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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Design via BNDES!</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:16:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em breve, micro, pequenas e médias empresas poderão usar o Cartão BNDES para contratar serviços de design. O anúncio foi feito nesta terça-feira (3) durante o Fórum de Políticas Governamentais realizado na Brazil Design Week]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #808080;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=25L3c3ha8" alt="" />Sem dúvida, ótima notícia.<br />
Peguei agora, via tweet do <a href="http://www.twitter.com/Design_BR"  target="_blank">@Design_BR</a>.</span></p>
	<p><span style="color: #808080;">Vamos ver quais serão estes &#8216;critérios que transmitem confiança&#8217;. Esperemos que, não sejam faturamento, número de funcionários e outras &#8216;evidências&#8217; econômicas de que trata-se de uma &#8216;empresa sólida&#8217;. Esperemos que estes critérios sejam associados a reais valores do design. Como projetos desenvolvidos, multidisciplinaridade da equipe, experiência em áreas específicas, portifólio, até mesmo recomendações de clientes atendidos&#8230;</span></p>
	<p>Em breve, micro, pequenas e médias empresas poderão usar o Cartão BNDES para contratar serviços de design. O anúncio foi feito nesta terça-feira (3) durante o Fórum de Políticas Governamentais realizado na Brazil Design Week &#8211; evento que acontece até sexta-feira (6) na Fecomercio, em São Paulo, com o tema central “Inovação e Negócios”.</p>
	<p>Luciano Deos, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), acredita que a iniciativa anunciada hoje triplique o faturamento das empresas do setor em três anos. O Cartão BNDES existe desde 2003 e, em setembro de 2009, estendeu seus benefícios para serviços tecnológicos, como design, modelagem de produto e desenvolvimento de embalagem. Só que havia uma condição: os serviços deveriam ser executados por instituições científicas e de tecnologia reconhecidas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia. A segunda fase, agora anunciada, prevê o início do estudo em parceria com a Abedesign para definição de critérios de credenciamento das empresas brasileiras do setor. “Precisaremos do aval da entidade para montar critérios que transmitam confiança de que as empresas cadastradas são realmente sérias”, afirmou Rodrigo Matos Bacelar, chefe de Operações de Internet do BNDES.</p>
	<p>Atualmente, mais de 200 mil empresas brasileiras com faturamento até R$ 60 milhões por ano possuem o Cartão BNDES. Diferente de um cartão de crédito tradicional, esse produto não tem tarja magnética e serve para uso exclusivo no portal <a href="http://www.cartaobndes.gov.br/" >www.cartaobndes.gov.br</a>. Além da simplicidade e da agilidade na concessão de crédito, outra vantagem é a baixa taxa de juros: 0,97% ao mês. O limite máximo é de R$ 500 mil por cartão.</p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveitando o assunto, &#8216;eu tive um sonho&#8217;!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Sonhei que uma entidade de design, uma entidade interessada em divulgar e promover o design, iniciaria nesse 5 de novembro, dia do designer, uma grande campanha educativa e informativa. Com comerciais, folhetos, outdoors, vinhetas em cinema e na tv, paginas inteiras nos jornais, encartes nas principais revistas, hot site na internet&#8230; Campanha voltada a ensinar o que se deve esperar do designer, como ele trabalha, como ele pode ajuda-lo a resolver seus problemas e desenvolver produos, serviços, soluções!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Uma campanha destinada e mostrar as pessoas, que designer não é desenhista, nem artista. Que designer não faz arte, ou &#8216;coisinhas bonitas&#8217;, que designer não &#8216;resolve aí no photoshop&#8217;, que designer não é aquele que não precisa de prazo e faz tudo da noite para o dia&#8230; Que designer não é quem faz &#8216;logomarca&#8221;, ou que faz uns loguinhos&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Designer projeta, planeja, cria, encontra saídas, encontra soluções. Conceitua. Cuida da sua marca. Faz com que ela cresca, ganhe valor e que esse valor seja reconhecido nos seus produtos e nos seus serviços. Faz sua empresa se destacar, crescer, aparecer. Design ajuda a economizar, reduz custos, trabalha com orçamentos reduzidos, ocupa pouco espaço e mesmo assim proporciona evolução. Ajuda a atingir e ultrapassar metas!<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas creio que isso foi só um sonho&#8230; talvez pelo dia de amanhã.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href=" http://revistapegn.globo.com"  target="_blank">Revista PEGN</a> e <a rel="nofollow" href="http://designbr.ning.com"  target="_blank">Design_BR</a></span><br />
</span>
</p>
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		<title>Valor das Marcas e Marcas de Valor</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:43:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=7eAf05z85" alt="" />Uma jóia de texto!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Novamente, estou repetindo a referência &#8211; &#8216;culpa&#8217; da competência&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que podemos entender esse ranking como um ranking que interpreta os consumidores 2.0, contra os rankings tradicionais que são voltados aos consumidores 1.0.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveito e repito para todos, a pergunta que fiz outro dia no twitter para o @douglasmerighi&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que o consumidor 1.0, se importa em ser tratado como consumidor 2.o? Será que ele deixa de comprar por isso? Ou será que ele vai gostar de experiência?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro que a &#8216;resposta certa&#8217; seria depende&#8230; por que depende do perfil desse consumidor 1.0. Ele pode ser &#8216;tão&#8217; 1.0 a ponto de não gostar, no primeiro contato de ser tratado como 2.0. Mas, em curto prazo, a diferença na experiência é por si só &#8216;fidelizadora&#8217;. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O que tem haver, valor da marca com experiência do cliente?<br />
Melhor ler o texto&#8230;</span></p>
	<p><strong>O que é uma marca valiosa? PSFK traz um novo ponto de vista</strong></p>
	<p>Em agosto de 2009, o portal de conteúdo inovador e vanguardista norte-americano PSFK (www.psfk.com), representado pela Mandalah na América Latina, publicou um ranking intitulado “Marcas do Bem de 2009”. O relatório foi uma resposta direta aos rankings tradicionais do mercado, que avaliam o valor do negócio junto com uma estimativa do valor da marca, sem levar em consideração outros valores, como o sócio-ambiental por exemplo, que as mesmas deveriam agregar para a sociedade como um todo.</p>
	<p>Convictos de que a nova era pós-crise exige um novo modelo mental mais holístico e humano, quesitos como inovação de valor, responsabilidade ambiental (tanto no processo produtivo como no consumo e na reutilização e/ou descarte) e engajamento social (o quanto a marca contribui para avanços reais na sociedade) determinaram o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.</p>
	<p>A Google, que se posiciona na liderança do ranking, é conhecida por todos pela revolução causada no mundo do “search” online. Estimula que seus colaboradores dediquem 30% de seu tempo para projetos individuais (que a própria empresa eventualmente patrocinaria),  garantindo um fluxo constante de novas idéias, proporcionando que idéias como o Orkut floresçam, por exemplo. O baixo custo de sua distribuição, por ser online, permite que a empresa se estenda para outras áreas de interesse comum, como saúde, telecom, software, notícias e publicidade.</p>
	<p>Em segundo lugar vem a Apple, que veio para mostrar que forma não precede função, mas que forma é função, através de produtos que contém uma relação simbiótica entre usabilidade e design. Sua colocação é reforçada por uma experiência de compra única, através das Apple Stores, que somam à experiência de compra de produtos a pedagogia, entretenimento, relacionamento e acessibilidade num mesmo lugar. A marca também responde a críticas de não ser sócio-ambientalmente responsável tornando os critérios para o cálculo de emissão de carbono mais rigorosos, mostrando a importância de quantificar as emissões tanto na produção do produto quanto no seu uso, desbancando os números insuficientes oferecidos por empresas como a DELL e a Oracle, que se restringiam apenas à produção. Tudo isso com o endosso do Media Lab da MIT (Massachusetts Institute of Technology), responsável pelo rastreamento.</p>
	<p>A Zipcar, à primeira vista, parece ser mais uma empresa de aluguel de carro, porém o que ela oferece é de fato uma nova forma de enxergar sua relação com o uso e a propriedade de um carro, inclusive contento opções elétricas em sua frota.</p>
	<p>A GOOD Magazine, editora de conteúdo e eventos, famosa pelo portal e pela revista com circulação crescente nos EUA, se destaca principalmente por trazer um senso crítico à inovação, investigando o bem que uma novidade traz à humanidade e garantindo que o número de vendas não seja o único determinante de uma boa idéia. O seu uso magistral de infographics, nova tendência em design para facilitar a assimilação de conteúdos complexos, também a põe na vanguarda da inovação que visa o bem, fazendo com que o conteúdo seja ilustrado de forma visual, o que facilita a compreensão e usabilidade da informação. Por fim, o valor da assinatura da revista GOOD é integralmente revertido em doações para ONGs de todo o mundo, o que acaba sendo um jeito mais transparente e personalizado de engajar o leitor com as causas almejadas pela marca.</p>
	<p>Tanto o Facebook quando o Twitter (6º e 8º colocados, respectivamente), populares e populosos endereços de internet, continuam no holofote das discussões sobre relações sociais de “real-time” e a dimensão cada vez mais interativa e virtual que estão tomando. Um ponto de atenção que alarma os gestores ainda não foi totalmente solucionado e é pauta estratégica: como garantir que, com aumento de popularidade, adesão de novas pessoas físicas e jurídicas (já que as marcas entraram na onda e estão tentando, por todas as vias, garantir seus espaços nesse meio ambiente comunitário), um conteúdo útil, irreverente ou que entretenha seja mantido, enquanto questões de segurança, privacidade e combate ao spam ainda são estudados. O falecido Second Life que sirva de lição!</p>
	<p>Voltemos ao ranking, para a 9ª colocada, a empresa sueca Ikea, que fabrica móveis com uma equação custo-benefício invejável, apresentando uma série de inovações que facilitam o acesso dos clientes às suas lojas, com ativações diferentes em cada país: na Dinamarca, um programa de compartilhamento de bicicletas, na França, o mesmo com veículos e, nos Estados Unidos, mais especificamente em Nova York, uma balsa coletiva! Torçamos para uma Ikea chegar um dia no Brasil, com a mesma intenção.</p>
	<p>É possível ficar horas pensando em lições positivas, idéias que surgem a partir de cases como estes, benchmarks que podem mudar a forma de agirmos e reagirmos ao consumo. Se é possível destacar inspirações pontuais de tudo isso, abaixo estão listados alguns highlights:</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Utilidade </strong>– Deixe de focar apenas no seu produto ou serviço. Sua marca, estratégia, produto, ou o que quer que seja, faz parte de algo maior. Então, reconheça o eco-sistema no qual eles se inserem e atue a favor dele.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">-<strong> Experimentação constante</strong> – Inovação não é um fim, é um processo, um meio de agir. Busque sempre expandir sua área de atuação, saia da zona de conforto e arrisque, com ousadia, mas sem esquecer a responsabilidade.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Design </strong>– Estética é cada vez mais importante e, cada vez menos, pelas questões meramente visuais. Algo bonito só é eficiente se funciona bem, e por mais tempo.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Comunidade </strong>– Ninguém vive em um vácuo (ou, pelo menos, ninguém deveria viver assim). Compartilhe sua marca com as pessoas e permita que elas contribuam na evolução dela, promovendo co-criação, e progressos que o Open Innovation pode trazer.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Mude de modelo</strong> – Pós-crise significa novos olhares. Saia da inércia e coloque, sempre, as pessoas como o foco, pensando em novos modelos de negócio para atendê-los. Quem vende e quem compra, é gente.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Além do anúncio de 30”</strong> – Nenhuma das marcas elencadas registram altos níveis de publicidade tradicional mas, ao invés, focam em formas mais efetivas (e otimizadas em termos de ROI) de criar um elo sustentável com as pessoas. Insista e invista em novos canais para novas mensagens, para quebrar o padrão obsoleto da publicidade atual.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Prioridades sócio-ambientais</strong> – Inovações que geram lucro não são necessariamente sustentáveis do ponto de vista sócio-ambiental. Precisamos tentar encontrar, como gestores e consumidores, a fórmula que equaciona bem lucro e sustentabilidade, de uma vez por todas.</p>
	<p style="text-align: left; ">O relatório de nosso amigo Piers Fawkes, da PSFK, pode não ter ilustrado capas de revistas de negócios como outros tantos rankings, mas sua circulação no blogosfera demonstra a eminente necessidade de mudarmos os critérios pelos quais avaliamos marcas e o papel que elas exercem na sociedade. Na Mandalah, a letra “h” no final do nome representa este novo olhar, com foco no ser humano, nas pessoas e nas necessidades que elas têm para trazer mais qualidade e felicidade para suas vidas, entendendo e assumindo que somos seres em estado de evolução, que precisam ser compreendidos com mais carinho e atenção, ao invés de sermos estatisticamente julgados por nosso poder de compra.</p>
	<p>O que fica? Mais do que uma nova visão sobre o valor que uma marca gera e detém, a propulsão para que profissionais de marketing exerçam seu poder com mais sensibilidade e considerem movimentar mercados e formar cultura, para pessoas, e não só para clientes.</p>
	<p style="text-align: right; "><em>Lourenço Bustani</em> e <em>Igor Botelho</em></p>
	<p style="text-align: right; ">
	<p style="text-align: left; ">Fonte:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Inovar, inovar, inovar, inovar, inovar&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:18:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estamos vivenciando a maior revolução que a humanidade já passou. A mudança de um mundo onde a riqueza é baseada no fazer coisas, para um mundo onde a geração de riquezas está baseada no pensar, servir e aprender. O escritor Alvin Toffler já abordava o assunto na década de 70. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A última vez que o mundo foi desenhado, fato que ocorreu durante a revolução industrial, mudamos praticamente tudo, a maneira como trabalhamos, moramos, comemos, o nosso lazer, transporte, como educamos nossos filhos, e etc. Tudo isto foi feito, mas esquecemos de um pequeno detalhe: o meio ambiente. Agora, com a evolução da tecnologia e do modelo de produção, estamos redesenhando tudo novamente. Desta vez, mais atentos ao meio ambiente, pois estamos aprendendo que os recursos são finitos e precisam ser cuidados.</p>
	<p>Estamos vivenciando a maior revolução que a humanidade já passou. A mudança de um mundo onde a riqueza é baseada no fazer coisas, para um mundo onde a geração de riquezas está baseada no pensar, servir e aprender. O escritor Alvin Toffler já abordava o assunto na década de 70.</p>
	<p>Inúmeros sinais dessa mudança já estão presentes na nossa sociedade. Até pouco tempo atrás, quando consumidores usavam um produto ou serviço que não funcionava bem, achavam que o problema estavam neles, que não eram inteligentes o suficiente para operar um aparelho ou entender um serviço. Hoje, os consumidores não pensam mais assim. Agora acham que a culpa é do produto ou serviço, que o problema está na empresa. Parece uma simples transferência de culpa, mas o impacto desta mudança é fundamental. A sociedade tem mais acesso a informações e está cada vez mais conectada. Nossa tecnologia é cada vez mais mutável e produz novidades em uma velocidade nunca antes vista.</p>
	<p>A única certeza é de que a regra do jogo mudou. As velhas fórmulas não funcionam neste novo contexto. O sistema está se auto-alimentando e exigindo monitoramento e respostas quase que instantâneas. Organizações e pessoas estão sem saber como agir.</p>
	<p>Em meio a essa extrema competição, quem não for capaz de se reinventar, de mudar tão rápido quanto o contexto, de encontrar novas fontes de lucro antes das existentes se acabarem, ficará obsoleto. Empresas realmente não têm escolha, precisam inovar. Inovação é o que cria diferenciação, que é a mesma coisa que se distancia da concorrência. Inovar está ligado à criação de algo novo que se torna amplamente adotado. A linha que demarca o que é inovador ou não, é sem dúvida, a aceitação dos consumidores.</p>
	<p>Apenas falar sobre inovação não faz com que inovação aconteça. Inovação é o fruto de um processo que requer todo um complexo ecossistema. Uma boa analogia é o plantar. Inovar requer sementes, que seriam as mentes das pessoas onde todas as conexões acontecem. Requer uma liderança atenta em criar condições certas, o solo fértil, a cultura certa, para que as inovações brotem. Assim, como em agricultura não conseguimos garantir que iremos ter safra, em inovação não existem garantias, há dias de sol e dias de chuva. Não existem fórmulas. Em meio a tudo isso, é preciso pensar a oferta e demanda de inovação. Qualquer agricultor sabe que precisa plantar a próxima safra.</p>
	<p>Cada vez mais é preciso que os processos de inovação funcionem a todo vapor. Quem tiver uma boa idéia hoje e não implementar logo, corre o risco de ser passado para trás pela concorrência, que agora é global. Porém, muitas organizações enfrentam problemas, não porque os competidores foram melhores, mas porque elas erradamente acreditam em mitos. Coisas do tipo, inovação é apenas para quem trabalha com alta tecnologia ou inovação é apenas para empresas de grande porte. E assim, não plantam e, por isso, não colhem.</p>
	<p>Inovar é pensar e criar o futuro. Requer mudanças, provocar mudanças e gostar de mudanças. A novidade é saber navegar nesta complexidade sem se perder. Há várias opções para as organizações que desejam se preparar para inovar sistematicamente. Algumas empresas brasileiras estão fazendo exatamente isso, montando laboratórios de inovação, investindo em novas metodologias e ouvindo opiniões externas. Mesmo em tempos difíceis, alguns sabem que precisam investir nas questões “para quem fazer”, “o que fazer” e “por que fazer” e não apenas com a questão “como fazer”. Frente esse cenário, uma única coisa é certa, apenas as organizações que estão plantando e preparando o terreno hoje, vão colher inovações amanhã.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Charles Bezerra</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Cada mídia, uma visão.</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 13:01:29 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Pesquisa feita pela E-Life analisou nos mecanismos de busca os produtos das quatro marcas mais lembradas pelo estudo Top of Mind 2008, realizado pelo Datafolha. Foram analisados os sites Google e Yahoo, em 10 categorias: aparelho de telefone celular, aparelho de TV, banco, carro, cartão de crédito, companhia aérea, computador e acessórios, operadora de telefonia celular, seguro e supermercado.</p>
	<p>Os resultados foram classificados em quatro tipos de mídia: sites corporativos, de compra e venda, mídias geradas pelo consumidor (serviços de mídias sociais, sites de reclamação) e mídias jornalísticas,</p>
	<p>Os sites corporativos ainda recebem a maioria dos resultados da primeira página, no caso de seguros (69%), operadoras de celular (60%) e bancos (86%). Os sites de compra dominam os resultados para companhias aéreas (60%) e eletrônicos, como celulares (54%), aparelhos de TV (63%) e computador e acessórios (57%).</p>
	<p>As mídias geradas pelo consumidor representam um percentual importante dos resultados em categorias como cartão de crédito (37%), carro (26%) e computador e acessórios (22%). Os sites de informações e notícias têm menor participação na primeira página de resultados de buscas. Este tipo de mídia aparece em maior percentual somente na busca por marcas da categoria supermercado.</p>
	<p>O estudo ainda mostra que, em algumas categorias, como a dos cartões de crédito, as redes sociais ou mídias geradas pelo consumidor aparecem em peso na primeira página de resultado dos buscadores, o que demonstra que a opinião de outros consumidores podem influenciar aqueles que ainda estão no momento pré-compra. “Mesmo os internautas que não são participantes ativos nas mídias sociais podem ser influenciados por elas, fazendo uma simples busca”, comenta Alessandro Barbosa Lima, diretor da E.Life. A analise foi apresentada durante o ProXXIma, evento sobre comunicação digital realizado em São Paulo no início do mês.</p>
	<p>Fonte: Consumidor Moderno
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Mais empregos. Mais renda. A classe média cresce&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:00:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[a quantidade de gente trabalhando em 2008 aumentou em quase 3% na comparação com 2007. o percentual de brasileiros com 40 anos ou mais passou de 34% da população, enquanto o de crianças e jovens até 14 anos baixou de 25,5% para 24,7%. O rendimento médio real do trabalho das pessoas ocupadas chegou a R$ 1.036, apenas 1,7% maior que o apurado em 2007.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[PNAD mostra país com mais emprego e renda e uma classe média que progride

Foram divulgados hoje de manhã os resultados da PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, que é o mais amplo retrato da população brasileira do ponto de vista de renda, consumo, trabalho, educação e acesso a serviços de infraestrutura, entre outras coisas. Foram entrevistados mais de 390 mil pessoas em 150 mil domicílios de todo o país.

Vale dizer que essa pesquisa foi realizada em setembro de 2008, logo no comecinho da crise, quando nós brasileiros surfávamos o pico da onda de prosperidade. Só para lembrar, o PIB desse 3o trimestre que se encerrou em setembro de 2008 foi de 6,8%. Ou seja, voávamos em céu de brigadeiro.

A pesquisa mostra que a quantidade de gente trabalhando em 2008 aumentou em quase 3% na comparação com 2007. Melhor ainda – mais dois milhões de pessoas conseguiram emprego com carteira assinada. Mesmo assim, apenas pouco mais de 1/3 dos nossos trabalhadores estavam registrados na época da pesquisa, o que ainda é muito pouco. O lado cruel dessas estatísticas é o que mostra que cerca de 4 milhões e meio de crianças e adolescentes trabalham em nosso país, sendo que quase 1 milhão delas tem entre 5 e 13 anos de idade. A maioria dessas crianças trabalha no campo.

Por outro lado, aumentou a quantidade de brasileiros com mais de 50 anos na ativa. Isso é conseqüência direta do envelhecimento da população brasileira. Basta dizer que o percentual de brasileiros com 40 anos ou mais passou de 34% da população, enquanto o de crianças e jovens até 14 anos baixou de 25,5% para 24,7%. No Sul e no Sudeste o percentual de quarentões, cinqüentões, sessentões etc sobe para 38%. Para desespero das moças devemos avisar que o Brasil continua sendo habitado menos por homens do que por mulheres. Os rapazes somam 48,7% e as moças 51,3%.

O rendimento médio real do trabalho das pessoas ocupadas chegou a R$ 1.036, apenas 1,7% maior que o apurado em 2007. Para efeito de comparação, essa elevação tinha sido de 3% entre 2006 e 2007 e de 7,2% entre 2005 e 2006. Mas a concentração continua alta &#8211; os 10% dos trabalhadores mais bem remunerados no Brasil detém quase 43% de todos os rendimentos. Não é a toa que as marcas ainda dependem de um grupo bem pequeno de consumidores para vender seus produtos de maior valor agregado. Por outro lado, a renda familiar, que é a soma de todos os ganhos de todos os membros da família, essa subiu quase 3% e chegou a 1.915.

É com essa renda e com a ajuda do crédito que os brasileiros seguem equipando suas casas. Alguns números impressionam. De 2007 para 2008, mais 4,4 milhões de domicílios passaram a ter algum telefone em casa, sendo que quase 4 milhões desses compraram apenas um telefone celular. Hoje 82% dos lares brasileiros tem telefone e perto de 38% deles conta exclusivamente com o celular. Tem mais – 98% das casas brasileiras possuem fogão, 92% geladeira, 41,5% máquina de lavar, 95% televisão, 89% rádio. Mas o destaque foram os computadores. Em setembro do ano passado 31% dos nossos domicílios possuíam um computador e quase 24% tinham acesso à internet. Em 2007 esse percentual era de 20%. Consumidores conectados, todo mundo sabe, pesquisam mais os preços, trocam informações e quando são mal tratados botam a boca no trombone virtual.

Sobre habitação – 74% dos 57 milhões e 600 mil domicílios brasileiros são próprios e apenas 16% são alugados. Mas tudo indica que o setor imobiliário vai mesmo crescer, especialmente na classe média brasileira. No ano passado o percentual de imóveis em aquisição já tinha passado de 4% e o número médio de moradores por domicílio continua caindo. É gente que mora com os pais ou sogros e que agora corre atrás do sonho da casa própria. Detalhe interessante – o percentual de casas com apenas um morador subiu de 11,5% para 12% e no Sul e Sudeste chega perto de 13%.

Para terminar, alguns dados preocupantes. Apesar de tantos avanços materiais, o percentual de casas com esgoto ainda é muito baixo, 52,5%, 12% dos lares não contam com recolhimento de lixo e 16% não tem água encanada. Outro destaque negativo vem da educação. O percentual de analfabetos continuou o mesmo de 2007 &#8211; 10% dos brasileiros não sabem ler nem escrever, índice que no Nordeste sobe para 19%. Some-se a isso o grupo dos analfabetos funcionais, que só sabem escrever o nome, que representam 21%. Isso significa um total de mais de 44 milhões de pessoas que terão muita dificuldade em encontrar empregos qualificados.

Em resumo, o PNAD mostra um país mais maduro, com mais emprego e renda, com uma classe média que progride, mas que ainda patina na hora de enfrentar seu maior desafio atual, que é o da educação. Pessoas com baixa instrução, ganham menos, consomem menos e ajudam menos o Brasil a crescer.

Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com"  target="_blank">Blog do Marinho</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/03/quem-quer-trabalhar-em-casa/" title="Quem quer trabalhar em casa? 2009.06.3">Quem quer trabalhar em casa?</a>(2)</li>
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		<title>Entreter, para conquistar!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 00:19:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ato de entreter remete ao prazer. O entretenimento atrai a atenção e normalmente está integrado a uma novidade. Por essas e outras, os departamentos de Marketing das empresas usam cada vez mais esta ferramenta para se diferenciar e concretizar a mensagem de uma marca para o consumidor de maneira palpável.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Nesses dias tão sociais, cada vez mais a publicidade convencional, que interefere na &#8216;programação normal&#8217; sofre com o repúdio de boa parte do público&#8230; Novas estratégias para novos tempos!<br />
Achei esse artigo no Mundo do Marketing, falando sobre exatamente isso!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura&#8230;</span></p>
	<p>O ato de entreter remete ao prazer. O entretenimento atrai a atenção e normalmente está integrado a uma novidade. Por essas e outras, os departamentos de Marketing das empresas usam cada vez mais esta ferramenta para se diferenciar e concretizar a mensagem de uma marca para o consumidor de maneira palpável.</p>
	<p>Exemplos não faltam. Nike, Guaraná Antarctica, MasterCard, Itaú, Coca-Cola são algumas das marcas que oferecem entretenimento para completar sua mensagem, tangibilizar a marca e impactar o consumidor de forma diferenciada. As estratégias de Marketing que envolvem entretenimento são feitas para que as empresas participem de experiências na vida de seus clientes de forma agradável e não invasiva, como os comerciais que interrompem o lazer.</p>
	<p>De acordo com especialistas, não há um momento ideal para usar o entretenimento e esta não deve ser a única ferramenta de uma marca. Apesar de as marcas mais fortes terem mais facilidades para desenvolver estas ações, pequenas empresas podem se tornar virais usando a linguagem do entretenimento.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/entretenimento_guardioes.jpg" alt=" " width="550" height="309" /></p>
	<p><strong>Ferramenta ajuda a contar boas histórias</strong></p>
	<p>O Guaraná Antarctica está oferecendo entretenimento para seus consumidores através da série Os Guardiões. Se é preciso contar boas histórias para entreter, a marca da AmBev sugere personagens que tentam desvendar a fórmula do refrigerante. A ação já faz sucesso na internet e na TV, onde é exibida toda segunda-feira no Youtube, no TV Terra e nos sites de Guaraná Antarctica e o da própria série.</p>
	<p>Além de entreter o consumidor, o objetivo da marca nesta ação foi popularizar a história da fórmula secreta do Guaraná Antarctica. “É importante popularizar a marca e deixá-la mais próxima das pessoas. Ao contar parte de sua história, a marca ganha diferenciação e aproximação”, explica Sergio Esteves, gerente de Guaraná Antarctica da AmBev em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Segundo Esteves, o que motivou o investimento nesta ferramenta foi achar uma maneira nova de falar a mesma mensagem para o consumidor através de uma boa história. “É preciso ter abrangência, mas tivemos cuidado com o planejamento dos episódios e as interações com o público. É um assunto que se baseia na vida real e é uma fonte quase inesgotável de conteúdo”, diz o executivo.</p>
	<p><strong><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/Eduardo-Murad_entreteniment.jpg" alt=" " width="180" height="285" align="left" />Entreter de forma relevante</strong><br />
Parece comum atualmente ver ações de Marketing com entretenimento. De comerciais criados por consumidores a festivais de filmes mobile, o que as marcas querem é estar sempre na mente do seu target. Por isso, é cada vez maior a importância do entretenimento. “Preço e disponibilidade ainda fazem sentido, mas fazer parte da vida do consumidor é mais importante. Por isso existe a busca por outro espaço para se relacionar com eles”, aponta Eduard Murad (foto), professor da graduação e coordenador da pós-graduação em comunicação da ESPM.</p>
	<p>De acordo com Murad, a melhor forma de oferecer entretenimento nas ações de Marketing é primeiramente mapear e saber como as pessoas percebem e que interesse ela tem. “Se forçar a barra e atrelar a algo que a marca não tem, não fará sentido para o consumidor. Valores e percepção são os principais sintomas para uma boa estratégia de entretenimento”, diz.</p>
	<p>Independente da idade do consumidor, o entretenimento encanta e é uma tendência. Fato é que ainda veremos muitas ações de entretenimento de acordo com as tecnologias lançadas. Segundo Murad, a TV vai mudar completamente a relação com seus telespectadores e toda a comunicação terá que se reinventar. “Está em fase construção, mas o entretenimento fará parte do cotidiano porque a publicidade interrompe o momento de lazer”, acredita.</p>
	<p><strong>Errar e aprender para entreter</strong></p>
	<p>Até mesmo por ações de entretenimento serem recentes no mercado brasileiro, algumas marcas pecam ao tentar mediar o diálogo já estabelecido com o consumidor. Exemplo disso é o caso citado por Murad sobre uma ação de entretenimento da cerveja Skol envolvendo stand-up comedy.</p>
	<p>No site desta ação, o internauta poderia publicar piadas e foi aí que o problema ocorreu. “Ao publicarem uma piada de mau gosto, a Skol resolveu tirar do ar. Num ambiente como esse as pessoas questionam e isto gerou boca-a-boca por uma suposta rejeição da marca”, afirma o professor ao site.</p>
	<p>Outro erro que pode acontecer com mais facilidade é misturar entretenimento com tecnologia. Apesar de estarem diretamente ligados, o entretenimento deve estar em primeiro plano. “Usar tecnologia na frente do conteúdo pode atrapalhar a mensagem. A tecnologia é só um meio. O que não recomendo é encantar o consumidor pelo meio ou pela tecnologia, mas sim com o que será feito com ela”, ensina o professor da ESPM.</p>
	<p><strong>Possíveis resultados no momento certo</strong><br />
A ação de Guaraná Antártica conta com 10 episódios de aproximadamente 12 minutos cada um. Por isso, o entretenimento com os consumidores deve durar até o final de setembro. “Dependendo de como ocorrer pode ter uma surpresa no final, bem diferente”, adianta o gerente de Guaraná Antarctica. Apesar de não revelar a fórmula no fim da ação, esta história interessa ao público. “Falar da fórmula faz sentido e é bom ativá-la de tempo em tempo porque uma história contada só uma vez perde a consistência e se perde também no tempo”, emenda Esteves.</p>
	<p>O retorno esperado com esta ação não é diferente das outras estratégias de Marketing da AmBev, que é vender mais produtos. De acordo com Esteves, em uma ação específica é difícil medir o impacto nas vendas, mas certamente tem um incremento em relação à imagem da marca.</p>
	<p>Por isso, Murad reforça que o entretenimento deve ter momento certo e hora certa para ser feito. Continuar com a comunicação tradicional, mas acrescentando entretenimento nelas. “Exemplo disso é a Petrobras, que soube cruzar as ações de merchandising no filme Speed Race através de um pensamento integrado. Só as ações de interação não resolvem. O entretenimento deve complementar as ações, é parte do processo e mais uma opção” completa o professor da ESPM.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Varejo: +6,9% em abril.</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:52:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O volume de vendas no varejo brasileiro subiu 6,9% em abril, na comparação com o ano passado. No acumulado dos primeiros 4 meses de 2008 a elevação ficou em 4,5%. Quem garante é a pesquisa mensal do comercio, divulgada ontem pelo IBGE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O volume de vendas no varejo brasileiro subiu 6,9% em abril, na comparação com o ano passado. No acumulado dos primeiros 4 meses de 2008 a elevação ficou em 4,5%. Quem garante é a pesquisa mensal do comercio, divulgada ontem pelo IBGE.</p>
	<p>Boa parte da explicação para esse bom resultado está no calendário. Em 2008 a Páscoa caiu em março e neste ano ficou em abril. Não é a toa que a maior contribuição para esse crescimento foi dada pelos super e hipermercados, que se fartaram de vender ovos de páscoa, ajudados pela estabilidade dos preços e pelo aumento real da massa salarial. Também tiveram bom desempenho as lojas de departamento, os produtos farmacêuticos, cosméticos e produtos de informática e comunicação.</p>
	<p>Por outro lado, puxaram o índice para baixo o setor de móveis e eletrodomésticos, que apresentou queda de 10% no volume de vendas e as lojas de tecidos, calçados e vestuário, cujas vendas continuam em queda. Só nesses 4 meses de 2008, a retração foi de 7,5%. Também pudera – enquanto o IPCA variou 3,1% de setembro do ano passado até abril desse ano, os preços médios das roupas subiram 6,2%, ou seja, o dobro. Materiais de construção e veículos também andaram para trás em abril.</p>
	<p>Alguns estados tiveram desempenho ainda melhor que a media nacional, caso de São Paulo, onde o volume de vendas foi quase 10% maior e Paraná, que cresceu quase 9%. Bahia ficou bem perto da media nacional, com mais 6,8%. Já o Rio e Minas cresceram menos que a media, apenas 5,4%, assim como o Rio Grande do Sul, que avançou 2,6%. Já Brasília fez feio – vendeu menos 0,4% que em abril de 2008.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Crescimento. Pequeno. Mas crescimento&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 16:13:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entre janeiro e março desse ano, crescimento do consumo de família apresentou desaceleração em relação ao mesmo trimestre do ano passado, ficando em 1,3%. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="parent-fieldname-text">

O ritmo de crescimento do consumo das famílias entre janeiro e março desse ano apresentou desaceleração em relação ao mesmo trimestre do ano passado, ficando em 1,3%. Nos últimos três meses de 2008, a taxa de consumo dos brasileiros havia crescido 2,2% ante o último trimestre de 2007. Os dados foram divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e compõem o Produto Interno Bruto ( PIB) do primeiro trimestre de 2009, que registrou queda de 1,8% em relação ao crescimento da economia no primeiro trimestre de 2008.

Apesar da desaceleração, o consumo das famílias brasileiras ajudou na formação do PIB, impactando positivamente o resultado pelo lado da demanda. O crescimento de 1,3% é o 22º consecutivo na comparação anual. De acordo com a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis um dos fatores que influenciaram o consumo foi o aumento da massa salarial, embora esta também tenha reduzido o ritmo de crescimento de 7,6% no quarto trimestre de 2008 em relação ao mesmo período do ano anterior, para 5,2%.

“Analisando a série, observamos uma queda [do consumo das famílias] no quarto trimestre de 2008 em relação ao terceiro. Agora, observamos um aumento em relação ao último trimestre do ano passado”, avaliou. “Percebe-se a continuidade do crescimento da massa salarial real, o que dá uma sustentabilidade ao consumo das famílias”, explica. Favorecida pelo aumento da massa salarial e da oferta de crédito para pessoas físicas, segundo o IBGE, o consumo das famílias acumula crescimento de 4,1% nos últimos doze meses.

<em>Fonte: Agência Brasil</em></div><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
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		<title>O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio.</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:22:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A compra do Ponto Frio pelo Pao de Açúcar pode ser compreendida como mais um sinal de que os empresários brasileiros estao apostando na retomada dos negócios em padrao semelhante ao que assistimos no passado recente. O setor de eletroeletrônicos vinha passando por um período de baixa nos últimos 6 meses, especialmente em funçao da retraçao do crédito. A isençao de IPI oferecida pelo governo para alguns produtos, como geladeiras, lavadoras e fogoes, já deu um certo alívio ao comércio e começa também a afetar positivamente a indústria, que voltou a receber encomendas mais fortes. A melhoria dos indicadores econômicos permite prever uma retomada do consumo de eletroeletrônicos, especialmente pelos consumidores de classe média e de baixa renda, que interromperam, a contragosto, a tarefa de equipar suas casas.</p>
	<p>Foi nesse cenário que o Ponto Frio, que era a 2a maior rede de eletroeletrônicos do país, passou a ser disputada por diversos grupos e acabou adquirida pelo Pao de Açúcar, que assim se credencia a brigar com o líder, as Casas Bahia, que lideravam com muita folga esse mercado. Vale lembrar que o Pao de Açúcar tem experiência no setor, por conta da rede Eletro, e possui dentro dos seus hipermercados um bom espaço dedicado a eletrônicos, eletrodomésticos, celulares e informática.</p>
	<p>Os consumidores tendem a ganhar com o negócio. Afinal, o Ponto Frio vinha perdendo mercado nos últimos 2 anos e agora deve voltar a se expandir, aumentando o nível de competiçao. E todo mundo sabe que mais concorrência de mercado é sinal de melhores ofertas para os consumidores. O fortalecimento dessa rede também deve ser boa para a indústria e para o emprego – em entrevista concedida ontem o presidente do conselho do Grupo Pao de Açúcar, Abílio Diniz, disse que a idéia nao é reduzir lojas e sim abrir mais.</p>
	<p>Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais. Tudo isso interessa de perto as agências de publicidade que hoje atendem ao Ponto Frio, (Fala e DM9DDB). Mas nao custa nada lembrar que o Pao de Açúcar gosta bastante de trabalhar com house-agency, o que seria na visao da empresa uma forma de economizar.</p>
	<p>Esse movimento do Pao de Açúcar evidencia a estratégia de diversificaçao de negócios do conglomerado de Abílio Diniz, que já opera, além do setor de alimentos, uma ampla variedade de produtos em seus hipermercados Extra, bem como drogarias e postos de combustíveis. O grupo tem ainda investido bastante em sua marca associada a estilo de vida saudável, a Taeq, que deixou de ser sinônimo de alimentos naturais para vender roupas esportivas, produtos de cama, mesa e banho, cosméticos etc. Por trás disso tudo haverá uma poderosa empresa de serviços financeiros, surgida provavelmente da fusao das financeiras do Ponto Frio com a do Pao de Açúcar, e uma renovada estrutura de e-commerce, reforçada pela boa equipe da pontofrio.com. Sao poucas as chances de dar errado.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:15:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa - “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” - traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em Natal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>“O setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário”, afirma Jack London</strong></p>
	<p>Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa &#8211; “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” &#8211; traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em <span class="st_tag internal_tag">Nata</span><span class="st_tag internal_tag">l</span>. Com bom humor, o palestrante trouxe para a plateia de empresários as expectativas do comércio eletrônico para os próximos anos e apresentou formas de como o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> poderá se utilizar (e já se utiliza) de recursos que a internet oferece. Um exemplo disso é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, sistema de micro-blogging, que já é utilizado por diversas empresas para divulgar promoções e produtos. Para London, o comércio tradicional como ele existe hoje vai mudar. As lojas vão acabar? Não. Mas quem não entender que este é um momento de transformação da forma de vender está fadado a sumir. E não só o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> será afetado pela tecnologia que avança cada vez mais rápido: a política, a educação. Telefone fixo, aparelho de fax, CDs e DVDs são exemplos de instrumentos citados por ele que desapareceram ou vão desaparecer com a evolução de novos meios tecnológicos. Nessa entrevista à TRIBUNA DO NORTE, Jack London fala sobre o panorama mundial da internet e como ela vai revolucionar cada vez mais a vida dos consumidores e empresários.</p>
	<p><strong>No momento em que se fala o tempo todo em crise econômica, com a revolução tecnológica o comércio tradicional também entra em crise?</strong></p>
	<p>Eu acho que essa crise que estamos vivendo tem dois lados. A gente percebe isso com a forma dos chineses se expressarem: o ideograma deles para a palavra crise é “caos” mais “oportunidade”. Ou seja, toda crise desse tamanho também traz muitas oportunidades. A gente sempre vive crises, vamos viver, a vida é assim. Mas as oportunidades que nascem depois delas são muito grandes. E acho que uma das oportunidades que temos agora é repensar a nossa maneira de ver o mundo e como a gente organiza o mundo dos bens e serviços. Estávamos chegando no limite da depredação de meio ambiente, da incapacidade de compreendermos e imaginarmos a continuidade. Uma economia eminentemente baseada no crescimento é um ideia absolutamente destrutiva. Não pode haver crescimento permanente, ilimitado. Então, nessa retomada da economia, a a utilização dos meios tecnológicos vai ser vital. Você vai ver cada meio sendo usado. O comércio eletrônico vai crescer muito e a utilização dos equipamentos será cada vez maior. Gente que mesmo hoje estava fora do comércio eletrônico, na hora que essa crise começar a se transformar em oportunidade vai verificar que a maneira como trabalha, como aborda o mundo, vai precisar cada vez mais dos meios eletrônicos.</p>
	<p><strong>Mas então as lojas físicas como conhecemos hoje e os centros de consumo como os shoppings estão fadados a acabar?</strong></p>
	<p>Não. Não vão acabar, não. Eu sustento a tese de que nada vai acabar. Por exemplo, o teatro. Até o começo do século 19, nenhuma pessoa saía de casa no Brasil para se divertir se não fosse para ir ao teatro. Você pega as estatísticas e vê que 100% dos brasileiros, principalmente nas grandes cidades, saíam de casa para ir ao teatro. Por quê? Porque só havia o teatro. Aí veio o cinema, a primeira tecnologia industrial. Muita gente disse o seguinte: “Quando o cinema se impuser, o teatro acaba”. O teatro não acabou. Mas ele mudou. Ele se tornou uma forma de entretenimento marginal. No Brasil hoje, por exemplo, menos de 0,5% das pessoas que saem de casa para se entreter vão ao teatro. Mas o teatro acabou? De jeito nenhum. Mas é o mesmo que era antes? Não é mais. Vamos dar exemplos de algumas coisas que já impactaram no comércio. Vou citar um modelo de comércio que são as lojas de linha branca. No Rio de Janeiro e São Paulo, temos a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>. Como era o modelo delas antes da internet? Era sinônimo de grandes lojas, de 2 mil, 2,5 mil, 3 mil metros quadrados, com milhares de mercadorias lá dentro. A Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> não abre uma unidade desse tamanho há dois anos. Eles agora criaram um modelo que se chama <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> Express, que já tem em Recife. É uma loja de 400 metros com uma placa enorme na parede dizendo: “200 mil produtos você encontra no nosso site na internet”. E aí a loja tem uma bateria de computadores para você comprar esses 200 mil produtos. Acabou o modelo da Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Acabou a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Não. Mas é outra, mudou. 30% das vendas são feitas pela internet.</p>
	<p><strong>Quem não mudar então está fadado a sumir?</strong></p>
	<p>Sim. Os shoppings que você perguntou. Eles vão ser cada vez mais entretenimento e alimentação. Entretenimento de qualidade. Os cinemas atuais também vão todos morrer porque só existirão salas 3-D. Hoje temos condição de produzir uma imagem de tela grande em casa, mas ainda não temos 3-D. Lojas de produtos serão cada vez menos. Esse fenômeno a gente já vê em Rio de Janeiro e São Paulo. Há vários shoppings que passaram de lugares de lojas para áreas de entretenimento e alimentação. A única coisa que a internet não mexe hoje é a alimentação. Isso porque ainda não dá para gente comer virtualmente. Mas qualquer dia alguém descobre como é que faz isso.</p>
	<p><strong>O senhor cita grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas no Brasil como um todo o comércio eletrônico já é uma ferramenta bem difundida?</strong></p>
	<p>Sim, com certeza. Existe um site chamado <span class="st_tag internal_tag">E-bit</span> que dá as estatísticas de comércio eletrônico do Brasil inteiro. Existem alguns itens em que 60% das vendas já são feitas pela internet. Sabe quais são as cidades que mais compram hoje pela internet? Não são as grandes. São as médias. Campinas (SP), por exemplo, é campeã brasileira de compras pela internet. Mas isso é fácil explicar: o morador de classe média para alta, instruído, com recursos. Mas o comércio de Campinas não tem a mesma qualidade de produtos que o comércio de São Paulo, capital. Então aquele cidadão tem o mesmo padrão de consumo da capital, mas não tem o produto para consumir ali. Ele então vai buscar o que procura na internet. Campina Grande, na Paraíba, tem um índice enorme de compras pela internet. Brasília é uma coisa impressionante (em matéria de comércio eletrônico). É curioso isso. E esse hábito está se espalhando pelo país.</p>
	<p><strong>Essa é uma tendência mundial. Mas quais vantagens do comércio eletrônico hoje tanto para quem compra quanto para quem vende?</strong></p>
	<p>Para quem vende é uma redução de custos monumental. Quando a gente fala em comércio eletrônico a gente sempre fica na cabeça com a ideia de calças, camisas, relógios, produtos. Mas o setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário. São transações eletrônicas comerciais. Sabe quanto do movimento bancário do brasileiro hoje é feito pela internet? 78%! Os bancos mudaram suas vidas e de seus clientes. Aquela coisa da ação presencial no banco está se acabando. Cada vez mais as pessoas vão menos ao banco, os bancos são cada vez menores, são cada vez menos agências de bancos. E o estímulo que o banco te dá para que seja utilizada a internet ajuda nessa mudança de perfil. Há produtos que, se você fizer a transação pela rede, a taxa que você paga é metade da que você teria. Os bancos reduziram a quantidade de funcionários. Eram 600 mil bancários e hoje são 405 mil.</p>
	<p>Em sua palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços, o senhor citou algumas ferramentas bem atuais da tecnologia como é o caso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>.</p>
	<p><strong>Como uma empresa varejista pode se utilizar de um meio como esse hoje?</strong></p>
	<p>É muito simples. É só entrar no site, se cadastrar e começar a fazer ofertas na rede pelo <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, por exemplo. Descrever o funcionamento da loja, inserir ofertas. Ao invés de inserir suas notícias pessoais, você insere as notícias da loja.</p>
	<p><strong>Existem exemplos desse uso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> aqui no Brasil e que esteja sendo bem sucedido?</strong></p>
	<p>Sim. Temos vários que têm funcionado muito bem. Grandes jornais já estão todos no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, as revistas, alguns magazines. Se não me engano, o Ponto Frio já está no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>. Acaba virando uma coisa comercial. Você cria lá o perfil: “Este é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> do Ponto Frio” e coloca: “Nas próximas duas horas, nas lojas de não-sei-onde vai ter um desconto de 70% nos produtos. Tem que dizer que entrou no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>”. Pronto e aí, vai…</p>
	<p><strong>Então as empresas vão cada vez mais utilizar esses serviços para se beneficiar e crescer?</strong></p>
	<p>Sim. Daqui há dez anos, não haverá política sem internet. A próxima eleição já será altamente influenciada pelo uso da internet. O exemplo do (Barack) Obama está se espalhando pelo mundo inteiro (Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos, o atual presidente utilizou o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> como uma de suas ferramentas do pleito não só para que os eleitores o “seguissem” no site, mas também para arrecadar fundos para sua campanha). A capilaridade que a internet permite em termos de adesão, em termos de coordenar as coisas é enorme. Hoje se pode fazer um comício pela internet para um bilhão de pessoas.</p>
	<p><strong>Essa tecnologia e mudanças são positivas na sua opinião para o comércio?</strong></p>
	<p>Acredito que são muito positivas, sim. Elas cada vez trazem mais bolsões de pessoas para participar do consumo. O que era o comércio no Brasil há 20 anos? Era um comércio de elite só. Apenas uma alta camada da população comprava. O que era a educação há 20 anos? O que era a política? E por aí vai. A tecnologia no caso ela é mero instrumento. Ela não muda nem a política, nem as ideias nem a forma de governar. Há quem ache por exemplo que a política termina com a corrupção. A gente vê isso nos jornais o tempo todo. Ela não termina com a corrupção. A corrupção é do ser humano. É como a internet que também pode ser um instrumento para combatê-la. É o exemplo de ONGs que mantém sites como o Contas Abertas. Quando que um cidadão ia ter acesso a uma informação daquelas? Quero saber quanto o governo do Amazonas gastou no último ano com estradas: ele coloca na tela em um instante como informação. E o que é isso como instrumento de pressão política?</p>
	<p><strong>Mas essa tese de que a internet permite um acesso maior da população às informações, não se torna falha quando a gente sabe que poucos lares brasileiros estão ligados à rede hoje?</strong></p>
	<p>Essa frase também está ficando antiga. O acesso maciço da internet não será mais por essas maquininhas que estão em nossos lares. Será por outra que carregamos no bolso (celular). Praticamente todos os brasileiros têm celular, todos! É normal. Em Portugal, cada cidadão tem dois aparelhos, em média. Na Coréia do Sul, são três. Agora daqui há três anos, o aparelho celular que eu carrego vai virar lixo. Como já virou na Coréia, como já virou em Portugal. E os celulares no futuro sairão de fábrica com acesso à internet.</p>
	<p><strong>O senhor não acha que as pessoas acabam perdendo sua privacidade no meio de tanta tecnologia?</strong></p>
	<p>Sim, perde. Se você quer conhecer mais, ao mesmo tempo você precisa ser mais conhecido. As pessoas têm que saber quem você é. Não adianta mentir e dizer que não perde privacidade com esse mundo digital.</p>
	<p><strong>Mas com isso o senhor acha que mais à frente as pessoas podem ter uma tendência de retorno para buscar mais privacidade?</strong></p>
	<p>Sim, claro. Podem haver grandes dificuldades. Mas isso acontece cada vez que você lida com tecnologia. Você sabe mais que seu pai; seu pai sabe mais do que sabia seu avô. É um caminho</p>
	<p><em>Vinícius Albuquerque</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://tribunadonorte.com.br/noticias/111859.html');"  target="_blank">Tribuna do Norte</a>
</p>
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