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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Aqui se faz, aqui se paga</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:56:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A frase é bíblica e o princípio é tão simples que qualquer criança entende: não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você. A dificuldade de colocá-lo em prática, entretanto, continua assombrando nossas vidas há milênios. Inclusive a vida das empresas, as relações de mercado, a lei de oferta e procura e a economia como um todo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=1cW327z12" alt="" />A primeira vez que ouvi falar em sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência eu estava na faculdade e lia um texto sobre as diferenças entre a sociedade americana e a européia.<br />
Falava sobre o modo de vida, cultura, maneira de enxergar a vida. A experiência de guerra da população. A questão do horário de trabalho. Perspectiva de consumo. Porque comprar algo novo se o meu atual me atende bem? Esse era o posicionamento Europeu&#8230;<br />
Já o americano, era comprar, comprar, comprar&#8230;<br />
Para vender mais, as empresas americanas buscavem o &#8216;mais barato&#8217;. Reduzir custos. Espremer fornecedores e&#8230; os empregados. Salários. Mandar produzir em outras partes do mundo, onde o custo fosse menor&#8230;<br />
Uma sociedade baseada  no &#8216;pagar menos&#8217;.<br />
Infelizmente, nossa sociedade, aqui no Brasil, seguiu essa tendência.<br />
Fácil saber por quê.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas será que não é hora de mudar?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que vamos até onde, aceitando menos porque queremos pagar menos?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Encontrei esse artigo do Paulo Ferreira no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.<br />
Faz pensar&#8230;<br />
Se não queremos que façam com a gente, com nosso trabalho, com nossos produtos&#8230; Porque insistimos em fazer com os outros? Porque mesmo vendo que é justo, insistimos em baixar mais um pouquinho&#8230;  Porque trocamos o profissional por outro mais barato, mesmo sabendo que aquele anterior, valia o que cobrava?&#8230; Porque não damos valor ao trabalho alheio e queremos que todos &#8216;doem o sangue&#8217; trabalhando para nós? Aquela velha conversa de &#8216;vestir a camisa&#8217;&#8230;<br />
Porque somos uma sociedade do &#8216;pagar menos&#8217; e não uma sociedade de qualidade e excelência?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, o principal, será que não podemos mudar??<br />
Será que não podemos melhorar??&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><strong>O preço mínimo e o princípio da reciprocidade</strong></p>
	<h4><em><span style="font-weight: normal;">Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale</span></em></h4>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">A frase é bíblica e o princípio é tão simples que qualquer criança entende: não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você. A dificuldade de colocá-lo em prática, entretanto, continua assombrando nossas vidas há milênios. Inclusive a vida das empresas, as relações de mercado, a lei de oferta e procura e a economia como um todo.</p>
	<p>Sempre que alguém diz que não ganha tão bem quanto deveria, me sinto tentado a perguntar “da última vez que o encanador te deu um orçamento, até que ponto você espremeu o preço?”. Do mesmo modo, sempre que um empresário fala da dificuldade em encontrar pessoas comprometidas, profissionais em nível de excelência, que façam mais do que o mínimo indispensável, sou tentado a perguntar “e quando foi a última vez que sua empresa concedeu um aumento que era mais do que o mínimo indispensável?”</p>
	<p>Sim, é o princípio da reciprocidade em ação. Infalível. Mais cedo ou mais tarde, você tem de volta exatamente o que entrega. Sempre vai ter o mínimo indispensável dos funcionários a quem você paga o mínimo indispensável. Mas a explicação disso pode ser bem menos nobre do que parece à primeira vista: numa sociedade permanentemente obcecada com a idéia de “pagar menos”, você está inserido como consumidor e também como fornecedor.</p>
	<p>Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale. Não se cogita trabalhar horas extras não-remuneradas. Não se cogita desvalorizar o trabalho do seu semelhante, porque na volta, isso vai desvalorizar o seu próprio trabalho. E aqui cabe uma ressalva importante: isso vale para os seus semelhantes, aqueles a quem você se compara e em quem se reconhece. Por isso, o princípio muitas vezes não é aplicado aos imigrantes dos países pobres: não se reconhece reciprocidade entre os que não são iguais. Mais ainda quando se trata de imigrantes ilegais: alguém que está ilegalmente num país deve esperar passar por abusos ilegais: novamente, é o princípio da reciprocidade em ação.</p>
	<p>Mas voltando ao tema: nas sociedades que realmente valorizam qualidade e excelência, não apenas o fornecedor não aceita ter seu preço aviltado: o consumidor espera um determinado preço e uma determinada qualidade condizente. A simples idéia de barganhar indefinidamente com um profissional deveria ser abominada pelos profissionais de serviços, todos eles. Mas pergunte a um publicitário brasileiro se ele não vai barganhar com o arquiteto ou o encanador na hora de comprar serviços &#8211; como um bom filho da nossa sociedade do preço mínimo, ele vai. E depois sofrerá exatamente a mesma situação na hora de negociar seu salário.</p>
	<p>Este é o resultado de viver numa “sociedade do preço mínimo”, obcecada por pagar menos e pela vantagem imediata do comprador. Esta é a sociedade e a economia que construímos para o nosso país. E as nossas exceções somente confirmam a regra: na hora de definir qual seria o médico a realizar a operação cardíaca do seu pai, você não iria ficar tão obcecado pelo preço mínimo, certo?</p>
	<p>Portanto, antes que possamos participar verdadeiramente do grupo de nações que lidera a economia ou criar impacto mundial com produtos e serviços que nascem da criatividade e da inovação, do trabalho intelectual de indivíduos e equipes de alto nível; temos que resolver o círculo vicioso criado pelas nossas “caríssimas” &#8211; em vários sentidos &#8211; filosofias do “preço mínimo” e sua companheira constante, a filosofia das famosas “soluções caseiras”.</p>
	<p>Somente quando estivermos dispostos a considerar qualidade e excelência como valores reais pelos quais devemos pagar diferenciadamente poderemos exigir este tratamento para nossos produtos e serviços. É o princípio da reciprocidade. Nunca falha.</span></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></span></span>
</p>
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		<title>Faz sentido?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:44:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=6eW40ex1f" alt="" /></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Excelente texto.</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Está na fila para postar há um tempo. Na avalanche de hoje, não escapou. rs</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Que a leitura seja inspiradora! Por que a quantidade de empresas, que não tem nexo ennhum em suas ações&#8230; é enorme. E a maioria nem percebe isso. E se alertada, não considera, nem pensa no problema, na falta de credibilidade que isso acarreta. Na dispersão de investimento sem retorno.</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Boa leitura&#8230;</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Roberto Justus está fazendo escola. Agora é Walter Longo, seu consultor no programa O Aprendiz, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm e Vice-Presidente da Young &amp; Rubicam no Brasil que propõe a demissão de profissionais. Mas Longo não é tão implacável quanto Justus. Ele propõe que o diretor de Marketing vire um diretor de nexo, tamanha é a falta de conexão entre as estratégias e ações de Marketing das empresas hoje em dia.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha. “É uma revolução igual a Revolução Industrial. O volume de mudanças brutal que está acontecendo em todos os setores gera uma dificuldade de saber para onde as pessoas vão”, complementa.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">O que antes eram certezas agora são dúvidas. “Quando você não tem noção muito clara de onde você vai, fica mais difícil ter um nexo”, analisa. Outras razões explicam a falta de nexo. Há uma explosão de novas mídias. Com isso, a capacidade de perder nexo é maior também. O Marketing extrapolou o Marketing. “Hoje tem muitas pessoas diferentes numa empresa fazendo marketing. A área financeira faz relação com o investidor, o RH faz relação com o público interno, a área de produção faz pesquisa, design e o Marketing acaba fazendo só publicidade”, explica.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px;">Razões da falta de nexo no Marketing<br style="margin: 0px; padding: 0px;" /></strong>A falta de nexo vem também da mudança que o avanço da mídia digital proporcional. Mudou a forma de relacionamento entre as empresas e o consumidor. De acordo com Walter Longo (foto), que acaba de lançar o livro “O Marketing na era do nexo” (BestSeller) ao lado de Zé Luiz Tavares, há uma dificuldade de planejar porque tudo muda muito, a toda hora. “O profissional perde muito o lado estratégico e parte para o tático, mas ele pode ser estratégico sendo tático e tático sendo estratégico. Sem isso o nexo perde muito da sua força”, adiciona.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Nesta Era de Tesarac impera o Marketing do medo. Os profissionais de Marketing estão com medo de tomar decisões. Deixa que o concorrente faça antes e depois decide o que vai fazer. “Muita gente está tomando decisão não por ter certeza, mas para não ficar para trás. Empresas de propaganda estão criando braços digitais não porque acreditam no negócio interativo, mas sim porque se não fizerem o cliente vai para outro lugar”, ressalta Walter Longo.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px;">Dificuldades e caminhos</strong><br style="margin: 0px; padding: 0px;" />O que dificulta a tomada de decisão correta e com nexo é que o próprio processo decisório está errado. “ As decisões são tomadas por dedução, por generalização, por repetição ou por intuição. Dependendo do tipo de decisão que se toma, coloca-se a empresa em risco”, diz. “Há centenas de formas para uma empresa se comunicar. E a empresa fala uma coisa na propaganda, fala outra no ponto-de-venda e esses esforços acabam sendo anulados e gera uma marca sem energia”, completa Longo.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Por isso Walter Longo acredita que o diretor de Marketing deveria se transformar num diretor de nexo. “Ele deveria ser o grande orquestrador de todas as ações. Ele deve ser o defensor, o evangelista da marca desde o jornalzinho do chão de fábrica, que deve estar em consonância com a missão e os valores da empresa”, assegura. E aqui não entra só a criatividade, embora seja muito importante. “O que necessita é um ambiente propício a criatividade, um clima organizacional que admita erro e, num momento de crise, certas pessoas não ousam por medo de errar. Uma coisa importante é que o nexo não limita a criatividade. Nexo é ter pertinência e coerência”, conclui.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
	<p></span>
</p>
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		<title>Comunicação. Como integrar?&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:08:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os clientes parecem desanimados diante do esforço de tentar coordenar diferentes agências e intermediar talentos complementares e egos. Prova disso foi a declaraçao de Jonathan Mildenhall, da Coca, no painel da Naked. Ele escolheu a dificuldade em integrar os diferentes silos da comunicaçao como uma das coisas que ele gostaria de nao precisar fazer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Os seminários do festival de Cannes nao estao mais falando sobre a necessidade de integrar a comunicaçao tradicional (ou above the line) com as demais disciplinas (below the line). Isso já é fato. Mas o debate sobre como fazer isso acontecer na prática segue animado. Os clientes parecem desanimados diante do esforço de tentar coordenar diferentes agências e intermediar talentos complementares e egos. Prova disso foi a declaraçao de Jonathan Mildenhall, da Coca, no painel da Naked. Ele escolheu a dificuldade em integrar os diferentes silos da comunicaçao como uma das coisas que ele gostaria de nao precisar fazer.</p>
	<p>No seminário da 180 Amsterdam, terminado agora há pouco, os executivos da agência tentaram puxar a brasa para a sardinha deles, vendendo a idéia de que um mesmo grupo, afinado com os objetivos e filosofias do cliente, pode oferecer soluçoes integradas por meio de suas diferentes divisoes (propaganda, digital, varejo etc), que podem ser contratadas em conjunto ou separadas. Para reforçar a mensagem, mostraram ótimas campanhas da Adidas (“+10” e “Impossible is Nothing”) feitas por eles. Mas nao trouxeram nenhum argumento definitivo, capaz de dar rumos novos a uma questao que continua aberta.</p>
	<p><em>Luis Alberto Marinho &#8211; Cobertura de Cannes 2009</em></p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a></p>
	<p><span style="color: #888888;">Bem, num primeiro momento, deixar essa integração por conta de uma agência que oferecesse ddivisões para atender todas as necessidades, parece o ideal. Mas, claro, não é. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Por quê? </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Porque a visão, fica prejudicada. A agência, não está focada na estratégia de comunicação daquele cliente. Ela está dividida entre diversas estratégias, de diversos clientes diferentes. A agência, deve oferecer soluções apra questões estratégicas.. e não ser responsável pela estratégia.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, o cliente também não deve administrar isso.  Porque a visão dele é &#8216;interna&#8217; e isso prejudica a percepção. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Como resolver?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Na minha opinião, deve surgir aí a figura do &#8216;integrador&#8217; que tem de ser uma pessoa externa ao cliente e à agência. Alguem que possa complementar a visão do problema pelo lado do cliente e fazer a ponte entre a estratégia traçada pelo cliente e as soluções apresentadas pela agência. Esse &#8216;integrador&#8217; é um ponto de referência, um &#8216;advogado do diabo&#8217; que age nas duas pontas acertando e ajudando a melhorar o conjunto. Um consultor. Um assessor.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que o conhecimento do cliente, o conhecimento do mercado, a possibilidade de &#8216;conversar&#8217; bem tanto com o marketing do cliente como com a(s) agência(s) deste cliente E a visão externa são as características principais para esta figura de &#8216;integrador de comunicação&#8217;.</span>
</p>
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		<title>Consumidores seguindo marcas? Ou marcas seguindo consumidores??&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:05:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ao mesmo tempo em que o produto deixa de ser o único herói, a comunicaçao ganha importância e um novo papel. Mas tudo ainda é recente nesse novo mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Belo artigo do <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Marinho</a>, falando sobre o pensam os executivos de marketing das grandes marcas, sobre as mudanças que tem de haver no marketing e na comunicação das empresas, devido a mudança de foco. Agora, o consumidor manda. Ele já não segue. Tem de ser seguido &#8211; ou ao menos acmpanhado, porque ele não vai mudar o &#8216;caminho&#8217; dele, para seguir nenhuma marca&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E cada vez mais, está morrendo essa forma de pensar e agir que vem dos anos 60/70. Sai na frente, quem perceber isso primeiro.</span></p>
	<p>Executivos desafiados e algumas vezes confusos com o novo cenário surgido a partir da rápida e dramática transferência de poder para os consumidores. Essa foi a tônica do painel coordenado essa manha aqui em Cannes por Paul Woolmington, fundador da Naked, que contou com a participaçao de Andy Berndt, do Google, Jonathan Mildenhall, da Coca, e Stefan Olander, da Nike. Depois de ouvir a conversa franca dos executivos de marketing dessas 3 grandes marcas fica claro que a comunicaçao tradicional, que interrompe a rotina dos consumidores, será gradualmente substituída por aquela que acompanha a jornada das pessoas ao longo da vida, ajudando a resolver problemas, inspirando-as e reforçando seus valores e ideais. &#8220;Nossa inspiraçao vem do que acontece na vida dos nossos clientes&#8221; &#8211; disse Olander, da Nike. &#8220;O papel do Google é oferecer instrumentos para melhorar a vida das pessoas&#8221;, concordou Berndt.  &#8220;A Coca Cola vende ideais com os quais todos se identificam&#8221; &#8211; diz Mildenhall.</p>
	<p>Ao mesmo tempo em que o produto deixa de ser o único herói, a comunicaçao ganha importância e um novo papel. Mas tudo ainda é recente nesse novo mundo. A dificuldade em integrar as diferentes disciplinas e os diversos fornecedores, o fato de que os consumidores estao sempre em movimento e o receio de abrir mao do controle, transferindo para os indivíduos a iniciativa de ditar o tom de boa parte das conversas entre a marca e seus públicos, sao desafios que, por enquanto, ainda estao sendo equacionados.</p>
	<p>Ninguém falou da morte dos veículos tradicionais, da falência dos modelos publicitários atuais ou sobre qualquer outra teoria simplificadora. Mas todos concordaram que a liderança do processo mudou de lado e agora pertence aos consumidores. E isso muda um bocado o jeito de fazer marketing e comunicaçao.</p>
	<p><em>Luiz Alberto Marinho</em> em Cannes</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.bluebus.com.br"  target="_blank">BlueBus</a>
</p>
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		<title>Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:15:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa - “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” - traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em Natal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>“O setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário”, afirma Jack London</strong></p>
	<p>Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa &#8211; “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” &#8211; traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em <span class="st_tag internal_tag">Nata</span><span class="st_tag internal_tag">l</span>. Com bom humor, o palestrante trouxe para a plateia de empresários as expectativas do comércio eletrônico para os próximos anos e apresentou formas de como o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> poderá se utilizar (e já se utiliza) de recursos que a internet oferece. Um exemplo disso é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, sistema de micro-blogging, que já é utilizado por diversas empresas para divulgar promoções e produtos. Para London, o comércio tradicional como ele existe hoje vai mudar. As lojas vão acabar? Não. Mas quem não entender que este é um momento de transformação da forma de vender está fadado a sumir. E não só o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> será afetado pela tecnologia que avança cada vez mais rápido: a política, a educação. Telefone fixo, aparelho de fax, CDs e DVDs são exemplos de instrumentos citados por ele que desapareceram ou vão desaparecer com a evolução de novos meios tecnológicos. Nessa entrevista à TRIBUNA DO NORTE, Jack London fala sobre o panorama mundial da internet e como ela vai revolucionar cada vez mais a vida dos consumidores e empresários.</p>
	<p><strong>No momento em que se fala o tempo todo em crise econômica, com a revolução tecnológica o comércio tradicional também entra em crise?</strong></p>
	<p>Eu acho que essa crise que estamos vivendo tem dois lados. A gente percebe isso com a forma dos chineses se expressarem: o ideograma deles para a palavra crise é “caos” mais “oportunidade”. Ou seja, toda crise desse tamanho também traz muitas oportunidades. A gente sempre vive crises, vamos viver, a vida é assim. Mas as oportunidades que nascem depois delas são muito grandes. E acho que uma das oportunidades que temos agora é repensar a nossa maneira de ver o mundo e como a gente organiza o mundo dos bens e serviços. Estávamos chegando no limite da depredação de meio ambiente, da incapacidade de compreendermos e imaginarmos a continuidade. Uma economia eminentemente baseada no crescimento é um ideia absolutamente destrutiva. Não pode haver crescimento permanente, ilimitado. Então, nessa retomada da economia, a a utilização dos meios tecnológicos vai ser vital. Você vai ver cada meio sendo usado. O comércio eletrônico vai crescer muito e a utilização dos equipamentos será cada vez maior. Gente que mesmo hoje estava fora do comércio eletrônico, na hora que essa crise começar a se transformar em oportunidade vai verificar que a maneira como trabalha, como aborda o mundo, vai precisar cada vez mais dos meios eletrônicos.</p>
	<p><strong>Mas então as lojas físicas como conhecemos hoje e os centros de consumo como os shoppings estão fadados a acabar?</strong></p>
	<p>Não. Não vão acabar, não. Eu sustento a tese de que nada vai acabar. Por exemplo, o teatro. Até o começo do século 19, nenhuma pessoa saía de casa no Brasil para se divertir se não fosse para ir ao teatro. Você pega as estatísticas e vê que 100% dos brasileiros, principalmente nas grandes cidades, saíam de casa para ir ao teatro. Por quê? Porque só havia o teatro. Aí veio o cinema, a primeira tecnologia industrial. Muita gente disse o seguinte: “Quando o cinema se impuser, o teatro acaba”. O teatro não acabou. Mas ele mudou. Ele se tornou uma forma de entretenimento marginal. No Brasil hoje, por exemplo, menos de 0,5% das pessoas que saem de casa para se entreter vão ao teatro. Mas o teatro acabou? De jeito nenhum. Mas é o mesmo que era antes? Não é mais. Vamos dar exemplos de algumas coisas que já impactaram no comércio. Vou citar um modelo de comércio que são as lojas de linha branca. No Rio de Janeiro e São Paulo, temos a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>. Como era o modelo delas antes da internet? Era sinônimo de grandes lojas, de 2 mil, 2,5 mil, 3 mil metros quadrados, com milhares de mercadorias lá dentro. A Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> não abre uma unidade desse tamanho há dois anos. Eles agora criaram um modelo que se chama <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> Express, que já tem em Recife. É uma loja de 400 metros com uma placa enorme na parede dizendo: “200 mil produtos você encontra no nosso site na internet”. E aí a loja tem uma bateria de computadores para você comprar esses 200 mil produtos. Acabou o modelo da Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Acabou a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Não. Mas é outra, mudou. 30% das vendas são feitas pela internet.</p>
	<p><strong>Quem não mudar então está fadado a sumir?</strong></p>
	<p>Sim. Os shoppings que você perguntou. Eles vão ser cada vez mais entretenimento e alimentação. Entretenimento de qualidade. Os cinemas atuais também vão todos morrer porque só existirão salas 3-D. Hoje temos condição de produzir uma imagem de tela grande em casa, mas ainda não temos 3-D. Lojas de produtos serão cada vez menos. Esse fenômeno a gente já vê em Rio de Janeiro e São Paulo. Há vários shoppings que passaram de lugares de lojas para áreas de entretenimento e alimentação. A única coisa que a internet não mexe hoje é a alimentação. Isso porque ainda não dá para gente comer virtualmente. Mas qualquer dia alguém descobre como é que faz isso.</p>
	<p><strong>O senhor cita grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas no Brasil como um todo o comércio eletrônico já é uma ferramenta bem difundida?</strong></p>
	<p>Sim, com certeza. Existe um site chamado <span class="st_tag internal_tag">E-bit</span> que dá as estatísticas de comércio eletrônico do Brasil inteiro. Existem alguns itens em que 60% das vendas já são feitas pela internet. Sabe quais são as cidades que mais compram hoje pela internet? Não são as grandes. São as médias. Campinas (SP), por exemplo, é campeã brasileira de compras pela internet. Mas isso é fácil explicar: o morador de classe média para alta, instruído, com recursos. Mas o comércio de Campinas não tem a mesma qualidade de produtos que o comércio de São Paulo, capital. Então aquele cidadão tem o mesmo padrão de consumo da capital, mas não tem o produto para consumir ali. Ele então vai buscar o que procura na internet. Campina Grande, na Paraíba, tem um índice enorme de compras pela internet. Brasília é uma coisa impressionante (em matéria de comércio eletrônico). É curioso isso. E esse hábito está se espalhando pelo país.</p>
	<p><strong>Essa é uma tendência mundial. Mas quais vantagens do comércio eletrônico hoje tanto para quem compra quanto para quem vende?</strong></p>
	<p>Para quem vende é uma redução de custos monumental. Quando a gente fala em comércio eletrônico a gente sempre fica na cabeça com a ideia de calças, camisas, relógios, produtos. Mas o setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário. São transações eletrônicas comerciais. Sabe quanto do movimento bancário do brasileiro hoje é feito pela internet? 78%! Os bancos mudaram suas vidas e de seus clientes. Aquela coisa da ação presencial no banco está se acabando. Cada vez mais as pessoas vão menos ao banco, os bancos são cada vez menores, são cada vez menos agências de bancos. E o estímulo que o banco te dá para que seja utilizada a internet ajuda nessa mudança de perfil. Há produtos que, se você fizer a transação pela rede, a taxa que você paga é metade da que você teria. Os bancos reduziram a quantidade de funcionários. Eram 600 mil bancários e hoje são 405 mil.</p>
	<p>Em sua palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços, o senhor citou algumas ferramentas bem atuais da tecnologia como é o caso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>.</p>
	<p><strong>Como uma empresa varejista pode se utilizar de um meio como esse hoje?</strong></p>
	<p>É muito simples. É só entrar no site, se cadastrar e começar a fazer ofertas na rede pelo <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, por exemplo. Descrever o funcionamento da loja, inserir ofertas. Ao invés de inserir suas notícias pessoais, você insere as notícias da loja.</p>
	<p><strong>Existem exemplos desse uso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> aqui no Brasil e que esteja sendo bem sucedido?</strong></p>
	<p>Sim. Temos vários que têm funcionado muito bem. Grandes jornais já estão todos no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, as revistas, alguns magazines. Se não me engano, o Ponto Frio já está no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>. Acaba virando uma coisa comercial. Você cria lá o perfil: “Este é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> do Ponto Frio” e coloca: “Nas próximas duas horas, nas lojas de não-sei-onde vai ter um desconto de 70% nos produtos. Tem que dizer que entrou no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>”. Pronto e aí, vai…</p>
	<p><strong>Então as empresas vão cada vez mais utilizar esses serviços para se beneficiar e crescer?</strong></p>
	<p>Sim. Daqui há dez anos, não haverá política sem internet. A próxima eleição já será altamente influenciada pelo uso da internet. O exemplo do (Barack) Obama está se espalhando pelo mundo inteiro (Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos, o atual presidente utilizou o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> como uma de suas ferramentas do pleito não só para que os eleitores o “seguissem” no site, mas também para arrecadar fundos para sua campanha). A capilaridade que a internet permite em termos de adesão, em termos de coordenar as coisas é enorme. Hoje se pode fazer um comício pela internet para um bilhão de pessoas.</p>
	<p><strong>Essa tecnologia e mudanças são positivas na sua opinião para o comércio?</strong></p>
	<p>Acredito que são muito positivas, sim. Elas cada vez trazem mais bolsões de pessoas para participar do consumo. O que era o comércio no Brasil há 20 anos? Era um comércio de elite só. Apenas uma alta camada da população comprava. O que era a educação há 20 anos? O que era a política? E por aí vai. A tecnologia no caso ela é mero instrumento. Ela não muda nem a política, nem as ideias nem a forma de governar. Há quem ache por exemplo que a política termina com a corrupção. A gente vê isso nos jornais o tempo todo. Ela não termina com a corrupção. A corrupção é do ser humano. É como a internet que também pode ser um instrumento para combatê-la. É o exemplo de ONGs que mantém sites como o Contas Abertas. Quando que um cidadão ia ter acesso a uma informação daquelas? Quero saber quanto o governo do Amazonas gastou no último ano com estradas: ele coloca na tela em um instante como informação. E o que é isso como instrumento de pressão política?</p>
	<p><strong>Mas essa tese de que a internet permite um acesso maior da população às informações, não se torna falha quando a gente sabe que poucos lares brasileiros estão ligados à rede hoje?</strong></p>
	<p>Essa frase também está ficando antiga. O acesso maciço da internet não será mais por essas maquininhas que estão em nossos lares. Será por outra que carregamos no bolso (celular). Praticamente todos os brasileiros têm celular, todos! É normal. Em Portugal, cada cidadão tem dois aparelhos, em média. Na Coréia do Sul, são três. Agora daqui há três anos, o aparelho celular que eu carrego vai virar lixo. Como já virou na Coréia, como já virou em Portugal. E os celulares no futuro sairão de fábrica com acesso à internet.</p>
	<p><strong>O senhor não acha que as pessoas acabam perdendo sua privacidade no meio de tanta tecnologia?</strong></p>
	<p>Sim, perde. Se você quer conhecer mais, ao mesmo tempo você precisa ser mais conhecido. As pessoas têm que saber quem você é. Não adianta mentir e dizer que não perde privacidade com esse mundo digital.</p>
	<p><strong>Mas com isso o senhor acha que mais à frente as pessoas podem ter uma tendência de retorno para buscar mais privacidade?</strong></p>
	<p>Sim, claro. Podem haver grandes dificuldades. Mas isso acontece cada vez que você lida com tecnologia. Você sabe mais que seu pai; seu pai sabe mais do que sabia seu avô. É um caminho</p>
	<p><em>Vinícius Albuquerque</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://tribunadonorte.com.br/noticias/111859.html');"  target="_blank">Tribuna do Norte</a>
</p>
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		<title>Falando em vender produtos e entregar emoções&#8230;.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 14:52:01 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>No mercado de commodity é difícil para uma marca se diferenciar pelo simples fato de que a concorrência oferece o mesmo produto. Por isso, é cada vez mais necessário que as empresas deste setor ofereçam um diferencial emocional para o consumidor para que se crie um vínculo com eles. Neste mercado, as marcas consideradas mais fortes levam vantagem sobre as outras porque normalmente são elas as primeiras a apresentarem o produto ou oferecerem os mesmos de forma mais simples, explicativa ou com maior valor agregado.</p>
	<p>Sabendo da dificuldade de se diferenciar, a Suvinil buscou o relacionamento com o consumidor e também com formadores de opinião, a fim de dar credibilidade à imagem da empresa. Por isso, a Suvinil patrocina a Casa Cor &#8211; mostra de arquitetura, decoração, design e paisagismo &#8211; que, de acordo com Fernanda Dall&#8217;Orto, Gerente da marca, está totalmente alinhada ao posicionamento da empresa e sempre fará parte do calendário da Suvinil.</p>
	<p>Se no mercado em geral o vínculo emocional entre marcas e consumidores já é de suma importância para o sucesso nas vendas, quanto o assunto é commodity este vínculo deve ser elevado ao cubo, segundo Karina Milaré, Diretora de Planejamento da TNS Research International. Este é o principal desafio das empresas que compõem este mercado e será preciso mais do que uma simples ação de Marketing para diferenciar grãos de arroz de marcas diferentes.</p>
	<p><strong>Produtos iguais para consumidores diferentes<br />
</strong></p>
	<p>Num mundo em que muitos produtos acabam ficando commoditizados por não desenvolverem grandes diferenciais, a marca líder provavelmente foi a primeira que apareceu no segmento, entregou um diferencial de produto ou ainda criou uma conexão emocional que fez o consumidor despertar para a marca, segundo Karina, da TNS. Mas, as empresas que chegaram “atrasadas” não precisam perder as esperanças. “Para ganhar espaço no mercado de commodity sem ter sido a primeira a entrar no ramo, o jeito é criar uma conexão emocional e, consequentemente, um diferencial de marca”, diz Karina em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Para a própria Gerente da marca Suvinil, Fernanda Dall&#8217;Orto, o mercado de atuação da empresa não deve ser considerado commodity pelo fato da diferenciação de produtos dos concorrentes. Mas, no final, o que se vende é tinta e por isso a marca investe em branded content. Prova disso são as dicas de Marcelo Rosenbaum &#8211; criativo do quadro Lar Doce Lar do programa Caldeirão do Huck &#8211; no site Suvinil e em revistas.</p>
	<p>A Suvinil fornece as tintas para o quadro e esta é uma maneira que a empresa percebeu para divulgar a marca através de formadores de opinião. “No mercado de tintas tem muito formador de opinião. Pode ser o pintor, o arquiteto, o decorador e até o balconista e eles têm atuação mais forte que em outros segmentos de consumo”, conta Fernanda Dall&#8217;Orto ao site.</p>
	<p><strong>Enaltecendo os diferenciais<br />
</strong></p>
	<p>O relacionamento da Suvinil com profissionais é baseado no Clube Amigo Suvinil. Este programa oferece a troca de informações com profissionais para que eles saibam qual a melhor forma de aplicar a tinta. Esta foi uma ideia que surgiu da necessidade dos consumidores da empresa de entregar o serviço para um profissional mais bem preparado e evitar o desperdício de uma mão-de-obra ruim.</p>
	<p>Além de melhorar o serviço prestado pelo pintor, a Suvinil também oferece cursos para o consumidor que pretende aplicar a tinta sem contratar um profissional. “Entendemos que consumidores de classes mais baixas fazem o serviço de pintura, enquanto os mais favorecidos preferem pagar por um pintor. Mas também existem os consumidores que fazem por hobby, para se distrair”, entende Fernanda.</p>
	<p>A Suvinil é uma marca forte e isso é cada vez mais relevante num cenário em que o mercado está caminhando cada vez mais para que muitos produtos virem commodities. Apesar da oportunidade que este setor oferece para que empresas se diferenciem através de ações mais emocionais, poucas praticam esta estratégia e este é o grande desafio para elas. “Por mais que a gente fale de emoção, pouca gente faz isso ainda. Muitas empresas focam em características do produto e poucas estão explorando bem o potencial emocional. O mercado não está tão maduro a ponto de cada marca identificar seu diferencial”, acredita Karina Milaré.</p>
	<p><strong>Commodity como tema de painel<br />
</strong></p>
	<p>Alinhada ao mercado de moda e qualidade de vida, a <a href="http://www.suvinil.com.br/"  target="_blank">Suvinil</a> cria alternativas criativas para estar perto do seu consumidor. “A tinta é peça chave em uma decoração de ambiente e a cor tem um vínculo com a moda. Por isso, divulgamos um estudo de tendências de cor”, afirma Fernanda Dall&#8217;Orto, da Suvinil. De acordo com ela, a tinta sem cheiro da marca é uma forma de contribuir com o bem estar dos consumidores. “Com esse produto não é preciso dormir fora de casa no dia da pintura e isto diminui o transtorno”, aponta.</p>
	<p><!--E-mail: thiago@mundodomarketing.com.br</p>
	<p>--> 	 	<!--</p>
	<p align="center"><object width="425" height="344"><br />
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	<p>&#8211;>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Marketing sem nexo&#8230;.</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 15:42:20 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Roberto Justus está fazendo escola. Agora é Walter Longo, seu consultor no programa O Aprendiz, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm e Vice-Presidente da Young &amp; Rubicam no Brasil que propõe a demissão de profissionais. Mas Longo não é tão implacável quanto Justus. Ele propõe que o diretor de Marketing vire um diretor de nexo, tamanha é a falta de conexão entre as estratégias e ações de Marketing das empresas hoje em dia.</p>
	<p>A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha. “É uma revolução igual a Revolução Industrial. O volume de mudanças brutal que está acontecendo em todos os setores gera uma dificuldade de saber para onde as pessoas vão”, complementa.</p>
	<p>O que antes eram certezas agora são dúvidas. “Quando você não tem noção muito clara de onde você vai, fica mais difícil ter um nexo”, analisa. Outras razões explicam a falta de nexo. Há uma explosão de novas mídias. Com isso, a capacidade de perder nexo é maior também. O Marketing extrapolou o Marketing. “Hoje tem muitas pessoas diferentes numa empresa fazendo marketing. A área financeira faz relação com o investidor, o RH faz relação com o público interno, a área de produção faz pesquisa, design e o Marketing acaba fazendo só publicidade”, explica.</p>
	<p><strong>Razões da falta de nexo no Marketing<br />
</strong></p>
	<p>A falta de nexo vem também da mudança que o avanço da mídia digital proporcional. Mudou a forma de relacionamento entre as empresas e o consumidor. De acordo com Walter Longo, que acaba de lançar o livro “O Marketing na era do nexo” (BestSeller) ao lado de Zé Luiz Tavares, há uma dificuldade de planejar porque tudo muda muito, a toda hora. “O profissional perde muito o lado estratégico e parte para o tático, mas ele pode ser estratégico sendo tático e tático sendo estratégico. Sem isso o nexo perde muito da sua força”, adiciona.</p>
	<p>Nesta Era de Tesarac impera o Marketing do medo. Os profissionais de Marketing estão com medo de tomar decisões. Deixa que o concorrente faça antes e depois decide o que vai fazer. “Muita gente está tomando decisão não por ter certeza, mas para não ficar para trás. Empresas de propaganda estão criando braços digitais não porque acreditam no negócio interativo, mas sim porque se não fizerem o cliente vai para outro lugar”, ressalta Walter Longo.</p>
	<p><strong>Dificuldades e caminhos</strong></p>
	<p>O que dificulta a tomada de decisão correta e com nexo é que o próprio processo decisório está errado. “ As decisões são tomadas por dedução, por generalização, por repetição ou por intuição. Dependendo do tipo de decisão que se toma, coloca-se a empresa em risco”, diz. “Há centenas de formas para uma empresa se comunicar. E a empresa fala uma coisa na propaganda, fala outra no ponto-de-venda e esses esforços acabam sendo anulados e gera uma marca sem energia”, completa Longo.</p>
	<p>Por isso Walter Longo acredita que o diretor de Marketing deveria se transformar num diretor de nexo. “Ele deveria ser o grande orquestrador de todas as ações. Ele deve ser o defensor, o evangelista da marca desde o jornalzinho do chão de fábrica, que deve estar em consonância com a missão e os valores da empresa”, assegura. E aqui não entra só a criatividade, embora seja muito importante. “O que necessita é um ambiente propício a criatividade, um clima organizacional que admita erro e, num momento de crise, certas pessoas não ousam por medo de errar. Uma coisa importante é que o nexo não limita a criatividade. Nexo é ter pertinência e coerência”, conclui.</p>
	<p><em>Bruno Mello</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:46:45 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Após alguns anos de construção, a sustentabilidade e o “verde” foram a temática na maior parte dos anos de 2007 e 2008. Porém, com a recente queda do mercado, o diálogo se voltou mais para manter um teto sobre a cabeça do que manter um telhado verde.</p>
	<p>E o que uma marca sustentável deve fazer? Abaixo, estão algumas estratégias para mantê-lo à tona durante estes tempos tumultuosos.</p>
	<p>1. Em primeiro lugar, tenha orgulho da sua marca sustentável, e saiba que há um forte núcleo de pessoas por aí que ainda se preocupam com a sustentabilidade e que irá continuar a preocupar-se. Eles podem não falar, mas mantiveram-se na linha – comprando orgânicos, reciclando, utilizando lâmpadas fluorescentes compactas, preferindo empresas que apóiam o comércio justo e causas ambientais, procurando produtos locais, buscando diminuir o uso de produtos tóxicos para casa e o corpo, buscando saúde e bem-estar e uma vida mais equilibrada e simples, apoiando as ações ambientais positivas e justiça social, sempre que possível. Uma sondagem recente confirma: 85% das pessoas ainda desejam comprar produtos de empresas socialmente responsáveis, independentemente da economia.</p>
	<p>2. Se for uma marca com credibilidade em sustentabilidade, você vai se dar muito bem, e provavelmente ainda superar o mercado em geral. Se fizer apenas “greenwashing”, então agora seria um bom momento para parar, pois o mercado está mais preocupado com o “valor” do que com valores, num momento como este (não importa o que digam as pesquisas).</p>
	<p>3. Seja socialmente responsável. Fale sobre isso. Seja mais socialmente responsável que nunca. Fale ainda mais sobre isso. Consumidores conscientes preocupam-se muito mais com as ações socialmente responsáveis internas da empresa (como tratam seus empregados) que com ações ambientalmente responsáveis. E esse sentimento só deve crescer.</p>
	<p>4. Antecipe as crescentes atitudes anti-consumo e concentre-se em oferecer uma experiência de qualidade. Em tempos como este, as pessoas terão uma atitude de rejeição natural ao consumo em geral e irão ressentir-se da mera existência de bens que, simplesmente, não podem pagar. Até mesmo rejeitando a própria ideia de consumo se já estiverem estabelecidas no caminho para a sustentabilidade.</p>
	<p>Agora é o momento de questionar seriamente seu produto, sua marca e sua mensagem &#8211; “qualidade” é um valor central para o consumidor consciente, e deve tornar-se ainda mais, com as pessoas cada vez mais seletivas (por necessidade) no que compram.</p>
	<p>5. Dito isto, luxos acessíveis e prazeres “sem culpa” irão prosperar neste ambiente, como durante a “Grande Depressão” e qualquer outra baixa econômica. Dica: você está dando às pessoas realmente algo que tem um impacto positivo em sua vida e do planeta (relativamente, claro).</p>
	<p>Sejam chocolates orgânicos “nutritivos”, que prometam “êxtase” na embalagem, ou uma camiseta de algodão biológico extra-macio, se você oferece pequenos prazeres acessíveis, o consumidor pode ser atraído. E se puder lançar mão de certas qualidades como “artesanal”, “nutritivo” ou “espiritualmente elevado”, a sua oferta vai parecer ainda mais luxuosa, porque estes são os novos valores que definem “luxo” para o consumidor consciente.</p>
	<p>6. Você provavelmente tem menos dinheiro para gastar com marketing atualmente, mas as redes sociais são um poderoso meio de difusão. Preste atenção no alcance digital e bidirecional da comunicação no espaço digital. Pessoas que tenham incorporado a sustentabilidade a suas identidades sentem-se bem ao elogiar produtos neste espaço &#8211; ainda é tão difícil encontrar bons produtos e serviços “responsáveis” que os consumidores tendem a falar em suas redes sobre o que encontraram.</p>
	<p>Então, domine o espaço digital &#8211; comece um Twitter, desenvolva uma comunidade no Facebook, mantenha uma conversa bidirecional transparente com o seu público-alvo, deixe seu próprio site completamente interativo, e você verá seu marketing ir muito mais longe.</p>
	<p>7. Não tente conquistar pessoas com mensagens de valores malfeitos. Algo onipresente nos últimos meses. Como uma marca para a sustentabilidade, seu foco é no tripé da sustentabilidade (pessoas, planeta, lucro) e seus consumidores se preocupam com isso. Ao focar no custo, de repente, você corre o risco de aparentar manipulação e fugir da marca.</p>
	<p>Os produtos “verdes” tiveram bastante dificuldade para estabelecer-se nos últimos anos, por conta dos preços (entre outras razões), e agora não seria um bom momento para chamar a atenção para o fato menor de que produtos e serviços dessa qualidade tendem a custar um pouco mais. Consumidores conscientes não compram seu produto porque é o mais barato, este nunca foi o seu valor proposição, e nunca deveria ser. Não comprometa seus valores num momento como este.</p>
	<p>8. Dado que as pessoas, certamente, terão problemas para arcar com seu produto, seja generoso. Muito generoso. E se fizer isso com produtos grátis e programas lealdade, em vez de reduções de preço, as pessoas vão amá-lo ainda mais. Reduções de preço depreciam sua marca; brindes arquitetados inteligentemente criam profundo sentimento de identificação.</p>
	<p>Durante a “Grande Depressão”, os cinemas ofereciam conjuntos de prata &#8211; peça por peça, semana por semana &#8211; e apresentaram-se sempre com casa cheia, mesmo nos piores momentos. A amostra-grátis é uma das táticas mais poderosas para produtos alimentares &#8211; 24% das pessoas, quando recebem uma amostra de um produto, compram-no em vez do produto que pretendiam adquirir. Então dê coisas. Dê livremente e inteligentemente e o consumidor se ligará à sua marca.</p>
	<p>9. Compreenda as raízes profundas da sustentabilidade. Isto lhe dará as melhores pistas sobre o que fazer, como se expressar e ter consciência do que os consumidores realmente querem. Para compreender um movimento, temos de olhar para as crenças de seus inventores e primeiros participantes &#8211; é aqui que tudo começa. A sustentabilidade não é uma moda ou uma tendência. É uma mudança cultural sísmica, e ela está aqui para ficar.</p>
	<p>10. De fato, a atual conjuntura econômica é um resultado direto de excessos anteriores. E uma correção é realmente uma boa coisa. Então pense bem sobre o que você está tentando vender. Examine-a de todos os ângulos, e pergunte-se se é verdadeiramente necessária. Mudar está na moda. Redes P2P estão desenvolvendo poderosas alternativas para consumo gratuito &#8211; troca de roupas entre fashionistas em festas do “troca-troca”; a couchsurfing.com torna os hotéis obsoletos; freecycling, freeganism, e toda a espécie de “empréstimo”, as redes aumentam a cada dia.</p>
	<p>Estas tendências desafiam os modelos convencionais de compra em todas as etapas. Então, pergunte-se: o que você realmente pretende dar às pessoas? Elas realmente precisam disso? E, principalmente, se é possível encontrar outra forma de obtê-lo?</p>
	<p>Desafie suas próprias práticas de sustentabilidade em todos os pontos.</p>
	<p>Por Hilary Bromberg, romancista e ex-neurocientista cognitiva, é diretora Estratégica na egg, uma empresa de comunicação de marcas, que trabalha exclusivamente com marcas sustentáveis.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.bio2.com.br/"  target="_blank">BiO2</a>
</p>
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		<title>Classe C faz a alegria dos cartões de crédito</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:32:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os jovens da classe C estão sendo chamados de Geração C e são 32 milhões de consumidores. Desses jovens, 53% têm cartão de crédito; 81,3% querem comprar carro; 54,2% sonham em viajar para o exterior; 59,1% pensam em trocar de computador; e 54,8% querem ter negócio próprio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O crescimento da classe C pode ajudar o setor de cartões de crédito a driblar as dificuldades do mercado, segundo pesquisa realizada pela Avenida Brasil Comunicação. Hoje, essa classe social representa 85% da população brasileira e movimenta<br />
R$ 620 bilhões por ano.</p>
	<p>Segundo o estudo, 69% dos cartões de crédito estão nas mãos de pessoas com renda de até R$ 1,7 mil, o que representa 86,9 milhões de cartões de crédito. Os private label, conhecidos como cartões de loja, são maioria na classe C: 134,9 milhões de cartões, o que significa 78%.</p>
	<p>As classes C, D e E movimentaram, no ano passado, R$ 111,8 bilhões em cartões de crédito, o que representa 52% do volume total. “Isso nos leva a crer que o crescimento da classe média e a inserção de classes de renda mais baixa nos meios de pagamentos impulsionará todo o setor nos próximos anos. E as empresas devem ficar atentas à forma de consumir desses novos clientes, oferecendo informações para os consumidores reduzirem o risco de inadimplência”, alertou Renato Meirelles, sócio-diretor da Avenida Brasil.</p>
	<p>Para este ano, a previsão é de que haja no Brasil 6,1 bilhões de transações com cartões, segundo levantamento da Abecs (Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). “A classe C utiliza os cartões de crédito para pagar as contas que estão para vencer enquanto não recebem. Esses créditos curtos servem como capital de giro. Porém, como os limites são baixos, eles não conseguem comprar bens duráveis, como fogão e geladeira. Outra função do cartão de crédito para a classe C é um seguro para momentos de emergência”, explicou Meirelles.</p>
	<p>Outro aspecto que o consultor ressaltou é que muitos consumidores dessa faixa de renda estão começando a fazer suas compras pela internet. Hoje, 75% dos internautas têm renda de até cinco salários mínimos e 41% da classe C já fizeram compras pela internet. E 40% dos internautas que compram na rede visitam lojas físicas antes de decidirem pela compra na internet.</p>
	<p><strong>Geração C</strong></p>
	<p>Os jovens da classe C estão sendo chamados de Geração C e são 32 milhões de consumidores. Desses jovens, 53% têm cartão de crédito; 81,3% querem comprar carro; 54,2% sonham em viajar para o exterior; 59,1% pensam em trocar de computador; e 54,8% querem ter negócio próprio.</p>
	<p>A publicidade para a classe C é algo que deve ser revisto, segundo Meirelles. Para o consultor, a comunicação voltada para esse público é falha porque se utiliza de conceitos que não são interpretados corretamente por esses consumidores. “As referências são diferentes; a educação e a cultura também. O que é óbvio para as classes A e B está longe de ser óbvio para a classe C”, explicou Meirelles.</p>
	<p>O conselho do consultor é utilizar o que ele chama inteligente, simples e objetivo. “Por isso os bancos foram correndo buscar parcerias com o varejo porque o varejo tem credibilidade e sabe se comunicar com a classe C”, concluiu Meirelles.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSMGlobal</a>
</p>
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		<title>A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design.</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 15:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É preciso, apenas, que o empresário brasileiro, em sua grande maioria, visualize que está diante de tempos novos. Tempos de abertura, onde o consumidor se mostra mais exigente, reivindicando bens e serviços que atendam a seus anseios. O design se encaixa muito bem nessa questão, atuando como fator de competitividade. Design é o segredo. E os empresários que não estiverem sensíveis para estas questões devem ficar atentos em momento futuro, porque se eles não se modernizarem, se não procurarem processos mais adequados, ficarão no passado, não conseguirão competir com seus concorrentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>“Na Sony, supomos que todos os produtos de nossos concorrentes terão basicamente a mesma tecnologia, o mesmo preço, o mesmo desempenho e as mesmas características. O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado.”<br />
<em>Norio Ohga, presidente e CEO, Sony</em></p>
	<p>“A diferença tecnológica entre produtos similares, de diferentes fabricantes tende cada vez mais a desaparecer. Um sistema de refrigeração não é muito melhor que o outro. Relógios de um fabricante funcionam de maneira tão precisa quanto a de seu concorrente. Assim, o consumidor passa a se nortear pela marca, pelo preço e pelo design.”<br />
<em>Gazeta Mercantil, 18/02/1999</em></p>
	<p>“O designer é o profissional capacitado a aumentar a competitividade das empresas, criando nichos próprios e definindo, através de soluções que visem à funcionalidade, qualidade, segurança, conforto e imagem diferenciada de produtos e serviços.”<br />
Marcello Alencar, então governador do Estado do Rio de Janeiro, sobre o Programa Brasileiro de Design</p>
	<p>Até o final dos anos 80, era bastante improvável encontrar produtos brasileiros nos principais centros comerciais da Europa e Estados Unidos. Tampouco se imaginaria que, 20 anos depois, italianos e americanos comprariam a peso de ouro móveis assinados pelos irmãos Campana, ou que os adeptos dos automóveis compactos se curvariam aos encantos do Fox, um carro totalmente desenvolvido nos pátios da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. E que essa agradável surpresa se repetiria, ainda, em outras áreas.</p>
	<p>A falta de concorrência dos produtos brasileiros com similares estrangeiros, durante muitas décadas, levou a indústria nacional a permanecer numa situação confortável, até que a política econômica abrisse o nosso mercado aos produtos importados. A saída encontrada pelas empresas brasileiras para enfrentar os produtos importados nos anos 90 e tentar ampliar as divisas do país por meio da exportação foi investir em design. O objetivo era desenvolver produtos funcionais, de qualidade, em condições de competir com os concorrentes estrangeiros. O objetivo era desenvolver produtos funcionais, de qualidade, em condições de competir com os concorrentes estrangeiros. Um exercício difícil, já que a cultura da cópia era o meio mais barato para se montar uma linha de produtos.</p>
	<p>Com isso, o design passou a receber atenção especial dos empresários brasileiros, pois não conseguiam mais concorrer com igualdade de condições com os produtos estrangeiros disponibilizados no mercado. Era notória a diferença de satisfação que os consumidores experimentavam quanto à estética, a qualidade, os baixos preços e a durabilidade.</p>
	<p>Começava a se desenhar, no Brasil, um cenário que a cada dia é confirmado e apontado como tendência: o design, profissão, que surgiu no fim do século XIX, com o processo de industrialização da Europa e dos Estados Unidos, é hoje um dos maiores diferenciais de competitividade industrial.</p>
	<p>Cada vez mais competitivo, o mercado está gerando um número excessivo de produtos semelhantes, com a mesma tecnologia, o mesmo preço, o mesmo desempenho e as mesmas características. Essa avalanche de opções acaba confundindo o consumidor que tem dificuldade em perceber essas diferenças, e em atribuir a elas o seu devido valor.</p>
	<p>Desse modo, de maneira crescente, muitas indústrias e firmas utilizam o design como forma de se diferenciar das demais.</p>
	<p>Atualmente, o design se destaca como um dos principais fatores para o sucesso de uma empresa, desde o desenvolvimento de produtos e serviços até sua comercialização, por meio da otimização de custos, embalagens, material promocional, padrões estéticos, identidade visual, adequação de materiais, fabricação e ergonomia. Além disso, também é um fator essencial de estratégia de planejamento, produção e marketing.</p>
	<p>O design de embalagem e as estratégias de branding passaram a ser alguns dos grandes diferenciais de um produto ao criarem o impacto visual necessário para a sua identificação no ponto-de-venda. O design de embalagem não apenas atrai o consumidor; ele também estabelece um contato emocional com este.</p>
	<p>O design tem também uma enorme importância na gestão. Valorizar o design é garantir competitividade ao produto e desenvolvimento à empresa, desde que realizado por profissionais experientes, que saibam adequar recursos da empresa, necessidades do mercado e metas a serem alcançadas.</p>
	<p>A fabricação de objetos de design requer investimentos e ainda são poucas as empresas que pensam em uma Gestão do Design. Assim, o grande desafio do profissional é conscientizar o empresário de que um objeto sem design é um produto de risco. O design agrega valor ao produto em termos de estética, ergonomia, conforto e funcionalidade, além de ser um elemento muito importante na racionalização da produção. O designer, no contexto do mercado globalizado, deve estar apto a atuar com visão estratégica, contribuindo para aumentar a competitividade do produto brasileiro. A indústria brasileira, por exemplo, busca ampliar seu mercado interno e conquistar o externo. Para que ela possa se colocar em condições de disputar o mercado de consumo com indústrias estrangeiras, faz-se imprescindível que focalize sua atenção na racionalização da produção e conseqüente redução do custo de seus produtos. Cabe ao designer mostrar a importância e as possibilidades de se fazer do design uma ferramenta de gestão empresarial e como inovação, atuando em todas as etapas do processo e não só no final.</p>
	<p>Além disso, é pouco provável que o designer, ao seguir toda a metodologia de desenvolvimento de produtos que, entre outras questões, considera: a problematização, o estudo da tarefa, os requisitos e restrições projetuais, entre outras questões e sistemas, os materiais, os processos, a semiótica e o mercado, desenvolva um produto menos competitivo do que aquele empresário que considere, apenas, alguns fatores.</p>
	<p>Estudos realizados pela CNI &#8211; Confederação Nacional das Indústrias indicam que 75% das empresas que investiram recentemente em design registraram aumentos em suas vendas, sendo que 41% destas empresas também conseguiram reduzir os seus custos.</p>
	<p>Desenvolver um produto sem a participação de um designer pode, muitas vezes, envolver menos custos, mas é um enorme risco. Quando o produto é lançado no mercado é que se evidencia o grande diferencial: os consumidores percebem que o produto não satisfaz e a sua reação é não comprar. Com isso, os volumes de venda não atingem patamares satisfatórios, gerando prejuízos.</p>
	<p>É importante que o empresariado tenha consciência de que as suas decisões de gastar pouco com o desenvolvimento de produtos, pode levá-lo a gerar grandes prejuízos mais adiante. O custo de se contratar o trabalho de um bom profissional de design é facilmente absorvido diante dos bons resultados que a empresa experimenta ao longo da vida útil do produto.</p>
	<p>Segundo o Cláudio Magalhães, para ser usado de modo estratégico, o design deve estar integrado e participar das definições estratégicas, a partir de nível decisório mais alto e integrado com todas as áreas relevantes. O design estratégico se materializa quando o importante é desenvolver o produto certo &#8211; eficácia do processo de design e não somente desenvolver corretamente o produto &#8211; eficiência no processo de design. No design estratégico, a forma segue primeiramente a função de comunicar. É importante que os consumidores entendam que aquele produto fornecerá os benefícios desejados, sejam eles oferecidos por funções práticas, estéticas ou por funções simbólicas. Sendo assim, para um design estratégico, a forma segue a mensagem.</p>
	<p>A linha de bons produtos de uma empresa garante sua sobrevivência. Mas, o que podemos conceituar como sendo um bom produto? Sob o ponto de vista comercial, o bom produto é aquele que se vende em quantidades suficientes para cobrir os custos fixos e variáveis e ainda gerar lucro que garanta a manutenção e o desenvolvimento da empresa. Gerenciar a área de desenvolvimento de produtos é uma tarefa desafiadora que envolve inúmeros aspectos: design; mercado; produção; custos; concorrência; novas tecnologias; novos materiais e processos de fabricação; ergonomia, engenharia de produção e muitos outros. Esse é um aspecto que, há algum tempo, estão incorporados às grandes corporações e as marcas de alta visibilidade, que investem em design e obtêm resultados expressivos na conquista da preferência do consumidor.</p>
	<p>Mais recentemente, as pequenas e médias empresas também perceberam que podem e devem investir em design para serem competitivas. A média ainda é baixa, entre 1% e 5% da receita líquida, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas já revela resultados. Mais do que isso, viram que design não é um serviço de luxo, ao contrário, trata-se de um serviço altamente especializado, com uma ótima relação custo x benefício e que pode ser facilmente incorporado ao seu cotidiano.</p>
	<p>Esses mesmo estudos realizados pela CNI indicam que 75% das empresas que investiram recentemente em design registraram aumentos em suas vendas, sendo que 41% destas empresas também conseguiram reduzir os seus custos. O mais importante é que não houve registro de nenhuma empresa que tenha investido em design e que tenha sentido queda nas vendas.</p>
	<p>Seja para uma empresa de grande, médio ou pequeno portes, no ponto-de-venda todos têm acesso ao consumidor e aquela que investe em design tem mais condições de se destacar e se tornar uma marca vencedora. Um design bem-feito aumenta a utilidade e o valor de um produto, reduz custos com matéria-prima e produção, além de ampliar a interação com o usuário e realçar a estética.</p>
	<p>Recentemente, o Sebrae selecionou o design como uma das áreas prioritárias para sua atuação no universo das micro e pequenas empresas, elaborando um programa que visa elevar a competitividade das micro e pequenas empresas no mercado nacional, contribuindo também para promover sua participação nas exportações por meio da utilização do design como elemento de agregação de valor em produtos e serviços.</p>
	<p>Vencendo a batalha da inovação e da diferenciação, o design cria uma personalidade capaz de conquistar a fidelidade do consumidor.</p>
	<p>É preciso, apenas, que o empresário brasileiro, em sua grande maioria, visualize que está diante de tempos novos. Tempos de abertura, onde o consumidor se mostra mais exigente, reivindicando bens e serviços que atendam a seus anseios. O design se encaixa muito bem nessa questão, atuando como fator de competitividade. Design é o segredo. E os empresários que não estiverem sensíveis para estas questões devem ficar atentos em momento futuro, porque se eles não se modernizarem, se não procurarem processos mais adequados, ficarão no passado, não conseguirão competir com seus concorrentes.</p>
	<p>Eduardo Vieira &#8211; Diretor de Criação da Tribo 12 &#8211; Tecnologia da Informação<br />
Originalmente publicado no site: <a href="http://www.designemdia.com.br"  target="_blank">http://www.designemdia.com.br</a>
</p>
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