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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Marketing é holístico&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:21:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a5I577qdd" alt="" />Belo Texto do Bruno, que faz &#8211; <em>pelo menos deveria fazer</em> &#8211; pensar&#8230;</span></p>
	<h2></h2>
	<h2></h2>
	<h2>Como resgatar a marca usando o Marketing</h2>
	<p>O caminho é transformar a gestão da empresa  com foco no branding e, sobretudo, no Marketing Holístico</p>
	<p>Pegue papel e caneta que vamos dar 10  dicas rápidas e fáceis de usar, em qualquer ocasião, estratégias de  Marketing simples, e ao mesmo tempo inovadoras, para sair de uma  situação onde a marca da sua empresa está denegrida. Vamos lá? Não. Não  vamos. Quando você ouvir este discurso, pegue o papel, a caneta e  escreva um baita palavrão mandando o sujeito para bem longe da sua  empresa.</p>
	<p>Ok. Não precisa exagerar. As tais dicas podem até ser importantes para  um começo e para uma reflexão que seja capaz de provocar uma grande  mudança na gestão da empresa, pois é disso que você precisa, caso a  marca esteja desacreditada pelos consumidores e potenciais clientes.  Mudança urgente. Quando a companhia chega neste ponto, é preciso rever  tudo. A começar pelo básico quatro Ps de Marketing. É necessário fazer  uma análise profunda do produto, dos canais de distribuição, da promoção  e até do preço.</p>
	<p>Ao fazer um raio x completo, que também deve envolver pesquisa e estudos  sobre o comportamento do consumidor, idealmente chamando pessoas de  fora da empresa, que podem ser especialistas e consultorias em gestão,  comportamento do consumidor e branding, você repensará tudo o que está  fazendo. É importante se desfazer de todas as amarras anteriores e  passar a olhar tudo de forma diferente. Só assim a sua marca fará algo  de diferente. Só assim você poderá surpreender o seu consumidor.<br />
<strong><br />
As Dicas do Troiano</strong><br />
Mas vamos voltar às dicas. Jaime Troiano, especialista em Branding,  mostrou recentemente 10 lições para não cair em armadilhas de Branding.  São justamente os cuidados que as empresas devem ter na construção e  manutenção de suas marcas. São elas: 1) Aparência e a essência, que  devem caminhar juntas; 2) Marketing e os projetos de felicidade, onde as  marcas preenchem os desejos dos consumidores; 3) O verdadeiro Brand  Equity, é quando o valor da marca está sendo confirmado pelo mercado; 4)  Um espaço difícil de conquistar, um estudo em que a marca é avaliada em  termos de conhecimento pelo consumidor versus preferência; 5) Nome é só  o começo, quando é preciso buscar o DNA da marca; 6) Marcas Fortes:  Poder multiplicador, quando a marca mãe gera filhotes, com extensões de  marca, 7) A marca das marcas, a identificação com o consumidor; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' />  Arquitetura e puxadinhos, os estudos por trás do Branding, 9) Marcas e  tapumes, quando elas se escondem dos consumidores; e 10) Anti-branding: o  modo de usar, quando a empresa que não está engajada pelo menos em boa  parte destes desafios.</p>
	<p>Segundo Troiano, elas frequentemente reduzem a verba de Marketing, mudam  constantemente de agências, alterando por completo a comunicação da  marca quase que anualmente, investem o mínimo em pesquisa possível e  olham apenas os seus próprios umbigos. Não buscam informações de mercado  e nem olham as tendências. Sem contar com a concentração da gestão da  marca em uma área específica ou apenas no Marketing, quando o conceito  deve ser aplicado a toda a empresa.</p>
	<p><strong>Caso de sucesso SulAmérica</strong><br />
Esses são alguns caminhos a que as empresas devem prestar atenção para  não cair. A grande questão é que tudo precisa estar alinhado dentro da  empresa. A SulAmérica está desenvolvendo um amplo trabalho que busca  transformar a cultura da empresa para que tenha a cultura do cliente. A  empresa promove uma reestruturação completa na área de CRM. A mudança  começou na estrutura interna da seguradora, até então divida por  segmentos de negócios. A área de relacionamento com cliente passou a ser  uma superintendência que se reporta diretamente a duas  vice-presidências e se integrou aos departamentos de Campanhas, Canais,  Pós-Venda, Endomarketing, Database e Análises, Treinamento e  Processamento.</p>
	<p>Entre os projetos realizados nesta transformação com foco no cliente  está o treinamento de todos os stakeholders da empresa para atuar a  partir desta filosofia. Desde o Call Center até os gerentes, todos foram  treinados para buscar a lealdade do cliente e entender cada tipo de  consumidor, passando pela capacitação de corretores para terem uma visão  de gestão de clientes. Houve ainda a estruturação do database  marketing, marketing intelligence, marketing digital e melhoria de  processos internos, incluindo um específico para o tratamento de  clientes VIPS, com ações de relacionamento e atendimento diferenciados.  Agora, a segmentação é estatística com um book analítico de perfil do  cliente e produtos específicos para cada tipo de consumidor.</p>
	<p>Na área digital ocorreu a mudança completa dos portais da companhia com  maior foco em cada target e utilizando plataformas de web 2.0. A  estratégia para os portais deixou de focar exclusivamente na venda de  produtos para dar atenção ao cliente, oferecendo serviços que o auxiliem  no cotidiano. A meta é fidelizar e fazer novas vendas de outros  produtos. Mais mudanças foram feitas. Os wellcomes kits dos seguros  passaram a ser mais leves e ganharam ações de cross e up-sell.</p>
	<p>Mesmo sabendo da dificuldade de desenvolver uma estratégia integrada  como esta, o que a SulAmérica quer é que seus mais de cinco mil  colaboradores e 25 mil prestadores estejam engajados na causa do  cliente.</p>
	<p><strong>Marketing Holístico</strong><br />
Nada disso terá resultado, entretanto, se não houver um olhar de cima.  Um planejamento que veja o todo da organização. Não adianta focar apenas  em relacionamento ou em Branding, um de cada vez, isoladamente. É  preciso olhar para o design, para a segmentação, para as métricas de  retorno sobre o investimento, fazer pesquisa constantemente, dar atenção  máxima ao ponto-de-venda caso seja varejo o seu negócio, inovar, ousar,  prestar atenção na sustentabilidade e em uma comunicação integrada  também focada em retorno sobre o investimento.</p>
	<p>Para mudar a imagem da marca, é preciso ajustar o foco para que ele não  fique restrito. Deve-se olhar o todo, sempre. Marketing é isso. É  holístico. É tudo isso que falamos e mais um pouco. Ao mesmo tempo,  agora. As empresas devem parar de pensar uma coisa separada da outra  achando que ela resolve todos os problemas. É um grande desafio, sem  dúvidas, mas está na hora de mudar a forma de fazer Marketing.</p>
	<p><em>* Este texto foi publicado originalmente na revista Venda Mais</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>O Mercado Digital em 2010 - Estudo da TNS com o Mundo do Marketing mostra como será o mercado digital em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 15:33:50 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>O Marketing Digital terá maior notoriedade em 2010, principalmente em companhias que investem até R$ 1<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=9bYdc6f72" alt="" /> milhão em Marketing por ano. Para estas, o meio digital será usado em 50% das ações. Já as empresas que gastam mais de R$ 10 milhões devem ter nas ações digitais 25% do investimento. Isto é o que informa a pesquisa realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International.</p>
	<p>Ao todo participaram da pesquisa 427 profissionais da área de Marketing de companhias brasileiras e multinacionais dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis. As entrevistas aconteceram entre 22 e 28 de setembro. O estudo mostra que o investimento em ações digitais não significa redução nos gastos em Marketing, já que 40% das empresas que investiram no segmento tiveram aumento no orçamento.</p>
	<p>É bem verdade que o Marketing caminha de acordo com novas tendências de bens de consumo e serviços e pelo comportamento do consumidor. Com a internet disseminada pelo mundo e a utilização cada vez maior desta ferramenta, o Marketing Digital ganha espaço nas ações desenvolvidas por empresas nacionais e multinacionais.</p>
	<p><strong>Ações digitais para divulgar e se relacionar</strong></p>
	<p>Divulgar produtos e criar ou manter o relacionamento com consumidores são os principais objetivos das companhias pesquisadas ao investir em Marketing Digital. Para 78% delas, o meio digital é ideal para a divulgação de produtos, enquanto que 69% preferem usar a internet para se relacionar com consumidores. “Os resultados comprovam que não há mais como se relacionar com os consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, afirma Bruno Mello, Editor Executivo do Mundo do Marketing.</p>
	<p>Entre as estratégias digitais realizadas com maior freqüência, além de relacionamento e divulgação de produtos, a pesquisa aponta ações de branding para divulgar a marca (59%) e promoções (55%). Das corporações nacionais, 32% investem mais em ações para a divulgação de produtos. Já as multinacionais têm o mesmo percentual só que para ações de relacionamento.</p>
	<p>O e-mail marketing é a principal ferramenta usada por 88% das companhias pesquisadas, seguido por anúncios em sites segmentados e ações em sites de relacionamento, com 53% e 52%, respectivamente. Atualmente 74% das empresas de maior investimento em Marketing já desenvolvem ações digitais, tanto as nacionais quanto as multinacionais.</p>
	<p><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/mkt_digital_internet.jpg" alt=" " width="550" height="307" /></p>
	<p><strong>Inclusão do Marketing digital</strong></p>
	<p>Ferramenta da moda no meio digital, os blogs corporativos são comuns em 1/3 das empresas que participaram da pesquisa. Dados mostram que 44% delas atualizam seus blogs semanalmente e 38% preferem postar informações diariamente. O uso de blogs corporativos é maior entre as companhias nacionais (29%) comparado às multinacionais (22%). Das redes sociais disponíveis na web, Twitter e Orkut são as mais usadas, com 30% e 16%, respectivamente. Também figuram entre as ferramentas preferidas dos profissionais de Marketing o YouTube (8%) e o Facebook (2%).</p>
	<p>De acordo com o estudo, as companhias nacionais de pequeno porte realizam ações digitais mais básicas, que envolvem e-mail marketing, anúncio em portais e em sites segmentados e links patrocinados. Por outro lado as multinacionais investem em ferramentas de SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), além de jogos e entretenimento digital. Em 2009, 59% das empresas nacionais incluíram o Marketing Digital no plano de Marketing, número parecido com o que foi revelado para multinacionais, com 60%.</p>
	<p>Esta inclusão não significou diminuição no orçamento das empresas, já que para 52% das nacionais a verba não teve nenhuma variação e manteve-se igual ao outros anos. Porém, para 14% das companhias multinacionais o valor diminuiu. O estudo afirma que o segmento que mais perde investimento para as ações digitais é o Marketing Direto, com 32%. “Em 50% das organizações não houve alterações no budget e em 40% delas aumentou” afirma Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International para a América Latina.</p>
	<p><img class="alignleft" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/mkt_digital_acoes.jpg" alt=" " width="550" height="214" /></p>
	<p><strong>Previsão de aumento no investimento em 2010<br />
</strong></p>
	<p>Segundo as empresas que participaram da pesquisa, o investimento em ações digitais deve crescer em 2010. Das companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing, a previsão é de que a verba seja dividida em 50% para ações tradicionais – ou off-line – e a outra metade para o segmento digital.</p>
	<p>Para as que destinam até R$ 10 milhões em Marketing, o on-line terá 34% da verba. Já as corporações que superam os R$ 10 milhões em Marketing, em 2010, terão 25% do valor destinado a ações digitais, somando três pontos percentuais ao número atual.</p>
	<p>Para o ano que vem, a maioria das empresas vê o Marketing Digital como ferramenta que será usada. Isto porque 84% das que participaram do levantamento afirmam que será realizada alguma ação digital em 2010. A pesquisa ouviu profissionais de Marketing (58%), comunicação (14%), comercial (12%), vendas (6%), administração / recursos humanos (5%) e de outras áreas (5%). Das companhias participantes, 26% delas são do segmento de serviços, 20% agências, 12% varejistas, 11% consultorias, 7% bens de consumo, entre outras.</p>
	<p><img class="alignleft" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/mkt_digital_investimento.jpg" alt=" " width="550" height="228" /></p>
	<p style="text-align: center;">
	<p style="text-align: center;"><a href="http://www.slideshare.net/mundodomarketing/pesquisa-tns-ri-e-mundo-do-marketing-marketing-digital" style="margin: 12px 0px 3px; display: inline ! important; font-family: Helvetica,Arial,sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; text-decoration: underline;" title="Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital" >Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital</a></p>
	<p style="text-align: center;">
	<p style="text-align: center;">
	<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNjA*NTg2MTQ5OTImcHQ9MTI2MDQ1ODYyNTA3NSZwPTEwMTkxJmQ9c3NfZW1iZWQmZz*yJm89YzljZjBjMWI*YTMzNGY*ZGFiNDM2MTQzMmM2NzQyMGQmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /></p>
	<div id="__ss_2575554" style="width: 425px; text-align: left;"><a href="http://www.slideshare.net/mundodomarketing/pesquisa-tns-ri-e-mundo-do-marketing-marketing-digital" style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital" >Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><br />
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		<title>Loja ou Marca? - O dilema do varejo.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:05:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A gestão de marca (ou branding) como elemento estratégico no varejo já foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores críticos na capacidade de migrar de “loja” para “marca” é o uso da comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=82Fe4daa9" alt="" /><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Artigo muito interessante que coloca a diferen&ccedil;a de enfoque do varejo. Alguns, cr&ecirc;em ainda no conceito de &#8216;loja&#8217;, j&aacute; defasado e que leva o consumidor a criar uma compara&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os e escolher entre produtos sem levar muito em considera&ccedil;&atilde;o a loja, o estabelecimento. Vale&nbsp; produto. Vale o pre&ccedil;o!<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ou&#8230;<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Transformar sua loja em uma marca! Fugir dessa competi&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o e agregar ao cliente aten&ccedil;&atilde;o, atendimento diferenciado, servi&ccedil;os. Experi&ecirc;ncia.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Tem alguns cases.</span></p>
	<p><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica </strong></p>
	<p>A gest&atilde;o de marca (ou branding) como elemento estrat&eacute;gico no varejo j&aacute; foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores cr&iacute;ticos na capacidade de migrar de &ldquo;loja&rdquo; para &ldquo;marca&rdquo; &eacute; o uso da comunica&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>A estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o no varejo confronta-se permanentemente com o dilema de investir na constru&ccedil;&atilde;o de marca para o longo prazo e estimular vendas no curto e curt&iacute;ssimo prazos. Essa quest&atilde;o &agrave;s vezes &eacute; simplificada na defini&ccedil;&atilde;o de percentuais de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos entre propaganda X promo&ccedil;&atilde;o, m&iacute;dia X &ldquo;no media&rdquo;, &ldquo;above the line&rdquo; X &ldquo;below the line&rdquo;.</p>
	<p>A comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos elementos do branding no varejo e diversas empresas bem-sucedidas v&ecirc;m encontrando diferentes respostas para a quest&atilde;o:</p>
	<p>* A Casas Bahia consolidou-se como o maior anunciante do Brasil, com exposi&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dia v&aacute;rias vezes superior &agrave; dos demais grandes anunciantes. Atribui-se &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o grande parte do &ecirc;xito no crescimento da empresa nos &uacute;ltimos anos.</p>
	<p>* A italiana Esselunga inovou na comunica&ccedil;&atilde;o em m&iacute;dia impressa ao criar uma linha (desde os anos 90) que evidencia a qualidade nos produtos perec&iacute;veis, recriando animais, personagens e personalidades com o uso de produtos. A campanha foi premiada, est&aacute; exposta at&eacute; no museu do Louvre em Paris e tirou o foco da comunica&ccedil;&atilde;o em pre&ccedil;o para focar na emo&ccedil;&atilde;o e irrever&ecirc;ncia.</p>
	<p>* O P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car tornou-se uma das grandes marcas do varejo brasileiro gra&ccedil;as &agrave; vis&atilde;o de longo prazo e integra&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es institucionais ligadas a esporte, eventos, cultura, cidadania e comunidade, al&eacute;m de a&ccedil;&otilde;es permanentes de m&iacute;dia de massa.</p>
	<p>* A Aldi (criadora e l&iacute;der no formato de hard discount) trabalha com ofertas semanais em produtos de n&atilde;o-alimentos a pre&ccedil;os muito agressivos e usa a comunica&ccedil;&atilde;o no ponto de venda como sua ferramenta. Ela cria mega tabl&oacute;ides antecipando as ofertas da semana seguinte, criando expectativa e levando tr&aacute;fego &agrave;s lojas. Conseguiu tornar-se o terceiro maior varejista de computadores na Alemanha sem ter o produto em seu sortimento.</p>
	<p>* A Marks &amp; Spencer criou um conceito de marca de comunica&ccedil;&atilde;o para PDV, denominado &ldquo;Perfect&rdquo;. A loja indica em cada se&ccedil;&atilde;o os produtos de melhor valor, evidenciando para o cliente aquilo que ele n&atilde;o pode deixar de ter.</p>
	<p>* A Riachuelo desenvolveu uma marca que identifica, no ponto de venda, produtos com valor imbat&iacute;vel (rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade e pre&ccedil;o) e identifica-os com a marca &ldquo;Vale a Pena&rdquo;.</p>
	<p>* A Tesco foca seus esfor&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o na base de portadores do cart&atilde;o Clubcard.</p>
	<p>* A Zara transformou-se na principal refer&ecirc;ncia no varejo de moda no mundo sem investir em propaganda, acreditando que sua principal ferramenta de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a loja.</p>
	<p>Deve-se ressaltar, por&eacute;m, que n&atilde;o h&aacute; receita de bolo para o uso da comunica&ccedil;&atilde;o no varejo. A boa estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a que tem alinhamento com a estrat&eacute;gia do neg&oacute;cio.</p>
	<p>Os resultados adv&ecirc;m da consist&ecirc;ncia da estrat&eacute;gia, do modelo de neg&oacute;cio e da inova&ccedil;&atilde;o no neg&oacute;cio. A mesma f&oacute;rmula n&atilde;o obt&eacute;m a mesma efic&aacute;cia em contextos diferentes e as empresas t&ecirc;m de fugir de lugares comuns, n&atilde;o emular refer&ecirc;ncias de forma superficial e encontrar seus pr&oacute;prios paradigmas.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Alberto Serrentino</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.gsmd.com.br"  target="_blank">GS&amp;MD</a></p>
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		<title>Todos juntos. Vamos! Construir uma marca!!!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:32:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A marca é, sobretudo, cultura e dinâmica de relacionamentos. É o jeito de ser e de fazer de uma empresa. Nesse contexto, o público interno desempenha um papel fundamental na sua geração de valor, pois são os funcionários que devem atuar o tempo todo de acordo com os atributos de cada marca para realmente consolidar o que promete entregar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=51I1fba57" alt="" /><span style="display: none;" id="1259239771626S">&nbsp;</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Construir uma marca. <br />
</span><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Basta um conceito, uma palavra e um desenho?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">N&atilde;o&#8230; Marcas, s&atilde;o constru&iacute;das por pessoas. Por a&ccedil;&otilde;es, pela cria&ccedil;&atilde;o de uma rede; onde alguns ir&atilde;o defender, divulgar, propagar uma id&eacute;ia ou um valor para muitas outras pessoas que v&atilde;o &#8211; ou n&atilde;o &#8211; segui-las, defend&ecirc;-las, divulg&aacute;-las, propaga-las.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Assim, surge uma marca. Forte. Consistente. Duradoura. Vencedora.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">A quest&atilde;o &eacute;&#8230; quem s&atilde;o essas pessoas, que v&atilde;o dar partida nas a&ccedil;&otilde;es; na cria&ccedil;&atilde;o da rede?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Voc&ecirc;. A marca &eacute; sua. O conceito, foi escolhido, aceito,decidido por voc&ecirc;.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Voc&ecirc; &eacute; o ponto de partida.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">E a primeira onda s&atilde;o seus funcion&aacute;rios. Seus colaboradores.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Quem tem uma boa equipe, alinhada com os conceitos da empresa, que entende, aceita, defende, divulga, propaga esses interesses; tem muito mais chances de construir uma marca forte.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mas como conseguir isso?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Existem muitos passos nesse caminho. Come&ccedil;a por contratar certo. Saber escolher n&atilde;o s&oacute; pela expertise, mas pelo conjunto. Caracter&iacute;sticas pessoais e culturais para a fun&ccedil;&atilde;o que a empresa precisa.<br />
Prossegue por transmitir a esse(s) funcion&aacute;rio(s) os valores da marca. O que ela quer representar para a sociedade, para os clientes. Quais os n&iacute;veis e fatores de relacionamento esta marca vai oferecer. Quais as experi&ecirc;ncias sua marca quer proporcionar. <br />
Por que o seu funcion&aacute;rio &eacute; linha de frente na divulga&ccedil;&atilde;o de sua marca.<br />
&Eacute; ele vai mostrar ao seu cliente, como sua marca, sua empresa &eacute; diferente. <br />
&Eacute; ele que vai criar a nova onda de divulga&ccedil;&atilde;o da sua marca.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ent&atilde;o, entenda-se com ele. Fa&ccedil;a com que ele entenda voc&ecirc;, sua empresa, seu objetivo, sua marca.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ou ent&atilde;o&#8230; a onda para em vc.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Sabe aquela coisa, de jogar a pedrinha na &aacute;gua&#8230; seus funcion&aacute;rios, s&atilde;o a primeira das ondas. a menor&#8230; deles, vir&atilde;o as ondas seguintes, cada vez maiores&#8230;<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Quantas ser&atilde;o? Onde chegar&atilde;o?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Vai depender em muito tamb&eacute;m, do &#8216;peso&#8217; da sua marca, dos seus valores&#8230;<br />
Das experi&ecirc;ncias e dos conceitos que ela carrega.<br />
Mas n&atilde;o esque&ccedil;a que, por mais &#8216;peso&#8217; que ela tenha, se a primeira onda falhar&#8230; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> <br />
<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);"></p>
	<p></span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(192, 192, 192);">Voc&ecirc; leu at&eacute; aqui e pensou&#8230;<br />
</span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(192, 192, 192);">&quot;<em>Que conversa, hein&#8230; Funcion&aacute;rios est&atilde;o interessado somente no sal&aacute;rio e no hor&aacute;rio de trabalho. Assim como clientes est&atilde;o interessado somente em pre&ccedil;o.</em>..&quot;<br />
</span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(192, 192, 192);">Ser&aacute;? Voc&ecirc; est&aacute; certo disso?<br />
N&atilde;o quer pedir ajuda &agrave;s cartas? Ao audit&oacute;rio? Aos universit&aacute;rios?<br />
Sua marca, como anda?<br />
Ah! Voc&ecirc; n&atilde;o tem uma marca&#8230; tem uma &#8216;loja&#8217;, uma &#8216;empresa&#8217;&#8230; hum! Entendi&#8230;</span><span style="color: rgb(128, 128, 128);"><br />
</span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(128, 128, 128);"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Excelente artigo do Mundo do Marketing, falando sobre essa quest&atilde;o de escolha de colaboradores e funcion&aacute;rios.</span></p>
	<p>A marca &eacute;, sobretudo, cultura e din&acirc;mica de relacionamentos. &Eacute; o jeito de ser e de fazer de uma empresa. Nesse contexto, o p&uacute;blico interno desempenha um papel fundamental na sua gera&ccedil;&atilde;o de valor, pois s&atilde;o os funcion&aacute;rios que devem atuar o tempo todo de acordo com os atributos de cada marca para realmente consolidar o que promete entregar. Trata-se, assim, de uma escolha estrat&eacute;gica da organiza&ccedil;&atilde;o, baseada em suas cren&ccedil;as e objetivos, que ser&aacute; vivida coletivamente e refletida em todas as a&ccedil;&otilde;es no dia a dia da empresa.</p>
	<p>Funcion&aacute;rios engajados e que compartilham as mesmas cren&ccedil;as e valores da organiza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o essenciais para aumentar a satisfa&ccedil;&atilde;o dos clientes, gerando resultados sustent&aacute;veis para os acionistas. No entanto, ter a maioria do p&uacute;blico interno formada por pessoas muito parecidas, que pensam e agem da mesma forma, pode comprometer a diversidade de id&eacute;ias, fundamental para a riqueza e performance  da empresa. &Eacute; preciso buscar uma identifica&ccedil;&atilde;o entre o indiv&iacute;duo com a miss&atilde;o e os valores da institui&ccedil;&atilde;o, sem perder a riqueza da diversidade. Mas, como?</p>
	<p>Num primeiro momento, &eacute; necess&aacute;rio adequar os processos de contrata&ccedil;&atilde;o para ver se ele se baseia apenas nas compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas ou se levam em considera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m as cren&ccedil;as e a bagagem cultural dos seus colaboradores. Esse &eacute; um ponto importante que revela como a organiza&ccedil;&atilde;o percebe e trata a quest&atilde;o desde o in&iacute;cio de sua rela&ccedil;&atilde;o com os seus colaboradores. Por outro lado, &eacute; preciso fazer o caminho inverso e identificar a motiva&ccedil;&atilde;o e os fatores de atratividade da empresa que levam os profissionais do mercado a procura-l&aacute;. Dentre as in&uacute;meras raz&otilde;es, indicarei duas essenciais: convic&ccedil;&atilde;o e conveni&ecirc;ncia.</p>
	<p>Existem aqueles que s&atilde;o atra&iacute;dos por algo em comum, normalmente representado por uma causa, valores e/ ou desafio da empresa. Para essas pessoas, fazer parte da organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; contribuir para algo que ambas compartilham. Engajam-se mais rapidamente e sua atua&ccedil;&atilde;o &eacute; mais destacada, pois a entrega &eacute; mais forte e mais  verdadeira. Esses s&atilde;o os funcion&aacute;rios que acreditam, fazem acontecer e entregam a promessa da uni&atilde;o. Temos tamb&eacute;m aqueles cuja presen&ccedil;a na empresa est&aacute; relacionada &agrave; necessidade, de car&aacute;ter financeiro. S&atilde;o pessoas que encontraram uma oportunidade e sua atua&ccedil;&atilde;o est&aacute; condicionada ao m&iacute;nimo necess&aacute;rio para se manter no emprego. Esses s&atilde;o os funcion&aacute;rios que est&atilde;o juntos, mas por conveni&ecirc;ncia.</p>
	<p>Em ambos os casos, a atratividade de marca influenciou na escolha, seja por passar valores e desafios compartilhados ou por passar condi&ccedil;&otilde;es de emprego adequadas aquele indiv&iacute;duo. No entanto, &eacute; certamente no segundo p&uacute;blico que o desafio da viv&ecirc;ncia da marca &eacute; maior, pois exige o trabalho de engajamento por pessoas que n&atilde;o est&atilde;o totalmente em sintonia com a miss&atilde;o e as ambi&ccedil;&otilde;es da empresa.</p>
	<p>Mais do que estar alinhada com os valores da marca, a busca por funcion&aacute;rios deve preservar as diferen&ccedil;as e priorizar aqueles que est&atilde;o em sintonia com os nossos tempos e abertos para evoluir, tem vontade de &ldquo;ir al&eacute;m&rdquo;. Afinal, se &eacute; a partir do p&uacute;blico interno que se constroem as intera&ccedil;&otilde;es com fornecedores, clientes e acionistas, ele tem de estar aberto ao novo e ao diferente para que a evolu&ccedil;&atilde;o nunca pare e a din&acirc;mica da gera&ccedil;&atilde;o de valor seja maximizada a partir do interesse de todos. Portanto, a miss&atilde;o &eacute; de todos. &Eacute; desse jeito que se constr&oacute;i uma marca: Juntos.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Fernando Byington Egydio Martins</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
	<p><span style="display: none;" id="1259239772078E">&nbsp;</span></p>
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		<title>Marca própria. O consumidor gosta.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[agora as empresas começam a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas próprias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mat&eacute;ria que eu encontrei no &oacute;timo<a rel="nofollow" href="http://falandodevarejo.blogspot.com"  target="_blank"> Falando de Varejo</a>, do amigo Caio.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Estou trabalhando em um projeto que vai incluir uma linha de produtos de marca pr&oacute;pria e achei muito interessante colocar aqui, o ponto de cresimento e de aceita&ccedil;&atilde;o do mercado para isso.</span> </p>
	<p><strong><br />
Pesquisa da Nielsen aponta crescimento de 22% no n&uacute;mero de itens dispon&iacute;veis no varejo</strong></p>
	<p>As chamadas marcas pr&oacute;prias foram criadas por empresas do varejo na d&eacute;cada de 1970 e de l&aacute; para c&aacute; n&atilde;o param de crescer. Se antes o foco era apenas o pre&ccedil;o &mdash; em m&eacute;dia, at&eacute; 30% menores que os das marcas l&iacute;deres &mdash;, agora as empresas come&ccedil;am a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas pr&oacute;prias, desde produtos aliment&iacute;cios a eletroeletr&ocirc;nicos.</p>
	<p>O estudo da Nielsen (www.br.nielsen.com) mostra ainda que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o no Brasil consome produtos de marca pr&oacute;pria e que eles est&atilde;o cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Em 2009, as marcas pr&oacute;prias conquistaram cerca de 18,2 milh&otilde;es de consumidores, o que representa 49,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
	<p>&ldquo;Eu sempre olho o fabricante&rdquo;, conta o microempres&aacute;rio Marco Antonio Domingues. &ldquo;Por exemplo, eu compro sempre o &oacute;leo que uso para a fritura dos salgados em minha f&aacute;brica do Mercadorama ou do Big, que s&atilde;o fabricados pela Bungue, a mesma empresa que faz o Liza&rdquo;, diz.</p>
	<p>Domingues relata ainda que, na casa dele, usa mais produtos ainda de marca pr&oacute;pria, como material de limpeza, sorvetes, etc. &ldquo;O custo benef&iacute;cio &eacute; sempre mais interessante&rdquo;, conta. O microempres&aacute;rio, no entanto, n&atilde;o dispensa a pesquisa de pre&ccedil;os. &ldquo;As vezes, nas promo&ccedil;&otilde;es vale a pena comprar os produtos de marcas conhecidas&rdquo;, resume.</p>
	<p>Um estudo da Nielsen revelou que em 2009, houve um crescimento de 7% no faturamento em rela&ccedil;&atilde;o a 2008 o autosservi&ccedil;o. S&oacute; no setor supermercadista o faturamento chegou a R$ 158,5 bilh&otilde;es no ano passado.</p>
	<p>As categorias de marca pr&oacute;pria com maior faturamento, de acordo com o estudo da Nielsen, foram: leite ass&eacute;ptico, &oacute;leo vegetal e azeite, papel higi&ecirc;nico, arroz, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e biscoitos, feij&atilde;o, p&atilde;es e bolos, iogurtes e panetones. Juntas elas somaram R$ 786,9 milh&otilde;es em vendas no autosservi&ccedil;o.</p>
	<p>&ldquo;Esses dados mostram que, entre junho de 2008 e julho de 2009, no auge da crise, o segmento de marcas pr&oacute;prias cresceu&rdquo;, afirma Neide Montesano, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Marcas Pr&oacute;prias e Terceiriza&ccedil;&atilde;o (Abmapro) &mdash; (http://www.abmapro.org.br/).</p>
	<p>O grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car foi um dos primeiros a lan&ccedil;ar itens de marca pr&oacute;pria no Brasil em 1970. Em 2006, foi lan&ccedil;ada a Taeq, a &uacute;nica marca de bem-estar do varejo brasileiro. At&eacute; o final do ano, a linha receber&aacute; investimentos de R$ 10 milh&otilde;es para desenvolvimento de novos produtos.</p>
	<p>A Taeq tem um universo amplo que envolve cinco pilares de atua&ccedil;&atilde;o: Nutri&ccedil;&atilde;o, Org&acirc;nico, Casa, Esporte e Beleza. O portf&oacute;lio inclui mais de 1400 itens. No ano passado, o faturamento de Taeq registrou crescimento de mais de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007 e a previs&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero seja ainda melhor em 2009. Em maio de 2008, lan&ccedil;ou Qualit&aacute;, uma solu&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para o dia a dia que pode ser encontrada nos supermercados do Grupo. Ao longo desse ano dever&atilde;o ser introduzidos mais de 300 produtos.</p>
	<p><strong>Setor investe tamb&eacute;m em eletr&ocirc;nicos</strong></p>
	<p>No Walmart, em todo o Brasil, h&aacute; hoje mais de 12.000 itens de marca pr&oacute;pria, entre a &aacute;rea de alimentos e n&atilde;o-alimentos, incluindo a linha de eletroeletr&ocirc;nicos e t&ecirc;xteis (moda feminina, masculina, infantil e cama, mesa e banho). Os pre&ccedil;os s&atilde;o, em m&eacute;dia, 25% mais baixos que os das marcas l&iacute;deres.</p>
	<p>O mix envolve desde alimentos, como feij&atilde;o e a&ccedil;&uacute;car, a artigos de higiene e limpeza, como papel higi&ecirc;nico e amaciante, al&eacute;m de roupas e eletroeletr&ocirc;nicos. &ldquo;Estamos sempre analisando o mercado e procurando ampliar cada vez mais o mix dos produtos de marca pr&oacute;pria&rdquo;, explica Julia Pettini, diretora de Marcas Pr&oacute;prias do Walmart Brasil.</p>
	<p>O Walmart Brasil possui at&eacute; o momento 25 marcas pr&oacute;prias, sendo que a &uacute;ltima linha, de produtos saud&aacute;veis e nutritivos, foi lan&ccedil;ada em julho deste ano. Segundo Julia, &ldquo;s&atilde;o os esfor&ccedil;os voltados a oferecer qualidade e pre&ccedil;o acess&iacute;vel aos consumidores que garantem a credibilidade e fidelidade dos clientes, na compra dos itens de marca pr&oacute;pria&rdquo;. Carrefour &mdash; A rede francesa Carrefour disp&otilde;e de produtos marca pr&oacute;pria em diversos segmentos: alimentar, eletr&ocirc;nico, automotivo, vestu&aacute;rio, cama, mesa e banho, utilidade dom&eacute;stica, decora&ccedil;&atilde;o, pet, bebidas, entre outros. Ao todo s&atilde;o 1.400 itens segmentados.</p>
	<p>A Linha Viver &eacute; uma marca de produtos saud&aacute;veis composta por mais de 290 produtos, distribu&iacute;dos em seis categorias &ndash; light, diet, org&acirc;nicos, funcionais, &agrave; base de soja e zero. Eles t&ecirc;m a chancela da reconhecida qualidade Carrefour, pre&ccedil;os entre 15% e 30% mais baixos dos que os l&iacute;deres de mercado.</p>
	<p>A Garantia de Origem &eacute; um programa desenvolvido mundialmente pelo Grupo Carrefour que estabelece um padr&atilde;o de exig&ecirc;ncia e entrega de nossos produtos em n&iacute;veis al&eacute;m daqueles definidos pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. O G.O. faz parte do posicionamento da empresa de investir em produtos de qualidade diferenciada aos seus clientes, como: frutas, legumes, peixes, frutos do mar, carnes, aves, gr&atilde;os, cereais, leite, queijo e ovos;</p>
	<p><strong>J&aacute; em Bazar h&aacute; duas linhas:</strong></p>
	<p>A Casa &amp; Deco &eacute; a marca pr&oacute;pria do Carrefour para presentes, m&oacute;veis, aparelhos de jantar, jogos de panelas, inclusive de inox, faqueiros, utens&iacute;lios de cozinha e cutelaria. Com design diferenciado, os produtos se caracterizam pela alta qualidade e pre&ccedil;o baixo. Em m&eacute;dia, s&atilde;o 10% mais baratos do que os das marcas l&iacute;deres</p>
	<p>A Jardim &amp; Deco &eacute; uma linha completa de m&oacute;veis para jardim, varanda e piscina, com 80 refer&ecirc;ncias em m&oacute;veis, entre sof&aacute;s, mesas, cadeiras, carrinho-bar, ombrelone suspenso, banco e banqueta. H&aacute; m&oacute;veis em quatro op&ccedil;&otilde;es de materiais: madeira, bambu, ratan sint&eacute;tico e alum&iacute;nio.</p>
	<p>A Top Life &eacute; uma marca voltada para produtos de esporte e lazer, como: linha de futebol (bolas, luva de goleiros, bomba de encher pneu), acess&oacute;rios para muscula&ccedil;&atilde;o, linha de t&ecirc;nis de mesa (raquete, bolinha de ping pong), entre outros.</p>
	<p>A Top Bike &eacute; uma linha de bicicletas (masculino, feminina e infantil) e acess&oacute;rios para a pr&aacute;tica deste esporte, como capacete, luva, bomba, buzina, acess&oacute;rios de freio, entre outros.</p>
	<p>No setor t&ecirc;xtil a Tex &eacute; uma marca voltada para a categoria T&ecirc;xtil, com produtos voltadas para vestu&aacute;rio, moda int&iacute;ma e cama, mesa e banho.E no segmento de eletro, a First Line &eacute; uma linha de produtos focado em tecnologia com excelente custo x benef&iacute;cio. Produtos de inform&aacute;tica que possuem o objetivo de ter sempre o melhor pre&ccedil;o.</p>
	<p>Foram lan&ccedil;adas mais de 400 produtos de diversas categorias Alimentar, Higiene, Limpeza, Perfumaria, Seca (Mercearia), Liquida, PAS (Refrigerados e Congelados) e Perec&iacute;veis (A&ccedil;ougue, Peixaria, Frutas Verduras e Legumes, Salsicharia e Padaria). Para 2010 a expectativa &eacute; aumentar ainda mais o n&uacute;mero de itens.</p>
	<p>Fonte: AE</p>
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		<title>Dentro da empresa, também tem público&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:15:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d5Q2cedd6" alt="" />Muita gente, muitos empresários esquecem do seu público interno. É a velha cabeça do século XX. Da década de 70 do século XX&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pensam em horário, em cobrança, em metas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Esquecem de incluir os funcionários, os colaboradores, na cadeia de informações da empresa. Esquece que são os funcionários, os colaboradores que estão na linha da empresa. Seja na produção, no atendimento, nas vendas, no controle, na gerência, na divulgação, na logística. Em qualquer tamanho de empresa. Em qualquer setor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não se interessam em divulgar a  marca e a identidade da empresa para este público. Deixe estar que, este empresário, na maior parte das vezes não se importa com a marca e a identidade da empresa. Ele mesmo, muitas vezes, não tem noção de nada disso. Mas aqui, não falamos para esse tipo de empresário. Falamos para os que querem MAIS. Querem sua empresa crescendo! E são estes empresários que eu quero lembrar:<br />
O primeiro público a ser conquistado é o interno. É do trabalho dele que depende a imagem da sua empresa. Se eles não tiverem a idetidade da empresa, se eles não defendem os valores da empresa, se eles não acreditam na empresa&#8230; como vamos convencer os clientes?..</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pense nisso.</span></p>
	<p><strong>Conquiste seus colaboradores com Endomarketing</strong></p>
	<p>Muito além de eventos sazonais e ginástica laboral, o Endomarketing hoje, é indispensável ao desenvolvimento corporativo. O principal e mais evidente benefício provido por ele é o aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros.</p>
	<p>A boa aplicação do marketing interno traz bem-estar e satisfação aos colaboradores. Mais felizes e alinhados à visão da companhia, a dedicação nas funções tende a aumentar. Além disso, a percepção sobre a empresa melhora sensivelmente resultando em um círculo virtuoso.</p>
	<p>As vantagens são diversas, bem como o impacto causado. Desperta-se a consciência da equipe frente à cultura e identidade organizacional de forma não impositiva. Todos se sentem parte do processo e agentes de transformação. Isso é extremamente importante para a incorporação de novas atitudes, pois mudanças comportamentais definitivas devem partir “de dentro para fora”.</p>
	<p>No mundo dos recursos humanos, as ações são critério de seleção e até eliminação de candidatos. Os adeptos do conceito CHA consideram importante o Conhecimento e Habilidade dos profissionais, mas a garantia do sucesso está na Atitude. O “saber como” e o “querer” fazer certo.</p>
	<p>A estruturação do Endomarketing requer tempo, demanda e, evidentemente, dedicação. Seu objetivo é bem parecido com o marketing realizado aos clientes externos: satisfação para a obtenção de lucro. A mudança está apenas no target. Sabe-se da importância do capital humano para os negócios. Investir em integração e motivação como diferenciais competitivos é colaborar para a retenção de bons profissionais e pensar no futuro da empresa.</p>
	<p>Os resultados melhoram com a evolução do departamento. Quanto maior o conhecimento sobre os mecanismos da organização e o perfil das equipes, mais eficientes se tornam as ações. Nesse caso a dica é: paciência, empenho, muita pesquisa e foco.</p>
	<p>Criatividade e jogo de cintura também são a chave do sucesso. Descubra os anseios dos colaboradores e coloque em prática as soluções. A superação de expectativas aumenta o impacto e causa boa receptividade aos próximos projetos. Investir em alternativas simples, mas não simplórias, é o grande desafio na conquista do público interno.</p>
	<p>Boa parte das corporações ainda são resistentes à prática. Em geral, elas “deram certo” sem se utilizar desse recurso e o consideram gasto, não investimento como é de fato. Se você está nessa lista, faça uma busca na Internet e comprove. As empresas mais desejadas têm o Endomarketing na sua essência. Um bom caso é o Google, apesar de ultrapassar um pouco os limites da realidade pela multiplicidade de ações.</p>
	<p>O bom desenvolvimento do setor exige informação. Boa sintonia com as estratégias da empresa favorecem resultados positivos. Manter contato próximo ao RH e aos gestores também impacta diretamente na eficácia do trabalho.Durante uma ação ou evento de Endomarketing crie identidades atraentes. Materiais desenvolvidos em editores de texto com ilustrações em baixa resolução captadas da Internet, nem pensar!</p>
	<p>Ao término de qualquer atividade, peça feedback. Fundamental para a perpetuação da área, ele oferece parâmetros e dita os caminhos a seguir em ações futuras. É possível consegui-lo em reuniões com lideranças ou, se desejar algo mais detalhado, por fichas de satisfação entregues aos participantes.</p>
	<p>Um cuidado necessário, para evitar o revés, são as premiações. Deve-se ter clara a função da equipe. Ela foi contratada para atingir e superar metas. Brindes e agrados demais podem condicionar o esforço à recompensas, o que compromete todo o trabalho e gera enormes ruídos.</p>
	<p>Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.</p>
	<p>O Endomarketing é tão importante quanto aumentos salariais. A justificativa é: obviamente temos necessidades financeiras, mas há também carências básicas a serem supridas. Até o funcionário mais interessado em dinheiro não resiste por muito tempo em uma empresa onde o clima é ruim. Mesmo com um bom salário o nível de dedicação jamais será equivalente ao de alguém motivado e bem integrado na organização. E quem entra nesse momento? Agora você já sabe.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Rodrigo Freire</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Na Era do conhecimento, o valor do intangível</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:06:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa - a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil - que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a2Q14eh25" alt="" />Excelente artigo que encontrei no HSMGlobal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Excelente para empresários que não pensam no valor de suas marcas, do relacionamento com seus funcionários, que encaram a sustentabilidade no máximo como marketing, que não pensam em estratégia, que não conseguem que sua equipe atenda suas especificações e trabalhem orientadas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, para empresários que ainda não perceberam que o mundo mudou.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, muito bom artigo também para todos que enxergam que é no valor da marca, do relacionamento interno e externo, em todos esses intangíveis que está o diferencial de uma empresa. Seja ela varejo, indústria ou prestação de serviço.</span></p>
	<p><strong>Definindo Ativos Intangíveis</strong></p>
	<p>Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa &#8211; a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil &#8211; que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.</p>
	<p>Assim, compreender, mensurar e gerenciar os intangíveis é tarefa fundamental para a sobrevivência e competitividade de qualquer empresa.</p>
	<p>Como 1º passo, a compreensão da natureza dos Ativos Intangíveis é fundamental. Temos feito muito trabalho de análise e formulação acerca do tema. Abaixo suas características principais de acordo com o Strategy Research Center da DOM Strategy Partners:</p>
	<ul>
	<li>Ativos Intangíveis Geram e Protegem Valor: muito mais do que um vetor de geração de valor no curto, médio e longo prazo, os Ativos Intangíveis contribuem na Proteção de Valor da empresa. Não fosse dessa forma, todo o investimento em Segurança da Informação e Sustentabilidade seria injustificado.</li>
	<li> Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: ou seja, os investimentos em intangíveis no presente garantem</li>
	<li>Só têm Valor se Percebidos pelo Stakeholder Externo: se uma empresa não comunica suas iniciativas e resultados em inovação, (imagine o caso da Apple, por exemplo), os mercados não saberão de seu potencial futuro de geração de resultados e não poderão precificar seu valor intangível adequadamente.</li>
	<li>Interdependentes: fazendo valer o ditado um-por-todos, todos-por-um, as características de um ativo intangível influenciam os demais e vice-e-versa, tanto em relação aos aspectos positivos quanto aos negativos. Uma Marca Inovadora (Marca e Inovação) ou um Relacionamento Sustentável (Relacionamento e Sustentabilidade) são bons exemplos.</li>
	<li>Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: a partir dos investimentos em ativos intangíveis, os ativos tangíveis relacionados adquirem novas características e comportamentos. A organização e estruturação do relacionamento de uma empresa com seus consumidores em ativo de Relacionamento altera profundamente o RFV (Recência, Frequência e Valor) dos clientes.</li>
	<li>Geram e Protegem Valor Econômico no Longo Prazo: (em Oposição à Ditadura dos Resultados Financeiros no Curto Prazo): os ativos intangíveis são a garantia dos resultados econômicos e financeiros de seu futuro, de uma forma consistente e sustentável.</li>
	<li>Definem a Competitividade no Longo Prazo: os investimentos em ativos intangíveis realizados no presente permitem definir as bases da competição futura de um determinado setor, uma vez que é possível prever seus resultados derivados e influenciar a percepção dos stakeholders (clientes, acionistas, concorrentes, etc) com grande antecedência.</li>
	<li>Marca como Agregadora: a marca é o ativo intangível que agrega a percepção dos demais, uma vez que os ativos intangíveis são interdependentes.</li>
	</ul>
	<p>Obviamente esse conjunto de propriedades não é exaustivo. Mas entendo que representam de forma bastante fidedigna a natureza e a qualificação que estes ativos, atualmente, representam para as corporações.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Daniel Domeneghetti</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/"  target="_blank">HSMGlobal</a>
</p>
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		<title>Não vemos partes isoladas mas relações.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:09:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Só há endosso quando a sub-marca ou unidade de negócio obtém mais ativos do que perdas pela proximidade, bem como é importante manter tratamento diferenciado para marcas fortes que precisam manter sua independência ou para não confundir o mercado alvo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=07U22ds3d" alt="" />Comunicação Corporativa</strong></p>
	<p>Nos últimos anos as fusões e aquisições tornaram-se corriqueiras no universo de negócios e com elas a constituição de verdadeiros ecossistemas empresariais.</p>
	<p>Este novo contexto tem criado reflexões para empresas sobre as vantagens (ou não) de assumir o endosso corporativo na comunicação de suas marcas ou unidades de negócio.</p>
	<p>Na arquitetura de marcas, existem diversas formas de relacionamento. Em um extremo a Casa de Marcas em que há independência entre marcas e sub-marcas. No outro a Casa com Marcas que estabelece total vinculação entre elas.</p>
	<p>À julgar pela exposição de alguns players importantes, cresce a adesão à visão de que é mais importante deixar a impressão de que todos os produtos/negócios são relacionados a um todo maior do que deixá-los isolados à própria sorte.</p>
	<p>O livro Gestalt do Objeto: Sistema Visual de Leitura da Forma de João Gomes Filho nos ensina que: “Não vemos partes isoladas mas relações. Isto é, uma parte na dependência de outra parte. Para a nossa percepção, que é resultado de uma sensação global, as partes são inseparáveis do todo e são outra coisa que não elas mesmas, fora deste todo”. Porém há exceções. Só há endosso quando a sub-marca ou unidade de negócio obtém mais ativos do que perdas pela proximidade, bem como é importante manter tratamento diferenciado para marcas fortes que precisam manter sua independência ou para não confundir o mercado alvo.</p>
	<p>De qualquer forma, a exemplo dos esforços corporativos da Unilever, a comunicação não se resume à aplicação da marca corporativa em campanhas de seus produtos. O todo deve ter sua identidade, conceitos próprios e liderar seus próprios movimentos.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Beth Furtado</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Luz, cor&#8230; sensação!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:54:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=c0B316ac8" alt="" />Palavras de mestre, a gente ouve e não esquece&#8230;</span></p>
	<p><strong>Cores, marcas e ambientação</strong></p>
	<p>Estudos mostram que menos de 0,001% dos nossos pensamentos é consciente. Esta constatação, de neurocientistas, nos ajuda a avaliar as nossas próprias atitudes em diferentes situações. Desde cedo, somos aconselhados a pensar antes de agir, mas, na verdade, primeiro sentimos, depois pensamos para, somente então, agirmos. Uma grande parte das nossas ações resulta de sensações absorvidas inconscientemente.</p>
	<p>Esta informação, quando avaliada do ponto de vista das marcas e da ambientação dos pontos de venda, é de extrema valia. Há uma série de ferramentas que podemos utilizar exatamente para despertar sensações em shoppers ou nos consumidores. Entre estas ferramentas, vamos destacar especificamente as cores.</p>
	<p>As diferentes cores e suas tonalidades são diretamente relacionadas às emoções. Claro que, para cada um, a sensação é diferente, uma vez que ela depende da nossa cultura e do nosso repertório. No entanto, ao se criar uma marca, uma embalagem ou a ambientação de uma loja, a preocupação com a cor deve estar entre as prioridades.</p>
	<p>A cor escolhida será a referencia para a rápida identificação e, consequentemente, precisará transmitir as sensações pelas quais a marca pretende ser percebida pelo seu público. Dependendo da cor escolhida, ela também ajudará a despertar o desejo. E, principalmente no PDV, provocar o desejo do shopper é fundamental para a concretização da venda.</p>
	<p>Para cada público e para cada mensagem que se deseja passar, há cores mais indicadas. O vermelho é a cor do alerta, do sinal de atenção e ajuda a despertar adrenalina e, inclusive, estimula o apetite. Por isso, muitas redes de fast food incluem na sua ambientação a cor vermelha. O rosa transmite mais a sensação de relaxamento, assim como o azul, relacionado à tranqüilidade. Já o amarelo desperta alegria, criatividade e também está relacionado ao apetite. O marrom, por sua vez, está mais relacionado ao rústico e as formas naturais, assim como o verde. Já o branco é a cor da paz, muito utilizado para transmitir a imagem de limpeza e inocência.</p>
	<p>Além de usar a conotação de cada uma das cores na comunicação da marca, a escolha também é essencial para a ambientação das lojas. É preciso sempre pensar no PDV como um espaço de relacionamento e atração. Assim, na maioria dos casos, as lojas geralmente utilizam uma cor padrão, na maior parte das vezes neutra, que propicie um bom destaque para as mercadorias expostas. Cores mais fortes ou diferentes podem ser distribuídas ao longo do estabelecimento, de acordo com as sensações que se deseja despertar.</p>
	<p>Em um supermercado, por exemplo, é comum a área de hortifruti apresentar tons de verde exatamente para enfatizar ao consumidor a origem dos produtos ali expostos. Nos caixas, é mais comum cores relaxantes como a azul, para diminuir a sensação do tempo de espera e transmitir mais tranqüilidade na hora da conclusão e pagamento da compra.</p>
	<p>Utilizar a iluminação de forma cenográfica para alterar as cores do ambiente durante o dia, também pode ser uma excelente alternativa. O emprego de luminárias com LEDs, por exemplo, além de economia de energia quando comparadas a outras fontes de luz, permite a diversificação das cores e pode ajudar a estimular diferentes sensações no ponto de venda.</p>
	<p>Para escolher a melhor alternativa, o primeiro ponto é saber qual a sensação e que se deseja passar ao público em cada espaço. A partir desta definição, é possível buscar alternativas e utilizar as cores para atingir este objetivo. Para cada situação, há uma cor que pode influenciar fortemente as pessoas e ajudar tanto na atratividade, como na fidelização dos clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Gilberto Stunck</em></p>
	<p style="text-align: right;">
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		<title>Construíndo e mantendo&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:59:42 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=cfT0edqee" alt="" />Mais um ótimo texto do Mundo do Marketing.</span></p>
	<p>Que tal reduzir frequentemente a verba de comunicação da sua empresa? Ou então mudar constantemente de agência, de preferência a cada ano. Gaste o mínimo possível em pesquisa sobre a saúde e a personalidade da marca. Estas são algumas das “dicas” de anti-branding que compõem a palestra Branding: 10 lições para não cair em armadilhas, de Jaime Troiano, um dos maiores especialistas do segmento no Brasil.</p>
	<p>É claro que o executivo não ensina como fazer o anti-branding. Até porque, que profissional de Marketing  teria interesse em conhecer mais sobre este tema? Durante o lançamento do livro &#8220;As marcas no divã&#8221; na ESPM Rio, o autor Jaime Troiano mostrou lições que aprendeu na prática, no dia-a-dia, e que hoje contribuem para uma reflexão que ajudará os profissionais de Marketing.</p>
	<p><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/jaime_troiano_branding.jpg" alt=" " width="142" height="188" align="right" /></p>
	<p>O especialista em marcas e colunista do Mundo do Marketing destacou a diferença entre a aparência e a essência de uma marca, projetos de felicidade que compõem o imaginário de quem faz uma compra, brand equity, força de marca, a real importância do nome, o poder multiplicador de marcas fortes, a marca das marcas, ‘surubrand’, visão interna da marca, além do anti-branding.</p>
	<p><strong>Nome, essência e aparência</strong><br />
Em muitos casos, no processo de criação de uma marca, a escolha do nome é visto como o mais importante. De acordo com Troiano (foto), o nome é só o começo. “Tem profissional de Marketing que acha que, ao descobrir o nome certo, já ganhou a guerra. Não é bem assim”, afirma. Exemplos não faltam. Quando é que imaginaríamos que o nome Itaú (que significa pedra em Tupi-Guarani) seria o líder do setor bancário? Será que os executivos de Marketing da Tigre achavam que este nome significaria sucesso e liderança de mercado? O que dizer então de Flamengo, Gol, Claro, Toddy&#8230; “Nome não quer dizer muita coisa, mas sim o que se constrói ao redor da marca”, diz.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/branding_OMO_materia.jpg" alt=" " width="153" height="135" align="left" /></p>
	<p>Separar a essência da marca de sua aparência é necessário para não cair em armadilhas deste território indefinido chamado Branding. Despreze as primeiras coisas que são ditas pelo seu cliente porque nem sempre o que ele diz é o que ele sente na verdade. “No Sul de Minas Gerais visitei uma casa muito humilde que tinha uma embalagem de OMO do lado de fora. Perguntada sobre o motivo de usar o produto, a consumidora citou algumas qualidades. Mas o seu objetivo era mostrar para a vizinhança que ela não é tão pobre quanto parece”, explica o colunista do Mundo do Marketing.</p>
	<p style="text-align: left;">O poder das marcas fortes é um fator multiplicador. Basta ver as extensões que são lançadas no mercado a cada dia. É cada vez mais comum as marcas se multiplicarem e oferecerem produtos em outras categorias. Porém, é preciso entender e estudar o que o especialista chama de &#8220;gôndola mental do consumidor&#8221;. “Nada mais é do que lançar um produto em uma nova categoria e o consumidor olhar no ponto-de-venda e achar que já existia. Quando o Yakult lançou um shampoo, logo retiraram do mercado porque este tipo de produto não constava na gôndola mental do consumidor”, ensina. Exemplos de sucesso são as extensões das marcas Walita, Tilibra, Capricho e Dona Benta.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/branding_donabenta_materia.jpg" alt=" " width="400" height="293" /></p>
	<p><strong>Tangível X intangível</strong><br />
Para realizar um bom processo de Branding é necessário levar em conta o trabalho de Marketing que faz com que o consumidor busque projetos de felicidade com a marca. Pesquisas mostram que uma marca pode ocupar o espaço de idealização na cabeça do consumidor e fazer com que ele seja visto e aceito como ele gostaria. Outra lição é a busca pelo verdadeiro Brand Equity, ou o valor patrimonial de uma marca.</p>
	<p>Sabe-se que os ativos de uma marca podem ser tangíveis e intangíveis. Já o Brand Equity não pode ser medido pela imagem, personalidade, força ou atração que uma marca exerce. Para se chegar ao denominador comum, Troiano divide o valor da marca (intangíveis) pelo valor real da empresa (tangíveis). Segundo o especialista, a Tam possui valor patrimonial é 2.6 vezes maior que o de mercado. A Natura apresenta 16.6 vezes mais valor intangível do que tangível, por exemplo.</p>
	<p>Com base em pesquisa, Troiano aponta para dados que mostram o valor intangível de marcas em diferentes categorias. Empresas que atuam na área de produtos B-2-B têm 10% a mais de valor de marca enquanto produtos de consumo aumentam em 35%. Produtos com apelo de imagem, como as categorias de cerveja e automóvel, crescem 50% em valor de negócio, perdendo apenas para produtos de auto expressão, ou de Luxo, que ganham 80% mais valor por conta de sua marca.</p>
	<p><strong><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/branding_piramide_materia.jpg" alt="" width="200" height="171" align="left" />Auditoria de marca e poder multiplicador</strong><br />
Para avaliar o nível de aceitação de uma marca é necessário medir sua força. Através de uma pirâmide de auditoria de marca, feita com base em pesquisa da Troiano Consultoria de Marca, é possível ver que os níveis médios de força são de 9% para os idealizadores (os advogados das marcas), 8% dos que têm preferência pela marca e 62% de consumidores que conhecem e se familiarizam com uma marca. Já os que rejeitam representam 14% e apenas 7% dos entrevistados desconhecem a força de marca.</p>
	<p>Nota-se que a maior parte do mercado não tomou decisões definitivas (62%) e, portanto, o espaço para conquista de novos consumidores está aberto. “A auditoria de marca mede a força dela e a sua variação. É preciso medir onde está e onde a sua marca estará após um ano”, aponta Jaime Troiano.</p>
	<p>Uma estratégia de Branding não é só para as marcas que estão nas gôndolas. Assim como qualquer produto de consumo, a marca-mãe, ou a marca das marcas precisa ser disseminada. É o que faz a Unilever, em peças veiculadas em revistas e impressos diversos sobre seu aniversário de 80 anos no Brasil. “A comunicação corporativa que veicula a marca das marcas remete à paternidade, poder de mercado, orgulho, reputação. Assim como as empresas mais prestigiadas publicadas todo ano na revista Época Negócios. Bons caminhos são a responsabilidade social e ambiental, qualidade de produtos e serviços, capacidade de inovação, admiração e confiança, história e evolução”, destaca o palestrante.</p>
	<p><strong>Quando mais é menos</strong><br />
Muito cuidado com processos de fusões, aquisições ou takeovers. Para o Branding, esta pode ser uma das piores armadilhas. Mudar a marca, mesclar a comunicação com a empresa parceira de forma amadora ou desconexa, pode resultar no que Jaime Troiano chama de ‘surubrand’. “É o caso da sobrinha do presidente de uma empresa que se formou em design e propõe mudanças na comunicação visual de uma marca. Ao mudar a logomarca, o cartão de visitas, o layout do site, por menor que seja a mudança, a marca perde sua identidade”, salienta.</p>
	<p>Mostrar como a empresa é do lado de dentro é uma das lições que integram a obra de Jaime Troiano. Normalmente, o número de colaboradores que gostam da empresa em que trabalham é maior do que o de consumidores com o mesmo sentimento. Ao realizar um trabalho de Branding para uma marca de pneus, a Troiano Consultoria percebeu o contrário.</p>
	<p>“Dentro da empresa eram 10% de colaboradores que a defendiam, contra 15% de consumidores. Para que uma marca cresça é fundamental começar a divulgar e treinar as pessoas de dentro e dar a elas um verdadeiro banho de marca”, define.</p>
	<p><strong>Lições para um bom anti-branding</strong><br />
Para completar as lições propostas por Jaime Troiano, o anti-branding aparece para mostrar como não agir para se obter um processo de Branding satisfatório. Reduzir sempre a verba de comunicação e contentar-se com informações que giram apenas dentro da empresa são as primeiras “dicas”. Além disso, mudar constantemente de agência e centralizar a função de gerir a marca apenas ao departamento de Marketing ou de comunicação caminham juntos com a economia que deve ser feita em pesquisas sobre a saúde e a personalidade da marca.</p>
	<p>Outro passo para o anti-branding perfeito é acreditar que o importante é ganhar o prêmio Top Of Mind, achar que a propaganda resolve tudo ou, pelo contrário, não resolve nada, e investir pouco ou quase nada em recursos de design. “Pense no consumidor de classe C e D como se ele fosse um consumidor A/B só que em versão 1.0”, brinca Troiano.</p>
	<p>Seguindo essas determinações, o profissional de Marketing poderá conseguir sua demissão &#8211; ou a quebra da empresa &#8211; em tempo recorde. E por último, o anti-marketing espera que este profissional acredite que as marcas são fortes o suficiente para resistir a tudo isso.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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