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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Marketing é holístico&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:21:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a5I577qdd" alt="" />Belo Texto do Bruno, que faz &#8211; <em>pelo menos deveria fazer</em> &#8211; pensar&#8230;</span></p>
	<h2></h2>
	<h2></h2>
	<h2>Como resgatar a marca usando o Marketing</h2>
	<p>O caminho é transformar a gestão da empresa  com foco no branding e, sobretudo, no Marketing Holístico</p>
	<p>Pegue papel e caneta que vamos dar 10  dicas rápidas e fáceis de usar, em qualquer ocasião, estratégias de  Marketing simples, e ao mesmo tempo inovadoras, para sair de uma  situação onde a marca da sua empresa está denegrida. Vamos lá? Não. Não  vamos. Quando você ouvir este discurso, pegue o papel, a caneta e  escreva um baita palavrão mandando o sujeito para bem longe da sua  empresa.</p>
	<p>Ok. Não precisa exagerar. As tais dicas podem até ser importantes para  um começo e para uma reflexão que seja capaz de provocar uma grande  mudança na gestão da empresa, pois é disso que você precisa, caso a  marca esteja desacreditada pelos consumidores e potenciais clientes.  Mudança urgente. Quando a companhia chega neste ponto, é preciso rever  tudo. A começar pelo básico quatro Ps de Marketing. É necessário fazer  uma análise profunda do produto, dos canais de distribuição, da promoção  e até do preço.</p>
	<p>Ao fazer um raio x completo, que também deve envolver pesquisa e estudos  sobre o comportamento do consumidor, idealmente chamando pessoas de  fora da empresa, que podem ser especialistas e consultorias em gestão,  comportamento do consumidor e branding, você repensará tudo o que está  fazendo. É importante se desfazer de todas as amarras anteriores e  passar a olhar tudo de forma diferente. Só assim a sua marca fará algo  de diferente. Só assim você poderá surpreender o seu consumidor.<br />
<strong><br />
As Dicas do Troiano</strong><br />
Mas vamos voltar às dicas. Jaime Troiano, especialista em Branding,  mostrou recentemente 10 lições para não cair em armadilhas de Branding.  São justamente os cuidados que as empresas devem ter na construção e  manutenção de suas marcas. São elas: 1) Aparência e a essência, que  devem caminhar juntas; 2) Marketing e os projetos de felicidade, onde as  marcas preenchem os desejos dos consumidores; 3) O verdadeiro Brand  Equity, é quando o valor da marca está sendo confirmado pelo mercado; 4)  Um espaço difícil de conquistar, um estudo em que a marca é avaliada em  termos de conhecimento pelo consumidor versus preferência; 5) Nome é só  o começo, quando é preciso buscar o DNA da marca; 6) Marcas Fortes:  Poder multiplicador, quando a marca mãe gera filhotes, com extensões de  marca, 7) A marca das marcas, a identificação com o consumidor; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' />  Arquitetura e puxadinhos, os estudos por trás do Branding, 9) Marcas e  tapumes, quando elas se escondem dos consumidores; e 10) Anti-branding: o  modo de usar, quando a empresa que não está engajada pelo menos em boa  parte destes desafios.</p>
	<p>Segundo Troiano, elas frequentemente reduzem a verba de Marketing, mudam  constantemente de agências, alterando por completo a comunicação da  marca quase que anualmente, investem o mínimo em pesquisa possível e  olham apenas os seus próprios umbigos. Não buscam informações de mercado  e nem olham as tendências. Sem contar com a concentração da gestão da  marca em uma área específica ou apenas no Marketing, quando o conceito  deve ser aplicado a toda a empresa.</p>
	<p><strong>Caso de sucesso SulAmérica</strong><br />
Esses são alguns caminhos a que as empresas devem prestar atenção para  não cair. A grande questão é que tudo precisa estar alinhado dentro da  empresa. A SulAmérica está desenvolvendo um amplo trabalho que busca  transformar a cultura da empresa para que tenha a cultura do cliente. A  empresa promove uma reestruturação completa na área de CRM. A mudança  começou na estrutura interna da seguradora, até então divida por  segmentos de negócios. A área de relacionamento com cliente passou a ser  uma superintendência que se reporta diretamente a duas  vice-presidências e se integrou aos departamentos de Campanhas, Canais,  Pós-Venda, Endomarketing, Database e Análises, Treinamento e  Processamento.</p>
	<p>Entre os projetos realizados nesta transformação com foco no cliente  está o treinamento de todos os stakeholders da empresa para atuar a  partir desta filosofia. Desde o Call Center até os gerentes, todos foram  treinados para buscar a lealdade do cliente e entender cada tipo de  consumidor, passando pela capacitação de corretores para terem uma visão  de gestão de clientes. Houve ainda a estruturação do database  marketing, marketing intelligence, marketing digital e melhoria de  processos internos, incluindo um específico para o tratamento de  clientes VIPS, com ações de relacionamento e atendimento diferenciados.  Agora, a segmentação é estatística com um book analítico de perfil do  cliente e produtos específicos para cada tipo de consumidor.</p>
	<p>Na área digital ocorreu a mudança completa dos portais da companhia com  maior foco em cada target e utilizando plataformas de web 2.0. A  estratégia para os portais deixou de focar exclusivamente na venda de  produtos para dar atenção ao cliente, oferecendo serviços que o auxiliem  no cotidiano. A meta é fidelizar e fazer novas vendas de outros  produtos. Mais mudanças foram feitas. Os wellcomes kits dos seguros  passaram a ser mais leves e ganharam ações de cross e up-sell.</p>
	<p>Mesmo sabendo da dificuldade de desenvolver uma estratégia integrada  como esta, o que a SulAmérica quer é que seus mais de cinco mil  colaboradores e 25 mil prestadores estejam engajados na causa do  cliente.</p>
	<p><strong>Marketing Holístico</strong><br />
Nada disso terá resultado, entretanto, se não houver um olhar de cima.  Um planejamento que veja o todo da organização. Não adianta focar apenas  em relacionamento ou em Branding, um de cada vez, isoladamente. É  preciso olhar para o design, para a segmentação, para as métricas de  retorno sobre o investimento, fazer pesquisa constantemente, dar atenção  máxima ao ponto-de-venda caso seja varejo o seu negócio, inovar, ousar,  prestar atenção na sustentabilidade e em uma comunicação integrada  também focada em retorno sobre o investimento.</p>
	<p>Para mudar a imagem da marca, é preciso ajustar o foco para que ele não  fique restrito. Deve-se olhar o todo, sempre. Marketing é isso. É  holístico. É tudo isso que falamos e mais um pouco. Ao mesmo tempo,  agora. As empresas devem parar de pensar uma coisa separada da outra  achando que ela resolve todos os problemas. É um grande desafio, sem  dúvidas, mas está na hora de mudar a forma de fazer Marketing.</p>
	<p><em>* Este texto foi publicado originalmente na revista Venda Mais</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Mergulhar, interagir, compreender, aprender, dominar&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 05:43:46 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=4dL209r1b" alt="" />Artigo do Gabriel, SENSACIONAL.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Palavras claras. Idéias modernas. Foco no Resultado.<br />
Concordo plenamente que está na hora de integrar as organizações as midias sociais. Não adianta estabelecer realções superficiais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">É preciso mergulhar. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Difícil é levar essa idéia para dentro de empresas e organizações que estão agora, assustadas, descobrindo o poder do consumidor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito a frente estão aquelas que sempre (re)conheceram &#8211; e respeitaram &#8211; esse poder.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2>Mídias sociais: o debate precisa  desesperadamente evoluir</h2>
	<p>Por Gabriel Rossi*</p>
	<p>Você está preparado para evoluir e sair dos questionamentos diários  sobre a ação viral promocional divertida, a “orkutização” e  “facebookização” do Twitter ou parar de ir às mesmas palestras sobre as  melhores práticas para blogs corporativos? Tudo isso já soa repetitivo,  não é mesmo? Nada de dados, soluções ou ideias surpreendentes. O momento  agora é de movimento rápido, evolução e um olhar para as mídias sociais  e de todos os seus processos de escuta para que eles sejam práticas não  estéreis, mais técnicas e que realmente impactem em processos  decisórios delicados. O ideal é que tais processos injetem conhecimento  em todos os departamentos dentro das corporações (tradicionais ou não),  transformando vidas e gerando inovações que criem retorno sobre o  investimento (ROI) verdadeiramente plausíveis para executivos e mercados  de alta performance.</p>
	<p>Chegou a hora de iniciar uma nova discussão, trazer ar fresco para o  mundo corporativo. Precisamos – todos – nos tornar, talvez, um pouco  mais seletivos em relação ao conteúdo. É importante lembrar que, para o  branding moderno e as comunidades digitais gerarem real vantagem  competitiva em muitas organizações, é preciso que os responsáveis  embarquem em uma jornada de trabalho metódica em torno da essência da  marca e mergulhem de cilindro em um trabalho que integre as mídias  sociais junto a todo singular departamento dentro da companhia – nível  gerencial ou não. Uma das perguntas específicas que o profissional  envolvido com marketing e branding deve estar apto a responder é  seguinte: “A empresa possui cinco produtos. Três não estão vendendo  muito bem. Como as mídias sociais podem acelerar – rapidamente ou não –  as vendas destes produtos que estão com a performance abaixo do  esperado? Como mensurar este processo de forma profissional e apurada?”</p>
	<p>É claro que ações pontuais e ferramentais continuam sendo bastante  importantes. Porém, numa visão mais holística e direcionada para a  integração com o mundo dos negócios, a discussão precisa progredir. Que  tal: Como antecipar o que meu cliente vai fazer ou expressar através da  análise de perspectivas históricas digitais, assim estando apto a  empregar os recursos adequados para direcionar as minhas decisões  estratégicas? Como se tornar cada vez mais social por meio do  aprendizado diário e da escolha das ferramentas de monitoramento  adequadas? Que tal estas outras perguntas: Como pode uma corporação  mensurar o sentimento em tempo real, ou seja, os comentários favoráveis e  não favoráveis sobre uma empresa ou marca nas mídias digitais,  analisando as fases de engajamento de seus stakeholders? Como equacionar  tempo e tecnologias emergentes e escalonar os esforços dos  colaboradores no webspace para que o seu negócio e marca sintam impactos  plausíveis? Quais as oportunidades para fortalecer os pontos de contato  e identificar as áreas de melhoria durante o ciclo de vida do  consumidor?</p>
	<p>O maior desafio para marcas e empresas não é nem a tecnologia nem o  budget, mas, sim, a mudança de cultura que permitirá para estas  companhias reconhecer que o branding na web social requer um processo  que permeia todos os departamentos, reinventando o processo de escuta,  aprendendo e gerando mudanças e reconhecendo que nada é mais permanente.  Afinal de contas, trabalhar mídias sociais não é grátis. Também é  preciso considerar que isto leva tempo e cada vez mais ele é moeda de  troca. Também é necessário trabalhar com gente competente, para iniciar  os projetos e participar das comunidades ativamente, sendo fonte de  influência e reputação. Como já foi dito, muitas empresas têm  dificuldades em escalonar seus colaboradores para atuar na web, mas  quando conseguem, há inúmeros benefícios para o negócio.</p>
	<p>Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais  aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e  integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era  digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.</p>
	<p>* Gabriel Rossi é sócio fundador da consultoria em branding digital que  leva o seu nome e profissional especializado na construção e  gerenciamento de marcas na websocial, com passagens por instituições  como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e  Bell School. <a href="http://www.gabrielbranding.com.br/"  target="_blank">www.gabrielbranding.com.br</a> / <a href="http://www.twitter.com/gabrielrossi"  target="_blank">www.twitter.com/gabrielrossi</a> / <a href="mailto: gabrielrossi.branding@gmail.com" target="_blank">gabrielrossi.branding@gmail.com</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul><li><a class="commentor" href="http://www.gabrielbranding.com.br" >Gabriel Rossi</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2010/02/19/mergulhar-interagir-compreender-aprender-dominar/#comment-31" title="View the entire comment by Gabriel Rossi" >Paulo,

Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
<li><a class="commentor" href="http://www.gabrielbranding.com.br" >Gabriel Rossi</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2010/02/19/mergulhar-interagir-compreender-aprender-dominar/#comment-30" title="View the entire comment by Gabriel Rossi" >Paulo,

Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
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		<title>Novamente ele! O Neoconsumidor&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:04:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tendência é ter um claro aumento da participação do e-commerce com relação ao total do varejo. É também um crescimento na curva de experiência do consumidor. A partir de um determinado ponto, temos o consumidor que já comprou mais de uma vez e que teve uma experiência positiva que começa a concentrar as suas compras no e-commerce.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=6cI4c6z3b" alt="" />Início de ano e voltamos a tentar de todas as formas entender e atender o consumidor&#8230; </span></p>
	<h2>Quem é o Neoconsumidor?</h2>
	<h4>Comparação de preço, produtos e pontos-de-venda antes da compra definem perfil racional</h4>
	<p>As mudanças dos hábitos de consumo e do relacionamento entre marcas e pessoas fez surgir um novo consumidor: o Neoconsumidor. Ele é digital, multicanal e global, aponta Marcos Gouvêa de Souza no livro de mesmo nome lançado no fim de 2009. A obra traça o perfil deste tipo de consumidor, que pesquisa na internet antes de comprar, está antenado em tudo que acontece e tem voz para reclamar das marcas.</p>
	<p><span id="more-720"></span></p>
	<p>Existem hoje no Brasil milhões de Neoconsumidores. De acordo com uma pesquisa da GS&amp;MD Gouvêa de Souza, no mínimo 3% e no máximo 7% das compras do varejo são feitas por pessoas com novos hábitos de consumo. A grande parte, 88%, já fez uma pesquisa na internet antes de adquirir um bem ou serviço. Eles demandam novos processos, novo design, atendimento, serviços, relacionamento, preço, condições de pagamento e informações no ponto-de-venda.</p>
	<p>Em entrevista ao Mundo do Marketing, Marcos Gouvêa de Souza, autor do livro Neoconsumidor  e sócio diretor da GS&amp;MD Gouvêa de Souza, detalha quem é, como se comporta e o que fazer para conquistar o novo consumidor. “A um clique ele compara produtos, preços e locais de compra, fazendo com que a compra seja mais racional e pragmática”, aponta o especialista.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing:<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: É um consumidor multicanal, digital e mais global. A internet, o celular e a televisão interativa estão presentes no processo de decisão de compra e tem um impacto muito grande no mercado como um todo. A um clique ele compara produtos, preços e locais de compra, fazendo com que a compra seja mais racional e pragmática. Ao fazer isso, ele acaba comprando mais por menos. Isso é visto muito em países desenvolvidos, onde este neoconsumidor tem grande representatividade, mas num futuro próximo esse perfil chegará a cerca de 35% de todos os consumidores e o impacto disso é muito grande.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: Como é este impacto no Brasil, uma vez que boa parte da população brasileira ainda não tem acesso à internet?</strong><br />
<em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: Já temos mais de 23 milhões de pessoas no Brasil que antes de ir às lojas consultam a internet, de acordo com um estudo que fizemos para o livro. Essas pessoas têm um comportamento muito bem distinto, são mais informadas e têm mais poder para negociar e discutir sobre os produtos. Eles têm uma expectativa diferente (dos outros tipos de consumidores) do tratamento que terão nas lojas.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: O celular já está na mão de quase toda a população braseira, mas ainda não é um canal como a internet que serve como compra. Quando isso se tornará realidade no Brasil?</strong><br />
<em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: Estamos nos aproximando disso. O ciclo de vida do celular fará com que isso aconteça bem mais rápido do que aconteceu com a internet. O impacto que o celular terá no relacionamento com o consumidor com as marcas, com produtos, com as lojas, com a avaliação dos preços e da propaganda, será muito grande. A importância que ele dá à opinião de seus parentes e amigos na avaliação de produtos também vem se tornando cada vez mais importante.</p>
	<p><img src="/images/materias/neoconsumidor_livro_interna.jpg" alt=" " align="left" /></p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: As marcas estão prontas para o Neoconsumidor?<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: Definitivamente não, até porque o Neoconsumidor está emergindo. Algumas empresas mais atentas já viram, mas outras rigorosamente não se preocupam, basta ver o sistema de relacionamento telefônico que elas oferecem.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: Isso mostra o problema do pós-venda, que está mais latente, com os consumidores tendo meios para reclamar.<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: As redes sociais se transformaram numa grande ressonância de reclamações de consumidores esclarecidos que influenciam outros consumidores e isso mexe com a marca.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: Falamos das marcas, mas e o varejo. As redes estão preparadas para o Neoconsumidor.<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: O varejo tem uma fidelidade e uma vantagem competitiva pelo fato dele estar “interfaciando” o consumidor em tempo integral e ele tem um nível de informações e uma sensibilidade para as demandas emergentes muito grandes. Isso permite que ele teste modelos em tempo real. A Tesco, na Inglaterra, por exemplo, tem um programa de relacionamento que possibilitou a criação de novos serviços e produtos totalmente orientados pela necessidade do consumidor.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: O varejo eletrônico cresce a dois dígitos constantemente. Onde vamos chegar com o e-commerce no Brasil?<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: A tendência é ter um claro aumento da participação do e-commerce com relação ao total do varejo. É também um crescimento na curva de experiência do consumidor. A partir de um determinado ponto, temos o consumidor que já comprou mais de uma vez e que teve uma experiência positiva que começa a concentrar as suas compras no e-commerce. Onde vamos chegar é difícil de prever, mas é fácil entender que o varejo eletrônico aumentará a sua participação na venda total de produtos.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: Tem a nova classe média emergindo. A Classe C faz parte deste Neoconsumidor?<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: Quando você considera que no Brasil tem 160 milhões de celulares, obviamente você já tem o consumidor da baixa renda usando o celular e, entre aqueles que estão mais dispostos a receberem mensagens e promoções, há uma parcela significativa da baixa renda porque isso significa também inserção social.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: Hoje em dia não há limites para canais de venda. A Nestlé faz venda direta, a Miolo coloca um carrinho para vender espumante na praia, entre outros milhares de exemplos. É um caminho sem volta as marcas criando seus canais de distribuição?<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: Exatamente. Hoje tem as lojas próprias, a sorveteria de marca, os cafés de marcas, as lojas dos fabricantes de artigos esportivos e agora a área de alimentação. O varejo está crescendo a participação de marcas próprias e não resta muita alternativa para a indústria se não criar um caminho próprio dentro do varejo por meio de canais exclusivos para poder conversar e entender o consumidor.</p>
	<p><strong>Mundo do Marketing: A segmentação por hábitos de consumo é uma tendência clara. Qual é o caminho para poder chegar neste estágio?<br />
</strong><em>Marcos Gouvêa de Souza</em>: O ideal é fisgar grupos mais homogêneos de comportamento que favoreçam o relacionamento, a promoção e que aumentem o nível de resposta dos estímulos que você gera. Há casos de supermercados que fazem segmentação baseado naquilo que o consumidor habitualmente tem comprado. Quando se tem uma homogeneidade maior de produtos dentro de categorias tão diversas, a segmentação por estilos de vida permite agregar outros elementos no processo que potencializam o retorno. Estamos nos aproximando da individualização do relacionamento porque se consegue definir e monitorar por um custo mais baixo o comportamento individual.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Marca, conveniência e qualidade. É isso que a elite quer.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 23:26:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A imensa maioria dos membros da elite econômica nacional acha que vale a pena pagar mais por produtos de qualidade e 70% deles costuma ser leal às marcas preferidas. O item mais desejado por esse grupo é o smartphone, que deve ser adquirido por 50% dos pesquisados nos próximos 12 meses.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A elite econômica brasileira, apesar de pequena, ainda concentra uma enorme parte da renda disponível para o<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=72H4c6hbc" alt="" /> consumo no país. Para entender o que anda comprando esse grupo de endinheirados, o Ibope Inteligência fez uma pesquisa com internautas que representam os 5% com maior potencial de consumo no Brasil. Para essa gente, a internet é altamente confiável como fonte de informação. Basta dizer que nada menos que 91% dos entrevistados fazem pesquisas na web antes de fazer alguma compra. Além de informação, a internet se destaca também no quesito conveniência, na opinião de 82% desses brasileiros. Prova disso é a alta taxa de uso do internet banking, hábito de 63% dos homens e de 56% das mulheres entrevistadas.</p>
	<p>A imensa maioria dos membros da elite econômica nacional acha que vale a pena pagar mais por produtos de qualidade e 70% deles costuma ser leal às marcas preferidas. O item mais desejado por esse grupo é o smartphone, que deve ser adquirido por 50% dos pesquisados nos próximos 12 meses. As mulheres cobiçam ainda produtos para a pele, computadores e roupas de grife. Já os homens sonham com celulares, computadores, perfumes e roupas. Vale dizer que metade dos rapazes entrevistados haviam comprado produtos para a pele para uso próprio e outros 35% adquiriram para dar de presente. O gasto anual deles nesse segmento é mais que o dobro que o das moças. Sinal dos tempos.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Você sabe porque perde clientes?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:13:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser ''exclusivo'' e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d9W945hb2" alt="" />O <a href="http://www.twitter.com/@guiadaembalagem"  target="_blank">@guiadaembalagem</a> tuitou o link para este artigo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito bom, muito legal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claríssimo, ajuda a entender o significado e a importância de CRM para os que não sabem muito bem o que é isso e sempre ficam constrangidos em perguntar. Até porque, na hora de explicar, muita gente gosta de &#8216;dourar a pílula&#8217; e enrolar a explicação.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveite e enquanto entende o porque CRM é importante, repare em outros pontos vitais, como o atendimento, o PRIMEIRO atendimento; a necessidade de conhecer BEM os produtos e serviços, para oferecer com argumentação; a necessidade do pós-venda&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><strong><span class="fonte_geral_reforcada">Você sabe o que é CRM e suas aplicações práticas?</span></strong></p>
	<p><span class="fonte_geral"><br />
Para traduzir melhor a sigla CRM, vamos usar<em> Criando Relacionamentos Melhores</em>.</span></p>
	<p>Nesse novo cenário do Mercado Globalizado, existem alguns motivos pelos quais você perde um cliente.</p>
	<p>1% por falecimento,</p>
	<p>5% por mudança de endereço,</p>
	<p>5% por amizades comerciais,</p>
	<p>10% por maiores vantagens em outras organizações,</p>
	<p>14% por reclamações não atendidas,</p>
	<p>65% por indiferença de pessoal que os atende.</p>
	<p>O CRM veio suprir a necessidade de melhoria no atendimento ao cliente.</p>
	<p>Com um formato embasado com dados pré estabelecidos, que pode ser feito via pesquisa ou simplesmente por meio de dados dos clientes já cadastrados.</p>
	<p>Com estes dados, você consegue traçar o perfil e estabelecer uma linha de comunicação eficaz entre Cliente x Empresa x Cliente.</p>
	<p>O mais importante disso tudo, é que juntamente como o CRM, você utilizará de técnicas como <strong>APONTE</strong>, que baseia-se no seguinte princípio:</p>
	<p><strong>A</strong> &#8211; O primeiro atendimento ao cliente é essencial, afinal estamos cansados de ouvir que &#8221;A 1ª Impressão é a que fica&#8221; e nunca teremos uma segunda chance de causar uma boa impressão.</p>
	<p>Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser &#8221;exclusivo&#8221; e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.</p>
	<p><strong>P</strong> &#8211; Pesquise; Não basta apenas você atender o seu cliente de forma unica e exclusiva, se você não buscar entender qual a sua real necessidade.</p>
	<p>Existem vários tipos de clientes, todos nós sabemos muito bem disso, alguns falam diretamente o que precisam, embora muitas vezes acabam comprando outros produtos ou serviços diferentes do que ele acreditava ser sua necessidade, mas existem outros tipos de clientes, que deve ser explorado mais profundamente para que você entenda a sua necessidade e atenda-o nisso.</p>
	<p><strong>O</strong> &#8211; Ofereça: Uma vez que você já sabe a real necessidade do seu cliente e já o atendeu de forma personalizada, você deve oferecer a real solução para o mesmo. Quão desconfortável e frustrante você desejar algo e o vendedor &#8221;empurrar&#8221; outra coisa, o que é comum em lojas de calçados, farmácias, empresas de telefonia e conveniências.</p>
	<p>Por isso repito, quando digo &#8221;ofereça&#8221;, deixe de lado as metas que você deve bater uma vez que você sentiu que a necessidade do seu cliente é apenas um serviço. Não estou dizendo que você nunca deverá ofertar outros serviços que a sua empresa disponibiliza, longe de mim isso, mas quero deixar claro que você não deve empurrar de nenhuma forma serviços que são desnecessário, pois o resultado disso é extremamente negativo à Identidade Corporativa.</p>
	<p>Lembre-se: Ofertar é demonstrar com leve apelo determinado serviço, empurrar é semelhante à molestar ou lesar outrém.</p>
	<p><strong>N</strong> &#8211; Neutrazilar x Negociar: Uma vez que o cliente já sabe como será resolvido a sua necessidade, por meio dos serviços outrora ofertados por você, chega ao momento mais delicado e dinâmico da negociação; Neutralizar as Objeções e Negociar Preços.</p>
	<p>Neutralizar Objeções: O cliente nunca está satisfeito, ou a sua falta de segurança nas promessas passadas pela força de vendas que muitas vezes é falha (&#8221;gato escaldado tem medo de água fria!&#8221;), o cliente sempre ficará com um pé atrás ou com dezenas de dúvidas sobre o produto ou serviço, neste momento entre a decisão de compra e um &#8221;vou dar uma olhadinha por aí, qualquer coisa eu volto!&#8221; é que devemos pesquisar as dúvidas e neutralizar toda e qualquer objeção que houver com relação ao serviço ou produto ofertado.</p>
	<p>Negociar: Quando falamos em dinheiro, temos que ter consciência que é imprescindível não apenas ter a necessidade de determinado item, seja ele produto ou serviço, mas sim um agente motivador, para que o mesmo saia de sua casa em plena à Quarta-feira 23 horas para comprar um chocolate na Conveniência do posto que fica à seis quadras do seu apartamento. Isso é provocado pelo efeito da propaganda, mas devemos lembrar que muitas das vezes, fazem-se propaganda do produto e não do canal distribuidor do mesmo.</p>
	<p>Quando não deixamos uma margem de negociação, quando falo isso não penso apenas em valores, mas sim em pequenos detalhes que podem comprometer sua venda e ação da propaganda, corremos o risco eminente de não só perder um cliente, como fortalecer o seu concorrente, que muitas vezes basta atravessar a rua.</p>
	<p><strong>T </strong>- Tomar Iniciativa: Uma das grandes falhas cometidas pela força de vendas é ocasionada na Iniciativa de Venda ou Tomada de Decisão.</p>
	<p>Concordo que muitas vezes o cliente fica extremamente fechado para a tomada de decisão de compra, deixando muitos vendedores intimidados, mas os casos onde mais encontramos falha, é que dificilmente alguém consegue, se não estiver apto ao mercado, identificar qual o ponto exato de falar para o seu cliente olho no olho “Vamos assinar os papéis?”.</p>
	<p>O que acontece na grande maioria é a antecipação desse processo, o que gera um desconforto, aquele que você sente quando estão te empurrando algo que você não quer, acha que não quer ou acredita que não quer.</p>
	<p>O momento exato deve ser sentido, não existe uma regra básica nem um horário que deve se fechar uma negociação. O que posso dizer é que a partir do momento que não houver mais objeção e nem questionamentos sobre o produto/serviço, está faltando apenas a Tomada de Decisão para o fechamento do negócio.</p>
	<p><strong>E</strong> &#8211; Estenda Relacionamentos: A Maneira mais fácil de você estender relacionamento é implantar a idéia da Pós-Venda.</p>
	<p>Esse trabalho é crucial para a fidelização de clientes, bem como conseguir mais clientes por meio da propaganda boca-a-boca.</p>
	<p>É um processo um tanto quanto complicado para empresas que ainda não se habituaram com esse tipo de cultura, entretanto, é mensurável os resultados obtidos com o número de clientes satisfeitos, que se tornam muito mais do que clientes, mas amigos e captadores de novos clientes.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.agencia11.com.br"  target="_blank">Agência 11</a> e <a href="http://www.guiadaembalagem.com.br/"  target="_blank">Guia da Embalagem</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Internet não é o Fim. É o Meio.</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:06:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eu diria que o futuro passa pelas redes sociais, mobile, games, IPTV, TV digital, convergência total de mídias, Kindle… esse é o futuro, a internet não! Ela é a base para tudo isso, o elo do usuário com as plataformas, é a principal revolução na comunicação mundial. Mas já não é mais o futuro - é o presente! Internet é o futuro pode ser uma frase de 1999, 2000, 2001. Em 2009 não!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=e1Md72f5e" alt="" />Seu cliente ainda acredita que a internet é o futuro?</strong></p>
	<p><em>Ele está errado. Ajude-o com pesquisas, dados e informações. O profissional de planejamento estratégico digital deve mostrar ao cliente como construir e trabalhar as marcas na web. E manter o trabalho constante.</em></p>
	<p>Por <em><span>Felipe Morais</span></em></p>
	<p>Recentemente um amigo visitou um  cliente, que disse: “eu preciso entrar na internet, pois ela é o futuro…”</p>
	<p>Rapidamente perguntei ao amigo se ele concordou com o cliente &#8211; e ele disse que sim. Eu discordo, pois na minha opinião a internet não é o futuro.</p>
	<p>Para começar a defender a minha teoria, vamos analisar. Você, amigo leitor, está lendo esse artigo em um site, certo? Com certeza você deve ter um e-mail, ou até dois, sendo o seu pessoal e o da empresa, há pelo menos uns cinco ou seis anos; quando você tem que ir a um lugar e não sabe como chegar, recorre ao Apontador ou ao Google Maps. E com certeza você viu – ou tentou ver – o vídeo da Cicarelli no YouTube.</p>
	<p>Deve também conversar com seus amigos muito mais pelo MSN e e-mail do que pelo telefone, acompanha as notícias pelo G1, UOL, Terra; provavelmente nem deve mais assinar o jornal pois lê as notícias nesses portais; posso arriscar até mesmo que você tem um perfil no Orkut e no Twitter. Logo, querendo ou não, você está inserido no mundo digital há mais de cinco, seis anos, certo?</p>
	<p>As marcas também. Por mais que elas tenham apenas um website, versão web 0.0 ou 1.0 – e acreditem muitas ainda são assim – elas estão na internet há mais tempo ainda. O UOL já tem bem mais de 10 anos, por exemplo, e foi um dos primeiros portais de notícias no Brasil, vencendo a “bolha” e até mesmo a investida sem sucesso da AOL, gigante americana que está pior a cada dia.</p>
	<p>Se uma marca acredita que não está na web ou em redes sociais, basta ela ir no Orkut e pesquisar seu nome. Com certeza haverá uma comunidade em volta dela ou de um produto – mesmo que uma comunidade feita por funcionários da empresa.</p>
	<p>Então a afirmação “a internet é o futuro” ainda vale?  Não creio!</p>
	<p>Eu diria que o futuro passa pelas redes sociais, mobile, games, IPTV, TV digital, convergência total de mídias, Kindle… esse é o futuro, a internet não! Ela é a base para tudo isso, o elo do usuário com as plataformas, é a principal revolução na comunicação mundial. Mas já não é mais o futuro &#8211; é o presente! Internet é o futuro pode ser uma frase de 1999, 2000, 2001. Em 2009 não!</p>
	<p>Infelizmente algumas empresas e marcas ainda não abriram os olhos para isso.</p>
	<p>Recentemente eu dei uma palestra sobre planejamento estratégico digital, onde abri perguntando: <em>- Você ficaria fora de um mercado com 66 milhões de potenciais consumidores com penetração em 88% na classe AB? </em></p>
	<p>Todos na palestra responderam que não, mas a verdade é que muitos gestores de marketing e marca ficam.</p>
	<p>Por medo? Insegurança? Por que acham que internet é coisa de “moleque que fica marcando balada”? Talvez; cabe a cada agência entender a cabeça do seu primeiro consumidor – o gestor de marketing – para mostrar a ele a importância da web no planejamento estratégico digital de uma marca.</p>
	<p>Pensar hoje em construção de marca sem pensar em web é dar um tiro no pé, mas muitas marcas ainda o fazem e estão perdendo terreno para a concorrência. Em cada segmento de mercado há sempre uma pessoa que acredita na web e quer levar sua marca para lá &#8211; e essa pessoa vai dominar o terreno em pouco tempo. E depois fica difícil correr atrás.</p>
	<p>Talvez seja o futuro no quesito de consumo de mídia e informação. Acredito que em cinco anos, as pessoas assistirão mais TV via web do que nos aparelhos tradicionais, lerão mais notícias em portais do que em revistas e jornais – aliás, esse fenômeno já começa a acontecer, basta ver que o NY Times, um dos maiores e mais importantes jornais do mundo está em dificuldades porque os americanos não compram mais o impresso, leem apenas a versão digital.</p>
	<p>Blogs e Twitter estão se tornando referência de notícias e em breve vão superar até mesmo os sites do jornais e revistas; até as rádios procuram formas de ir para o mundo online e lucrar com isso.</p>
	<p>Em resumo, internet não é o futuro. Ela é o presente. Clientes com essa mente precisam de mais pesquisas, dados e informações para mudar sua visão. É preciso – e aí vem o trabalho do profissional de planejamento estratégico digital – mostrar ao cliente que a web é algo extremante importante e também mostrar como construir e trabalhar essas marcas na web &#8211; pois apenas colocá-la na web e não trabalhar não adianta em nada!<strong></strong></p>
	<p>Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br"  target="_blank">[Webinsider]</a>
</p>
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		<title>Luz, cor&#8230; sensação!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:54:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=c0B316ac8" alt="" />Palavras de mestre, a gente ouve e não esquece&#8230;</span></p>
	<p><strong>Cores, marcas e ambientação</strong></p>
	<p>Estudos mostram que menos de 0,001% dos nossos pensamentos é consciente. Esta constatação, de neurocientistas, nos ajuda a avaliar as nossas próprias atitudes em diferentes situações. Desde cedo, somos aconselhados a pensar antes de agir, mas, na verdade, primeiro sentimos, depois pensamos para, somente então, agirmos. Uma grande parte das nossas ações resulta de sensações absorvidas inconscientemente.</p>
	<p>Esta informação, quando avaliada do ponto de vista das marcas e da ambientação dos pontos de venda, é de extrema valia. Há uma série de ferramentas que podemos utilizar exatamente para despertar sensações em shoppers ou nos consumidores. Entre estas ferramentas, vamos destacar especificamente as cores.</p>
	<p>As diferentes cores e suas tonalidades são diretamente relacionadas às emoções. Claro que, para cada um, a sensação é diferente, uma vez que ela depende da nossa cultura e do nosso repertório. No entanto, ao se criar uma marca, uma embalagem ou a ambientação de uma loja, a preocupação com a cor deve estar entre as prioridades.</p>
	<p>A cor escolhida será a referencia para a rápida identificação e, consequentemente, precisará transmitir as sensações pelas quais a marca pretende ser percebida pelo seu público. Dependendo da cor escolhida, ela também ajudará a despertar o desejo. E, principalmente no PDV, provocar o desejo do shopper é fundamental para a concretização da venda.</p>
	<p>Para cada público e para cada mensagem que se deseja passar, há cores mais indicadas. O vermelho é a cor do alerta, do sinal de atenção e ajuda a despertar adrenalina e, inclusive, estimula o apetite. Por isso, muitas redes de fast food incluem na sua ambientação a cor vermelha. O rosa transmite mais a sensação de relaxamento, assim como o azul, relacionado à tranqüilidade. Já o amarelo desperta alegria, criatividade e também está relacionado ao apetite. O marrom, por sua vez, está mais relacionado ao rústico e as formas naturais, assim como o verde. Já o branco é a cor da paz, muito utilizado para transmitir a imagem de limpeza e inocência.</p>
	<p>Além de usar a conotação de cada uma das cores na comunicação da marca, a escolha também é essencial para a ambientação das lojas. É preciso sempre pensar no PDV como um espaço de relacionamento e atração. Assim, na maioria dos casos, as lojas geralmente utilizam uma cor padrão, na maior parte das vezes neutra, que propicie um bom destaque para as mercadorias expostas. Cores mais fortes ou diferentes podem ser distribuídas ao longo do estabelecimento, de acordo com as sensações que se deseja despertar.</p>
	<p>Em um supermercado, por exemplo, é comum a área de hortifruti apresentar tons de verde exatamente para enfatizar ao consumidor a origem dos produtos ali expostos. Nos caixas, é mais comum cores relaxantes como a azul, para diminuir a sensação do tempo de espera e transmitir mais tranqüilidade na hora da conclusão e pagamento da compra.</p>
	<p>Utilizar a iluminação de forma cenográfica para alterar as cores do ambiente durante o dia, também pode ser uma excelente alternativa. O emprego de luminárias com LEDs, por exemplo, além de economia de energia quando comparadas a outras fontes de luz, permite a diversificação das cores e pode ajudar a estimular diferentes sensações no ponto de venda.</p>
	<p>Para escolher a melhor alternativa, o primeiro ponto é saber qual a sensação e que se deseja passar ao público em cada espaço. A partir desta definição, é possível buscar alternativas e utilizar as cores para atingir este objetivo. Para cada situação, há uma cor que pode influenciar fortemente as pessoas e ajudar tanto na atratividade, como na fidelização dos clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Gilberto Stunck</em></p>
	<p style="text-align: right;">
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		<title>A crise está passando. Mas o comportamento fica&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comportamento do consumidor na recessão

	A mudança de comportamento do consumidor perante uma crise é visível. As empresas devem se adaptar ao máximo para essa nova realidade.

	

<span class="readmore"><a href="http://by3.com.br/2009/11/04/a-crise-esta-passando-mas-o-comportamento-fica/" title="A crise está passando. Mas o comportamento fica&#8230;">Read More: 4332 Words Totally</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=2bR0b6b6d" alt="" /></p>
	<tbody>
	<tr>
	<td align="left" valign="top">
	<div>
	<h2><strong>Comportamento do consumidor na recessão</strong></h2>
	<p>A mudança de comportamento do consumidor perante uma crise é visível. As empresas devem se adaptar ao máximo para essa nova realidade.</div>
	<p><!-- /T&iacute;tulo da pagina de Mat&eacute;ria --></td>
	</tr>
	<tr>
	<td height="13"></td>
	</tr>
	<tr>
	<td height="13"></td>
	</tr>
	<tr>
	<td height="13" align="left" valign="top">
	<div id="corpoMateria">
	<div id="mudaFonte">
	<p><img src="http://www.cidademarketing.com.br/2009/sysfotos/imagensexibicao/artigos/novembro2009/01/semdinheiro.jpg" alt="" width="318" height="238" /></p>
	<p><strong>Nessa época de recessão e a possível retomada da economia, o que está se passando na mente do consumidor?</strong></p>
	<p>A diferença fundamental dessa crise econômica, em comparação com as anteriores, é que o consumidor está com marcas gravadas na memória. Quando ícones que entendemos como estáveis, como Lehman Brothers, Ford e GM, encaram prejuízos incalculáves, começamos a questionar tudo ao redor.</p>
	<p>A consequência disso é que, mesmo com a economia melhorando, os consumidores não vão voltar correndo às lojas e começar a consumir como se nunca houvessem passado por um momento difícil.  No final, o consumidor quer algo útil, que complemente sua vida concretamente. E essa é uma mudança fundamental em compração com o passado.</p>
	<p>Isso é quase um mecanismo de sobrevivência, pois o corte nos gastos é tomado em um nível inconsciente. E, se começarmos a economizar por intuição, não questionaremos nunca mais essa prática.  O interessante é ver como as empresas se adequam a esse &#8220;novo&#8221; cérebro do consumidor. Algumas assumem que ele não tem nenhum dinheiro para gastar, mas estão aprendendo que esse não é o caso. Consumidores ainda têm dinheiro (pelo menos, a maioria), mas a razão pela qual eles não gastam é o medo de não terem dinheiro no futuro.</p>
	<p>As empresas precisam apertar o &#8220;botão&#8221; certo para fazer com que as pessoas se sintam confortáveis para gastar. O melhor exemplo disso foi a Hyundai, que criou uma promoção onde o cliente pode devolver o carro, até um ano após a compra, se perder o emprego, e ser reembolsado.</p>
	<p><strong>Esse é uma mudança enorme no que entendemos por marketing.</strong></p>
	<p>Outra tática é tornar as marcas funcionais e com dimensões muito práticas. Se tomarmos Luis Vuitton, por exemplo, eles dirão: &#8220;No futuro, quando você comprar uma bolsa Louis Vuitton, não será somente a bolsa mais fashion da cidade, mas é reversível. Você pode virá-la e ter uma bolsa vermelha hoje e outra preta amanhã. Então você não precisa comprar bolsas por 4 anos, pois você tem 2 cores em uma.&#8221;</p>
	<p>Também veremos empresas começar a falar mais do passado do que do presente. Assim, o consumidor se sentirá seguro. O tempo estava horrível, a comida ruim e o hotel péssimo. Entretanto, quando olhamos as fotos das férias de 2 anos atrás, esquecemos todas as más memórias. Isso é exatamente o que acontece nas nossas mentes. Empresas começarão a pressionar mais o passado do que o futuro, porque nos sentimos mais seguros e leves como passado. Confiamos mais no passado.Como sabemos que marcas estão diretamente ligadas a confiança, o círculo se fecha e tudo faz sentido.</p>
	<p>Isso é exatamente o que Louis Vuitton está fazendo agora. Suas últimas propagandas podem ser vistas com atores que não estão na &#8220;crista da onda&#8221;, mas alguns que fizeram sucesso nos anos 60 e 50. Basicamente, o consumidor sentirá que está comprando o passado.</p>
	<p>Em última instância, empresas podem oferecer &#8220;justificativas&#8221; para o consumidor. A culpa ao comprar um bolsa Louis Vuitton, já que o momento &#8220;exige&#8221; economia, é eminente. A mulher, ao chegar em casa com a bolsa, já tem o argumento pronto (retirado da propaganda): &#8220;Meu bem, mas eu não vou precisar comprar outra bolsa nos próximos 4 anos.&#8221; Não que isso seja verdade, mas é no que a mulher (e o marido) querem acreditar naquele momento.</p>
	<p>Mas os homens não ficam atrás. Hoje, 60% das compras de carros é decisão da mulher. E, quando o amigo pergunta ao marido porquê ele comprou o carro, ele não pode dizer: &#8220;Minha mulher adora rosa.&#8221; Então, o argumento já foi dado previamente pela empresa de carros: Você não sabia que essa janela fecha em 3 segundos? É a janela que fecha mais rápido no mundo.&#8221;</p>
	<p><img src="http://www.cidademarketing.com.br/2009/sysfotos/imagensexibicao/artigos/novembro2009/01/dinheirovotando.jpg" alt="" width="288" height="300" /></p>
	<p><strong>Agora, se você é consumidor e não quer cair em tentação, seguem algumas dicas:</strong></p>
	<p>1) Não leve o cartão de crédito ao Shopping Center. Quando compramos algo com dinheiro, parece bem mais caro e, assim, pensamos melhor e perguntamos: &#8220;Realmente preciso disso?&#8221;</p>
	<p>2) Mantenha a distância. &#8220;Eu quero aquela bolsa, mas não comprarei hoje. Vou esperar um dia e, se eu ainda gostar dela a ponto de gastar esse dinheiro, voltarei amanhã para comprá-la.&#8221; De acordo com estudos sobre o comportamento de consumo, 60% das pessoas que agem assim, acabam não comprando o produto.</p>
	<p>3) O mais simples: Não leve seus filhos para as compras. As pessoas gastam 40% mais no supermercado quando levam as crianças. A psicologia é interessante. Quando a recessão está em alta, como pais, não queremos penalizar nossos filhos. &#8220;Estamos em recessão, mas meus filhos não devem ser sacrificados por mim.&#8221; Então, quando vamos ao supermercado com eles, acaba comprando mais do que deveria, pois se sente culpado. E, acredite, eles e as empresas que vendem produtos infantis sabem disso, e vão aproveitar.</p>
	<p>No futuro, empresas podem até apelar para o medo. &#8220;Use meu produto e, se não usar, alguma coisa ruim pode lhe acontecer.&#8221;   Tendência assustadora. Mas o fato é que a neurologia, tanto quanto economia, esté impacta no comportamento do consumidor.</p>
	<p><span style="font-size: xx-small;">Fonte: Livro Buyology: Truth and Lies About Why We Buy &#8211; Martin Lindstrom (Consultor de Marcas)</span></p>
	<p><span style="font-size: small;">Fonte:  Cidade Marketing<br />
</span></div>
	</div>
</td>
	</tr>
	</tbody>
</table>
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		<title>Classe C. Existe uma fórmula?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:09:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.

Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=ebY4c6s18" alt="" />Mais um artigo falando sobre a atual &#8216;menina dos olhos&#8217; do marketing. A Classe C.  Seu recém restaurado e descoberto poder de compra.<br />
E o dilema perpétuo da última semana! Como atingir esse mercado relegado ao terceiro plano por tanto tempo??<br />
Um consumidor que sempre foi tratado sem atenção especial, que todos consideravam como um &#8216;carneirinho&#8217; que quando podia, comprava as marcas das classes A/B. Quando não podia, comprava o mais barato, sem preocupação com embalagem, design, posicionamento, marca ou qualquer diferencial.<br />
Resumindo: Classe C compra qualquer coisa. Basta ser barato! E, se sobrar um dinheiro, já estará &#8216;encantada&#8217; pelos apelos lançados as Classes A/B.<br />
Então, um dia, esta Classe C, com um poder de compra melhorado, começa a mostrar sua cara.<br />
Ela NÃO busca todas as mesmas marcas consagradas nas Classes A/B. Algumas ela busca. Mas por que estas marcas se apóiam em valores que ela, Classe C, reconhece como valiosos. Não pelos mesmos motivos que as Classes A/B.<br />
A estética é diferente! Nem tudo que as Classes A/B classificam como bonito é sucesso na Classe C.<br />
Eles tem valores próprios. Gostos próprios. Desejos próprios.<br />
São altamente ligados no custo/benefício de cada produto! E não hesitam em pagar mais barato entre dois produtos de mesma qualidade, desprezando a &#8216;marca famosa&#8217; pela marca nova SE a marca famosa não agregar nada na experiência de consumo&#8230; Ou, SE a marca nova, oferecer a mesma coisa&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eles são fiéis. Mas, não concordo que sejam &#8216;facilmente fidelizáveis&#8217;&#8230; Ao contrário. Buscam SEMPRE valor nas coisas. Isso significa que, se esse valor não existir REALMENTE, não vai seduzir.<br />
Nada de promoções, que dão um prêmio para um em um milhão&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O consumidor da Classe C é mais focado na realidade.  Mas, também se rende facilmente ao que deseja&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, o consumidor da Classe C é COMPLEXO!<br />
Tanto quanto o consumidor das Classes A/B.<br />
Talvez até mais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Assim sendo, absorva todas as informações sobre ele.<br />
Estude-o, conheça-o bem, se ele for seu público alvo!<br />
Assim como devemos conhecer nosso público, seja ele qual for. Com suas nuances, preferências e características.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, não acredite em estereótipos.<br />
Não acredite em fórmulas mágicas.<br />
Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eu estou postando o artigo porque ele fala de um case, da Procter &amp; Gamble, que acho excelente. O tipo de ação de &#8216;marketing do bem&#8217;. Claro que eles agiram visando lucro! Claro que foi uma ação buscando retorno!<br />
Mas AJUDARAM, APOIARAM, TENTARAM MELHORAR a vida das pessoas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h3>Como vender para a Base da Pirâmide</h3>
	<p>Seria possível excluir uma parcela da população brasileira que representa mais 50% do mercado? Pensando assim, a resposta parece óbvia. Mas somente há pouco tempo o interesse por clientes capazes de movimentar R$ 34 bilhões por ano está evidente. Trata-se do consumidor de baixa renda. No Brasil, este público é equivalente a 95 milhões de pessoas. No mundo, são quatro bilhões, o que corresponde a um consumo coletivo de US$ 5 trilhões anuais.</p>
	<p>Os números são claros. A base da pirâmide é capaz de movimentar o mercado. Por isso, o interesse que antes era focado apenas nas classes A e B, desloca-se para os consumidores de baixa renda. Atualmente, 10% dos gastos de publicidade destinam-se a este público, mas este cenário tende a mudar. O que fazer então para conquistar este consumidor?</p>
	<p>O primeiro passo é deixar de adaptar os produtos e criar novos. É o que indica Wander Meijer, CEO para América Latina da TNS, durante o evento The Next Four Billion – Marketing para a base da pirâmide, realizado na Casa do Saber, Rio de Janeiro, para clientes da empresa de pesquisa na última semana, ao qual o Mundo do Marketing teve acesso.</p>
	<p>Para o especialista, é preciso criar produtos que tenham o perfil deste público, para que ele se identifique. “O amor é um importante tema para o Marketing”, explica. A afirmação refere-se à importância que a família tem para este grupo social. Além disso, a cada 10 consumidores da base da pirâmide, seis dizem estar apaixonados. É necessário, também, que as empresas contribuam para o dia-a-dia destas pessoas. Um exemplo é o que a Procter &amp; Gamble fez na África. A companhia percebeu que 70% das internações em hospitais deviam-se à contaminação da água.</p>
	<p><strong>Como melhorar a vida do consumidor</strong><br />
Diante deste problema, a Procter criou um produto que purifica a água. Cada sachê custava US$ 0,1 e era capaz de limpar 10 litros. O projeto teve início no Kenya e tornou-se global, estando presente em seis países ao redor do mundo. Como resultado, o produto diminuiu em 50% os casos de diarréia, salvando 60 milhões de litros de água e melhorando as vidas de milhares de pessoas ao redor do mundo.</p>
	<p>Engana-se ainda quem acha que os consumidores esperam das marcas apenas preços baixos. “Eles querem relevância e qualidade. A importância que dão para a família faz com que desejem oferecer coisas boas. Eles se interessam também por promoções e prêmios”, diz o CEO da TNS. Por isso, produto bom é aquele que apresenta qualidade com preço acessível. Esta demanda aparece como uma oportunidade para as marcas próprias. “A confiança na marca é muito importante. Este consumidor não tem chance de comprar outra vez”, explica Meijer.</p>
	<p>Considerar suas equações de desembolso também é fundamental para conquistar os consumidores da base da pirâmide. É o que aponta Miriam Steinbaum, Diretora da TNS Research Internacional, durante o evento. Para a especialista, em primeiro lugar, as empresas devem conhecer bem a categoria onde estão inseridas e entender onde ela se encontra nas linhas de despesa. Apesar de grande parte do orçamento ser direcionado para gastos fixos como alimentação e moradia, as marcas devem convencer o consumidor de que o pouco dinheiro que sobra deve ser investido em seus produtos.</p>
	<p><strong>Preço precisa de justificativa racional</strong><br />
Para isso, é necessário entender que a percepção de preço é multidimensional. “Estes consumidores não enxergam os valores absolutos dos produtos. As contas que fazem com o mesmo dinheiro dependem do sentido de urgência e de recompensa. É fundamental que o preço tenha uma justificativa racional. Se é mais caro, deve dar uma percepção de status, desejo, necessidade e qualidade”, conta Mirian.</p>
	<p>As promoções também aparecem como um caminho para fidelizar estes consumidores. Mas elas devem estar de acordo com o perfil do cliente. O melhor é que sejam bonificações imediatas, como brindes. Já um programa de fidelidade, que exige um investimento a médio e longo prazo, é pouco mobilizador e pode gerar desconfiança. Ações como “leve três, pague dois” ou embalagens que investem no design e podem ser reutilizáveis ganham a preferência.</p>
	<p>Investir no ponto-de-venda também é essencial. O espaço é um ponto de contato, de encontro, aprendizado e descanso. “Muitas famílias entendem a saída para fazer compras como um momento de lazer, para fugir da rotina”, diz Mirian. Um exemplo é o Super Casas Bahia, que fez do ponto-de-venda um local para a diversão dos seus consumidores. Outro passo é estar próximo do público e desenvolver estratégias em canais de venda onde acontece a vida do consumidor.</p>
	<p><strong>Estratégias para conquistar a base da pirâmide</strong><br />
Além de estar próximo do seu consumidor, as marcas devem reforçar a auto-estima e gerar um sentimento de inclusão, de identificação. Entre as estratégias para conquistar este público estão: mostrar que conhece e entende o que ele enfrenta no seu dia-a-dia; criar empatia; falar de igual para igual, com uma linguagem mais direta e completa; usar pessoas, cenários e sentimentos que façam parte desta realidade; respeitar sua cultura, hábitos e sabores; fazer parte dos seus rituais e considerar os valores tradicionais como a família, a mãe como heroína, o lar e o empreendedorismo a partir de cases de sucesso vindos da própria base.</p>
	<p>Após entender e se aproximar deste público, resta inovar. Se as marcas entendem como o consumidor lida com uma renda tão apertada, devem trabalhar a motivação e a importância que sua categoria tem. Características como portabilidade, multi-funcionalidade, embalagem reduzida e fórmula concentrada podem ser o diferencial para que o cliente opte por uma determinada marca.</p>
	<p>Este grupo também deve ser segmentado. Entre os consumidores de baixa renda, é preciso compreender todos os seus grupos e encontrar aqueles em que a marca se insere. Não se pode esquecer ainda que algumas marcas premium são aspiracionais e que muitos farão um esforço para tê-las. Por isso, as empresas devem criar um senso de proximidade e familiaridade, além de agir com responsabilidade social.</p>
	<p><strong>10 dicas para atuar na Base da Pirâmide </strong><em><strong>(Fonte: TNS Research International)</strong></em><br />
<em>1) Considere suas (complexas) equações de desembolso</em><br />
Um pacote de arroz custa o mesmo que três pacotes de biscoito</p>
	<p><em>2) Ofereça produtos de qualidade</em><br />
Projete uma imagem de alto value-for-money e não de preço barato</p>
	<p><em>3) Pense nele ao desenhar suas promoções</em><br />
Ofereça bonificação imediata: vantagens são percebidas através de elementos muito concretos</p>
	<p><em>4) Reveja o papel do ponto-de-venda: um ponto de contato, de encontro, de aprendizado, de lazer</em><br />
O consumidor da base da pirâmide valoriza muito as saídas para as compras</p>
	<p><em>5) Gere identificação</em><br />
Demonstre que você o conhece, entende o que ele enfrenta no dia a dia; Crie empatia, mostre que vocês estão juntos para enfrentar seus desafios; Fale de igual para igual; Use pessoas, cenários, sentimentos que façam parte da sua realidade.</p>
	<p><em>6) Fale com ele</em><br />
A comunicação com a base da pirâmide pode exigir um ajuste de linguagem</p>
	<p><em>7) Considere seus valores tradicionais</em><br />
A família está no centro de tudo</p>
	<p><em> <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Inove</em><br />
Um produto, um serviço, uma tendência indica potencial de adaptabilidade se trouxer benefícios que podem ser transportados ou vivenciados em vários cenários</p>
	<p><em>9) Lembre-se dos jovens consumidores da Base da Pirâmide</em><br />
Com o acesso limitado a internet, a TV é o meio de comunicação mais importante e utilizado</p>
	<p><em>10) Conheça o seu consumidor e entenda como ele lida com uma renda tão apertada</em><br />
- Quais são suas motivações?<br />
- O quanto a minha categoria é importante para eles?<br />
- Qual a imagem que eles têm da minha marca?<br />
- Quais resultados esperam do meu produto/serviço?<br />
- Todas as sua necessidades estão sendo atendidas?</p>
	<p>Fonte do artigo:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Valor das Marcas e Marcas de Valor</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=7eAf05z85" alt="" />Uma jóia de texto!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Novamente, estou repetindo a referência &#8211; &#8216;culpa&#8217; da competência&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que podemos entender esse ranking como um ranking que interpreta os consumidores 2.0, contra os rankings tradicionais que são voltados aos consumidores 1.0.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveito e repito para todos, a pergunta que fiz outro dia no twitter para o @douglasmerighi&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que o consumidor 1.0, se importa em ser tratado como consumidor 2.o? Será que ele deixa de comprar por isso? Ou será que ele vai gostar de experiência?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro que a &#8216;resposta certa&#8217; seria depende&#8230; por que depende do perfil desse consumidor 1.0. Ele pode ser &#8216;tão&#8217; 1.0 a ponto de não gostar, no primeiro contato de ser tratado como 2.0. Mas, em curto prazo, a diferença na experiência é por si só &#8216;fidelizadora&#8217;. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O que tem haver, valor da marca com experiência do cliente?<br />
Melhor ler o texto&#8230;</span></p>
	<p><strong>O que é uma marca valiosa? PSFK traz um novo ponto de vista</strong></p>
	<p>Em agosto de 2009, o portal de conteúdo inovador e vanguardista norte-americano PSFK (www.psfk.com), representado pela Mandalah na América Latina, publicou um ranking intitulado “Marcas do Bem de 2009”. O relatório foi uma resposta direta aos rankings tradicionais do mercado, que avaliam o valor do negócio junto com uma estimativa do valor da marca, sem levar em consideração outros valores, como o sócio-ambiental por exemplo, que as mesmas deveriam agregar para a sociedade como um todo.</p>
	<p>Convictos de que a nova era pós-crise exige um novo modelo mental mais holístico e humano, quesitos como inovação de valor, responsabilidade ambiental (tanto no processo produtivo como no consumo e na reutilização e/ou descarte) e engajamento social (o quanto a marca contribui para avanços reais na sociedade) determinaram o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.</p>
	<p>A Google, que se posiciona na liderança do ranking, é conhecida por todos pela revolução causada no mundo do “search” online. Estimula que seus colaboradores dediquem 30% de seu tempo para projetos individuais (que a própria empresa eventualmente patrocinaria),  garantindo um fluxo constante de novas idéias, proporcionando que idéias como o Orkut floresçam, por exemplo. O baixo custo de sua distribuição, por ser online, permite que a empresa se estenda para outras áreas de interesse comum, como saúde, telecom, software, notícias e publicidade.</p>
	<p>Em segundo lugar vem a Apple, que veio para mostrar que forma não precede função, mas que forma é função, através de produtos que contém uma relação simbiótica entre usabilidade e design. Sua colocação é reforçada por uma experiência de compra única, através das Apple Stores, que somam à experiência de compra de produtos a pedagogia, entretenimento, relacionamento e acessibilidade num mesmo lugar. A marca também responde a críticas de não ser sócio-ambientalmente responsável tornando os critérios para o cálculo de emissão de carbono mais rigorosos, mostrando a importância de quantificar as emissões tanto na produção do produto quanto no seu uso, desbancando os números insuficientes oferecidos por empresas como a DELL e a Oracle, que se restringiam apenas à produção. Tudo isso com o endosso do Media Lab da MIT (Massachusetts Institute of Technology), responsável pelo rastreamento.</p>
	<p>A Zipcar, à primeira vista, parece ser mais uma empresa de aluguel de carro, porém o que ela oferece é de fato uma nova forma de enxergar sua relação com o uso e a propriedade de um carro, inclusive contento opções elétricas em sua frota.</p>
	<p>A GOOD Magazine, editora de conteúdo e eventos, famosa pelo portal e pela revista com circulação crescente nos EUA, se destaca principalmente por trazer um senso crítico à inovação, investigando o bem que uma novidade traz à humanidade e garantindo que o número de vendas não seja o único determinante de uma boa idéia. O seu uso magistral de infographics, nova tendência em design para facilitar a assimilação de conteúdos complexos, também a põe na vanguarda da inovação que visa o bem, fazendo com que o conteúdo seja ilustrado de forma visual, o que facilita a compreensão e usabilidade da informação. Por fim, o valor da assinatura da revista GOOD é integralmente revertido em doações para ONGs de todo o mundo, o que acaba sendo um jeito mais transparente e personalizado de engajar o leitor com as causas almejadas pela marca.</p>
	<p>Tanto o Facebook quando o Twitter (6º e 8º colocados, respectivamente), populares e populosos endereços de internet, continuam no holofote das discussões sobre relações sociais de “real-time” e a dimensão cada vez mais interativa e virtual que estão tomando. Um ponto de atenção que alarma os gestores ainda não foi totalmente solucionado e é pauta estratégica: como garantir que, com aumento de popularidade, adesão de novas pessoas físicas e jurídicas (já que as marcas entraram na onda e estão tentando, por todas as vias, garantir seus espaços nesse meio ambiente comunitário), um conteúdo útil, irreverente ou que entretenha seja mantido, enquanto questões de segurança, privacidade e combate ao spam ainda são estudados. O falecido Second Life que sirva de lição!</p>
	<p>Voltemos ao ranking, para a 9ª colocada, a empresa sueca Ikea, que fabrica móveis com uma equação custo-benefício invejável, apresentando uma série de inovações que facilitam o acesso dos clientes às suas lojas, com ativações diferentes em cada país: na Dinamarca, um programa de compartilhamento de bicicletas, na França, o mesmo com veículos e, nos Estados Unidos, mais especificamente em Nova York, uma balsa coletiva! Torçamos para uma Ikea chegar um dia no Brasil, com a mesma intenção.</p>
	<p>É possível ficar horas pensando em lições positivas, idéias que surgem a partir de cases como estes, benchmarks que podem mudar a forma de agirmos e reagirmos ao consumo. Se é possível destacar inspirações pontuais de tudo isso, abaixo estão listados alguns highlights:</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Utilidade </strong>– Deixe de focar apenas no seu produto ou serviço. Sua marca, estratégia, produto, ou o que quer que seja, faz parte de algo maior. Então, reconheça o eco-sistema no qual eles se inserem e atue a favor dele.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">-<strong> Experimentação constante</strong> – Inovação não é um fim, é um processo, um meio de agir. Busque sempre expandir sua área de atuação, saia da zona de conforto e arrisque, com ousadia, mas sem esquecer a responsabilidade.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Design </strong>– Estética é cada vez mais importante e, cada vez menos, pelas questões meramente visuais. Algo bonito só é eficiente se funciona bem, e por mais tempo.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Comunidade </strong>– Ninguém vive em um vácuo (ou, pelo menos, ninguém deveria viver assim). Compartilhe sua marca com as pessoas e permita que elas contribuam na evolução dela, promovendo co-criação, e progressos que o Open Innovation pode trazer.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Mude de modelo</strong> – Pós-crise significa novos olhares. Saia da inércia e coloque, sempre, as pessoas como o foco, pensando em novos modelos de negócio para atendê-los. Quem vende e quem compra, é gente.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Além do anúncio de 30”</strong> – Nenhuma das marcas elencadas registram altos níveis de publicidade tradicional mas, ao invés, focam em formas mais efetivas (e otimizadas em termos de ROI) de criar um elo sustentável com as pessoas. Insista e invista em novos canais para novas mensagens, para quebrar o padrão obsoleto da publicidade atual.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Prioridades sócio-ambientais</strong> – Inovações que geram lucro não são necessariamente sustentáveis do ponto de vista sócio-ambiental. Precisamos tentar encontrar, como gestores e consumidores, a fórmula que equaciona bem lucro e sustentabilidade, de uma vez por todas.</p>
	<p style="text-align: left; ">O relatório de nosso amigo Piers Fawkes, da PSFK, pode não ter ilustrado capas de revistas de negócios como outros tantos rankings, mas sua circulação no blogosfera demonstra a eminente necessidade de mudarmos os critérios pelos quais avaliamos marcas e o papel que elas exercem na sociedade. Na Mandalah, a letra “h” no final do nome representa este novo olhar, com foco no ser humano, nas pessoas e nas necessidades que elas têm para trazer mais qualidade e felicidade para suas vidas, entendendo e assumindo que somos seres em estado de evolução, que precisam ser compreendidos com mais carinho e atenção, ao invés de sermos estatisticamente julgados por nosso poder de compra.</p>
	<p>O que fica? Mais do que uma nova visão sobre o valor que uma marca gera e detém, a propulsão para que profissionais de marketing exerçam seu poder com mais sensibilidade e considerem movimentar mercados e formar cultura, para pessoas, e não só para clientes.</p>
	<p style="text-align: right; "><em>Lourenço Bustani</em> e <em>Igor Botelho</em></p>
	<p style="text-align: right; ">
	<p style="text-align: left; ">Fonte:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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