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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Marketing é holístico&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:21:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a5I577qdd" alt="" />Belo Texto do Bruno, que faz &#8211; <em>pelo menos deveria fazer</em> &#8211; pensar&#8230;</span></p>
	<h2></h2>
	<h2></h2>
	<h2>Como resgatar a marca usando o Marketing</h2>
	<p>O caminho é transformar a gestão da empresa  com foco no branding e, sobretudo, no Marketing Holístico</p>
	<p>Pegue papel e caneta que vamos dar 10  dicas rápidas e fáceis de usar, em qualquer ocasião, estratégias de  Marketing simples, e ao mesmo tempo inovadoras, para sair de uma  situação onde a marca da sua empresa está denegrida. Vamos lá? Não. Não  vamos. Quando você ouvir este discurso, pegue o papel, a caneta e  escreva um baita palavrão mandando o sujeito para bem longe da sua  empresa.</p>
	<p>Ok. Não precisa exagerar. As tais dicas podem até ser importantes para  um começo e para uma reflexão que seja capaz de provocar uma grande  mudança na gestão da empresa, pois é disso que você precisa, caso a  marca esteja desacreditada pelos consumidores e potenciais clientes.  Mudança urgente. Quando a companhia chega neste ponto, é preciso rever  tudo. A começar pelo básico quatro Ps de Marketing. É necessário fazer  uma análise profunda do produto, dos canais de distribuição, da promoção  e até do preço.</p>
	<p>Ao fazer um raio x completo, que também deve envolver pesquisa e estudos  sobre o comportamento do consumidor, idealmente chamando pessoas de  fora da empresa, que podem ser especialistas e consultorias em gestão,  comportamento do consumidor e branding, você repensará tudo o que está  fazendo. É importante se desfazer de todas as amarras anteriores e  passar a olhar tudo de forma diferente. Só assim a sua marca fará algo  de diferente. Só assim você poderá surpreender o seu consumidor.<br />
<strong><br />
As Dicas do Troiano</strong><br />
Mas vamos voltar às dicas. Jaime Troiano, especialista em Branding,  mostrou recentemente 10 lições para não cair em armadilhas de Branding.  São justamente os cuidados que as empresas devem ter na construção e  manutenção de suas marcas. São elas: 1) Aparência e a essência, que  devem caminhar juntas; 2) Marketing e os projetos de felicidade, onde as  marcas preenchem os desejos dos consumidores; 3) O verdadeiro Brand  Equity, é quando o valor da marca está sendo confirmado pelo mercado; 4)  Um espaço difícil de conquistar, um estudo em que a marca é avaliada em  termos de conhecimento pelo consumidor versus preferência; 5) Nome é só  o começo, quando é preciso buscar o DNA da marca; 6) Marcas Fortes:  Poder multiplicador, quando a marca mãe gera filhotes, com extensões de  marca, 7) A marca das marcas, a identificação com o consumidor; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' />  Arquitetura e puxadinhos, os estudos por trás do Branding, 9) Marcas e  tapumes, quando elas se escondem dos consumidores; e 10) Anti-branding: o  modo de usar, quando a empresa que não está engajada pelo menos em boa  parte destes desafios.</p>
	<p>Segundo Troiano, elas frequentemente reduzem a verba de Marketing, mudam  constantemente de agências, alterando por completo a comunicação da  marca quase que anualmente, investem o mínimo em pesquisa possível e  olham apenas os seus próprios umbigos. Não buscam informações de mercado  e nem olham as tendências. Sem contar com a concentração da gestão da  marca em uma área específica ou apenas no Marketing, quando o conceito  deve ser aplicado a toda a empresa.</p>
	<p><strong>Caso de sucesso SulAmérica</strong><br />
Esses são alguns caminhos a que as empresas devem prestar atenção para  não cair. A grande questão é que tudo precisa estar alinhado dentro da  empresa. A SulAmérica está desenvolvendo um amplo trabalho que busca  transformar a cultura da empresa para que tenha a cultura do cliente. A  empresa promove uma reestruturação completa na área de CRM. A mudança  começou na estrutura interna da seguradora, até então divida por  segmentos de negócios. A área de relacionamento com cliente passou a ser  uma superintendência que se reporta diretamente a duas  vice-presidências e se integrou aos departamentos de Campanhas, Canais,  Pós-Venda, Endomarketing, Database e Análises, Treinamento e  Processamento.</p>
	<p>Entre os projetos realizados nesta transformação com foco no cliente  está o treinamento de todos os stakeholders da empresa para atuar a  partir desta filosofia. Desde o Call Center até os gerentes, todos foram  treinados para buscar a lealdade do cliente e entender cada tipo de  consumidor, passando pela capacitação de corretores para terem uma visão  de gestão de clientes. Houve ainda a estruturação do database  marketing, marketing intelligence, marketing digital e melhoria de  processos internos, incluindo um específico para o tratamento de  clientes VIPS, com ações de relacionamento e atendimento diferenciados.  Agora, a segmentação é estatística com um book analítico de perfil do  cliente e produtos específicos para cada tipo de consumidor.</p>
	<p>Na área digital ocorreu a mudança completa dos portais da companhia com  maior foco em cada target e utilizando plataformas de web 2.0. A  estratégia para os portais deixou de focar exclusivamente na venda de  produtos para dar atenção ao cliente, oferecendo serviços que o auxiliem  no cotidiano. A meta é fidelizar e fazer novas vendas de outros  produtos. Mais mudanças foram feitas. Os wellcomes kits dos seguros  passaram a ser mais leves e ganharam ações de cross e up-sell.</p>
	<p>Mesmo sabendo da dificuldade de desenvolver uma estratégia integrada  como esta, o que a SulAmérica quer é que seus mais de cinco mil  colaboradores e 25 mil prestadores estejam engajados na causa do  cliente.</p>
	<p><strong>Marketing Holístico</strong><br />
Nada disso terá resultado, entretanto, se não houver um olhar de cima.  Um planejamento que veja o todo da organização. Não adianta focar apenas  em relacionamento ou em Branding, um de cada vez, isoladamente. É  preciso olhar para o design, para a segmentação, para as métricas de  retorno sobre o investimento, fazer pesquisa constantemente, dar atenção  máxima ao ponto-de-venda caso seja varejo o seu negócio, inovar, ousar,  prestar atenção na sustentabilidade e em uma comunicação integrada  também focada em retorno sobre o investimento.</p>
	<p>Para mudar a imagem da marca, é preciso ajustar o foco para que ele não  fique restrito. Deve-se olhar o todo, sempre. Marketing é isso. É  holístico. É tudo isso que falamos e mais um pouco. Ao mesmo tempo,  agora. As empresas devem parar de pensar uma coisa separada da outra  achando que ela resolve todos os problemas. É um grande desafio, sem  dúvidas, mas está na hora de mudar a forma de fazer Marketing.</p>
	<p><em>* Este texto foi publicado originalmente na revista Venda Mais</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Por quê eles compram?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:22:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=3bI350g23" alt="" />Belo texto!<br />
Recomendo a visita ao <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/10,11759,o-que-motiva-o-consumidor-a-comprar-.htm"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>, para ler os comentários&#8230;</span></p>
	<h2>O que motiva o consumidor a comprar?</h2>
	<h4>Qualidade, variedade de produtos, preço e até promessa são fatores que motivam o consumidoor a comprar</h4>
	<p>A motivação do consumidor para entrar em uma loja é uma informação preciosa para o departamento de Marketing de qualquer empresa. Para conhecer um pouco mais sobre este mistério que permeia a mente de muitos profissionais de Marketing, o Mundo do Marketing foi para o shopping Riosul, no Rio de Janeiro, para saber: o que motiva os consumidores a entrarem em determinada loja?</p>
	<p><span id="more-726"></span></p>
	<p>As respostas, como se esperava, são diversas. Mas a vitrine é a principal arma das lojas de shopping para tentar atrair o consumidor, assim como um bom atendimento, que fez com que Jonas Filho fosse buscar a loja Opção para a compra de um produto. Vitrine e atendimento são apenas algumas destas ferramentas que os pontos-de-venda precisam ter.</p>
	<p>Qualidade, variedade de produtos e preço também estão na lista dos diferenciais mais citados. Porém, existem outras motivações que estão fora do alcance das empresas de varejo. A segurança de estar dentro de um shopping, a proximidade ou facilidade de acesso ao ponto-de-venda e até uma promessa feita para a filha, fazem os consumidores decidirem em questão de milésimos de segundo em que loja entrar.</p>
	<p><strong>Promessa é dívida&#8230;e também motiva</strong></p>
	<p>Saindo de uma loja de brinquedos com a filha, Elisa Borges Pereira mostrou que o que a fez entrar no ponto-de-venda não se encaixa em nenhuma estratégia de Marketing. “Minha filha ficou nervosa quando estávamos em uma enchente e prometi que se ficasse calma eu daria um presente a ela. Quando fazemos uma promessa para alguém, ainda mais para uma criança, temos que cumprir”, explica.</p>
	<p>Além de buscar lojas de artigos infantis para presentear sua filha, Elisa ainda apontou para outro dado intrigante para os departamentos de Marketing que estudam o comportamento do consumidor. “As lojas de rua não tem segurança e por isso resolvi que a compra deste presente deveria ser feita num shopping, que é mais seguro”, aponta.</p>
	<p>A compra por impulso também se vê com facilidade no varejo. No caso da aposentada Zélia Miranda e de outra compradora que prefere não se identificar, a vitrine atraiu a primeira, mas dentro da Casa &amp; Vídeo, sua acompanhante encontrou um produto que estava procurando há dias. “Estava procurando um telefone e quando vi na loja, comprei. Foi por acaso”, diz.</p>
	<p><strong>Localização X variedade</strong></p>
	<p>Até o Dia das Crianças – que foi comemorado no dia 12 deste mês – ainda faz a alegria dos vendedores do Riosul. De acordo com a empresária Beatriz Lopes, o cartão da Lojas Americanas e a consequente facilidade no pagamento das compras foi o que a motivou a dar o presente de Dia das Crianças para sua sobrinha. “A facilidade de pagamento é o que me faz vir à loja com frequência”, acredita.</p>
	<p>A localização do ponto-de-venda também é um diferencial motivacional para os consumidores. Lení Maria, funcionária do shopping Riosul, decidiu comprar produtos para o lar na Lojas Americanas por conta da praticidade. “É o lugar mais perto para eu comprar estes produtos. Além disso, a variedade facilita a compra. Só o preço é que eu diria que é razoável”, avalia Lení.</p>
	<p>A variedade de produtos da loja Mercatto também chamou a atenção da vendedora Cristiana Mattos. “A loja também oferece um preço bom, mas a variedade é mais importante e é o que me motiva a comprar aqui”, diz. Saindo da mesma loja, Regina Sales, aposentada, foi atraída inicialmente pela vitrine, mas logo percebeu o principal diferencial da marca. “A vitrine chama a atenção, mas a variedade de produtos é o que me mais chamou a atenção”. Apesar do destaque dado às opções de peças de roupa oferecida pela Mercatto, a variedade pode acarretar em dúvidas. “Não comprei nada porque não achei algo que me interessou”, aponta.</p>
	<p><strong>Preço, atendimento&#8230;e concorrência</strong></p>
	<p>O fato de ter uma empresa concorrente atuando em um shopping center também é motivador de compra. Com a variedade de lojas do Riosul, a empresária do ramo de calçados, Ana Claudia, busca peças que possam servir de inspiração para suas futuras coleções. “Estou pesquisando lojas de calçados para lançar novos produtos”, conta.</p>
	<p>O bom e velho atendimento continua sendo um diferencial para os pontos-de-venda. Levar o cliente até a porta e tratá-lo com cuidado e respeito ainda traz resultados. É o que diz Jonas Filho, profissional de TI, ao sair da loja Opção com uma compra. “Tenho afinidade e já conheço a marca. A qualidade dos produtos é o grande diferencial. O atendimento eu não preciso falar. É nota dez”, resume.</p>
	<p>Na Lojas Americanas, o preço dos produtos foi o que motivou a compra da atendente Andrea Pereira. “Lá é mais barato”. Curiosamente foi a mesma opinião da publicitária Adriana Alves, ao sair da Zara. “Costumo comprar presentes lá por causa da qualidade e do design das roupas para crianças, mas o preço também me chama a atenção”, completa.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Seja único! Tenha valor!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:24:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=eaYcf0n17" alt="" /><em>A maioria das empresas &#8211; pequenas, médias e grandes, nacionais e multinacionais &#8211; ainda estão preocupas apenas com o preço de seus produtos e com as metas econômicas a serem realizadas. Pensar assim representa um grande erro para a sobrevivência das companhias</em></strong>, aponta Michael Porter, considerado a maior autoridade em estratégia competitiva do mundo e autor de best-sellers como Vantagem Competitiva e Estratégia Competitiva.</p>
	<p>No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias. “Não pode abrir mão da estratégia para crescer e ganhar mercado porque isso pode acabar com as suas vantagens competitivas”, alerta Porter aos brasileiros em sua apresentação na ExpoManagement 2009, evento realizado pela HSM.</p>
	<p>As receitas de Porter são as mesmas, porém, sempre atuais, uma vez que as empresas continuam brigando pelo mesmo consumidor oferecendo produtos semelhantes a preços igualmente parecidos. “Por que copiam a empresa do lado?”, pergunta o especialista. Os CEO&#8217;s e gestores – e aqui inclui o Marketing – devem pensar não em ser a melhor empresa de seu segmento, mas sim em ser única. Criar propostas de valor singular continua na pauta de prioridade.</p>
	<p><strong>“O princípio da estratégia não deve ser querer ser o melhor, mas ser o único”</strong><br />
“Não existe a melhor empresa. Depende de como o cliente vai ver. Para uns é a melhor, para outros a pior”, diz Porter. “Um grande erro é a empresa querer atender e satisfazer todos os clientes. Isso é impossível. A companhia deve pensar no que é ser única. Será que ela é única ou acompanha os concorrentes?”, questiona. Ser uma empresa única é oferecer algo de valor singular para cada pessoa, afirma Porter.</p>
	<p>Há alguns problemas que impactam neste objetivo. Muitas empresas estão preocupadas com preço e, com isso, oferecem baixo valor. Outra dificuldade são as mudanças de mercado. Pressionadas pelos acionistas por maiores lucros e valorização das ações das companhias, os gestores caem na armadilha de promoverem mudanças para atender as mutações do mercado. O pensamento estratégico vencedor requer olhar o tempo no longo prazo.</p>
	<p>Acompanhar as tendências também não significa benefício imediato. “Sempre há tendências, mas qual você deve seguir? Você deve seguir aquela que é realmente significativa para a empresa. Mas nunca copie. Entenda e aplique na sua realidade”, recomenda. “Não tente ser camaleão. Não mude a estratégia de acordo com o mercado”, ressalta.</p>
	<p><strong>Social tem mais impacto que a economia</strong><br />
Desenvolver uma boa estratégia também requer eficiência operacional. Se a empresa não estiver aplicando as melhores praticas no dia a dia não há estratégia no mundo que resolverá o seu problema. Querer atender a todos os clientes também representa um erro. “A boa estratégia é aquela em que você opta pelo o quê não fazer. Se quiserem fazer tudo, não há vantagem competitiva”, explica.</p>
	<p>Aqui, não cabe o mantra de que o cliente é o rei. Pelo contrário. É preciso focar em um tipo de cliente para poder oferecer estratégias de valor para ele. Diferenciação. “Aprofunde a relação com o seu cliente. As empresas focam no produto e não se preocupam com a experiência do cliente”, atesta Porter.</p>
	<p>Outro erro, e que vai fazer toda a diferença daqui para frente, é pensar a estratégia apenas pelo lado dos números. De acordo com Porter, não é a economia que interfere na estratégia, mas sim os aspectos sociais decorrentes dela. É o desemprego, por exemplo. “Um negócio saudável requer uma sociedade saudável”, pondera. “As grandes estratégias integram o aspecto social com a economia”.</p>
	<p>Basta olhar para as crescentes preocupações com a sustentabilidade e com a saúde. Produtos orgânicos, à base de soja, zero, sem gordura trans não existiam até pouco tempo atrás. Foi assim também com as comidas prontas para micro-ondas para um mundo em que as mulheres estão inseridas no mercado de trabalho. As transformações sociais que mudaram e continuam mudando as diversas formas de consumo estão em linha com o pensamento em que as empresas devem focar sua estratégia no social.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank"> Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Todos juntos. Vamos! Construir uma marca!!!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:32:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A marca é, sobretudo, cultura e dinâmica de relacionamentos. É o jeito de ser e de fazer de uma empresa. Nesse contexto, o público interno desempenha um papel fundamental na sua geração de valor, pois são os funcionários que devem atuar o tempo todo de acordo com os atributos de cada marca para realmente consolidar o que promete entregar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=51I1fba57" alt="" /><span style="display: none;" id="1259239771626S">&nbsp;</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Construir uma marca. <br />
</span><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Basta um conceito, uma palavra e um desenho?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">N&atilde;o&#8230; Marcas, s&atilde;o constru&iacute;das por pessoas. Por a&ccedil;&otilde;es, pela cria&ccedil;&atilde;o de uma rede; onde alguns ir&atilde;o defender, divulgar, propagar uma id&eacute;ia ou um valor para muitas outras pessoas que v&atilde;o &#8211; ou n&atilde;o &#8211; segui-las, defend&ecirc;-las, divulg&aacute;-las, propaga-las.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Assim, surge uma marca. Forte. Consistente. Duradoura. Vencedora.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">A quest&atilde;o &eacute;&#8230; quem s&atilde;o essas pessoas, que v&atilde;o dar partida nas a&ccedil;&otilde;es; na cria&ccedil;&atilde;o da rede?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Voc&ecirc;. A marca &eacute; sua. O conceito, foi escolhido, aceito,decidido por voc&ecirc;.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Voc&ecirc; &eacute; o ponto de partida.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">E a primeira onda s&atilde;o seus funcion&aacute;rios. Seus colaboradores.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Quem tem uma boa equipe, alinhada com os conceitos da empresa, que entende, aceita, defende, divulga, propaga esses interesses; tem muito mais chances de construir uma marca forte.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mas como conseguir isso?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Existem muitos passos nesse caminho. Come&ccedil;a por contratar certo. Saber escolher n&atilde;o s&oacute; pela expertise, mas pelo conjunto. Caracter&iacute;sticas pessoais e culturais para a fun&ccedil;&atilde;o que a empresa precisa.<br />
Prossegue por transmitir a esse(s) funcion&aacute;rio(s) os valores da marca. O que ela quer representar para a sociedade, para os clientes. Quais os n&iacute;veis e fatores de relacionamento esta marca vai oferecer. Quais as experi&ecirc;ncias sua marca quer proporcionar. <br />
Por que o seu funcion&aacute;rio &eacute; linha de frente na divulga&ccedil;&atilde;o de sua marca.<br />
&Eacute; ele vai mostrar ao seu cliente, como sua marca, sua empresa &eacute; diferente. <br />
&Eacute; ele que vai criar a nova onda de divulga&ccedil;&atilde;o da sua marca.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ent&atilde;o, entenda-se com ele. Fa&ccedil;a com que ele entenda voc&ecirc;, sua empresa, seu objetivo, sua marca.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ou ent&atilde;o&#8230; a onda para em vc.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Sabe aquela coisa, de jogar a pedrinha na &aacute;gua&#8230; seus funcion&aacute;rios, s&atilde;o a primeira das ondas. a menor&#8230; deles, vir&atilde;o as ondas seguintes, cada vez maiores&#8230;<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Quantas ser&atilde;o? Onde chegar&atilde;o?<br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Vai depender em muito tamb&eacute;m, do &#8216;peso&#8217; da sua marca, dos seus valores&#8230;<br />
Das experi&ecirc;ncias e dos conceitos que ela carrega.<br />
Mas n&atilde;o esque&ccedil;a que, por mais &#8216;peso&#8217; que ela tenha, se a primeira onda falhar&#8230; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> <br />
<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);"></p>
	<p></span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(192, 192, 192);">Voc&ecirc; leu at&eacute; aqui e pensou&#8230;<br />
</span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(192, 192, 192);">&quot;<em>Que conversa, hein&#8230; Funcion&aacute;rios est&atilde;o interessado somente no sal&aacute;rio e no hor&aacute;rio de trabalho. Assim como clientes est&atilde;o interessado somente em pre&ccedil;o.</em>..&quot;<br />
</span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(192, 192, 192);">Ser&aacute;? Voc&ecirc; est&aacute; certo disso?<br />
N&atilde;o quer pedir ajuda &agrave;s cartas? Ao audit&oacute;rio? Aos universit&aacute;rios?<br />
Sua marca, como anda?<br />
Ah! Voc&ecirc; n&atilde;o tem uma marca&#8230; tem uma &#8216;loja&#8217;, uma &#8216;empresa&#8217;&#8230; hum! Entendi&#8230;</span><span style="color: rgb(128, 128, 128);"><br />
</span></p>
	<p style="margin-left: 40px;"><span style="color: rgb(128, 128, 128);"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Excelente artigo do Mundo do Marketing, falando sobre essa quest&atilde;o de escolha de colaboradores e funcion&aacute;rios.</span></p>
	<p>A marca &eacute;, sobretudo, cultura e din&acirc;mica de relacionamentos. &Eacute; o jeito de ser e de fazer de uma empresa. Nesse contexto, o p&uacute;blico interno desempenha um papel fundamental na sua gera&ccedil;&atilde;o de valor, pois s&atilde;o os funcion&aacute;rios que devem atuar o tempo todo de acordo com os atributos de cada marca para realmente consolidar o que promete entregar. Trata-se, assim, de uma escolha estrat&eacute;gica da organiza&ccedil;&atilde;o, baseada em suas cren&ccedil;as e objetivos, que ser&aacute; vivida coletivamente e refletida em todas as a&ccedil;&otilde;es no dia a dia da empresa.</p>
	<p>Funcion&aacute;rios engajados e que compartilham as mesmas cren&ccedil;as e valores da organiza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o essenciais para aumentar a satisfa&ccedil;&atilde;o dos clientes, gerando resultados sustent&aacute;veis para os acionistas. No entanto, ter a maioria do p&uacute;blico interno formada por pessoas muito parecidas, que pensam e agem da mesma forma, pode comprometer a diversidade de id&eacute;ias, fundamental para a riqueza e performance  da empresa. &Eacute; preciso buscar uma identifica&ccedil;&atilde;o entre o indiv&iacute;duo com a miss&atilde;o e os valores da institui&ccedil;&atilde;o, sem perder a riqueza da diversidade. Mas, como?</p>
	<p>Num primeiro momento, &eacute; necess&aacute;rio adequar os processos de contrata&ccedil;&atilde;o para ver se ele se baseia apenas nas compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas ou se levam em considera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m as cren&ccedil;as e a bagagem cultural dos seus colaboradores. Esse &eacute; um ponto importante que revela como a organiza&ccedil;&atilde;o percebe e trata a quest&atilde;o desde o in&iacute;cio de sua rela&ccedil;&atilde;o com os seus colaboradores. Por outro lado, &eacute; preciso fazer o caminho inverso e identificar a motiva&ccedil;&atilde;o e os fatores de atratividade da empresa que levam os profissionais do mercado a procura-l&aacute;. Dentre as in&uacute;meras raz&otilde;es, indicarei duas essenciais: convic&ccedil;&atilde;o e conveni&ecirc;ncia.</p>
	<p>Existem aqueles que s&atilde;o atra&iacute;dos por algo em comum, normalmente representado por uma causa, valores e/ ou desafio da empresa. Para essas pessoas, fazer parte da organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; contribuir para algo que ambas compartilham. Engajam-se mais rapidamente e sua atua&ccedil;&atilde;o &eacute; mais destacada, pois a entrega &eacute; mais forte e mais  verdadeira. Esses s&atilde;o os funcion&aacute;rios que acreditam, fazem acontecer e entregam a promessa da uni&atilde;o. Temos tamb&eacute;m aqueles cuja presen&ccedil;a na empresa est&aacute; relacionada &agrave; necessidade, de car&aacute;ter financeiro. S&atilde;o pessoas que encontraram uma oportunidade e sua atua&ccedil;&atilde;o est&aacute; condicionada ao m&iacute;nimo necess&aacute;rio para se manter no emprego. Esses s&atilde;o os funcion&aacute;rios que est&atilde;o juntos, mas por conveni&ecirc;ncia.</p>
	<p>Em ambos os casos, a atratividade de marca influenciou na escolha, seja por passar valores e desafios compartilhados ou por passar condi&ccedil;&otilde;es de emprego adequadas aquele indiv&iacute;duo. No entanto, &eacute; certamente no segundo p&uacute;blico que o desafio da viv&ecirc;ncia da marca &eacute; maior, pois exige o trabalho de engajamento por pessoas que n&atilde;o est&atilde;o totalmente em sintonia com a miss&atilde;o e as ambi&ccedil;&otilde;es da empresa.</p>
	<p>Mais do que estar alinhada com os valores da marca, a busca por funcion&aacute;rios deve preservar as diferen&ccedil;as e priorizar aqueles que est&atilde;o em sintonia com os nossos tempos e abertos para evoluir, tem vontade de &ldquo;ir al&eacute;m&rdquo;. Afinal, se &eacute; a partir do p&uacute;blico interno que se constroem as intera&ccedil;&otilde;es com fornecedores, clientes e acionistas, ele tem de estar aberto ao novo e ao diferente para que a evolu&ccedil;&atilde;o nunca pare e a din&acirc;mica da gera&ccedil;&atilde;o de valor seja maximizada a partir do interesse de todos. Portanto, a miss&atilde;o &eacute; de todos. &Eacute; desse jeito que se constr&oacute;i uma marca: Juntos.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Fernando Byington Egydio Martins</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
	<p><span style="display: none;" id="1259239772078E">&nbsp;</span></p>
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		<title>Dentro da empresa, também tem público&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:15:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d5Q2cedd6" alt="" />Muita gente, muitos empresários esquecem do seu público interno. É a velha cabeça do século XX. Da década de 70 do século XX&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pensam em horário, em cobrança, em metas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Esquecem de incluir os funcionários, os colaboradores, na cadeia de informações da empresa. Esquece que são os funcionários, os colaboradores que estão na linha da empresa. Seja na produção, no atendimento, nas vendas, no controle, na gerência, na divulgação, na logística. Em qualquer tamanho de empresa. Em qualquer setor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não se interessam em divulgar a  marca e a identidade da empresa para este público. Deixe estar que, este empresário, na maior parte das vezes não se importa com a marca e a identidade da empresa. Ele mesmo, muitas vezes, não tem noção de nada disso. Mas aqui, não falamos para esse tipo de empresário. Falamos para os que querem MAIS. Querem sua empresa crescendo! E são estes empresários que eu quero lembrar:<br />
O primeiro público a ser conquistado é o interno. É do trabalho dele que depende a imagem da sua empresa. Se eles não tiverem a idetidade da empresa, se eles não defendem os valores da empresa, se eles não acreditam na empresa&#8230; como vamos convencer os clientes?..</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pense nisso.</span></p>
	<p><strong>Conquiste seus colaboradores com Endomarketing</strong></p>
	<p>Muito além de eventos sazonais e ginástica laboral, o Endomarketing hoje, é indispensável ao desenvolvimento corporativo. O principal e mais evidente benefício provido por ele é o aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros.</p>
	<p>A boa aplicação do marketing interno traz bem-estar e satisfação aos colaboradores. Mais felizes e alinhados à visão da companhia, a dedicação nas funções tende a aumentar. Além disso, a percepção sobre a empresa melhora sensivelmente resultando em um círculo virtuoso.</p>
	<p>As vantagens são diversas, bem como o impacto causado. Desperta-se a consciência da equipe frente à cultura e identidade organizacional de forma não impositiva. Todos se sentem parte do processo e agentes de transformação. Isso é extremamente importante para a incorporação de novas atitudes, pois mudanças comportamentais definitivas devem partir “de dentro para fora”.</p>
	<p>No mundo dos recursos humanos, as ações são critério de seleção e até eliminação de candidatos. Os adeptos do conceito CHA consideram importante o Conhecimento e Habilidade dos profissionais, mas a garantia do sucesso está na Atitude. O “saber como” e o “querer” fazer certo.</p>
	<p>A estruturação do Endomarketing requer tempo, demanda e, evidentemente, dedicação. Seu objetivo é bem parecido com o marketing realizado aos clientes externos: satisfação para a obtenção de lucro. A mudança está apenas no target. Sabe-se da importância do capital humano para os negócios. Investir em integração e motivação como diferenciais competitivos é colaborar para a retenção de bons profissionais e pensar no futuro da empresa.</p>
	<p>Os resultados melhoram com a evolução do departamento. Quanto maior o conhecimento sobre os mecanismos da organização e o perfil das equipes, mais eficientes se tornam as ações. Nesse caso a dica é: paciência, empenho, muita pesquisa e foco.</p>
	<p>Criatividade e jogo de cintura também são a chave do sucesso. Descubra os anseios dos colaboradores e coloque em prática as soluções. A superação de expectativas aumenta o impacto e causa boa receptividade aos próximos projetos. Investir em alternativas simples, mas não simplórias, é o grande desafio na conquista do público interno.</p>
	<p>Boa parte das corporações ainda são resistentes à prática. Em geral, elas “deram certo” sem se utilizar desse recurso e o consideram gasto, não investimento como é de fato. Se você está nessa lista, faça uma busca na Internet e comprove. As empresas mais desejadas têm o Endomarketing na sua essência. Um bom caso é o Google, apesar de ultrapassar um pouco os limites da realidade pela multiplicidade de ações.</p>
	<p>O bom desenvolvimento do setor exige informação. Boa sintonia com as estratégias da empresa favorecem resultados positivos. Manter contato próximo ao RH e aos gestores também impacta diretamente na eficácia do trabalho.Durante uma ação ou evento de Endomarketing crie identidades atraentes. Materiais desenvolvidos em editores de texto com ilustrações em baixa resolução captadas da Internet, nem pensar!</p>
	<p>Ao término de qualquer atividade, peça feedback. Fundamental para a perpetuação da área, ele oferece parâmetros e dita os caminhos a seguir em ações futuras. É possível consegui-lo em reuniões com lideranças ou, se desejar algo mais detalhado, por fichas de satisfação entregues aos participantes.</p>
	<p>Um cuidado necessário, para evitar o revés, são as premiações. Deve-se ter clara a função da equipe. Ela foi contratada para atingir e superar metas. Brindes e agrados demais podem condicionar o esforço à recompensas, o que compromete todo o trabalho e gera enormes ruídos.</p>
	<p>Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.</p>
	<p>O Endomarketing é tão importante quanto aumentos salariais. A justificativa é: obviamente temos necessidades financeiras, mas há também carências básicas a serem supridas. Até o funcionário mais interessado em dinheiro não resiste por muito tempo em uma empresa onde o clima é ruim. Mesmo com um bom salário o nível de dedicação jamais será equivalente ao de alguém motivado e bem integrado na organização. E quem entra nesse momento? Agora você já sabe.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Rodrigo Freire</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Na Era do conhecimento, o valor do intangível</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:06:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa - a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil - que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a2Q14eh25" alt="" />Excelente artigo que encontrei no HSMGlobal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Excelente para empresários que não pensam no valor de suas marcas, do relacionamento com seus funcionários, que encaram a sustentabilidade no máximo como marketing, que não pensam em estratégia, que não conseguem que sua equipe atenda suas especificações e trabalhem orientadas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, para empresários que ainda não perceberam que o mundo mudou.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, muito bom artigo também para todos que enxergam que é no valor da marca, do relacionamento interno e externo, em todos esses intangíveis que está o diferencial de uma empresa. Seja ela varejo, indústria ou prestação de serviço.</span></p>
	<p><strong>Definindo Ativos Intangíveis</strong></p>
	<p>Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa &#8211; a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil &#8211; que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.</p>
	<p>Assim, compreender, mensurar e gerenciar os intangíveis é tarefa fundamental para a sobrevivência e competitividade de qualquer empresa.</p>
	<p>Como 1º passo, a compreensão da natureza dos Ativos Intangíveis é fundamental. Temos feito muito trabalho de análise e formulação acerca do tema. Abaixo suas características principais de acordo com o Strategy Research Center da DOM Strategy Partners:</p>
	<ul>
	<li>Ativos Intangíveis Geram e Protegem Valor: muito mais do que um vetor de geração de valor no curto, médio e longo prazo, os Ativos Intangíveis contribuem na Proteção de Valor da empresa. Não fosse dessa forma, todo o investimento em Segurança da Informação e Sustentabilidade seria injustificado.</li>
	<li> Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: ou seja, os investimentos em intangíveis no presente garantem</li>
	<li>Só têm Valor se Percebidos pelo Stakeholder Externo: se uma empresa não comunica suas iniciativas e resultados em inovação, (imagine o caso da Apple, por exemplo), os mercados não saberão de seu potencial futuro de geração de resultados e não poderão precificar seu valor intangível adequadamente.</li>
	<li>Interdependentes: fazendo valer o ditado um-por-todos, todos-por-um, as características de um ativo intangível influenciam os demais e vice-e-versa, tanto em relação aos aspectos positivos quanto aos negativos. Uma Marca Inovadora (Marca e Inovação) ou um Relacionamento Sustentável (Relacionamento e Sustentabilidade) são bons exemplos.</li>
	<li>Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: a partir dos investimentos em ativos intangíveis, os ativos tangíveis relacionados adquirem novas características e comportamentos. A organização e estruturação do relacionamento de uma empresa com seus consumidores em ativo de Relacionamento altera profundamente o RFV (Recência, Frequência e Valor) dos clientes.</li>
	<li>Geram e Protegem Valor Econômico no Longo Prazo: (em Oposição à Ditadura dos Resultados Financeiros no Curto Prazo): os ativos intangíveis são a garantia dos resultados econômicos e financeiros de seu futuro, de uma forma consistente e sustentável.</li>
	<li>Definem a Competitividade no Longo Prazo: os investimentos em ativos intangíveis realizados no presente permitem definir as bases da competição futura de um determinado setor, uma vez que é possível prever seus resultados derivados e influenciar a percepção dos stakeholders (clientes, acionistas, concorrentes, etc) com grande antecedência.</li>
	<li>Marca como Agregadora: a marca é o ativo intangível que agrega a percepção dos demais, uma vez que os ativos intangíveis são interdependentes.</li>
	</ul>
	<p>Obviamente esse conjunto de propriedades não é exaustivo. Mas entendo que representam de forma bastante fidedigna a natureza e a qualificação que estes ativos, atualmente, representam para as corporações.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Daniel Domeneghetti</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/"  target="_blank">HSMGlobal</a>
</p>
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		<title>Este consumidor é de quem? É MEU!&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:19:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[para o sucesso do programa é necessário um banco de dados atualizado, conhecimento do comportamento de compra dos clientes e treinamento permanente dos funcionários. “A iniciativa deve fazer parte da cultura da empresa. Um programa de fidelidade não é uma simples promoção. Ele cria um vínculo mais forte com os clientes”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34Q43ch95" alt="" />Empresas disputam a fidelidade do consumidor</strong></p>
	<p><em>Microempresas e grandes companhias adotam os programas de benefícios</em></p>
	<p>Vender um produto ou atender bem a um cliente uma única vez pode ser uma tarefa fácil perto da complexidade que existe para tornar esse mesmo comprador um consumidor frequente e fiel. Em um mercado competitivo e repleto de promoções atrativas, os programas de fidelização de clientes são cada vez mais valorizados e se popularizaram. Deixaram de ser uma estratégia exclusiva de grandes empresas para se tornar uma ferramenta oferecida até mesmo em pequenos estabelecimentos, como locadoras de vídeo, restaurantes, imobiliárias e institutos de beleza de bairro.</p>
	<p>Tecnologias restritas como cartões de crédito e internet já não são essenciais para participar de programas de fidelidade e receber bonificações por isso. Hoje, a criatividade é item fundamental para se aproximar da clientela. Se os programas de vantagens oferecidos pelas companhias aéreas eram os mais conhecidos, hoje são várias fórmulas simples que servem para comprovar as compras e receber algum benefício em troca.</p>
	<p>Na locadora de vídeo TV3, em Porto Alegre, por exemplo, os clientes recebem um cartão onde são marcadas as locações. A cada 10 retiradas, o associado pode levar um filme sem pagar. Iniciativa semelhante é encontrada na Temakeria e Empório Japesca, no Mercado Público. No estabelecimento, os apreciadores da iguaria nipônica que juntarem dez etiquetas encontradas na embalagem do cone típico japonês ganham outro a escolher entre os oito sabores do cardápio. Criada para divulgar o lançamento da loja e fidelizar os clientes, a iniciativa vem superando as expectativas dos proprietários. “Não acreditávamos muito, mas em duas semanas já trocamos mais temakis do que imaginávamos”, confirma o sócio-gerente Roberto Mendo da Cunha.</p>
	<p>Na estética Helô.com, no bairro Farroupilha, a cada R$ 200,00 gastos em cortes, depilação e massagens, entre outros serviços, as frequentadoras ganham uma sessão de manicure. Ao invés de distribuir brindes ou chaveirinhos para a clientela, a proprietária do salão de beleza, Heloísa Dornelles, escutou o conselho do filho publicitário e investiu na pequena cartela, onde são computados os valores gastos e a data. O cartão tem validade e troca de cor a cada duas estações (primavera-verão e outono-inverno) e já ofereceu como bonificações tratamento facial e pedicure. “Tem gente que faz o cabelo num lugar, o pé em outro e assim vai. Hoje, a maioria dos clientes faz tudo comigo. Se a pessoa vier pedir uma informação, eu já dou um cartãozinho”, conta ela.</p>
	<p>A cliente Gisele Camargo é prova disso. Mesmo morando num bairro distante, ela atravessa a cidade para pintar os cabelos e tratar os pés com Heloísa. Para ela, que já atingiu o valor para premiação cerca de seis vezes, a iniciativa não acelera a sua presença na estética, mas faz ela se sentir valorizada e priorizar o estabelecimento na hora de retocar o visual. “Vim aqui por causa da manicure e fiquei cliente. O cartão é um estímulo e uma forma de fazer um agrado às clientes. Faz com que a gente crie um vínculo com o salão”, revela.</p>
	<p>O consultor e especialista em Marketing de Fidelização e Relacionamento, Marcelo Cristiano Gonçalves, confirma o depoimento de Gisele e recorda uma das premissas das apostilas de marketing para resumir a estratégia de fidelidade: “é mais barato manter um cliente do que conquistar um novo”. Segundo ele, são ferramentas que trazem resultados comprovados, com o aumento médio da frequência de visita em 40% e de 20% no tíquete das compras.</p>
	<p>Mas alerta que para o sucesso do programa é necessário um banco de dados atualizado, conhecimento do comportamento de compra dos clientes e treinamento permanente dos funcionários. “A iniciativa deve fazer parte da cultura da empresa. Um programa de fidelidade não é uma simples promoção. Ele cria um vínculo mais forte com os clientes”, explica.</p>
	<p>Ações tradicionais oferecem resgate de pontos em redes parceiras</p>
	<p>Paralelo à expansão de iniciativas caseiras, as empresas de grande porte promovem inovações nos seus critérios de bonificação, com a integração de pontos em diferentes empresas e benefícios múltiplos. A TAM, uma das pioneiras em programas de fidelidade no Brasil, é o maior exemplo disso. A companhia aérea lançou recentemente o seu novo programa. Batizado de Multiplus Fidelidade, a nova unidade de negócios da empresa buscará parcerias com marcas dos mais variados ramos a fim de integrar seus programas de fidelidade sob uma só gestão. Dessa forma, os clientes associados poderão acumular pontos em uma única conta e realizar resgates de prêmios nos estabelecimentos conveniados.</p>
	<p>De acordo com a TAM, a concretização dessa rede de programas para o consumidor tem o objetivo de aumentar as vendas e cativar os clientes das empresas parceiras. “É uma via de mão-dupla, onde todos os lados se beneficiam”, entende o vice-presidente de finanças, gestão e TI da companhia, Líbano Barroso. Diversos segmentos integram o programa, como, por exemplo, farmácias, postos de gasolina, supermercados, cinemas, livrarias, hotéis e bancos, entre outros. Todos os 5,9 milhões de clientes do TAM Fidelidade, tradicional programa da empresa, fazem parte do Multiplus Fidelidade automaticamente.</p>
	<p>Fruto de uma iniciativa desenvolvida pela Rede Bom Preço, de Pernambuco, há 14 anos, o programa de fidelidade da companhia Walmart ganhou o nome de Bomclube. Oferecido há apenas um ano na região Sul, o clube de vantagens já conta com cerca de 550 mil sócios só no Rio Grande do Sul – no País são mais de quatro milhões de usuários. Conforme o gerente do programa, Marcelo Paes, 17% do total de transações realizadas nas lojas são feitas por participantes do clube, onde cada real gasto equivale a um ponto, que depois podem ser trocados por mercadorias (70% da preferência), descontos ou ingressos para cinema, assinaturas de revistas, viagens aéreas e locação de veículos, entre inúmeros benefícios.</p>
	<p>Na opinião dele, a principal vantagem do programa de fidelização do Walmart é que os consumidores podem pontuar em todas as lojas da rede no Brasil. A multinacional também será parceria da TAM no Multiplus Fidelidade. “Temos o único programa desse tipo no varejo. O cliente se sente atraído por isso e consome mais. Podemos perceber a satisfação quando os consumidores exigem os seus pontos. Eles entendem isso como um reconhecimento”, ressalta.</p>
	<p>O modelo utilizado pela Ipiranga no Quilômetros de Vantagens é semelhante: cada R$ 1,00 gasto em combustível e aditivos para o carro se converte em um ponto para ser utilizado no resgate de prêmios e descontos em serviços e produtos, juntamente com o pagamento de uma parte em dinheiro. A pontuação é dobrada nos casos de pagamento com cartão Ipiranga e abastecimento em postos preferenciais. Lançado em março deste ano, o programa conta com mais de dois milhões de participantes, a maior parte na região Sul.</p>
	<p>Além do clube de vantagens, revela o gerente do Departamento de Comunicação de Marketing, Francisco Lúcio Mandarino Moraes, a companhia investe em mais dois canais para fidelizar os clientes: postos com diversos serviços e comunicação permanente. “Existe uma diversidade de ofertas e a briga por preços é constante nesse segmento. O programa tem uma capacidade muito grande de reter clientes e aproximar marcas. Deixamos claro que é uma troca. O cliente consome nos postos Ipiranga e em contrapartida nós oferecemos facilidades e benefícios”, ressalta.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Marcos Giesteira</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte:<a href="http://jcrs.uol.com.br/"  target="_blank"> Jornal do Comércio</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Agora, é a vez deles</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:28:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As classes C, D e E respondem por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado. Para entender os rumos do mercado que mais cresce no Brasil, o Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria especializada em estudos das C,D e E]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=94A743j21" alt="" /><span style="color: #888888;">Ótima análise.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Para quem ainda está pensando que a classe C pode ser ignorada e pretende trabalhar visando somente a classe média, cuidado. </span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles são muito.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles estão olhando.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles vão estar em todas as classes.</span></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div>As classes C, D e E respondem por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado. Para entender os rumos do mercado que mais cresce no Brasil, o Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria especializada em estudos das C,D e E, e o instituto de pesquisa Datafolha identificaram dez tendências de comportamento do consumidor emergente.</div>
	<div></div>
	<p><strong>10 TENDÊNCIAS QUE IMPACTAM UM MERCADO DE<span style="text-decoration: underline;"> R$ 760 BILHÕES</span></strong></p>
	<p><strong><br />
</strong></p>
	<p>1 – CONSUMO DE INCLUSÃO</p>
	<p>Diferente do cliente tradicional, a descoberta do consumo faz com que o mercado emergente desenvolva um jeito próprio e inclusivo de comprar. As marcas que forem didáticas e apresentarem esse novo universo de consumo terão a fidelidade das classes C, D e E</p>
	<p><strong>“Agora, eu escolho”</strong></p>
	<div></div>
	<div>2 – IDENTIDADE E AUTO-ESTIMA</div>
	<p>A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizará cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.</p>
	<div><strong>“Agora, eu tenho orgulho”</strong></div>
	<p>3 – ACESSO E QUALIDADE</p>
	<p>Com maior poder de consumo estas classes exigirão cada vez mais. Melhores produtos, melhores governos, melhor qualidade de vida. As marcas que souberem conjugar a melhor relação custo-benefício serão recompensadas com sua fidelidade.</p>
	<p><strong>“Agora, eu Posso”</strong></p>
	<div>4 – EDUCAÇÃO COMO INVESTIMENTO</div>
	<p>As famílias de baixa renda se conscientizaram que através da educação podem mais. De maneira muito funcional investirão cada vez mais na educação dos filhos pensando no próprio futuro.</p>
	<p><strong>“Agora, eu sei, faço e aconteço”</strong></p>
	<p>5 – JUVENTUDE E GERAÇÃO C</p>
	<p>Os atuais jovens da baixa renda são mais escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais. Formarão um novo perfil de cidadãos e consumidores que serão a maioria da população brasileira. O Brasil de amanhã será marcado pelas características dos jovens da atual baixa renda.</p>
	<p><strong>“Agora, tudo é do meu jeito”</strong></p>
	<p>6 – VAIDADE E BELEZA COMO INCLUSÃO</p>
	<p>Estar bem arrumada diminui as barreiras sociais que dificultam a inclusão da base da pirâmide. Com maior acesso aos produtos de beleza e aos tratamentos estéticos, novos padrões de beleza serão mais abrangentes e as marcas deverão estar atentas às novas tendências dessa maioria.</p>
	<p><strong>“Agora, eu sou mais eu.”</strong></p>
	<p>7 – NOVOS PAPÉIS, NOVA FAMÍLIA</p>
	<p>Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.</p>
	<p><strong>“Agora eu não dependo de ninguém”</strong></p>
	<p>8 – REDES, DICAS E BOCA A BOCA</p>
	<p>As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada às novas tecnologias e à disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.</p>
	<p><strong>“Agora, eu tenho mais meus amigos.”</strong></p>
	<p>9 – CAPILARIDADE E SEGMENTAÇÃO</p>
	<p>A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das empresas. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.</p>
	<p><strong>“Agora, tem mais do jeito que eu quero.”</strong></p>
	<p>10 – TECNOLOGIA COMO INVESTIMENTO</p>
	<p>A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso às informações antes restritas à minoria da população brasileira</p>
	<p><strong>“Agora, eu me conecto.”</strong></p>
	<div><em> </em></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div><span style="text-decoration: underline;"><em>Nota Metodológica</em></span></div>
	<p>O método analítico desenvolvido pelo Data Popular e o Datafolha parte da análise conjunta de dois grandes fatores:</p>
	<p>1 – DRIVERS DE FUTURO: São fatores referentes a um contexto macro-social. Funcionam como balizadores do comportamento. Permitem um nível de antevisão de suas conseqüências no futuro. (Macroeconomia, movimentos sociológicos e demografia).</p>
	<p>2 – PISTAS DE COMPORTAMENTO: Aspectos culturais, valores e comportamentos que determinarão a forma como esta população lidará com os balizadores apontados pelos drivers de futuro. As pistas são frutos da soma de três pilares:</p>
	<p>1 Pesquisas Continuas: Banco de dados de mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras.</p>
	<p>2 Análise de Especialistas: entrevista com “hubs populares” (manicure, dono de padaria, cobrador de ônibus, Professores, etc) e profissionais que lidam com esse público (Antropólogos, economistas, ‘pauteiros’ de mídias populares, etc).</p>
	<p>3 Monitoramento de Expressões Populares : Um detalhado monitoramento das expressões da cultura, da comunicação e do entretenimento (ditados populares, Letras de música, novelas, capas de revistas &#8230;)</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a>
</p>
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		<title>A marca nos dias de hoje - Construindo relacionamentos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:53:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os consumidores de uma marca podem manifestar seus julgamentos ou sentimentos na mesma hora em que são impactados pelas informações e campanhas publicitárias. Existe interatividade, troca de informações e mensuração exata do consumidor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=b4A1bbi35" alt="" /><span style="color: #888888;">Excelente entrevista do <a href="http://www.marcelotrevisani.com.br"  target="_blank">Marcelo Trevisani</a> que saiu no <a href="http://www.cidademarketing.com.br/"  target="_blank">Cidade Marketing</a>.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ótimas as colocações sobre a aplicação de SEO-SEM  e a importância das marcas se apresentarem como as primeiras fornecedoras de informação sobre seus produtos.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso, na minha opinião, é importante não só para as marcas como para o varejo, os pontos de venda. Colocar-se na linha de frente, oferecendo aos clientes mais do que puramente o produto/serviço. Mas, principalmente, oferecendo informação, conteúdo e indexação do conteudo existente para que o consumidor/cliente/usuário saiba o que ele pode esperar daquele produto/serviço.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Acredito que esta seja o primeiro passo para iniciar um relacionamento, quando você demonstra que quer oferecer mais do que o básico. Mais do que os outros&#8230;</span></p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- O que é uma marca nos dias de hoje?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Uma marca, hoje em dia, não é apenas o logotipo ou a sua identidade visual. Sabemos que o logotipo é muito importante para as marcas, é o ponto de entrada na mente dos seus consumidores, é o que vai identificar e diferenciar dos seus concorrentes. Mas a marca, para sobreviver hoje em dia, precisa ir além do seu logotipo, ela precisa ser percebida e reconhecida como o principal ativo da empresa. Ela vai guiar e reger todo o processo de gestão organizacional que criará vínculos de relacionamento entre a empresa e as pessoas. Se a marca não for relevante para o consumidor, não haverá espaço para ela em sua mente. Esse processo de gestão organizacional é chamado de Branding.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Qual a principal diferença entre Branding e e-Branding?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Na verdade, em sua essência, não há diferença. Branding é um processo de gestão de marca que cria vínculos e conexões emocionais com as pessoas, porém, esse processo, de nos relacionarmos com as marcas, produtos ou serviços, e que está em transformação, é a grande diferença. Estamos no processo de transição da sociedade industrial para a sociedade do conhecimento e essa sociedade do conhecimento está presente 24 horas por dia, 7 dias da semana, na internet.</p>
	<p>Na internet, temos a comunicação conhecida como mão dupla. Os consumidores de uma marca podem manifestar seus julgamentos ou sentimentos na mesma hora em que são impactados pelas informações e campanhas publicitárias. Existe interatividade, troca de informações e mensuração exata do consumidor; podemos descobrir quais são os julgamentos ou sentimentos que o consumidor tem sobre uma determinada marca em real time. Há uma quebra de paradigmas entre tempo e espaço na internet, esses julgamentos ou sentimentos postados, inclusive os de tempos atrás, podem ser achados nesse universo on-line e ajudam a impactar na pré-decisão de compra de outras pessoas. Sabemos que a internet propicia uma grande conferição e experiência entre produtos e serviços e esses julgamentos e sentimentos, conhecido como o buzz ou boca-boca, tornam-se uma espécie de moeda, pois são opiniões e experiências legítimas vivenciadas por outras pessoas, determinando o sucesso ou fracasso dessa marca na internet.</p>
	<p>Outro ponto muito importante a ser abordado sobre e-Branding e relacionamento com as marcas, é que há muito tempo as marcas controlavam a sua comunicação, hoje, esse poder mudou de mãos, quem controla as marcas são os consumidores, eles criam as informações, disseminam essas informações. Os consumidores transformaram-se em mídias. Estão presentes no Twitter, Facebook, Orkut, Myspace&#8230;, e podem se conectar a qualquer hora, em qualquer lugar, por meio do celular.</p>
	<p>O mundo digital está mudando a dinâmica dos negócios e as marcas que não estiverem preparadas para esse novo mundo da comunicação não vão sobreviver para contar histórias.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Nas organizações quem deve participar do processo de Branding?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- Como é um processo de gestão organizacional todos precisam estar engajados. A marca é construída de dentro para fora, do CEO à recepcionista da empresa. Esse engajamento é muito importante, porque cada colaborador é um grande ponto de contato, todos precisam ter o mesmo discurso, todos precisam acreditar na essência da marca e nos seus valores. O resultado desse processo de gestão organizacional é a criação de valor em torno da marca para todas as partes interessadas (stakeholders), construindo um caminho sustentável nesse ambiente.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- A internet é uma rede de pessoas/consumidores. Como as marcas estão se relacionando com as mídias geradas pelo consumidor?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Este movimento do novo mundo da comunicação, dos consumidores se tornando mídias é uma realidade inexorável, mas precisamos assumir que o controle sobre essas informações, a marca não  o terá. O que é preciso ser feito, é instalar uma cultura de marca focada na sua essência, onde há transparência e consistência em todos os pontos de contato (site corporativo, Twitter, Facebook, Orkut, blog corporativo, Youtube, entre outros). Essa transparência e consistência serão as grandes aliadas nesse ambiente. O que é mais importante nesse relacionamento entre marcas e consumidores é justamente a troca de  informações, as marcas precisam descer do pedestal onde elas estavam montadas há muito tempo e escutar os desejos e necessidades desse consumidor. O sucesso da marca, hoje em dia, depende de como ela vai se relacionar com os seus stakeholders.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Cite algumas empresas brasileiras que estão fazendo uma gestão de marca de forma positiva e por que você considera o trabalho delas eficaz?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Posso citar empresas de que tive o privilégio de entrevistar os gestores de marca para o meu estudo sobre e-Branding. Por meio desse estudo, elaborei um modelo de gestão e construção de marcas chamado Gestão Sistêmica da Marca 3 Dimensões. São que empresas já estão há algum tempo na internet, fazendo um trabalho consistente: Tecnisa, Grupo Santander, FIAT e Restaurante América. Todas possuem a ciência de como implementar e gerenciar um bom trabalho de e-Branding (posso citar como outros exemplos: como Coca-Cola e O Boticário). Referidas empresas sabem ouvir o consumidor, convidam-no a participar ativamente da gestão da marca, através de, por exemplo: o blog da Tecnisa, que traz conteúdo relevante para os interessados em adquirir um imóvel, informando como utilizar o FGTS; e a FIATMIO (www.fiatmio.cc), um projeto participativo que utiliza a inteligência coletiva do consumidor para criar um carro com os desejos e as necessidades indicados pelo próprio usuário do site.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Atualmente vivemos uma febre do Twitter, Orkut, Facebook e Google. Como as empresas devem explorar suas marcas nesses ambientes virtuais?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- Não basta estar presente apenas na social media, precisa saber como atuar. Antes de mais nada,, é preciso entender quem é o seu consumidor, quais são os seus desejos e suas necessidades. Sem planejamento e estudo, o risco será muito grande à marca. Essa escolha não pode ser pautada por modismo e, sim, para aproximar a marca legitimamente dos seus stakeholders, agregando-lhe valor, compartilhando conteúdo relevante e sendo benéfica e criativa para todos.</p>
	<p>[ CidadeMarketing ] &#8211; Com o mercado cada vez mais competitivo como as marcas estão se diferenciando dos seus concorrentes?<br />
[ Marcelo Trevisani ] &#8211; Essa é uma questão muito boa, como se diferenciar onde quase todos são iguais ou equivalentes, são commodities, onde a qualidade do produto ou serviço já é esperada pelos consumidores. Acredito no processo de gestão da marca para se diferenciar dos concorrentes, a marca precisa estar calcada em sua essência, dessa forma, a percepção que o consumidor terá em sua mente será do DNA da marca. Claro que focar em inovação e conhecimento do seu público-alvo sempre é sempre importante. Para se diferenciar é preciso sair do estágio onde os atributos dos produtos eram o foco e passar para ações que propiciem experiências em torno da marca.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; O Branding vem para substituir o marketing ou são coisas independentes?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Uma questão delicada, alguns estudiosos e profissionais do mercado acreditam que o Branding é a evolução natural do Marketing, outros falam que o Branding está dentro do Marketing e, ainda, Branding é Branding e Marketing é Marketing. Eu acredito que estamos na era do Branding, na era em que consumidor, além do poder de escolha, tem o poder da informação. É nessa era que o Branding ou e-Branding é importante, pois gerencia a relação entre marca e consumidor.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- Fale um pouco sobre a relação das marcas brasileiras e os sites de buscas.</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- O Marketing de Busca (SEM e SEO) é o principal ponto de atração dos consumidores para o ambiente da marca on-line. Hoje, sabemos que mais de 80% dos consumidores acham novos sites (leia-se marcas, produtos ou serviços), por sites de busca (fonte Google). Essa inversão do vetor de marketing, Marcas para as Pessoas e, hoje, Pessoas para as Marcas, é a grande diferença no novo mundo da comunicação.</p>
	<p>Antes as marcas iam até os consumidores, hoje, são os consumidores que vão até as marcas. Mais de 36% dos consumidores consideram que as marcas que aparecem nas primeiras posições dos resultados de busca são as principais marcas do mercado. Essa é a percepção que o consumidor possui em sua mente.</p>
	<p>Algumas marcas brasileiras já entenderam a importância de atração do consumidor por meio da busca. Um exemplo: se buscar por apartamentos, aparecerá, tanto na busca orgânica como nos links patrocinados a Tecnisa, Tenda, Gafisa, entre outras. Essas construtoras sabem da importância de trabalharem palavras-chaves e conteúdo relevante na otimização do seu site. Agora, se você fizer um pequeno teste e buscar por TV LCD no Google, por exemplo, não vai aparecer nenhuma marca de fabricante nas primeiras posições, nem nos links patrocinados, nem na busca orgânica. Esse erro, na minha opinião, é gravíssimo. As marcas precisam estar nas primeiras posições da busca orgânica, precisam estar presentes, criando proeminência, ao invés de serem os sites de e-commerce que poderiam aparecer na segunda página da busca orgânica ou nos links patrocinados. As marcas devem ser as primeiras a transmitir a informação autêntica, atraindo o consumidor, convidando-o a acessar o seu site e, nesse ambiente, criar uma experiência única onde esse consumidor perceberá a credibilidade da marca.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Quais os novos caminhos do Branding?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Na verdade, acredito que o Branding é o novo caminho para as empresas e marcas. O Branding agrega valor às marcas, ajuda a construir um mercado mais maduro, mais sustentável para todas as partes relacionadas, com mais inspiração, com mais visão e menos riscos para as empresas. E o e-Branding está enraizado na cultura digital, que continuará a mudar a forma da comunicação entre marcas e pessoas. Em suma, não é o Branding que deve buscar novos caminhos, mas as marcas que devem trilhar o caminho do Branding.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cidademarketing.com.br"  target="_blank">CidadeMarketing</a>
</p>
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		<title>Shopper, consumidor 2.0, usuário 2.0&#8230; Ele agora tem vários nomes.</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 14:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><!-- .entry-meta --><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=f9Ec66wd2" alt="" /></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mais um pequeno texto, post, artigo para lembrar que o consumidro mudou.  O consumo mudou. A forma de comprar mudou. A forma de vender tem de mudar.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O mundo mudou.</span></p>
	<h3>O Novo Consumidor é, na verdade, Usuário da Marca</h3>
	<p>por <em>Daniel Domeneghetti</em><img class="alignleft" src="http://hsm.updateordie.com/files/2009/10/hsm_marca.jpg" alt="hsm_marca" width="201" height="146" /></p>
	<p>Os gestores de Marketing, de Produtos, de Marcas, de Comunicação, de Clientes, de Relacionamento, de Internet e até de TI, por força da concorrência e por força do cliente/consumidor, serão obrigados a lidar com os conceitos 2.0 de forma mais prática e também profissional.</p>
	<p>O novo consumidor – o cliente/consumidor 2.0 – é um usuário por definição. Mas não só de produtos, serviços, canais, sistemas e informação. Ele é, antes de tudo, um usuário da marca da empresa, de sua proposta de valor e atributos diferenciais de personalidade e posicionamento.</p>
	<p>O usuário 2.0, que é o cliente/consumidor 2.0, é um comprador racional e comparativo que concentra suas análises na informação que coleta nas redes e comunidades que participa e consulta direta ou indiretamente, com seus pares e conhecidos (outros usuários-clientes), e também no manancial de informações disponíveis sobre a empresa/produto/serviço, seja este conteúdo, no formato em que estiver, gerado pela própria empresa (“chapa-branca”) ou por outros atores que com ela interagem e que, eventualmente, consomem seus produtos e serviços.</p>
	<p>O consumidor 2.0 é um usuário de experiência, acima de tudo. Experiência própria e de terceiros. É, portanto, um usuário da marca da empresa. Sua relação com as marcas e com a próprio empresa e o que ela representa se transforma para uma relação não só de consumo e escolha, primordialmente, mas principalmente de uso, usofruto, utilização e experiências interativas continuadas. <strong>Pensou nisso</strong>?</p>
	<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/"  target="_blank">HSM Global</a>
</p>
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