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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Marketing é holístico&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:21:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a5I577qdd" alt="" />Belo Texto do Bruno, que faz &#8211; <em>pelo menos deveria fazer</em> &#8211; pensar&#8230;</span></p>
	<h2></h2>
	<h2></h2>
	<h2>Como resgatar a marca usando o Marketing</h2>
	<p>O caminho é transformar a gestão da empresa  com foco no branding e, sobretudo, no Marketing Holístico</p>
	<p>Pegue papel e caneta que vamos dar 10  dicas rápidas e fáceis de usar, em qualquer ocasião, estratégias de  Marketing simples, e ao mesmo tempo inovadoras, para sair de uma  situação onde a marca da sua empresa está denegrida. Vamos lá? Não. Não  vamos. Quando você ouvir este discurso, pegue o papel, a caneta e  escreva um baita palavrão mandando o sujeito para bem longe da sua  empresa.</p>
	<p>Ok. Não precisa exagerar. As tais dicas podem até ser importantes para  um começo e para uma reflexão que seja capaz de provocar uma grande  mudança na gestão da empresa, pois é disso que você precisa, caso a  marca esteja desacreditada pelos consumidores e potenciais clientes.  Mudança urgente. Quando a companhia chega neste ponto, é preciso rever  tudo. A começar pelo básico quatro Ps de Marketing. É necessário fazer  uma análise profunda do produto, dos canais de distribuição, da promoção  e até do preço.</p>
	<p>Ao fazer um raio x completo, que também deve envolver pesquisa e estudos  sobre o comportamento do consumidor, idealmente chamando pessoas de  fora da empresa, que podem ser especialistas e consultorias em gestão,  comportamento do consumidor e branding, você repensará tudo o que está  fazendo. É importante se desfazer de todas as amarras anteriores e  passar a olhar tudo de forma diferente. Só assim a sua marca fará algo  de diferente. Só assim você poderá surpreender o seu consumidor.<br />
<strong><br />
As Dicas do Troiano</strong><br />
Mas vamos voltar às dicas. Jaime Troiano, especialista em Branding,  mostrou recentemente 10 lições para não cair em armadilhas de Branding.  São justamente os cuidados que as empresas devem ter na construção e  manutenção de suas marcas. São elas: 1) Aparência e a essência, que  devem caminhar juntas; 2) Marketing e os projetos de felicidade, onde as  marcas preenchem os desejos dos consumidores; 3) O verdadeiro Brand  Equity, é quando o valor da marca está sendo confirmado pelo mercado; 4)  Um espaço difícil de conquistar, um estudo em que a marca é avaliada em  termos de conhecimento pelo consumidor versus preferência; 5) Nome é só  o começo, quando é preciso buscar o DNA da marca; 6) Marcas Fortes:  Poder multiplicador, quando a marca mãe gera filhotes, com extensões de  marca, 7) A marca das marcas, a identificação com o consumidor; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' />  Arquitetura e puxadinhos, os estudos por trás do Branding, 9) Marcas e  tapumes, quando elas se escondem dos consumidores; e 10) Anti-branding: o  modo de usar, quando a empresa que não está engajada pelo menos em boa  parte destes desafios.</p>
	<p>Segundo Troiano, elas frequentemente reduzem a verba de Marketing, mudam  constantemente de agências, alterando por completo a comunicação da  marca quase que anualmente, investem o mínimo em pesquisa possível e  olham apenas os seus próprios umbigos. Não buscam informações de mercado  e nem olham as tendências. Sem contar com a concentração da gestão da  marca em uma área específica ou apenas no Marketing, quando o conceito  deve ser aplicado a toda a empresa.</p>
	<p><strong>Caso de sucesso SulAmérica</strong><br />
Esses são alguns caminhos a que as empresas devem prestar atenção para  não cair. A grande questão é que tudo precisa estar alinhado dentro da  empresa. A SulAmérica está desenvolvendo um amplo trabalho que busca  transformar a cultura da empresa para que tenha a cultura do cliente. A  empresa promove uma reestruturação completa na área de CRM. A mudança  começou na estrutura interna da seguradora, até então divida por  segmentos de negócios. A área de relacionamento com cliente passou a ser  uma superintendência que se reporta diretamente a duas  vice-presidências e se integrou aos departamentos de Campanhas, Canais,  Pós-Venda, Endomarketing, Database e Análises, Treinamento e  Processamento.</p>
	<p>Entre os projetos realizados nesta transformação com foco no cliente  está o treinamento de todos os stakeholders da empresa para atuar a  partir desta filosofia. Desde o Call Center até os gerentes, todos foram  treinados para buscar a lealdade do cliente e entender cada tipo de  consumidor, passando pela capacitação de corretores para terem uma visão  de gestão de clientes. Houve ainda a estruturação do database  marketing, marketing intelligence, marketing digital e melhoria de  processos internos, incluindo um específico para o tratamento de  clientes VIPS, com ações de relacionamento e atendimento diferenciados.  Agora, a segmentação é estatística com um book analítico de perfil do  cliente e produtos específicos para cada tipo de consumidor.</p>
	<p>Na área digital ocorreu a mudança completa dos portais da companhia com  maior foco em cada target e utilizando plataformas de web 2.0. A  estratégia para os portais deixou de focar exclusivamente na venda de  produtos para dar atenção ao cliente, oferecendo serviços que o auxiliem  no cotidiano. A meta é fidelizar e fazer novas vendas de outros  produtos. Mais mudanças foram feitas. Os wellcomes kits dos seguros  passaram a ser mais leves e ganharam ações de cross e up-sell.</p>
	<p>Mesmo sabendo da dificuldade de desenvolver uma estratégia integrada  como esta, o que a SulAmérica quer é que seus mais de cinco mil  colaboradores e 25 mil prestadores estejam engajados na causa do  cliente.</p>
	<p><strong>Marketing Holístico</strong><br />
Nada disso terá resultado, entretanto, se não houver um olhar de cima.  Um planejamento que veja o todo da organização. Não adianta focar apenas  em relacionamento ou em Branding, um de cada vez, isoladamente. É  preciso olhar para o design, para a segmentação, para as métricas de  retorno sobre o investimento, fazer pesquisa constantemente, dar atenção  máxima ao ponto-de-venda caso seja varejo o seu negócio, inovar, ousar,  prestar atenção na sustentabilidade e em uma comunicação integrada  também focada em retorno sobre o investimento.</p>
	<p>Para mudar a imagem da marca, é preciso ajustar o foco para que ele não  fique restrito. Deve-se olhar o todo, sempre. Marketing é isso. É  holístico. É tudo isso que falamos e mais um pouco. Ao mesmo tempo,  agora. As empresas devem parar de pensar uma coisa separada da outra  achando que ela resolve todos os problemas. É um grande desafio, sem  dúvidas, mas está na hora de mudar a forma de fazer Marketing.</p>
	<p><em>* Este texto foi publicado originalmente na revista Venda Mais</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Mergulhar, interagir, compreender, aprender, dominar&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 05:43:46 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=4dL209r1b" alt="" />Artigo do Gabriel, SENSACIONAL.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Palavras claras. Idéias modernas. Foco no Resultado.<br />
Concordo plenamente que está na hora de integrar as organizações as midias sociais. Não adianta estabelecer realções superficiais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">É preciso mergulhar. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Difícil é levar essa idéia para dentro de empresas e organizações que estão agora, assustadas, descobrindo o poder do consumidor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito a frente estão aquelas que sempre (re)conheceram &#8211; e respeitaram &#8211; esse poder.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2>Mídias sociais: o debate precisa  desesperadamente evoluir</h2>
	<p>Por Gabriel Rossi*</p>
	<p>Você está preparado para evoluir e sair dos questionamentos diários  sobre a ação viral promocional divertida, a “orkutização” e  “facebookização” do Twitter ou parar de ir às mesmas palestras sobre as  melhores práticas para blogs corporativos? Tudo isso já soa repetitivo,  não é mesmo? Nada de dados, soluções ou ideias surpreendentes. O momento  agora é de movimento rápido, evolução e um olhar para as mídias sociais  e de todos os seus processos de escuta para que eles sejam práticas não  estéreis, mais técnicas e que realmente impactem em processos  decisórios delicados. O ideal é que tais processos injetem conhecimento  em todos os departamentos dentro das corporações (tradicionais ou não),  transformando vidas e gerando inovações que criem retorno sobre o  investimento (ROI) verdadeiramente plausíveis para executivos e mercados  de alta performance.</p>
	<p>Chegou a hora de iniciar uma nova discussão, trazer ar fresco para o  mundo corporativo. Precisamos – todos – nos tornar, talvez, um pouco  mais seletivos em relação ao conteúdo. É importante lembrar que, para o  branding moderno e as comunidades digitais gerarem real vantagem  competitiva em muitas organizações, é preciso que os responsáveis  embarquem em uma jornada de trabalho metódica em torno da essência da  marca e mergulhem de cilindro em um trabalho que integre as mídias  sociais junto a todo singular departamento dentro da companhia – nível  gerencial ou não. Uma das perguntas específicas que o profissional  envolvido com marketing e branding deve estar apto a responder é  seguinte: “A empresa possui cinco produtos. Três não estão vendendo  muito bem. Como as mídias sociais podem acelerar – rapidamente ou não –  as vendas destes produtos que estão com a performance abaixo do  esperado? Como mensurar este processo de forma profissional e apurada?”</p>
	<p>É claro que ações pontuais e ferramentais continuam sendo bastante  importantes. Porém, numa visão mais holística e direcionada para a  integração com o mundo dos negócios, a discussão precisa progredir. Que  tal: Como antecipar o que meu cliente vai fazer ou expressar através da  análise de perspectivas históricas digitais, assim estando apto a  empregar os recursos adequados para direcionar as minhas decisões  estratégicas? Como se tornar cada vez mais social por meio do  aprendizado diário e da escolha das ferramentas de monitoramento  adequadas? Que tal estas outras perguntas: Como pode uma corporação  mensurar o sentimento em tempo real, ou seja, os comentários favoráveis e  não favoráveis sobre uma empresa ou marca nas mídias digitais,  analisando as fases de engajamento de seus stakeholders? Como equacionar  tempo e tecnologias emergentes e escalonar os esforços dos  colaboradores no webspace para que o seu negócio e marca sintam impactos  plausíveis? Quais as oportunidades para fortalecer os pontos de contato  e identificar as áreas de melhoria durante o ciclo de vida do  consumidor?</p>
	<p>O maior desafio para marcas e empresas não é nem a tecnologia nem o  budget, mas, sim, a mudança de cultura que permitirá para estas  companhias reconhecer que o branding na web social requer um processo  que permeia todos os departamentos, reinventando o processo de escuta,  aprendendo e gerando mudanças e reconhecendo que nada é mais permanente.  Afinal de contas, trabalhar mídias sociais não é grátis. Também é  preciso considerar que isto leva tempo e cada vez mais ele é moeda de  troca. Também é necessário trabalhar com gente competente, para iniciar  os projetos e participar das comunidades ativamente, sendo fonte de  influência e reputação. Como já foi dito, muitas empresas têm  dificuldades em escalonar seus colaboradores para atuar na web, mas  quando conseguem, há inúmeros benefícios para o negócio.</p>
	<p>Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais  aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e  integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era  digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.</p>
	<p>* Gabriel Rossi é sócio fundador da consultoria em branding digital que  leva o seu nome e profissional especializado na construção e  gerenciamento de marcas na websocial, com passagens por instituições  como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e  Bell School. <a href="http://www.gabrielbranding.com.br/"  target="_blank">www.gabrielbranding.com.br</a> / <a href="http://www.twitter.com/gabrielrossi"  target="_blank">www.twitter.com/gabrielrossi</a> / <a href="mailto: gabrielrossi.branding@gmail.com" target="_blank">gabrielrossi.branding@gmail.com</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
<li><a class="commentor" href="http://www.gabrielbranding.com.br" >Gabriel Rossi</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2010/02/19/mergulhar-interagir-compreender-aprender-dominar/#comment-30" title="View the entire comment by Gabriel Rossi" >Paulo,

Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
</ul>]]></content:encoded>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:56:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=71Y12ew20" alt="" />Para ler e pensar&#8230; Está tudo aí, mas como decidir?&#8230; Como avaliar?&#8230; Como acertar?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aguardando sair o livro! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h2></h2>
	<h2>Estratégias Digitais de Marketing</h2>
	<p>No contexto em transformação catalisada  pelo digital vemos que a sociedade mudou, o mercado mudou, o consumidor  mudou. Portanto, o marketing também precisa mudar, levando em  consideração esse novo cenário e as novas ferramentas e plataformas de  ação que com ele se tornam disponíveis.</p>
	<p>Por outro lado, lembrando da clássica definição de Kotler para Marketing  &#8211; “atividade humana dirigida para satisfação de necessidades e desejos  por meio de processos de troca”-,  podemos afirmar que qualquer  componente de uma estratégia de marketing para satisfazer necessidades  ou desejos pode usar tecnologias e plataformas digitais ou não.</p>
	<p>Apesar do digital abranger cada vez mais aspectos da vida humana, ainda  existimos também fora do digital, no ambiente tradicional material,  composto por átomos. Nicholas Negroponte, em seu livro “A Vida Digital”,  diz que temos dois tipos de ambiente – o formado de bits e bytes  (ambientes digitais), e os formados de átomos (ambientes materiais).  Tendo naturezas completamente diferentes e com características  específicas, ambos co-existem na vida humana.</p>
	<p>Sabemos que as estratégias de marketing são planejadas com base nos 4Ps &#8211;  produto, preço, praça e promoção -, assim, enquanto há alguns anos  tínhamos apenas a possibilidade de utilizar um composto de marketing  baseado em tecnologias tradicionais, hoje, qualquer um dos 4Ps pode ser  digital ou tradicional. Podemos citar como exemplo de produtos digitais  um arquivo de e-book, uma música mp3 ou um software; os Linden Dollars  do Second Life seriam um exemplo de preço digital; os e-commerces e  redes sociais, exemplos de praças digitais; finalmente, as ações de  comunicação digital, como links patrocinados, são exemplos de promoção  digital.</p>
	<p>A proliferação de tecnologias e plataformas digitais oferece um cenário  fértil para as mais diversificadas ações de marketing. A possibilidade  de mensuração que o ambiente digital propicia também é uma vantagem  enorme em relação aos ambientes materiais, tangíveis – o digital permite  sincronicidade (behavioral targeting). No entanto, para poder se  utilizar uma ferramenta com maestria, é necessário primeiro conhecê-la. E  é aí que reside um dos maiores problemas do cenário digital: a  velocidade de mudança, que muitas vezes não nos dá tempo para conhecer  todas as ferramentas e opções disponíveis.</p>
	<p>Enquanto até meados do século XX o ciclo de vida das tecnologias era  maior que ciclo de vida humano (as pessoas nasciam e morriam e as mesmas  tecnologias estavam lá – carro, avião, telefone, rádio, etc.), hoje o  ciclo de vida das tecnologias é muito menor do que o da vida humana.  Dessa forma, em poucos anos vemos ocorrer mudanças profundas na  sociedade decorrentes das mudanças tecnológicas. Além disso, como  mencionado no artigo anterior, as plataformas digitais também estão  fomentando uma explosão de conteúdos e soluções instantâneas, em  real-time.</p>
	<p>As pessoas têm cada vez mais contas – vários endereços de e-mail, perfis  em várias redes sociais, login em múltiplos aplicativos na nuvem,  acessando tudo isso via diversos aparelhos distintos. Alguns referenciam  esse fenômeno como “obesidade digital”. Devido a esse processo  acelerado de mudança e inundação de soluções, muitas vezes não se tem  tempo suficiente para refletir e analisar o que usar ou não. John  Naisbitt chama esse paradoxo de “High Tech, High Touch”: quanto mais  tecnologia temos em nossas vidas, mais intoxicados e vazios de sentido  nos tornamos, e mais precisamos do toque humano. Talvez a explosão das  redes sociais seja um dos indícios dessa necessidade do “high touch”.</p>
	<p>Dessa forma, apesar da complexidade crescente que a proliferação  gigantesca e mudança constante que a tecnologia nos apresenta, é  necessário conhecer, e bem, as novas ferramentas que temos para podermos  usá-las nas estratégias de marketing. Diz-se que só quem conhece bem  todas as regras é que consegue ir além delas, subvertê-las. O mesmo se  aplica aqui.</p>
	<p>Isso posto, podemos falar de estratégias digitais de marketing, que são  estratégias que usam plataformas e tecnologias digitais, envolvendo um  ou mais dos 4Ps, para alcançar os objetivos de marketing. Como o ser  humano ainda vive no ambiente tradicional de marketing além do digital,  necessitando de produtos materiais também, em mercados tradicionais  físicos, passando por outdoors, lendo revistas, ouvindo rádio, um plano  de marketing que envolva estratégias digitais de marketing, associadas a  estratégias tradicionais, tende a ser mais bem sucedido, pois engloba  as dimensões material e digital em que vive o ser humano. No entanto,  nesse artigo, focaremos apenas nas opções que o ambiente digital nos  apresenta, assumindo que as opções tradicionais já sejam bem conhecidas.</p>
	<p><strong>Plataformas, Tecnologias e Estratégias Digitais de Marketing</strong><br />
No ambiente digital de marketing podemos enumerar diversas tecnologias e  plataformas digitais que podem dar origem a estratégias digitais de  marketing. Ocorre, entretanto, com frequencia, uma grande confusão entre  plataformas e tecnologias com estratégias e redes sociais. Por exemplo,  o Orkut não é uma rede social. Ele é uma plataforma de rede social. A  rede social se forma sobre a plataforma e pode, inclusive, estar sobre  outras plataformas também.</p>
	<p>Assim, uma pessoa ou empresa pode ter uma rede social onde seus membros  estejam tanto no Orkut, quanto no Facebook, quanto no Twitter. Outro  exemplo é o próprio Twitter. Ele não é estratégia e nem rede social. É  apenas uma plataforma, e o modo como é usado é que determina as  estratégias e a rede social que se forma nessa plataforma. Assim,  acredito que seja importante separar plataformas e tecnologias de  estratégias, para que essa última possa se utilizar adequadamente das  primeiras.</p>
	<p>Portanto, sugiro que relacionemos, pelo menos, as seguintes  plataformas/tecnologias digitais:</p>
	<p>• Website/ mini-site / hotsite<br />
• Blog<br />
• Plataformas digitais de Redes Sociais<br />
• Email<br />
• Realidades Mistas (realidade aumentada, virtualidade aumentada,  realidade virtual)<br />
• Tecnologias Mobile (RFID, mobile tagging, SMS, Bluetooth)<br />
• Plataformas digitais de busca (Google, Yahoo, Bing, Wolfram|Alpha,  etc.)<br />
• Games &amp; Entretenimento digital<br />
• Tecnologias inteligentes de voz<br />
• Video/TV digital</p>
	<p>Essas plataformas/tecnologias combinadas servem de base para o  desenvolvimento de estratégias digitais de marketing, como por exemplo:</p>
	<p>• Presença digital<br />
• Email marketing<br />
• E-commerce<br />
• Mobile Marketing<br />
• SMM (Social Media Marketing) &amp; SMO (Social Media Optimization)<br />
• SEM (Search Engine Marketing) &amp; SEO (Search Engine Optimization)<br />
• WOMM (Word of Mouth Marketing)<br />
• Advergaming &amp; Advertainment</p>
	<p>Considerando que o profissional de marketing é um estrategista, é  necessário que ele conheça cada uma dessas plataformas, tecnologias e  estratégias digitais com suas respectivas peculiaridades, para poder  usá-las da melhor forma em um planejamento de marketing, que atenda os  objetivos propostos. Quais usar? Como combiná-las entre si? Combinar com  quais plataformas e tecnologias tradicionais? Isso continua sendo  determinado pelo plano de marketing desenvolvido em função do  público-alvo e objetivo a ser alcançado, ambiente (macro e micro) e  recursos disponíveis. Ou seja, o planejamento/metodologia não mudou,  o  que mudou foram as ferramentas disponíveis para uso estratégico.</p>
	<p>Estamos chegando a uma época na qual a interatividade e a experiência  são os principais aspectos para o sucesso de estratégias de marketing. O  digital é a plataforma que dá vazão plena à interatividade, mas não  necessariamente à boa experiência. Conseguir propiciar uma boa  experiência para o consumidor/usuário envolve estratégias de marketing  que vão muito além da tecnologia em si e dependem de um conhecimento  profundo do público-alvo. Além disso, a tecnologia não para, e a cada  momento teremos novas possibilidades tecnológicas que afetam o ambiente  de marketing e simultaneamente ampliam o arsenal de ferramentas  estratégicas. Desse modo, compreender esse cenário mutante complexo e  conhecer as tecnologias disponíveis a cada momento constitui um  diferencial competitivo valioso para as empresas.</p>
	<p>O detalhamento de cada uma dessas plataformas, tecnologias e estratégias  digitais aqui apresentadas é assunto para vários artigos ou para um  livro inteiro que, aliás, já foi escrito e será lançado em março/2010.</p>
	<p>* Martha Gabriel é engenheira (Unicamp), pós-graduada em Marketing  (ESPM), pós-graduada em Design Gráfico (Belas Artes, SP), mestre e  doutoranda em Artes (ECA/USP). CIO da NMD New Media Developers,  ganhadora de 11 Prêmios iBest entre 1998 e 2005 como desenvolvedores  web. Professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo,  Universidade Anhembi Morumbi, UFPR Universidade Federal do Paraná.  Autora de dois livros de marketing digital &#8211; &#8220;Marketing de Otimização de  Buscas na Web: Conceitos, Técnicas e Estratégias&#8221;, Ed. Esfera, 2008, e  &#8220;SEM e SEO &#8211; Dominando o Marketing de Busca&#8221;, Ed. Novatec, 2009. Site  pessoal em <a href="http://www.martha.com.br/"  target="_blank">www.martha.com.br</a> / e-mail: <a href="mailto:martha@martha.com.br" target="_blank">martha@martha.com.br</a> / Twitter: <a href="http://www.twitter.com/marthagabriel"  target="_blank">@marthagabriel</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Por quê eles compram?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:22:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=3bI350g23" alt="" />Belo texto!<br />
Recomendo a visita ao <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/10,11759,o-que-motiva-o-consumidor-a-comprar-.htm"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>, para ler os comentários&#8230;</span></p>
	<h2>O que motiva o consumidor a comprar?</h2>
	<h4>Qualidade, variedade de produtos, preço e até promessa são fatores que motivam o consumidoor a comprar</h4>
	<p>A motivação do consumidor para entrar em uma loja é uma informação preciosa para o departamento de Marketing de qualquer empresa. Para conhecer um pouco mais sobre este mistério que permeia a mente de muitos profissionais de Marketing, o Mundo do Marketing foi para o shopping Riosul, no Rio de Janeiro, para saber: o que motiva os consumidores a entrarem em determinada loja?</p>
	<p><span id="more-726"></span></p>
	<p>As respostas, como se esperava, são diversas. Mas a vitrine é a principal arma das lojas de shopping para tentar atrair o consumidor, assim como um bom atendimento, que fez com que Jonas Filho fosse buscar a loja Opção para a compra de um produto. Vitrine e atendimento são apenas algumas destas ferramentas que os pontos-de-venda precisam ter.</p>
	<p>Qualidade, variedade de produtos e preço também estão na lista dos diferenciais mais citados. Porém, existem outras motivações que estão fora do alcance das empresas de varejo. A segurança de estar dentro de um shopping, a proximidade ou facilidade de acesso ao ponto-de-venda e até uma promessa feita para a filha, fazem os consumidores decidirem em questão de milésimos de segundo em que loja entrar.</p>
	<p><strong>Promessa é dívida&#8230;e também motiva</strong></p>
	<p>Saindo de uma loja de brinquedos com a filha, Elisa Borges Pereira mostrou que o que a fez entrar no ponto-de-venda não se encaixa em nenhuma estratégia de Marketing. “Minha filha ficou nervosa quando estávamos em uma enchente e prometi que se ficasse calma eu daria um presente a ela. Quando fazemos uma promessa para alguém, ainda mais para uma criança, temos que cumprir”, explica.</p>
	<p>Além de buscar lojas de artigos infantis para presentear sua filha, Elisa ainda apontou para outro dado intrigante para os departamentos de Marketing que estudam o comportamento do consumidor. “As lojas de rua não tem segurança e por isso resolvi que a compra deste presente deveria ser feita num shopping, que é mais seguro”, aponta.</p>
	<p>A compra por impulso também se vê com facilidade no varejo. No caso da aposentada Zélia Miranda e de outra compradora que prefere não se identificar, a vitrine atraiu a primeira, mas dentro da Casa &amp; Vídeo, sua acompanhante encontrou um produto que estava procurando há dias. “Estava procurando um telefone e quando vi na loja, comprei. Foi por acaso”, diz.</p>
	<p><strong>Localização X variedade</strong></p>
	<p>Até o Dia das Crianças – que foi comemorado no dia 12 deste mês – ainda faz a alegria dos vendedores do Riosul. De acordo com a empresária Beatriz Lopes, o cartão da Lojas Americanas e a consequente facilidade no pagamento das compras foi o que a motivou a dar o presente de Dia das Crianças para sua sobrinha. “A facilidade de pagamento é o que me faz vir à loja com frequência”, acredita.</p>
	<p>A localização do ponto-de-venda também é um diferencial motivacional para os consumidores. Lení Maria, funcionária do shopping Riosul, decidiu comprar produtos para o lar na Lojas Americanas por conta da praticidade. “É o lugar mais perto para eu comprar estes produtos. Além disso, a variedade facilita a compra. Só o preço é que eu diria que é razoável”, avalia Lení.</p>
	<p>A variedade de produtos da loja Mercatto também chamou a atenção da vendedora Cristiana Mattos. “A loja também oferece um preço bom, mas a variedade é mais importante e é o que me motiva a comprar aqui”, diz. Saindo da mesma loja, Regina Sales, aposentada, foi atraída inicialmente pela vitrine, mas logo percebeu o principal diferencial da marca. “A vitrine chama a atenção, mas a variedade de produtos é o que me mais chamou a atenção”. Apesar do destaque dado às opções de peças de roupa oferecida pela Mercatto, a variedade pode acarretar em dúvidas. “Não comprei nada porque não achei algo que me interessou”, aponta.</p>
	<p><strong>Preço, atendimento&#8230;e concorrência</strong></p>
	<p>O fato de ter uma empresa concorrente atuando em um shopping center também é motivador de compra. Com a variedade de lojas do Riosul, a empresária do ramo de calçados, Ana Claudia, busca peças que possam servir de inspiração para suas futuras coleções. “Estou pesquisando lojas de calçados para lançar novos produtos”, conta.</p>
	<p>O bom e velho atendimento continua sendo um diferencial para os pontos-de-venda. Levar o cliente até a porta e tratá-lo com cuidado e respeito ainda traz resultados. É o que diz Jonas Filho, profissional de TI, ao sair da loja Opção com uma compra. “Tenho afinidade e já conheço a marca. A qualidade dos produtos é o grande diferencial. O atendimento eu não preciso falar. É nota dez”, resume.</p>
	<p>Na Lojas Americanas, o preço dos produtos foi o que motivou a compra da atendente Andrea Pereira. “Lá é mais barato”. Curiosamente foi a mesma opinião da publicitária Adriana Alves, ao sair da Zara. “Costumo comprar presentes lá por causa da qualidade e do design das roupas para crianças, mas o preço também me chama a atenção”, completa.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>O Mercado Digital em 2010 - Estudo da TNS com o Mundo do Marketing mostra como será o mercado digital em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 15:33:50 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>O Marketing Digital terá maior notoriedade em 2010, principalmente em companhias que investem até R$ 1<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=9bYdc6f72" alt="" /> milhão em Marketing por ano. Para estas, o meio digital será usado em 50% das ações. Já as empresas que gastam mais de R$ 10 milhões devem ter nas ações digitais 25% do investimento. Isto é o que informa a pesquisa realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International.</p>
	<p>Ao todo participaram da pesquisa 427 profissionais da área de Marketing de companhias brasileiras e multinacionais dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis. As entrevistas aconteceram entre 22 e 28 de setembro. O estudo mostra que o investimento em ações digitais não significa redução nos gastos em Marketing, já que 40% das empresas que investiram no segmento tiveram aumento no orçamento.</p>
	<p>É bem verdade que o Marketing caminha de acordo com novas tendências de bens de consumo e serviços e pelo comportamento do consumidor. Com a internet disseminada pelo mundo e a utilização cada vez maior desta ferramenta, o Marketing Digital ganha espaço nas ações desenvolvidas por empresas nacionais e multinacionais.</p>
	<p><strong>Ações digitais para divulgar e se relacionar</strong></p>
	<p>Divulgar produtos e criar ou manter o relacionamento com consumidores são os principais objetivos das companhias pesquisadas ao investir em Marketing Digital. Para 78% delas, o meio digital é ideal para a divulgação de produtos, enquanto que 69% preferem usar a internet para se relacionar com consumidores. “Os resultados comprovam que não há mais como se relacionar com os consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, afirma Bruno Mello, Editor Executivo do Mundo do Marketing.</p>
	<p>Entre as estratégias digitais realizadas com maior freqüência, além de relacionamento e divulgação de produtos, a pesquisa aponta ações de branding para divulgar a marca (59%) e promoções (55%). Das corporações nacionais, 32% investem mais em ações para a divulgação de produtos. Já as multinacionais têm o mesmo percentual só que para ações de relacionamento.</p>
	<p>O e-mail marketing é a principal ferramenta usada por 88% das companhias pesquisadas, seguido por anúncios em sites segmentados e ações em sites de relacionamento, com 53% e 52%, respectivamente. Atualmente 74% das empresas de maior investimento em Marketing já desenvolvem ações digitais, tanto as nacionais quanto as multinacionais.</p>
	<p><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/mkt_digital_internet.jpg" alt=" " width="550" height="307" /></p>
	<p><strong>Inclusão do Marketing digital</strong></p>
	<p>Ferramenta da moda no meio digital, os blogs corporativos são comuns em 1/3 das empresas que participaram da pesquisa. Dados mostram que 44% delas atualizam seus blogs semanalmente e 38% preferem postar informações diariamente. O uso de blogs corporativos é maior entre as companhias nacionais (29%) comparado às multinacionais (22%). Das redes sociais disponíveis na web, Twitter e Orkut são as mais usadas, com 30% e 16%, respectivamente. Também figuram entre as ferramentas preferidas dos profissionais de Marketing o YouTube (8%) e o Facebook (2%).</p>
	<p>De acordo com o estudo, as companhias nacionais de pequeno porte realizam ações digitais mais básicas, que envolvem e-mail marketing, anúncio em portais e em sites segmentados e links patrocinados. Por outro lado as multinacionais investem em ferramentas de SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), além de jogos e entretenimento digital. Em 2009, 59% das empresas nacionais incluíram o Marketing Digital no plano de Marketing, número parecido com o que foi revelado para multinacionais, com 60%.</p>
	<p>Esta inclusão não significou diminuição no orçamento das empresas, já que para 52% das nacionais a verba não teve nenhuma variação e manteve-se igual ao outros anos. Porém, para 14% das companhias multinacionais o valor diminuiu. O estudo afirma que o segmento que mais perde investimento para as ações digitais é o Marketing Direto, com 32%. “Em 50% das organizações não houve alterações no budget e em 40% delas aumentou” afirma Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International para a América Latina.</p>
	<p><img class="alignleft" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/mkt_digital_acoes.jpg" alt=" " width="550" height="214" /></p>
	<p><strong>Previsão de aumento no investimento em 2010<br />
</strong></p>
	<p>Segundo as empresas que participaram da pesquisa, o investimento em ações digitais deve crescer em 2010. Das companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing, a previsão é de que a verba seja dividida em 50% para ações tradicionais – ou off-line – e a outra metade para o segmento digital.</p>
	<p>Para as que destinam até R$ 10 milhões em Marketing, o on-line terá 34% da verba. Já as corporações que superam os R$ 10 milhões em Marketing, em 2010, terão 25% do valor destinado a ações digitais, somando três pontos percentuais ao número atual.</p>
	<p>Para o ano que vem, a maioria das empresas vê o Marketing Digital como ferramenta que será usada. Isto porque 84% das que participaram do levantamento afirmam que será realizada alguma ação digital em 2010. A pesquisa ouviu profissionais de Marketing (58%), comunicação (14%), comercial (12%), vendas (6%), administração / recursos humanos (5%) e de outras áreas (5%). Das companhias participantes, 26% delas são do segmento de serviços, 20% agências, 12% varejistas, 11% consultorias, 7% bens de consumo, entre outras.</p>
	<p><img class="alignleft" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/mkt_digital_investimento.jpg" alt=" " width="550" height="228" /></p>
	<p style="text-align: center;">
	<p style="text-align: center;"><a href="http://www.slideshare.net/mundodomarketing/pesquisa-tns-ri-e-mundo-do-marketing-marketing-digital" style="margin: 12px 0px 3px; display: inline ! important; font-family: Helvetica,Arial,sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; text-decoration: underline;" title="Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital" >Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital</a></p>
	<p style="text-align: center;">
	<p style="text-align: center;">
	<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNjA*NTg2MTQ5OTImcHQ9MTI2MDQ1ODYyNTA3NSZwPTEwMTkxJmQ9c3NfZW1iZWQmZz*yJm89YzljZjBjMWI*YTMzNGY*ZGFiNDM2MTQzMmM2NzQyMGQmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /></p>
	<div id="__ss_2575554" style="width: 425px; text-align: left;"><a href="http://www.slideshare.net/mundodomarketing/pesquisa-tns-ri-e-mundo-do-marketing-marketing-digital" style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital" >Pesquisa TNS RI e Mundo do Marketing Marketing Digital</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><br />
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	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></div>
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		<title>Seja único! Tenha valor!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:24:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=eaYcf0n17" alt="" /><em>A maioria das empresas &#8211; pequenas, médias e grandes, nacionais e multinacionais &#8211; ainda estão preocupas apenas com o preço de seus produtos e com as metas econômicas a serem realizadas. Pensar assim representa um grande erro para a sobrevivência das companhias</em></strong>, aponta Michael Porter, considerado a maior autoridade em estratégia competitiva do mundo e autor de best-sellers como Vantagem Competitiva e Estratégia Competitiva.</p>
	<p>No pós-crise que se abre principalmente para mercados como o Brasil, as companhias devem redobrar a atenção quanto a estratégia. O mercado continuará em crescimento e, para as empresas crescerem junto, de forma sustentável, elas precisam ter uma noção clara de suas estratégias. “Não pode abrir mão da estratégia para crescer e ganhar mercado porque isso pode acabar com as suas vantagens competitivas”, alerta Porter aos brasileiros em sua apresentação na ExpoManagement 2009, evento realizado pela HSM.</p>
	<p>As receitas de Porter são as mesmas, porém, sempre atuais, uma vez que as empresas continuam brigando pelo mesmo consumidor oferecendo produtos semelhantes a preços igualmente parecidos. “Por que copiam a empresa do lado?”, pergunta o especialista. Os CEO&#8217;s e gestores – e aqui inclui o Marketing – devem pensar não em ser a melhor empresa de seu segmento, mas sim em ser única. Criar propostas de valor singular continua na pauta de prioridade.</p>
	<p><strong>“O princípio da estratégia não deve ser querer ser o melhor, mas ser o único”</strong><br />
“Não existe a melhor empresa. Depende de como o cliente vai ver. Para uns é a melhor, para outros a pior”, diz Porter. “Um grande erro é a empresa querer atender e satisfazer todos os clientes. Isso é impossível. A companhia deve pensar no que é ser única. Será que ela é única ou acompanha os concorrentes?”, questiona. Ser uma empresa única é oferecer algo de valor singular para cada pessoa, afirma Porter.</p>
	<p>Há alguns problemas que impactam neste objetivo. Muitas empresas estão preocupadas com preço e, com isso, oferecem baixo valor. Outra dificuldade são as mudanças de mercado. Pressionadas pelos acionistas por maiores lucros e valorização das ações das companhias, os gestores caem na armadilha de promoverem mudanças para atender as mutações do mercado. O pensamento estratégico vencedor requer olhar o tempo no longo prazo.</p>
	<p>Acompanhar as tendências também não significa benefício imediato. “Sempre há tendências, mas qual você deve seguir? Você deve seguir aquela que é realmente significativa para a empresa. Mas nunca copie. Entenda e aplique na sua realidade”, recomenda. “Não tente ser camaleão. Não mude a estratégia de acordo com o mercado”, ressalta.</p>
	<p><strong>Social tem mais impacto que a economia</strong><br />
Desenvolver uma boa estratégia também requer eficiência operacional. Se a empresa não estiver aplicando as melhores praticas no dia a dia não há estratégia no mundo que resolverá o seu problema. Querer atender a todos os clientes também representa um erro. “A boa estratégia é aquela em que você opta pelo o quê não fazer. Se quiserem fazer tudo, não há vantagem competitiva”, explica.</p>
	<p>Aqui, não cabe o mantra de que o cliente é o rei. Pelo contrário. É preciso focar em um tipo de cliente para poder oferecer estratégias de valor para ele. Diferenciação. “Aprofunde a relação com o seu cliente. As empresas focam no produto e não se preocupam com a experiência do cliente”, atesta Porter.</p>
	<p>Outro erro, e que vai fazer toda a diferença daqui para frente, é pensar a estratégia apenas pelo lado dos números. De acordo com Porter, não é a economia que interfere na estratégia, mas sim os aspectos sociais decorrentes dela. É o desemprego, por exemplo. “Um negócio saudável requer uma sociedade saudável”, pondera. “As grandes estratégias integram o aspecto social com a economia”.</p>
	<p>Basta olhar para as crescentes preocupações com a sustentabilidade e com a saúde. Produtos orgânicos, à base de soja, zero, sem gordura trans não existiam até pouco tempo atrás. Foi assim também com as comidas prontas para micro-ondas para um mundo em que as mulheres estão inseridas no mercado de trabalho. As transformações sociais que mudaram e continuam mudando as diversas formas de consumo estão em linha com o pensamento em que as empresas devem focar sua estratégia no social.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank"> Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Marca própria. O consumidor gosta.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[agora as empresas começam a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas próprias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mat&eacute;ria que eu encontrei no &oacute;timo<a rel="nofollow" href="http://falandodevarejo.blogspot.com"  target="_blank"> Falando de Varejo</a>, do amigo Caio.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Estou trabalhando em um projeto que vai incluir uma linha de produtos de marca pr&oacute;pria e achei muito interessante colocar aqui, o ponto de cresimento e de aceita&ccedil;&atilde;o do mercado para isso.</span> </p>
	<p><strong><br />
Pesquisa da Nielsen aponta crescimento de 22% no n&uacute;mero de itens dispon&iacute;veis no varejo</strong></p>
	<p>As chamadas marcas pr&oacute;prias foram criadas por empresas do varejo na d&eacute;cada de 1970 e de l&aacute; para c&aacute; n&atilde;o param de crescer. Se antes o foco era apenas o pre&ccedil;o &mdash; em m&eacute;dia, at&eacute; 30% menores que os das marcas l&iacute;deres &mdash;, agora as empresas come&ccedil;am a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas pr&oacute;prias, desde produtos aliment&iacute;cios a eletroeletr&ocirc;nicos.</p>
	<p>O estudo da Nielsen (www.br.nielsen.com) mostra ainda que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o no Brasil consome produtos de marca pr&oacute;pria e que eles est&atilde;o cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Em 2009, as marcas pr&oacute;prias conquistaram cerca de 18,2 milh&otilde;es de consumidores, o que representa 49,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
	<p>&ldquo;Eu sempre olho o fabricante&rdquo;, conta o microempres&aacute;rio Marco Antonio Domingues. &ldquo;Por exemplo, eu compro sempre o &oacute;leo que uso para a fritura dos salgados em minha f&aacute;brica do Mercadorama ou do Big, que s&atilde;o fabricados pela Bungue, a mesma empresa que faz o Liza&rdquo;, diz.</p>
	<p>Domingues relata ainda que, na casa dele, usa mais produtos ainda de marca pr&oacute;pria, como material de limpeza, sorvetes, etc. &ldquo;O custo benef&iacute;cio &eacute; sempre mais interessante&rdquo;, conta. O microempres&aacute;rio, no entanto, n&atilde;o dispensa a pesquisa de pre&ccedil;os. &ldquo;As vezes, nas promo&ccedil;&otilde;es vale a pena comprar os produtos de marcas conhecidas&rdquo;, resume.</p>
	<p>Um estudo da Nielsen revelou que em 2009, houve um crescimento de 7% no faturamento em rela&ccedil;&atilde;o a 2008 o autosservi&ccedil;o. S&oacute; no setor supermercadista o faturamento chegou a R$ 158,5 bilh&otilde;es no ano passado.</p>
	<p>As categorias de marca pr&oacute;pria com maior faturamento, de acordo com o estudo da Nielsen, foram: leite ass&eacute;ptico, &oacute;leo vegetal e azeite, papel higi&ecirc;nico, arroz, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e biscoitos, feij&atilde;o, p&atilde;es e bolos, iogurtes e panetones. Juntas elas somaram R$ 786,9 milh&otilde;es em vendas no autosservi&ccedil;o.</p>
	<p>&ldquo;Esses dados mostram que, entre junho de 2008 e julho de 2009, no auge da crise, o segmento de marcas pr&oacute;prias cresceu&rdquo;, afirma Neide Montesano, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Marcas Pr&oacute;prias e Terceiriza&ccedil;&atilde;o (Abmapro) &mdash; (http://www.abmapro.org.br/).</p>
	<p>O grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car foi um dos primeiros a lan&ccedil;ar itens de marca pr&oacute;pria no Brasil em 1970. Em 2006, foi lan&ccedil;ada a Taeq, a &uacute;nica marca de bem-estar do varejo brasileiro. At&eacute; o final do ano, a linha receber&aacute; investimentos de R$ 10 milh&otilde;es para desenvolvimento de novos produtos.</p>
	<p>A Taeq tem um universo amplo que envolve cinco pilares de atua&ccedil;&atilde;o: Nutri&ccedil;&atilde;o, Org&acirc;nico, Casa, Esporte e Beleza. O portf&oacute;lio inclui mais de 1400 itens. No ano passado, o faturamento de Taeq registrou crescimento de mais de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007 e a previs&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero seja ainda melhor em 2009. Em maio de 2008, lan&ccedil;ou Qualit&aacute;, uma solu&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para o dia a dia que pode ser encontrada nos supermercados do Grupo. Ao longo desse ano dever&atilde;o ser introduzidos mais de 300 produtos.</p>
	<p><strong>Setor investe tamb&eacute;m em eletr&ocirc;nicos</strong></p>
	<p>No Walmart, em todo o Brasil, h&aacute; hoje mais de 12.000 itens de marca pr&oacute;pria, entre a &aacute;rea de alimentos e n&atilde;o-alimentos, incluindo a linha de eletroeletr&ocirc;nicos e t&ecirc;xteis (moda feminina, masculina, infantil e cama, mesa e banho). Os pre&ccedil;os s&atilde;o, em m&eacute;dia, 25% mais baixos que os das marcas l&iacute;deres.</p>
	<p>O mix envolve desde alimentos, como feij&atilde;o e a&ccedil;&uacute;car, a artigos de higiene e limpeza, como papel higi&ecirc;nico e amaciante, al&eacute;m de roupas e eletroeletr&ocirc;nicos. &ldquo;Estamos sempre analisando o mercado e procurando ampliar cada vez mais o mix dos produtos de marca pr&oacute;pria&rdquo;, explica Julia Pettini, diretora de Marcas Pr&oacute;prias do Walmart Brasil.</p>
	<p>O Walmart Brasil possui at&eacute; o momento 25 marcas pr&oacute;prias, sendo que a &uacute;ltima linha, de produtos saud&aacute;veis e nutritivos, foi lan&ccedil;ada em julho deste ano. Segundo Julia, &ldquo;s&atilde;o os esfor&ccedil;os voltados a oferecer qualidade e pre&ccedil;o acess&iacute;vel aos consumidores que garantem a credibilidade e fidelidade dos clientes, na compra dos itens de marca pr&oacute;pria&rdquo;. Carrefour &mdash; A rede francesa Carrefour disp&otilde;e de produtos marca pr&oacute;pria em diversos segmentos: alimentar, eletr&ocirc;nico, automotivo, vestu&aacute;rio, cama, mesa e banho, utilidade dom&eacute;stica, decora&ccedil;&atilde;o, pet, bebidas, entre outros. Ao todo s&atilde;o 1.400 itens segmentados.</p>
	<p>A Linha Viver &eacute; uma marca de produtos saud&aacute;veis composta por mais de 290 produtos, distribu&iacute;dos em seis categorias &ndash; light, diet, org&acirc;nicos, funcionais, &agrave; base de soja e zero. Eles t&ecirc;m a chancela da reconhecida qualidade Carrefour, pre&ccedil;os entre 15% e 30% mais baixos dos que os l&iacute;deres de mercado.</p>
	<p>A Garantia de Origem &eacute; um programa desenvolvido mundialmente pelo Grupo Carrefour que estabelece um padr&atilde;o de exig&ecirc;ncia e entrega de nossos produtos em n&iacute;veis al&eacute;m daqueles definidos pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. O G.O. faz parte do posicionamento da empresa de investir em produtos de qualidade diferenciada aos seus clientes, como: frutas, legumes, peixes, frutos do mar, carnes, aves, gr&atilde;os, cereais, leite, queijo e ovos;</p>
	<p><strong>J&aacute; em Bazar h&aacute; duas linhas:</strong></p>
	<p>A Casa &amp; Deco &eacute; a marca pr&oacute;pria do Carrefour para presentes, m&oacute;veis, aparelhos de jantar, jogos de panelas, inclusive de inox, faqueiros, utens&iacute;lios de cozinha e cutelaria. Com design diferenciado, os produtos se caracterizam pela alta qualidade e pre&ccedil;o baixo. Em m&eacute;dia, s&atilde;o 10% mais baratos do que os das marcas l&iacute;deres</p>
	<p>A Jardim &amp; Deco &eacute; uma linha completa de m&oacute;veis para jardim, varanda e piscina, com 80 refer&ecirc;ncias em m&oacute;veis, entre sof&aacute;s, mesas, cadeiras, carrinho-bar, ombrelone suspenso, banco e banqueta. H&aacute; m&oacute;veis em quatro op&ccedil;&otilde;es de materiais: madeira, bambu, ratan sint&eacute;tico e alum&iacute;nio.</p>
	<p>A Top Life &eacute; uma marca voltada para produtos de esporte e lazer, como: linha de futebol (bolas, luva de goleiros, bomba de encher pneu), acess&oacute;rios para muscula&ccedil;&atilde;o, linha de t&ecirc;nis de mesa (raquete, bolinha de ping pong), entre outros.</p>
	<p>A Top Bike &eacute; uma linha de bicicletas (masculino, feminina e infantil) e acess&oacute;rios para a pr&aacute;tica deste esporte, como capacete, luva, bomba, buzina, acess&oacute;rios de freio, entre outros.</p>
	<p>No setor t&ecirc;xtil a Tex &eacute; uma marca voltada para a categoria T&ecirc;xtil, com produtos voltadas para vestu&aacute;rio, moda int&iacute;ma e cama, mesa e banho.E no segmento de eletro, a First Line &eacute; uma linha de produtos focado em tecnologia com excelente custo x benef&iacute;cio. Produtos de inform&aacute;tica que possuem o objetivo de ter sempre o melhor pre&ccedil;o.</p>
	<p>Foram lan&ccedil;adas mais de 400 produtos de diversas categorias Alimentar, Higiene, Limpeza, Perfumaria, Seca (Mercearia), Liquida, PAS (Refrigerados e Congelados) e Perec&iacute;veis (A&ccedil;ougue, Peixaria, Frutas Verduras e Legumes, Salsicharia e Padaria). Para 2010 a expectativa &eacute; aumentar ainda mais o n&uacute;mero de itens.</p>
	<p>Fonte: AE</p>
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		<title>Paulistas gastadores&#8230; aproveite!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:36:27 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[Os consumidores de São Paulo apresentaram mais propensão ao consumo em outubro deste ano. É o que indica o<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=85Y5bah5e" alt="" /> Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), criado em agosto pela Fecomercio. No período, a inclinação ao consumo das famílias paulistanas apresentou um crescimento de 2,9% em comparação com o mês de setembro, atingindo 131,6 pontos.

O ICF tem a capacidade de medir a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família e que interferem em suas decisões de compra, como emprego e renda. Os resultados podem variar de 0 a 200 pontos. Quando o índice é inferior a 100 pontos, indica insatisfação dos entrevistados. Quando registra resultado acima de 100, representa o grau de satisfação das famílias.

O novo índice é composto por sete itens. Emprego Atual, Renda Atual, Compra a Prazo e Nível de Consumo Atual comparam a expectativa do consumidor em relação a igual período do ano anterior. Já as variáveis Perspectiva Profissional, Perspectiva de Consumo e Momento para Duráveis mostram a expectativa do consumidor em relação ao futuro.

Fonte:<a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank"> Mundo do Marketing</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/10/13/indices-pesquisas-numeros/" title="Índices, pesquisas, números... 2009.10.13">Índices, pesquisas, números...</a>(0)</li>
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		<title>80% dos brasileiros&#8230; - ... gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:29:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[quem não estiver construindo relacionamentos com os seus mercados estará fora do jogo rapidamente. Não existe muito espaço mais para quem se comporta segundo critérios do século passado. Nem mesmo os focados no 'preço baixo' conseguirão se mante]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=42I3e8bcc" alt="" />Ótimo artigo no HSM, falando sobre o impacto que se pode obter nas vendas online utilizando as redes sociais.<br />
Leitura importante.<br />
Na minha opinião, e todo mundo já sabe disso, quem não estiver construindo relacionamentos com os seus mercados estará fora do jogo rapidamente. Não existe muito espaço mais para quem se comporta segundo critérios do século passado. Nem mesmo os focados no &#8216;preço baixo&#8217; conseguirão se manter sem construir relacionamentos e links sociais com os seus mercados&#8230;</span></p>
	<p>Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais</p>
	<p>O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.</p>
	<p>Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.</p>
	<p>E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.</p>
	<p>O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita: os próprios consumidores se encarregam de divulgar a loja para sua rede de contatos. Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na web 2.0.</p>
	<p>&#8220;Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez&#8221;, comenta Adolpho.</p>
	<p>Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.</p>
	<p>Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.</p>
	<p>Da mesma forma, opiniões negativas se propagam muito mais depressa e podem gerar uma péssima publicidade para as marcas que não estejam atentas à divulgação de seu nome e produtos na internet. Portanto, quem deseja investir no comércio social deve procurar conhecer bem as ferramentas disponíveis e atuar com transparência junto ao consumidor.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM Online</a>
</p>
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		<title>Aqui se faz, aqui se paga</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:56:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=1cW327z12" alt="" />A primeira vez que ouvi falar em sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência eu estava na faculdade e lia um texto sobre as diferenças entre a sociedade americana e a européia.<br />
Falava sobre o modo de vida, cultura, maneira de enxergar a vida. A experiência de guerra da população. A questão do horário de trabalho. Perspectiva de consumo. Porque comprar algo novo se o meu atual me atende bem? Esse era o posicionamento Europeu&#8230;<br />
Já o americano, era comprar, comprar, comprar&#8230;<br />
Para vender mais, as empresas americanas buscavem o &#8216;mais barato&#8217;. Reduzir custos. Espremer fornecedores e&#8230; os empregados. Salários. Mandar produzir em outras partes do mundo, onde o custo fosse menor&#8230;<br />
Uma sociedade baseada  no &#8216;pagar menos&#8217;.<br />
Infelizmente, nossa sociedade, aqui no Brasil, seguiu essa tendência.<br />
Fácil saber por quê.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas será que não é hora de mudar?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que vamos até onde, aceitando menos porque queremos pagar menos?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Encontrei esse artigo do Paulo Ferreira no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.<br />
Faz pensar&#8230;<br />
Se não queremos que façam com a gente, com nosso trabalho, com nossos produtos&#8230; Porque insistimos em fazer com os outros? Porque mesmo vendo que é justo, insistimos em baixar mais um pouquinho&#8230;  Porque trocamos o profissional por outro mais barato, mesmo sabendo que aquele anterior, valia o que cobrava?&#8230; Porque não damos valor ao trabalho alheio e queremos que todos &#8216;doem o sangue&#8217; trabalhando para nós? Aquela velha conversa de &#8216;vestir a camisa&#8217;&#8230;<br />
Porque somos uma sociedade do &#8216;pagar menos&#8217; e não uma sociedade de qualidade e excelência?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, o principal, será que não podemos mudar??<br />
Será que não podemos melhorar??&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><strong>O preço mínimo e o princípio da reciprocidade</strong></p>
	<h4><em><span style="font-weight: normal;">Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale</span></em></h4>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">A frase é bíblica e o princípio é tão simples que qualquer criança entende: não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você. A dificuldade de colocá-lo em prática, entretanto, continua assombrando nossas vidas há milênios. Inclusive a vida das empresas, as relações de mercado, a lei de oferta e procura e a economia como um todo.</p>
	<p>Sempre que alguém diz que não ganha tão bem quanto deveria, me sinto tentado a perguntar “da última vez que o encanador te deu um orçamento, até que ponto você espremeu o preço?”. Do mesmo modo, sempre que um empresário fala da dificuldade em encontrar pessoas comprometidas, profissionais em nível de excelência, que façam mais do que o mínimo indispensável, sou tentado a perguntar “e quando foi a última vez que sua empresa concedeu um aumento que era mais do que o mínimo indispensável?”</p>
	<p>Sim, é o princípio da reciprocidade em ação. Infalível. Mais cedo ou mais tarde, você tem de volta exatamente o que entrega. Sempre vai ter o mínimo indispensável dos funcionários a quem você paga o mínimo indispensável. Mas a explicação disso pode ser bem menos nobre do que parece à primeira vista: numa sociedade permanentemente obcecada com a idéia de “pagar menos”, você está inserido como consumidor e também como fornecedor.</p>
	<p>Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale. Não se cogita trabalhar horas extras não-remuneradas. Não se cogita desvalorizar o trabalho do seu semelhante, porque na volta, isso vai desvalorizar o seu próprio trabalho. E aqui cabe uma ressalva importante: isso vale para os seus semelhantes, aqueles a quem você se compara e em quem se reconhece. Por isso, o princípio muitas vezes não é aplicado aos imigrantes dos países pobres: não se reconhece reciprocidade entre os que não são iguais. Mais ainda quando se trata de imigrantes ilegais: alguém que está ilegalmente num país deve esperar passar por abusos ilegais: novamente, é o princípio da reciprocidade em ação.</p>
	<p>Mas voltando ao tema: nas sociedades que realmente valorizam qualidade e excelência, não apenas o fornecedor não aceita ter seu preço aviltado: o consumidor espera um determinado preço e uma determinada qualidade condizente. A simples idéia de barganhar indefinidamente com um profissional deveria ser abominada pelos profissionais de serviços, todos eles. Mas pergunte a um publicitário brasileiro se ele não vai barganhar com o arquiteto ou o encanador na hora de comprar serviços &#8211; como um bom filho da nossa sociedade do preço mínimo, ele vai. E depois sofrerá exatamente a mesma situação na hora de negociar seu salário.</p>
	<p>Este é o resultado de viver numa “sociedade do preço mínimo”, obcecada por pagar menos e pela vantagem imediata do comprador. Esta é a sociedade e a economia que construímos para o nosso país. E as nossas exceções somente confirmam a regra: na hora de definir qual seria o médico a realizar a operação cardíaca do seu pai, você não iria ficar tão obcecado pelo preço mínimo, certo?</p>
	<p>Portanto, antes que possamos participar verdadeiramente do grupo de nações que lidera a economia ou criar impacto mundial com produtos e serviços que nascem da criatividade e da inovação, do trabalho intelectual de indivíduos e equipes de alto nível; temos que resolver o círculo vicioso criado pelas nossas “caríssimas” &#8211; em vários sentidos &#8211; filosofias do “preço mínimo” e sua companheira constante, a filosofia das famosas “soluções caseiras”.</p>
	<p>Somente quando estivermos dispostos a considerar qualidade e excelência como valores reais pelos quais devemos pagar diferenciadamente poderemos exigir este tratamento para nossos produtos e serviços. É o princípio da reciprocidade. Nunca falha.</span></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></span></span>
</p>
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