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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Faz sentido?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:44:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=6eW40ex1f" alt="" /></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Excelente texto.</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Está na fila para postar há um tempo. Na avalanche de hoje, não escapou. rs</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Que a leitura seja inspiradora! Por que a quantidade de empresas, que não tem nexo ennhum em suas ações&#8230; é enorme. E a maioria nem percebe isso. E se alertada, não considera, nem pensa no problema, na falta de credibilidade que isso acarreta. Na dispersão de investimento sem retorno.</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Boa leitura&#8230;</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Roberto Justus está fazendo escola. Agora é Walter Longo, seu consultor no programa O Aprendiz, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm e Vice-Presidente da Young &amp; Rubicam no Brasil que propõe a demissão de profissionais. Mas Longo não é tão implacável quanto Justus. Ele propõe que o diretor de Marketing vire um diretor de nexo, tamanha é a falta de conexão entre as estratégias e ações de Marketing das empresas hoje em dia.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha. “É uma revolução igual a Revolução Industrial. O volume de mudanças brutal que está acontecendo em todos os setores gera uma dificuldade de saber para onde as pessoas vão”, complementa.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">O que antes eram certezas agora são dúvidas. “Quando você não tem noção muito clara de onde você vai, fica mais difícil ter um nexo”, analisa. Outras razões explicam a falta de nexo. Há uma explosão de novas mídias. Com isso, a capacidade de perder nexo é maior também. O Marketing extrapolou o Marketing. “Hoje tem muitas pessoas diferentes numa empresa fazendo marketing. A área financeira faz relação com o investidor, o RH faz relação com o público interno, a área de produção faz pesquisa, design e o Marketing acaba fazendo só publicidade”, explica.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px;">Razões da falta de nexo no Marketing<br style="margin: 0px; padding: 0px;" /></strong>A falta de nexo vem também da mudança que o avanço da mídia digital proporcional. Mudou a forma de relacionamento entre as empresas e o consumidor. De acordo com Walter Longo (foto), que acaba de lançar o livro “O Marketing na era do nexo” (BestSeller) ao lado de Zé Luiz Tavares, há uma dificuldade de planejar porque tudo muda muito, a toda hora. “O profissional perde muito o lado estratégico e parte para o tático, mas ele pode ser estratégico sendo tático e tático sendo estratégico. Sem isso o nexo perde muito da sua força”, adiciona.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Nesta Era de Tesarac impera o Marketing do medo. Os profissionais de Marketing estão com medo de tomar decisões. Deixa que o concorrente faça antes e depois decide o que vai fazer. “Muita gente está tomando decisão não por ter certeza, mas para não ficar para trás. Empresas de propaganda estão criando braços digitais não porque acreditam no negócio interativo, mas sim porque se não fizerem o cliente vai para outro lugar”, ressalta Walter Longo.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px;">Dificuldades e caminhos</strong><br style="margin: 0px; padding: 0px;" />O que dificulta a tomada de decisão correta e com nexo é que o próprio processo decisório está errado. “ As decisões são tomadas por dedução, por generalização, por repetição ou por intuição. Dependendo do tipo de decisão que se toma, coloca-se a empresa em risco”, diz. “Há centenas de formas para uma empresa se comunicar. E a empresa fala uma coisa na propaganda, fala outra no ponto-de-venda e esses esforços acabam sendo anulados e gera uma marca sem energia”, completa Longo.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Por isso Walter Longo acredita que o diretor de Marketing deveria se transformar num diretor de nexo. “Ele deveria ser o grande orquestrador de todas as ações. Ele deve ser o defensor, o evangelista da marca desde o jornalzinho do chão de fábrica, que deve estar em consonância com a missão e os valores da empresa”, assegura. E aqui não entra só a criatividade, embora seja muito importante. “O que necessita é um ambiente propício a criatividade, um clima organizacional que admita erro e, num momento de crise, certas pessoas não ousam por medo de errar. Uma coisa importante é que o nexo não limita a criatividade. Nexo é ter pertinência e coerência”, conclui.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
	<p></span>
</p>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:27:56 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[O Índice Nacional de Confiança ACSP/IPSOS de setembro (2009) registrou 135 pontos na média de todas as<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=c0C625d79" alt="" /> regiões, contra 129 em agosto (2009), e  140 pontos em setembro de 2008.

Por regiões:  A região norte-centro oeste passou para a liderança, mais do que a média do Brasil: subiu de 137 pontos em agosto para 153 em setembro. A nordeste se recupera crescendo 11 pontos, para 121 pontos em setembro, contra 109 em agosto. A região sul apresentou ligeira queda de 138 (agosto) para 136 em setembro passado. A sudeste permanece com 137 pontos em setembro contra 136 em agosto.

Por classes sociais: a classe C continua a mais otimista com 147 pontos em setembro, contra 126  da classe D/E  e 121 pontos da classe A/B.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti, disse  que essa melhora no Índice Nacional de Confiança ACSP/Ipsos, mostra que a recuperação da economia deverá se manter até o final do ano, já que a confiança é fundamental na atividade empresarial e o desemprego deve continuar caindo gradativamente. Contudo, salientou que a euforia não pode deixar o consumidor descontrolar seu orçamento doméstico na malha dos juros: “O importante é que o consumidor não se esqueça que o descontrole financeiro foi a principal causa da crise econômica e que o controle financeiro começa na boa administração do orçamento familiar”.

<strong>EMPREGO</strong>

Em setembro de 2009 o número de consumidores que se sentem mais seguros no emprego continua liderando com de 36% dos entrevistados em agosto para 38% em setembro, enquanto os que estão menos confiantes permaneceram estáveis em 31%. Além disso, o número de pessoas conhecidas dos entrevistados  que perdeu o emprego que estava estável em 4,5 em julho, em agosto caiu 4,4 e em setembro recuou sensivelmente para 4,0.

Quanto ao futuro, as chances de perder o emprego nos próximos seis meses são grandes para apenas 19% em setembro (contra 20% em agosto) e pequenas para 36% (contra 33% em agosto) dos entrevistados.

Ou seja, o consumidor vai reforçando a percepção de quem não perdeu o emprego até agora, não vai perdê-lo nos próximos seis meses. Isso indica a possibilidade de volta do consumidor ao mercado de compras a prazo em setembro, com  43% (contra 41% em agosto) dos entrevistados mais favoráveis à essas compras e estável em 37% para os menos favoráveis.

<strong>FUTURO</strong>

A confiança do consumidor no futuro da economia da sua região em setembro: subiu para 44% (contra 41% em agosto) os acham que vai ficar mais forte, e os que acham que vai ficar mais fraca permaneceu em apenas 13%. Enquanto isso o consumidor acredita que a sua situação financeira pessoal tende a melhorar subiu de 55% dos entrevistados em agosto, para 57% em setembro. Apenas 11%  continuam acreditando que ficará pior.

<strong>BALANÇO</strong>

Em síntese, os vários componentes da pesquisa ACSP/IPSOS sugerem que  a melhoria na confiança do emprego continua sendo o principal fator do aumento no INC. Isso favorece cada vez mais a disposição do consumidor para voltar à compra de bens duráveis.

<span style="text-decoration: underline;"><strong>Nota</strong>:</span> a pesquisa nacional ACSP/Ipsos faz mil entrevistas domiciliares por mês, 12 mil  por ano, em 9 regiões metropolitanas e 70 cidades do Interior brasileiro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

<span style="text-decoration: underline;"><strong>OBS.</strong></span> O Índice da ACSP/Ipsos varia de zero a 200 pontos, sendo que acima de 100 pontos está na região do otimismo e do pessimismo abaixo de 100 pontos.

Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br/"  target="_blank">NoVarejo</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:34:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Consultor explica a importância da paciência na condução estratégica dos negócios. Confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A crise financeira mundial, representada simbolicamente pela quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, está prestes a completar um ano. Economistas apregoam cenários azuis, cinzas e até negros. As opiniões se dividem. Os otimistas dizem que a crise já é coisa do passado, os céticos<br />
que ainda é cedo para comemorar e os pessimistas que ainda há outro fundo do poço a se atingir.</p>
	<p>Independentemente de quem estiver certo, como estudioso de estratégias empresariais, posso avaliar algumas heranças deixadas às empresas e empresários que sofreram com este turbulento período. Em linhas gerais, posso dizer que a principal lição aprendida foi a da importância da &#8220;<strong>P-A-C-I-Ê-N-C-I-A</strong>&#8221; na condução dos negócios. A economia aquecida, o consumo desenfreado e a oferta de crédito abundante dos últimos anos fizeram com que ela fosse deixada de lado em muitas ocasiões. Vejamos então letra a letra o significado dessa estratégica palavra.</p>
	<p>Quem se ocuparia em planejar, numa situação em que qualquer produto oferecido era vendido aos milhares? Agora, com tempo de sobra e um cenário bem menos generoso, os gerentes avaliam os impactos causados pela retração econômica em sessões exaustivas de <strong>Planejamento</strong>. Coisa que havia ficado em segundo plano quando tudo ia tão bem.</p>
	<p>Vendiam-se a todos sem distinção. Construção, indústrias, varejo, comércio, ninguém tinha a preocupação em conhecer as características específicas de cada mercado. A crise, porém, afetou de maneira diferenciada os setores da economia, obrigando as empresas a <strong>Analisar</strong> as necessidades particulares de cada segmento.</p>
	<p>E quando só há boas notícias, só há um cenário, o otimista. Os empresários contaminados por este clima de bem-aventuranças se esqueceram de criar planos de contingências para eventuais mudanças de rumo. O vento mudou e as empresas tiveram que conviver com <strong>Cenários</strong> bem distintos dos que eram previstos. A lição que fica aqui é que, por melhores que as coisas estejam, elas podem mudar. Por isso, tenha sempre um plano B.</p>
	<p>Produtos medianos e serviços medíocres encontravam espaço para se manterem vivos. Com a diminuição da oferta, muitos já fecharam as portas ou o farão em breve. A <strong>Inovação</strong> através de produtos ou serviços é a chave da sobrevivência. Mas parece que muita gente se esqueceu disso. E agora sofrem.</p>
	<p>Para que um canal funcione de maneira adequada, os consumidores puxam as mercadorias, enquanto os fabricantes empurram. Com a chegada da crise, consumidores pararam de puxar enquanto fabricantes ainda empurravam os últimos pedidos, aumentando os estoques e a inadimplência dos canais. Os fabricantes aprenderam a duras penas que gerenciar <strong>Estoques</strong> é a única garantia de recebimento.</p>
	<p>Executivos deixaram carreiras consolidadas e posições confortáveis, aproveitando o bom momento para aumentar seu pacote de benefícios. Hoje alguns destes profissionais procuram novas oportunidades, considerando boa opção o salário que tinham na antiga empresa. Aqueles que mantiveram seu <strong>Networking</strong>, ou rede de relacionamentos, estão mais preparados para se recolocar em tempo de vagas magras.</p>
	<p>Viagens em classe executiva, jantares com clientes, confraternizações são luxos de um passado recente. O assunto do momento é o controle de <strong>Custos</strong>, sejam eles variáveis ou fixos. Apesar da redução nas contratações, controllers continuam em alta. Quem aproveitou, aproveitou.</p>
	<p>Outro assunto da moda são os <strong>Indicadores</strong>. Produtividade, cobertura de mercado, penetração, adoção, contas a receber, giro de inventário, retorno sobre investimento, prazo médio de pagamento, inadimplência. Ferramentas excelentes, reincorporadas à força ao vocabulário de muitos executivos não financeiros.</p>
	<p>No afã de venderem cada vez mais, muitas empresas se distanciaram do mercado e de seus consumidores.  Deixaram de perceber que as redes sociais são ótimas ferramentas para que as empresas estejam <strong>Antenadas</strong> com seu público-alvo, antecipando tendências e utilizando suas críticas e sugestões para corrigir a rota atual e até para descobrir novas. Tudo rápido e online.</p>
	<p>Por mais doloroso que tenha sido para alguns, a tal <strong>&#8220;P-A-C-I-Ê-N-C-I-A&#8221;</strong> foi crucial para a superação desse momento tão conturbado. Toda situação difícil sempre nos traz a oportunidade de aprender. Crises são ímpares para se refletir, analisar, tirar planos da gaveta, mudar. Aos que não quiseram aproveitar para amadurecer, só resta desejar que tenham <strong>&#8220;P-A-C-I-Ê-N-C-I-A&#8221;</strong>.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Marcos Morita</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Global</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Perfil &#8211; A mulher consumidora</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais receptiva ao divórcio e propensa a constituir famílias menores, os drivers mais relevantes para estas mulheres são qualidade de vida, prazer, espiritualidade, valorização do social e da própria identidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A mulher brasileira busca sua autonomia com o objetivo de se sentir mais segura e aumentar sua auto-estima. Isto traduz a atual expressão da feminilidade brasileira, que apresenta cada vez mais afetividade e sensualidade de forma mais livre e responsável. Diferente do comportamento apresentado há cinco anos, as mulheres consumidoras de hoje não estão mais tão voltadas para a família como prioridade principal.</p>
	<p>Mais receptiva ao divórcio e propensa a constituir famílias menores, os drivers mais relevantes para estas mulheres são qualidade de vida, prazer, espiritualidade, valorização do social e da própria identidade. Estas são características percebidas na pesquisa Movimentos Femininos 2009 feita pelo IBOPE em parceria com o Grupo Abril com 1.750 mulheres entre 18 e 49 anos, das classes AA, AB e C de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Salvador e Recife.</p>
	<p>Além de um novo perfil, o estudo confirma ainda que a mulher brasileira está mais presente no mercado e que, cada vez mais, o sexo feminino ocupa cargos de importância em grandes empresas. O estudo Movimentos Femininos 2009 traça um panorama do comportamento, sentimentos e perfil profissional das mulheres brasileiras das classes AA, AB e C.</p>
	<p><strong>Família X trabalho</strong></p>
	<p>A renda delas varia entre dois salários mínimos e R$ 10 mil. Este é o abismo que separa as mulheres de classe AA das de classe C, de acordo com a pesquisa. Apesar da diferença financeira, as mulheres brasileiras já são maioria nas salas de graduação e pós-graduação e faz crescer a participação em cargos de gerencia e diretoria. “Tudo isso favorece a melhoria da auto-estima e segurança. Elas estão se tornando menos conservadoras e preconceituosas e cada vez mais voltadas para qualidade de vida e prazer imediato”, diz Nelson Marangoni, CEO do IBOPE Inteligência.</p>
	<p>Se a preocupação da mulher no que diz respeito à família está mais voltada para o presente, nota-se que a busca pela independência não está diretamente ligada ao trabalho. Em 2005, a pesquisa mostrou que 56% das mulheres da classe AB viam no trabalho a sua ferramenta para alcançar a independência. Em 2008 este número foi reduzido para 46%. “Se ela sai mais para o mundo, precisa de condições para se expor e se sentir confortável, com a auto-estima elevada. Uma mulher insegura sofre muito quando não consegue atender ao que se espera dela”, explica o psiquiatra Luiz Cuschnir, especialista em comportamento feminino e autor do livro A Mulher e Seus Segredos, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Comparando os resultados de outros anos com os de 2008, percebe-se que a mulher de classe C não está mais focada principalmente na família, como em 2003. Mais madura, esta consumidora passa a olhar mais para ela mesma e surge uma oportunidade ainda maior para marcas de cosméticos e produtos de beleza. Diferente da mulher AA, que está muito mais focada no trabalho. “Ser independente facilita o acesso a cultura nas mais variadas dimensões e assim ficam mais claras suas opções e o que elas querem para si mesmas”, conta Cuschnir.</p>
	<p><strong>Casamento sim, filhos não</strong></p>
	<p>O estudo feito em 2005 mostrou que 18% das mulheres da classe AB definiam sua qualidade de vida como excelente. Em 2008 este percentual aumentou para 33% e os motivos para o expressivo resultado são muitos. Estabilidade financeira ficou em primeiro lugar como o principal motivo da excelência em qualidade de vida, com 91%. Trabalhar no que gosta ficou em segundo, com 86%, e Bom emprego com 68%, apenas citando os três primeiros.</p>
	<p>A pesquisa do IBOPE e do Grupo Abril revela uma mudança no comportamento das mulheres no que diz respeito aos filhos. Na classe AA, 54% das mulheres pretendem ter filhos, enquanto 65% do público feminino que compõe a classe C pretendem engravidar. Quanto às principais carências das mulheres, na classe AA uma boa vida sexual é o principal. Já na classe C, a preocupação é em ter um bom emprego. “A família continua muito importante do ponto de vista afetivo, mas se percebe que elas estão compromissadas com a sociedade e não só com a família”, observa o especialista.</p>
	<p>Perguntadas sobre o que desejam para os próximos 10 anos, o casamento ainda é o projeto mais cobiçado pelas mulheres. “Casar e morar com o marido aumentou em 23% de 2003 para 2008. Em 2008, 78% queriam casar, contra 55% em 2003”, aponta Marangoni. Apesar de mostrar que querem casar, as mulheres estão em busca de qualidades em seu parceiro atual. Na classe C, as mulheres vêem apenas seis qualidades em seus parceiros. Para as mulheres de classe AB são oito e as da classe AA destacam 14 qualidades.</p>
	<p>Porém, o parceiro ideal para estas consumidoras precisa ter mais. Na classe C, 83% das mulheres disseram que são necessárias 11 qualidades, parecido com as de classe AB, já que 62% delas buscam um marido que tenha 13 qualidades. Exigentes por natureza, na classe AA os homens terão que penar para colocar uma aliança no dedo esquerdo das mulheres. Cinquenta por cento delas pedem 21 qualidades ao seu pretendente. “Estamos vivenciando uma maior flexibilidade nos relacionamentos. Teremos cada vez mais mulheres casadas e sem filhos ou mulheres solteiras com filhos”, acredita Marangoni.</p>
	<p><em>Thiago Terra</em><br />
Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo Marketing</a>
</p>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:22:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A compra do Ponto Frio pelo Pao de Açúcar pode ser compreendida como mais um sinal de que os empresários brasileiros estao apostando na retomada dos negócios em padrao semelhante ao que assistimos no passado recente. O setor de eletroeletrônicos vinha passando por um período de baixa nos últimos 6 meses, especialmente em funçao da retraçao do crédito. A isençao de IPI oferecida pelo governo para alguns produtos, como geladeiras, lavadoras e fogoes, já deu um certo alívio ao comércio e começa também a afetar positivamente a indústria, que voltou a receber encomendas mais fortes. A melhoria dos indicadores econômicos permite prever uma retomada do consumo de eletroeletrônicos, especialmente pelos consumidores de classe média e de baixa renda, que interromperam, a contragosto, a tarefa de equipar suas casas.</p>
	<p>Foi nesse cenário que o Ponto Frio, que era a 2a maior rede de eletroeletrônicos do país, passou a ser disputada por diversos grupos e acabou adquirida pelo Pao de Açúcar, que assim se credencia a brigar com o líder, as Casas Bahia, que lideravam com muita folga esse mercado. Vale lembrar que o Pao de Açúcar tem experiência no setor, por conta da rede Eletro, e possui dentro dos seus hipermercados um bom espaço dedicado a eletrônicos, eletrodomésticos, celulares e informática.</p>
	<p>Os consumidores tendem a ganhar com o negócio. Afinal, o Ponto Frio vinha perdendo mercado nos últimos 2 anos e agora deve voltar a se expandir, aumentando o nível de competiçao. E todo mundo sabe que mais concorrência de mercado é sinal de melhores ofertas para os consumidores. O fortalecimento dessa rede também deve ser boa para a indústria e para o emprego – em entrevista concedida ontem o presidente do conselho do Grupo Pao de Açúcar, Abílio Diniz, disse que a idéia nao é reduzir lojas e sim abrir mais.</p>
	<p>Muitos especialistas acreditam que a marca Ponto Frio, desgastada e sem um posicionamento muito nítido, deve desaparecer no médio e longo prazo, talvez substituída pela própria marca do Pao de Açúcar, a Eletro. Opiniao diferente possui Marcos Gouvêa de Souza, um dos mais importantes consultores de varejo do país, com quem conversei ontem. Ele avalia que a marca Ponto Frio é muito mais forte do que a Eletro. Além disso, em 8 estados onde a marca Ponto Frio está presente, nao há lojas do Pao de Açúcar. Ou seja, nao valeria a pena começar do zero nesses locais. Tudo isso interessa de perto as agências de publicidade que hoje atendem ao Ponto Frio, (Fala e DM9DDB). Mas nao custa nada lembrar que o Pao de Açúcar gosta bastante de trabalhar com house-agency, o que seria na visao da empresa uma forma de economizar.</p>
	<p>Esse movimento do Pao de Açúcar evidencia a estratégia de diversificaçao de negócios do conglomerado de Abílio Diniz, que já opera, além do setor de alimentos, uma ampla variedade de produtos em seus hipermercados Extra, bem como drogarias e postos de combustíveis. O grupo tem ainda investido bastante em sua marca associada a estilo de vida saudável, a Taeq, que deixou de ser sinônimo de alimentos naturais para vender roupas esportivas, produtos de cama, mesa e banho, cosméticos etc. Por trás disso tudo haverá uma poderosa empresa de serviços financeiros, surgida provavelmente da fusao das financeiras do Ponto Frio com a do Pao de Açúcar, e uma renovada estrutura de e-commerce, reforçada pela boa equipe da pontofrio.com. Sao poucas as chances de dar errado.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Marketing sem nexo&#8230;.</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 15:42:20 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Roberto Justus está fazendo escola. Agora é Walter Longo, seu consultor no programa O Aprendiz, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm e Vice-Presidente da Young &amp; Rubicam no Brasil que propõe a demissão de profissionais. Mas Longo não é tão implacável quanto Justus. Ele propõe que o diretor de Marketing vire um diretor de nexo, tamanha é a falta de conexão entre as estratégias e ações de Marketing das empresas hoje em dia.</p>
	<p>A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha. “É uma revolução igual a Revolução Industrial. O volume de mudanças brutal que está acontecendo em todos os setores gera uma dificuldade de saber para onde as pessoas vão”, complementa.</p>
	<p>O que antes eram certezas agora são dúvidas. “Quando você não tem noção muito clara de onde você vai, fica mais difícil ter um nexo”, analisa. Outras razões explicam a falta de nexo. Há uma explosão de novas mídias. Com isso, a capacidade de perder nexo é maior também. O Marketing extrapolou o Marketing. “Hoje tem muitas pessoas diferentes numa empresa fazendo marketing. A área financeira faz relação com o investidor, o RH faz relação com o público interno, a área de produção faz pesquisa, design e o Marketing acaba fazendo só publicidade”, explica.</p>
	<p><strong>Razões da falta de nexo no Marketing<br />
</strong></p>
	<p>A falta de nexo vem também da mudança que o avanço da mídia digital proporcional. Mudou a forma de relacionamento entre as empresas e o consumidor. De acordo com Walter Longo, que acaba de lançar o livro “O Marketing na era do nexo” (BestSeller) ao lado de Zé Luiz Tavares, há uma dificuldade de planejar porque tudo muda muito, a toda hora. “O profissional perde muito o lado estratégico e parte para o tático, mas ele pode ser estratégico sendo tático e tático sendo estratégico. Sem isso o nexo perde muito da sua força”, adiciona.</p>
	<p>Nesta Era de Tesarac impera o Marketing do medo. Os profissionais de Marketing estão com medo de tomar decisões. Deixa que o concorrente faça antes e depois decide o que vai fazer. “Muita gente está tomando decisão não por ter certeza, mas para não ficar para trás. Empresas de propaganda estão criando braços digitais não porque acreditam no negócio interativo, mas sim porque se não fizerem o cliente vai para outro lugar”, ressalta Walter Longo.</p>
	<p><strong>Dificuldades e caminhos</strong></p>
	<p>O que dificulta a tomada de decisão correta e com nexo é que o próprio processo decisório está errado. “ As decisões são tomadas por dedução, por generalização, por repetição ou por intuição. Dependendo do tipo de decisão que se toma, coloca-se a empresa em risco”, diz. “Há centenas de formas para uma empresa se comunicar. E a empresa fala uma coisa na propaganda, fala outra no ponto-de-venda e esses esforços acabam sendo anulados e gera uma marca sem energia”, completa Longo.</p>
	<p>Por isso Walter Longo acredita que o diretor de Marketing deveria se transformar num diretor de nexo. “Ele deveria ser o grande orquestrador de todas as ações. Ele deve ser o defensor, o evangelista da marca desde o jornalzinho do chão de fábrica, que deve estar em consonância com a missão e os valores da empresa”, assegura. E aqui não entra só a criatividade, embora seja muito importante. “O que necessita é um ambiente propício a criatividade, um clima organizacional que admita erro e, num momento de crise, certas pessoas não ousam por medo de errar. Uma coisa importante é que o nexo não limita a criatividade. Nexo é ter pertinência e coerência”, conclui.</p>
	<p><em>Bruno Mello</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Use. Compre. Gaste. Mas com moderação…</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:44:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa mensagem vem sendo cada vez mais, repetida por empresas e instituições de todas as áreas. Fume menos - melhor, nem fume! Beba menos! Coma menos! Compre menos! Gaste menos! Reaproveite! Recicle! Renove!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Essa mensagem vem sendo cada vez mais, repetida por empresas e instituições de todas as áreas.</p>
	<p>Fume menos &#8211; melhor, nem fume! Beba menos! Coma menos! Compre menos! Gaste menos! Reaproveite! Recicle! Renove!</p>
	<p>Parece que principalmente as grandes corporações perceberam que no ritmo atual, as fontes secarão à médio prazo. Com isso, o melhor é ’segurar’ a ganância e buscar perpetuar o mercado consumidor, elevar a lucratividade por venda &#8211; reduzindo custos, preferencialmente sem reduzir salários, pois isso implicará em redução de mercado… &#8211; e ‘educar’ o mercado a consumir sem destruir &#8211; o meio ambiente ou à si mesmo.</p>
	<p>Na minha opinião são inciativas salutares. Principalmente campanhas amplas, que atingem todas as classes sociais. Temos de levar em consideração que não existe na maioria das famílias brasileiras uma tradição em ensinar as crianças a cuidar do dinheiro. Até porque, na maioria das famílias, dinheiro é coisa escassa…</p>
	<p>Comentário do Marinho, hoje no blog, sobre o novo programa de educação financeira da Mastercard.</p>
	<p>Hoje de manhã a Mastercard apresentou para a imprensa seu novo programa de educação financeira, chamado “Consumidor Consciente”. A empresa de cartões de credito, que antes só se preocupava em estimular as pessoas a comprar, agora oferece aplicativos para o controle das finanças pessoais, informações sobre economia, um glossário para que os consumidores entendam melhor contratos e financiamentos, orientações sobre como evitar dividas e dicas sobre o uso responsável do dinheiro. Tudo isso estará à disposição em um site na internet, o www.consumidorconsciente.org, e também em redes sociais como o Orkut, o Facebook e o Twitter.</p>
	<p>Mas consumo consciente não é preocupação exclusiva da Mastercard. Nesta segunda-feira, o Banco Itaú promoveu um seminário sobre esse mesmo assunto em SP, com o tema “como alcançar a independência financeira.” Desde 2004 o banco possui um programa de Uso Consciente do Dinheiro e em 2009 disponibilizou 4 novas cartilhas sobre o assunto em seu web site. Outras empresas do setor seguem o mesmo caminho.</p>
	<p>É curioso notar como as instituições financeiras seguem a trilha de outras indústrias, como a de bebidas e cigarros, e usam como estratégia de marketing o posicionamento de apoiar o consumidor e recomendar o uso moderado dos seus produtos. Não deixa de ser um sinal dos novos ventos que sopram nos horizontes globais.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Internet 2009. Tendências…</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 18:40:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora falar de tendências no início no ano seja um tanto lugar-comum, 2009 reserva grades crescimentos para o marketing digital e a publicidade on-line. Assim, vale a pena conhecer e analisar as previsões para esse ano que está começando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Embora falar de tendências no início no ano seja um tanto lugar-comum, 2009 reserva grades crescimentos para o marketing digital e a publicidade on-line. Assim, vale a pena conhecer e analisar as previsões para esse ano que está começando.</p>
	<p>Primeiramente, se olharmos para o último ano, vemos na internet um ambiente onde 27% da população brasileira está presente, mas com ainda muito espaço para ser explorado. De acordo com o Ibope/NetRatings, no final de 2008 o Brasil tinha quase 50 milhões de pessoas com acesso a internet.</p>
	<p>Em 2009, com a crise financeira, será mandatório para os anunciantes buscarem a maior eficiência. Assim, serão beneficiadas as mídias que oferecem métricas reais e a verdadeira mensuração do resultado, permitindo que os anunciantes tenham retorno imediato do  desempenho de suas campanhas. Tudo isso é oferecido pela internet, se tornando assim o meio mais indicado para os investimentos em tempos de crise. Diversas empresas estão estudando o aumento dos investimentos reservado para esta mídia ou até mesmo migrando parte de suas verbas para o on-line.</p>
	<p>Sobre os usuários e seus hábitos, a Deloitte realizou uma pesquisa na qual ouviu mais de dois mil norte-americanos, que mostra como a internet está ganhando força. O estudo revelou que seis em cada dez americanos gostariam de fazer downloads e assistir conteúdos on-line em suas televisões; que aproximadamente 59% ouvem música on-line e 52% assistem a vídeos pela internet.</p>
	<p>Outro ponto que merece grande atenção para 2009 será o desenvolvimento do uso da internet nos celulares. Segundo um estudo da Comscore, entre 2007 e 2008, o número de usuários da web através de celulares aumentou 68% nos EUA e 38% na Europa. No Brasil, muitos já utilizam esse serviço, mas esse ano, através do 3G, dos aparelhos de navegação mais simples e de maior instrução, haverá uma popularização muito maior, aumentando consideravelmente o número de internautas que utilizam o celular para acessar a rede.</p>
	<p>Por isso, a cada ano se concretiza a importância de integrar a internet na estratégia de Marketing. Através desse panorama podemos confirmar que em 2009 aumentar os investimentos no meio digital é necessário para a obtenção de resultados. Diversos segmentos já indicaram maior investimento em on-line para esse ano – montadoras, construtoras, entre outros – alegando que necessitam de mais eficiência no resultado das campanhas e querem atingir os consumidores no momento em que estão prontos para a compra.</p>
	<p>Priscilla Simões</p>
	<p>Fonte:  Mundo do Marketing
</p>
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