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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Mulher, Consumidora, Brasileira.</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 12:49:29 +0000</pubDate>
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A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque (7%).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O IBOPE Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, traça os  hábitos e comportamentos da<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=dfG0d6o93" alt="" /> brasileira quando o tema é consumo. O  levantamento é baseado nas informações da ferramenta Target Group Index e  aponta que 67% das mulheres realizaram compras pessoais (excluindo  bebidas e alimentos) nos últimos 30 dias, em contrapartida ao índice de  58% entre o público masculino.</p>
	<p>“As mulheres, de maneira geral,  gostam de variar marcas, procuram  preços mais baixos e afirmam que vale a pena pagar um pouco mais por  produtos de higiene pessoal de boa qualidade”, destaca Juliana Sawaia,  gerente de marketing do IBOPE Mídia.</p>
	<p>Entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 78%  declaram ter comprado roupas femininas, 60% calçados, 43% roupas para  homens e 39% roupas para crianças e bebês. As lojas de rua seguidas  pelos shopping centers lideram como local preferido de compras pelo  público feminino.</p>
	<p>A conectividade e o comércio eletrônico já são realidade no cenário  brasileiro &#8211; 10% das mulheres revelam que comentam suas aquisições na  internet avaliando a qualidade dos produtos. Vale ressaltar que este  índice entre o público masculino – tradicionalmente mais interessado no  tema tecnologia – é de 13%.</p>
	<p>Para elas, as categorias mais comentadas são as de telefones  celulares (31%), equipamentos de TV, vídeo, som (28%), roupas (23%),  vida saudável, exercícios e alimentação (17%). Já o público masculino  opina e faz avaliações das categorias de equipamentos de televisão,  vídeo e som (41%), automóveis (32%) e telefones celulares (32%).<br />
A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de  compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque  (7%).</p>
	<p>O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio  de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife,  Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e  Sudeste com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades  entre 12 e 64 anos. Para este levantamento específico, foram  consideradas as respostas de mulheres e homens com 18 anos ou mais,  obtidas entre agosto de 2008 e agosto de 2009.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://consumidormoderno.com.br"  target="_blank"> Consumidor Moderno</a>
</p>
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		<title>Classe C. Existe uma fórmula?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:09:00 +0000</pubDate>
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Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=ebY4c6s18" alt="" />Mais um artigo falando sobre a atual &#8216;menina dos olhos&#8217; do marketing. A Classe C.  Seu recém restaurado e descoberto poder de compra.<br />
E o dilema perpétuo da última semana! Como atingir esse mercado relegado ao terceiro plano por tanto tempo??<br />
Um consumidor que sempre foi tratado sem atenção especial, que todos consideravam como um &#8216;carneirinho&#8217; que quando podia, comprava as marcas das classes A/B. Quando não podia, comprava o mais barato, sem preocupação com embalagem, design, posicionamento, marca ou qualquer diferencial.<br />
Resumindo: Classe C compra qualquer coisa. Basta ser barato! E, se sobrar um dinheiro, já estará &#8216;encantada&#8217; pelos apelos lançados as Classes A/B.<br />
Então, um dia, esta Classe C, com um poder de compra melhorado, começa a mostrar sua cara.<br />
Ela NÃO busca todas as mesmas marcas consagradas nas Classes A/B. Algumas ela busca. Mas por que estas marcas se apóiam em valores que ela, Classe C, reconhece como valiosos. Não pelos mesmos motivos que as Classes A/B.<br />
A estética é diferente! Nem tudo que as Classes A/B classificam como bonito é sucesso na Classe C.<br />
Eles tem valores próprios. Gostos próprios. Desejos próprios.<br />
São altamente ligados no custo/benefício de cada produto! E não hesitam em pagar mais barato entre dois produtos de mesma qualidade, desprezando a &#8216;marca famosa&#8217; pela marca nova SE a marca famosa não agregar nada na experiência de consumo&#8230; Ou, SE a marca nova, oferecer a mesma coisa&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eles são fiéis. Mas, não concordo que sejam &#8216;facilmente fidelizáveis&#8217;&#8230; Ao contrário. Buscam SEMPRE valor nas coisas. Isso significa que, se esse valor não existir REALMENTE, não vai seduzir.<br />
Nada de promoções, que dão um prêmio para um em um milhão&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O consumidor da Classe C é mais focado na realidade.  Mas, também se rende facilmente ao que deseja&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, o consumidor da Classe C é COMPLEXO!<br />
Tanto quanto o consumidor das Classes A/B.<br />
Talvez até mais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Assim sendo, absorva todas as informações sobre ele.<br />
Estude-o, conheça-o bem, se ele for seu público alvo!<br />
Assim como devemos conhecer nosso público, seja ele qual for. Com suas nuances, preferências e características.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, não acredite em estereótipos.<br />
Não acredite em fórmulas mágicas.<br />
Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eu estou postando o artigo porque ele fala de um case, da Procter &amp; Gamble, que acho excelente. O tipo de ação de &#8216;marketing do bem&#8217;. Claro que eles agiram visando lucro! Claro que foi uma ação buscando retorno!<br />
Mas AJUDARAM, APOIARAM, TENTARAM MELHORAR a vida das pessoas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h3>Como vender para a Base da Pirâmide</h3>
	<p>Seria possível excluir uma parcela da população brasileira que representa mais 50% do mercado? Pensando assim, a resposta parece óbvia. Mas somente há pouco tempo o interesse por clientes capazes de movimentar R$ 34 bilhões por ano está evidente. Trata-se do consumidor de baixa renda. No Brasil, este público é equivalente a 95 milhões de pessoas. No mundo, são quatro bilhões, o que corresponde a um consumo coletivo de US$ 5 trilhões anuais.</p>
	<p>Os números são claros. A base da pirâmide é capaz de movimentar o mercado. Por isso, o interesse que antes era focado apenas nas classes A e B, desloca-se para os consumidores de baixa renda. Atualmente, 10% dos gastos de publicidade destinam-se a este público, mas este cenário tende a mudar. O que fazer então para conquistar este consumidor?</p>
	<p>O primeiro passo é deixar de adaptar os produtos e criar novos. É o que indica Wander Meijer, CEO para América Latina da TNS, durante o evento The Next Four Billion – Marketing para a base da pirâmide, realizado na Casa do Saber, Rio de Janeiro, para clientes da empresa de pesquisa na última semana, ao qual o Mundo do Marketing teve acesso.</p>
	<p>Para o especialista, é preciso criar produtos que tenham o perfil deste público, para que ele se identifique. “O amor é um importante tema para o Marketing”, explica. A afirmação refere-se à importância que a família tem para este grupo social. Além disso, a cada 10 consumidores da base da pirâmide, seis dizem estar apaixonados. É necessário, também, que as empresas contribuam para o dia-a-dia destas pessoas. Um exemplo é o que a Procter &amp; Gamble fez na África. A companhia percebeu que 70% das internações em hospitais deviam-se à contaminação da água.</p>
	<p><strong>Como melhorar a vida do consumidor</strong><br />
Diante deste problema, a Procter criou um produto que purifica a água. Cada sachê custava US$ 0,1 e era capaz de limpar 10 litros. O projeto teve início no Kenya e tornou-se global, estando presente em seis países ao redor do mundo. Como resultado, o produto diminuiu em 50% os casos de diarréia, salvando 60 milhões de litros de água e melhorando as vidas de milhares de pessoas ao redor do mundo.</p>
	<p>Engana-se ainda quem acha que os consumidores esperam das marcas apenas preços baixos. “Eles querem relevância e qualidade. A importância que dão para a família faz com que desejem oferecer coisas boas. Eles se interessam também por promoções e prêmios”, diz o CEO da TNS. Por isso, produto bom é aquele que apresenta qualidade com preço acessível. Esta demanda aparece como uma oportunidade para as marcas próprias. “A confiança na marca é muito importante. Este consumidor não tem chance de comprar outra vez”, explica Meijer.</p>
	<p>Considerar suas equações de desembolso também é fundamental para conquistar os consumidores da base da pirâmide. É o que aponta Miriam Steinbaum, Diretora da TNS Research Internacional, durante o evento. Para a especialista, em primeiro lugar, as empresas devem conhecer bem a categoria onde estão inseridas e entender onde ela se encontra nas linhas de despesa. Apesar de grande parte do orçamento ser direcionado para gastos fixos como alimentação e moradia, as marcas devem convencer o consumidor de que o pouco dinheiro que sobra deve ser investido em seus produtos.</p>
	<p><strong>Preço precisa de justificativa racional</strong><br />
Para isso, é necessário entender que a percepção de preço é multidimensional. “Estes consumidores não enxergam os valores absolutos dos produtos. As contas que fazem com o mesmo dinheiro dependem do sentido de urgência e de recompensa. É fundamental que o preço tenha uma justificativa racional. Se é mais caro, deve dar uma percepção de status, desejo, necessidade e qualidade”, conta Mirian.</p>
	<p>As promoções também aparecem como um caminho para fidelizar estes consumidores. Mas elas devem estar de acordo com o perfil do cliente. O melhor é que sejam bonificações imediatas, como brindes. Já um programa de fidelidade, que exige um investimento a médio e longo prazo, é pouco mobilizador e pode gerar desconfiança. Ações como “leve três, pague dois” ou embalagens que investem no design e podem ser reutilizáveis ganham a preferência.</p>
	<p>Investir no ponto-de-venda também é essencial. O espaço é um ponto de contato, de encontro, aprendizado e descanso. “Muitas famílias entendem a saída para fazer compras como um momento de lazer, para fugir da rotina”, diz Mirian. Um exemplo é o Super Casas Bahia, que fez do ponto-de-venda um local para a diversão dos seus consumidores. Outro passo é estar próximo do público e desenvolver estratégias em canais de venda onde acontece a vida do consumidor.</p>
	<p><strong>Estratégias para conquistar a base da pirâmide</strong><br />
Além de estar próximo do seu consumidor, as marcas devem reforçar a auto-estima e gerar um sentimento de inclusão, de identificação. Entre as estratégias para conquistar este público estão: mostrar que conhece e entende o que ele enfrenta no seu dia-a-dia; criar empatia; falar de igual para igual, com uma linguagem mais direta e completa; usar pessoas, cenários e sentimentos que façam parte desta realidade; respeitar sua cultura, hábitos e sabores; fazer parte dos seus rituais e considerar os valores tradicionais como a família, a mãe como heroína, o lar e o empreendedorismo a partir de cases de sucesso vindos da própria base.</p>
	<p>Após entender e se aproximar deste público, resta inovar. Se as marcas entendem como o consumidor lida com uma renda tão apertada, devem trabalhar a motivação e a importância que sua categoria tem. Características como portabilidade, multi-funcionalidade, embalagem reduzida e fórmula concentrada podem ser o diferencial para que o cliente opte por uma determinada marca.</p>
	<p>Este grupo também deve ser segmentado. Entre os consumidores de baixa renda, é preciso compreender todos os seus grupos e encontrar aqueles em que a marca se insere. Não se pode esquecer ainda que algumas marcas premium são aspiracionais e que muitos farão um esforço para tê-las. Por isso, as empresas devem criar um senso de proximidade e familiaridade, além de agir com responsabilidade social.</p>
	<p><strong>10 dicas para atuar na Base da Pirâmide </strong><em><strong>(Fonte: TNS Research International)</strong></em><br />
<em>1) Considere suas (complexas) equações de desembolso</em><br />
Um pacote de arroz custa o mesmo que três pacotes de biscoito</p>
	<p><em>2) Ofereça produtos de qualidade</em><br />
Projete uma imagem de alto value-for-money e não de preço barato</p>
	<p><em>3) Pense nele ao desenhar suas promoções</em><br />
Ofereça bonificação imediata: vantagens são percebidas através de elementos muito concretos</p>
	<p><em>4) Reveja o papel do ponto-de-venda: um ponto de contato, de encontro, de aprendizado, de lazer</em><br />
O consumidor da base da pirâmide valoriza muito as saídas para as compras</p>
	<p><em>5) Gere identificação</em><br />
Demonstre que você o conhece, entende o que ele enfrenta no dia a dia; Crie empatia, mostre que vocês estão juntos para enfrentar seus desafios; Fale de igual para igual; Use pessoas, cenários, sentimentos que façam parte da sua realidade.</p>
	<p><em>6) Fale com ele</em><br />
A comunicação com a base da pirâmide pode exigir um ajuste de linguagem</p>
	<p><em>7) Considere seus valores tradicionais</em><br />
A família está no centro de tudo</p>
	<p><em> <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Inove</em><br />
Um produto, um serviço, uma tendência indica potencial de adaptabilidade se trouxer benefícios que podem ser transportados ou vivenciados em vários cenários</p>
	<p><em>9) Lembre-se dos jovens consumidores da Base da Pirâmide</em><br />
Com o acesso limitado a internet, a TV é o meio de comunicação mais importante e utilizado</p>
	<p><em>10) Conheça o seu consumidor e entenda como ele lida com uma renda tão apertada</em><br />
- Quais são suas motivações?<br />
- O quanto a minha categoria é importante para eles?<br />
- Qual a imagem que eles têm da minha marca?<br />
- Quais resultados esperam do meu produto/serviço?<br />
- Todas as sua necessidades estão sendo atendidas?</p>
	<p>Fonte do artigo:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Conhecer e relacionar-se</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 20:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que você precisa é falar com o consumidor certo. Descobrir uma ou mais ferramentas eficazes e apostar nela(s). O objetivo não é cercá-lo de todas as maneiras, e evitar a todo o custo a sua fuga, mas sim fazer com que você (eu disse “você”) se torne indispensável para ele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Recebi hoje de um cliente e amigo, um excelente artigo do Mauro Wainstock, publicado no Mundo do Marketing.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Como eu disse, um cliente e amigo!<br />
Então sabe como é, interpretei e respondi.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Já havia avisado que colocaria o texto aqui e agroa, resolvi colocar a resposta tambem. Praticamente &#8216;na íntegra&#8217;! rs</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura. Primeiro o texto original, depois meus comentários.</span></p>
	<p><strong>Ao invés de correr atrás de seu cliente, torne-se indispensável para ele</strong></p>
	<p>Uma das definições mais objetivas que ouvi sobre marketing é o chavão “conquistar e manter o cliente”. Mas isto foi no século passado. Hoje, mais do que nunca, o objetivo é a venda. Tudo leva à venda, ou melhor, ao aumento dela e, depois, a uma ampliação ainda mais significativa do valor comercializado. Hoje não basta vender muito. Os números são dissecados, espremidos, avaliados e, no período seguinte, sempre precisam ser multiplicados. E você, coitadinho, tem a obrigação de se superar cada vez mais – do contrário, perde mercado.</p>
	<p>As metas crescem em proporção geométrica, assim como as formas de atingir o consumidor. Twitter para cá, celular para lá, promoções aqui, inovações ali&#8230; e você tem que estar super atualizado. Não adianta fugir. Você corre e uma nova forma de se comunicar aparece na sua frente. Conclusão: está tudo errado.</p>
	<p>Você não pode ficar perseguindo o cliente. Nunca vai ter tanto tempo, fôlego, ou, indo direto ao ponto, dinheiro para isto. E não vale a pena. O que você precisa é falar com o consumidor certo. Descobrir uma ou mais ferramentas eficazes e apostar nela(s). O objetivo não é cercá-lo de todas as maneiras, e evitar a todo o custo a sua fuga, mas sim fazer com que você (eu disse “você”) se torne indispensável para ele.</p>
	<p>Um amigo meu, tributarista de sucesso, sempre veiculou a sua marca, mas nunca divulgou nem o telefone nem o site. A sua filosofia é: “se sou bom, vão me encontrar. Se me encontraram é porque quiseram muito; não foi fácil&#8230;”.</p>
	<p>Pode parecer utopia, mas o incrível é que isto é real. Por exemplo: quando você gosta muito de um restaurante, seja pela comida, pelo atendimento ou pelo ambiente, você vai repetir. Depois que você foi a primeira vez, e ficou encantado, ninguém precisa te convencer mais. Imagine então que você sempre encontre seus amigos lá. Você “tem que” ir. Não há a hipótese “vou pensar”. Em outras palavras, você é “obrigado” a frequentá-lo. E o restaurante só precisa atuar, internamente, para que você continue o admirando. E indicando. Depois de um tempo você se torna “parceiro”: dá dicas, sugestões&#8230;</p>
	<p>Mas o melhor mesmo é quando você começa a reclamar&#8230; Aí é como se o restaurante fosse seu! Pronto: ele se tornou indispensável. Repare só: isto se aplica a sua academia de ginástica, ao seu cabeleireiro, a sua companhia aérea, ao seu site preferido, a Coca-Cola (ops&#8230;!) que você bebe e a vários produtos que certamente você “não troca por nada”. E até poderia cantarolar o trecho do hino rubro-negro “eu teria um desgosto profundo se faltasse o meu produto no mundo&#8230;”</p>
	<p>Tá bom, tá bom, assim ficou muito fácil, não é ? Então vamos a um outro exemplo, agora pessoal. Eu dirijo um jornal segmentado. O que mais me deixa gratificado é quando alguém liga para reclamar. É sério! Os leitores reclamam que a sempre prioritária notícia que enviaram não foi veiculada imediatamente, que seus indispensáveis comentários não foram os primeiros a serem publicados, reclamam que seus e-mails não foram respondidos em poucos minutos, enfim, são críticas que adoro receber.</p>
	<p>Mas a frase principal, que mais me deixa orgulhoso, é quando dizem: “o nosso jornal&#8230;”. Com isto tenho a certeza de que o jornal já faz parte da vida daquele leitor, que se envolve, que espera ansioso por cada exemplar, que o trata (e guarda) com todo o carinho. Mesmo aqueles exemplares mais velhos, com notícias antigas (não necessariamente históricas), que nem no meu próprio arquivo é encontrado&#8230;</p>
	<p>Enfim, poderia citar estratégias bem sucedidas, mas o principal recado é: torne-se valioso e depois deixe seu cliente em paz, preocupando-se apenas em agradá-lo. Portanto, a filosofia deste século é “Marketing é conquistar o cliente e tornar-se indispensável para ele”. E, aí, ele é que vai querer mantê-lo como fornecedor. E não adianta você fugir&#8230;</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Mauro Wainstock</em></p>
	<p style="text-align: left;">
	<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;"><strong>Minhas considerações:</strong></span><em> </em></p>
	<p>&#8230;.</p>
	<p><span style="color: #888888;">A primeira informação comentável, dentro do texto bem escrito que eu li foi: “O que você precisa é falar com o consumidor certo.” Perfeito. Isso mesmo! E, para falar com o consumidor certo, vc precisa conhecê-lo. Creio que existem duas formas básicas para isso:</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">1) vc monta um negócio focado em um determinado público, que vc sabe tem acesso ao seu ‘ponto’.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">2) vc tem um negócio montado e cria ferramentas para conhecer o público da área e saber o que ela espera – quer – de você.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Então seguindo com o texto, ele fala em ferramentas para atingir esse público, pq com certeza, ele considera que, vc empresário e empreendedor, já pesquisou, estudou e conhece o seu público. Quando digo conhece é CONHECE&#8230; num é acha que sabe, pensa que ele é assim ou assado. É conhecer. Os que freqüentam e os que não freqüentam mas poderiam/deveriam freqüentar.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">‘Tornar-se indispensável ao cliente’&#8230; Isso é o quê??</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ser referência?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Atender necessidades?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Estar presente nos momentos certos?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ter diferenciais?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><em><span style="color: #888888;">Todas as anteriores??</span></em></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pois é&#8230; ser indispensável, é oferecer o que reúne todas as anteriores&#8230; é ter ATENDIMENTO!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Com um bom atendimento, vc vende o que não tem, se faz lembrar nos momentos necessários e oferece o diferencial definitivo: RELACIONAMENTO.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A história do “amigo tributarista” é caso de nicho, né. Afinal, ele é um advogado tributarista&#8230; não precisa de divulgação além do boca-a-boca&#8230; trabalho de extrema especialização, onde o resultado anterior é o maior cartão de visita e seu nome – sua marca – vai correr os ouvidos necessitados. Num sei se ilustra algo tão amplo, como comércio, venda, varejo. Não acredito, sinceramente. Varejo depende de manter sua marca &#8216;acesa&#8217; na mente das pessoas, na &#8216;boca do povo&#8217;&#8230;  Mas é uma boa história. E vai encontrar muitos que se identificam, principalmente na prestação de serviço.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Daí para frente, o texto ilustra a conquista né.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O primeiro contato – no caso com o restaurante&#8230; – a paixão, o namoro – quando vc vai até mesmo quando quer comer outra coisa! “to afim de japonês&#8230; mas vou lá na cantina da Donana&#8230; bem que ela podia fazer sushi!” – depois o amor, quando vc já começa a querer ‘mudar’ as coisas&#8230; E a posse! Agora ele é seu! Você só falta querer fechar o caixa! Porque até promover um empregado e despedir outro você já “pensou’ em fazer!!! Kkkk</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Realmente vc está fidelizado. Conquistado. Praticamente foi ‘assimilado’!! rs</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Metáforas excelentes para provocar o desejo do empresário em agir da mesma maneira que o dono do restaurante!!! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O fechamento com o caso pessoal do jornal, excelente. Quebra o pensamento do <em>“ ah! Mas restaurante é fácil!! Basta ter comida ‘boa e barata’.”</em></span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Como se isso fosse fácil!!&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Percebeu que o texto é um panfleto também, né&#8230; Onde nosso amigo, o Autor, ‘<em>vende seu peixe</em>’ – e muito bem! Ele dá palestras? Cursos?&#8230; =D</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Gostei tanto do texto, que peço a fonte para colocar no blog!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Mas espera&#8230; pq gostei tanto??? Acredito que vc esperava críticas, reclamações&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Acho que gostei tanto pq o texto do cara, vai de encontro as minhas idéias. MAIS. Vai de encontro ao que falo pra vc e para todos os clientes&#8230; INCANSAVELMENTE&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> REPETIDAS VEZES&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> Mas, poucos  me ouve com atenção&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pq será?..</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será a minha cara?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O cabelo?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A calça jeans?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O tênis?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A bermuda eventual, pra mostrar a tatoo?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Os anéis?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A falta de bronzeado?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Só usar camisa preta?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não usar relógio? <em>OPA! Isso já resolvi!!!! =D</em></span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Falar muito?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Escrever demais?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Usar muitas metáforas?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Andar sobre a água? <em>Ixi!!! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
</em></span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O simples fato de ser <em>designer</em>?? <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Meu discurso, foca em:</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><strong>CONHEÇA SEU CLIENTE</strong></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><strong>RELACIONE-SE COM ELE</strong></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Hum. Só isso&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Conhecendo seu cliente, vc vai saber o que ele quer/precisa/vai precisar e nem sabe ainda. E vc vai poder oferecer isso.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Relacionando-se com seu cliente, vc vai ‘<em>fazer part</em>e’ da vida dele. E, como aquele restaurante, vai ter a preferência dele, mesmo quando o ‘<em>prato</em>’ que ele quiser for diferente!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Relacionando-se com seu cliente, ele vai confiar em vc, quando vc quiser lançar um novo produto, um novo serviço&#8230; pq ele sabe que vc não vai oferecer algo fora do foco dele&#8230; Ele sabe que vc pensa nele e nas necessidades dele. Afinal, ele conhece vc e sabe o que esperar de vc.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Por isso, ele procura vc. Por isso ele pensa em vc.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Porque você é necessário, poderoso, ‘indispensável’&#8230;<br />
(<em>Só um pouco de cuidado com o indispensável, pq ninguém nem nada o é, nem insubstituível E se vc perder o trem, vem outro em seu lugar&#8230;</em>)</span></p>
	<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">Bem, como disse, a fonte foi o <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.</span></p>
	<p style="text-align: left;"><span style="color: #888888;">O autor é o Mauro Wainstock</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Minhas impressões e comentários refletem realmente a minha forma de pensar e todo o meu discurso com clientes e com amigos.<br />
As poucas partes retiradas eram desnecessárias ao entendimento. rs</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que, a grande maioria dos meus clientes contumazes e dos que me procuram eventualmente, estranham minha forma de trabalhar.<br />
Primeiro eu não vejo o meu trabalho como &#8216;criação de folhetos, folder, peças promocionais&#8217;.<br />
Entendo que ao me procurar, o empresário precisa de uma ação de comunicação que resolva problemas que ele tem com divulgação seja para o público interno ou para o público externo. Entendo que ele precisa estruturar a forma de divulgar a sua imagem. Precisa melhorar a mensagem, precisa agregar valor a sua imagem.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso tudo não significa que eu não vá ter o maior prazer em preparar um folder, um folheto, uma peça promocional. Mas, não posso ver e não falar. Não posso abaixar a cabeça para uma ação equivocada, somente porque ela vai me render algum.<br />
Porque se o meu trabalho não oferecer retorno ao cliente, ele não me chama de novo. E eu gosto de trabalhar muitas vezes para o mesmo cliente&#8230;<br />
Gosto de ver o resultado, de saber se houve retorno. Buscar soluções melhores.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Então, eu sempre me intero do mercado de cada cliente, o máximo possível. Pergunto, falo, especulo, estudo, busco o público. Para saber que caminhos oferecer.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muitas vezes&#8230; perco o cliente nesse processo. <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Porque muitas vezes, o cliente acha que meu trabalho é visual. Pura e simplesmente agradá-lo visualmente&#8230; Longe disso.<br />
Agradar o gosto pessoal do cliente, é um plus.<br />
No mínimo, tenho de agradar o gosto visual, do cliente do meu cliente&#8230;</span>
</p>
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		<title>Não tenha medo. Imagine um novo futuro para o seu negócio. Eu disse NOVO!</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 16:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para ganhar novos dinheiros é preciso criar rupturas, estimular o pensamento não linear, criar e possibilitar experiências em vez de análises, curiosidade em vez de certezas, exploração em vez de limites, inventividade, emoção e sensibilidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">EXCELENTE artigo.<br />
Faz pensar sobre como planejamos o futuro do nosso negócio. Que cenário imaginamos para o mercado daqui ha&#8230; seis meses, um ano&#8230; Como projetamos, estarão pensando nossos clientes&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ops&#8230; você não costuma fazer nada disso!? Hummmm.. Então o seu caso é mais grave ainda&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p>Em um ano cheio de adrenalina como este, cabe a pergunta: quanto tempo de seu dia é dedicado a criar “novos dinheiros” para seu negócio? Quanto de seu tempo e de que forma você angaria novos clientes e novos mercados? Ou você fica o tempo todo disputando o mercado existente?</p>
	<p>Muitas empresas debruçam-se com fervor ao estudo e interpretação de ocorrências, presentes e passadas, do mercado em que atuam. Esta é essencialmente a dinâmica da construção de estratégias tradicionais da atuação mercadológica. Existem tantas ferramentas e informações disponíveis que há muito entretenimento para um pesquisador aplicado.</p>
	<p>Tantas perguntas a serem respondidas, tantos movimentos da concorrência que precisam de melhor interpretação. Tanto tempo consumido para que os resultados finais sejam similaridades, táticas e estratégias recorrentes e indistintas, que podem levar, quando muito, a uma simples melhoria da performance atual da empresa.</p>
	<p>O estudo do presente e do passado é uma excelente autópsia que auxilia o entendimento dos fatos presentes, mas pouco esclarece sobre as possibilidades futuras. E muito menos sobre as possibilidades de construção de um futuro diferente e mais próspero que o presente. Inegavelmente, é muito desconfortável estudar o futuro. O passado é conhecido, não irá mudar e não requer imaginação.</p>
	<p>De fato, algumas empresas estudam o futuro. Porém, levam a dinâmica da autópsia para projetar cenários presentes para o futuro. Gary Hamel, o consultor norte-americano da inovação, relembra que as empresas não falham em prever o futuro, mas em imaginá-lo. E por este motivo não angariam “novos dinheiros”.</p>
	<p>E falham justamente porque se ancoram no seu passado, restringem-se à dinâmica de seu setor e desconsideram que vivemos a era das mudanças descontínuas e abruptas. São fileiras e fileiras de players pesquisando as mesmas fontes, freqüentando os mesmos eventos, monitorando os mesmos concorrentes, concluindo as mesmas reflexões e, em conseqüência, agindo exatamente da mesma forma, com variações cosméticas. E disputando o mesmo dinheiro.</p>
	<p>Vivemos a era das mesmices em que o resultado são estratégias convergentes. Para ganhar novos dinheiros é preciso criar rupturas, estimular o pensamento não linear, criar e possibilitar experiências em vez de análises, curiosidade em vez de certezas, exploração em vez de limites, inventividade, emoção e sensibilidade. Palavras muito distantes do dia-a-dia de negócios dos tempos atuais.</p>
	<p>Este é o preço dos “dinheiros novos”: o rompimento com o conforto da realidade conhecida. O rompimento com a forma usual de entender o mercado e sua dinâmica. É o preço para que o futuro não o surpreenda. E todas as vezes que voltamos ao futuro, criamos um presente diferente.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Beth Furtado</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Qual deles é o seu consumidor?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:36:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O grande desafio do empresário nos tempos atuais é compreender os diferentes perfis de consumidores e repensar a estratégia de ação mercadológica que utiliza, identificando quais são as pessoas com quem ele quer falar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Um estudo aponta cinco perfis de consumidores. As características de consumo são motivadas por critérios individuais e, por isso, as pessoas reagem de maneiras distintas à crise quando o assunto é comprar.</p>
	<p>É isso o que mostra o estudo “Oportunidades de Mercado em Momentos de Crise”, elaborado pela agência Officina Sophia. Realizada com 500 pessoas (homens e mulheres), das classes A, B, C e D, idade entre 18 e 65 anos e moradores da Grande São Paulo, a pesquisa chegou a cinco perfis distintos de consumidor. Veja quais são:</p>
	<p><strong>Oh céus, oh vida (28%)</strong></p>
	<p><em>Não é uma pessoa otimista;<br />
Não é uma pessoa muito preocupada com o futuro;<br />
Não acha que o dinheiro traz felicidade;<br />
Faz dívidas mesmo sem ter certeza de que pode pagar;<br />
O fato de estar com menos dinheiro não significa economizar em tudo.</em></p>
	<p><strong>A vida é bela… hoje (26%)</strong></p>
	<p><em>Disposto a pagar mais por produtos de marcas ou modelos exclusivos;<br />
Compra mesmo se não tiver planejado;<br />
Prefere qualidade à quantidade:<br />
É propenso a fazer dívidas;<br />
Quando está sem dinheiro não muda sua rotina de consumo, prefere solicitar empréstimos;<br />
Acredita que com dinheiro passa a ser mais amado e querido por todos;<br />
Vive o hoje sem se preocupar com o amanhã.</em></p>
	<p><strong>Ops! Cuidado (22%)</strong></p>
	<p><em>Pessoa sempre muito otimista em relação à vida;<br />
Acredita que nos próximos anos a vida estará melhor do que hoje;<br />
Dinheiro é a condição básica para se sentir seguro e para melhor lidar com a vida;<br />
Quando investe ou poupa prefere investimentos mais seguros;<br />
Prefere comprar produtos em ofertas e promoções com descontos especiais;<br />
Troca marcas conhecidas e mais famosas por marcas mais baratas.</em></p>
	<p><strong>A vida sob controle (14%)</strong></p>
	<p><em>Dinheiro vem com muito trabalho e disciplina;<br />
Dinheiro é a condição básica para se sentir seguro;<br />
Prefere comprar produtos em ofertas e promoções;<br />
É uma pessoa cautelosa ao comprar;<br />
Entre a segurança financeira hoje ou no futuro, prefere o hoje;<br />
Só faz dívidas se tiver certeza de que vai poder pagá-las.</em></p>
	<p><strong>Utilitarista (10%)</strong></p>
	<p><em>Só contrai dívidas se tiver certeza que poderá pagá-las;<br />
Não gosta de conviver com dívidas e só compra se puder pagar a vista;<br />
Quando está com menos dinheiro começa a economizar: corta supérfluos e passa a comprar apenas o essencial.<br />
É sempre otimista em relação à vida e acredita que nos próximos cinco anos a vida estará melhor;<br />
É muito preocupado com o futuro;<br />
É uma pessoa cautelosa ao comprar.</em></p>
	<p><strong>Conclusões</strong></p>
	<p>O estudo conclui que as empresas, em momentos de crise, muitas vezes direcionam seus escassos recursos de marketing e comunicação de forma equivocada, com uma abordagem centrada em oferta promocional a consumidores com perfis diferentes dos que se quer atingir. Na prática, os investimentos não apresentam resultado positivo, pois elegem como alvo aqueles que não estão dispostos a comprar.</p>
	<p>O grande desafio do empresário nos tempos atuais é compreender os diferentes perfis de consumidores e repensar a estratégia de ação mercadológica que utiliza, identificando quais são as pessoas com quem ele quer falar, qual a comunicação mais adequada, como atendê-las de forma cada vez mais customizada e individualizada e que estímulo utilizar para conquistá-los até em momentos de crise.</p>
	<p><strong>fonte: </strong><a href="http://www.marketing.com.br/"  target="_blank">marketing.com.br</a>
</p>
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