negócios muito mais para a gestão das marcas que para a fabricação dos produtos. Elas começaram a entender que seu maior valor estava concentrado efetivamente no ativo marca e não mais na produção, já que a dinâmica globalizada começava impor novas fronteiras de competitividade.</p>
	<p>Dado a sua existência e entendimento recentes é até difícil assumir o branding como uma disciplina – principalmente por sua pouca consistência acadêmica –, sendo mais apropriado o seu entendimento como uma atividade da gestão empresarial, porém de altíssima relevância estratégica neste novo cenário.</p>
	<p><strong>UMA VISÃO METODOLÓGICA</strong></p>
	<p>Nosso conhecimento e prática construídos ao longo de mais de 20 anos nos levaram à seguinte convicção: estratégias de marca sem implementação consistente não têm valor, assim como não gera valor qualquer implementação sem estratégia. Mais que isso, aprendemos que os limites entre estratégia e implementação são muito tênues e que, por vezes eles não respondem a uma ordem linear, não raro fazendo com que a experiência da implementação reformule a própria estratégia. Neste contexto, nos parece fundamental a coexistência dessas demandas num mesmo ambiente de gestão e, mais que isso, que os processos de branding, necessariamente, saibam responder a este desafio de forma permanente.</p>
	<p>Diante desta crença construímos uma metodologia de branding baseada em quatro grandes fases: Estratégia, Identidade, Experiência e Comunicação. O método alia estratégia e implantação num processo contínuo e permanente, no qual o design tem papel fundamental, sobretudo na criação da Identidade e na construção da Experiência. Nesta estrutura, o papel de cada uma dessas atividades é muito claro. O branding é um processo de gestão de marca e o design é uma das ferramentas mais importantes na construção deste processo, porém não a única. Certamente a comunicação, a publicidade, a promoção e outras tantas ferramentas visíveis e não visíveis também são importantes. Nem todas elas, porém, têm a capacidade estruturante do design, assim como também não conseguem expressar e tangibilizar as promessas e ofertas das organizações.</p>
	<p><strong>CASES QUE PROVAM E COMPROVAM</strong></p>
	<p>Apple, Starbucks, Camper, Body Shop, Disney, Nike, Zara e tantas outras grandes marcas internacionais ou nacionais como Natura, Claro, Itaú e Havaianas são casos que comprovam que as estratégias sem tradução, sem materialização, sem design, sem experiência ou, ainda melhor, sem produtos, embalagens, lojas e serviços, não seriam grandes e memoriáveis.</p>
	<p>Decididamente não existe branding sem design, assim como não existe empresa sem produto. O real valor e o sentido da integração das disciplinas está na capacidade de juntas, definir uma estratégia de marca clara que potencialize a estratégia de negócios da companhia. Ou seja, criar uma identidade que expresse a verdadeira cultura e espírito da organização e desenhar uma experiência de marca assentada em produtos e serviços consistentes e relevantes. Afinal, num mundo de muitos produtos, poucos recursos, consumidores exigentes e de consciência crítica, certamente a melhor resposta não será “mais do mesmo”.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Luciano Deos</em><br />
<strong> </strong></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.adonline.com.br/" onclick="window.open(this.href); return false;"  target="_blank">Adonline</a>
</p>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:09:00 +0000</pubDate>
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Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=ebY4c6s18" alt="" />Mais um artigo falando sobre a atual &#8216;menina dos olhos&#8217; do marketing. A Classe C.  Seu recém restaurado e descoberto poder de compra.<br />
E o dilema perpétuo da última semana! Como atingir esse mercado relegado ao terceiro plano por tanto tempo??<br />
Um consumidor que sempre foi tratado sem atenção especial, que todos consideravam como um &#8216;carneirinho&#8217; que quando podia, comprava as marcas das classes A/B. Quando não podia, comprava o mais barato, sem preocupação com embalagem, design, posicionamento, marca ou qualquer diferencial.<br />
Resumindo: Classe C compra qualquer coisa. Basta ser barato! E, se sobrar um dinheiro, já estará &#8216;encantada&#8217; pelos apelos lançados as Classes A/B.<br />
Então, um dia, esta Classe C, com um poder de compra melhorado, começa a mostrar sua cara.<br />
Ela NÃO busca todas as mesmas marcas consagradas nas Classes A/B. Algumas ela busca. Mas por que estas marcas se apóiam em valores que ela, Classe C, reconhece como valiosos. Não pelos mesmos motivos que as Classes A/B.<br />
A estética é diferente! Nem tudo que as Classes A/B classificam como bonito é sucesso na Classe C.<br />
Eles tem valores próprios. Gostos próprios. Desejos próprios.<br />
São altamente ligados no custo/benefício de cada produto! E não hesitam em pagar mais barato entre dois produtos de mesma qualidade, desprezando a &#8216;marca famosa&#8217; pela marca nova SE a marca famosa não agregar nada na experiência de consumo&#8230; Ou, SE a marca nova, oferecer a mesma coisa&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eles são fiéis. Mas, não concordo que sejam &#8216;facilmente fidelizáveis&#8217;&#8230; Ao contrário. Buscam SEMPRE valor nas coisas. Isso significa que, se esse valor não existir REALMENTE, não vai seduzir.<br />
Nada de promoções, que dão um prêmio para um em um milhão&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O consumidor da Classe C é mais focado na realidade.  Mas, também se rende facilmente ao que deseja&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, o consumidor da Classe C é COMPLEXO!<br />
Tanto quanto o consumidor das Classes A/B.<br />
Talvez até mais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Assim sendo, absorva todas as informações sobre ele.<br />
Estude-o, conheça-o bem, se ele for seu público alvo!<br />
Assim como devemos conhecer nosso público, seja ele qual for. Com suas nuances, preferências e características.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, não acredite em estereótipos.<br />
Não acredite em fórmulas mágicas.<br />
Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eu estou postando o artigo porque ele fala de um case, da Procter &amp; Gamble, que acho excelente. O tipo de ação de &#8216;marketing do bem&#8217;. Claro que eles agiram visando lucro! Claro que foi uma ação buscando retorno!<br />
Mas AJUDARAM, APOIARAM, TENTARAM MELHORAR a vida das pessoas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h3>Como vender para a Base da Pirâmide</h3>
	<p>Seria possível excluir uma parcela da população brasileira que representa mais 50% do mercado? Pensando assim, a resposta parece óbvia. Mas somente há pouco tempo o interesse por clientes capazes de movimentar R$ 34 bilhões por ano está evidente. Trata-se do consumidor de baixa renda. No Brasil, este público é equivalente a 95 milhões de pessoas. No mundo, são quatro bilhões, o que corresponde a um consumo coletivo de US$ 5 trilhões anuais.</p>
	<p>Os números são claros. A base da pirâmide é capaz de movimentar o mercado. Por isso, o interesse que antes era focado apenas nas classes A e B, desloca-se para os consumidores de baixa renda. Atualmente, 10% dos gastos de publicidade destinam-se a este público, mas este cenário tende a mudar. O que fazer então para conquistar este consumidor?</p>
	<p>O primeiro passo é deixar de adaptar os produtos e criar novos. É o que indica Wander Meijer, CEO para América Latina da TNS, durante o evento The Next Four Billion – Marketing para a base da pirâmide, realizado na Casa do Saber, Rio de Janeiro, para clientes da empresa de pesquisa na última semana, ao qual o Mundo do Marketing teve acesso.</p>
	<p>Para o especialista, é preciso criar produtos que tenham o perfil deste público, para que ele se identifique. “O amor é um importante tema para o Marketing”, explica. A afirmação refere-se à importância que a família tem para este grupo social. Além disso, a cada 10 consumidores da base da pirâmide, seis dizem estar apaixonados. É necessário, também, que as empresas contribuam para o dia-a-dia destas pessoas. Um exemplo é o que a Procter &amp; Gamble fez na África. A companhia percebeu que 70% das internações em hospitais deviam-se à contaminação da água.</p>
	<p><strong>Como melhorar a vida do consumidor</strong><br />
Diante deste problema, a Procter criou um produto que purifica a água. Cada sachê custava US$ 0,1 e era capaz de limpar 10 litros. O projeto teve início no Kenya e tornou-se global, estando presente em seis países ao redor do mundo. Como resultado, o produto diminuiu em 50% os casos de diarréia, salvando 60 milhões de litros de água e melhorando as vidas de milhares de pessoas ao redor do mundo.</p>
	<p>Engana-se ainda quem acha que os consumidores esperam das marcas apenas preços baixos. “Eles querem relevância e qualidade. A importância que dão para a família faz com que desejem oferecer coisas boas. Eles se interessam também por promoções e prêmios”, diz o CEO da TNS. Por isso, produto bom é aquele que apresenta qualidade com preço acessível. Esta demanda aparece como uma oportunidade para as marcas próprias. “A confiança na marca é muito importante. Este consumidor não tem chance de comprar outra vez”, explica Meijer.</p>
	<p>Considerar suas equações de desembolso também é fundamental para conquistar os consumidores da base da pirâmide. É o que aponta Miriam Steinbaum, Diretora da TNS Research Internacional, durante o evento. Para a especialista, em primeiro lugar, as empresas devem conhecer bem a categoria onde estão inseridas e entender onde ela se encontra nas linhas de despesa. Apesar de grande parte do orçamento ser direcionado para gastos fixos como alimentação e moradia, as marcas devem convencer o consumidor de que o pouco dinheiro que sobra deve ser investido em seus produtos.</p>
	<p><strong>Preço precisa de justificativa racional</strong><br />
Para isso, é necessário entender que a percepção de preço é multidimensional. “Estes consumidores não enxergam os valores absolutos dos produtos. As contas que fazem com o mesmo dinheiro dependem do sentido de urgência e de recompensa. É fundamental que o preço tenha uma justificativa racional. Se é mais caro, deve dar uma percepção de status, desejo, necessidade e qualidade”, conta Mirian.</p>
	<p>As promoções também aparecem como um caminho para fidelizar estes consumidores. Mas elas devem estar de acordo com o perfil do cliente. O melhor é que sejam bonificações imediatas, como brindes. Já um programa de fidelidade, que exige um investimento a médio e longo prazo, é pouco mobilizador e pode gerar desconfiança. Ações como “leve três, pague dois” ou embalagens que investem no design e podem ser reutilizáveis ganham a preferência.</p>
	<p>Investir no ponto-de-venda também é essencial. O espaço é um ponto de contato, de encontro, aprendizado e descanso. “Muitas famílias entendem a saída para fazer compras como um momento de lazer, para fugir da rotina”, diz Mirian. Um exemplo é o Super Casas Bahia, que fez do ponto-de-venda um local para a diversão dos seus consumidores. Outro passo é estar próximo do público e desenvolver estratégias em canais de venda onde acontece a vida do consumidor.</p>
	<p><strong>Estratégias para conquistar a base da pirâmide</strong><br />
Além de estar próximo do seu consumidor, as marcas devem reforçar a auto-estima e gerar um sentimento de inclusão, de identificação. Entre as estratégias para conquistar este público estão: mostrar que conhece e entende o que ele enfrenta no seu dia-a-dia; criar empatia; falar de igual para igual, com uma linguagem mais direta e completa; usar pessoas, cenários e sentimentos que façam parte desta realidade; respeitar sua cultura, hábitos e sabores; fazer parte dos seus rituais e considerar os valores tradicionais como a família, a mãe como heroína, o lar e o empreendedorismo a partir de cases de sucesso vindos da própria base.</p>
	<p>Após entender e se aproximar deste público, resta inovar. Se as marcas entendem como o consumidor lida com uma renda tão apertada, devem trabalhar a motivação e a importância que sua categoria tem. Características como portabilidade, multi-funcionalidade, embalagem reduzida e fórmula concentrada podem ser o diferencial para que o cliente opte por uma determinada marca.</p>
	<p>Este grupo também deve ser segmentado. Entre os consumidores de baixa renda, é preciso compreender todos os seus grupos e encontrar aqueles em que a marca se insere. Não se pode esquecer ainda que algumas marcas premium são aspiracionais e que muitos farão um esforço para tê-las. Por isso, as empresas devem criar um senso de proximidade e familiaridade, além de agir com responsabilidade social.</p>
	<p><strong>10 dicas para atuar na Base da Pirâmide </strong><em><strong>(Fonte: TNS Research International)</strong></em><br />
<em>1) Considere suas (complexas) equações de desembolso</em><br />
Um pacote de arroz custa o mesmo que três pacotes de biscoito</p>
	<p><em>2) Ofereça produtos de qualidade</em><br />
Projete uma imagem de alto value-for-money e não de preço barato</p>
	<p><em>3) Pense nele ao desenhar suas promoções</em><br />
Ofereça bonificação imediata: vantagens são percebidas através de elementos muito concretos</p>
	<p><em>4) Reveja o papel do ponto-de-venda: um ponto de contato, de encontro, de aprendizado, de lazer</em><br />
O consumidor da base da pirâmide valoriza muito as saídas para as compras</p>
	<p><em>5) Gere identificação</em><br />
Demonstre que você o conhece, entende o que ele enfrenta no dia a dia; Crie empatia, mostre que vocês estão juntos para enfrentar seus desafios; Fale de igual para igual; Use pessoas, cenários, sentimentos que façam parte da sua realidade.</p>
	<p><em>6) Fale com ele</em><br />
A comunicação com a base da pirâmide pode exigir um ajuste de linguagem</p>
	<p><em>7) Considere seus valores tradicionais</em><br />
A família está no centro de tudo</p>
	<p><em> <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Inove</em><br />
Um produto, um serviço, uma tendência indica potencial de adaptabilidade se trouxer benefícios que podem ser transportados ou vivenciados em vários cenários</p>
	<p><em>9) Lembre-se dos jovens consumidores da Base da Pirâmide</em><br />
Com o acesso limitado a internet, a TV é o meio de comunicação mais importante e utilizado</p>
	<p><em>10) Conheça o seu consumidor e entenda como ele lida com uma renda tão apertada</em><br />
- Quais são suas motivações?<br />
- O quanto a minha categoria é importante para eles?<br />
- Qual a imagem que eles têm da minha marca?<br />
- Quais resultados esperam do meu produto/serviço?<br />
- Todas as sua necessidades estão sendo atendidas?</p>
	<p>Fonte do artigo:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Eles se movem em direção aos pequenos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem não usou seu tamanho reduzido para movimentar-se rápido em busca de mercado e fidelização, pode começar a enfrentar problemas mais sérios. Pois o público não fidelizado, acaba rapidamente seduzidos pelas grandes marcas... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=c7D593ede" alt="" />Primeiro os players do varejo, foram se tornando cada vez maiores. Com isso, criaram um vácuo entre eles e os pequenos varejistas.<br />
Isso, aproximou o cliente desses pequenos comércios de bairro e tornou esse mercado interessante apra os comerciantes que buscaram diferenciais como melhor relacionamento, foco na experiência do cliente e personalização de mix de produtos e atendimento.<br />
Agora, os grandes players do varejo começam a &#8216;olhar&#8217; para esse mercado.<br />
Quem não usou seu tamanho reduzido para movimentar-se rápido em busca de mercado e fidelização, pode começar a enfrentar problemas mais sérios. Pois o público não fidelizado, acaba rapidamente seduzidos pelas grandes marcas&#8230; </span></p>
	<p><strong>O pequeno varejo agora também é das grades bandeiras!</strong></p>
	<p><span style="font-size: small;">Dentro do mesmo movimento que acontece no Brasil, as grandes redes francesas de supermercado começam a criar pequenos pontos-de-venda na lógica proximidade, como o Carrefour Bairro está fazendo no Brasil. Assim, o Carrefour também lança seu Carrefour Market na França e seu Carrefour Express na Espanha. Em alguns países da Europa são proibidos grandes pontos-de-venda dentro das cidades, como forma de proteção ao pequeno varejo.</span></p>
	<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
	<p><span style="font-size: small;">Sendo assim, esta também é uma maneira das grandes redes se aproximarem de seu público, pois com o desenvolvimento das pequenas mercearias, com a profissionalização do pessoal deste tipo de comércio e com a diminuição da diferença de preço para as grandes redes, fica cada vez mais difícil os consumidores terem tempo ou mesmo desejo de se deslocarem para fazer suas compras. Desse modo, essas redes estão buscando formas de se aproximar dos consumidores e encantá-los com seus preços e sua gestão de qualidade. Algumas redes estão criando sistemas de franquia das pequenas mercearias, onde toda a inteligência de gestão, entrega de produto, estratégia de mix etc, é desenvolvido pelas matrizes dessas bandeiras.</span></p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/sim_terra_peqvarejo1.jpg" alt="O pequeno varejo agora também é das grandes bandeiras!" width="400" height="300" /></p>
	<p style="text-align: left;">Assim, bandeiras como Monoprix desenvolvem pequenos pontos-de-venda adaptados à realidade do público regional onde estará seu mini-mercado. No caso da foto acima, é um “Monop’”, nome dado a seu pequeno formato de PDV, que está localizado perto da estação de trem Montparnasse, local de movimento de jovens, viajantes, além dos moradores da região. Sendo assim, logo na entrada encontramos mesas, lanches e bebidas para não perder os mais apressados que desejam comer alguma coisa.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/sim_terra_peqvarejo2.jpg" alt="O pequeno varejo agora também é das grandes bandeiras!" width="400" height="248" /></p>
	<p>Depois percebemos que o PDV foi adaptado à realidade física do local e entramos em uma espécie de labirinto, onde efetivamente encontramos tudo que precisamos com uma escolha reduzida em “profundidade”, mas “larga” em variedade. Detalhe importante, este pequeno varejo fica aberto até mais tarde e resolve o problema de uma série de executivos que trabalham até mais tarde e que moram na região.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/sim_terra_peqvarejo3.jpg" alt="O pequeno varejo agora também é das grandes bandeiras!" width="446" height="363" /></p>
	<p style="text-align: left;">Na comunicação a mensagem é simples e certeira, pois deixa claro o posicionamento da nova bandeira: De 9 horas à meia-noite, o essencial para seu cotidiano, pratos frescos e preparados para seu prazer e facilidade, um lugar de convivência e caloroso, uma solução para suas necessidades e gestos simples para uma vida responsável. Ele não poderia terminar de outra forma, pois o movimento de consumo consciente é irreversível. Para fechar esse formato certeiro, ele assina sua marca com o slogan “MONOP cúmplice de sua vida de todo dia”, se posso traduzir desta forma para não ficar estranho em português, pois em tradução direta seria “Cúmplice de sua vida de hoje”.</p>
	<p style="text-align: left;">O consumidor francês, assim como o brasileiro, resolveu trocar os grandes supermercados por mercearias e mercadinhos, então os grandes resolveram virar pequenininhos. Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé!</p>
	<p style="text-align: right; "><em>Simone Terra</em></p>
	<p>Fonte: Mundo do Marketing
</p>
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