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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Acorda, varejista&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:16:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estas mudanças transformaram o consumidor em alguém mais questionador sobre o valor do que se quer adquirir. Fez com que este novo cliente não tenha paciência com falta de profissionalismo ou falta de informação por parte de quem lhe atende.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=03E3b9r03" alt="" />Artigo interessante, que corobora o posicionamento de &#8220;<em>o atendimento precisa acompanhar a evolução do consumidor</em>&#8221; que é tão questionado e ignorado ainda, principalmente pelo pequeno varejo que, insite muitas vezes em padrões &#8216;<em>vencidos</em>&#8216; de relacionamento.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, por conta disso, sofre com a perda da sua clientela.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Insisto em artigos, textos, comentários que repetem essa idéia&#8230; Quem sabe não acabo convencendo &#8216;<em>alguns</em>&#8216;!</span></p>
	<p><strong><br />
</strong></p>
	<p><strong>Admirável Mercado Novo</strong></p>
	<p>Já sabemos que a nova economia vem ditando regras em volume e velocidade que, por vezes, as pessoas e as empresas não estão preparadas para entender e custam a se adaptar.</p>
	<p>Afinal, como digerir tantas novidades, diretrizes, estratégias, novos costumes e, além disso, tomar novas decisões sobre novos questionamentos, sobre os quais não se tem histórico?</p>
	<p>Entre as muitas novidades, está a mudança significativa que o processo de compra e venda no varejo passou a incorporar. Ou seja, não se compra como no passado e, portanto, não se pode vender como no passado.</p>
	<p>O novo modelo de compra, ou seja, o novo modelo de consumidor se apresenta através das seguintes principais características:</p>
	<p>- Menos dinheiro – seja por perda do poder aquisitivo, seja pela conscientização do consumo, mas, principalmente, pelo aumento da informação para julgar o custo/benefício do que se quer.</p>
	<p>- Menos tempo – seja pela loucura do cotidiano, pelo ritmo profissional intenso, pela luta de conciliar o lado profissional e o da família ou pela vontade de vivenciar novas experiências, nós valorizamos o tempo que gastamos, já sabendo que o tempo é um recurso escasso e não renovável.</p>
	<p>- Mais escolhas – com o crescimento do mercado e da concorrência, com tantas ofertas e tentações, com a eliminação de determinadas fronteiras do consumo, através da globalização, o cliente moderno tem acesso ilimitado a tudo cada vez mais, direito absoluto de escolha.</p>
	<p>Estas mudanças transformaram o consumidor em alguém mais questionador sobre o valor do que se quer adquirir. Fez com que este novo cliente não tenha paciência com falta de profissionalismo ou falta de informação por parte de quem lhe atende.</p>
	<p>Estes clientes querem “relacionamento sincero e transparente”, ao invés de “simples atendimentos”. Querem mais do que “gentilezas, falas e discursos bonitos”, eles querem “soluções”. Querem “atenção individual”, e não tratamentos genéricos. Querem “eficiência”, e não “perdas de tempo” e/ou “sensação de desperdícios”.</p>
	<p>Já pensou no perigo: cliente modelo 2010 sendo atendido por um vendedor modelo 1999? Será que eles ao menos conseguem se comunicar?</p>
	<p>Muitas oportunidades e vendas são perdidas diariamente pelo não desenvolvimento do profissional de vendas, pela não adequação do profissional ao perfil de cliente que atende e principalmente pela resistência das equipes de atendimento em aceitar as mudanças impostas pelo novo mercado de consumo.</p>
	<p>Por vezes, não basta entender o mercado, e sim cada cliente que o compõe. Seus hábitos, necessidades, preferências e, por fim, fazer uma loja em que ele queira estar e um atendimento que ele espera, deseja e merece receber.</p>
	<p>Do outro lado, o vendedor precisa dominar três áreas de conhecimento: sobre o produto ou serviço que oferece; sobre as operações de sua empresa; sobre técnicas de atendimento e vendas.</p>
	<p>A missão do vendedor é fazer o que há de melhor para o pleno sucesso em vendas: apresentar soluções adequadas para os desejos e necessidades de seus clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Fernando Lucena</em></p>
	<p style="text-align: left;"><em>Fonte:</em><a href="http://www.varejista.com.br/"  target="_blank">www.varejista.com.br</a></p>
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		<title>Menos é mais. Design como ação de sustentabilidade.</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:39:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O futuro transcende as tendências sempre associadas aos produtos, já que o design deve ser compreendido como uma disciplina transversal, que se relaciona diretamente a outros nichos, como moda, mobiliário e tecnologia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34Oc30s75" alt="" />Não sei se o design pode salvar o mundo. Mas, com certeza, pode ser uma ferramenta importante em uma tentativa séria&#8230;</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2></h2>
	<h2>Design 2010: quando o menos é mais!</h2>
	<p>Por Luciano Deos*</p>
	<p>O fortalecimento do design brasileiro e o seu papel cada vez mais  estratégico posicionam o país como um potencial centro para a geração de  novos negócios nesse segmento. Mesmo diante da crise mundial, o setor  ganha relevância, credibilidade, consolida sua imagem internamente e se  projeta no exterior, abrindo espaço e oportunidades de crescimento.</p>
	<p>A criação de cursos acadêmicos e a inserção da categoria no Festival  Internacional de Publicidade de Cannes, considerado o mais importante  evento de comunicação do mundo, trazem amadurecimento e estimula a  demanda interna e externa por design. Assim, nesse cenário otimista e de  pós-crise, a previsão mais imediata para 2010 é o vínculo cada vez mais  forte entre design e inovação, com uma relação de dependência recíproca  e saudável.</p>
	<p>O futuro transcende as tendências sempre associadas aos produtos, já que  o design deve ser compreendido como uma disciplina transversal, que se  relaciona diretamente a outros nichos, como moda, mobiliário e  tecnologia. Diferentemente do que acontece em países como a Inglaterra e  Coréia, que contam com políticas e suporte governamental, no Brasil é  recente o apoio de organizações públicas e privadas para fomento e  financiamento de projetos no setor. Felizmente, isso contribui para que o  design passe a ser visto como uma valiosa ferramenta de  desenvolvimento. E nesse contexto, a inovação é palavra de ordem.</p>
	<p>Além da reflexão permanente para diagnosticar novos caminhos ao  segmento, um dos desafios para os profissionais do setor será criar  alternativas para gerar cada vez mais relevância às marcas. E a  vinculação de estratégias de branding com design e inovação revela-se  como a solução mais eficiente.</p>
	<p>Vale dizer que inovação aplicada ao design nada tem haver com excessos  ou exageros. Ao contrário. Neste momento, menos é mais! Durante a  Revolução Industrial, período marcado por profundas mudanças na  sociedade, os novos conceitos de moradia, transporte e produção  simplesmente desprezaram o meio ambiente. Hoje, com a evolução da  tecnologia e de modelo de produção, a sociedade se redesenha mais uma  vez, só que atenta às questões ambientais. O ser humano precisa achar  soluções simples para problemas complexos. Os recursos são finitos e,  consequentemente, precisam ser preservados.</p>
	<p>Tal realidade aplicada ao universo corporativo demonstra que, diante  desse panorama, as empresas que não forem capazes de se reinventar  perderão oportunidades e serão superadas, classificadas como espécies  inimigas do progresso. A lógica é mais ou menos essa: quem não investir  em inovação e design, ficará um passo atrás. Mas, como quase tudo na  vida, sempre há tempo para se repensar.</p>
	<p>* Luciano Deos é diretor-presidente do GAD’ e presidente da Abedesign  (Associação Brasileira das Empresas de Design).</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Conquistando públicos. Todos.</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:04:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O objetivo de ações como essas, muitas delas propostas pelos próprios colaboradores, é reforçar os valores da empresa que acredita e aposta em seus funcionários. Com isso, as operações em que as campanhas são mais focadas no colaborador, apresenta os melhores resultados. “Endomarketing é envolver os funcionários com os desafios do seu negócio, fazer com que ele se sinta importante. É muito além do que simplesmente motivar”, diz Ludymilla Mattedi, Gerente de Marketing da Dedic.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=c6Af34yca" alt="" />Dois artigos de uma vez só.<br />
Sobre um assunto importante.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O público interno.</span></p>
	<h2>Endomarketing: muito mais do que incentivo</h2>
	<h4>Mais do que motivação, o Endomarketing é realidade em empresas de todo o país. O que muitas não sabem é que um programa de incentivo está longe de ser definido como Endomarketing</h4>
	<p>Palestras motivacionais, café da manhã com o presidente da empresa, eventos e ações de incentivo. Para muitas empresas, estas atividades fazem parte das estratégias de Endomarketing. O que estas companhias não sabem é que o Endomarketing não se resume a ações isoladas, de emergência, motivacionais e para ser usada apenas em momentos de dificuldades.</p>
	<p><span id="more-724"></span></p>
	<p>De acordo com especialistas no assunto, o Endomarketing não é motivação. Para Cláudio Tomanini, professor da FGV, a empresa pode &#8211; e deve &#8211; estimular os funcionários e aqueles que acreditarem no programa estarão realmente motivados. Mas não é o bastante.</p>
	<p>Empresas como Google, Microsoft, Apple e Toyota, são conhecidas por possuir o Endomarketing em seu DNA. Estas companhias estimulam seus funcionários através de ações focadas no bem-estar deles o que, conseqüentemente, melhora a produção e a capacidade intelectual das equipes. Para as empresas, o perigo das ações motivacionais é a autonomia dada a um funcionário incompetente. Quanto mais motivado ele estiver, mas besteiras ele será capaz de fazer, aponta Cláudio Tomanini, da FGV.</p>
	<p><strong>Motivação como estratégia</strong></p>
	<p>O planejamento, portanto, é um dos princípios do Endomarketing. Não basta desenvolver ações para remediar um problema interno ou para aumentar a vendas temporariamente. “Isto é perda de tempo”, afirma Cláudio Tomanini, professor da FGV e palestrante da área de negócios e vendas. Identificar os pontos fortes e fracos dos funcionários é um começo para as empresas que buscam implantar este sistema.</p>
	<p>Para identificar virtudes e dificuldades entre os colaboradores ou serviços de uma empresa, basta usar ferramentas específicas que apontam o problema através de metas e resultados. “Precisamos desmistificar o conceito de que o Endomarketing é um evento de integração ou uma ginástica laboral”, diz Tomanini em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Na Fiat, o Endomarketing faz parte da vida não só do funcionário, como de sua família também. A montadora oferece festas de debutantes para as filhas de seus colaboradores e festas de bodas para aniversários de casamento. Além disso, a empresa oferece test-drive aos funcionários. Afinal, o colaborador é o primeiro cliente da montadora. “É responsabilidade das empresas responder às necessidades e estar preocupada com qualidade de vida dos seus colaboradores”, conta Tomanini.</p>
	<p><strong>Tecnologias ajudam</strong></p>
	<p>Um aliado importante do Endomarketing é a tecnologia. É inegável que as ferramentas que ela oferece ajudam a permear melhor a comunicação de uma companhia e, logo, a comunicação interna. Apesar do tradicional mural informativo ser válido, a intranet é a evolução desta comunicação.</p>
	<p>A tecnologia facilita e dá mais liberdade ao processo de comunicação e é disso que as empresas precisam, da conversa mais rápida entre as equipes e seus gestores. Para que a tecnologia facilite o processo de comunicação, é necessário que antes dela chegar seja planejado o que será feito com ela. “Não adianta fazer um café da manhã em apenas um dia. Planeje e saiba o que você quer. A ferramenta vem depois”, aponta Tomanini em entrevista ao site.</p>
	<p><strong>Comunicação integrada e treinamento</strong></p>
	<p>A grande responsável pela integração dos setores da Fiat com a comunicação da marca é a Intranet. De acordo com Marco Antonio Lage, diretor de comunicação corporativa da Fiat Automóveis, 95% dos funcionários estão conectados nesta plataforma, incluindo os oito escritórios da companhia no país. Esta ferramenta agrega as funções de lista telefônica, promoções, vagas internas, além do link “Fale com o Presidente”, onde qualquer funcionário pode se comunicar com o chefe.</p>
	<p>A comunicação da Fiat é baseada na comunicação integrada e na fusão de ações de responsabilidade social com os funcionários. O conceito e as ações de comunicação da companhia são discutidos por um comitê formado pela união de diversas áreas da empresa.</p>
	<p>O treinamento do funcionário também é essencial para uma boa estratégia de Endomarketing. Este ano, a Contém 1g, marca de maquiagem feminina, preparou uma ação para melhorar a comunicação com o consumidor final. A empresa investiu na capacitação das vendedoras e dos franqueados de todo o Brasil, com maquiadoras profissionais que dão treinamento a estes profissionais para melhorar o conhecimento deles sobre os produtos da marca. Em 2007, o projeto capacitou mais de cem vendedoras e quatro franqueados. Para este ano a empresa espera atingir cerca de setecentas pessoas.</p>
	<p><strong>Parceiros e terceirizados integram o Endomarekting</strong></p>
	<p>Não são apenas funcionários que podem ser integrados ao Endomarketing. Esta estratégia pode ser integrada com as ações de junto ao trade de cada mercado. A Golden Cross, por exemplo, desenvolveu uma ação para os parceiros comerciais e prestadores de serviço. A empresa lançará o Golden Care, um plano de saúde empresarial que terá um programa PhD de relacionamento com os médicos que fizerem atendimento aos pacientes deste plano.</p>
	<p>Médicos e corretores precisaram saber os detalhes do plano para passar com clareza aos clientes. Por isso, a Golden Cross desenvolveu ações para integrar os terceirizados e parceiros da empresa, com shows de artistas famosos. “É necessária a ação de Endomarketing porque o produto tem muitas informações que devem ser passadas de forma clara aos parceiros da empresa”, explica Marcio Victer, gerente de comunicação e marketing da Golden Cross.</p>
	<p>O programa PhD será permanente na Golden Cross e deve ganhar novos atributos ao longo dos anos. A Golden Cross pretende atingir um crescimento de 30% nas vendas só em São Paulo, e para isso a empresa investiu aproximadamente R$ 1 milhão neste programa.</p>
	<p><strong>DNA compatível como em uma família</strong></p>
	<p>Projetos como o da Fiat e da Golden Cross mostram que a motivação depende das características dos funcionários e não do Endomarketing. “Tem empresas que acham que uma estratégia de motivação é Endomarketing, mas não é. O Endomarketing é uma ferramenta que precisa de estudo antes de ser aplicada e de tempo para ser assimilada pelos funcionários”, aponta.</p>
	<p>Segundo Tomanini, na Disney os funcionários assinam contrato que atesta que o sorriso deles é natural. “A motivação depende se o DNA do funcionário está compatível com o da empresa. Os valores e princípios devem ser parecidos”, diz.</p>
	<p>Adepto a analogias, Tomanini compara um projeto de Endomarketing com filhos. Segundo ele, ser totalmente flexível transmite uma falsa liberdade que pode ser perigosa. É preciso impor regras e atribuir valores para os filhos assim como para os funcionários. “Tirar dez na escola é obrigação, por isso não se pode presentear. A mesma coisa vale também para os colaboradores”, completa.</p>
	<h2>Endomarketing envolve funcionários no cumprimento de metas</h2>
	<h4>Empresas usam técnicas de Marketing para incentivar e envolver seus colaboradores no negócio</h4>
	<p>O Marketing vem se especializando a cada ano em técnicas de envolvimento de consumidores. Em uma sociedade onde cada vez mais se exige um relacionamento com seus stakeholders para a propulsão dos negócios, um dos públicos mais importantes acaba não sendo muito discutido: os funcionários.</p>
	<p>É pensando nesses colaboradores e na sua importância no sucesso das empresas que muitas delas estão apostando no Endomarketing. A disciplina ainda gera uma certa confusão. Há aqueles que dizem que significa toda e qualquer ação de comunicação interna, enquanto há quem acredita que trata-se de ações de incentivo a funcionários.</p>
	<p>Para Analisa Brum, sócia-diretora da HappyHouseBrasil, agência especilizada na área, “quando a empresa repassa uma informação, utilizando canais oficiais, está fazendo Comunicação Interna. Mas quando, para repassar a informação, se utiliza de técnicas e estratégias de marketing como cor, frase de efeito, foto, materiais diferenciados, etc., está fazendo endomarketing”, define em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p><strong>Redes Centauro e ByTennis são clientes há dois anos e meio</strong></p>
	<p>A agência atua há mais de oito anos no segmento e hoje atende clientes como Renner, Santander, Souza Cruz e a Vale. O Grupo SBF, dona das redes Centaro e ByTennis, vem desde fevereiro de 2007 investindo em um programa que inclui diversas ações pontuais, como incentivo com grandes premiações e metas agressivas.</p>
	<p>Apenas no penúltimo programa de incentivo realizado, as Olimpíadas SportCard, foram entregues na grande final três carros aos ganhadores. O SportCard é o produto financeiro do Grupo SBF e o objetivo do programa foi aumentar a base de cartões aprovados, através da força de vendas das equipes de loja, reconhecendo os melhores vendedores.</p>
	<p>Uma ferramenta de comunicação interna criada foi o Fórum Lance Livre que, inspirando-se nas redes sociais da internet, promove o intercâmbio e a busca de informações entre os colaboradores da empresa sobre assuntos corporativos e informações técnicas de produtos. A ferramenta ainda tem a vantagem de possuir um moderador para cada assunto, que acompanha o que é publicado.</p>
	<p><strong>Trabalho começou ouvindo os próprios funcionários<br />
</strong></p>
	<p>No Grupo SBF, o trabalho começou do zero. A empresa primeiro ouviu seus colaboradores. A partir dos resultados desse diagnóstico, foi implantado um processo de Comunicação Interna que incluiu campanhas de endomarketing, entre elas de Marketing de Incentivos, de benefícios e outras.</p>
	<p>“Ao informar, integrar, facilitar e realizar a troca de informação entre os colaboradores e a empresa, construímos um sentimento de lealdade e, assim, criamos um relacionamento que compartilha objetivos, expectativas e responsabilidades”, ressalta Patrícia Melo, gerente de comunicação interna do Grupo SBF.</p>
	<p>O trabalho da HappyHouseBrasil começa sempre com diagnóstico e planejamento. Depois, na continuidade do processo, se responsabiliza pelo planejamento, criação, produção e logística de tudo o que o cliente faz em nível de Comunicação Interna. Para o Grupo SBF, além de fazer todas as campanhas internas, a agência é responsável pelo informativo Torcida SBF e pelo jornal interno Campo de Notícias, através do Núcleo Editorial da HappyHouseBrasil.</p>
	<p><strong>Dedic usa datas festivas para incentivar funcionários</strong></p>
	<p>A Dedic, empresa de contact center com mais de 18 mil funcionários, prefere delegar a si mesma as tarefas de endomarketing, sem a necessidade de agências especializadas. A companhia investe 13% de sua receita em iniciativas destinadas a treinamento e educação. Uma das ações de maior sucesso e expectativa, que desde 2007 convida os filhos dos colaboradores para conhecerem o ambiente de trabalho de seus pais, entregando inclusive brindes e prêmios para os pequenos.</p>
	<p>Recompensas e mimos para os colaboradores são comuns em datas festivas, como Dia das Mães, quando a empresa deu vale-presentes de R$ 200 para os criadores das 10 melhores respostas em um concurso cultural, ou no Dia do Operador de Telemarketing (4 de julho), quando entregou a seus 18 mil colaboradores balas de chocolate em um frasco personalizado contendo uma mensagem da empresa.</p>
	<p>O objetivo de ações como essas, muitas delas propostas pelos próprios colaboradores, é reforçar os valores da empresa que acredita e aposta em seus funcionários. Com isso, as operações em que as campanhas são mais focadas no colaborador, apresenta os melhores resultados. “Endomarketing é envolver os funcionários com os desafios do seu negócio, fazer com que ele se sinta importante. É muito além do que simplesmente motivar”, diz Ludymilla Mattedi, Gerente de Marketing da Dedic.</p>
	<p>“Hoje os colaboradores são mais informados sobre o negócio da empresa, sua história e objetivos, são mais participativos nas ações e programas, e mais orgulhosos por fazerem parte de uma empresa grande e inovadora. Desta forma, caminham na direção mais alinhada aos objetivos empresariais”, comenta Patrícia, da SBF.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomaketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Loja ou Marca? - O dilema do varejo.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:05:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A gestão de marca (ou branding) como elemento estratégico no varejo já foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores críticos na capacidade de migrar de “loja” para “marca” é o uso da comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=82Fe4daa9" alt="" /><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Artigo muito interessante que coloca a diferen&ccedil;a de enfoque do varejo. Alguns, cr&ecirc;em ainda no conceito de &#8216;loja&#8217;, j&aacute; defasado e que leva o consumidor a criar uma compara&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os e escolher entre produtos sem levar muito em considera&ccedil;&atilde;o a loja, o estabelecimento. Vale&nbsp; produto. Vale o pre&ccedil;o!<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ou&#8230;<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Transformar sua loja em uma marca! Fugir dessa competi&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o e agregar ao cliente aten&ccedil;&atilde;o, atendimento diferenciado, servi&ccedil;os. Experi&ecirc;ncia.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Tem alguns cases.</span></p>
	<p><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica </strong></p>
	<p>A gest&atilde;o de marca (ou branding) como elemento estrat&eacute;gico no varejo j&aacute; foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores cr&iacute;ticos na capacidade de migrar de &ldquo;loja&rdquo; para &ldquo;marca&rdquo; &eacute; o uso da comunica&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>A estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o no varejo confronta-se permanentemente com o dilema de investir na constru&ccedil;&atilde;o de marca para o longo prazo e estimular vendas no curto e curt&iacute;ssimo prazos. Essa quest&atilde;o &agrave;s vezes &eacute; simplificada na defini&ccedil;&atilde;o de percentuais de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos entre propaganda X promo&ccedil;&atilde;o, m&iacute;dia X &ldquo;no media&rdquo;, &ldquo;above the line&rdquo; X &ldquo;below the line&rdquo;.</p>
	<p>A comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos elementos do branding no varejo e diversas empresas bem-sucedidas v&ecirc;m encontrando diferentes respostas para a quest&atilde;o:</p>
	<p>* A Casas Bahia consolidou-se como o maior anunciante do Brasil, com exposi&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dia v&aacute;rias vezes superior &agrave; dos demais grandes anunciantes. Atribui-se &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o grande parte do &ecirc;xito no crescimento da empresa nos &uacute;ltimos anos.</p>
	<p>* A italiana Esselunga inovou na comunica&ccedil;&atilde;o em m&iacute;dia impressa ao criar uma linha (desde os anos 90) que evidencia a qualidade nos produtos perec&iacute;veis, recriando animais, personagens e personalidades com o uso de produtos. A campanha foi premiada, est&aacute; exposta at&eacute; no museu do Louvre em Paris e tirou o foco da comunica&ccedil;&atilde;o em pre&ccedil;o para focar na emo&ccedil;&atilde;o e irrever&ecirc;ncia.</p>
	<p>* O P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car tornou-se uma das grandes marcas do varejo brasileiro gra&ccedil;as &agrave; vis&atilde;o de longo prazo e integra&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es institucionais ligadas a esporte, eventos, cultura, cidadania e comunidade, al&eacute;m de a&ccedil;&otilde;es permanentes de m&iacute;dia de massa.</p>
	<p>* A Aldi (criadora e l&iacute;der no formato de hard discount) trabalha com ofertas semanais em produtos de n&atilde;o-alimentos a pre&ccedil;os muito agressivos e usa a comunica&ccedil;&atilde;o no ponto de venda como sua ferramenta. Ela cria mega tabl&oacute;ides antecipando as ofertas da semana seguinte, criando expectativa e levando tr&aacute;fego &agrave;s lojas. Conseguiu tornar-se o terceiro maior varejista de computadores na Alemanha sem ter o produto em seu sortimento.</p>
	<p>* A Marks &amp; Spencer criou um conceito de marca de comunica&ccedil;&atilde;o para PDV, denominado &ldquo;Perfect&rdquo;. A loja indica em cada se&ccedil;&atilde;o os produtos de melhor valor, evidenciando para o cliente aquilo que ele n&atilde;o pode deixar de ter.</p>
	<p>* A Riachuelo desenvolveu uma marca que identifica, no ponto de venda, produtos com valor imbat&iacute;vel (rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade e pre&ccedil;o) e identifica-os com a marca &ldquo;Vale a Pena&rdquo;.</p>
	<p>* A Tesco foca seus esfor&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o na base de portadores do cart&atilde;o Clubcard.</p>
	<p>* A Zara transformou-se na principal refer&ecirc;ncia no varejo de moda no mundo sem investir em propaganda, acreditando que sua principal ferramenta de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a loja.</p>
	<p>Deve-se ressaltar, por&eacute;m, que n&atilde;o h&aacute; receita de bolo para o uso da comunica&ccedil;&atilde;o no varejo. A boa estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a que tem alinhamento com a estrat&eacute;gia do neg&oacute;cio.</p>
	<p>Os resultados adv&ecirc;m da consist&ecirc;ncia da estrat&eacute;gia, do modelo de neg&oacute;cio e da inova&ccedil;&atilde;o no neg&oacute;cio. A mesma f&oacute;rmula n&atilde;o obt&eacute;m a mesma efic&aacute;cia em contextos diferentes e as empresas t&ecirc;m de fugir de lugares comuns, n&atilde;o emular refer&ecirc;ncias de forma superficial e encontrar seus pr&oacute;prios paradigmas.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Alberto Serrentino</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.gsmd.com.br"  target="_blank">GS&amp;MD</a></p>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[agora as empresas começam a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas próprias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mat&eacute;ria que eu encontrei no &oacute;timo<a rel="nofollow" href="http://falandodevarejo.blogspot.com"  target="_blank"> Falando de Varejo</a>, do amigo Caio.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Estou trabalhando em um projeto que vai incluir uma linha de produtos de marca pr&oacute;pria e achei muito interessante colocar aqui, o ponto de cresimento e de aceita&ccedil;&atilde;o do mercado para isso.</span> </p>
	<p><strong><br />
Pesquisa da Nielsen aponta crescimento de 22% no n&uacute;mero de itens dispon&iacute;veis no varejo</strong></p>
	<p>As chamadas marcas pr&oacute;prias foram criadas por empresas do varejo na d&eacute;cada de 1970 e de l&aacute; para c&aacute; n&atilde;o param de crescer. Se antes o foco era apenas o pre&ccedil;o &mdash; em m&eacute;dia, at&eacute; 30% menores que os das marcas l&iacute;deres &mdash;, agora as empresas come&ccedil;am a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas pr&oacute;prias, desde produtos aliment&iacute;cios a eletroeletr&ocirc;nicos.</p>
	<p>O estudo da Nielsen (www.br.nielsen.com) mostra ainda que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o no Brasil consome produtos de marca pr&oacute;pria e que eles est&atilde;o cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Em 2009, as marcas pr&oacute;prias conquistaram cerca de 18,2 milh&otilde;es de consumidores, o que representa 49,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
	<p>&ldquo;Eu sempre olho o fabricante&rdquo;, conta o microempres&aacute;rio Marco Antonio Domingues. &ldquo;Por exemplo, eu compro sempre o &oacute;leo que uso para a fritura dos salgados em minha f&aacute;brica do Mercadorama ou do Big, que s&atilde;o fabricados pela Bungue, a mesma empresa que faz o Liza&rdquo;, diz.</p>
	<p>Domingues relata ainda que, na casa dele, usa mais produtos ainda de marca pr&oacute;pria, como material de limpeza, sorvetes, etc. &ldquo;O custo benef&iacute;cio &eacute; sempre mais interessante&rdquo;, conta. O microempres&aacute;rio, no entanto, n&atilde;o dispensa a pesquisa de pre&ccedil;os. &ldquo;As vezes, nas promo&ccedil;&otilde;es vale a pena comprar os produtos de marcas conhecidas&rdquo;, resume.</p>
	<p>Um estudo da Nielsen revelou que em 2009, houve um crescimento de 7% no faturamento em rela&ccedil;&atilde;o a 2008 o autosservi&ccedil;o. S&oacute; no setor supermercadista o faturamento chegou a R$ 158,5 bilh&otilde;es no ano passado.</p>
	<p>As categorias de marca pr&oacute;pria com maior faturamento, de acordo com o estudo da Nielsen, foram: leite ass&eacute;ptico, &oacute;leo vegetal e azeite, papel higi&ecirc;nico, arroz, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e biscoitos, feij&atilde;o, p&atilde;es e bolos, iogurtes e panetones. Juntas elas somaram R$ 786,9 milh&otilde;es em vendas no autosservi&ccedil;o.</p>
	<p>&ldquo;Esses dados mostram que, entre junho de 2008 e julho de 2009, no auge da crise, o segmento de marcas pr&oacute;prias cresceu&rdquo;, afirma Neide Montesano, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Marcas Pr&oacute;prias e Terceiriza&ccedil;&atilde;o (Abmapro) &mdash; (http://www.abmapro.org.br/).</p>
	<p>O grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car foi um dos primeiros a lan&ccedil;ar itens de marca pr&oacute;pria no Brasil em 1970. Em 2006, foi lan&ccedil;ada a Taeq, a &uacute;nica marca de bem-estar do varejo brasileiro. At&eacute; o final do ano, a linha receber&aacute; investimentos de R$ 10 milh&otilde;es para desenvolvimento de novos produtos.</p>
	<p>A Taeq tem um universo amplo que envolve cinco pilares de atua&ccedil;&atilde;o: Nutri&ccedil;&atilde;o, Org&acirc;nico, Casa, Esporte e Beleza. O portf&oacute;lio inclui mais de 1400 itens. No ano passado, o faturamento de Taeq registrou crescimento de mais de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007 e a previs&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero seja ainda melhor em 2009. Em maio de 2008, lan&ccedil;ou Qualit&aacute;, uma solu&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para o dia a dia que pode ser encontrada nos supermercados do Grupo. Ao longo desse ano dever&atilde;o ser introduzidos mais de 300 produtos.</p>
	<p><strong>Setor investe tamb&eacute;m em eletr&ocirc;nicos</strong></p>
	<p>No Walmart, em todo o Brasil, h&aacute; hoje mais de 12.000 itens de marca pr&oacute;pria, entre a &aacute;rea de alimentos e n&atilde;o-alimentos, incluindo a linha de eletroeletr&ocirc;nicos e t&ecirc;xteis (moda feminina, masculina, infantil e cama, mesa e banho). Os pre&ccedil;os s&atilde;o, em m&eacute;dia, 25% mais baixos que os das marcas l&iacute;deres.</p>
	<p>O mix envolve desde alimentos, como feij&atilde;o e a&ccedil;&uacute;car, a artigos de higiene e limpeza, como papel higi&ecirc;nico e amaciante, al&eacute;m de roupas e eletroeletr&ocirc;nicos. &ldquo;Estamos sempre analisando o mercado e procurando ampliar cada vez mais o mix dos produtos de marca pr&oacute;pria&rdquo;, explica Julia Pettini, diretora de Marcas Pr&oacute;prias do Walmart Brasil.</p>
	<p>O Walmart Brasil possui at&eacute; o momento 25 marcas pr&oacute;prias, sendo que a &uacute;ltima linha, de produtos saud&aacute;veis e nutritivos, foi lan&ccedil;ada em julho deste ano. Segundo Julia, &ldquo;s&atilde;o os esfor&ccedil;os voltados a oferecer qualidade e pre&ccedil;o acess&iacute;vel aos consumidores que garantem a credibilidade e fidelidade dos clientes, na compra dos itens de marca pr&oacute;pria&rdquo;. Carrefour &mdash; A rede francesa Carrefour disp&otilde;e de produtos marca pr&oacute;pria em diversos segmentos: alimentar, eletr&ocirc;nico, automotivo, vestu&aacute;rio, cama, mesa e banho, utilidade dom&eacute;stica, decora&ccedil;&atilde;o, pet, bebidas, entre outros. Ao todo s&atilde;o 1.400 itens segmentados.</p>
	<p>A Linha Viver &eacute; uma marca de produtos saud&aacute;veis composta por mais de 290 produtos, distribu&iacute;dos em seis categorias &ndash; light, diet, org&acirc;nicos, funcionais, &agrave; base de soja e zero. Eles t&ecirc;m a chancela da reconhecida qualidade Carrefour, pre&ccedil;os entre 15% e 30% mais baixos dos que os l&iacute;deres de mercado.</p>
	<p>A Garantia de Origem &eacute; um programa desenvolvido mundialmente pelo Grupo Carrefour que estabelece um padr&atilde;o de exig&ecirc;ncia e entrega de nossos produtos em n&iacute;veis al&eacute;m daqueles definidos pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. O G.O. faz parte do posicionamento da empresa de investir em produtos de qualidade diferenciada aos seus clientes, como: frutas, legumes, peixes, frutos do mar, carnes, aves, gr&atilde;os, cereais, leite, queijo e ovos;</p>
	<p><strong>J&aacute; em Bazar h&aacute; duas linhas:</strong></p>
	<p>A Casa &amp; Deco &eacute; a marca pr&oacute;pria do Carrefour para presentes, m&oacute;veis, aparelhos de jantar, jogos de panelas, inclusive de inox, faqueiros, utens&iacute;lios de cozinha e cutelaria. Com design diferenciado, os produtos se caracterizam pela alta qualidade e pre&ccedil;o baixo. Em m&eacute;dia, s&atilde;o 10% mais baratos do que os das marcas l&iacute;deres</p>
	<p>A Jardim &amp; Deco &eacute; uma linha completa de m&oacute;veis para jardim, varanda e piscina, com 80 refer&ecirc;ncias em m&oacute;veis, entre sof&aacute;s, mesas, cadeiras, carrinho-bar, ombrelone suspenso, banco e banqueta. H&aacute; m&oacute;veis em quatro op&ccedil;&otilde;es de materiais: madeira, bambu, ratan sint&eacute;tico e alum&iacute;nio.</p>
	<p>A Top Life &eacute; uma marca voltada para produtos de esporte e lazer, como: linha de futebol (bolas, luva de goleiros, bomba de encher pneu), acess&oacute;rios para muscula&ccedil;&atilde;o, linha de t&ecirc;nis de mesa (raquete, bolinha de ping pong), entre outros.</p>
	<p>A Top Bike &eacute; uma linha de bicicletas (masculino, feminina e infantil) e acess&oacute;rios para a pr&aacute;tica deste esporte, como capacete, luva, bomba, buzina, acess&oacute;rios de freio, entre outros.</p>
	<p>No setor t&ecirc;xtil a Tex &eacute; uma marca voltada para a categoria T&ecirc;xtil, com produtos voltadas para vestu&aacute;rio, moda int&iacute;ma e cama, mesa e banho.E no segmento de eletro, a First Line &eacute; uma linha de produtos focado em tecnologia com excelente custo x benef&iacute;cio. Produtos de inform&aacute;tica que possuem o objetivo de ter sempre o melhor pre&ccedil;o.</p>
	<p>Foram lan&ccedil;adas mais de 400 produtos de diversas categorias Alimentar, Higiene, Limpeza, Perfumaria, Seca (Mercearia), Liquida, PAS (Refrigerados e Congelados) e Perec&iacute;veis (A&ccedil;ougue, Peixaria, Frutas Verduras e Legumes, Salsicharia e Padaria). Para 2010 a expectativa &eacute; aumentar ainda mais o n&uacute;mero de itens.</p>
	<p>Fonte: AE</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Você sabe porque perde clientes?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser ''exclusivo'' e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d9W945hb2" alt="" />O <a href="http://www.twitter.com/@guiadaembalagem"  target="_blank">@guiadaembalagem</a> tuitou o link para este artigo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito bom, muito legal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claríssimo, ajuda a entender o significado e a importância de CRM para os que não sabem muito bem o que é isso e sempre ficam constrangidos em perguntar. Até porque, na hora de explicar, muita gente gosta de &#8216;dourar a pílula&#8217; e enrolar a explicação.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveite e enquanto entende o porque CRM é importante, repare em outros pontos vitais, como o atendimento, o PRIMEIRO atendimento; a necessidade de conhecer BEM os produtos e serviços, para oferecer com argumentação; a necessidade do pós-venda&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><strong><span class="fonte_geral_reforcada">Você sabe o que é CRM e suas aplicações práticas?</span></strong></p>
	<p><span class="fonte_geral"><br />
Para traduzir melhor a sigla CRM, vamos usar<em> Criando Relacionamentos Melhores</em>.</span></p>
	<p>Nesse novo cenário do Mercado Globalizado, existem alguns motivos pelos quais você perde um cliente.</p>
	<p>1% por falecimento,</p>
	<p>5% por mudança de endereço,</p>
	<p>5% por amizades comerciais,</p>
	<p>10% por maiores vantagens em outras organizações,</p>
	<p>14% por reclamações não atendidas,</p>
	<p>65% por indiferença de pessoal que os atende.</p>
	<p>O CRM veio suprir a necessidade de melhoria no atendimento ao cliente.</p>
	<p>Com um formato embasado com dados pré estabelecidos, que pode ser feito via pesquisa ou simplesmente por meio de dados dos clientes já cadastrados.</p>
	<p>Com estes dados, você consegue traçar o perfil e estabelecer uma linha de comunicação eficaz entre Cliente x Empresa x Cliente.</p>
	<p>O mais importante disso tudo, é que juntamente como o CRM, você utilizará de técnicas como <strong>APONTE</strong>, que baseia-se no seguinte princípio:</p>
	<p><strong>A</strong> &#8211; O primeiro atendimento ao cliente é essencial, afinal estamos cansados de ouvir que &#8221;A 1ª Impressão é a que fica&#8221; e nunca teremos uma segunda chance de causar uma boa impressão.</p>
	<p>Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser &#8221;exclusivo&#8221; e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.</p>
	<p><strong>P</strong> &#8211; Pesquise; Não basta apenas você atender o seu cliente de forma unica e exclusiva, se você não buscar entender qual a sua real necessidade.</p>
	<p>Existem vários tipos de clientes, todos nós sabemos muito bem disso, alguns falam diretamente o que precisam, embora muitas vezes acabam comprando outros produtos ou serviços diferentes do que ele acreditava ser sua necessidade, mas existem outros tipos de clientes, que deve ser explorado mais profundamente para que você entenda a sua necessidade e atenda-o nisso.</p>
	<p><strong>O</strong> &#8211; Ofereça: Uma vez que você já sabe a real necessidade do seu cliente e já o atendeu de forma personalizada, você deve oferecer a real solução para o mesmo. Quão desconfortável e frustrante você desejar algo e o vendedor &#8221;empurrar&#8221; outra coisa, o que é comum em lojas de calçados, farmácias, empresas de telefonia e conveniências.</p>
	<p>Por isso repito, quando digo &#8221;ofereça&#8221;, deixe de lado as metas que você deve bater uma vez que você sentiu que a necessidade do seu cliente é apenas um serviço. Não estou dizendo que você nunca deverá ofertar outros serviços que a sua empresa disponibiliza, longe de mim isso, mas quero deixar claro que você não deve empurrar de nenhuma forma serviços que são desnecessário, pois o resultado disso é extremamente negativo à Identidade Corporativa.</p>
	<p>Lembre-se: Ofertar é demonstrar com leve apelo determinado serviço, empurrar é semelhante à molestar ou lesar outrém.</p>
	<p><strong>N</strong> &#8211; Neutrazilar x Negociar: Uma vez que o cliente já sabe como será resolvido a sua necessidade, por meio dos serviços outrora ofertados por você, chega ao momento mais delicado e dinâmico da negociação; Neutralizar as Objeções e Negociar Preços.</p>
	<p>Neutralizar Objeções: O cliente nunca está satisfeito, ou a sua falta de segurança nas promessas passadas pela força de vendas que muitas vezes é falha (&#8221;gato escaldado tem medo de água fria!&#8221;), o cliente sempre ficará com um pé atrás ou com dezenas de dúvidas sobre o produto ou serviço, neste momento entre a decisão de compra e um &#8221;vou dar uma olhadinha por aí, qualquer coisa eu volto!&#8221; é que devemos pesquisar as dúvidas e neutralizar toda e qualquer objeção que houver com relação ao serviço ou produto ofertado.</p>
	<p>Negociar: Quando falamos em dinheiro, temos que ter consciência que é imprescindível não apenas ter a necessidade de determinado item, seja ele produto ou serviço, mas sim um agente motivador, para que o mesmo saia de sua casa em plena à Quarta-feira 23 horas para comprar um chocolate na Conveniência do posto que fica à seis quadras do seu apartamento. Isso é provocado pelo efeito da propaganda, mas devemos lembrar que muitas das vezes, fazem-se propaganda do produto e não do canal distribuidor do mesmo.</p>
	<p>Quando não deixamos uma margem de negociação, quando falo isso não penso apenas em valores, mas sim em pequenos detalhes que podem comprometer sua venda e ação da propaganda, corremos o risco eminente de não só perder um cliente, como fortalecer o seu concorrente, que muitas vezes basta atravessar a rua.</p>
	<p><strong>T </strong>- Tomar Iniciativa: Uma das grandes falhas cometidas pela força de vendas é ocasionada na Iniciativa de Venda ou Tomada de Decisão.</p>
	<p>Concordo que muitas vezes o cliente fica extremamente fechado para a tomada de decisão de compra, deixando muitos vendedores intimidados, mas os casos onde mais encontramos falha, é que dificilmente alguém consegue, se não estiver apto ao mercado, identificar qual o ponto exato de falar para o seu cliente olho no olho “Vamos assinar os papéis?”.</p>
	<p>O que acontece na grande maioria é a antecipação desse processo, o que gera um desconforto, aquele que você sente quando estão te empurrando algo que você não quer, acha que não quer ou acredita que não quer.</p>
	<p>O momento exato deve ser sentido, não existe uma regra básica nem um horário que deve se fechar uma negociação. O que posso dizer é que a partir do momento que não houver mais objeção e nem questionamentos sobre o produto/serviço, está faltando apenas a Tomada de Decisão para o fechamento do negócio.</p>
	<p><strong>E</strong> &#8211; Estenda Relacionamentos: A Maneira mais fácil de você estender relacionamento é implantar a idéia da Pós-Venda.</p>
	<p>Esse trabalho é crucial para a fidelização de clientes, bem como conseguir mais clientes por meio da propaganda boca-a-boca.</p>
	<p>É um processo um tanto quanto complicado para empresas que ainda não se habituaram com esse tipo de cultura, entretanto, é mensurável os resultados obtidos com o número de clientes satisfeitos, que se tornam muito mais do que clientes, mas amigos e captadores de novos clientes.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.agencia11.com.br"  target="_blank">Agência 11</a> e <a href="http://www.guiadaembalagem.com.br/"  target="_blank">Guia da Embalagem</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Este consumidor é de quem? É MEU!&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:19:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34Q43ch95" alt="" />Empresas disputam a fidelidade do consumidor</strong></p>
	<p><em>Microempresas e grandes companhias adotam os programas de benefícios</em></p>
	<p>Vender um produto ou atender bem a um cliente uma única vez pode ser uma tarefa fácil perto da complexidade que existe para tornar esse mesmo comprador um consumidor frequente e fiel. Em um mercado competitivo e repleto de promoções atrativas, os programas de fidelização de clientes são cada vez mais valorizados e se popularizaram. Deixaram de ser uma estratégia exclusiva de grandes empresas para se tornar uma ferramenta oferecida até mesmo em pequenos estabelecimentos, como locadoras de vídeo, restaurantes, imobiliárias e institutos de beleza de bairro.</p>
	<p>Tecnologias restritas como cartões de crédito e internet já não são essenciais para participar de programas de fidelidade e receber bonificações por isso. Hoje, a criatividade é item fundamental para se aproximar da clientela. Se os programas de vantagens oferecidos pelas companhias aéreas eram os mais conhecidos, hoje são várias fórmulas simples que servem para comprovar as compras e receber algum benefício em troca.</p>
	<p>Na locadora de vídeo TV3, em Porto Alegre, por exemplo, os clientes recebem um cartão onde são marcadas as locações. A cada 10 retiradas, o associado pode levar um filme sem pagar. Iniciativa semelhante é encontrada na Temakeria e Empório Japesca, no Mercado Público. No estabelecimento, os apreciadores da iguaria nipônica que juntarem dez etiquetas encontradas na embalagem do cone típico japonês ganham outro a escolher entre os oito sabores do cardápio. Criada para divulgar o lançamento da loja e fidelizar os clientes, a iniciativa vem superando as expectativas dos proprietários. “Não acreditávamos muito, mas em duas semanas já trocamos mais temakis do que imaginávamos”, confirma o sócio-gerente Roberto Mendo da Cunha.</p>
	<p>Na estética Helô.com, no bairro Farroupilha, a cada R$ 200,00 gastos em cortes, depilação e massagens, entre outros serviços, as frequentadoras ganham uma sessão de manicure. Ao invés de distribuir brindes ou chaveirinhos para a clientela, a proprietária do salão de beleza, Heloísa Dornelles, escutou o conselho do filho publicitário e investiu na pequena cartela, onde são computados os valores gastos e a data. O cartão tem validade e troca de cor a cada duas estações (primavera-verão e outono-inverno) e já ofereceu como bonificações tratamento facial e pedicure. “Tem gente que faz o cabelo num lugar, o pé em outro e assim vai. Hoje, a maioria dos clientes faz tudo comigo. Se a pessoa vier pedir uma informação, eu já dou um cartãozinho”, conta ela.</p>
	<p>A cliente Gisele Camargo é prova disso. Mesmo morando num bairro distante, ela atravessa a cidade para pintar os cabelos e tratar os pés com Heloísa. Para ela, que já atingiu o valor para premiação cerca de seis vezes, a iniciativa não acelera a sua presença na estética, mas faz ela se sentir valorizada e priorizar o estabelecimento na hora de retocar o visual. “Vim aqui por causa da manicure e fiquei cliente. O cartão é um estímulo e uma forma de fazer um agrado às clientes. Faz com que a gente crie um vínculo com o salão”, revela.</p>
	<p>O consultor e especialista em Marketing de Fidelização e Relacionamento, Marcelo Cristiano Gonçalves, confirma o depoimento de Gisele e recorda uma das premissas das apostilas de marketing para resumir a estratégia de fidelidade: “é mais barato manter um cliente do que conquistar um novo”. Segundo ele, são ferramentas que trazem resultados comprovados, com o aumento médio da frequência de visita em 40% e de 20% no tíquete das compras.</p>
	<p>Mas alerta que para o sucesso do programa é necessário um banco de dados atualizado, conhecimento do comportamento de compra dos clientes e treinamento permanente dos funcionários. “A iniciativa deve fazer parte da cultura da empresa. Um programa de fidelidade não é uma simples promoção. Ele cria um vínculo mais forte com os clientes”, explica.</p>
	<p>Ações tradicionais oferecem resgate de pontos em redes parceiras</p>
	<p>Paralelo à expansão de iniciativas caseiras, as empresas de grande porte promovem inovações nos seus critérios de bonificação, com a integração de pontos em diferentes empresas e benefícios múltiplos. A TAM, uma das pioneiras em programas de fidelidade no Brasil, é o maior exemplo disso. A companhia aérea lançou recentemente o seu novo programa. Batizado de Multiplus Fidelidade, a nova unidade de negócios da empresa buscará parcerias com marcas dos mais variados ramos a fim de integrar seus programas de fidelidade sob uma só gestão. Dessa forma, os clientes associados poderão acumular pontos em uma única conta e realizar resgates de prêmios nos estabelecimentos conveniados.</p>
	<p>De acordo com a TAM, a concretização dessa rede de programas para o consumidor tem o objetivo de aumentar as vendas e cativar os clientes das empresas parceiras. “É uma via de mão-dupla, onde todos os lados se beneficiam”, entende o vice-presidente de finanças, gestão e TI da companhia, Líbano Barroso. Diversos segmentos integram o programa, como, por exemplo, farmácias, postos de gasolina, supermercados, cinemas, livrarias, hotéis e bancos, entre outros. Todos os 5,9 milhões de clientes do TAM Fidelidade, tradicional programa da empresa, fazem parte do Multiplus Fidelidade automaticamente.</p>
	<p>Fruto de uma iniciativa desenvolvida pela Rede Bom Preço, de Pernambuco, há 14 anos, o programa de fidelidade da companhia Walmart ganhou o nome de Bomclube. Oferecido há apenas um ano na região Sul, o clube de vantagens já conta com cerca de 550 mil sócios só no Rio Grande do Sul – no País são mais de quatro milhões de usuários. Conforme o gerente do programa, Marcelo Paes, 17% do total de transações realizadas nas lojas são feitas por participantes do clube, onde cada real gasto equivale a um ponto, que depois podem ser trocados por mercadorias (70% da preferência), descontos ou ingressos para cinema, assinaturas de revistas, viagens aéreas e locação de veículos, entre inúmeros benefícios.</p>
	<p>Na opinião dele, a principal vantagem do programa de fidelização do Walmart é que os consumidores podem pontuar em todas as lojas da rede no Brasil. A multinacional também será parceria da TAM no Multiplus Fidelidade. “Temos o único programa desse tipo no varejo. O cliente se sente atraído por isso e consome mais. Podemos perceber a satisfação quando os consumidores exigem os seus pontos. Eles entendem isso como um reconhecimento”, ressalta.</p>
	<p>O modelo utilizado pela Ipiranga no Quilômetros de Vantagens é semelhante: cada R$ 1,00 gasto em combustível e aditivos para o carro se converte em um ponto para ser utilizado no resgate de prêmios e descontos em serviços e produtos, juntamente com o pagamento de uma parte em dinheiro. A pontuação é dobrada nos casos de pagamento com cartão Ipiranga e abastecimento em postos preferenciais. Lançado em março deste ano, o programa conta com mais de dois milhões de participantes, a maior parte na região Sul.</p>
	<p>Além do clube de vantagens, revela o gerente do Departamento de Comunicação de Marketing, Francisco Lúcio Mandarino Moraes, a companhia investe em mais dois canais para fidelizar os clientes: postos com diversos serviços e comunicação permanente. “Existe uma diversidade de ofertas e a briga por preços é constante nesse segmento. O programa tem uma capacidade muito grande de reter clientes e aproximar marcas. Deixamos claro que é uma troca. O cliente consome nos postos Ipiranga e em contrapartida nós oferecemos facilidades e benefícios”, ressalta.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Marcos Giesteira</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte:<a href="http://jcrs.uol.com.br/"  target="_blank"> Jornal do Comércio</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Luz, cor&#8230; sensação!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:54:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=c0B316ac8" alt="" />Palavras de mestre, a gente ouve e não esquece&#8230;</span></p>
	<p><strong>Cores, marcas e ambientação</strong></p>
	<p>Estudos mostram que menos de 0,001% dos nossos pensamentos é consciente. Esta constatação, de neurocientistas, nos ajuda a avaliar as nossas próprias atitudes em diferentes situações. Desde cedo, somos aconselhados a pensar antes de agir, mas, na verdade, primeiro sentimos, depois pensamos para, somente então, agirmos. Uma grande parte das nossas ações resulta de sensações absorvidas inconscientemente.</p>
	<p>Esta informação, quando avaliada do ponto de vista das marcas e da ambientação dos pontos de venda, é de extrema valia. Há uma série de ferramentas que podemos utilizar exatamente para despertar sensações em shoppers ou nos consumidores. Entre estas ferramentas, vamos destacar especificamente as cores.</p>
	<p>As diferentes cores e suas tonalidades são diretamente relacionadas às emoções. Claro que, para cada um, a sensação é diferente, uma vez que ela depende da nossa cultura e do nosso repertório. No entanto, ao se criar uma marca, uma embalagem ou a ambientação de uma loja, a preocupação com a cor deve estar entre as prioridades.</p>
	<p>A cor escolhida será a referencia para a rápida identificação e, consequentemente, precisará transmitir as sensações pelas quais a marca pretende ser percebida pelo seu público. Dependendo da cor escolhida, ela também ajudará a despertar o desejo. E, principalmente no PDV, provocar o desejo do shopper é fundamental para a concretização da venda.</p>
	<p>Para cada público e para cada mensagem que se deseja passar, há cores mais indicadas. O vermelho é a cor do alerta, do sinal de atenção e ajuda a despertar adrenalina e, inclusive, estimula o apetite. Por isso, muitas redes de fast food incluem na sua ambientação a cor vermelha. O rosa transmite mais a sensação de relaxamento, assim como o azul, relacionado à tranqüilidade. Já o amarelo desperta alegria, criatividade e também está relacionado ao apetite. O marrom, por sua vez, está mais relacionado ao rústico e as formas naturais, assim como o verde. Já o branco é a cor da paz, muito utilizado para transmitir a imagem de limpeza e inocência.</p>
	<p>Além de usar a conotação de cada uma das cores na comunicação da marca, a escolha também é essencial para a ambientação das lojas. É preciso sempre pensar no PDV como um espaço de relacionamento e atração. Assim, na maioria dos casos, as lojas geralmente utilizam uma cor padrão, na maior parte das vezes neutra, que propicie um bom destaque para as mercadorias expostas. Cores mais fortes ou diferentes podem ser distribuídas ao longo do estabelecimento, de acordo com as sensações que se deseja despertar.</p>
	<p>Em um supermercado, por exemplo, é comum a área de hortifruti apresentar tons de verde exatamente para enfatizar ao consumidor a origem dos produtos ali expostos. Nos caixas, é mais comum cores relaxantes como a azul, para diminuir a sensação do tempo de espera e transmitir mais tranqüilidade na hora da conclusão e pagamento da compra.</p>
	<p>Utilizar a iluminação de forma cenográfica para alterar as cores do ambiente durante o dia, também pode ser uma excelente alternativa. O emprego de luminárias com LEDs, por exemplo, além de economia de energia quando comparadas a outras fontes de luz, permite a diversificação das cores e pode ajudar a estimular diferentes sensações no ponto de venda.</p>
	<p>Para escolher a melhor alternativa, o primeiro ponto é saber qual a sensação e que se deseja passar ao público em cada espaço. A partir desta definição, é possível buscar alternativas e utilizar as cores para atingir este objetivo. Para cada situação, há uma cor que pode influenciar fortemente as pessoas e ajudar tanto na atratividade, como na fidelização dos clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Gilberto Stunck</em></p>
	<p style="text-align: right;">
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:59:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[estratégia de Branding não é só para as marcas que estão nas gôndolas. Assim como qualquer produto de consumo, a marca-mãe, ou a marca das marcas precisa ser disseminada. É o que faz a Unilever, em peças veiculadas em revistas e impressos diversos sobre seu aniversário de 80 anos no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=cfT0edqee" alt="" />Mais um ótimo texto do Mundo do Marketing.</span></p>
	<p>Que tal reduzir frequentemente a verba de comunicação da sua empresa? Ou então mudar constantemente de agência, de preferência a cada ano. Gaste o mínimo possível em pesquisa sobre a saúde e a personalidade da marca. Estas são algumas das “dicas” de anti-branding que compõem a palestra Branding: 10 lições para não cair em armadilhas, de Jaime Troiano, um dos maiores especialistas do segmento no Brasil.</p>
	<p>É claro que o executivo não ensina como fazer o anti-branding. Até porque, que profissional de Marketing  teria interesse em conhecer mais sobre este tema? Durante o lançamento do livro &#8220;As marcas no divã&#8221; na ESPM Rio, o autor Jaime Troiano mostrou lições que aprendeu na prática, no dia-a-dia, e que hoje contribuem para uma reflexão que ajudará os profissionais de Marketing.</p>
	<p><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/jaime_troiano_branding.jpg" alt=" " width="142" height="188" align="right" /></p>
	<p>O especialista em marcas e colunista do Mundo do Marketing destacou a diferença entre a aparência e a essência de uma marca, projetos de felicidade que compõem o imaginário de quem faz uma compra, brand equity, força de marca, a real importância do nome, o poder multiplicador de marcas fortes, a marca das marcas, ‘surubrand’, visão interna da marca, além do anti-branding.</p>
	<p><strong>Nome, essência e aparência</strong><br />
Em muitos casos, no processo de criação de uma marca, a escolha do nome é visto como o mais importante. De acordo com Troiano (foto), o nome é só o começo. “Tem profissional de Marketing que acha que, ao descobrir o nome certo, já ganhou a guerra. Não é bem assim”, afirma. Exemplos não faltam. Quando é que imaginaríamos que o nome Itaú (que significa pedra em Tupi-Guarani) seria o líder do setor bancário? Será que os executivos de Marketing da Tigre achavam que este nome significaria sucesso e liderança de mercado? O que dizer então de Flamengo, Gol, Claro, Toddy&#8230; “Nome não quer dizer muita coisa, mas sim o que se constrói ao redor da marca”, diz.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/branding_OMO_materia.jpg" alt=" " width="153" height="135" align="left" /></p>
	<p>Separar a essência da marca de sua aparência é necessário para não cair em armadilhas deste território indefinido chamado Branding. Despreze as primeiras coisas que são ditas pelo seu cliente porque nem sempre o que ele diz é o que ele sente na verdade. “No Sul de Minas Gerais visitei uma casa muito humilde que tinha uma embalagem de OMO do lado de fora. Perguntada sobre o motivo de usar o produto, a consumidora citou algumas qualidades. Mas o seu objetivo era mostrar para a vizinhança que ela não é tão pobre quanto parece”, explica o colunista do Mundo do Marketing.</p>
	<p style="text-align: left;">O poder das marcas fortes é um fator multiplicador. Basta ver as extensões que são lançadas no mercado a cada dia. É cada vez mais comum as marcas se multiplicarem e oferecerem produtos em outras categorias. Porém, é preciso entender e estudar o que o especialista chama de &#8220;gôndola mental do consumidor&#8221;. “Nada mais é do que lançar um produto em uma nova categoria e o consumidor olhar no ponto-de-venda e achar que já existia. Quando o Yakult lançou um shampoo, logo retiraram do mercado porque este tipo de produto não constava na gôndola mental do consumidor”, ensina. Exemplos de sucesso são as extensões das marcas Walita, Tilibra, Capricho e Dona Benta.</p>
	<p style="text-align: center;"><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/branding_donabenta_materia.jpg" alt=" " width="400" height="293" /></p>
	<p><strong>Tangível X intangível</strong><br />
Para realizar um bom processo de Branding é necessário levar em conta o trabalho de Marketing que faz com que o consumidor busque projetos de felicidade com a marca. Pesquisas mostram que uma marca pode ocupar o espaço de idealização na cabeça do consumidor e fazer com que ele seja visto e aceito como ele gostaria. Outra lição é a busca pelo verdadeiro Brand Equity, ou o valor patrimonial de uma marca.</p>
	<p>Sabe-se que os ativos de uma marca podem ser tangíveis e intangíveis. Já o Brand Equity não pode ser medido pela imagem, personalidade, força ou atração que uma marca exerce. Para se chegar ao denominador comum, Troiano divide o valor da marca (intangíveis) pelo valor real da empresa (tangíveis). Segundo o especialista, a Tam possui valor patrimonial é 2.6 vezes maior que o de mercado. A Natura apresenta 16.6 vezes mais valor intangível do que tangível, por exemplo.</p>
	<p>Com base em pesquisa, Troiano aponta para dados que mostram o valor intangível de marcas em diferentes categorias. Empresas que atuam na área de produtos B-2-B têm 10% a mais de valor de marca enquanto produtos de consumo aumentam em 35%. Produtos com apelo de imagem, como as categorias de cerveja e automóvel, crescem 50% em valor de negócio, perdendo apenas para produtos de auto expressão, ou de Luxo, que ganham 80% mais valor por conta de sua marca.</p>
	<p><strong><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/branding_piramide_materia.jpg" alt="" width="200" height="171" align="left" />Auditoria de marca e poder multiplicador</strong><br />
Para avaliar o nível de aceitação de uma marca é necessário medir sua força. Através de uma pirâmide de auditoria de marca, feita com base em pesquisa da Troiano Consultoria de Marca, é possível ver que os níveis médios de força são de 9% para os idealizadores (os advogados das marcas), 8% dos que têm preferência pela marca e 62% de consumidores que conhecem e se familiarizam com uma marca. Já os que rejeitam representam 14% e apenas 7% dos entrevistados desconhecem a força de marca.</p>
	<p>Nota-se que a maior parte do mercado não tomou decisões definitivas (62%) e, portanto, o espaço para conquista de novos consumidores está aberto. “A auditoria de marca mede a força dela e a sua variação. É preciso medir onde está e onde a sua marca estará após um ano”, aponta Jaime Troiano.</p>
	<p>Uma estratégia de Branding não é só para as marcas que estão nas gôndolas. Assim como qualquer produto de consumo, a marca-mãe, ou a marca das marcas precisa ser disseminada. É o que faz a Unilever, em peças veiculadas em revistas e impressos diversos sobre seu aniversário de 80 anos no Brasil. “A comunicação corporativa que veicula a marca das marcas remete à paternidade, poder de mercado, orgulho, reputação. Assim como as empresas mais prestigiadas publicadas todo ano na revista Época Negócios. Bons caminhos são a responsabilidade social e ambiental, qualidade de produtos e serviços, capacidade de inovação, admiração e confiança, história e evolução”, destaca o palestrante.</p>
	<p><strong>Quando mais é menos</strong><br />
Muito cuidado com processos de fusões, aquisições ou takeovers. Para o Branding, esta pode ser uma das piores armadilhas. Mudar a marca, mesclar a comunicação com a empresa parceira de forma amadora ou desconexa, pode resultar no que Jaime Troiano chama de ‘surubrand’. “É o caso da sobrinha do presidente de uma empresa que se formou em design e propõe mudanças na comunicação visual de uma marca. Ao mudar a logomarca, o cartão de visitas, o layout do site, por menor que seja a mudança, a marca perde sua identidade”, salienta.</p>
	<p>Mostrar como a empresa é do lado de dentro é uma das lições que integram a obra de Jaime Troiano. Normalmente, o número de colaboradores que gostam da empresa em que trabalham é maior do que o de consumidores com o mesmo sentimento. Ao realizar um trabalho de Branding para uma marca de pneus, a Troiano Consultoria percebeu o contrário.</p>
	<p>“Dentro da empresa eram 10% de colaboradores que a defendiam, contra 15% de consumidores. Para que uma marca cresça é fundamental começar a divulgar e treinar as pessoas de dentro e dar a elas um verdadeiro banho de marca”, define.</p>
	<p><strong>Lições para um bom anti-branding</strong><br />
Para completar as lições propostas por Jaime Troiano, o anti-branding aparece para mostrar como não agir para se obter um processo de Branding satisfatório. Reduzir sempre a verba de comunicação e contentar-se com informações que giram apenas dentro da empresa são as primeiras “dicas”. Além disso, mudar constantemente de agência e centralizar a função de gerir a marca apenas ao departamento de Marketing ou de comunicação caminham juntos com a economia que deve ser feita em pesquisas sobre a saúde e a personalidade da marca.</p>
	<p>Outro passo para o anti-branding perfeito é acreditar que o importante é ganhar o prêmio Top Of Mind, achar que a propaganda resolve tudo ou, pelo contrário, não resolve nada, e investir pouco ou quase nada em recursos de design. “Pense no consumidor de classe C e D como se ele fosse um consumidor A/B só que em versão 1.0”, brinca Troiano.</p>
	<p>Seguindo essas determinações, o profissional de Marketing poderá conseguir sua demissão &#8211; ou a quebra da empresa &#8211; em tempo recorde. E por último, o anti-marketing espera que este profissional acredite que as marcas são fortes o suficiente para resistir a tudo isso.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>A marca nos dias de hoje - Construindo relacionamentos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os consumidores de uma marca podem manifestar seus julgamentos ou sentimentos na mesma hora em que são impactados pelas informações e campanhas publicitárias. Existe interatividade, troca de informações e mensuração exata do consumidor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=b4A1bbi35" alt="" /><span style="color: #888888;">Excelente entrevista do <a href="http://www.marcelotrevisani.com.br"  target="_blank">Marcelo Trevisani</a> que saiu no <a href="http://www.cidademarketing.com.br/"  target="_blank">Cidade Marketing</a>.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Ótimas as colocações sobre a aplicação de SEO-SEM  e a importância das marcas se apresentarem como as primeiras fornecedoras de informação sobre seus produtos.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Isso, na minha opinião, é importante não só para as marcas como para o varejo, os pontos de venda. Colocar-se na linha de frente, oferecendo aos clientes mais do que puramente o produto/serviço. Mas, principalmente, oferecendo informação, conteúdo e indexação do conteudo existente para que o consumidor/cliente/usuário saiba o que ele pode esperar daquele produto/serviço.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Acredito que esta seja o primeiro passo para iniciar um relacionamento, quando você demonstra que quer oferecer mais do que o básico. Mais do que os outros&#8230;</span></p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- O que é uma marca nos dias de hoje?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Uma marca, hoje em dia, não é apenas o logotipo ou a sua identidade visual. Sabemos que o logotipo é muito importante para as marcas, é o ponto de entrada na mente dos seus consumidores, é o que vai identificar e diferenciar dos seus concorrentes. Mas a marca, para sobreviver hoje em dia, precisa ir além do seu logotipo, ela precisa ser percebida e reconhecida como o principal ativo da empresa. Ela vai guiar e reger todo o processo de gestão organizacional que criará vínculos de relacionamento entre a empresa e as pessoas. Se a marca não for relevante para o consumidor, não haverá espaço para ela em sua mente. Esse processo de gestão organizacional é chamado de Branding.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Qual a principal diferença entre Branding e e-Branding?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Na verdade, em sua essência, não há diferença. Branding é um processo de gestão de marca que cria vínculos e conexões emocionais com as pessoas, porém, esse processo, de nos relacionarmos com as marcas, produtos ou serviços, e que está em transformação, é a grande diferença. Estamos no processo de transição da sociedade industrial para a sociedade do conhecimento e essa sociedade do conhecimento está presente 24 horas por dia, 7 dias da semana, na internet.</p>
	<p>Na internet, temos a comunicação conhecida como mão dupla. Os consumidores de uma marca podem manifestar seus julgamentos ou sentimentos na mesma hora em que são impactados pelas informações e campanhas publicitárias. Existe interatividade, troca de informações e mensuração exata do consumidor; podemos descobrir quais são os julgamentos ou sentimentos que o consumidor tem sobre uma determinada marca em real time. Há uma quebra de paradigmas entre tempo e espaço na internet, esses julgamentos ou sentimentos postados, inclusive os de tempos atrás, podem ser achados nesse universo on-line e ajudam a impactar na pré-decisão de compra de outras pessoas. Sabemos que a internet propicia uma grande conferição e experiência entre produtos e serviços e esses julgamentos e sentimentos, conhecido como o buzz ou boca-boca, tornam-se uma espécie de moeda, pois são opiniões e experiências legítimas vivenciadas por outras pessoas, determinando o sucesso ou fracasso dessa marca na internet.</p>
	<p>Outro ponto muito importante a ser abordado sobre e-Branding e relacionamento com as marcas, é que há muito tempo as marcas controlavam a sua comunicação, hoje, esse poder mudou de mãos, quem controla as marcas são os consumidores, eles criam as informações, disseminam essas informações. Os consumidores transformaram-se em mídias. Estão presentes no Twitter, Facebook, Orkut, Myspace&#8230;, e podem se conectar a qualquer hora, em qualquer lugar, por meio do celular.</p>
	<p>O mundo digital está mudando a dinâmica dos negócios e as marcas que não estiverem preparadas para esse novo mundo da comunicação não vão sobreviver para contar histórias.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Nas organizações quem deve participar do processo de Branding?</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- Como é um processo de gestão organizacional todos precisam estar engajados. A marca é construída de dentro para fora, do CEO à recepcionista da empresa. Esse engajamento é muito importante, porque cada colaborador é um grande ponto de contato, todos precisam ter o mesmo discurso, todos precisam acreditar na essência da marca e nos seus valores. O resultado desse processo de gestão organizacional é a criação de valor em torno da marca para todas as partes interessadas (stakeholders), construindo um caminho sustentável nesse ambiente.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- A internet é uma rede de pessoas/consumidores. Como as marcas estão se relacionando com as mídias geradas pelo consumidor?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Este movimento do novo mundo da comunicação, dos consumidores se tornando mídias é uma realidade inexorável, mas precisamos assumir que o controle sobre essas informações, a marca não  o terá. O que é preciso ser feito, é instalar uma cultura de marca focada na sua essência, onde há transparência e consistência em todos os pontos de contato (site corporativo, Twitter, Facebook, Orkut, blog corporativo, Youtube, entre outros). Essa transparência e consistência serão as grandes aliadas nesse ambiente. O que é mais importante nesse relacionamento entre marcas e consumidores é justamente a troca de  informações, as marcas precisam descer do pedestal onde elas estavam montadas há muito tempo e escutar os desejos e necessidades desse consumidor. O sucesso da marca, hoje em dia, depende de como ela vai se relacionar com os seus stakeholders.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Cite algumas empresas brasileiras que estão fazendo uma gestão de marca de forma positiva e por que você considera o trabalho delas eficaz?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Posso citar empresas de que tive o privilégio de entrevistar os gestores de marca para o meu estudo sobre e-Branding. Por meio desse estudo, elaborei um modelo de gestão e construção de marcas chamado Gestão Sistêmica da Marca 3 Dimensões. São que empresas já estão há algum tempo na internet, fazendo um trabalho consistente: Tecnisa, Grupo Santander, FIAT e Restaurante América. Todas possuem a ciência de como implementar e gerenciar um bom trabalho de e-Branding (posso citar como outros exemplos: como Coca-Cola e O Boticário). Referidas empresas sabem ouvir o consumidor, convidam-no a participar ativamente da gestão da marca, através de, por exemplo: o blog da Tecnisa, que traz conteúdo relevante para os interessados em adquirir um imóvel, informando como utilizar o FGTS; e a FIATMIO (www.fiatmio.cc), um projeto participativo que utiliza a inteligência coletiva do consumidor para criar um carro com os desejos e as necessidades indicados pelo próprio usuário do site.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Atualmente vivemos uma febre do Twitter, Orkut, Facebook e Google. Como as empresas devem explorar suas marcas nesses ambientes virtuais?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- Não basta estar presente apenas na social media, precisa saber como atuar. Antes de mais nada,, é preciso entender quem é o seu consumidor, quais são os seus desejos e suas necessidades. Sem planejamento e estudo, o risco será muito grande à marca. Essa escolha não pode ser pautada por modismo e, sim, para aproximar a marca legitimamente dos seus stakeholders, agregando-lhe valor, compartilhando conteúdo relevante e sendo benéfica e criativa para todos.</p>
	<p>[ CidadeMarketing ] &#8211; Com o mercado cada vez mais competitivo como as marcas estão se diferenciando dos seus concorrentes?<br />
[ Marcelo Trevisani ] &#8211; Essa é uma questão muito boa, como se diferenciar onde quase todos são iguais ou equivalentes, são commodities, onde a qualidade do produto ou serviço já é esperada pelos consumidores. Acredito no processo de gestão da marca para se diferenciar dos concorrentes, a marca precisa estar calcada em sua essência, dessa forma, a percepção que o consumidor terá em sua mente será do DNA da marca. Claro que focar em inovação e conhecimento do seu público-alvo sempre é sempre importante. Para se diferenciar é preciso sair do estágio onde os atributos dos produtos eram o foco e passar para ações que propiciem experiências em torno da marca.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; O Branding vem para substituir o marketing ou são coisas independentes?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Uma questão delicada, alguns estudiosos e profissionais do mercado acreditam que o Branding é a evolução natural do Marketing, outros falam que o Branding está dentro do Marketing e, ainda, Branding é Branding e Marketing é Marketing. Eu acredito que estamos na era do Branding, na era em que consumidor, além do poder de escolha, tem o poder da informação. É nessa era que o Branding ou e-Branding é importante, pois gerencia a relação entre marca e consumidor.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ] </strong>- Fale um pouco sobre a relação das marcas brasileiras e os sites de buscas.</p>
	<p><strong>[ Marcelo Trevisani ] </strong>- O Marketing de Busca (SEM e SEO) é o principal ponto de atração dos consumidores para o ambiente da marca on-line. Hoje, sabemos que mais de 80% dos consumidores acham novos sites (leia-se marcas, produtos ou serviços), por sites de busca (fonte Google). Essa inversão do vetor de marketing, Marcas para as Pessoas e, hoje, Pessoas para as Marcas, é a grande diferença no novo mundo da comunicação.</p>
	<p>Antes as marcas iam até os consumidores, hoje, são os consumidores que vão até as marcas. Mais de 36% dos consumidores consideram que as marcas que aparecem nas primeiras posições dos resultados de busca são as principais marcas do mercado. Essa é a percepção que o consumidor possui em sua mente.</p>
	<p>Algumas marcas brasileiras já entenderam a importância de atração do consumidor por meio da busca. Um exemplo: se buscar por apartamentos, aparecerá, tanto na busca orgânica como nos links patrocinados a Tecnisa, Tenda, Gafisa, entre outras. Essas construtoras sabem da importância de trabalharem palavras-chaves e conteúdo relevante na otimização do seu site. Agora, se você fizer um pequeno teste e buscar por TV LCD no Google, por exemplo, não vai aparecer nenhuma marca de fabricante nas primeiras posições, nem nos links patrocinados, nem na busca orgânica. Esse erro, na minha opinião, é gravíssimo. As marcas precisam estar nas primeiras posições da busca orgânica, precisam estar presentes, criando proeminência, ao invés de serem os sites de e-commerce que poderiam aparecer na segunda página da busca orgânica ou nos links patrocinados. As marcas devem ser as primeiras a transmitir a informação autêntica, atraindo o consumidor, convidando-o a acessar o seu site e, nesse ambiente, criar uma experiência única onde esse consumidor perceberá a credibilidade da marca.</p>
	<p><strong>[ CidadeMarketing ]</strong> &#8211; Quais os novos caminhos do Branding?<br />
<strong>[ Marcelo Trevisani ]</strong> &#8211; Na verdade, acredito que o Branding é o novo caminho para as empresas e marcas. O Branding agrega valor às marcas, ajuda a construir um mercado mais maduro, mais sustentável para todas as partes relacionadas, com mais inspiração, com mais visão e menos riscos para as empresas. E o e-Branding está enraizado na cultura digital, que continuará a mudar a forma da comunicação entre marcas e pessoas. Em suma, não é o Branding que deve buscar novos caminhos, mas as marcas que devem trilhar o caminho do Branding.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cidademarketing.com.br"  target="_blank">CidadeMarketing</a>
</p>
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