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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
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		<title>Dentro da empresa, também tem público&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:15:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d5Q2cedd6" alt="" />Muita gente, muitos empresários esquecem do seu público interno. É a velha cabeça do século XX. Da década de 70 do século XX&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pensam em horário, em cobrança, em metas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Esquecem de incluir os funcionários, os colaboradores, na cadeia de informações da empresa. Esquece que são os funcionários, os colaboradores que estão na linha da empresa. Seja na produção, no atendimento, nas vendas, no controle, na gerência, na divulgação, na logística. Em qualquer tamanho de empresa. Em qualquer setor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não se interessam em divulgar a  marca e a identidade da empresa para este público. Deixe estar que, este empresário, na maior parte das vezes não se importa com a marca e a identidade da empresa. Ele mesmo, muitas vezes, não tem noção de nada disso. Mas aqui, não falamos para esse tipo de empresário. Falamos para os que querem MAIS. Querem sua empresa crescendo! E são estes empresários que eu quero lembrar:<br />
O primeiro público a ser conquistado é o interno. É do trabalho dele que depende a imagem da sua empresa. Se eles não tiverem a idetidade da empresa, se eles não defendem os valores da empresa, se eles não acreditam na empresa&#8230; como vamos convencer os clientes?..</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pense nisso.</span></p>
	<p><strong>Conquiste seus colaboradores com Endomarketing</strong></p>
	<p>Muito além de eventos sazonais e ginástica laboral, o Endomarketing hoje, é indispensável ao desenvolvimento corporativo. O principal e mais evidente benefício provido por ele é o aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros.</p>
	<p>A boa aplicação do marketing interno traz bem-estar e satisfação aos colaboradores. Mais felizes e alinhados à visão da companhia, a dedicação nas funções tende a aumentar. Além disso, a percepção sobre a empresa melhora sensivelmente resultando em um círculo virtuoso.</p>
	<p>As vantagens são diversas, bem como o impacto causado. Desperta-se a consciência da equipe frente à cultura e identidade organizacional de forma não impositiva. Todos se sentem parte do processo e agentes de transformação. Isso é extremamente importante para a incorporação de novas atitudes, pois mudanças comportamentais definitivas devem partir “de dentro para fora”.</p>
	<p>No mundo dos recursos humanos, as ações são critério de seleção e até eliminação de candidatos. Os adeptos do conceito CHA consideram importante o Conhecimento e Habilidade dos profissionais, mas a garantia do sucesso está na Atitude. O “saber como” e o “querer” fazer certo.</p>
	<p>A estruturação do Endomarketing requer tempo, demanda e, evidentemente, dedicação. Seu objetivo é bem parecido com o marketing realizado aos clientes externos: satisfação para a obtenção de lucro. A mudança está apenas no target. Sabe-se da importância do capital humano para os negócios. Investir em integração e motivação como diferenciais competitivos é colaborar para a retenção de bons profissionais e pensar no futuro da empresa.</p>
	<p>Os resultados melhoram com a evolução do departamento. Quanto maior o conhecimento sobre os mecanismos da organização e o perfil das equipes, mais eficientes se tornam as ações. Nesse caso a dica é: paciência, empenho, muita pesquisa e foco.</p>
	<p>Criatividade e jogo de cintura também são a chave do sucesso. Descubra os anseios dos colaboradores e coloque em prática as soluções. A superação de expectativas aumenta o impacto e causa boa receptividade aos próximos projetos. Investir em alternativas simples, mas não simplórias, é o grande desafio na conquista do público interno.</p>
	<p>Boa parte das corporações ainda são resistentes à prática. Em geral, elas “deram certo” sem se utilizar desse recurso e o consideram gasto, não investimento como é de fato. Se você está nessa lista, faça uma busca na Internet e comprove. As empresas mais desejadas têm o Endomarketing na sua essência. Um bom caso é o Google, apesar de ultrapassar um pouco os limites da realidade pela multiplicidade de ações.</p>
	<p>O bom desenvolvimento do setor exige informação. Boa sintonia com as estratégias da empresa favorecem resultados positivos. Manter contato próximo ao RH e aos gestores também impacta diretamente na eficácia do trabalho.Durante uma ação ou evento de Endomarketing crie identidades atraentes. Materiais desenvolvidos em editores de texto com ilustrações em baixa resolução captadas da Internet, nem pensar!</p>
	<p>Ao término de qualquer atividade, peça feedback. Fundamental para a perpetuação da área, ele oferece parâmetros e dita os caminhos a seguir em ações futuras. É possível consegui-lo em reuniões com lideranças ou, se desejar algo mais detalhado, por fichas de satisfação entregues aos participantes.</p>
	<p>Um cuidado necessário, para evitar o revés, são as premiações. Deve-se ter clara a função da equipe. Ela foi contratada para atingir e superar metas. Brindes e agrados demais podem condicionar o esforço à recompensas, o que compromete todo o trabalho e gera enormes ruídos.</p>
	<p>Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.</p>
	<p>O Endomarketing é tão importante quanto aumentos salariais. A justificativa é: obviamente temos necessidades financeiras, mas há também carências básicas a serem supridas. Até o funcionário mais interessado em dinheiro não resiste por muito tempo em uma empresa onde o clima é ruim. Mesmo com um bom salário o nível de dedicação jamais será equivalente ao de alguém motivado e bem integrado na organização. E quem entra nesse momento? Agora você já sabe.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Rodrigo Freire</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Você sabe porque perde clientes?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:13:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d9W945hb2" alt="" />O <a href="http://www.twitter.com/@guiadaembalagem"  target="_blank">@guiadaembalagem</a> tuitou o link para este artigo.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito bom, muito legal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claríssimo, ajuda a entender o significado e a importância de CRM para os que não sabem muito bem o que é isso e sempre ficam constrangidos em perguntar. Até porque, na hora de explicar, muita gente gosta de &#8216;dourar a pílula&#8217; e enrolar a explicação.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveite e enquanto entende o porque CRM é importante, repare em outros pontos vitais, como o atendimento, o PRIMEIRO atendimento; a necessidade de conhecer BEM os produtos e serviços, para oferecer com argumentação; a necessidade do pós-venda&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><strong><span class="fonte_geral_reforcada">Você sabe o que é CRM e suas aplicações práticas?</span></strong></p>
	<p><span class="fonte_geral"><br />
Para traduzir melhor a sigla CRM, vamos usar<em> Criando Relacionamentos Melhores</em>.</span></p>
	<p>Nesse novo cenário do Mercado Globalizado, existem alguns motivos pelos quais você perde um cliente.</p>
	<p>1% por falecimento,</p>
	<p>5% por mudança de endereço,</p>
	<p>5% por amizades comerciais,</p>
	<p>10% por maiores vantagens em outras organizações,</p>
	<p>14% por reclamações não atendidas,</p>
	<p>65% por indiferença de pessoal que os atende.</p>
	<p>O CRM veio suprir a necessidade de melhoria no atendimento ao cliente.</p>
	<p>Com um formato embasado com dados pré estabelecidos, que pode ser feito via pesquisa ou simplesmente por meio de dados dos clientes já cadastrados.</p>
	<p>Com estes dados, você consegue traçar o perfil e estabelecer uma linha de comunicação eficaz entre Cliente x Empresa x Cliente.</p>
	<p>O mais importante disso tudo, é que juntamente como o CRM, você utilizará de técnicas como <strong>APONTE</strong>, que baseia-se no seguinte princípio:</p>
	<p><strong>A</strong> &#8211; O primeiro atendimento ao cliente é essencial, afinal estamos cansados de ouvir que &#8221;A 1ª Impressão é a que fica&#8221; e nunca teremos uma segunda chance de causar uma boa impressão.</p>
	<p>Por isso quando o cliente liga, em primeiro lugar ele espera um atendimento único e personalizado, há uma necessidade em ser &#8221;exclusivo&#8221; e é essa impressão que você tem que passar ao atende-lo, pois afinal de contas ele é um dos responsáveis pelos lucros de sua organização.</p>
	<p><strong>P</strong> &#8211; Pesquise; Não basta apenas você atender o seu cliente de forma unica e exclusiva, se você não buscar entender qual a sua real necessidade.</p>
	<p>Existem vários tipos de clientes, todos nós sabemos muito bem disso, alguns falam diretamente o que precisam, embora muitas vezes acabam comprando outros produtos ou serviços diferentes do que ele acreditava ser sua necessidade, mas existem outros tipos de clientes, que deve ser explorado mais profundamente para que você entenda a sua necessidade e atenda-o nisso.</p>
	<p><strong>O</strong> &#8211; Ofereça: Uma vez que você já sabe a real necessidade do seu cliente e já o atendeu de forma personalizada, você deve oferecer a real solução para o mesmo. Quão desconfortável e frustrante você desejar algo e o vendedor &#8221;empurrar&#8221; outra coisa, o que é comum em lojas de calçados, farmácias, empresas de telefonia e conveniências.</p>
	<p>Por isso repito, quando digo &#8221;ofereça&#8221;, deixe de lado as metas que você deve bater uma vez que você sentiu que a necessidade do seu cliente é apenas um serviço. Não estou dizendo que você nunca deverá ofertar outros serviços que a sua empresa disponibiliza, longe de mim isso, mas quero deixar claro que você não deve empurrar de nenhuma forma serviços que são desnecessário, pois o resultado disso é extremamente negativo à Identidade Corporativa.</p>
	<p>Lembre-se: Ofertar é demonstrar com leve apelo determinado serviço, empurrar é semelhante à molestar ou lesar outrém.</p>
	<p><strong>N</strong> &#8211; Neutrazilar x Negociar: Uma vez que o cliente já sabe como será resolvido a sua necessidade, por meio dos serviços outrora ofertados por você, chega ao momento mais delicado e dinâmico da negociação; Neutralizar as Objeções e Negociar Preços.</p>
	<p>Neutralizar Objeções: O cliente nunca está satisfeito, ou a sua falta de segurança nas promessas passadas pela força de vendas que muitas vezes é falha (&#8221;gato escaldado tem medo de água fria!&#8221;), o cliente sempre ficará com um pé atrás ou com dezenas de dúvidas sobre o produto ou serviço, neste momento entre a decisão de compra e um &#8221;vou dar uma olhadinha por aí, qualquer coisa eu volto!&#8221; é que devemos pesquisar as dúvidas e neutralizar toda e qualquer objeção que houver com relação ao serviço ou produto ofertado.</p>
	<p>Negociar: Quando falamos em dinheiro, temos que ter consciência que é imprescindível não apenas ter a necessidade de determinado item, seja ele produto ou serviço, mas sim um agente motivador, para que o mesmo saia de sua casa em plena à Quarta-feira 23 horas para comprar um chocolate na Conveniência do posto que fica à seis quadras do seu apartamento. Isso é provocado pelo efeito da propaganda, mas devemos lembrar que muitas das vezes, fazem-se propaganda do produto e não do canal distribuidor do mesmo.</p>
	<p>Quando não deixamos uma margem de negociação, quando falo isso não penso apenas em valores, mas sim em pequenos detalhes que podem comprometer sua venda e ação da propaganda, corremos o risco eminente de não só perder um cliente, como fortalecer o seu concorrente, que muitas vezes basta atravessar a rua.</p>
	<p><strong>T </strong>- Tomar Iniciativa: Uma das grandes falhas cometidas pela força de vendas é ocasionada na Iniciativa de Venda ou Tomada de Decisão.</p>
	<p>Concordo que muitas vezes o cliente fica extremamente fechado para a tomada de decisão de compra, deixando muitos vendedores intimidados, mas os casos onde mais encontramos falha, é que dificilmente alguém consegue, se não estiver apto ao mercado, identificar qual o ponto exato de falar para o seu cliente olho no olho “Vamos assinar os papéis?”.</p>
	<p>O que acontece na grande maioria é a antecipação desse processo, o que gera um desconforto, aquele que você sente quando estão te empurrando algo que você não quer, acha que não quer ou acredita que não quer.</p>
	<p>O momento exato deve ser sentido, não existe uma regra básica nem um horário que deve se fechar uma negociação. O que posso dizer é que a partir do momento que não houver mais objeção e nem questionamentos sobre o produto/serviço, está faltando apenas a Tomada de Decisão para o fechamento do negócio.</p>
	<p><strong>E</strong> &#8211; Estenda Relacionamentos: A Maneira mais fácil de você estender relacionamento é implantar a idéia da Pós-Venda.</p>
	<p>Esse trabalho é crucial para a fidelização de clientes, bem como conseguir mais clientes por meio da propaganda boca-a-boca.</p>
	<p>É um processo um tanto quanto complicado para empresas que ainda não se habituaram com esse tipo de cultura, entretanto, é mensurável os resultados obtidos com o número de clientes satisfeitos, que se tornam muito mais do que clientes, mas amigos e captadores de novos clientes.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.agencia11.com.br"  target="_blank">Agência 11</a> e <a href="http://www.guiadaembalagem.com.br/"  target="_blank">Guia da Embalagem</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>80% dos brasileiros&#8230; - ... gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:29:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=42I3e8bcc" alt="" />Ótimo artigo no HSM, falando sobre o impacto que se pode obter nas vendas online utilizando as redes sociais.<br />
Leitura importante.<br />
Na minha opinião, e todo mundo já sabe disso, quem não estiver construindo relacionamentos com os seus mercados estará fora do jogo rapidamente. Não existe muito espaço mais para quem se comporta segundo critérios do século passado. Nem mesmo os focados no &#8216;preço baixo&#8217; conseguirão se manter sem construir relacionamentos e links sociais com os seus mercados&#8230;</span></p>
	<p>Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais</p>
	<p>O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.</p>
	<p>Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.</p>
	<p>E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.</p>
	<p>O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita: os próprios consumidores se encarregam de divulgar a loja para sua rede de contatos. Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na web 2.0.</p>
	<p>&#8220;Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez&#8221;, comenta Adolpho.</p>
	<p>Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.</p>
	<p>Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.</p>
	<p>Da mesma forma, opiniões negativas se propagam muito mais depressa e podem gerar uma péssima publicidade para as marcas que não estejam atentas à divulgação de seu nome e produtos na internet. Portanto, quem deseja investir no comércio social deve procurar conhecer bem as ferramentas disponíveis e atuar com transparência junto ao consumidor.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM Online</a>
</p>
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		<title>Aqui se faz, aqui se paga</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:56:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=1cW327z12" alt="" />A primeira vez que ouvi falar em sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência eu estava na faculdade e lia um texto sobre as diferenças entre a sociedade americana e a européia.<br />
Falava sobre o modo de vida, cultura, maneira de enxergar a vida. A experiência de guerra da população. A questão do horário de trabalho. Perspectiva de consumo. Porque comprar algo novo se o meu atual me atende bem? Esse era o posicionamento Europeu&#8230;<br />
Já o americano, era comprar, comprar, comprar&#8230;<br />
Para vender mais, as empresas americanas buscavem o &#8216;mais barato&#8217;. Reduzir custos. Espremer fornecedores e&#8230; os empregados. Salários. Mandar produzir em outras partes do mundo, onde o custo fosse menor&#8230;<br />
Uma sociedade baseada  no &#8216;pagar menos&#8217;.<br />
Infelizmente, nossa sociedade, aqui no Brasil, seguiu essa tendência.<br />
Fácil saber por quê.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas será que não é hora de mudar?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que vamos até onde, aceitando menos porque queremos pagar menos?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Encontrei esse artigo do Paulo Ferreira no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.<br />
Faz pensar&#8230;<br />
Se não queremos que façam com a gente, com nosso trabalho, com nossos produtos&#8230; Porque insistimos em fazer com os outros? Porque mesmo vendo que é justo, insistimos em baixar mais um pouquinho&#8230;  Porque trocamos o profissional por outro mais barato, mesmo sabendo que aquele anterior, valia o que cobrava?&#8230; Porque não damos valor ao trabalho alheio e queremos que todos &#8216;doem o sangue&#8217; trabalhando para nós? Aquela velha conversa de &#8216;vestir a camisa&#8217;&#8230;<br />
Porque somos uma sociedade do &#8216;pagar menos&#8217; e não uma sociedade de qualidade e excelência?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, o principal, será que não podemos mudar??<br />
Será que não podemos melhorar??&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
	<p><strong>O preço mínimo e o princípio da reciprocidade</strong></p>
	<h4><em><span style="font-weight: normal;">Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale</span></em></h4>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">A frase é bíblica e o princípio é tão simples que qualquer criança entende: não faça aos outros aquilo que você não quer que façam a você. A dificuldade de colocá-lo em prática, entretanto, continua assombrando nossas vidas há milênios. Inclusive a vida das empresas, as relações de mercado, a lei de oferta e procura e a economia como um todo.</p>
	<p>Sempre que alguém diz que não ganha tão bem quanto deveria, me sinto tentado a perguntar “da última vez que o encanador te deu um orçamento, até que ponto você espremeu o preço?”. Do mesmo modo, sempre que um empresário fala da dificuldade em encontrar pessoas comprometidas, profissionais em nível de excelência, que façam mais do que o mínimo indispensável, sou tentado a perguntar “e quando foi a última vez que sua empresa concedeu um aumento que era mais do que o mínimo indispensável?”</p>
	<p>Sim, é o princípio da reciprocidade em ação. Infalível. Mais cedo ou mais tarde, você tem de volta exatamente o que entrega. Sempre vai ter o mínimo indispensável dos funcionários a quem você paga o mínimo indispensável. Mas a explicação disso pode ser bem menos nobre do que parece à primeira vista: numa sociedade permanentemente obcecada com a idéia de “pagar menos”, você está inserido como consumidor e também como fornecedor.</p>
	<p>Nas sociedades baseadas em princípios de qualidade e excelência, não se cogita fazer determinado trabalho por menos do que ele vale. Não se cogita trabalhar horas extras não-remuneradas. Não se cogita desvalorizar o trabalho do seu semelhante, porque na volta, isso vai desvalorizar o seu próprio trabalho. E aqui cabe uma ressalva importante: isso vale para os seus semelhantes, aqueles a quem você se compara e em quem se reconhece. Por isso, o princípio muitas vezes não é aplicado aos imigrantes dos países pobres: não se reconhece reciprocidade entre os que não são iguais. Mais ainda quando se trata de imigrantes ilegais: alguém que está ilegalmente num país deve esperar passar por abusos ilegais: novamente, é o princípio da reciprocidade em ação.</p>
	<p>Mas voltando ao tema: nas sociedades que realmente valorizam qualidade e excelência, não apenas o fornecedor não aceita ter seu preço aviltado: o consumidor espera um determinado preço e uma determinada qualidade condizente. A simples idéia de barganhar indefinidamente com um profissional deveria ser abominada pelos profissionais de serviços, todos eles. Mas pergunte a um publicitário brasileiro se ele não vai barganhar com o arquiteto ou o encanador na hora de comprar serviços &#8211; como um bom filho da nossa sociedade do preço mínimo, ele vai. E depois sofrerá exatamente a mesma situação na hora de negociar seu salário.</p>
	<p>Este é o resultado de viver numa “sociedade do preço mínimo”, obcecada por pagar menos e pela vantagem imediata do comprador. Esta é a sociedade e a economia que construímos para o nosso país. E as nossas exceções somente confirmam a regra: na hora de definir qual seria o médico a realizar a operação cardíaca do seu pai, você não iria ficar tão obcecado pelo preço mínimo, certo?</p>
	<p>Portanto, antes que possamos participar verdadeiramente do grupo de nações que lidera a economia ou criar impacto mundial com produtos e serviços que nascem da criatividade e da inovação, do trabalho intelectual de indivíduos e equipes de alto nível; temos que resolver o círculo vicioso criado pelas nossas “caríssimas” &#8211; em vários sentidos &#8211; filosofias do “preço mínimo” e sua companheira constante, a filosofia das famosas “soluções caseiras”.</p>
	<p>Somente quando estivermos dispostos a considerar qualidade e excelência como valores reais pelos quais devemos pagar diferenciadamente poderemos exigir este tratamento para nossos produtos e serviços. É o princípio da reciprocidade. Nunca falha.</span></span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><span style="color: #333333;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></span></span>
</p>
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		<title>Não confunda concordar com compreender</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:26:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aprenda a ouvir. Você pode fazer um curso de oratória para aprender a falar melhor e um curso de gramática para aprender a escrever melhor, mas se não souber ouvir, de nada adiantará para aumentar seu contato com o cliente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=e7A330q2a" alt="" />Um ótimo texto do Ricardo Veríssimo.<br />
No meu ponto de vista, um dos pontos de apoio de um bom atendimento. Uma das melhores formas de se construir relacionamento no varejo, nas relações com fornecedores e clientes, em todos os pontos.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura! </span></p>
	<p><strong>Comunicação empática.  Ouça para poder influenciar.</strong></p>
	<p>Se o cliente não entender que realmente você se importa e ouve o que ele está lhe dizendo com seriedade, nunca comprará suas soluções. Seu cliente precisa saber e sentir que você se importa com ele. Essa é a única forma de ele se abrir, e assim você poderá conhecer suas ansiedades, preocupações, problemas e chegar às soluções.</p>
	<p>Você só pode vender soluções se souber qual são os problemas.</p>
	<p>Como criar esse canal de comunicação com o cliente?</p>
	<p>Existem várias formas de comunicação, mas criar confiança e credibilidade pode ser um pouco demorado. A empatia pode ajudar a resolver esta questão. Para criar empatia abuse dos quatro tipos de comunicação: a fala, a escrita, a leitura e a audição. Essa última principalmente.</p>
	<p>Aprenda a ouvir. Você pode fazer um curso de oratória para aprender a falar melhor e um curso de gramática para aprender a escrever melhor, mas se não souber ouvir, de nada adiantará para aumentar seu contato com o cliente.</p>
	<p>Se quiser compreender seu cliente, aprenda a ouvir primeiro. Como seu cliente vai se abrir com você se ele não acreditar que você o compreende?</p>
	<p>Até agora já citamos algumas palavras chave, que gostaria de ressaltar e pedir ao leitor que pense nelas com atenção. São elas:</p>
	<p><strong>Comunicar, ouvir e compreender</strong></p>
	<p>Agora vou citar a palavra mais importante para as vendas (e que se você não prestar atenção às anteriores, não conquistará) que é <strong>influenciar</strong>.</p>
	<p>Para influenciar seu cliente, nenhuma técnica adiantará, se ele não acreditar em você. Para isso a capacidade de escutar empaticamente é importantíssima.</p>
	<p>Escutar empaticamente é a capacidade de escutar com vontade de compreender a necessidade específica da pessoa e pela perspectiva dela e não pela sua. É escutar sem reservas, sem seleção e ter uma visão profunda e descomprometida do cenário envolvido.</p>
	<p>Não confunda concordar com compreender. Concordar envolve julgamento de causa e compreender, não. Compreender requer conhecer profundamente, tanto emocional quanto intelectualmente a questão.</p>
	<p>Um ensinamento religioso do grande mestre Jesus, quando diz: “amai-vos uns aos outros”, ou seja, “procure mais amar do que ser amado”.</p>
	<p>O que seria procurar amar, mais que ser amado, senão compreender que ser compreendido?</p>
	<p>Coloque-se no lugar de seu cliente e com toda a certeza, você terá uma visão diferente das coisas.</p>
	<p>Stephen Covey, em seu livro <em>Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes</em>, que sempre cito em meus artigos, diz: “o bom vendedor é aquele que vende soluções e não produtos”.</p>
	<p>Concordo com ele, pois não compramos produtos e serviços, mas os benefícios que eles nos proporcionam. Como podemos vender um benefício, se não soubermos a causa? Existe uma relação entre causa e benefício, está na ciência e na vida.</p>
	<p>E assim, quanto mais você começar a compreender o lado de seu cliente, mais perceberá que será compreendido sem grandes esforços, pois existirá comunicação empática entre você e seu cliente.</p>
	<p style="text-align: right; "><em>Ricardo Veríssimo</em></p>
	<p style="text-align: right; ">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br"  target="_blank">[Webinsider]</a></p>
	<p style="text-align: left;">
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		<title>Faz sentido?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:44:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=6eW40ex1f" alt="" /></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Excelente texto.</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Está na fila para postar há um tempo. Na avalanche de hoje, não escapou. rs</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Que a leitura seja inspiradora! Por que a quantidade de empresas, que não tem nexo ennhum em suas ações&#8230; é enorme. E a maioria nem percebe isso. E se alertada, não considera, nem pensa no problema, na falta de credibilidade que isso acarreta. Na dispersão de investimento sem retorno.</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><span style="color: #888888;">Boa leitura&#8230;</span></p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Roberto Justus está fazendo escola. Agora é Walter Longo, seu consultor no programa O Aprendiz, mentor de Estratégia e Inovação do Grupo Newcomm e Vice-Presidente da Young &amp; Rubicam no Brasil que propõe a demissão de profissionais. Mas Longo não é tão implacável quanto Justus. Ele propõe que o diretor de Marketing vire um diretor de nexo, tamanha é a falta de conexão entre as estratégias e ações de Marketing das empresas hoje em dia.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">A falta de nexo é explicada pelo momento que o mundo está vivendo. “Estamos entrando num período conhecido como Tesarac”, aponta Walter Longo em entrevista ao Mundo do Marketing. Segundo o especialista, estamos num período da história em que ocorrem mudanças sociais e econômicas, transformando o mundo numa sociedade caótica e desorganizada até que a sociedade encontre uma nova ordem que a recomponha. “É uma revolução igual a Revolução Industrial. O volume de mudanças brutal que está acontecendo em todos os setores gera uma dificuldade de saber para onde as pessoas vão”, complementa.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">O que antes eram certezas agora são dúvidas. “Quando você não tem noção muito clara de onde você vai, fica mais difícil ter um nexo”, analisa. Outras razões explicam a falta de nexo. Há uma explosão de novas mídias. Com isso, a capacidade de perder nexo é maior também. O Marketing extrapolou o Marketing. “Hoje tem muitas pessoas diferentes numa empresa fazendo marketing. A área financeira faz relação com o investidor, o RH faz relação com o público interno, a área de produção faz pesquisa, design e o Marketing acaba fazendo só publicidade”, explica.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px;">Razões da falta de nexo no Marketing<br style="margin: 0px; padding: 0px;" /></strong>A falta de nexo vem também da mudança que o avanço da mídia digital proporcional. Mudou a forma de relacionamento entre as empresas e o consumidor. De acordo com Walter Longo (foto), que acaba de lançar o livro “O Marketing na era do nexo” (BestSeller) ao lado de Zé Luiz Tavares, há uma dificuldade de planejar porque tudo muda muito, a toda hora. “O profissional perde muito o lado estratégico e parte para o tático, mas ele pode ser estratégico sendo tático e tático sendo estratégico. Sem isso o nexo perde muito da sua força”, adiciona.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Nesta Era de Tesarac impera o Marketing do medo. Os profissionais de Marketing estão com medo de tomar decisões. Deixa que o concorrente faça antes e depois decide o que vai fazer. “Muita gente está tomando decisão não por ter certeza, mas para não ficar para trás. Empresas de propaganda estão criando braços digitais não porque acreditam no negócio interativo, mas sim porque se não fizerem o cliente vai para outro lugar”, ressalta Walter Longo.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;"><strong style="margin: 0px; padding: 0px;">Dificuldades e caminhos</strong><br style="margin: 0px; padding: 0px;" />O que dificulta a tomada de decisão correta e com nexo é que o próprio processo decisório está errado. “ As decisões são tomadas por dedução, por generalização, por repetição ou por intuição. Dependendo do tipo de decisão que se toma, coloca-se a empresa em risco”, diz. “Há centenas de formas para uma empresa se comunicar. E a empresa fala uma coisa na propaganda, fala outra no ponto-de-venda e esses esforços acabam sendo anulados e gera uma marca sem energia”, completa Longo.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Por isso Walter Longo acredita que o diretor de Marketing deveria se transformar num diretor de nexo. “Ele deveria ser o grande orquestrador de todas as ações. Ele deve ser o defensor, o evangelista da marca desde o jornalzinho do chão de fábrica, que deve estar em consonância com a missão e os valores da empresa”, assegura. E aqui não entra só a criatividade, embora seja muito importante. “O que necessita é um ambiente propício a criatividade, um clima organizacional que admita erro e, num momento de crise, certas pessoas não ousam por medo de errar. Uma coisa importante é que o nexo não limita a criatividade. Nexo é ter pertinência e coerência”, conclui.</p>
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">
	<p style="margin: 0px 0px 10px; padding: 0px; color: #000000; font-size: 12px;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
	<p></span>
</p>
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		<title>Índices, pesquisas, números&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:27:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[: a pesquisa nacional ACSP/Ipsos faz mil entrevistas domiciliares por mês, 12 mil  por ano, em 9 regiões metropolitanas e 70 cidades do Interior brasileiro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[O Índice Nacional de Confiança ACSP/IPSOS de setembro (2009) registrou 135 pontos na média de todas as<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=c0C625d79" alt="" /> regiões, contra 129 em agosto (2009), e  140 pontos em setembro de 2008.

Por regiões:  A região norte-centro oeste passou para a liderança, mais do que a média do Brasil: subiu de 137 pontos em agosto para 153 em setembro. A nordeste se recupera crescendo 11 pontos, para 121 pontos em setembro, contra 109 em agosto. A região sul apresentou ligeira queda de 138 (agosto) para 136 em setembro passado. A sudeste permanece com 137 pontos em setembro contra 136 em agosto.

Por classes sociais: a classe C continua a mais otimista com 147 pontos em setembro, contra 126  da classe D/E  e 121 pontos da classe A/B.

O presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti, disse  que essa melhora no Índice Nacional de Confiança ACSP/Ipsos, mostra que a recuperação da economia deverá se manter até o final do ano, já que a confiança é fundamental na atividade empresarial e o desemprego deve continuar caindo gradativamente. Contudo, salientou que a euforia não pode deixar o consumidor descontrolar seu orçamento doméstico na malha dos juros: “O importante é que o consumidor não se esqueça que o descontrole financeiro foi a principal causa da crise econômica e que o controle financeiro começa na boa administração do orçamento familiar”.

<strong>EMPREGO</strong>

Em setembro de 2009 o número de consumidores que se sentem mais seguros no emprego continua liderando com de 36% dos entrevistados em agosto para 38% em setembro, enquanto os que estão menos confiantes permaneceram estáveis em 31%. Além disso, o número de pessoas conhecidas dos entrevistados  que perdeu o emprego que estava estável em 4,5 em julho, em agosto caiu 4,4 e em setembro recuou sensivelmente para 4,0.

Quanto ao futuro, as chances de perder o emprego nos próximos seis meses são grandes para apenas 19% em setembro (contra 20% em agosto) e pequenas para 36% (contra 33% em agosto) dos entrevistados.

Ou seja, o consumidor vai reforçando a percepção de quem não perdeu o emprego até agora, não vai perdê-lo nos próximos seis meses. Isso indica a possibilidade de volta do consumidor ao mercado de compras a prazo em setembro, com  43% (contra 41% em agosto) dos entrevistados mais favoráveis à essas compras e estável em 37% para os menos favoráveis.

<strong>FUTURO</strong>

A confiança do consumidor no futuro da economia da sua região em setembro: subiu para 44% (contra 41% em agosto) os acham que vai ficar mais forte, e os que acham que vai ficar mais fraca permaneceu em apenas 13%. Enquanto isso o consumidor acredita que a sua situação financeira pessoal tende a melhorar subiu de 55% dos entrevistados em agosto, para 57% em setembro. Apenas 11%  continuam acreditando que ficará pior.

<strong>BALANÇO</strong>

Em síntese, os vários componentes da pesquisa ACSP/IPSOS sugerem que  a melhoria na confiança do emprego continua sendo o principal fator do aumento no INC. Isso favorece cada vez mais a disposição do consumidor para voltar à compra de bens duráveis.

<span style="text-decoration: underline;"><strong>Nota</strong>:</span> a pesquisa nacional ACSP/Ipsos faz mil entrevistas domiciliares por mês, 12 mil  por ano, em 9 regiões metropolitanas e 70 cidades do Interior brasileiro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

<span style="text-decoration: underline;"><strong>OBS.</strong></span> O Índice da ACSP/Ipsos varia de zero a 200 pontos, sendo que acima de 100 pontos está na região do otimismo e do pessimismo abaixo de 100 pontos.

Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br/"  target="_blank">NoVarejo</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
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		<title>Conectmídia. IBOPE fala do consumo na era da convergência</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 13:25:34 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- menu --><strong>Ibope apresenta pesquisa Conectmídia</strong>

<em>O estudo analisou os hábitos de consumo de mídia na era da convergência, destacando a transformação do espectador em colaborador</em>
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O Ibope Mídia aproveita a edição 2009 do MaxiMídia para apresentar a pesquisa &#8220;Conectmídia &#8211; hábitos de consumo de mídia na era da convergência&#8221; . Segundo Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia, o objetivo do estudo é propor uma reflexão sobre os processos de convergência, de como entender esses processos e maneiras de se comunicar.

Os resultados da pesquisa revelam que 81% das pessoas se preocupam muito mais com a qualidade da informação do que com os lugares em que elas estão sendo veiculadas, o que diminui a importância das plataformas, passando a colocar o conteúdo como protagonista desse processo.

Essa preocupação com a importância da informação é justificada pela grande quantidade de material disponível, o que acaba pressionando as pessoas a terem acesso a todos esse material, 53% dos entrevistados revelaram sentir essa pressão. Quando se considera somente o público feminino, esse percentual sobre para 56%.

Com todo esse turbilhão de coisas para absorver ao mesmo tempo, as pessoas são obrigadas a fazer escolhas e acabam indo atrás do conteúdo que mais lhe interessam e estão relacionados com o seu cotidiano, o que faz com elas deixem de atuar como meros espectadores e se transformam em colaboradores.

Outra característica importante revelada por Sawaia é que o consumo midiático não é predatório, as pessoas inserem outros meios, sem abrir dos que anteriores. O que faz a diferença nesse processo é ter uma boa plataforma 360°, é saber como se comunicar bem como esse público, bem informado.

O estudo mostra que a maioria da população, 82%, prefere acessar um meio de cada vez, mas quanto aos jovens a convergência é algo inevitável, acessando a web ao mesmo tempo que a TV e rádio. Outro dado interessante é que ao todo 30% das pessoas são a favor da publicidade no celular, sendo que esse número cresce para 45% quando os entrevistados são os jovens entre 18 e 24 anos.

A falta de tempo também é uma preocupação latente para 46% dos paulistanos quando questionados sobre os recursos que acreditam que serão escassos em 2020, além de citar os recursos naturais (81%), saúde (65%) e trabalho (56%). Essa preocupação acaba fazendo com que cresça a busca pela individualidade.
<p style="text-align: right;"><em>Aline Bellatti Küller</em></p>
<p style="text-align: right;"></p>

Fonte: <a href="http://www.mmonline.com.br/eventos/maximidia/2009"  target="_blank">MMOnline / MaxiMídia</a></div><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/10/13/mais-do-conectmidia/" title="Mais do conectmidia 2009.10.13">Mais do conectmidia</a>(0)</li>
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		<title>Enfrentando a pirataria</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:50:35 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[Entre os principais desafios que muitas multinacionais que embarcam no Brasil enfrentam é a falsificação de produtos. Mesmo antes da explosão da internet, que facilitou a falsificação de propriedades intelectuais, o problema já era grave no país, inclusive em produtos industriais.

Mesmo em setores como o de medicamentos, onde o uso de produtos falsificados pode atentar contra a saúde do consumidor, a questão se tornou tão séria que motivou o governo federal a agir, criando a lei que regulamenta medicamentos genéricos e mais baratos no país em 1999.

Sendo um dos países com as maiores taxas tributárias do mundo, muitos executivos e consumidores culpam a alta taxação de impostos pelo problema. Mesmo assim, boa parte deles acredita na força do mercado consumidor brasileiro e veem no Brasil uma oportunidade de expandir seus negócios.

<strong><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/joao_albani_synergex.jpg" alt="" width="150" height="215" align="left" />Synergex investe no relacionamento com varejistas para quebrar resistência</strong>
A distribuidora de games Synergex é uma dessas empresas estrangeiras, tendo saído do Canadá, país onde a pirataria é quase nula, para enfrentar os desafios dos mercados da América Latina, onde a pirataria de software atinge índices bem altos. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) e da Business Software Alliance (BSA) apontam que a média de pirataria em software entre os países da América Latina é de 65%, acima da média mundial, de 41%. Ainda assim, o Brasil apresenta a segunda menor taxa entre os países latinos (58%), atrás apenas da Colômbia (56%).

Quando chegou ao Brasil, ainda em 2007, os videogames Wii, da Nintendo, e Xbox 360, da Microsoft, já eram plataformas pirateáveis, enquanto o Playstation 3, da Sony, estava protegido (vantagem ainda assegurada nos dias de hoje pela gigante japonesa). “Por isso, vendemos hoje 50% a menos de jogos para Xbox 360 do que para Playstation 3, mesmo sendo duas plataformas muito parecidas”, compara João Albani (foto), Gerente de Produtos da Synergex.

<img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/synergex_saraiva.jpg" alt="" width="300" height="166" align="right" />Para tentar não se abalar por esse cenário, a companhia investe no relacionamento não apenas com os consumidores, mas os próprios varejistas, já que muitos têm resistência em comercializar os games por conta da pirataria. Um dos exemplos é uma ação recente que promoveu um campeonato com o jogo de luta “Street Fighter IV” em plena Saraiva Mega Store dos Shoppings Eldorado e Anália Franco (foto), ambos em São Paulo. A ação foi divulgada em diversas mídias sociais, como o Twitter, além de material promocional e ações de merchandising no ponto-de-venda.

Outra forma de divulgar a marca e seus produtos é através de concursos culturais em parceria com revistas segmentadas. Entre as vantagens asseguradas no produto está a certeza que o game irá funcionar sem trazer quaisquer danos e defeitos, uma vez que as plataformas atuais exigem atualização de sistema via internet, muitas vezes trazendo novas técnicas de proteção contra conteúdo pirateado. Além disso, o produto vem com embalagens e manuais em português (o que é exigido por lei).

<strong><img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/kingston_lojaconceito%281%29.jpg" alt="" width="248" height="185" align="left" />Kingston abriu loja-conceito em tradicionais camelódromos</strong>
A Kingston preferiu ousar e abriu lojas conceitos em plenos centros comerciais famosos pela venda de produtos falsificados: a rua Santa Ifigênia, em São Paulo, e o Info Centro, no Rio de Janeiro. “Antes disso, cinco a cada seis produtos vendidos eram falsos. Agora deve estar em cerca de um a cada dez”, comemora a americana Jackie Barrera, Diretora de Marketing Global da marca.

Mas o prejuízo não se restringe às vendas, mas também à marca. É comum a ligação de clientes ao SAC da KIngston reclamando sobre mau funcionamento de produto, ou até propaganda enganosa (por vender um pendrive de 4 gigas quando na verdade oferece apenas 1, por exemplo). “Temos que explicar que os produtos são falsificados, mesmo assim isso arranha a imagem da Kingston”, lamenta a executiva. É por isso que a loja, que não vende produtos, explica aos consumidores como diferenciar um produto original de um falsificado, a garantia de qualidade e a vantagem de um suporte em caso de problemas no produto original, além de indicar quais lojas no local vendem produtos originais.

<strong>Pfizer atua junto ao governo e mudou embalagens para combater pirataria</strong>
Outra empresa muito atenta à questão de falsificação é a fabricante de remédios Pfizer. A pirataria nesse setor é mais branda por mexer com algo muito caro ao consumidor: sua saúde. Ainda assim esta é uma característica do mercado que incomoda. Mesmo porque o consumo costuma ser inconsciente, uma vez que o comprador é enganado, acreditando adquirir um remédio original muitas vezes.

Isso motivou a companhia a adotar reformulações em suas embalagens que dificultem a cópia perfeita por parte dos piratas, trazendo a<img src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/viagra_novamebalagem%282%29.jpg" alt="" width="150" height="184" align="right" />legorias como a impressão sob tinta, de forma semelhante às “raspadinhas” de Loteria. O esforço também inclui proteções contra violações, como aconteceu com a colagem da caixa de Viagra (foto) – quando abertas, as quatro abas se descolam e são danificadas. Além disso, a caixa da pílula azul usa um papel diferenciado oito vezes mais caro que o comum. Alguns dos obstáculos enfrentados pela companhia são as restrições governamentais para campanhas de comunicação no setor de medicamentos, o que impede um diálogo mais aberto com os consumidores.

“A companhia toma ainda outras medidas como centralização das informações, denúncias, intimações, ações e intervenções por meio da Gerência de Segurança Corporativa, as quais são imediatamente informadas às autoridades e instituições do segmento; faz um controle rigoroso no processo de produção por meio do sistema de segurança e controle de acesso; e mantêm um alinhamento de ações com outras áreas da empresa”, explica Adilson Montaneira, Diretor da Unidade de Negócios Primary Care da Pfizer Brasil.

<strong>Para consumidor, pirataria seria forma de relevar injustiças sociais</strong>
São justamente as instituições governamentais que, junto com as fabricantes, são as principais culpadas pela pirataria na opinião de consumidores. Pesquisas do Instituto Akatu apontam que o consumidor rejeita campanhas que o acusam de criminoso pelo consumo de produtos piratas.

Pelo contrário, muitos veem na prática uma forma de relevar injustiças sociais, já que a alta taxa de impostos e a “ganância” dos fabricantes e varejistas teriam deixado o preço dos produtos muito elevados, principalmente na comparação com o mesmo produto ou semelhantes em outros países. Em muitos casos, o preço no Brasil é três a quatro vezes mais caro que no exterior.

Mesmo assim, João Albani acredita que isso não justifica a prática, já que pode trazer problemas em longo prazo ao consumidor e não necessariamente ajuda o camelô que vende o game falsificado. “Nem o consumidor e nem o governo sabem para onde o dinheiro vai. Além disso, esses camelôs não recebem os direitos trabalhistas. O comprador pode pensar que está se dando bem, mas ele não consegue olhar adiante no mercado”, analisa.

<strong>Abertura de fábricas no país por enquanto é a única solução</strong>
Para fugir das altas taxas de importações, a única solução é abrir fábricas no Brasil, o que, além de ser uma opção de custo elevado, é algo inviável no negócio de algumas companhias. A Synergex, por exemplo, não pode fabricar jogos de plataformas fechadas no Brasil, já que ficam sob o controle das fabricantes. É necessário então fazer parcerias com essas empresas, no caso da existência de fábricas especializadas no Brasil. Para jogos de computador - uma plataforma aberta - isso não é necessário, o que justifica o preço final de mais de 100% de um mesmo game em relação a sua versão para consoles.

Por aqui, apenas a Sony possui infra-estrutura para fabricar seus jogos, embore não tenham começado ainda. A Microsoft e a Nintendo, por sua vez, não possuem fábricas no país e a Kingston também não fabrica seus produtos por aqui.

“A ausência de políticas públicas de impedimento ao crescimento da pirataria é o maior bloqueador do setor no Brasil. Estamos em contato com grupos de discussão que buscam apoiar projetos de lei de políticos que estejam voltados à proteção da propriedade intelectual e ao incentivo ao entretenimento eletrônico”, diz Albani, da Synergex.

Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/09/25/investimento-em-internet-maior/" title="Investimento em internet. Maior? 2009.09.25">Investimento em internet. Maior?</a>(1)</li>
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		<title>Relacionamento não é mais estratégia. É necessário.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já se perguntou sobre a qualidade das perguntas que faz para seus clientes? A habilidade de questionar de maneira precisa e focada faz com que o profissional de vendas obtenha as informações necessárias para realizar uma boa negociação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Eu ia fazer uma introdução para este artigo e&#8230;. saiu o post anterior!<br />
Então não vou falar muito!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Gostei do artigo. Concordo com algumas coisas, discordo de outras&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas o último parágrafo&#8230; coloquei em negrito.<br />
Grifo meu.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura.</span></p>
	<p><strong><span id="H8">Você faz as perguntas certas para o seu cliente?</span></strong></p>
	<p>Você já se perguntou sobre a qualidade das perguntas que faz para seus clientes? A habilidade de questionar de maneira precisa e focada faz com que o profissional de vendas obtenha as informações necessárias para realizar uma boa negociação. O interesse genuíno pelas necessidades, desejos e motivações dos clientes possibilita a construção de uma rede de relacionamento sólida, na qual o sucesso não está apenas no ato de vender, mas, sim, no processo de satisfazer as pessoas.</p>
	<p>Para toda pergunta há uma resposta, correto? Agora, pense sinceramente sobre como as tem recebido. Será que você se esforça para ouvir o que seus clientes têm a dizer? Essa é uma prática fundamental para o profissional que deseja alcançar bons resultados. Conheço algumas pessoas que só adquirem produtos ou serviços com determinados vendedores, pois sabem que serão ouvidos e, além disso, que serão questionados de maneira inteligentes sobre suas necessidades e opções.</p>
	<p><strong>Albert Einstein já dizia que existem “perguntas tão boas, que não valem ser respondidas rapidamente”</strong>. Por isso, quando o vendedor faz uma pergunta para o cliente parar, pensar e depois responder, é sinal que o caminho está correto. Se o cliente dedicar uma atenção especial para apresentar o que realmente deseja e precisa, conseqüentemente o vendedor passará a ter mais valor e será mais fácil apresentar soluções para alavancar as suas vendas.</p>
	<p>Sempre que você estiver com dificuldades na comunicação com o cliente, reflita sobre o seguinte fato:<strong> a qualidade de qualquer resposta depende única e exclusivamente da qualidade da pergunta</strong>. O ser humano precisa de estímulo para agir, por isso, pense sobre as devolutivas que você obtém dos seus clientes. Como você anda estimulando as pessoas que o procuram para adquirir um produto ou serviço?</p>
	<p>Quando pensamos no cliente, receber uma pergunta de qualidade o ajuda a saber exatamente o que está precisando. Ele se sente importante e reconhecido durante a venda, por ter alguém o ajudando a sair do estado atual para o estado desejado.</p>
	<p>Podemos dividir as <strong>perguntas</strong> <strong>em quatro grandes grupos</strong>, cuja diferenciação é realizada a partir das estruturas usadas para formulá-las:</p>
	<p><strong>Fechadas </strong>– Geram respostas do tipo “sim” ou “não”. Como por exemplo: “Você gostou deste produto?”. Elas geralmente começam com “é” ou “não é”, “será” ou “não será” e podem ser aplicadas quando se quer verificar a compreensão de alguma mensagem, como em “Ouvi vocês dizerem que querem um carro quatro portas, cor prata e zero quilômetro, está correto?”. Quando queremos confirmar algo que não está muito claro também costumamos utilizar perguntas fechadas, tal como na pergunta a seguir: “Será que o senhor consegue enviar o contrato assinado até amanhã, às 12h00?”;</p>
	<p><strong>Abertas </strong>– Utilizadas para dar início a um assunto ainda não conversado ou para explorar algum tema mais profundamente. Normalmente, começam com “Como”, “O quê”, “Onde”, “Quando”, “Qual” ou “Quem” e não podem ser respondidas com um simples “sim” ou “não”. A sua função é de buscar informações e abrir portas. Geralmente, as perguntas abertas são as mais indicadas para estabelecer sintonia com o cliente no início de uma reunião ou quando se tem poucas informações sobre o processo da venda. Por exemplo, ao invés de utilizar “Pois não?”, utilize “Como posso ajudá-lo?”, “Como estão os negócios?” ou até mesmo a pergunta “Como vai?”. Você irá ter mais chances de compreender o que seu cliente realmente deseja, facilitando uma venda bem sucedida.</p>
	<p><strong>Diretas </strong>- Chegar à verdade, facilitar a negociação para o cliente, descrever as suas necessidades, desejos e, principalmente, entender verdadeiramente o que ele quer dizer são as funções das perguntas diretas. Exemplos clássicos desse tipo de questionamento são: “O que você deseja?” e “Qual a sua necessidade?”.</p>
	<p><strong>Manipuladoras </strong>– Esse grupo de perguntas tem como propósito levar o cliente a dizer aquilo que você quer que ele diga, conduzindo-o a um caminho pré-determinado ao longo de sua estratégia de vendas. Um exemplo disso é a pergunta clássica “Você realmente quer isso, não é?”.</p>
	<p>Evite utilizar a pergunta menos útil em vendas, “Por quê?”. Por exemplo, se você perguntar “Por que você comprou do nosso concorrente?”, a resposta será uma justificativa baseada em motivos. Além disso, quando um cliente disser: “Eu não acho que este preço está bom”, em vez de perguntar a ele “Por que não?”, pergunte: “O que você considera um preço bom?”.</p>
	<p><strong>A partir de hoje dedique mais atenção às perguntas que elaborar, fazendo questionamentos de qualidade, para você e seu cliente. Vivemos a era dos relacionamentos, ou seja, as pessoas não buscam mais apenas satisfazerem seus desejos materiais. Por isso, fazer com que seus clientes sintam-se importantes é mais do que uma estratégia, é algo necessário.</strong></p>
	<p style="text-align: right;"><em>Carlos Cruz</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com/"  target="_blank">HSM Global</a><em><br />
</em>
</p>
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