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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 13:51:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em síntese, marca corporativa não pode ser tomada por ou confundida com marca de produto. São duas coisas bastante diferentes, embora possam ter nuances parecidas. Para ficar mais claro, é bom ilustrar essas diferenças à moda daqueles jogos dos 7 erros, frisando as confusões mais comuns entre os dois conceitos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Excelente artigo, deixando claro a diferença entre uma marca de produto e a marca corporativa da empresa. A diferença de tratamento para cada uma, principalmente dentro da empresa.</p>
	<p>Fico sempre triste, quando vejo o péssimo tratamento que algumas empresas dão a suas marcas corporativas&#8230;<br />
Marca Corporativa e Marca de Produto. Ou o jogo dos sete erros mais comuns</span></p>
	<p>Existe um procedimento que é bastante recorrente no ambiente do Marketing: tão logo aparece alguma abordagem ou conceito realmente inovador, há uma tendência apressada e afoita de transformar esse novo em coisa conhecida e catalogada. A partir daí, inicia-se imediatamente a busca ansiosa pela próxima “invenção”.</p>
	<p>Isso está acontecendo exatamente agora com o conceito de marca corporativa. Não que ele seja absolutamente novo. Mas vive-se hoje, na expressão de Majken Schultz, uma “second wave” da abordagem da marca corporativa, que não pode e nem deve ser confundida com as definições já em circulação.</p>
	<p>Em síntese, marca corporativa não pode ser tomada por ou confundida com marca de produto. São duas coisas bastante diferentes, embora possam ter nuances parecidas. Para ficar mais claro, é bom ilustrar essas diferenças à moda daqueles jogos dos 7 erros, frisando as confusões mais comuns entre os dois conceitos.</p>
	<p>1. A marca corporativa não é marca de um target só. Ela deve dialogar com vários públicos – clientes, colaboradores, fornecedores, comunidade, acionistas, imprensa etc. Diferentemente da marca de produto que, em geral, dirige suas mensagens preferencialmente ao cliente/consumidor. Quer dizer, uma coisa é “vender” Omo para donas-de-casa, outra coisa radicalmente diferente é apresentar a Unilever para os diversos stakeholders dessa organização.</p>
	<p>2. A marca corporativa não tem um núcleo duro. Um posicionamento auto-proclamado, que resume seus atributos e associações, como tem sido mais característico nas marcas de produtos. A marca corporativa tem sim um coração que pulsa, uma promessa central viva, que é algo mais flexível e abrangente, de modo a contemplar os múltiplos interesses dos públicos mencionados acima.</p>
	<p>3. A marca corporativa não pode ficar isolada no “feudo” de Marketing. Até aqui o Marketing era a única instância responsável por todo o branding nas empresas. As marcas corporativas pedem uma abordagem multidisciplinar. O que tem acontecido em empresas conscientes desses novos tempos, como a Iveco, é que a comunicação de marca tem assumido um papel mais estratégico, ao lado da direção geral da organização, e, a partir daí, disseminado as preocupações com a marca principal para dentro e fora da empresa.</p>
	<p>4. A marca corporativa requer envolvimento de todos. A marca de produto, até por ficar quase sempre isolada no “feudo” do Marketing, sempre exigiu menos envolvimento da organização. Quem tem que se envolver, de “comprar” essa marca e de se deixar seduzir por ela é o cliente/consumidor. E antes equipe de vendas, claro. A marca corporativa, não. Ela não existe sem o envolvimento direto de todos na organização, do CEO ao conjunto dos colaboradores. Como muito bem diz o Jaime Troiano, “marca não é tapume” e o sucesso da marca corporativa começa sempre com uma boa lição de casa de identificação e envolvimento de todos com essa marca.</p>
	<p>5. O desafio da marca corporativa é alinhamento. Quando se pensa em marca de produto, o que vem logo a cabeça é a diferenciação, o que interessa é caracterizar a “uniqueness” do produto ou serviço. Com a marca corporativa, a palavra de ordem é “brand alignment”. Ou seja, o desafio agora é alinhar, criar convergência, estabelecer sintonia entre as várias manifestações e interações da marca com seus diferentes públicos. A marca corporativa precisa sustentar a mesma promessa, a mesma história corporativa, os mesmos pilares, diante de todos. Ilustrando: Natura, Fedex, Localiza, Google ou qualquer outra marca corporativa não podem ter enredos diferentes para públicos diferentes.</p>
	<p>6. Não se pensa marca corporativa no curto prazo. Tome-se como exemplo uma organização como a Ambev ou Inbev. Por mais que essa empresa tenha programas rígidos de resultados para cada um de seus produtos ou áreas de negócios, a construção da marca corporativa do grupo exige um plano de médio e longo prazo. Não é por outro motivo que a Ambev/Inbev tem se preocupado em afirmar, por meios de campanhas mais gerais, os seus compromissos mais duradouros e consistentes. O risco de tentar construir uma marca corporativa com base somente em ações e resultados imediatos é o de se criar um algo sem lastro, que irá sucumbir à primeira crise, pois não “feito para durar”.</p>
	<p>7. Marca corporativa, além do lucro, tem a ver com geração de valor. O mundo está mudando, a economia reconhece mais os ativos intangíveis, a sociedade se preocupa mais com outros valores, as pessoas já não se satisfazem mais apenas com os “benefícios racionais ou emocionais” dos produtos e serviços. As marcas corporativas, ao colocarem a organização no centro da cena, abrem espaço para a geração de novos valores. Valores que têm a ver com o entorno social, o bem-estar de quem trabalha, o meio-ambiente, a produção cultural e muito mais. Ou seja, resultado agora vai além do lucro, é algo maior, a ser compartilhado com muitos. Por isso, pode-se dizer que a marca corporativa, como matriz de referência e instrumento de gestão, tem muito a ver com a sustentabilidade das próprias organizações e de todo o ambiente de negócios.</p>
	<p>Aí estão os 7 erros ou confusões básicas entre marca corporativa e marca de produto que devem ser evitados. Outros erros podem ser encontrados, uma vez que, por vício de muitos que atuam na área do Marketing e da comunicação, persiste uma tentação grande de pegar a marca corporativa e ir logo colocando numa embalagem bonita e renovada de marca de produto.</p>
	<p>Não, as diferenças entre esses dois conceitos são bastante reais e significativas. Não é só a atenção que se desloca do produto para a organização, não é o mesmo aparato de abordagem que é transportado de um lado para outro. São vários ângulos, abrangências, papéis que se alteram, exigindo um novo modo de ver, pensar e trabalhar com as marcas.</p>
	<p><em>Levi Carneiro</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.troiano.com.br/"  target="_blank">Troiano</a>
</p>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:36:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mídias sociais desafiam marcas a redefinir estratégias de marketing para melhorar relacionamento com consumidores na internet. Quanto mais cedo forem adotadas, maiores serão os benefícios para a reputação das empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Bárbara é uma garota de classe média que passa a maior parte do dia na internet com os amigos mais íntimos. Ela adora pesquisar novas comunidades no Orkut, conversar no MSN e Twitter, postar fotos de sua última viagem a Disney no Flickr e ainda arruma tempo para escrever dicas de beleza no seu blog.</p>
	<p>É uma adolescente que gera conteúdo, influencia uma determinada audiência e pode tanto falar dos benefícios de um produto especifico como do mau atendimento prestado por uma empresa.</p>
	<p>Antes da internet, as pessoas falavam pessoalmente sobre marcas de uma para outra (one-to-one) ou entre grupos e não tinham muitos canais à disposição para deixar registrado suas opiniões sobre produtos, experiências de compras, política, esportes, piadas.</p>
	<p>Hoje, a situação não é muito diferente, porém há mais espaços não só para falar destes assuntos como também tornar público tudo o que se escreve em blogs, fóruns, redes sociais, podcasts, wikis – um incrível banco de dados com informações úteis para estratégias de marketing.</p>
	<p>“As pessoas buscam as redes sociais por três principais razões: elas querem se expressar, elas querem compartilhar conteúdo, conhecimento, sentimentos e de uma maneira geral, buscar entretenimento” (Alex Dias, presidente do Google no Brasil durante o seminário <em>O Poder das Mídias Sociais</em>, organizado pela Info Exame em março deste ano).</p>
	<h3><strong>Dados interessantes</strong></h3>
	<ul>
	<li>Pesquisa da <a href="http://www.nielsen-online.com/"  target="_blank">Nielsen Online</a> divulgada em março deste ano, revela que 67% das pessoas já frequenta redes sociais. No Brasil, este número sobe para 80%.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>Pessoas ficam 11 horas por dia, em média, conectadas na internet. E deste tempo, uma hora é dedicada a redes sociais. No Brasil, a cada quatro horas, uma hora é dedicada a redes sociais, como o Orkut.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>O Skype, software que permite comunicação por voz e vídeo grátis, levou cinco anos e meio para atingir uma base de 400 milhões de usuários e cresce 50% ao ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>O maior site de vídeos do mundo, o Youtube, demorou três anos e meio para ter uma base de 300 milhões de usuários e cresce 40% a ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>A rede social Facebook em cinco anos atingiu 200 milhões de usuários e cresce 150% ao ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>No mundo existem mais de 300 redes sociais, cada uma com sua funcionalidade específica.</li>
	</ul>
	<p><span style="color: #888888;">Fonte: Morgan Stanley Tech Trends</span></p>
	<p>A evolução tecnológica na internet tem registrado experiências inovadoras no que diz respeito a integração entre produtos e pessoas. Comprar não é mais uma atividade centrada apenas em shoppings e outros pontos de comércio.</p>
	<p>Sites que vendem uma quantidade enorme de produtos, como Amazon e Submarino, disponibilizam espaços para as pessoas postarem comentários sobre os produtos, criam sistemas de monitoramento de navegação que identificam as preferências dos usuários. São tentativas de melhorar a experiência de compra e fortalecer as vendas.</p>
	<p>Entretanto, as mídias sociais não mudam apenas o relacionamento entre marcas e audiência. Também afetam o marketing tradicional, as métricas de relações públicas e a agenda dos meios de comunicação.</p>
	<p>As tecnologias de mídias sociais têm potencial de transformar o modo como as empresas podem construir e gerenciar relacionamentos com os consumidores.</p>
	<p>Quanto mais cedo for a sua adoção, melhores serão os resultados para a reputação da empresa e nas vendas.</p>
	<p>As companhias enfrentam riscos competitivos e, se deixarem de lado esta tecnologia, não conseguirão avançar nos mercados em que atuam, de acordo com a face atual dos negócios.</p>
	<h3>Como as marcas devem atuar nas mídias sociais</h3>
	<p>As mídias sociais continuam crescendo globalmente em termos de adoção, usabilidade, interesse e impacto. É inegável como os conteúdos e informações podem transformar a maneira que os consumidores pensam das marcas e como elas deveriam ter uma interação mais direta e transparente. No entanto, as marcas ainda operam em um sistema definido pela mídia tradicional e, consequentemente, a participação ainda é pequena nas redes sociais.</p>
	<p>O que é necessário para as marcas atuarem nas redes sociais?</p>
	<ul>
	<li><strong>Reputação</strong>. Saber como o público percebe sua marca. Quem são as pessoas satisfeitas e insatisfeitas, quais são os comentários e onde eles estão, quais são os formadores de opinião com mais seguidores.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Plano de negócios</strong>. Construa um planejamento que envolva audiência, objetivos, estratégias de ação e ferramentas de métricas para cada rede social, afinal cada espaço tem sua característica: público, serviços, aplicativos, canais para divulgação.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Ouça primeiro, fale depois</strong>. O sucesso de ações de marketing em mídia social envolve atenção e participação sem esperar algo em troca, como se fosse um processo de vendas. Porém, as empresas podem aumentar as vendas definitivamente como um resultado do contato.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Transparência</strong>. Seja transparente e preserve sua identidade. Não se omita diante de um problema, como acontece com a prestação de serviços das operadoras de telefonia móvel ou até mesmo com órgãos públicos. Escolha tipo de mensagem comercial mais adequada com seus objetivos e trate todos os consumidores com ética e bom senso.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Usuários engajados</strong>. Planeje ações sem precisar falar do produto. As pessoas tendem a ignorar excesso de publicidade e isso pode gerar muitos comentários negativos.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não controle mensagens</strong>. Nas redes sociais não há controle sobre as mensagens postadas pelos usuários. Não faça da sua participação uma forma de publicidade e não tenha uma postura de ditador. Quando uma informação está disponível na rede, as pessoas podem, inevitavelmente, remodelar isso de acordo com seus interesses. Marcas têm a necessidade de proteger suas identidades, direitos autorais e propriedade intelectual com certeza, mas ao invés de “controlar a mensagem”, devem incentivar a criatividade quando for necessário.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Compartilhe conteúdo</strong>. Compartilhe conteúdo e recolha insights para incentivar os clientes a trocar ideias sobre o que sua marca faz e o que ela deveria fazer. Utilize palavras-chave no texto que são mais relevantes não só para os negócios como também na web. Usuários geralmente se guiam na web por palavras mais populares e simples de se escrever.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Opiniões e participação dos usuários</strong>. Ter um relacionamento mais estreito com os usuários permite que uma empresa desenvolva mais ações dentro das redes sociais e fomente comentários positivos entre as pessoas. Estar aberto a opiniões facilita a comunicação.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Métricas e resultados</strong>. Nas mídias sociais, o retorno sobre o investimento é medido de acordo com o engajamento dos usuários. Os indicadores mais populares para medir os resultados são: quantidade de pessoas envolvidas, número de comentários positivos e negativos.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não abandone os usuários</strong>. Após conquistar seus seguidores, mantenha contato direto com eles para novas abordagens e ações. Mídia social não é uma campanha e sim um permanente contato.</li>
	</ul>
	<h3>Os piores erros das marcas nas redes sociais</h3>
	<ul>
	<li><strong>Falsidade</strong>. Não é bom para uma marca ter uma ação notada como falsa. Empresas como Walmart e Sony, por meio de suas empresas de RP, tentaram falsificar suas ações para tornar os consumidores mais fieis a blogs de determinados produtos de ambas as marcas.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não escutar os usuários</strong>. Como uma empresa pode aprender a lidar com um problema ou melhorar o desenvolvimento de algum produto se não dá ouvidos aos consumidores? Ouvir é realmente o mais importante passo no processo de aprendizagem sobre as redes sociais na web. É importante monitorar conversas, os sentimentos dos consumidores sobre as marcas e identificar os formadores de opinião mais fortes.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Intenções comerciais</strong>. Mostrar logo de início que sua ação só pretende um retorno comercial é incentivar usuários a banir sua empresa de uma determinada rede social, além de gerar comentários negativos em outras mídias.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Trabalho sem equipe</strong>. Muitas empresas fazem uma abordagem de mídia social sem um esforço colaborativo entre seus empregados. Imagine que uma divisão de funcionários de uma empresa inicia um blog e outra divisão faz algo no Facebook e ainda cria um outro grupo no LinkedIn e Ning. Não trabalhar em conjunto é ineficaz e pode criar mensagens contraditórias para os consumidores que participam em mais de uma rede social.</li>
	</ul>
	<p><em><span class="author">Paulo Fava</span></em></p>
	<p><span class="author">Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/"  target="_blank">[Webinsider]</a></span><em><span class="author"><br />
</span></em>
</p>
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		<title>Falando em vender produtos e entregar emoções&#8230;.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 14:52:01 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>No mercado de commodity é difícil para uma marca se diferenciar pelo simples fato de que a concorrência oferece o mesmo produto. Por isso, é cada vez mais necessário que as empresas deste setor ofereçam um diferencial emocional para o consumidor para que se crie um vínculo com eles. Neste mercado, as marcas consideradas mais fortes levam vantagem sobre as outras porque normalmente são elas as primeiras a apresentarem o produto ou oferecerem os mesmos de forma mais simples, explicativa ou com maior valor agregado.</p>
	<p>Sabendo da dificuldade de se diferenciar, a Suvinil buscou o relacionamento com o consumidor e também com formadores de opinião, a fim de dar credibilidade à imagem da empresa. Por isso, a Suvinil patrocina a Casa Cor &#8211; mostra de arquitetura, decoração, design e paisagismo &#8211; que, de acordo com Fernanda Dall&#8217;Orto, Gerente da marca, está totalmente alinhada ao posicionamento da empresa e sempre fará parte do calendário da Suvinil.</p>
	<p>Se no mercado em geral o vínculo emocional entre marcas e consumidores já é de suma importância para o sucesso nas vendas, quanto o assunto é commodity este vínculo deve ser elevado ao cubo, segundo Karina Milaré, Diretora de Planejamento da TNS Research International. Este é o principal desafio das empresas que compõem este mercado e será preciso mais do que uma simples ação de Marketing para diferenciar grãos de arroz de marcas diferentes.</p>
	<p><strong>Produtos iguais para consumidores diferentes<br />
</strong></p>
	<p>Num mundo em que muitos produtos acabam ficando commoditizados por não desenvolverem grandes diferenciais, a marca líder provavelmente foi a primeira que apareceu no segmento, entregou um diferencial de produto ou ainda criou uma conexão emocional que fez o consumidor despertar para a marca, segundo Karina, da TNS. Mas, as empresas que chegaram “atrasadas” não precisam perder as esperanças. “Para ganhar espaço no mercado de commodity sem ter sido a primeira a entrar no ramo, o jeito é criar uma conexão emocional e, consequentemente, um diferencial de marca”, diz Karina em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p>Para a própria Gerente da marca Suvinil, Fernanda Dall&#8217;Orto, o mercado de atuação da empresa não deve ser considerado commodity pelo fato da diferenciação de produtos dos concorrentes. Mas, no final, o que se vende é tinta e por isso a marca investe em branded content. Prova disso são as dicas de Marcelo Rosenbaum &#8211; criativo do quadro Lar Doce Lar do programa Caldeirão do Huck &#8211; no site Suvinil e em revistas.</p>
	<p>A Suvinil fornece as tintas para o quadro e esta é uma maneira que a empresa percebeu para divulgar a marca através de formadores de opinião. “No mercado de tintas tem muito formador de opinião. Pode ser o pintor, o arquiteto, o decorador e até o balconista e eles têm atuação mais forte que em outros segmentos de consumo”, conta Fernanda Dall&#8217;Orto ao site.</p>
	<p><strong>Enaltecendo os diferenciais<br />
</strong></p>
	<p>O relacionamento da Suvinil com profissionais é baseado no Clube Amigo Suvinil. Este programa oferece a troca de informações com profissionais para que eles saibam qual a melhor forma de aplicar a tinta. Esta foi uma ideia que surgiu da necessidade dos consumidores da empresa de entregar o serviço para um profissional mais bem preparado e evitar o desperdício de uma mão-de-obra ruim.</p>
	<p>Além de melhorar o serviço prestado pelo pintor, a Suvinil também oferece cursos para o consumidor que pretende aplicar a tinta sem contratar um profissional. “Entendemos que consumidores de classes mais baixas fazem o serviço de pintura, enquanto os mais favorecidos preferem pagar por um pintor. Mas também existem os consumidores que fazem por hobby, para se distrair”, entende Fernanda.</p>
	<p>A Suvinil é uma marca forte e isso é cada vez mais relevante num cenário em que o mercado está caminhando cada vez mais para que muitos produtos virem commodities. Apesar da oportunidade que este setor oferece para que empresas se diferenciem através de ações mais emocionais, poucas praticam esta estratégia e este é o grande desafio para elas. “Por mais que a gente fale de emoção, pouca gente faz isso ainda. Muitas empresas focam em características do produto e poucas estão explorando bem o potencial emocional. O mercado não está tão maduro a ponto de cada marca identificar seu diferencial”, acredita Karina Milaré.</p>
	<p><strong>Commodity como tema de painel<br />
</strong></p>
	<p>Alinhada ao mercado de moda e qualidade de vida, a <a href="http://www.suvinil.com.br/"  target="_blank">Suvinil</a> cria alternativas criativas para estar perto do seu consumidor. “A tinta é peça chave em uma decoração de ambiente e a cor tem um vínculo com a moda. Por isso, divulgamos um estudo de tendências de cor”, afirma Fernanda Dall&#8217;Orto, da Suvinil. De acordo com ela, a tinta sem cheiro da marca é uma forma de contribuir com o bem estar dos consumidores. “Com esse produto não é preciso dormir fora de casa no dia da pintura e isto diminui o transtorno”, aponta.</p>
	<p><!--E-mail: thiago@mundodomarketing.com.br</p>
	<p>--> 	 	<!--</p>
	<p align="center"><object width="425" height="344"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fUObOlokDyw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param>
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	<p>&#8211;>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 14:50:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gestão de marca é matéria incluída em bons cursos de graduação e especialização, em franca oposição com boa parte das práticas tradicionais da publicidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Cada vez se houve mais e mais críticas ao posicionamento tradicional da propaganda. Seja pelo conteúdo apelativo, seja pelas promessas vazias, apoiadas apenas em preço/forma de pagamento.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Cada vez mais, o consumidor &#8211; as pessoas! &#8211; buscam o &#8216;valor&#8217; das coisas. O valor das experiências. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E muitas marcas, insistem em oferecer o que o consumidor não quer mais e disfarçam sua imobilidade, seu medo da mudança, na eterna desculpa: &#8220;há anos é assim que se faz&#8221;, &#8220;todo mundo faz assim&#8221;, &#8220;isso é básico&#8221;&#8230; E vêem seu publico diminuir, se afastar para outras marcas onde encontram a experiência que procuram&#8230;<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Essas marcas perguntam: &#8216;O que está acontecendo? porque não vendo? onde estão meus consumidores?&#8217;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Seus consumidores, estão indo atrás do que desejam e que você insiste em não oferecer!&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Acorda&#8230;  :/</span></p>
	<p><strong>Por que algumas marcas são reverenciadas por legiões de fiéis?</strong></p>
	<p>Como o nome de um país se torna famoso por sua culinária e seus vinhos? O que faz uma marca de refrigerante permanecer jovem depois de cem anos no mercado?</p>
	<p>Gestão da Marca ou Branding é uma disciplina acadêmica nova, mas seus fundamentos sempre foram praticados. Ícones como Harley Davidson ou Coca-Cola, Wikipedia ou Greenpeace exercem impacto imediato em nossas mentes, são logomarcas tatuadas na cabeça de milhões de pessoas! O valor deste reconhecimento ou brand awareness é, em muito casos muito maior que o valor de pontos comerciais de tijolo e cimento ou outros assets off-line.</p>
	<p>A novidade hoje é a organização desta matéria de forma sistemática, sendo incluída em bons cursos de graduação em Marketing, Design e Administração de Empresas, ou como especialização. Um ponto que chama atenção é a franca oposição com grande parte das práticas tradicionais da publicidade, são visões bem diferentes e pouco entendidas.</p>
	<p>A boa notícia é que: <em>Branding is Free!</em>* Não custa nada! E o tempo de implantação pode ser assim imediato! Como em qualquer relacionamento entre pessoas, pode ser amor à primeira vista, tipo iPhone e Twitter, ou pode durar gerações como Intel ou a cidade de Paris.</p>
	<p>Uma marca adquire valor e conquista seu espaço na medida que se posiciona com clareza, diz a que veio, e assume esta identidade, tem um posicionamento firme ao longo do tempo e suas ações reforçam esta visão.</p>
	<p>O oposto disto é o imediatismo, a promoção vazia, a repetição, a interrupção, que empurra preço baixo e crediário, sempre com seus benefícios mágicos, tudo feito para se vender uma única vez. Mas sem entregar valor real o cliente não volta, não se cria um ciclo produtivo positivo, são só mais coisas ou serviços empurrados goela abaixo do mercado.</p>
	<p>Empresas com produtos ou serviços de valor precisam se destacar em seu ramo, devem ser lembradas pelos clientes e o branding bem implantado pode ser o meio de conquistar este lugar merecido.</p>
	<p>É a premiação do <strong>ser</strong> no lugar de apenas <strong>aparecer</strong>. <strong></strong></p>
	<h5><em>* Branding is Free: o sucesso na implantação da gestão de marcas deve muito aos conceitos e práticas da Gestão da Qualidade, de Phillip Crosby, do “Quality is Free”.</em></h5>
	<p>Fonte: <a href="http://www.webinsider.com.br"  target="_blank">[Webinsider]</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Experimentar e Fidelizar</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 16:44:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Trocando em miúdos, o marketing de experiência nada mais é que uma enxurrada de estímulos proporcionando ao consumidor final, uma experiência emocional com o que se deseja adquirir . Se a experiência for agradável, provavelmente o Cliente retornará. Se tiver algum dissabor , adeus fidelidade. É, portanto, importante associar o nosso negócio ao prazer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Encontrei esse texto da Marcia Bacci falando sobre marketing de experiência, sobre marca e sobre impacto da marca no consumidor…</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Bem, leiam.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muita atenção ao primeiro parágrafo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Percebam, como cada vez mais, os conceitos de valorização da marca se afastam do concreto e migram para o emocional. Esta é uma realidade. Por isso o branding cada vez é mais importante, praticamente essencial para a empresa que pretende ‘ficar ‘ no mercado.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Cada vez mais os conceitos do design se permeiam ao marketing. Cada vez mais se volta para a idéia da conquista. Já não adianta gastar muito para ‘vender ‘ a idéia de uma marca glamurosa. O Consumidor, o cliente, quer experimentar… quer uma prova desse glamour, dessas vantagens todas que vc diz ter! Essas provas vem desde o anúncio, passando pelo material gráfico, pela marca propriamente dita, pelo PDV, pela ligações que sua marca tem com outros produtos ou ações &#8211; sociais, comerciais….</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p>A experiência da percepção confia ao produto certa atratividade peculiar e única que mexe com os sentidos do indivíduo .</p>
	<p>Tal experiência do relacionamento conduz o cliente a usufruir os benefícios de um produto do qual possa se sentir orgulhoso com sua aquisição. Sendo assim, cresce o desejo dele vivenciar antes de comprar. Esse fato, categórico e imutável, talvez seja a principal característica do consumidor moderno. “Cada vez mais as organizações deverão tornar-se transparentes e estarão, cada vez mais, sujeitas ao julgo de seus usuários ” são palavras escritas na pedra da ciência do consumo moderna.</p>
	<p>Trocando em miúdos, o marketing de experiência nada mais é que uma enxurrada de estímulos proporcionando ao consumidor final, uma experiência emocional com o que se deseja adquirir . Se a experiência for agradável, provavelmente o Cliente retornará. Se tiver algum dissabor , adeus fidelidade. É, portanto, importante associar o nosso negócio ao prazer.</p>
	<p><strong>Períodos de carência.</strong></p>
	<p>Poucas empresas conseguem sobreviver à ditadura do reembolso, da satisfação garantida ou seu dinheiro de volta . E aquelas que tentam sofrem o escrutínio da opinião pública. Há tempos sabemos do poder do buzz marketing. Do fenômeno da recomendação, da indicação ou da execração popular. “Um consumidor satisfeito fala para zilhões (em tempos de internet), um insatisfeito fala para zilhões vezes dois ”.</p>
	<p>Setores diversos e áreas da economia distintas vêm cada qual a sua maneira, compreendendo esse fenômeno moderno e buscando formatar experiências que permitam a degustação. De um lado, filmes e premières, carros e test drives, sabores degustados, roupas provadas. Como fazer, então, esse marketing de experiência em segmentos que não oferecem essa facilidade de testar antes de comprar? Criatividade e um bom briefing – foco no foco do cliente.</p>
	<p>No mercado imobiliário, por exemplo, esse desafio de fidelizar clientes com a experiência de consumo é constante. Em um ambiente altamente competitivo já não basta satisfazer às necessidades dos clientes. É preciso surpreendê-los e deslumbrá-los para que sempre voltem. Como não é possível ‘morar’ no empreendimento que se deseja antes de bater o martelo da compra, outras experiências são proporcionadas, que simbolizam a vivência – ou como ela poderia ser – naquele apartamento ou ações inusitadas que normalmente não seriam contempladas pelo consumidor: uma feijoada ‘de grife’ ,um chocolate renomado, um passeio de limusine ou um brinde cativante.</p>
	<p>Do outro lado do balcão, as empresas procuram desenvolver estratégias de relacionamento que tangibilizem valores, políticas e visões aos olhos de seus clientes . Que tornem concretos, o que são conceitos. Que materializem o “melhor ”, “mais rápido ” e “eficaz ”. Onde está o ponto de intersecção? De equilíbrio entre a demanda do mercado e a necessidade dos setores produtivos de transparecerem seus atributos? Experimentando! Como comprar um empreendimento, que ainda está na planta, mas que promete uma vista maravilhosa, sendo que não posso vê-la? Com um passeio de balão! Além de proporcionar uma experiência única, o cliente tem um gostinho de saber como será a paisagem da janela de seu apartamento.</p>
	<p><strong>Fato1</strong>: <span style="text-decoration: underline;">A propaganda está tornando-se cada dia mais uma solução de ontem para vendas. A comunicação integrada surge como uma bóia na qual se penduram empresas da velha economia em busca de uma solução para seus dilemas de relacionamento com sua base de clientes</span>.</p>
	<p><strong>Fato2:</strong> <span style="text-decoration: underline;">A comunicação integrada ( <strong>quando integrada de fato</strong> ) atua com uma limitação de sentidos, e é percebida por uma fração de seus clientes. Uma fração de seus clientes. No sentido figurado, claro. No qual cada cliente percebe a marca com uma fração de seu potencial</span>.</p>
	<p>Percebemos o mundo por meio de nossos sentidos. Mensuramos por tato e olfato. Equilíbrio e lateralidade. Gosto, tempo e claro, ”visão e audição ”. Qual foi a ultima vez que você associou sua marca e qualquer outra ação que não fosse – apenas – visualmente e auditivamente percebida? Você tem um cheiro? Deveria! Tem um gosto? Deveria! Tem uma cor? Um determinado espaço? Realizou algum evento que trouxe para a tridimensionalidade seus diferenciais?</p>
	<p>Se sua empresa estiver nivelada pelo denominador comum do mercado, faz muito tempo desde a última vez que proporcionou uma experimentação de sua marca, é hora de retomar a estratégia de ‘<em>ver pra crer</em> ’, ou, adaptando o dizer para o marketing de experiência: “<em>provar para aprovar</em> ”!</p>
	<p><em>Marcia Bacci</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Campanha Institucional. É hora de fazer?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 16:13:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo alguns estudos, com a entrada na crise começamos a agir novamente pragmáticos e mais obsessivos por gerenciamento de custos e despesas. Há um contexto com menos ideologia e mais ação. Aspectos como hipervalorização da experiência, transparência e um sentimento consciente de que temos que agir (racionalmente) até a poeira baixar ganha forma com uma exposição constante na mídia dos efeitos que a crise vem causando na economia.
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Esta é uma pergunta curiosa a ser feita tendo em vista um cenário que acabamos de entrar com esta crise que nos faz pensar mais racionalmente nos investimentos feito em comunicação.</p>
	<p>Fato é que comunicar é importante e pode ser uma boa chance de se destacar diante de um medo generalizado dos concorrentes, porém o que comunicar? Investir na marca ou em uma comunicação com foco institucional e/ou que trabalhe a marca da empresa é uma solução para esta sobressair neste ambiente atual?</p>
	<p>Vivíamos um contexto onde o marketing tinha uma fartura de clientes, verbas altas e economia saudável &#8211; e agora uma espécie de “marketing enxugado”, voltado à criatividade, busca novos posicionamentos e fazer mais com menos (literalmente).</p>
	<p>Segundo alguns estudos, com a entrada na crise começamos a agir novamente pragmáticos e mais obsessivos por gerenciamento de custos e despesas. Há um contexto com menos ideologia e mais ação. Aspectos como hipervalorização da experiência, transparência e um sentimento consciente de que temos que agir (racionalmente) até a poeira baixar ganha forma com uma exposição constante na mídia dos efeitos que a crise vem causando na economia.</p>
	<p>Contudo, este sentimento por ser relacionado à racionalidade vem causando um fenômeno no uso da comunicação para justamente, mais do que nunca, reter e atrair consumidores independente dos meios utilizados, porém pondo em segundo plano aspectos institucionais de marca da empresa, segundo pesquisa da Marketing Executives Networking Group (MENG), conduzida pela Anderson Analytics.</p>
	<p>Será que são tempos difíceis para os profissionais em branding ou publicitários? No Brasil, aparentemente não vem havendo uma queda significativa nos investimentos em comunicação, graça a forte convicção do nosso Presidente, no entanto, lá fora houve quedas significativas em comunicação e migração instantânea para mídias que favoreçam maior grau experiência sensorial e entreguem de forma concisa a comunicação, como mídias alternativas, marketing de guerrilha, SEO e principalmente internet.</p>
	<p>Mas na minha opinião ainda vale a pena fazer campanha institucional desde que esta empresa tenha um posicionamento claro e inconfundível para o consumidor e para o segmento.</p>
	<p>O Autor Marty Neumeier adota a “diferenciação radical” como forma primordial na busca de uma imagem única de você naquilo que sua empresa faz. Acredito que este seja o caminho caso você queira se anunciar para o público.</p>
	<p>Invista sim em comunicação. Não pare! Sempre será necessário, porém use sua criatividade para procurar uma vantagem competitiva ou novos mercados, para assim destacar seu negócio ou seus produtos inserindo sua marca lá. Procure ser relevante, pois hoje o cliente está mais inteligente e quer ter prazer em ver e comprar.</p>
	<p>Paulo Peres</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.webinsider.com.br"  target="_blank">[Webinsider]</a>
</p>
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		<title>A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design.</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 15:09:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É preciso, apenas, que o empresário brasileiro, em sua grande maioria, visualize que está diante de tempos novos. Tempos de abertura, onde o consumidor se mostra mais exigente, reivindicando bens e serviços que atendam a seus anseios. O design se encaixa muito bem nessa questão, atuando como fator de competitividade. Design é o segredo. E os empresários que não estiverem sensíveis para estas questões devem ficar atentos em momento futuro, porque se eles não se modernizarem, se não procurarem processos mais adequados, ficarão no passado, não conseguirão competir com seus concorrentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>“Na Sony, supomos que todos os produtos de nossos concorrentes terão basicamente a mesma tecnologia, o mesmo preço, o mesmo desempenho e as mesmas características. O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado.”<br />
<em>Norio Ohga, presidente e CEO, Sony</em></p>
	<p>“A diferença tecnológica entre produtos similares, de diferentes fabricantes tende cada vez mais a desaparecer. Um sistema de refrigeração não é muito melhor que o outro. Relógios de um fabricante funcionam de maneira tão precisa quanto a de seu concorrente. Assim, o consumidor passa a se nortear pela marca, pelo preço e pelo design.”<br />
<em>Gazeta Mercantil, 18/02/1999</em></p>
	<p>“O designer é o profissional capacitado a aumentar a competitividade das empresas, criando nichos próprios e definindo, através de soluções que visem à funcionalidade, qualidade, segurança, conforto e imagem diferenciada de produtos e serviços.”<br />
Marcello Alencar, então governador do Estado do Rio de Janeiro, sobre o Programa Brasileiro de Design</p>
	<p>Até o final dos anos 80, era bastante improvável encontrar produtos brasileiros nos principais centros comerciais da Europa e Estados Unidos. Tampouco se imaginaria que, 20 anos depois, italianos e americanos comprariam a peso de ouro móveis assinados pelos irmãos Campana, ou que os adeptos dos automóveis compactos se curvariam aos encantos do Fox, um carro totalmente desenvolvido nos pátios da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. E que essa agradável surpresa se repetiria, ainda, em outras áreas.</p>
	<p>A falta de concorrência dos produtos brasileiros com similares estrangeiros, durante muitas décadas, levou a indústria nacional a permanecer numa situação confortável, até que a política econômica abrisse o nosso mercado aos produtos importados. A saída encontrada pelas empresas brasileiras para enfrentar os produtos importados nos anos 90 e tentar ampliar as divisas do país por meio da exportação foi investir em design. O objetivo era desenvolver produtos funcionais, de qualidade, em condições de competir com os concorrentes estrangeiros. O objetivo era desenvolver produtos funcionais, de qualidade, em condições de competir com os concorrentes estrangeiros. Um exercício difícil, já que a cultura da cópia era o meio mais barato para se montar uma linha de produtos.</p>
	<p>Com isso, o design passou a receber atenção especial dos empresários brasileiros, pois não conseguiam mais concorrer com igualdade de condições com os produtos estrangeiros disponibilizados no mercado. Era notória a diferença de satisfação que os consumidores experimentavam quanto à estética, a qualidade, os baixos preços e a durabilidade.</p>
	<p>Começava a se desenhar, no Brasil, um cenário que a cada dia é confirmado e apontado como tendência: o design, profissão, que surgiu no fim do século XIX, com o processo de industrialização da Europa e dos Estados Unidos, é hoje um dos maiores diferenciais de competitividade industrial.</p>
	<p>Cada vez mais competitivo, o mercado está gerando um número excessivo de produtos semelhantes, com a mesma tecnologia, o mesmo preço, o mesmo desempenho e as mesmas características. Essa avalanche de opções acaba confundindo o consumidor que tem dificuldade em perceber essas diferenças, e em atribuir a elas o seu devido valor.</p>
	<p>Desse modo, de maneira crescente, muitas indústrias e firmas utilizam o design como forma de se diferenciar das demais.</p>
	<p>Atualmente, o design se destaca como um dos principais fatores para o sucesso de uma empresa, desde o desenvolvimento de produtos e serviços até sua comercialização, por meio da otimização de custos, embalagens, material promocional, padrões estéticos, identidade visual, adequação de materiais, fabricação e ergonomia. Além disso, também é um fator essencial de estratégia de planejamento, produção e marketing.</p>
	<p>O design de embalagem e as estratégias de branding passaram a ser alguns dos grandes diferenciais de um produto ao criarem o impacto visual necessário para a sua identificação no ponto-de-venda. O design de embalagem não apenas atrai o consumidor; ele também estabelece um contato emocional com este.</p>
	<p>O design tem também uma enorme importância na gestão. Valorizar o design é garantir competitividade ao produto e desenvolvimento à empresa, desde que realizado por profissionais experientes, que saibam adequar recursos da empresa, necessidades do mercado e metas a serem alcançadas.</p>
	<p>A fabricação de objetos de design requer investimentos e ainda são poucas as empresas que pensam em uma Gestão do Design. Assim, o grande desafio do profissional é conscientizar o empresário de que um objeto sem design é um produto de risco. O design agrega valor ao produto em termos de estética, ergonomia, conforto e funcionalidade, além de ser um elemento muito importante na racionalização da produção. O designer, no contexto do mercado globalizado, deve estar apto a atuar com visão estratégica, contribuindo para aumentar a competitividade do produto brasileiro. A indústria brasileira, por exemplo, busca ampliar seu mercado interno e conquistar o externo. Para que ela possa se colocar em condições de disputar o mercado de consumo com indústrias estrangeiras, faz-se imprescindível que focalize sua atenção na racionalização da produção e conseqüente redução do custo de seus produtos. Cabe ao designer mostrar a importância e as possibilidades de se fazer do design uma ferramenta de gestão empresarial e como inovação, atuando em todas as etapas do processo e não só no final.</p>
	<p>Além disso, é pouco provável que o designer, ao seguir toda a metodologia de desenvolvimento de produtos que, entre outras questões, considera: a problematização, o estudo da tarefa, os requisitos e restrições projetuais, entre outras questões e sistemas, os materiais, os processos, a semiótica e o mercado, desenvolva um produto menos competitivo do que aquele empresário que considere, apenas, alguns fatores.</p>
	<p>Estudos realizados pela CNI &#8211; Confederação Nacional das Indústrias indicam que 75% das empresas que investiram recentemente em design registraram aumentos em suas vendas, sendo que 41% destas empresas também conseguiram reduzir os seus custos.</p>
	<p>Desenvolver um produto sem a participação de um designer pode, muitas vezes, envolver menos custos, mas é um enorme risco. Quando o produto é lançado no mercado é que se evidencia o grande diferencial: os consumidores percebem que o produto não satisfaz e a sua reação é não comprar. Com isso, os volumes de venda não atingem patamares satisfatórios, gerando prejuízos.</p>
	<p>É importante que o empresariado tenha consciência de que as suas decisões de gastar pouco com o desenvolvimento de produtos, pode levá-lo a gerar grandes prejuízos mais adiante. O custo de se contratar o trabalho de um bom profissional de design é facilmente absorvido diante dos bons resultados que a empresa experimenta ao longo da vida útil do produto.</p>
	<p>Segundo o Cláudio Magalhães, para ser usado de modo estratégico, o design deve estar integrado e participar das definições estratégicas, a partir de nível decisório mais alto e integrado com todas as áreas relevantes. O design estratégico se materializa quando o importante é desenvolver o produto certo &#8211; eficácia do processo de design e não somente desenvolver corretamente o produto &#8211; eficiência no processo de design. No design estratégico, a forma segue primeiramente a função de comunicar. É importante que os consumidores entendam que aquele produto fornecerá os benefícios desejados, sejam eles oferecidos por funções práticas, estéticas ou por funções simbólicas. Sendo assim, para um design estratégico, a forma segue a mensagem.</p>
	<p>A linha de bons produtos de uma empresa garante sua sobrevivência. Mas, o que podemos conceituar como sendo um bom produto? Sob o ponto de vista comercial, o bom produto é aquele que se vende em quantidades suficientes para cobrir os custos fixos e variáveis e ainda gerar lucro que garanta a manutenção e o desenvolvimento da empresa. Gerenciar a área de desenvolvimento de produtos é uma tarefa desafiadora que envolve inúmeros aspectos: design; mercado; produção; custos; concorrência; novas tecnologias; novos materiais e processos de fabricação; ergonomia, engenharia de produção e muitos outros. Esse é um aspecto que, há algum tempo, estão incorporados às grandes corporações e as marcas de alta visibilidade, que investem em design e obtêm resultados expressivos na conquista da preferência do consumidor.</p>
	<p>Mais recentemente, as pequenas e médias empresas também perceberam que podem e devem investir em design para serem competitivas. A média ainda é baixa, entre 1% e 5% da receita líquida, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas já revela resultados. Mais do que isso, viram que design não é um serviço de luxo, ao contrário, trata-se de um serviço altamente especializado, com uma ótima relação custo x benefício e que pode ser facilmente incorporado ao seu cotidiano.</p>
	<p>Esses mesmo estudos realizados pela CNI indicam que 75% das empresas que investiram recentemente em design registraram aumentos em suas vendas, sendo que 41% destas empresas também conseguiram reduzir os seus custos. O mais importante é que não houve registro de nenhuma empresa que tenha investido em design e que tenha sentido queda nas vendas.</p>
	<p>Seja para uma empresa de grande, médio ou pequeno portes, no ponto-de-venda todos têm acesso ao consumidor e aquela que investe em design tem mais condições de se destacar e se tornar uma marca vencedora. Um design bem-feito aumenta a utilidade e o valor de um produto, reduz custos com matéria-prima e produção, além de ampliar a interação com o usuário e realçar a estética.</p>
	<p>Recentemente, o Sebrae selecionou o design como uma das áreas prioritárias para sua atuação no universo das micro e pequenas empresas, elaborando um programa que visa elevar a competitividade das micro e pequenas empresas no mercado nacional, contribuindo também para promover sua participação nas exportações por meio da utilização do design como elemento de agregação de valor em produtos e serviços.</p>
	<p>Vencendo a batalha da inovação e da diferenciação, o design cria uma personalidade capaz de conquistar a fidelidade do consumidor.</p>
	<p>É preciso, apenas, que o empresário brasileiro, em sua grande maioria, visualize que está diante de tempos novos. Tempos de abertura, onde o consumidor se mostra mais exigente, reivindicando bens e serviços que atendam a seus anseios. O design se encaixa muito bem nessa questão, atuando como fator de competitividade. Design é o segredo. E os empresários que não estiverem sensíveis para estas questões devem ficar atentos em momento futuro, porque se eles não se modernizarem, se não procurarem processos mais adequados, ficarão no passado, não conseguirão competir com seus concorrentes.</p>
	<p>Eduardo Vieira &#8211; Diretor de Criação da Tribo 12 &#8211; Tecnologia da Informação<br />
Originalmente publicado no site: <a href="http://www.designemdia.com.br"  target="_blank">http://www.designemdia.com.br</a>
</p>
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		<title>A emoção das marcas. Marc Gobé (quem??!) fala sobre vínculos emocionais</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 14:50:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na hora de dar um exemplo prático sobre o uso da emoçao pelas marcas, o 1o caso que vêm a cabeça dele é o de OMO - “Se você olhar para a indústria de produtos de limpeza, qual é de verdade a diferença entre um sabao em pó e outro?”, pergunta. E logo em seguida responde - “A tecnologia dos fabricantes é igualmente boa e todos deixam igualmente as roupas limpas. A Unilever percebeu, porém, que ao redor do mundo os saboes em pó combatiam a sujeira - para elas a sujeira era algo ruim. Para posicionar a marca no coraçao das pessoas OMO inverteu a mensagem e começou a dizer que sujeira era uma coisa boa. Ou seja, se seu filho chegar em casa sujo, é sinal que ele está aproveitando a vida e fazendo coisas interessantes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Não é novidade que gosto muito do trabalho e dos textos do Luiz Alberto Marinho. Quem já recebia minha lista de emails sabe disso.<br />
Desde ontem estou esperando que saia no blog do Marinho, a íntegra da conversa entre eles, Marinho e Marc Gobé.</p>
	<p>Marc Gobé esteve em São Paulo semana passada para entregar um prêmio ao prefeito Kassab pelo projeto ‘Cidade Limpa’.<br />
Recentemente, Marc Gobé paarticipou da criação do site EmotionalBranding, como primeiro passo da união e sua empresa de mesmo nome com a TV1.</p>
	<p>O site é recheado de referências a cases brasileiros.</p>
	<p>Enquanto aguardamos a íntegra da conversa, coloco alguns trechos que o Marinho liberou hoje no BlueBus.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Como todo mundo sabe, essa questão da emoção permeia meu trabalho e mais do que isso, todos os meus projetos &#8211; de forma mais aguda nas fases preliminares, antes do crivo dos clientes ‘aliviarem’ esta intenção…</p>
	<p>Então vejam que, emocionar é uma tendência, um caminho que funciona… não uma ‘viagem’…</p>
	<p> <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /><br />
</span><br />
“Os melhores momentos do bate papo de quase 2 horas com Gobé, entretanto, foram mesmo sobre como criar vínculos emocionais entre marcas e consumidores, assunto sobre o qual esse francês naturalizado americano é mestre. A tese dele é simples &#8211; “quando todos os produtos parecem iguais, o trabalho do branding é encontrar uma conexao única, capaz de fazer as pessoas intuitivamente, visceralmente, psicologicamente se relacionarem com a sua marca numa perspectiva mais pessoal e menos lógica”, foi o que disse Gobé.”</p>
	<p>“Na hora de dar um exemplo prático sobre o uso da emoçao pelas marcas, o 1o caso que vêm a cabeça dele é o de OMO &#8211; “Se você olhar para a indústria de produtos de limpeza, qual é de verdade a diferença entre um sabao em pó e outro?”, pergunta. E logo em seguida responde &#8211; “A tecnologia dos fabricantes é igualmente boa e todos deixam igualmente as roupas limpas. A Unilever percebeu, porém, que ao redor do mundo os saboes em pó combatiam a sujeira &#8211; para elas a sujeira era algo ruim. Para posicionar a marca no coraçao das pessoas OMO inverteu a mensagem e começou a dizer que sujeira era uma coisa boa. Ou seja, se seu filho chegar em casa sujo, é sinal que ele está aproveitando a vida e fazendo coisas interessantes” &#8211; explicou.”</p>
	<p>“Gobé acredita que a parte mais difícil desse trabalho é escolher uma emoçao adequada, que nao apenas seja valorizada pelo consumidor como possa ser respaldada pelo produto. “O que motivou o sucesso de Barak Obama? Os sentimentos de esperança e mudança. E Obama era o maior símbolo dessa mensagem. Esses sentimentos estavam fortemente relacionados ao produto. Afinal, que mudança maior você poderia esperar do que eleger um homem negro para a presidência dos EUA? As marcas devem aprender com esses exemplos”</p>
	<p>É muito importante este aspecto.</p>
	<p>Não adianta tentar valorizar, criar um vículo emocional com algo que o seu produto, a sua marca não oferece. Não é porque a sustentabilidade está em paua que sua empresa pode abraça-la sem antes adotá-la… Sem antes, conseguir demonstrá-la… Palavras ao vento, não emocionam.</p>
	<p>“Quer mais exemplos? Olhe só a explicaçao de Gobé para o sucesso da campanha de Axe &#8211; “Uma das emoçoes mais poderosas é a inveja, porque nós queremos ter o que as pessoas bem sucedidas têm &#8211; a vida que elas vivem, os amigos que têm, os produtos que compram. O motivo pelo qual as celebridades sao tao idolatradas é porque nós invejamos o que elas têm. Queremos o mesmo corte de cabelo, o mesmo batom e o mesmo perfume. Axe provoca a inveja e fala aos homens jovens que se eles usarem o produto serao, mais do qe tudo, muito bem sucedidos com as mulheres”</p>
	<p>“A conversa nao poderia terminar sem abordar os possíveis efeitos da crise na indústria da comunicaçao. Gobé acha que as empresas estao muito assustadas e que por isso podem cometer o erro de reduzir investimentos em comunicaçao de marca, em favor de estratégias promocionais, perdendo assim a chance de reforçar o vínculo com os consumidores nesses tempos difíceis.”</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.bluebus.com.br"  target="_blank">BlueBus</a> e <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>“O design é a nova publicidade”</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 14:35:29 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Entrevista de Marc Gobé à Ticiana Werneck, do NOVAREJO.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Sem mais comentários.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">MUITO BOM!!!!!</span></p>
	<p>Marc Gobé não dissocia o jazz do design. Para ele, “o design está para o branding assim como o jazz está para a música”. Não à toa, a todo momento durante nossa conversa – ele em seu escritório em Nova York e eu, em São Paulo – ele usou a palavra “jam”, para dizer que as marcas precisam “improvisar”, se “misturar”, da maneira mais criativa possível, com seus consumidores. Há um ano, ele lançou o livro “Brandjam: Humanizing Brands Through Emotional Design”, na mesma estrada de seu anterior “Emoção das Marcas”.<br />
Presidente da Emotional Branding, o francês Marc Gobé, já bolou estratégias de desenho de marca inéditas e emocionalmente induzidas para clientes como Coca-Cola, IBM, Victoria´s Secret, Godiva e Starbucks, entre muitos outros. Para o deisgner, a criação de marcas emocionais é simplesmente o elemento crucial que separa o sucesso da indiferença no mercado. “Entretanto, poucas empresas conhecem a arte de atingir, com inteligência e sensibilidade, a verdadeira força que existe atrás das emoções humanas”, diz. O fato de ser emocional dá à marca maior credibilidade, personalidade e conexão com as pessoas. “Assim como o comprometimento com um produto ou instituição, o orgulho que sentimos ao receber um presente de uma marca que gostamos ou a experiência positiva de fazer compras num ambiente inspirador, no qual alguém nos conhece pelo nome e nos oferece um cafezinho inesperado”, reflete.<br />
Mas o jazz toca no fundo e desvia o pensamento. “Quando o jazz se tornou um fenômeno mundial, além de mostrar um som inovador, trouxe uma nova maneira das pessoas apreciarem a música. As pessoas reconheceram a sinceridade, a motivação e o poder da música, relacionando-a a um som autêntico e visceral”, conta. Isso para dizer que de uma perspectiva de branding, os executivos de marketing precisam enxergar o consumidor de uma forma mais holística. “Assim como as pessoas, as marcas podem ser divididas em cabeça (razão), coração (emoção) e estômago (desejos), e simbolizam a materialização de uma promessa. Quando não conseguem cumprir, passam a se tornar irrelevantes. Entre pessoas e marcas, há relação intrínseca de compromisso”, afirma.</p>
	<p><strong>NOVAREJO: Qual o maior equívoco do marketing?</strong></p>
	<p>Marc Gobé: Não somos seres lógicos. Somos feitos de carne, e temos um cérebro controlado por nossos genes e influenciado por nossa cultura. Experimentamos a vida por meio de sensações e sentimentos e respondemos com emoções. Esse “buraco negro” de emoções e sensações, é ignorado por muitos marketeiros , raras as pesquisas que consideram estes fatores -, e se encontra aí a tão almejada oportunidade para inovar. Ainda, a maioria dos executivos pensa de forma técnica e dogmática, tentando adequar nossos hábitos de consumo ao seu projeto de marketing. Os resultados mostram que não têm sucesso, é claro.</p>
	<p><strong>NOVAREJO: Sensações valem mais que mil palavras?</strong></p>
	<p>Marc Gobé: Sim, claro. Entrevistei diversos executivos de grandes empresas que não pensam diferente. Por exemplo, a IFF (International Flavors and Fragrances) me demonstrou o poder do aroma, como potente ferramenta de marketing. Também conversei com Chris Bangle, responsável pelo design de alguns modelos BMW, e com Sylvia Lagnado, que participou do projeto que mudou a forma como a marca Dove se comunica com as mulheres. Entrevistei também o fundador da brasileira Natura, e com Deborah Adler, que criou uma nova embalagem de remédios para a rede de varejo Target após ver seus avós terem que lidar todos os dias com embalagens ineficientes.</p>
	<p><strong>NOVAREJO: Em seu livro, você afirma que as empresas precisam se misturar com os consumidores, improvisar com criatividade, assim como numa jamsession.</strong></p>
	<p>Marc Gobé:Vivemos uma democracia do consumidor, na qual pessoas votam nas marcas com suas carteiras, que são, na realidade, o recurso e combustível para o sucesso de qualquer empresa. Tão pouco é conhecido sobre o mundo emocional que influencia o comportamento humano, e é justamente esses espaços em branco que oferecem as maiores oportunidades para as perspectivas de uma marca.</p>
	<p><strong>NOVAREJO: Por que o design é a nova publicidade?</strong></p>
	<p>Marc Gobé:O escritor francês Michel Houellebecq, em seu livro Les Particules Elementaires (Partículas Elementares, Ed. Sulina), explica que o “amor é um conceito abstrato até a pessoa se apaixonar. Então ela transforma o amor em uma realidade e se depara com sentimentos magníficos e emoções que, sabia que existiam, mas ainda não havia experimentado”. Com o design é a mesma coisa – ele estimula o seu subconsciente e revela sentimentos que tornam o produto desejável, ou pior, em certos casos, rejeitado. Design é o melhor embaixador de uma promessa e a manifestação da verdade daquela marca. Diz muito sobre a filosofia da marca e de seu espírito inovador. O design é a mais poderosa declaração que uma marca pode fazer.</p>
	<p><strong>NOVAREJO: Todo esse trabalho de design é feito e divulgado. Mas é no varejo que tudo acontece, com a compra. Como aproveitar melhor esse momento?</strong></p>
	<p>Marc Gobé: O varejo é a nova experiência da marca. A Apple, por exemplo, construiu suas lojas como uma forma de atração. As pessoas se lembram da experiência que tiveram quando visitaram uma loja, de departamento, de beleza, de shopping… O que falta na maioria das lojas hoje é um diferencial. Noção de estética é apenas uma parte da identidade da marca, a atração sensorial e as experiências emocionais vão tornar a visita memorável – isso é esquecido ou ignorado nas estratégias do varejo. Aqueles que fazem compras no mercado americano Stew Leonard’s, tem uma sensação do que significa diversão no varejo: prazer e emoção no lugar da razão, e estímulos inesperados.<br />
Minha proposta de “brandjam” é a resposta para o “vazio” nas estratégias de marca que falham ao reconhecer o poder da colaboração. O “brandjam” faz as pessoas se unirem: marketeiros, pesquisadores, designers e consumidores, para juntos, inovar no que chamo de “centros de brandjam”, que inspiram a todos a deixar aflorar seu lado de designer para chegar a ideias criativas. A IBM, por exemplo, criou um site chamado de InnovationJam, onde convida a todos a colaborar na tarefa de inovar. O CEO,  explica que “inovação, no século 21, é muito mais do que invenção. É abertura, multidisciplinaridade, colaboração, trocar de lugar com o consumidor em comunidades com milhões de pessoas que nunca iríamos conhecer”. Isso é a mais pura verdade.</p>
	<p><strong>NOVAREJO: Que mensagens as novas marcas precisam se preocupar em passar?</strong></p>
	<p>Marc Gobé: Nós vivemos em um mundo muito pequeno e o impacto de nossas marcas pelo globo está transformando crenças em estilos de vida. As pessoas vêem nossas marcas pelas lentes de suas própria cultura e realidade. Novas marcas criadas agora na China, Coréia ou Brasil, trazem uma nova promessa, uma nova realidade para esses países, e uma nova forma de olhar o mundo. Temos que esquecer a ideia de que somos donos do mundo e começar a estimular as pessoas a valorizar promessas de integridade e inovação.</p>
	<p><span style="color: #888888;">Uma observação: Cuidado com essa comparação entre design e publicidade. No contexto do pensamento do Marc, é uma coisa. Mas, a frase solta me parece um tanto perigosa. A publicidade tem a função de vender. A substituição vem da necessidade de se oferecer a marca como referência.  Utilizar o design, para transformar a marca em algo proximo do consumidor, útil a ele, algo pela qual ele tenha afeição.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não vamos achar que, apartir de agora, o design será a nova solução para gerar vendas, apenas. O design gera relacionamento, aproximação, fidelização, afetividade… e aí isso tudo termina gerando vendas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que não era necessário falar isso tudo mas… não resisti! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO </a>
</p>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 19:16:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os consumidores apresentam maior afinidade com marcas dos segmentos de bens duráveis e consumo e que expressam a brasilidade em sua identidade. Essa é uma das conclusões do Índice de Conexão Humana das Marcas (ICHM), lançado pela consultoria de marca Sart Dreamaker e agora em primeira mão pelo Mundo do Marketing. A nova pesquisa, que será atualizada anualmente pela agência, busca descobrir o poder de influência de uma marca sobre o consumidor.
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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Os consumidores apresentam maior afinidade com marcas dos segmentos de bens duráveis e consumo e que expressam a brasilidade em sua identidade. Essa é uma das conclusões do Índice de Conexão Humana das Marcas (ICHM), lançado pela consultoria de marca Sart Dreamaker e agora em primeira mão pelo Mundo do Marketing. A nova pesquisa, que será atualizada anualmente pela agência, busca descobrir o poder de influência de uma marca sobre o consumidor.</p>
	<p>O índice partiu inicialmente de uma base de 500 marcas que, após uma pré-seleção, diminui para 80 que foram pesquisadas. Cinco delas ficaram de fora por motivos técnicos no decorrer da pesquisa de campo (como o Banco Real, que foi incorporado ao Grupo Santander).</p>
	<p>No resultado final, a Coca-Cola lidera a lista, com 82,5 pontos (em uma escala que vai até 100), seguida por Nestlé (77,5), Sadia (75,1), Natura (73,5) e Rede Globo (72,7). Para a agência, a liderança ocupada pela marca de refrigerantes não é nenhuma surpresa. “É uma confirmação, já que a Coca-Cola sempre aparece no topo em listas de lembrança e afinidade com marcas, tanto que aparece com vantagem considerável em relação ao segundo colocado”, explica Gian Rocchiccioli (foto), CEO da Sart Dreamaker, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p><strong>Para Sadia, boa distribuição e pós-venda explica seu bom resultado</strong></p>
	<p>A Sadia, terceira colocada no ranking, credita o sucesso ao cuidado com o consumidor em toda a sua cadeia produtiva. “Além disto, a marca sempre esteve presente na vida do consumidor, graças ao eficiente trabalho das equipes que fazem o produto chegar a mais de 100 mil pontos de venda, sem contar o ótimo trabalho pós-venda, que inclui o primeiro Serviço de Informação ao Consumidor do setor de alimentos no Brasil, criado em 1982, nove anos antes da vigência do Código Nacional de Defesa do Consumidor”, conta Eduardo Bernstein, Diretor de Marketing da Sadia.</p>
	<p>Mesmo orgulhosa do resultado, a marca de alimentos não pretende frear os seus investimentos para agradar o consumidor. A empresa encerrou o ano passado com o maior volume de investimentos já realizado pela companhia: R$ 1,8 bilhão. O montante proporcionará à Sadia uma capacidade produtiva suficiente para sustentar um crescimento em até dois anos sem a necessidade de novos aportes.</p>
	<p>Segundo a Sart Dreamker, a lista traz algumas surpresas, como a boa posição de marcas de cosméticos &#8211; com Natura em quarto e Boticário em nono &#8211; e de comunicação &#8211; com a Rede Globo em quinto e Editora Abril em 17º. Havia uma expectativa do estudo de que as marcas de alimentos e bebidas apresentariam os melhores resultados, mas apenas seis marcas do setor aparecem entre as 20 melhores.</p>
	<p><strong>Cervejas derrubaram média de segmento de alimentos e bebidas</strong></p>
	<p>O segmento alimentício até teria a melhor média, não fosse a inclusão de marcas de cervejas. “Existe uma relação de prazer muito intensa [entre as marcas de cerveja], mas há também uma forte sensação de medo nessa relação”, explica o executivo. Quem acabou apresentando a melhor média foram as marcas do segmento de Bens Duráveis e de Consumo, com 62,4 pontos, seguido de Alimentos e bebidas (59,8) e Automobilístico e Transportes (55,7).</p>
	<p>Outra descoberta da lista é a maior aceitação de marcas que expressam a brasilidade em sua identidade. Isso explica a boa posição da Natura em quarto, assim como da Petrobras em vigésimo terceiro, mesmo com a estatal fazendo parte do segmento com a menor média (47,8), o que já era esperado por serem marcas com pouco ou nenhum produto destinado ao consumidor final. O Banco do Brasil lidera pelo mesmo motivo no setor financeiro. No geral, as marcas nacionais e internacionais têm uma presença aproximada na lista, com as brasileiras ocupando 54,6% do total.</p>
	<p><strong>Apple ficou em 74º lugar</strong></p>
	<p>A busca de uma conexão humana entre os mais variados perfis de consumidores explica a posição da Apple, uma das marcas mais valorizadas e conceituadas no mundo, em 74º, com 41,8 pontos. A base de 3.285 pessoas pesquisadas busca refletir um microcosmo da população brasileira, de acordo com dados do IBGE.</p>
	<p>Mas isso não deixa de ser um bom resultado, na opinião de Gian Rocchiccioli, levando-se em conta que a base inicial era de 500 marcas e que o histórico no Brasil é bem recente. “Havia pessoas que nem conheciam a Apple. Talvez se separasse apenas a classe A, a marca estivesse entre as dez primeiras. A pesquisa também considera todas aquelas acima dos 40 pontos como muito boas”, explica ao site.</p>
	<p><strong>Atitude do consumidor pode não corresponder sua fala</strong></p>
	<p>O processo de pesquisa mesclou métodos quantitativos com qualitativos, com 3.285 pessoas respondendo a entrevistas de 40 minutos de duração em média em todas as regiões do país. Foram levados em conta 34 quesitos, divididos em quatro grupos: Atenção, Relevância, Significado e Confiança, permitindo a avaliação de critérios que antes apenas era possível no “feeling”.</p>
	<p>“Foi quase como uma análise médica. O médico nunca pergunta o que o paciente tem, mas faz perguntas para tentar confirmar aquilo que ele pré-concebe. Nós não fazíamos perguntas diretamente para saber o que queríamos” diz o CEO da Sart Dreamaker.</p>
	<p>Na opinião dele, isso explica porque a imagem que os consumidores tinham de uma marca – onde eles davam uma nota – não necessariamente significava sua “conexão humana” com ela. Ou porque os consumidores podem até dizer adorar uma marca, mas compram a do concorrente, em uma atitude que a agência julga como inconsciente, e influenciada por diversos fatores, como sociedade, estado emocional e idade.</p>
	<p>Para conseguir uma melhor conexão humana com o consumidor, Gian Rocchiccioli aconselha que é preciso não apenas ouvir os seus consumidores, mas os da concorrência, além de observar o que os seus competidores estão fazendo. “O melhor celular do mercado perdeu o sentido depois do iPhone. Culpa do Diretor de Marketing? Não! Ele fazia algo muito bom até alguém lançar um produto inovador, extraordinário. Nem sempre um produto não dá certo por ter sido desenhado a estratégia errada. Há influência das outras marcas na sua.”, complementa.</p>
	<p>Fonte: Mundo do Marketing
</p>
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