Brasileiro gosta de dívida. Ou de crédito…

Pesquisa da MasterCard diz que 58% dos brasileiros são adeptos de compras parceladas O meio mais utilizado no País é o cartão de crédito, sendo que 16% dos usuários não exercem atividade remunerada O Brasil também é o país onde mais se compra parcelado ao redor do mundo. Para traçar um perfil dos consumidores de crediário, bem como os hábitos em relação a essa forma de pagamento,...
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Emoção! Emoção! Emoção!!

As marcas precisam apelar cada vez para o emocional na hora de diferenciar seus produtos. Mas apenas isso não basta: é preciso escolher um posicionamento relevante e que a destaque sobre a concorrência. Essa é algumas das lições que o mercado precisa se atentar, aponta Karina Milaré, Diretora de Planejamento do setor de consumo da TNS Research International, que destacou também alguns pontos...
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O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio.

A compra do Ponto Frio pelo Pao de Açúcar pode ser compreendida como mais um sinal de que os empresários brasileiros estao apostando na retomada dos negócios em padrao semelhante ao que assistimos no passado recente. O setor de eletroeletrônicos vinha passando por um período de baixa nos últimos 6 meses, especialmente em funçao da retraçao do crédito. A isençao de IPI oferecida pelo governo...
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Falando em vender produtos e entregar emoções….

No mercado de commodity é difícil para uma marca se diferenciar pelo simples fato de que a concorrência oferece o mesmo produto. Por isso, é cada vez mais necessário que as empresas deste setor ofereçam um diferencial emocional para o consumidor para que se crie um vínculo com eles. Neste mercado, as marcas consideradas mais fortes levam vantagem sobre as outras porque normalmente são elas...
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Emoções. O consumidor quer emoções…

As marcas precisam apelar cada vez para o emocional na hora de diferenciar seus produtos. Mas apenas isso não basta: é preciso escolher um posicionamento relevante e que a destaque sobre a concorrência. Essa é algumas das lições que o mercado precisa se atentar, aponta Karina Milaré, Diretora de Planejamento do setor de consumo da TNS Research International, que destacou também alguns pontos...
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“Bonito é o que eu posso consumir!” Diz a classe ‘C’.

Por quinze anos, o baiano André Torretta atuou como publicitário em projetos desenvolvidos junto à Classe C. Como estrategista político trabalhou em campanhas presidenciais na Argentina, Bolívia e Brasil, onde fez mais de 50 campanhas eleitorais. No final, reuniu uma expertise singular quando o assunto são as classes C, D e E. Juntou tudo isso num livro. Em “Mergulho na Base da Pirâmide –...
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Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.

Após alguns anos de construção, a sustentabilidade e o “verde” foram a temática na maior parte dos anos de 2007 e 2008. Porém, com a recente queda do mercado, o diálogo se voltou mais para manter um teto sobre a cabeça do que manter um telhado verde. E o que uma marca sustentável deve fazer? Abaixo, estão algumas estratégias para mantê-lo à tona durante estes tempos tumultuosos. 1....
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Classe C faz a alegria dos cartões de crédito

O crescimento da classe C pode ajudar o setor de cartões de crédito a driblar as dificuldades do mercado, segundo pesquisa realizada pela Avenida Brasil Comunicação. Hoje, essa classe social representa 85% da população brasileira e movimenta R$ 620 bilhões por ano. Segundo o estudo, 69% dos cartões de crédito estão nas mãos de pessoas com renda de até R$ 1,7 mil, o que representa 86,9...
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Marketing para a baixa renda

Para complementar a pesquisa do post anterior, essa entrevista que encontrei no Mundo do Marketing. É interessante cruzar os dados e tirar suas conclusões pensando também nas particularidades do seu próprio mercado. Com certeza, o público de baixa renda não vai desaparecer devido a crise financeira mundial. E, mesma havendo individamento e redução de crédito, que ninguém se engane: eles...
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Multicanais. Varejo, e-commerce…

O tema Multicanais já é discutido desde a virada da década. A explosão do comércio eletrônico, particularmente no mercado americano, na segunda metade da década de 90, provocou reação por parte do varejo tradicional, que passou a incorporar a internet como canal de venda. Após a explosão da bolha da internet e tecnologia em 2001 (com o crash da Nasdaq), as empresas de varejo fortaleceram-se...
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