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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Menos é mais. Design como ação de sustentabilidade.</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:39:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O futuro transcende as tendências sempre associadas aos produtos, já que o design deve ser compreendido como uma disciplina transversal, que se relaciona diretamente a outros nichos, como moda, mobiliário e tecnologia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34Oc30s75" alt="" />Não sei se o design pode salvar o mundo. Mas, com certeza, pode ser uma ferramenta importante em uma tentativa séria&#8230;</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2></h2>
	<h2>Design 2010: quando o menos é mais!</h2>
	<p>Por Luciano Deos*</p>
	<p>O fortalecimento do design brasileiro e o seu papel cada vez mais  estratégico posicionam o país como um potencial centro para a geração de  novos negócios nesse segmento. Mesmo diante da crise mundial, o setor  ganha relevância, credibilidade, consolida sua imagem internamente e se  projeta no exterior, abrindo espaço e oportunidades de crescimento.</p>
	<p>A criação de cursos acadêmicos e a inserção da categoria no Festival  Internacional de Publicidade de Cannes, considerado o mais importante  evento de comunicação do mundo, trazem amadurecimento e estimula a  demanda interna e externa por design. Assim, nesse cenário otimista e de  pós-crise, a previsão mais imediata para 2010 é o vínculo cada vez mais  forte entre design e inovação, com uma relação de dependência recíproca  e saudável.</p>
	<p>O futuro transcende as tendências sempre associadas aos produtos, já que  o design deve ser compreendido como uma disciplina transversal, que se  relaciona diretamente a outros nichos, como moda, mobiliário e  tecnologia. Diferentemente do que acontece em países como a Inglaterra e  Coréia, que contam com políticas e suporte governamental, no Brasil é  recente o apoio de organizações públicas e privadas para fomento e  financiamento de projetos no setor. Felizmente, isso contribui para que o  design passe a ser visto como uma valiosa ferramenta de  desenvolvimento. E nesse contexto, a inovação é palavra de ordem.</p>
	<p>Além da reflexão permanente para diagnosticar novos caminhos ao  segmento, um dos desafios para os profissionais do setor será criar  alternativas para gerar cada vez mais relevância às marcas. E a  vinculação de estratégias de branding com design e inovação revela-se  como a solução mais eficiente.</p>
	<p>Vale dizer que inovação aplicada ao design nada tem haver com excessos  ou exageros. Ao contrário. Neste momento, menos é mais! Durante a  Revolução Industrial, período marcado por profundas mudanças na  sociedade, os novos conceitos de moradia, transporte e produção  simplesmente desprezaram o meio ambiente. Hoje, com a evolução da  tecnologia e de modelo de produção, a sociedade se redesenha mais uma  vez, só que atenta às questões ambientais. O ser humano precisa achar  soluções simples para problemas complexos. Os recursos são finitos e,  consequentemente, precisam ser preservados.</p>
	<p>Tal realidade aplicada ao universo corporativo demonstra que, diante  desse panorama, as empresas que não forem capazes de se reinventar  perderão oportunidades e serão superadas, classificadas como espécies  inimigas do progresso. A lógica é mais ou menos essa: quem não investir  em inovação e design, ficará um passo atrás. Mas, como quase tudo na  vida, sempre há tempo para se repensar.</p>
	<p>* Luciano Deos é diretor-presidente do GAD’ e presidente da Abedesign  (Associação Brasileira das Empresas de Design).</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Pensando como designer. Pensando&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 23:29:37 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=b4C329uaa" alt="" /><em>Thinking Design</em> é um tema que tem me fascinado.<br />
Creio que é a maneira mais completa de ver o design. É a inteligência, é o projeto. É o início. É onde se percebe a real diferença.<br />
Um concito razoavelmente novo, para uma forma de pensar que está na &#8216;raiz&#8217; do design.<br />
Tenho um texto rascunhado sobre isso e pretendo publicar em breve.<br />
Por enquanto, fiquem com a Lígia Fascioni.<br />
Aliás&#8230; fiquem SEMPRE com a Lígia. Ela sempre sabe o quê e do quê falar!</span></p>
	<h2>Afinal, o que é design thinking?</h2>
	<p>Você ainda não ouviu? Agora só se fala em design thinking como solução para todos os problemas do mercado. Mas será que o negócio é tão bom assim? Vamos ver do que se trata para depois pensar e formar uma opinião.</p>
	<p><span id="more-716"></span></p>
	<p>Vou tentar reproduzir um pouco do que o consultor canadense e colunista de inovação da Business Week Roger Martin falou na <a href="http://www.aiga.org/content.cfm/video-design-conference-2009"  target="_blank">AIGA Design Conference no final do ano passado</a> (o vídeo está disponível <a href="http://www.aiga.org/content.cfm/video-makethink-2009-martin"  target="_blank">aqui</a>). O nome da palestra era “Por que o design thinking é a próxima vantagem competitiva“.</p>
	<p>Martin começa explicando que o ser humano está rodeado de mistério por todos os lados e tenta, a todo custo, organizar o conhecimento usando a heurística (estabelecimento de padrões, regras e métodos para resolver um problema). Vem daí a nossa mania de rotular as coisas para conseguir compreendê-las. Se essa parte for bem feita, então são desenvolvidos algoritmos para se solucionar questões. Funciona muito bem para a área tecnológica (as leis da física, os remédios e as vacinas nasceram assim). No marketing, às vezes dá certo (o McDonald’s, a Coca-Cola e todas as franquias de sucesso corroboram essa teoria). Isso produz profissionais compulsivos em encontrar as tais fórmulas, mas ultimamente a coisa não tem sido assim tão simples (o mundo ficou muito complicado desde o final do século passado).</p>
	<p>Esse jeito analítico de pensar (analytic thinking) é importante porque reduz custos e torna os processos mais eficientes. Aliás, as universidades vivem basicamente de pensar assim. O objetivo do pensamento analítico é descobrir regras gerais usando a lógica indutiva ou dedutiva, sem fazer julgamento de valor. Isso implica em olhar para o passado de maneira imparcial, recolher dados e concluir algo que possa ser utilizado no futuro com segurança e de maneira consistente. Aliás, o foco não é descobrir algo adequado, mas principalmente uma regra que faça sentido e possa ser explicada, usada, desmontada, entendida.</p>
	<p>O jeito oposto de pensar é o intuitivo (intuitive thinking). Nesse caso, o objetivo é entender, mas não necessariamente usando a razão. Ao contrário do analítico, o intuitivo não considera os dados do passado, seu foco é o que poderia ser, a pergunta é “por que não?“. Nesse caso, abre-se mão do processo analítico e se faz julgamento de valor sem critérios objetivos; aqui não se está preocupado em provar nada. O intuitivo quer chegar num resultado que resolva o problema, mas não se ocupa em reproduzir essa solução ou investigar se ela se aplica também a questões semelhantes. Isso às vezes funciona, mas custa caro e é muito arriscado. De qualquer maneira, é como a maior parte das inovações nascem.</p>
	<p>Pois é, então em que time apostar as fichas? Devo voar ou fincar os pés no chão?</p>
	<p>De acordo com o filósofo Charles Pierce (mais conhecido por seu trabalho em semiótica), nenhuma idéia realmente nova parte da lógica indutiva ou dedutiva, pois, se ela é nova de verdade, ainda não existe passado para ser analisado.  Idéia nova significa tudo novo, ou seja, aquele mistério com o qual começamos a conversa.</p>
	<p>Na vida real das empresas que precisam de idéias novas, a maneira de prover mais segurança para o sistema é produzir o tal passado, amadurecendo a idéia por tempo suficiente para que ela possa ser pensada de maneira analítica. Resumindo: tenha idéias de maneira livre e intuitiva, mas depois construa protótipos e os submeta à segurança e eficiência do pensamento analítico para que elas possam se transformar em produtos factíveis (e, se tudo der certo, de muito sucesso também).</p>
	<p>Então, o grande desafio do design thinking é basicamente esse: pensar analítica e intuitivamente de maneira simultânea — meia calabresa, meia muzzarela. Voar, mas tendo pelo menos uma cordinha de ligação com a terra (como um papagaio).</p>
	<p>O tempo dirá se o design thinking vai mesmo resolver o imbróglio que existe entre analíticos e intuitivos, mas, olhando assim, parece promissor. Não sei quanto a vocês, mas eu estou apostando.</p>
	<p>—–<br />
* AIGA: <em>American Institute of Graphic Art</em>s<br />
Peguei a dica do vídeo no espaço design; obrigada ao Fernando Galdino.<br />
—–</p>
	<p>Fonte: Lígia Fascioni | www.ligiafascioni.com.br
</p>
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		<title>Loja ou Marca? - O dilema do varejo.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:05:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A gestão de marca (ou branding) como elemento estratégico no varejo já foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores críticos na capacidade de migrar de “loja” para “marca” é o uso da comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=82Fe4daa9" alt="" /><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Artigo muito interessante que coloca a diferen&ccedil;a de enfoque do varejo. Alguns, cr&ecirc;em ainda no conceito de &#8216;loja&#8217;, j&aacute; defasado e que leva o consumidor a criar uma compara&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os e escolher entre produtos sem levar muito em considera&ccedil;&atilde;o a loja, o estabelecimento. Vale&nbsp; produto. Vale o pre&ccedil;o!<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ou&#8230;<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Transformar sua loja em uma marca! Fugir dessa competi&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o e agregar ao cliente aten&ccedil;&atilde;o, atendimento diferenciado, servi&ccedil;os. Experi&ecirc;ncia.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Tem alguns cases.</span></p>
	<p><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica </strong></p>
	<p>A gest&atilde;o de marca (ou branding) como elemento estrat&eacute;gico no varejo j&aacute; foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores cr&iacute;ticos na capacidade de migrar de &ldquo;loja&rdquo; para &ldquo;marca&rdquo; &eacute; o uso da comunica&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>A estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o no varejo confronta-se permanentemente com o dilema de investir na constru&ccedil;&atilde;o de marca para o longo prazo e estimular vendas no curto e curt&iacute;ssimo prazos. Essa quest&atilde;o &agrave;s vezes &eacute; simplificada na defini&ccedil;&atilde;o de percentuais de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos entre propaganda X promo&ccedil;&atilde;o, m&iacute;dia X &ldquo;no media&rdquo;, &ldquo;above the line&rdquo; X &ldquo;below the line&rdquo;.</p>
	<p>A comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos elementos do branding no varejo e diversas empresas bem-sucedidas v&ecirc;m encontrando diferentes respostas para a quest&atilde;o:</p>
	<p>* A Casas Bahia consolidou-se como o maior anunciante do Brasil, com exposi&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dia v&aacute;rias vezes superior &agrave; dos demais grandes anunciantes. Atribui-se &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o grande parte do &ecirc;xito no crescimento da empresa nos &uacute;ltimos anos.</p>
	<p>* A italiana Esselunga inovou na comunica&ccedil;&atilde;o em m&iacute;dia impressa ao criar uma linha (desde os anos 90) que evidencia a qualidade nos produtos perec&iacute;veis, recriando animais, personagens e personalidades com o uso de produtos. A campanha foi premiada, est&aacute; exposta at&eacute; no museu do Louvre em Paris e tirou o foco da comunica&ccedil;&atilde;o em pre&ccedil;o para focar na emo&ccedil;&atilde;o e irrever&ecirc;ncia.</p>
	<p>* O P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car tornou-se uma das grandes marcas do varejo brasileiro gra&ccedil;as &agrave; vis&atilde;o de longo prazo e integra&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es institucionais ligadas a esporte, eventos, cultura, cidadania e comunidade, al&eacute;m de a&ccedil;&otilde;es permanentes de m&iacute;dia de massa.</p>
	<p>* A Aldi (criadora e l&iacute;der no formato de hard discount) trabalha com ofertas semanais em produtos de n&atilde;o-alimentos a pre&ccedil;os muito agressivos e usa a comunica&ccedil;&atilde;o no ponto de venda como sua ferramenta. Ela cria mega tabl&oacute;ides antecipando as ofertas da semana seguinte, criando expectativa e levando tr&aacute;fego &agrave;s lojas. Conseguiu tornar-se o terceiro maior varejista de computadores na Alemanha sem ter o produto em seu sortimento.</p>
	<p>* A Marks &amp; Spencer criou um conceito de marca de comunica&ccedil;&atilde;o para PDV, denominado &ldquo;Perfect&rdquo;. A loja indica em cada se&ccedil;&atilde;o os produtos de melhor valor, evidenciando para o cliente aquilo que ele n&atilde;o pode deixar de ter.</p>
	<p>* A Riachuelo desenvolveu uma marca que identifica, no ponto de venda, produtos com valor imbat&iacute;vel (rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade e pre&ccedil;o) e identifica-os com a marca &ldquo;Vale a Pena&rdquo;.</p>
	<p>* A Tesco foca seus esfor&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o na base de portadores do cart&atilde;o Clubcard.</p>
	<p>* A Zara transformou-se na principal refer&ecirc;ncia no varejo de moda no mundo sem investir em propaganda, acreditando que sua principal ferramenta de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a loja.</p>
	<p>Deve-se ressaltar, por&eacute;m, que n&atilde;o h&aacute; receita de bolo para o uso da comunica&ccedil;&atilde;o no varejo. A boa estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a que tem alinhamento com a estrat&eacute;gia do neg&oacute;cio.</p>
	<p>Os resultados adv&ecirc;m da consist&ecirc;ncia da estrat&eacute;gia, do modelo de neg&oacute;cio e da inova&ccedil;&atilde;o no neg&oacute;cio. A mesma f&oacute;rmula n&atilde;o obt&eacute;m a mesma efic&aacute;cia em contextos diferentes e as empresas t&ecirc;m de fugir de lugares comuns, n&atilde;o emular refer&ecirc;ncias de forma superficial e encontrar seus pr&oacute;prios paradigmas.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Alberto Serrentino</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.gsmd.com.br"  target="_blank">GS&amp;MD</a></p>
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		<title>Marca própria. O consumidor gosta.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[agora as empresas começam a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas próprias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mat&eacute;ria que eu encontrei no &oacute;timo<a rel="nofollow" href="http://falandodevarejo.blogspot.com"  target="_blank"> Falando de Varejo</a>, do amigo Caio.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Estou trabalhando em um projeto que vai incluir uma linha de produtos de marca pr&oacute;pria e achei muito interessante colocar aqui, o ponto de cresimento e de aceita&ccedil;&atilde;o do mercado para isso.</span> </p>
	<p><strong><br />
Pesquisa da Nielsen aponta crescimento de 22% no n&uacute;mero de itens dispon&iacute;veis no varejo</strong></p>
	<p>As chamadas marcas pr&oacute;prias foram criadas por empresas do varejo na d&eacute;cada de 1970 e de l&aacute; para c&aacute; n&atilde;o param de crescer. Se antes o foco era apenas o pre&ccedil;o &mdash; em m&eacute;dia, at&eacute; 30% menores que os das marcas l&iacute;deres &mdash;, agora as empresas come&ccedil;am a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas pr&oacute;prias, desde produtos aliment&iacute;cios a eletroeletr&ocirc;nicos.</p>
	<p>O estudo da Nielsen (www.br.nielsen.com) mostra ainda que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o no Brasil consome produtos de marca pr&oacute;pria e que eles est&atilde;o cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Em 2009, as marcas pr&oacute;prias conquistaram cerca de 18,2 milh&otilde;es de consumidores, o que representa 49,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
	<p>&ldquo;Eu sempre olho o fabricante&rdquo;, conta o microempres&aacute;rio Marco Antonio Domingues. &ldquo;Por exemplo, eu compro sempre o &oacute;leo que uso para a fritura dos salgados em minha f&aacute;brica do Mercadorama ou do Big, que s&atilde;o fabricados pela Bungue, a mesma empresa que faz o Liza&rdquo;, diz.</p>
	<p>Domingues relata ainda que, na casa dele, usa mais produtos ainda de marca pr&oacute;pria, como material de limpeza, sorvetes, etc. &ldquo;O custo benef&iacute;cio &eacute; sempre mais interessante&rdquo;, conta. O microempres&aacute;rio, no entanto, n&atilde;o dispensa a pesquisa de pre&ccedil;os. &ldquo;As vezes, nas promo&ccedil;&otilde;es vale a pena comprar os produtos de marcas conhecidas&rdquo;, resume.</p>
	<p>Um estudo da Nielsen revelou que em 2009, houve um crescimento de 7% no faturamento em rela&ccedil;&atilde;o a 2008 o autosservi&ccedil;o. S&oacute; no setor supermercadista o faturamento chegou a R$ 158,5 bilh&otilde;es no ano passado.</p>
	<p>As categorias de marca pr&oacute;pria com maior faturamento, de acordo com o estudo da Nielsen, foram: leite ass&eacute;ptico, &oacute;leo vegetal e azeite, papel higi&ecirc;nico, arroz, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e biscoitos, feij&atilde;o, p&atilde;es e bolos, iogurtes e panetones. Juntas elas somaram R$ 786,9 milh&otilde;es em vendas no autosservi&ccedil;o.</p>
	<p>&ldquo;Esses dados mostram que, entre junho de 2008 e julho de 2009, no auge da crise, o segmento de marcas pr&oacute;prias cresceu&rdquo;, afirma Neide Montesano, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Marcas Pr&oacute;prias e Terceiriza&ccedil;&atilde;o (Abmapro) &mdash; (http://www.abmapro.org.br/).</p>
	<p>O grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car foi um dos primeiros a lan&ccedil;ar itens de marca pr&oacute;pria no Brasil em 1970. Em 2006, foi lan&ccedil;ada a Taeq, a &uacute;nica marca de bem-estar do varejo brasileiro. At&eacute; o final do ano, a linha receber&aacute; investimentos de R$ 10 milh&otilde;es para desenvolvimento de novos produtos.</p>
	<p>A Taeq tem um universo amplo que envolve cinco pilares de atua&ccedil;&atilde;o: Nutri&ccedil;&atilde;o, Org&acirc;nico, Casa, Esporte e Beleza. O portf&oacute;lio inclui mais de 1400 itens. No ano passado, o faturamento de Taeq registrou crescimento de mais de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007 e a previs&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero seja ainda melhor em 2009. Em maio de 2008, lan&ccedil;ou Qualit&aacute;, uma solu&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para o dia a dia que pode ser encontrada nos supermercados do Grupo. Ao longo desse ano dever&atilde;o ser introduzidos mais de 300 produtos.</p>
	<p><strong>Setor investe tamb&eacute;m em eletr&ocirc;nicos</strong></p>
	<p>No Walmart, em todo o Brasil, h&aacute; hoje mais de 12.000 itens de marca pr&oacute;pria, entre a &aacute;rea de alimentos e n&atilde;o-alimentos, incluindo a linha de eletroeletr&ocirc;nicos e t&ecirc;xteis (moda feminina, masculina, infantil e cama, mesa e banho). Os pre&ccedil;os s&atilde;o, em m&eacute;dia, 25% mais baixos que os das marcas l&iacute;deres.</p>
	<p>O mix envolve desde alimentos, como feij&atilde;o e a&ccedil;&uacute;car, a artigos de higiene e limpeza, como papel higi&ecirc;nico e amaciante, al&eacute;m de roupas e eletroeletr&ocirc;nicos. &ldquo;Estamos sempre analisando o mercado e procurando ampliar cada vez mais o mix dos produtos de marca pr&oacute;pria&rdquo;, explica Julia Pettini, diretora de Marcas Pr&oacute;prias do Walmart Brasil.</p>
	<p>O Walmart Brasil possui at&eacute; o momento 25 marcas pr&oacute;prias, sendo que a &uacute;ltima linha, de produtos saud&aacute;veis e nutritivos, foi lan&ccedil;ada em julho deste ano. Segundo Julia, &ldquo;s&atilde;o os esfor&ccedil;os voltados a oferecer qualidade e pre&ccedil;o acess&iacute;vel aos consumidores que garantem a credibilidade e fidelidade dos clientes, na compra dos itens de marca pr&oacute;pria&rdquo;. Carrefour &mdash; A rede francesa Carrefour disp&otilde;e de produtos marca pr&oacute;pria em diversos segmentos: alimentar, eletr&ocirc;nico, automotivo, vestu&aacute;rio, cama, mesa e banho, utilidade dom&eacute;stica, decora&ccedil;&atilde;o, pet, bebidas, entre outros. Ao todo s&atilde;o 1.400 itens segmentados.</p>
	<p>A Linha Viver &eacute; uma marca de produtos saud&aacute;veis composta por mais de 290 produtos, distribu&iacute;dos em seis categorias &ndash; light, diet, org&acirc;nicos, funcionais, &agrave; base de soja e zero. Eles t&ecirc;m a chancela da reconhecida qualidade Carrefour, pre&ccedil;os entre 15% e 30% mais baixos dos que os l&iacute;deres de mercado.</p>
	<p>A Garantia de Origem &eacute; um programa desenvolvido mundialmente pelo Grupo Carrefour que estabelece um padr&atilde;o de exig&ecirc;ncia e entrega de nossos produtos em n&iacute;veis al&eacute;m daqueles definidos pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. O G.O. faz parte do posicionamento da empresa de investir em produtos de qualidade diferenciada aos seus clientes, como: frutas, legumes, peixes, frutos do mar, carnes, aves, gr&atilde;os, cereais, leite, queijo e ovos;</p>
	<p><strong>J&aacute; em Bazar h&aacute; duas linhas:</strong></p>
	<p>A Casa &amp; Deco &eacute; a marca pr&oacute;pria do Carrefour para presentes, m&oacute;veis, aparelhos de jantar, jogos de panelas, inclusive de inox, faqueiros, utens&iacute;lios de cozinha e cutelaria. Com design diferenciado, os produtos se caracterizam pela alta qualidade e pre&ccedil;o baixo. Em m&eacute;dia, s&atilde;o 10% mais baratos do que os das marcas l&iacute;deres</p>
	<p>A Jardim &amp; Deco &eacute; uma linha completa de m&oacute;veis para jardim, varanda e piscina, com 80 refer&ecirc;ncias em m&oacute;veis, entre sof&aacute;s, mesas, cadeiras, carrinho-bar, ombrelone suspenso, banco e banqueta. H&aacute; m&oacute;veis em quatro op&ccedil;&otilde;es de materiais: madeira, bambu, ratan sint&eacute;tico e alum&iacute;nio.</p>
	<p>A Top Life &eacute; uma marca voltada para produtos de esporte e lazer, como: linha de futebol (bolas, luva de goleiros, bomba de encher pneu), acess&oacute;rios para muscula&ccedil;&atilde;o, linha de t&ecirc;nis de mesa (raquete, bolinha de ping pong), entre outros.</p>
	<p>A Top Bike &eacute; uma linha de bicicletas (masculino, feminina e infantil) e acess&oacute;rios para a pr&aacute;tica deste esporte, como capacete, luva, bomba, buzina, acess&oacute;rios de freio, entre outros.</p>
	<p>No setor t&ecirc;xtil a Tex &eacute; uma marca voltada para a categoria T&ecirc;xtil, com produtos voltadas para vestu&aacute;rio, moda int&iacute;ma e cama, mesa e banho.E no segmento de eletro, a First Line &eacute; uma linha de produtos focado em tecnologia com excelente custo x benef&iacute;cio. Produtos de inform&aacute;tica que possuem o objetivo de ter sempre o melhor pre&ccedil;o.</p>
	<p>Foram lan&ccedil;adas mais de 400 produtos de diversas categorias Alimentar, Higiene, Limpeza, Perfumaria, Seca (Mercearia), Liquida, PAS (Refrigerados e Congelados) e Perec&iacute;veis (A&ccedil;ougue, Peixaria, Frutas Verduras e Legumes, Salsicharia e Padaria). Para 2010 a expectativa &eacute; aumentar ainda mais o n&uacute;mero de itens.</p>
	<p>Fonte: AE</p>
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		<title>86% das empresas declaram design estratégico ou estrutural. Onde?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:31:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os principais números apontam que 89% das empresas utilizam design de produto e que 84% dessas empresas aumentaram sua competitividade. Já 86% das companhias, ainda, declararam que o design é estratégico ou estrutural]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=36C109d9d" alt="" />Primeiros números sobre a importante pesquisa da ADP.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Gostaria de ter a íntegra da pesquisa para poder avaliar melhor os números. Tipo, gostaria de saber quais áreas foram pesquisadas. Por se tratar da Associação de Designer de Produtos, creio que o foco possa ter sido a área industrial e empresas de grande porte.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O grande mercado das micro, pequenas e médias empresas, onde o design deveria ser tratado de forma estratégica e estrutural, continua a margem; vendo design como &#8216;luxo&#8217;, &#8216;despesa&#8217;,'dispensável&#8217;,'coisa de empresa grande&#8217;. E assim, prosseguimos com empresas que tem menos de 20% de chance de chegar a 5 anos de vida.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso em absoluto, invalida ou reduz a importância da pesquisa! Nem o valor dos seus números.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aguardando a divulgação de mais dados da pesquisa.</span></p>
	<p><strong>ADP apresenta estudo sobre design</strong></p>
	<p>Estudo feito pela Associação de Designers de Produtos apontou que 72% das empresas investem constantemente em inovação</p>
	<div>
	<div id="fotos"><a href="http://mmimg.meioemensagem.com.br/galeria/gr_bdw_nota.jpg" title="Brazil Design Week acontece até sexta sexta-feira, 6, em SP" rel="lyteshow[127073]"  target="_self"> <img src="http://mmimg.meioemensagem.com.br/galeria/peq_bdw_nota.jpg" alt="Edição 2009 do Brazil Design Week" /></a></div>
	<div><a href="http://mmimg.meioemensagem.com.br/galeria/gr_bdw_nota.jpg" title="Brazil Design Week acontece até sexta sexta-feira, 6, em SP" rel="lyteshow[127073]"  target="_self">Brazil Design Week acontece até sexta sexta-feira, 6, em SP</a></div>
	</div>
	<p>A Associação de Designers de Produtos (ADP), em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apresentaram durante o terceiro dia do Brazil Design Week, que acontece em São Paulo, um estudo inédito sobre o design em 10 diferentes setores da indústria brasileira.</p>
	<p>Os principais números apontam que 89% das empresas utilizam design de produto e que 84% dessas empresas aumentaram sua competitividade. Já 86% das companhias, ainda, declararam que o design é estratégico ou estrutural, 72% das empresas investem constantemente em inovação. Por sua vez, 32% das empresas que contratam consultores de design externos recuperam seu investimento em design em até dois anos.</p>
	<p>A pesquisa foi realizada com a colaboração da Fundação Getúlio Vargas Projetos, e teve como base a pesquisa feita pelo Design Council Britânico. O objetivo principal era saber até que ponto o investimento em design pode significar uma melhora no desempenho das empresas, tanto no crescimento das vendas, como na maior penetração nos mercados ou na redução nos custos de produção.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mmonline.com.br"  target="_blank">M&amp;M Online</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Vai uma logRomarca ai?!&#8230; - Eu quero é reconhecimento!</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A grande maioria, não sabe, por incrível que pareça fazer essa diferenciação design/designer. Eu, particularmente acho meio estranho quando me chamar de 'design' ou erguntam onde está o meu 'designer'... 'quero ver o designer que vc trouxe!' "quero ver o designer que vc tem'... normalmente, respondo que não tenho filhos e que, quando tiver, vou torçer para que ele escolha outra profissão. Mas normalmente, ninguem ri da piada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=9cS9a8q9f" alt="" />Hoje é dia do Design. Dia nacional do Design.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não do Designer. Do Design.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Esquisito né. Normalmente, temos dia do engenheiro, do médico, do bombeiro, do padeiro, do trabalhador. Mas, não temos dia do Designer. Temos dia do Design.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas é coerente com o que o grande público, a &#8216;massa&#8217; conhece do designer&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">A grande maioria, não sabe, por incrível que pareça fazer essa diferenciação design/designer. Eu, particularmente acho meio estranho quando me chamar de &#8216;design&#8217; ou erguntam onde está o meu &#8216;designer&#8217;&#8230; &#8216;quero ver o designer que vc trouxe!&#8217; &#8220;quero ver o designer que vc tem&#8217;&#8230; normalmente, respondo que não tenho filhos e que, quando tiver, vou torçer para que ele escolha outra profissão. Mas normalmente, ninguem ri da piada. Normalmente, fazem.. &#8216;ãh?&#8217;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que todos têm um extremo desprezo pela profissão de designer? Será que somos odiados pela população, que não gosta do nosso trabalho?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não acredito nisso não.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Minha opinião é que a população ignora nossa existência, mas não o nosso trabalho. O trabalho eles conhecem e até valorizam! Pergunte e dona de casa, se ele prefere o detergente &#8216;X&#8217; que escorrega da mão dela, que o rótulo esfarela ou se prefere o detergente &#8216;Y&#8217; que não cai da mão, que o rótulo fica fora da área de &#8216;pega&#8217;&#8230; Ela com certeza vai preferir &#8216;Y&#8217;. Pergunte ao consumidor, se ele prefere aquele produto onde a embalagem funciona e que armazena bem até que o conteúdo acabe ou se ele não se importa de ter que colocar grampos ou pregadores, ou coisas do tipo para manter a embalagem fechada depois de aberta&#8230; Com certeza eles vão preferir a embalagem bem planejada.  Pergunte ao leitor da revista semanal, se ele prefere a revista &#8216;W&#8217; que tem páginas bem diagramadas, muita ilustração e infográficos, espaços balanceados, tipografia agradável, com kernning bem trabalhado e projeto gráfico bem feito ou se prefere a revista &#8216;H&#8217;, com suas páginas atoladas, fotos mal distribuídas, infográficos amadores e sem nenhum projeto gráfico definido&#8230; Com certeza ele vai preferir a revista com projeto gráfico bem feito!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E assim será em todas as áreas onde o design atua. O público SEMPRE vai preferir o produto/serviço onde o bom design tiver sido aplicado. BEM aplicado.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Porque o povo pode até não saber o que é. Não conhecer seus princípios&#8230; Mas sabe muito bem que, onde passa um designer, onde o design é aplicado; temos um resultado melhor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mais fácil de usar, mais voltado ao objetivo final, melhor aproveitado, mais bem acabado, mais barato possível, com o valor agregado, mais focado, mais, mais, mais&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E mais bonito também.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Tá tudo bem. Lindo! Mas, se é assim, porque continuamos sendo desconhecidos para a grande maioria? Chamados de artistas por uns, de dispensáveis por outros&#8230; Por que mesmo muitos empresários, não reconhecem o valor do nosso trabalho e recusam-se a ouvir o que falamos seguir nossos projetos? Antes de receberem um orçamento já estão achando caro? Sempre acham que nosso trabaho está ligado ao luxo?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Simples. Ignorância.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ignorância sobre a REAL função do designer e do design.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ignorância sobre quando devemos ser contratados.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ignorância sobre o real efeito do nosso trabalho.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ignorância sobre a importância desse trabalho no crescimento de uma empresa e no valor patrimonial dela.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Simples ignorância.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ixi! Agora chamei todo mundo de ignorante&#8230; Agora alem de designer, sou arrogante!  É já ouvi muitas vezes &#8216;ele é <em>designer</em>&#8230; Como se isso fosse um&#8230; Desvio de caráter! rs</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas quando falo ignorante, não estou querendo ofender ninguém.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">É que ignorante, é quem ignora. E as pessoas ignoram o que realmente é o design. O que realmente um designer deve fazer.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E fico DESESPERADO, quando vejo as &#8216;cabeças&#8217; do design brasileiro, se pegando em regulamentação. É vamos regulamentar!!! Regulamentem o design!! Designer agora, só com diplomaaaaaa!!! Tem de ser doutor designer!!!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso vai adiantar O QUÊ?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Hum. Só vai poder &#8216;assinar&#8217; projetos de design, quem for Doutor Design!! Todos vamos poder cobrar pela tabela da ADG!!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Hum. Sei. Tá. Certo. Entendi.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Até parece! Quem hoje em dia, vende&#8217; marquinha&#8217;, &#8216;logRomarca&#8217; por 300 reais na internet, vai deixar de vender&#8230; vai sim!<br />
E quem compra uma &#8216;logromarca&#8217; hoje, vai deixar de comprar. vai sim&#8230; Vai imediatamente, passar a acreditar que, aquele &#8216;desenhinho&#8217; vale 10.0000 reais! e não os 350 reais que ia pagar.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O conceito de ‘logromarca’ está arraigado. O cara paga uma pequena taxa para ser enganado, logrado. E ainda passa a ter uma logromarca! Num vai ter regulamentação que acabe com isso. Só concientização, via informação, entendimento e reconhecimento.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">ACORDA!!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Essa tão desejada, mas nunca alcançada regulamentação, só vai criar uma reserva de mercado para os grandes projetos. Vai reunir os grandes clientes nas mãos das grandes agências e escritórios de design.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Quer ver o design ganhar valor no país?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Quer ter sua profissão RECONHECIDA ao invés de regulamentada?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">DIVULGUE!!!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">EXPLIQUE!!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">DEMONSTRE!!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Faça com que as pessoas SAIBAM o que significa design. O que faz o designer. Qual a importância deles, na cadeia produtiva. Ensine-as a reconhecer o trabalho do designer. A saber, que, se o produto que ele está comprando funciona bem, está bem acabado, facilita seu trabalho, faz com que seja mais fácil e agradável de usar, tudo isso foi trabalho de alguém! e esse alguém era um designer!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não. Não venham com os argumentos &#8220;ninguém tem interesse nessas informações&#8221; ou &#8220;já existem programas informativos para o empresariado&#8221; ou &#8220;Isso não vai fazer com que nossa profissão seja valorizada&#8221;&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ao contrário do que muitos gostam de pensar e difundir, todo mundo gosta de informação! Programas de divulgação junto ao público alvo &#8211; os tais informativos para empresariado &#8211; funcionam melhor quando o publico alvo tem posição formada sobre o serviço oferecido. E a valorização da profissão, vem do RECONHECIMENTO POPULAR. E não da regulamentação. Mania de regulamentar&#8230; De tomar ela &#8216;força da lei&#8217; ao invés de conquistar&#8230; De PROVAR a sua necessidade&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Então nesse dia 5 de novembro de 2009, aniversário de <a href="http://www.designbrasil.org.br/portal/almanaque/enciclopedia_exibir.jhtml?idLayout=10&amp;id=96"  target="_blank">Aloísio Magalhães</a> e Dia Nacional do Design, eu peço de presente isso: uma campanha nacional, levada por todas as associações, organismos, ongs e outros ligados ao design brasileiro, no sentido de explicar o design, mostrar onde está, pra que serve, como interfere na sua vida, no seu dia-a-dia. Mas uma campanha para o grande público. Constante. Com conteúdo. Insistente. Educativa. Marcante.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">&#8220;Mas isso é muito caro!&#8221;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Bem, não faltarão cabeças criativas para resolver este problema, certo?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Se os designers são os grandes solucionadores, tantas cabeças criativas juntas não encontrarão saída para este problema simples e comum de orçamento apertado? Seremos vencidos pela falta de vontade?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Feliz dia do design para meus pares, designers!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Obrigado aos meus clientes, pelo apoio e credibilidade e por reconhecerem os resultados.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Que venham tempos melhores.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><em> </em></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><em> </em></span></p>
	<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;"><em>Paulo Braga Prado</em></span></p>
	<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">Designer (ADG 5015)</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span>
</p>
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		<title>Design via BNDES!</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:16:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em breve, micro, pequenas e médias empresas poderão usar o Cartão BNDES para contratar serviços de design. O anúncio foi feito nesta terça-feira (3) durante o Fórum de Políticas Governamentais realizado na Brazil Design Week]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #808080;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=25L3c3ha8" alt="" />Sem dúvida, ótima notícia.<br />
Peguei agora, via tweet do <a href="http://www.twitter.com/Design_BR"  target="_blank">@Design_BR</a>.</span></p>
	<p><span style="color: #808080;">Vamos ver quais serão estes &#8216;critérios que transmitem confiança&#8217;. Esperemos que, não sejam faturamento, número de funcionários e outras &#8216;evidências&#8217; econômicas de que trata-se de uma &#8216;empresa sólida&#8217;. Esperemos que estes critérios sejam associados a reais valores do design. Como projetos desenvolvidos, multidisciplinaridade da equipe, experiência em áreas específicas, portifólio, até mesmo recomendações de clientes atendidos&#8230;</span></p>
	<p>Em breve, micro, pequenas e médias empresas poderão usar o Cartão BNDES para contratar serviços de design. O anúncio foi feito nesta terça-feira (3) durante o Fórum de Políticas Governamentais realizado na Brazil Design Week &#8211; evento que acontece até sexta-feira (6) na Fecomercio, em São Paulo, com o tema central “Inovação e Negócios”.</p>
	<p>Luciano Deos, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), acredita que a iniciativa anunciada hoje triplique o faturamento das empresas do setor em três anos. O Cartão BNDES existe desde 2003 e, em setembro de 2009, estendeu seus benefícios para serviços tecnológicos, como design, modelagem de produto e desenvolvimento de embalagem. Só que havia uma condição: os serviços deveriam ser executados por instituições científicas e de tecnologia reconhecidas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia. A segunda fase, agora anunciada, prevê o início do estudo em parceria com a Abedesign para definição de critérios de credenciamento das empresas brasileiras do setor. “Precisaremos do aval da entidade para montar critérios que transmitam confiança de que as empresas cadastradas são realmente sérias”, afirmou Rodrigo Matos Bacelar, chefe de Operações de Internet do BNDES.</p>
	<p>Atualmente, mais de 200 mil empresas brasileiras com faturamento até R$ 60 milhões por ano possuem o Cartão BNDES. Diferente de um cartão de crédito tradicional, esse produto não tem tarja magnética e serve para uso exclusivo no portal <a href="http://www.cartaobndes.gov.br/" >www.cartaobndes.gov.br</a>. Além da simplicidade e da agilidade na concessão de crédito, outra vantagem é a baixa taxa de juros: 0,97% ao mês. O limite máximo é de R$ 500 mil por cartão.</p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveitando o assunto, &#8216;eu tive um sonho&#8217;!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Sonhei que uma entidade de design, uma entidade interessada em divulgar e promover o design, iniciaria nesse 5 de novembro, dia do designer, uma grande campanha educativa e informativa. Com comerciais, folhetos, outdoors, vinhetas em cinema e na tv, paginas inteiras nos jornais, encartes nas principais revistas, hot site na internet&#8230; Campanha voltada a ensinar o que se deve esperar do designer, como ele trabalha, como ele pode ajuda-lo a resolver seus problemas e desenvolver produos, serviços, soluções!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Uma campanha destinada e mostrar as pessoas, que designer não é desenhista, nem artista. Que designer não faz arte, ou &#8216;coisinhas bonitas&#8217;, que designer não &#8216;resolve aí no photoshop&#8217;, que designer não é aquele que não precisa de prazo e faz tudo da noite para o dia&#8230; Que designer não é quem faz &#8216;logomarca&#8221;, ou que faz uns loguinhos&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Designer projeta, planeja, cria, encontra saídas, encontra soluções. Conceitua. Cuida da sua marca. Faz com que ela cresca, ganhe valor e que esse valor seja reconhecido nos seus produtos e nos seus serviços. Faz sua empresa se destacar, crescer, aparecer. Design ajuda a economizar, reduz custos, trabalha com orçamentos reduzidos, ocupa pouco espaço e mesmo assim proporciona evolução. Ajuda a atingir e ultrapassar metas!<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas creio que isso foi só um sonho&#8230; talvez pelo dia de amanhã.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href=" http://revistapegn.globo.com"  target="_blank">Revista PEGN</a> e <a rel="nofollow" href="http://designbr.ning.com"  target="_blank">Design_BR</a></span><br />
</span>
</p>
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		<title>Design e Branding</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 18:05:08 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=7aY3a0r26" alt="" />Um bom artigo sobre um tema complexo&#8230;</span></p>
	<p><strong>Design e branding: onde começa, onde termina e qual o ponto “G”no processo de união dessas duas atividades</strong></p>
	<p>A relevância que esses dois temas ou disciplinas assumiram na comunicação, marketing e especialmente no ambiente de estratégia de negócios nos últimos anos é indiscutível e, de certa forma, surpreende. Toda organização – pequena ou grande, nacional ou multinacional, B2B ou B2C – tem um entendimento sobre a importância da marca ou do branding na sua estratégia de criação de valor e de afirmação da sua cultura organizacional, assim como compreendem a relevância do design no processo de diferenciação de produtos e serviços, na construção de uma estética própria e, mais recentemente, como essência e direcionador dos movimentos em busca da inovação.</p>
	<p>Porém, a questão central desta reflexão é tentar entender por que essas duas disciplinas têm sido apresentadas e praticadas de forma integrada, principalmente por aqueles que comungam de uma visão mais ampla do design e que acreditam que sua verdadeira contribuição vai muito além das questões estético formais, em detrimento de uma visão estreita e limitada que o mundo da comunicação sempre lhe atribuiu. No momento em que as marcas assumem uma dimensão que vai além da comunicação, especialmente da publicitária, os especialistas acreditam e defendem que o branding também é subproduto da comunicação.</p>
	<p><strong>DEFINIÇÃO E EVOLUÇÃO</strong></p>
	<p>O conceito e a evolução dessas disciplinas fornecem dados para uma visão crítica sobre o real sentido e eficácia da sua integração. O design, como disciplina de formação e prática centenária de caráter multidisciplinar, é e sempre foi definido como a atividade responsável pela concepção projetual de um produto, serviço ou meio de expressão, seja ele bi ou tridimensional, considerando nesta concepção todas as variáveis técnicas – funcionais, sociais, estéticas e formais. Apesar da definição ser bem clara, ao longo dos anos e sobretudo no Brasil, a palavra design tornou-se sinônimo de alta qualidade estética, sendo muito mais utilizada no <a href="http://www.ifd.com.br/blog/2009/10/15/design-e-branding-onde-comeca-onde-termina-e-qual-o-ponto-%e2%80%9cg%e2%80%9dno-processo-de-uniao-dessas-duas-atividades/#" style="border-bottom: 1px dotted; color: #4b5caf; text-decoration: underline;" onclick="hwClick2217904(undefined);return false;" onmouseover="hw2217904(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " >mercado</a> como adjetivo, o que contribuiu e ainda contribui para uma razoável deformação e confusão sobre o seu real significado.</p>
	<p>Mesmo assim, a colaboração do design é inquestionável e de um significado tremendo para a sociedade moderna, visto que a construção da indústria de consumo, com seus bens e serviços imputados pela revolução industrial, tem sido traduzida, ao longo dos anos, pelo design nas mais diversas formas e significados. Assumindo que esta atividade ou disciplina se configura como tal a partir do surgimento da Bauhaus, é possível afirmar que nos últimos cem anos a história da humanidade pode ser contada por meio do design. Todas as coisas materiais com que nos relacionamos foram, necessariamente, projetadas. Neste contexto, tudo é design. Porém, sua evolução nos últimos anos tem sido tremenda e de certa forma multifacetada, assim como os produtos, meios e serviços com que nos deparamos hoje.</p>
	<p>Desde que a tecnologia da computação e da informação assolou nossas vidas e, por conseguinte, transformou radicalmente nossa visão clássica de produtos e serviços, podemos dizer que o “muro de Berlim” do Design também caiu. Isso quer dizer que a divisão clássica entre design gráfico e design de produto imputado pela academia não corresponde mais aos desafios apresentados pelo mercado. Atualmente, o verdadeiro design é uma disciplina, ou quem sabe, uma visão de caráter estratégico e abordagem multidisciplinar, com enorme capacidade não só de ajudar, mas também de transformar as organizações. Em um ambiente mercadológico de alta instabilidade e carência de identidade, o real valor definitivamente está em ajudar as empresas a descobrir “o que desenhar” e não mais “como” desenhar.</p>
	<p>Entendido no seu sentido mais amplo como “gestão de marca”, o branding compreende, fundamentalmente, um trabalho completo e integrado da marca a partir de uma estratégia clara que crie valor para o negócio. Trata-se de uma definição ou atividade muito nova, manifestada como tal há não mais de 10 anos, que surgiu como resposta à visão, postura, estratégia e enfoque praticados por grandes organizações mundiais que, na década de 90, começaram a direcionar seus negócios muito mais para a gestão das marcas que para a fabricação dos produtos. Elas começaram a entender que seu maior valor estava concentrado efetivamente no ativo marca e não mais na produção, já que a dinâmica globalizada começava impor novas fronteiras de competitividade.</p>
	<p>Dado a sua existência e entendimento recentes é até difícil assumir o branding como uma disciplina – principalmente por sua pouca consistência acadêmica –, sendo mais apropriado o seu entendimento como uma atividade da gestão empresarial, porém de altíssima relevância estratégica neste novo cenário.</p>
	<p><strong>UMA VISÃO METODOLÓGICA</strong></p>
	<p>Nosso conhecimento e prática construídos ao longo de mais de 20 anos nos levaram à seguinte convicção: estratégias de marca sem implementação consistente não têm valor, assim como não gera valor qualquer implementação sem estratégia. Mais que isso, aprendemos que os limites entre estratégia e implementação são muito tênues e que, por vezes eles não respondem a uma ordem linear, não raro fazendo com que a experiência da implementação reformule a própria estratégia. Neste contexto, nos parece fundamental a coexistência dessas demandas num mesmo ambiente de gestão e, mais que isso, que os processos de branding, necessariamente, saibam responder a este desafio de forma permanente.</p>
	<p>Diante desta crença construímos uma metodologia de branding baseada em quatro grandes fases: Estratégia, Identidade, Experiência e Comunicação. O método alia estratégia e implantação num processo contínuo e permanente, no qual o design tem papel fundamental, sobretudo na criação da Identidade e na construção da Experiência. Nesta estrutura, o papel de cada uma dessas atividades é muito claro. O branding é um processo de gestão de marca e o design é uma das ferramentas mais importantes na construção deste processo, porém não a única. Certamente a comunicação, a publicidade, a promoção e outras tantas ferramentas visíveis e não visíveis também são importantes. Nem todas elas, porém, têm a capacidade estruturante do design, assim como também não conseguem expressar e tangibilizar as promessas e ofertas das organizações.</p>
	<p><strong>CASES QUE PROVAM E COMPROVAM</strong></p>
	<p>Apple, Starbucks, Camper, Body Shop, Disney, Nike, Zara e tantas outras grandes marcas internacionais ou nacionais como Natura, Claro, Itaú e Havaianas são casos que comprovam que as estratégias sem tradução, sem materialização, sem design, sem experiência ou, ainda melhor, sem produtos, embalagens, lojas e serviços, não seriam grandes e memoriáveis.</p>
	<p>Decididamente não existe branding sem design, assim como não existe empresa sem produto. O real valor e o sentido da integração das disciplinas está na capacidade de juntas, definir uma estratégia de marca clara que potencialize a estratégia de negócios da companhia. Ou seja, criar uma identidade que expresse a verdadeira cultura e espírito da organização e desenhar uma experiência de marca assentada em produtos e serviços consistentes e relevantes. Afinal, num mundo de muitos produtos, poucos recursos, consumidores exigentes e de consciência crítica, certamente a melhor resposta não será “mais do mesmo”.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Luciano Deos</em><br />
<strong> </strong></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.adonline.com.br/" onclick="window.open(this.href); return false;"  target="_blank">Adonline</a>
</p>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 17:09:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.

Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=ebY4c6s18" alt="" />Mais um artigo falando sobre a atual &#8216;menina dos olhos&#8217; do marketing. A Classe C.  Seu recém restaurado e descoberto poder de compra.<br />
E o dilema perpétuo da última semana! Como atingir esse mercado relegado ao terceiro plano por tanto tempo??<br />
Um consumidor que sempre foi tratado sem atenção especial, que todos consideravam como um &#8216;carneirinho&#8217; que quando podia, comprava as marcas das classes A/B. Quando não podia, comprava o mais barato, sem preocupação com embalagem, design, posicionamento, marca ou qualquer diferencial.<br />
Resumindo: Classe C compra qualquer coisa. Basta ser barato! E, se sobrar um dinheiro, já estará &#8216;encantada&#8217; pelos apelos lançados as Classes A/B.<br />
Então, um dia, esta Classe C, com um poder de compra melhorado, começa a mostrar sua cara.<br />
Ela NÃO busca todas as mesmas marcas consagradas nas Classes A/B. Algumas ela busca. Mas por que estas marcas se apóiam em valores que ela, Classe C, reconhece como valiosos. Não pelos mesmos motivos que as Classes A/B.<br />
A estética é diferente! Nem tudo que as Classes A/B classificam como bonito é sucesso na Classe C.<br />
Eles tem valores próprios. Gostos próprios. Desejos próprios.<br />
São altamente ligados no custo/benefício de cada produto! E não hesitam em pagar mais barato entre dois produtos de mesma qualidade, desprezando a &#8216;marca famosa&#8217; pela marca nova SE a marca famosa não agregar nada na experiência de consumo&#8230; Ou, SE a marca nova, oferecer a mesma coisa&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eles são fiéis. Mas, não concordo que sejam &#8216;facilmente fidelizáveis&#8217;&#8230; Ao contrário. Buscam SEMPRE valor nas coisas. Isso significa que, se esse valor não existir REALMENTE, não vai seduzir.<br />
Nada de promoções, que dão um prêmio para um em um milhão&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O consumidor da Classe C é mais focado na realidade.  Mas, também se rende facilmente ao que deseja&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, o consumidor da Classe C é COMPLEXO!<br />
Tanto quanto o consumidor das Classes A/B.<br />
Talvez até mais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Assim sendo, absorva todas as informações sobre ele.<br />
Estude-o, conheça-o bem, se ele for seu público alvo!<br />
Assim como devemos conhecer nosso público, seja ele qual for. Com suas nuances, preferências e características.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, não acredite em estereótipos.<br />
Não acredite em fórmulas mágicas.<br />
Não acredite que, seguindo um passo a passo você atingirá facilmente este ou qualquer outro público.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Lembre-se que, antes de serem consumidores, de pertencerem a uma Classe Social, seja ela qual for, são PESSOAS. Estão sujeitas a interferências, de outras fontes, de outras pessoas, de outras classes sociais, de eventos, de notícias. E pessoas, não gostam de ser rotuladas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Eu estou postando o artigo porque ele fala de um case, da Procter &amp; Gamble, que acho excelente. O tipo de ação de &#8216;marketing do bem&#8217;. Claro que eles agiram visando lucro! Claro que foi uma ação buscando retorno!<br />
Mas AJUDARAM, APOIARAM, TENTARAM MELHORAR a vida das pessoas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h3>Como vender para a Base da Pirâmide</h3>
	<p>Seria possível excluir uma parcela da população brasileira que representa mais 50% do mercado? Pensando assim, a resposta parece óbvia. Mas somente há pouco tempo o interesse por clientes capazes de movimentar R$ 34 bilhões por ano está evidente. Trata-se do consumidor de baixa renda. No Brasil, este público é equivalente a 95 milhões de pessoas. No mundo, são quatro bilhões, o que corresponde a um consumo coletivo de US$ 5 trilhões anuais.</p>
	<p>Os números são claros. A base da pirâmide é capaz de movimentar o mercado. Por isso, o interesse que antes era focado apenas nas classes A e B, desloca-se para os consumidores de baixa renda. Atualmente, 10% dos gastos de publicidade destinam-se a este público, mas este cenário tende a mudar. O que fazer então para conquistar este consumidor?</p>
	<p>O primeiro passo é deixar de adaptar os produtos e criar novos. É o que indica Wander Meijer, CEO para América Latina da TNS, durante o evento The Next Four Billion – Marketing para a base da pirâmide, realizado na Casa do Saber, Rio de Janeiro, para clientes da empresa de pesquisa na última semana, ao qual o Mundo do Marketing teve acesso.</p>
	<p>Para o especialista, é preciso criar produtos que tenham o perfil deste público, para que ele se identifique. “O amor é um importante tema para o Marketing”, explica. A afirmação refere-se à importância que a família tem para este grupo social. Além disso, a cada 10 consumidores da base da pirâmide, seis dizem estar apaixonados. É necessário, também, que as empresas contribuam para o dia-a-dia destas pessoas. Um exemplo é o que a Procter &amp; Gamble fez na África. A companhia percebeu que 70% das internações em hospitais deviam-se à contaminação da água.</p>
	<p><strong>Como melhorar a vida do consumidor</strong><br />
Diante deste problema, a Procter criou um produto que purifica a água. Cada sachê custava US$ 0,1 e era capaz de limpar 10 litros. O projeto teve início no Kenya e tornou-se global, estando presente em seis países ao redor do mundo. Como resultado, o produto diminuiu em 50% os casos de diarréia, salvando 60 milhões de litros de água e melhorando as vidas de milhares de pessoas ao redor do mundo.</p>
	<p>Engana-se ainda quem acha que os consumidores esperam das marcas apenas preços baixos. “Eles querem relevância e qualidade. A importância que dão para a família faz com que desejem oferecer coisas boas. Eles se interessam também por promoções e prêmios”, diz o CEO da TNS. Por isso, produto bom é aquele que apresenta qualidade com preço acessível. Esta demanda aparece como uma oportunidade para as marcas próprias. “A confiança na marca é muito importante. Este consumidor não tem chance de comprar outra vez”, explica Meijer.</p>
	<p>Considerar suas equações de desembolso também é fundamental para conquistar os consumidores da base da pirâmide. É o que aponta Miriam Steinbaum, Diretora da TNS Research Internacional, durante o evento. Para a especialista, em primeiro lugar, as empresas devem conhecer bem a categoria onde estão inseridas e entender onde ela se encontra nas linhas de despesa. Apesar de grande parte do orçamento ser direcionado para gastos fixos como alimentação e moradia, as marcas devem convencer o consumidor de que o pouco dinheiro que sobra deve ser investido em seus produtos.</p>
	<p><strong>Preço precisa de justificativa racional</strong><br />
Para isso, é necessário entender que a percepção de preço é multidimensional. “Estes consumidores não enxergam os valores absolutos dos produtos. As contas que fazem com o mesmo dinheiro dependem do sentido de urgência e de recompensa. É fundamental que o preço tenha uma justificativa racional. Se é mais caro, deve dar uma percepção de status, desejo, necessidade e qualidade”, conta Mirian.</p>
	<p>As promoções também aparecem como um caminho para fidelizar estes consumidores. Mas elas devem estar de acordo com o perfil do cliente. O melhor é que sejam bonificações imediatas, como brindes. Já um programa de fidelidade, que exige um investimento a médio e longo prazo, é pouco mobilizador e pode gerar desconfiança. Ações como “leve três, pague dois” ou embalagens que investem no design e podem ser reutilizáveis ganham a preferência.</p>
	<p>Investir no ponto-de-venda também é essencial. O espaço é um ponto de contato, de encontro, aprendizado e descanso. “Muitas famílias entendem a saída para fazer compras como um momento de lazer, para fugir da rotina”, diz Mirian. Um exemplo é o Super Casas Bahia, que fez do ponto-de-venda um local para a diversão dos seus consumidores. Outro passo é estar próximo do público e desenvolver estratégias em canais de venda onde acontece a vida do consumidor.</p>
	<p><strong>Estratégias para conquistar a base da pirâmide</strong><br />
Além de estar próximo do seu consumidor, as marcas devem reforçar a auto-estima e gerar um sentimento de inclusão, de identificação. Entre as estratégias para conquistar este público estão: mostrar que conhece e entende o que ele enfrenta no seu dia-a-dia; criar empatia; falar de igual para igual, com uma linguagem mais direta e completa; usar pessoas, cenários e sentimentos que façam parte desta realidade; respeitar sua cultura, hábitos e sabores; fazer parte dos seus rituais e considerar os valores tradicionais como a família, a mãe como heroína, o lar e o empreendedorismo a partir de cases de sucesso vindos da própria base.</p>
	<p>Após entender e se aproximar deste público, resta inovar. Se as marcas entendem como o consumidor lida com uma renda tão apertada, devem trabalhar a motivação e a importância que sua categoria tem. Características como portabilidade, multi-funcionalidade, embalagem reduzida e fórmula concentrada podem ser o diferencial para que o cliente opte por uma determinada marca.</p>
	<p>Este grupo também deve ser segmentado. Entre os consumidores de baixa renda, é preciso compreender todos os seus grupos e encontrar aqueles em que a marca se insere. Não se pode esquecer ainda que algumas marcas premium são aspiracionais e que muitos farão um esforço para tê-las. Por isso, as empresas devem criar um senso de proximidade e familiaridade, além de agir com responsabilidade social.</p>
	<p><strong>10 dicas para atuar na Base da Pirâmide </strong><em><strong>(Fonte: TNS Research International)</strong></em><br />
<em>1) Considere suas (complexas) equações de desembolso</em><br />
Um pacote de arroz custa o mesmo que três pacotes de biscoito</p>
	<p><em>2) Ofereça produtos de qualidade</em><br />
Projete uma imagem de alto value-for-money e não de preço barato</p>
	<p><em>3) Pense nele ao desenhar suas promoções</em><br />
Ofereça bonificação imediata: vantagens são percebidas através de elementos muito concretos</p>
	<p><em>4) Reveja o papel do ponto-de-venda: um ponto de contato, de encontro, de aprendizado, de lazer</em><br />
O consumidor da base da pirâmide valoriza muito as saídas para as compras</p>
	<p><em>5) Gere identificação</em><br />
Demonstre que você o conhece, entende o que ele enfrenta no dia a dia; Crie empatia, mostre que vocês estão juntos para enfrentar seus desafios; Fale de igual para igual; Use pessoas, cenários, sentimentos que façam parte da sua realidade.</p>
	<p><em>6) Fale com ele</em><br />
A comunicação com a base da pirâmide pode exigir um ajuste de linguagem</p>
	<p><em>7) Considere seus valores tradicionais</em><br />
A família está no centro de tudo</p>
	<p><em> <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Inove</em><br />
Um produto, um serviço, uma tendência indica potencial de adaptabilidade se trouxer benefícios que podem ser transportados ou vivenciados em vários cenários</p>
	<p><em>9) Lembre-se dos jovens consumidores da Base da Pirâmide</em><br />
Com o acesso limitado a internet, a TV é o meio de comunicação mais importante e utilizado</p>
	<p><em>10) Conheça o seu consumidor e entenda como ele lida com uma renda tão apertada</em><br />
- Quais são suas motivações?<br />
- O quanto a minha categoria é importante para eles?<br />
- Qual a imagem que eles têm da minha marca?<br />
- Quais resultados esperam do meu produto/serviço?<br />
- Todas as sua necessidades estão sendo atendidas?</p>
	<p>Fonte do artigo:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Valor das Marcas e Marcas de Valor</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:43:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=7eAf05z85" alt="" />Uma jóia de texto!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Novamente, estou repetindo a referência &#8211; &#8216;culpa&#8217; da competência&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que podemos entender esse ranking como um ranking que interpreta os consumidores 2.0, contra os rankings tradicionais que são voltados aos consumidores 1.0.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveito e repito para todos, a pergunta que fiz outro dia no twitter para o @douglasmerighi&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que o consumidor 1.0, se importa em ser tratado como consumidor 2.o? Será que ele deixa de comprar por isso? Ou será que ele vai gostar de experiência?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro que a &#8216;resposta certa&#8217; seria depende&#8230; por que depende do perfil desse consumidor 1.0. Ele pode ser &#8216;tão&#8217; 1.0 a ponto de não gostar, no primeiro contato de ser tratado como 2.0. Mas, em curto prazo, a diferença na experiência é por si só &#8216;fidelizadora&#8217;. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O que tem haver, valor da marca com experiência do cliente?<br />
Melhor ler o texto&#8230;</span></p>
	<p><strong>O que é uma marca valiosa? PSFK traz um novo ponto de vista</strong></p>
	<p>Em agosto de 2009, o portal de conteúdo inovador e vanguardista norte-americano PSFK (www.psfk.com), representado pela Mandalah na América Latina, publicou um ranking intitulado “Marcas do Bem de 2009”. O relatório foi uma resposta direta aos rankings tradicionais do mercado, que avaliam o valor do negócio junto com uma estimativa do valor da marca, sem levar em consideração outros valores, como o sócio-ambiental por exemplo, que as mesmas deveriam agregar para a sociedade como um todo.</p>
	<p>Convictos de que a nova era pós-crise exige um novo modelo mental mais holístico e humano, quesitos como inovação de valor, responsabilidade ambiental (tanto no processo produtivo como no consumo e na reutilização e/ou descarte) e engajamento social (o quanto a marca contribui para avanços reais na sociedade) determinaram o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.</p>
	<p>A Google, que se posiciona na liderança do ranking, é conhecida por todos pela revolução causada no mundo do “search” online. Estimula que seus colaboradores dediquem 30% de seu tempo para projetos individuais (que a própria empresa eventualmente patrocinaria),  garantindo um fluxo constante de novas idéias, proporcionando que idéias como o Orkut floresçam, por exemplo. O baixo custo de sua distribuição, por ser online, permite que a empresa se estenda para outras áreas de interesse comum, como saúde, telecom, software, notícias e publicidade.</p>
	<p>Em segundo lugar vem a Apple, que veio para mostrar que forma não precede função, mas que forma é função, através de produtos que contém uma relação simbiótica entre usabilidade e design. Sua colocação é reforçada por uma experiência de compra única, através das Apple Stores, que somam à experiência de compra de produtos a pedagogia, entretenimento, relacionamento e acessibilidade num mesmo lugar. A marca também responde a críticas de não ser sócio-ambientalmente responsável tornando os critérios para o cálculo de emissão de carbono mais rigorosos, mostrando a importância de quantificar as emissões tanto na produção do produto quanto no seu uso, desbancando os números insuficientes oferecidos por empresas como a DELL e a Oracle, que se restringiam apenas à produção. Tudo isso com o endosso do Media Lab da MIT (Massachusetts Institute of Technology), responsável pelo rastreamento.</p>
	<p>A Zipcar, à primeira vista, parece ser mais uma empresa de aluguel de carro, porém o que ela oferece é de fato uma nova forma de enxergar sua relação com o uso e a propriedade de um carro, inclusive contento opções elétricas em sua frota.</p>
	<p>A GOOD Magazine, editora de conteúdo e eventos, famosa pelo portal e pela revista com circulação crescente nos EUA, se destaca principalmente por trazer um senso crítico à inovação, investigando o bem que uma novidade traz à humanidade e garantindo que o número de vendas não seja o único determinante de uma boa idéia. O seu uso magistral de infographics, nova tendência em design para facilitar a assimilação de conteúdos complexos, também a põe na vanguarda da inovação que visa o bem, fazendo com que o conteúdo seja ilustrado de forma visual, o que facilita a compreensão e usabilidade da informação. Por fim, o valor da assinatura da revista GOOD é integralmente revertido em doações para ONGs de todo o mundo, o que acaba sendo um jeito mais transparente e personalizado de engajar o leitor com as causas almejadas pela marca.</p>
	<p>Tanto o Facebook quando o Twitter (6º e 8º colocados, respectivamente), populares e populosos endereços de internet, continuam no holofote das discussões sobre relações sociais de “real-time” e a dimensão cada vez mais interativa e virtual que estão tomando. Um ponto de atenção que alarma os gestores ainda não foi totalmente solucionado e é pauta estratégica: como garantir que, com aumento de popularidade, adesão de novas pessoas físicas e jurídicas (já que as marcas entraram na onda e estão tentando, por todas as vias, garantir seus espaços nesse meio ambiente comunitário), um conteúdo útil, irreverente ou que entretenha seja mantido, enquanto questões de segurança, privacidade e combate ao spam ainda são estudados. O falecido Second Life que sirva de lição!</p>
	<p>Voltemos ao ranking, para a 9ª colocada, a empresa sueca Ikea, que fabrica móveis com uma equação custo-benefício invejável, apresentando uma série de inovações que facilitam o acesso dos clientes às suas lojas, com ativações diferentes em cada país: na Dinamarca, um programa de compartilhamento de bicicletas, na França, o mesmo com veículos e, nos Estados Unidos, mais especificamente em Nova York, uma balsa coletiva! Torçamos para uma Ikea chegar um dia no Brasil, com a mesma intenção.</p>
	<p>É possível ficar horas pensando em lições positivas, idéias que surgem a partir de cases como estes, benchmarks que podem mudar a forma de agirmos e reagirmos ao consumo. Se é possível destacar inspirações pontuais de tudo isso, abaixo estão listados alguns highlights:</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Utilidade </strong>– Deixe de focar apenas no seu produto ou serviço. Sua marca, estratégia, produto, ou o que quer que seja, faz parte de algo maior. Então, reconheça o eco-sistema no qual eles se inserem e atue a favor dele.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">-<strong> Experimentação constante</strong> – Inovação não é um fim, é um processo, um meio de agir. Busque sempre expandir sua área de atuação, saia da zona de conforto e arrisque, com ousadia, mas sem esquecer a responsabilidade.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Design </strong>– Estética é cada vez mais importante e, cada vez menos, pelas questões meramente visuais. Algo bonito só é eficiente se funciona bem, e por mais tempo.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Comunidade </strong>– Ninguém vive em um vácuo (ou, pelo menos, ninguém deveria viver assim). Compartilhe sua marca com as pessoas e permita que elas contribuam na evolução dela, promovendo co-criação, e progressos que o Open Innovation pode trazer.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Mude de modelo</strong> – Pós-crise significa novos olhares. Saia da inércia e coloque, sempre, as pessoas como o foco, pensando em novos modelos de negócio para atendê-los. Quem vende e quem compra, é gente.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Além do anúncio de 30”</strong> – Nenhuma das marcas elencadas registram altos níveis de publicidade tradicional mas, ao invés, focam em formas mais efetivas (e otimizadas em termos de ROI) de criar um elo sustentável com as pessoas. Insista e invista em novos canais para novas mensagens, para quebrar o padrão obsoleto da publicidade atual.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Prioridades sócio-ambientais</strong> – Inovações que geram lucro não são necessariamente sustentáveis do ponto de vista sócio-ambiental. Precisamos tentar encontrar, como gestores e consumidores, a fórmula que equaciona bem lucro e sustentabilidade, de uma vez por todas.</p>
	<p style="text-align: left; ">O relatório de nosso amigo Piers Fawkes, da PSFK, pode não ter ilustrado capas de revistas de negócios como outros tantos rankings, mas sua circulação no blogosfera demonstra a eminente necessidade de mudarmos os critérios pelos quais avaliamos marcas e o papel que elas exercem na sociedade. Na Mandalah, a letra “h” no final do nome representa este novo olhar, com foco no ser humano, nas pessoas e nas necessidades que elas têm para trazer mais qualidade e felicidade para suas vidas, entendendo e assumindo que somos seres em estado de evolução, que precisam ser compreendidos com mais carinho e atenção, ao invés de sermos estatisticamente julgados por nosso poder de compra.</p>
	<p>O que fica? Mais do que uma nova visão sobre o valor que uma marca gera e detém, a propulsão para que profissionais de marketing exerçam seu poder com mais sensibilidade e considerem movimentar mercados e formar cultura, para pessoas, e não só para clientes.</p>
	<p style="text-align: right; "><em>Lourenço Bustani</em> e <em>Igor Botelho</em></p>
	<p style="text-align: right; ">
	<p style="text-align: left; ">Fonte:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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