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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Marca própria. O consumidor gosta.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[agora as empresas começam a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas próprias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mat&eacute;ria que eu encontrei no &oacute;timo<a rel="nofollow" href="http://falandodevarejo.blogspot.com"  target="_blank"> Falando de Varejo</a>, do amigo Caio.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Estou trabalhando em um projeto que vai incluir uma linha de produtos de marca pr&oacute;pria e achei muito interessante colocar aqui, o ponto de cresimento e de aceita&ccedil;&atilde;o do mercado para isso.</span> </p>
	<p><strong><br />
Pesquisa da Nielsen aponta crescimento de 22% no n&uacute;mero de itens dispon&iacute;veis no varejo</strong></p>
	<p>As chamadas marcas pr&oacute;prias foram criadas por empresas do varejo na d&eacute;cada de 1970 e de l&aacute; para c&aacute; n&atilde;o param de crescer. Se antes o foco era apenas o pre&ccedil;o &mdash; em m&eacute;dia, at&eacute; 30% menores que os das marcas l&iacute;deres &mdash;, agora as empresas come&ccedil;am a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas pr&oacute;prias, desde produtos aliment&iacute;cios a eletroeletr&ocirc;nicos.</p>
	<p>O estudo da Nielsen (www.br.nielsen.com) mostra ainda que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o no Brasil consome produtos de marca pr&oacute;pria e que eles est&atilde;o cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Em 2009, as marcas pr&oacute;prias conquistaram cerca de 18,2 milh&otilde;es de consumidores, o que representa 49,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
	<p>&ldquo;Eu sempre olho o fabricante&rdquo;, conta o microempres&aacute;rio Marco Antonio Domingues. &ldquo;Por exemplo, eu compro sempre o &oacute;leo que uso para a fritura dos salgados em minha f&aacute;brica do Mercadorama ou do Big, que s&atilde;o fabricados pela Bungue, a mesma empresa que faz o Liza&rdquo;, diz.</p>
	<p>Domingues relata ainda que, na casa dele, usa mais produtos ainda de marca pr&oacute;pria, como material de limpeza, sorvetes, etc. &ldquo;O custo benef&iacute;cio &eacute; sempre mais interessante&rdquo;, conta. O microempres&aacute;rio, no entanto, n&atilde;o dispensa a pesquisa de pre&ccedil;os. &ldquo;As vezes, nas promo&ccedil;&otilde;es vale a pena comprar os produtos de marcas conhecidas&rdquo;, resume.</p>
	<p>Um estudo da Nielsen revelou que em 2009, houve um crescimento de 7% no faturamento em rela&ccedil;&atilde;o a 2008 o autosservi&ccedil;o. S&oacute; no setor supermercadista o faturamento chegou a R$ 158,5 bilh&otilde;es no ano passado.</p>
	<p>As categorias de marca pr&oacute;pria com maior faturamento, de acordo com o estudo da Nielsen, foram: leite ass&eacute;ptico, &oacute;leo vegetal e azeite, papel higi&ecirc;nico, arroz, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e biscoitos, feij&atilde;o, p&atilde;es e bolos, iogurtes e panetones. Juntas elas somaram R$ 786,9 milh&otilde;es em vendas no autosservi&ccedil;o.</p>
	<p>&ldquo;Esses dados mostram que, entre junho de 2008 e julho de 2009, no auge da crise, o segmento de marcas pr&oacute;prias cresceu&rdquo;, afirma Neide Montesano, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Marcas Pr&oacute;prias e Terceiriza&ccedil;&atilde;o (Abmapro) &mdash; (http://www.abmapro.org.br/).</p>
	<p>O grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car foi um dos primeiros a lan&ccedil;ar itens de marca pr&oacute;pria no Brasil em 1970. Em 2006, foi lan&ccedil;ada a Taeq, a &uacute;nica marca de bem-estar do varejo brasileiro. At&eacute; o final do ano, a linha receber&aacute; investimentos de R$ 10 milh&otilde;es para desenvolvimento de novos produtos.</p>
	<p>A Taeq tem um universo amplo que envolve cinco pilares de atua&ccedil;&atilde;o: Nutri&ccedil;&atilde;o, Org&acirc;nico, Casa, Esporte e Beleza. O portf&oacute;lio inclui mais de 1400 itens. No ano passado, o faturamento de Taeq registrou crescimento de mais de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007 e a previs&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero seja ainda melhor em 2009. Em maio de 2008, lan&ccedil;ou Qualit&aacute;, uma solu&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para o dia a dia que pode ser encontrada nos supermercados do Grupo. Ao longo desse ano dever&atilde;o ser introduzidos mais de 300 produtos.</p>
	<p><strong>Setor investe tamb&eacute;m em eletr&ocirc;nicos</strong></p>
	<p>No Walmart, em todo o Brasil, h&aacute; hoje mais de 12.000 itens de marca pr&oacute;pria, entre a &aacute;rea de alimentos e n&atilde;o-alimentos, incluindo a linha de eletroeletr&ocirc;nicos e t&ecirc;xteis (moda feminina, masculina, infantil e cama, mesa e banho). Os pre&ccedil;os s&atilde;o, em m&eacute;dia, 25% mais baixos que os das marcas l&iacute;deres.</p>
	<p>O mix envolve desde alimentos, como feij&atilde;o e a&ccedil;&uacute;car, a artigos de higiene e limpeza, como papel higi&ecirc;nico e amaciante, al&eacute;m de roupas e eletroeletr&ocirc;nicos. &ldquo;Estamos sempre analisando o mercado e procurando ampliar cada vez mais o mix dos produtos de marca pr&oacute;pria&rdquo;, explica Julia Pettini, diretora de Marcas Pr&oacute;prias do Walmart Brasil.</p>
	<p>O Walmart Brasil possui at&eacute; o momento 25 marcas pr&oacute;prias, sendo que a &uacute;ltima linha, de produtos saud&aacute;veis e nutritivos, foi lan&ccedil;ada em julho deste ano. Segundo Julia, &ldquo;s&atilde;o os esfor&ccedil;os voltados a oferecer qualidade e pre&ccedil;o acess&iacute;vel aos consumidores que garantem a credibilidade e fidelidade dos clientes, na compra dos itens de marca pr&oacute;pria&rdquo;. Carrefour &mdash; A rede francesa Carrefour disp&otilde;e de produtos marca pr&oacute;pria em diversos segmentos: alimentar, eletr&ocirc;nico, automotivo, vestu&aacute;rio, cama, mesa e banho, utilidade dom&eacute;stica, decora&ccedil;&atilde;o, pet, bebidas, entre outros. Ao todo s&atilde;o 1.400 itens segmentados.</p>
	<p>A Linha Viver &eacute; uma marca de produtos saud&aacute;veis composta por mais de 290 produtos, distribu&iacute;dos em seis categorias &ndash; light, diet, org&acirc;nicos, funcionais, &agrave; base de soja e zero. Eles t&ecirc;m a chancela da reconhecida qualidade Carrefour, pre&ccedil;os entre 15% e 30% mais baixos dos que os l&iacute;deres de mercado.</p>
	<p>A Garantia de Origem &eacute; um programa desenvolvido mundialmente pelo Grupo Carrefour que estabelece um padr&atilde;o de exig&ecirc;ncia e entrega de nossos produtos em n&iacute;veis al&eacute;m daqueles definidos pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. O G.O. faz parte do posicionamento da empresa de investir em produtos de qualidade diferenciada aos seus clientes, como: frutas, legumes, peixes, frutos do mar, carnes, aves, gr&atilde;os, cereais, leite, queijo e ovos;</p>
	<p><strong>J&aacute; em Bazar h&aacute; duas linhas:</strong></p>
	<p>A Casa &amp; Deco &eacute; a marca pr&oacute;pria do Carrefour para presentes, m&oacute;veis, aparelhos de jantar, jogos de panelas, inclusive de inox, faqueiros, utens&iacute;lios de cozinha e cutelaria. Com design diferenciado, os produtos se caracterizam pela alta qualidade e pre&ccedil;o baixo. Em m&eacute;dia, s&atilde;o 10% mais baratos do que os das marcas l&iacute;deres</p>
	<p>A Jardim &amp; Deco &eacute; uma linha completa de m&oacute;veis para jardim, varanda e piscina, com 80 refer&ecirc;ncias em m&oacute;veis, entre sof&aacute;s, mesas, cadeiras, carrinho-bar, ombrelone suspenso, banco e banqueta. H&aacute; m&oacute;veis em quatro op&ccedil;&otilde;es de materiais: madeira, bambu, ratan sint&eacute;tico e alum&iacute;nio.</p>
	<p>A Top Life &eacute; uma marca voltada para produtos de esporte e lazer, como: linha de futebol (bolas, luva de goleiros, bomba de encher pneu), acess&oacute;rios para muscula&ccedil;&atilde;o, linha de t&ecirc;nis de mesa (raquete, bolinha de ping pong), entre outros.</p>
	<p>A Top Bike &eacute; uma linha de bicicletas (masculino, feminina e infantil) e acess&oacute;rios para a pr&aacute;tica deste esporte, como capacete, luva, bomba, buzina, acess&oacute;rios de freio, entre outros.</p>
	<p>No setor t&ecirc;xtil a Tex &eacute; uma marca voltada para a categoria T&ecirc;xtil, com produtos voltadas para vestu&aacute;rio, moda int&iacute;ma e cama, mesa e banho.E no segmento de eletro, a First Line &eacute; uma linha de produtos focado em tecnologia com excelente custo x benef&iacute;cio. Produtos de inform&aacute;tica que possuem o objetivo de ter sempre o melhor pre&ccedil;o.</p>
	<p>Foram lan&ccedil;adas mais de 400 produtos de diversas categorias Alimentar, Higiene, Limpeza, Perfumaria, Seca (Mercearia), Liquida, PAS (Refrigerados e Congelados) e Perec&iacute;veis (A&ccedil;ougue, Peixaria, Frutas Verduras e Legumes, Salsicharia e Padaria). Para 2010 a expectativa &eacute; aumentar ainda mais o n&uacute;mero de itens.</p>
	<p>Fonte: AE</p>
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		<title>Brasil. Um país sem marca?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 15:42:55 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Não é a primeira vez que esse tema é destacado não é&#8230; Mas, a questão vai ficando cada vez mais importante e cada vez mais apavorante para a indústria nacional, neste tempos em que TUDO é marca. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não existe um cuidado do governo com a &#8216;marca&#8217; Brasil. Nenhum trabalho para auxiliar a indústria nacional em relacionar seus produtos com uma marca forte do país, uma marca que denote &#8216;origem&#8217; e valorize o produto nacional. Não. O governo &#8216;gosta&#8217; dessa posição de fornecedor de commodities. E a indústria também não se preocupa em investir em ações que modifiquem esse posicionamento do governo. E vamos indo&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura.</span></p>
	<p>O Brasil tradicionalmente se orgulha de ser um grande exportador de commodities. Somos campeões mundiais em exportação de minério de ferro, de café, de carnes, de suco de laranja, etc.. Mas e as nossas marcas? Temos marcas fortes no exterior? Como a nossa identidade de país afeta os nossos produtos nos mercados consumidores? Esta questão é preocupante, pois marcas fortes ajudam a gerar valor para as empresas e neste caso para o país, também.</p>
	<p>Recentemente analisei as embalagens de sucos de laranja americanos e vi que a maioria deles aponta em seus ingredientes a procedência dos sucos do Brasil. De fato, somos os maiores fornecedores desta categoria para os Estados Unidos. Mas infelizmente não existe nenhuma marca brasileira concorrendo neste importante mercado. Qual o risco desta situação?</p>
	<p>Amanhã, se as empresas americanas acharem um produtor de suco de laranja mais barato, podem trocar o nosso produto. E o consumidor americano como fica? A vida dele continuará tranquila, ele nem perceberá a mudança, pois afinal somos apenas ingredientes. Este consumidor se relaciona com as marcas que transmitem valores e a própria garantia de qualidade. O problema maior será para os milhares de produtores rurais e os trabalhadores das empresas processadoras que podem ficar sem este importante mercado.</p>
	<p>Uma boa estratégia de Branding para setores da economia ajuda a obter preços superiores, também. O Brasil, considerado a terra do café, não obtém os mesmos níveis de preços do Café da Colômbia. Comparando produtos no mesmo nível de qualidade, os grãos colombianos atingem na média, um premium de 15% em relação ao produto brasileiro. Mas enquanto valorizamos ser o maior, a Colômbia trabalhou um posicionamento de ser o melhor café do mundo.</p>
	<p>Dentro de sua estratégia de Branding, criou um personagem que sintetiza o seu diferencial, o camponês Juan Valdez, representando todos os camponeses colombianos, seu cuidado, carinho no cultivo e colheita dos grãos de café. Vale a pena mencionar que o Brasil é o grande exportador de grãos de café, mas quem lidera as exportações de produto industrializado (com marcas que agregam valor) é a Alemanha, apesar deste pais não produzir um grão sequer em seu território.</p>
	<p>Estes exemplos mostram que a questão das marcas é cada vez mais estratégica, com grandes implicações sociais e exige uma ação planejada das empresas, das entidades setoriais e do Governo Federal através da APEXBRASIL (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). E como a marca Brasil é percebida no exterior? Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, em pesquisa realizada pela McCann em 2002, existem cinco pilares que refletem o imaginário do Brasil no exterior: a Natureza exuberante, as Praias, o Futebol, a Musicalidade e a Sexualidade.</p>
	<p>Para algumas categorias de produtos exportáveis, estes elementos da marca Brasil são interessantes. Não é a toa, que o setor de Moda tem obtido um lugar de destaque, pois a energia criativa brasileira contida nestes elementos ajuda a popularizar marcas de biquínis, moda praia e casual. Mas o Brasil tem empresas de tecnologia em que é necessário um trabalho muito grande para vencer resistências, como por exemplo: marcas de aviões, de biotecnologia e de bancos, entre outras.</p>
	<p>A Embraer sempre contou com  produtos de qualidade, mas teve que agregar uma série de serviços e suporte aos clientes para se diferenciar dos concorrentes e minimizar as inseguranças dos compradores. Foi um trabalho árduo de convencimento e persistência para driblar uma percepção que o país do samba e do futebol também poderia ser um player importante em tecnologia.</p>
	<p>Voltando às imagens do Brasil, a sexualidade é um elemento muito presente no imaginário das pessoas e recentemente vi um exemplo de como empresas estrangeiras se apropriam de estereótipos para vender produtos com um “posicionamento brasileiro”. O produto é a cachaça CABANA. Esta bebida é produzida no Estado de São Paulo e é importada pelo empreendedor americano Matti Antilla desde 2006, que viu uma oportunidade de lançar uma cachaça super premium para concorrer com outras bebidas nos Estados Unidos.</p>
	<p><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/artigo_marca_brasil.jpg" alt=" " width="337" height="457" align="right" />Em seu site <a href="http://www.cabanacachaca.com/" >http://www.cabanacachaca.com</a> (“visit cabanas for more footage”) os leitores poderão ver como o imaginário de sexualidade do Brasil é utilizado para vender esta cachaça no mercado norte-americano e inglês&#8230; Ao lado, envio um exemplo dos anúncios criados recentemente publicados com o slogan “Authentically Brasilian”, escritos desta maneira mesmo, com “s”.</p>
	<p>Esta campanha reforça as imagens que os estrangeiros têm do Brasil e podemos entrar em uma grande discussão se “Sexo” ajuda a vender produtos, mas o nosso objetivo aqui é mostrar que se os produtores brasileiros não cuidarem do seu Branding, outros agentes irão construir suas marcas nos mercados consumidores, reforçando as imagens estereotipadas do país. Esta situação pode afetar uma série de indústrias que terão muito mais trabalho para convencer seus clientes que o Brasil é um país sério, negando a famosa afirmação que teria sido dita pelo Presidente francês Charles De Gaulle.</p>
	<p>O Brasil deve agregar novos elementos à sua marca país. Tudo bem termos sexualidade, futebol, praia, natureza exuberante e musicalidade. Mas que tal formatar a criatividade, a flexibilidade, a cortesia e a inovação como elementos novos em um mundo que aspira por isto. Falamos muito de mulatas, ronaldos, favelas, mas não podemos ficar presos só a isto. O Brasil pode construir marcas que agreguem muito mais, basta utilizar um dos seus principais ativos: imaginação.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Julio Moreira</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
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