<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
	<atom:link href="http://by3.com.br/tag/atual/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://by3.com.br</link>
	<description>Comunicação, design, branding, mercado, varejo, marketing e tudo mais para o sucesso da sua empresa</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Apr 2010 16:52:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Branding na web</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[alex dias]]></category>
		<category><![CDATA[algum]]></category>
		<category><![CDATA[amazon]]></category>
		<category><![CDATA[ano]]></category>
		<category><![CDATA[ao]]></category>
		<category><![CDATA[aos]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[bom]]></category>
		<category><![CDATA[brand]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[buscam]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[canais]]></category>
		<category><![CDATA[cedo]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[comercial]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[contato]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[cresc]]></category>
		<category><![CDATA[crescendo]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[dias]]></category>
		<category><![CDATA[disney]]></category>
		<category><![CDATA[diz]]></category>
		<category><![CDATA[ela]]></category>
		<category><![CDATA[elas]]></category>
		<category><![CDATA[ele]]></category>
		<category><![CDATA[eles]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[estes]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[falar]]></category>
		<category><![CDATA[faz]]></category>
		<category><![CDATA[fazer]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[ficam]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[fontes]]></category>
		<category><![CDATA[gera]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[hoje]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[isso]]></category>
		<category><![CDATA[logo]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marcas de]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[outras]]></category>
		<category><![CDATA[outro]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[pela]]></category>
		<category><![CDATA[pelas]]></category>
		<category><![CDATA[pelo]]></category>
		<category><![CDATA[pelos]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[pior]]></category>
		<category><![CDATA[pode]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
		<category><![CDATA[ponto]]></category>
		<category><![CDATA[pontos]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[quais]]></category>
		<category><![CDATA[quatro]]></category>
		<category><![CDATA[quem]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[seja]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[shopping]]></category>
		<category><![CDATA[sim]]></category>
		<category><![CDATA[skype]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[suas]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[ter]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[tudo]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>
		<category><![CDATA[uma empresa]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=296</guid>
		<description><![CDATA[Mídias sociais desafiam marcas a redefinir estratégias de marketing para melhorar relacionamento com consumidores na internet. Quanto mais cedo forem adotadas, maiores serão os benefícios para a reputação das empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Bárbara é uma garota de classe média que passa a maior parte do dia na internet com os amigos mais íntimos. Ela adora pesquisar novas comunidades no Orkut, conversar no MSN e Twitter, postar fotos de sua última viagem a Disney no Flickr e ainda arruma tempo para escrever dicas de beleza no seu blog.</p>
	<p>É uma adolescente que gera conteúdo, influencia uma determinada audiência e pode tanto falar dos benefícios de um produto especifico como do mau atendimento prestado por uma empresa.</p>
	<p>Antes da internet, as pessoas falavam pessoalmente sobre marcas de uma para outra (one-to-one) ou entre grupos e não tinham muitos canais à disposição para deixar registrado suas opiniões sobre produtos, experiências de compras, política, esportes, piadas.</p>
	<p>Hoje, a situação não é muito diferente, porém há mais espaços não só para falar destes assuntos como também tornar público tudo o que se escreve em blogs, fóruns, redes sociais, podcasts, wikis – um incrível banco de dados com informações úteis para estratégias de marketing.</p>
	<p>“As pessoas buscam as redes sociais por três principais razões: elas querem se expressar, elas querem compartilhar conteúdo, conhecimento, sentimentos e de uma maneira geral, buscar entretenimento” (Alex Dias, presidente do Google no Brasil durante o seminário <em>O Poder das Mídias Sociais</em>, organizado pela Info Exame em março deste ano).</p>
	<h3><strong>Dados interessantes</strong></h3>
	<ul>
	<li>Pesquisa da <a href="http://www.nielsen-online.com/"  target="_blank">Nielsen Online</a> divulgada em março deste ano, revela que 67% das pessoas já frequenta redes sociais. No Brasil, este número sobe para 80%.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>Pessoas ficam 11 horas por dia, em média, conectadas na internet. E deste tempo, uma hora é dedicada a redes sociais. No Brasil, a cada quatro horas, uma hora é dedicada a redes sociais, como o Orkut.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>O Skype, software que permite comunicação por voz e vídeo grátis, levou cinco anos e meio para atingir uma base de 400 milhões de usuários e cresce 50% ao ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>O maior site de vídeos do mundo, o Youtube, demorou três anos e meio para ter uma base de 300 milhões de usuários e cresce 40% a ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>A rede social Facebook em cinco anos atingiu 200 milhões de usuários e cresce 150% ao ano.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li>No mundo existem mais de 300 redes sociais, cada uma com sua funcionalidade específica.</li>
	</ul>
	<p><span style="color: #888888;">Fonte: Morgan Stanley Tech Trends</span></p>
	<p>A evolução tecnológica na internet tem registrado experiências inovadoras no que diz respeito a integração entre produtos e pessoas. Comprar não é mais uma atividade centrada apenas em shoppings e outros pontos de comércio.</p>
	<p>Sites que vendem uma quantidade enorme de produtos, como Amazon e Submarino, disponibilizam espaços para as pessoas postarem comentários sobre os produtos, criam sistemas de monitoramento de navegação que identificam as preferências dos usuários. São tentativas de melhorar a experiência de compra e fortalecer as vendas.</p>
	<p>Entretanto, as mídias sociais não mudam apenas o relacionamento entre marcas e audiência. Também afetam o marketing tradicional, as métricas de relações públicas e a agenda dos meios de comunicação.</p>
	<p>As tecnologias de mídias sociais têm potencial de transformar o modo como as empresas podem construir e gerenciar relacionamentos com os consumidores.</p>
	<p>Quanto mais cedo for a sua adoção, melhores serão os resultados para a reputação da empresa e nas vendas.</p>
	<p>As companhias enfrentam riscos competitivos e, se deixarem de lado esta tecnologia, não conseguirão avançar nos mercados em que atuam, de acordo com a face atual dos negócios.</p>
	<h3>Como as marcas devem atuar nas mídias sociais</h3>
	<p>As mídias sociais continuam crescendo globalmente em termos de adoção, usabilidade, interesse e impacto. É inegável como os conteúdos e informações podem transformar a maneira que os consumidores pensam das marcas e como elas deveriam ter uma interação mais direta e transparente. No entanto, as marcas ainda operam em um sistema definido pela mídia tradicional e, consequentemente, a participação ainda é pequena nas redes sociais.</p>
	<p>O que é necessário para as marcas atuarem nas redes sociais?</p>
	<ul>
	<li><strong>Reputação</strong>. Saber como o público percebe sua marca. Quem são as pessoas satisfeitas e insatisfeitas, quais são os comentários e onde eles estão, quais são os formadores de opinião com mais seguidores.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Plano de negócios</strong>. Construa um planejamento que envolva audiência, objetivos, estratégias de ação e ferramentas de métricas para cada rede social, afinal cada espaço tem sua característica: público, serviços, aplicativos, canais para divulgação.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Ouça primeiro, fale depois</strong>. O sucesso de ações de marketing em mídia social envolve atenção e participação sem esperar algo em troca, como se fosse um processo de vendas. Porém, as empresas podem aumentar as vendas definitivamente como um resultado do contato.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Transparência</strong>. Seja transparente e preserve sua identidade. Não se omita diante de um problema, como acontece com a prestação de serviços das operadoras de telefonia móvel ou até mesmo com órgãos públicos. Escolha tipo de mensagem comercial mais adequada com seus objetivos e trate todos os consumidores com ética e bom senso.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Usuários engajados</strong>. Planeje ações sem precisar falar do produto. As pessoas tendem a ignorar excesso de publicidade e isso pode gerar muitos comentários negativos.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não controle mensagens</strong>. Nas redes sociais não há controle sobre as mensagens postadas pelos usuários. Não faça da sua participação uma forma de publicidade e não tenha uma postura de ditador. Quando uma informação está disponível na rede, as pessoas podem, inevitavelmente, remodelar isso de acordo com seus interesses. Marcas têm a necessidade de proteger suas identidades, direitos autorais e propriedade intelectual com certeza, mas ao invés de “controlar a mensagem”, devem incentivar a criatividade quando for necessário.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Compartilhe conteúdo</strong>. Compartilhe conteúdo e recolha insights para incentivar os clientes a trocar ideias sobre o que sua marca faz e o que ela deveria fazer. Utilize palavras-chave no texto que são mais relevantes não só para os negócios como também na web. Usuários geralmente se guiam na web por palavras mais populares e simples de se escrever.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Opiniões e participação dos usuários</strong>. Ter um relacionamento mais estreito com os usuários permite que uma empresa desenvolva mais ações dentro das redes sociais e fomente comentários positivos entre as pessoas. Estar aberto a opiniões facilita a comunicação.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Métricas e resultados</strong>. Nas mídias sociais, o retorno sobre o investimento é medido de acordo com o engajamento dos usuários. Os indicadores mais populares para medir os resultados são: quantidade de pessoas envolvidas, número de comentários positivos e negativos.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não abandone os usuários</strong>. Após conquistar seus seguidores, mantenha contato direto com eles para novas abordagens e ações. Mídia social não é uma campanha e sim um permanente contato.</li>
	</ul>
	<h3>Os piores erros das marcas nas redes sociais</h3>
	<ul>
	<li><strong>Falsidade</strong>. Não é bom para uma marca ter uma ação notada como falsa. Empresas como Walmart e Sony, por meio de suas empresas de RP, tentaram falsificar suas ações para tornar os consumidores mais fieis a blogs de determinados produtos de ambas as marcas.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Não escutar os usuários</strong>. Como uma empresa pode aprender a lidar com um problema ou melhorar o desenvolvimento de algum produto se não dá ouvidos aos consumidores? Ouvir é realmente o mais importante passo no processo de aprendizagem sobre as redes sociais na web. É importante monitorar conversas, os sentimentos dos consumidores sobre as marcas e identificar os formadores de opinião mais fortes.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Intenções comerciais</strong>. Mostrar logo de início que sua ação só pretende um retorno comercial é incentivar usuários a banir sua empresa de uma determinada rede social, além de gerar comentários negativos em outras mídias.</li>
	</ul>
	<ul>
	<li><strong>Trabalho sem equipe</strong>. Muitas empresas fazem uma abordagem de mídia social sem um esforço colaborativo entre seus empregados. Imagine que uma divisão de funcionários de uma empresa inicia um blog e outra divisão faz algo no Facebook e ainda cria um outro grupo no LinkedIn e Ning. Não trabalhar em conjunto é ineficaz e pode criar mensagens contraditórias para os consumidores que participam em mais de uma rede social.</li>
	</ul>
	<p><em><span class="author">Paulo Fava</span></em></p>
	<p><span class="author">Fonte: <a href="http://webinsider.uol.com.br/"  target="_blank">[Webinsider]</a></span><em><span class="author"><br />
</span></em>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/" title="Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue. 2009.06.2">Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/branding-is-free/" title=""Branding is free!" 2009.06.4">"Branding is free!"</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/com-qual-arquetipo-sua-marca-esta-relacionada/" title="Com qual arquétipo sua marca está relacionada?  2009.06.4">Com qual arquétipo sua marca está relacionada? </a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/a-importancia-do-design-para-as-empresas-e-industrias%e2%80%a6-o-valor-do-design/" title="A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design. 2009.06.1">A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/" title="Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros! 2009.06.1">Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros!</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia&#8230;</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[acaba]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[acha]]></category>
		<category><![CDATA[agora]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[americana]]></category>
		<category><![CDATA[ano]]></category>
		<category><![CDATA[assim]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[bens]]></category>
		<category><![CDATA[bom]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[claro]]></category>
		<category><![CDATA[claros]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[coisas]]></category>
		<category><![CDATA[comerciais]]></category>
		<category><![CDATA[comercial]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[conta]]></category>
		<category><![CDATA[crises]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[dele]]></category>
		<category><![CDATA[deles]]></category>
		<category><![CDATA[desse]]></category>
		<category><![CDATA[dias]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[dois]]></category>
		<category><![CDATA[economista]]></category>
		<category><![CDATA[ela]]></category>
		<category><![CDATA[elas]]></category>
		<category><![CDATA[ele]]></category>
		<category><![CDATA[eles]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[eram]]></category>
		<category><![CDATA[escritor]]></category>
		<category><![CDATA[esses]]></category>
		<category><![CDATA[estes]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa]]></category>
		<category><![CDATA[fala]]></category>
		<category><![CDATA[faz]]></category>
		<category><![CDATA[fazer]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[foi]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[fontes]]></category>
		<category><![CDATA[fora]]></category>
		<category><![CDATA[fundo]]></category>
		<category><![CDATA[hoje]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[isso]]></category>
		<category><![CDATA[itens]]></category>
		<category><![CDATA[jack london]]></category>
		<category><![CDATA[lares]]></category>
		<category><![CDATA[limite]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[mesma]]></category>
		<category><![CDATA[metade]]></category>
		<category><![CDATA[moradores]]></category>
		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[mudar]]></category>
		<category><![CDATA[mundial]]></category>
		<category><![CDATA[nada]]></category>
		<category><![CDATA[nem]]></category>
		<category><![CDATA[nossa]]></category>
		<category><![CDATA[nosso]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<category><![CDATA[o tempo]]></category>
		<category><![CDATA[outras]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[panorama]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[pela]]></category>
		<category><![CDATA[pelas]]></category>
		<category><![CDATA[pelo]]></category>
		<category><![CDATA[pelos]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[plateia]]></category>
		<category><![CDATA[pode]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
		<category><![CDATA[ponto]]></category>
		<category><![CDATA[pontos]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[quais]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[quem]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande]]></category>
		<category><![CDATA[seja]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[sendo]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>
		<category><![CDATA[shopping]]></category>
		<category><![CDATA[sim]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[suas]]></category>
		<category><![CDATA[taxas]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[ter]]></category>
		<category><![CDATA[tese]]></category>
		<category><![CDATA[tornou]]></category>
		<category><![CDATA[traz]]></category>
		<category><![CDATA[tribuna do norte]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=288</guid>
		<description><![CDATA[Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa - “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” - traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em Natal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>“O setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário”, afirma Jack London</strong></p>
	<p>Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa &#8211; “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” &#8211; traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em <span class="st_tag internal_tag">Nata</span><span class="st_tag internal_tag">l</span>. Com bom humor, o palestrante trouxe para a plateia de empresários as expectativas do comércio eletrônico para os próximos anos e apresentou formas de como o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> poderá se utilizar (e já se utiliza) de recursos que a internet oferece. Um exemplo disso é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, sistema de micro-blogging, que já é utilizado por diversas empresas para divulgar promoções e produtos. Para London, o comércio tradicional como ele existe hoje vai mudar. As lojas vão acabar? Não. Mas quem não entender que este é um momento de transformação da forma de vender está fadado a sumir. E não só o <span class="st_tag internal_tag">varejo</span> será afetado pela tecnologia que avança cada vez mais rápido: a política, a educação. Telefone fixo, aparelho de fax, CDs e DVDs são exemplos de instrumentos citados por ele que desapareceram ou vão desaparecer com a evolução de novos meios tecnológicos. Nessa entrevista à TRIBUNA DO NORTE, Jack London fala sobre o panorama mundial da internet e como ela vai revolucionar cada vez mais a vida dos consumidores e empresários.</p>
	<p><strong>No momento em que se fala o tempo todo em crise econômica, com a revolução tecnológica o comércio tradicional também entra em crise?</strong></p>
	<p>Eu acho que essa crise que estamos vivendo tem dois lados. A gente percebe isso com a forma dos chineses se expressarem: o ideograma deles para a palavra crise é “caos” mais “oportunidade”. Ou seja, toda crise desse tamanho também traz muitas oportunidades. A gente sempre vive crises, vamos viver, a vida é assim. Mas as oportunidades que nascem depois delas são muito grandes. E acho que uma das oportunidades que temos agora é repensar a nossa maneira de ver o mundo e como a gente organiza o mundo dos bens e serviços. Estávamos chegando no limite da depredação de meio ambiente, da incapacidade de compreendermos e imaginarmos a continuidade. Uma economia eminentemente baseada no crescimento é um ideia absolutamente destrutiva. Não pode haver crescimento permanente, ilimitado. Então, nessa retomada da economia, a a utilização dos meios tecnológicos vai ser vital. Você vai ver cada meio sendo usado. O comércio eletrônico vai crescer muito e a utilização dos equipamentos será cada vez maior. Gente que mesmo hoje estava fora do comércio eletrônico, na hora que essa crise começar a se transformar em oportunidade vai verificar que a maneira como trabalha, como aborda o mundo, vai precisar cada vez mais dos meios eletrônicos.</p>
	<p><strong>Mas então as lojas físicas como conhecemos hoje e os centros de consumo como os shoppings estão fadados a acabar?</strong></p>
	<p>Não. Não vão acabar, não. Eu sustento a tese de que nada vai acabar. Por exemplo, o teatro. Até o começo do século 19, nenhuma pessoa saía de casa no Brasil para se divertir se não fosse para ir ao teatro. Você pega as estatísticas e vê que 100% dos brasileiros, principalmente nas grandes cidades, saíam de casa para ir ao teatro. Por quê? Porque só havia o teatro. Aí veio o cinema, a primeira tecnologia industrial. Muita gente disse o seguinte: “Quando o cinema se impuser, o teatro acaba”. O teatro não acabou. Mas ele mudou. Ele se tornou uma forma de entretenimento marginal. No Brasil hoje, por exemplo, menos de 0,5% das pessoas que saem de casa para se entreter vão ao teatro. Mas o teatro acabou? De jeito nenhum. Mas é o mesmo que era antes? Não é mais. Vamos dar exemplos de algumas coisas que já impactaram no comércio. Vou citar um modelo de comércio que são as lojas de linha branca. No Rio de Janeiro e São Paulo, temos a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>. Como era o modelo delas antes da internet? Era sinônimo de grandes lojas, de 2 mil, 2,5 mil, 3 mil metros quadrados, com milhares de mercadorias lá dentro. A Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> não abre uma unidade desse tamanho há dois anos. Eles agora criaram um modelo que se chama <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span> Express, que já tem em Recife. É uma loja de 400 metros com uma placa enorme na parede dizendo: “200 mil produtos você encontra no nosso site na internet”. E aí a loja tem uma bateria de computadores para você comprar esses 200 mil produtos. Acabou o modelo da Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Acabou a Lojas <span class="st_tag internal_tag">Americanas</span>? Não. Mas é outra, mudou. 30% das vendas são feitas pela internet.</p>
	<p><strong>Quem não mudar então está fadado a sumir?</strong></p>
	<p>Sim. Os shoppings que você perguntou. Eles vão ser cada vez mais entretenimento e alimentação. Entretenimento de qualidade. Os cinemas atuais também vão todos morrer porque só existirão salas 3-D. Hoje temos condição de produzir uma imagem de tela grande em casa, mas ainda não temos 3-D. Lojas de produtos serão cada vez menos. Esse fenômeno a gente já vê em Rio de Janeiro e São Paulo. Há vários shoppings que passaram de lugares de lojas para áreas de entretenimento e alimentação. A única coisa que a internet não mexe hoje é a alimentação. Isso porque ainda não dá para gente comer virtualmente. Mas qualquer dia alguém descobre como é que faz isso.</p>
	<p><strong>O senhor cita grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas no Brasil como um todo o comércio eletrônico já é uma ferramenta bem difundida?</strong></p>
	<p>Sim, com certeza. Existe um site chamado <span class="st_tag internal_tag">E-bit</span> que dá as estatísticas de comércio eletrônico do Brasil inteiro. Existem alguns itens em que 60% das vendas já são feitas pela internet. Sabe quais são as cidades que mais compram hoje pela internet? Não são as grandes. São as médias. Campinas (SP), por exemplo, é campeã brasileira de compras pela internet. Mas isso é fácil explicar: o morador de classe média para alta, instruído, com recursos. Mas o comércio de Campinas não tem a mesma qualidade de produtos que o comércio de São Paulo, capital. Então aquele cidadão tem o mesmo padrão de consumo da capital, mas não tem o produto para consumir ali. Ele então vai buscar o que procura na internet. Campina Grande, na Paraíba, tem um índice enorme de compras pela internet. Brasília é uma coisa impressionante (em matéria de comércio eletrônico). É curioso isso. E esse hábito está se espalhando pelo país.</p>
	<p><strong>Essa é uma tendência mundial. Mas quais vantagens do comércio eletrônico hoje tanto para quem compra quanto para quem vende?</strong></p>
	<p>Para quem vende é uma redução de custos monumental. Quando a gente fala em comércio eletrônico a gente sempre fica na cabeça com a ideia de calças, camisas, relógios, produtos. Mas o setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário. São transações eletrônicas comerciais. Sabe quanto do movimento bancário do brasileiro hoje é feito pela internet? 78%! Os bancos mudaram suas vidas e de seus clientes. Aquela coisa da ação presencial no banco está se acabando. Cada vez mais as pessoas vão menos ao banco, os bancos são cada vez menores, são cada vez menos agências de bancos. E o estímulo que o banco te dá para que seja utilizada a internet ajuda nessa mudança de perfil. Há produtos que, se você fizer a transação pela rede, a taxa que você paga é metade da que você teria. Os bancos reduziram a quantidade de funcionários. Eram 600 mil bancários e hoje são 405 mil.</p>
	<p>Em sua palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços, o senhor citou algumas ferramentas bem atuais da tecnologia como é o caso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>.</p>
	<p><strong>Como uma empresa varejista pode se utilizar de um meio como esse hoje?</strong></p>
	<p>É muito simples. É só entrar no site, se cadastrar e começar a fazer ofertas na rede pelo <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, por exemplo. Descrever o funcionamento da loja, inserir ofertas. Ao invés de inserir suas notícias pessoais, você insere as notícias da loja.</p>
	<p><strong>Existem exemplos desse uso do <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> aqui no Brasil e que esteja sendo bem sucedido?</strong></p>
	<p>Sim. Temos vários que têm funcionado muito bem. Grandes jornais já estão todos no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>, as revistas, alguns magazines. Se não me engano, o Ponto Frio já está no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>. Acaba virando uma coisa comercial. Você cria lá o perfil: “Este é o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> do Ponto Frio” e coloca: “Nas próximas duas horas, nas lojas de não-sei-onde vai ter um desconto de 70% nos produtos. Tem que dizer que entrou no <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span>”. Pronto e aí, vai…</p>
	<p><strong>Então as empresas vão cada vez mais utilizar esses serviços para se beneficiar e crescer?</strong></p>
	<p>Sim. Daqui há dez anos, não haverá política sem internet. A próxima eleição já será altamente influenciada pelo uso da internet. O exemplo do (Barack) Obama está se espalhando pelo mundo inteiro (Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos, o atual presidente utilizou o <span class="st_tag internal_tag">Twitter</span> como uma de suas ferramentas do pleito não só para que os eleitores o “seguissem” no site, mas também para arrecadar fundos para sua campanha). A capilaridade que a internet permite em termos de adesão, em termos de coordenar as coisas é enorme. Hoje se pode fazer um comício pela internet para um bilhão de pessoas.</p>
	<p><strong>Essa tecnologia e mudanças são positivas na sua opinião para o comércio?</strong></p>
	<p>Acredito que são muito positivas, sim. Elas cada vez trazem mais bolsões de pessoas para participar do consumo. O que era o comércio no Brasil há 20 anos? Era um comércio de elite só. Apenas uma alta camada da população comprava. O que era a educação há 20 anos? O que era a política? E por aí vai. A tecnologia no caso ela é mero instrumento. Ela não muda nem a política, nem as ideias nem a forma de governar. Há quem ache por exemplo que a política termina com a corrupção. A gente vê isso nos jornais o tempo todo. Ela não termina com a corrupção. A corrupção é do ser humano. É como a internet que também pode ser um instrumento para combatê-la. É o exemplo de ONGs que mantém sites como o Contas Abertas. Quando que um cidadão ia ter acesso a uma informação daquelas? Quero saber quanto o governo do Amazonas gastou no último ano com estradas: ele coloca na tela em um instante como informação. E o que é isso como instrumento de pressão política?</p>
	<p><strong>Mas essa tese de que a internet permite um acesso maior da população às informações, não se torna falha quando a gente sabe que poucos lares brasileiros estão ligados à rede hoje?</strong></p>
	<p>Essa frase também está ficando antiga. O acesso maciço da internet não será mais por essas maquininhas que estão em nossos lares. Será por outra que carregamos no bolso (celular). Praticamente todos os brasileiros têm celular, todos! É normal. Em Portugal, cada cidadão tem dois aparelhos, em média. Na Coréia do Sul, são três. Agora daqui há três anos, o aparelho celular que eu carrego vai virar lixo. Como já virou na Coréia, como já virou em Portugal. E os celulares no futuro sairão de fábrica com acesso à internet.</p>
	<p><strong>O senhor não acha que as pessoas acabam perdendo sua privacidade no meio de tanta tecnologia?</strong></p>
	<p>Sim, perde. Se você quer conhecer mais, ao mesmo tempo você precisa ser mais conhecido. As pessoas têm que saber quem você é. Não adianta mentir e dizer que não perde privacidade com esse mundo digital.</p>
	<p><strong>Mas com isso o senhor acha que mais à frente as pessoas podem ter uma tendência de retorno para buscar mais privacidade?</strong></p>
	<p>Sim, claro. Podem haver grandes dificuldades. Mas isso acontece cada vez que você lida com tecnologia. Você sabe mais que seu pai; seu pai sabe mais do que sabia seu avô. É um caminho</p>
	<p><em>Vinícius Albuquerque</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/http://tribunadonorte.com.br/noticias/111859.html');"  target="_blank">Tribuna do Norte</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/" title="Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue. 2009.06.2">Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/03/quem-quer-trabalhar-em-casa/" title="Quem quer trabalhar em casa? 2009.06.3">Quem quer trabalhar em casa?</a>(2)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/03/%e2%80%9conde-10-concordam-9-sao-dispensaveis%e2%80%9d/" title="“Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis” 2009.06.3">“Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis”</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/" title="Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros! 2009.06.1">Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/o-marinho-e-o-mercado-comentam-a-venda-do-ponto-frio/" title="O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio. 2009.06.9">O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio.</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Inadimplência com cheques cresce 9,36% em maio</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/08/inadimplencia-com-cheques-cresce-936-em-maio/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/08/inadimplencia-com-cheques-cresce-936-em-maio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[amp]]></category>
		<category><![CDATA[ano]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[cresc]]></category>
		<category><![CDATA[desse]]></category>
		<category><![CDATA[dias]]></category>
		<category><![CDATA[equifax]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[foram]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
		<category><![CDATA[pela]]></category>
		<category><![CDATA[pelas]]></category>
		<category><![CDATA[seja]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=266</guid>
		<description><![CDATA[em maio foram registrados 2,487 milhões de cheques devolvidos no país, um aumento de 9,36% em relação a abril e de 3,51% sobre maio do ano passado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span id="lblDescricao">Números divulgados pela Equifax indicam que em maio foram registrados 2,487 milhões de cheques devolvidos no país, um aumento de 9,36% em relação a abril e de 3,51% sobre maio do ano passado. Normalmente, o mês de maio apresenta crescimento do volume de cheques devolvidos, em virtude principalmente do aumento do uso desse meio de pagamento no Dia das Mães. Para a Equifax, os volume de cheques devolvidos só serão mantidos no atual patamar se houver uma recuperação da economia nos próximos meses, para que o rendimento médio real das famílias seja mantido. </span></p>
	<p><span id="lblFonte" class="fonte">Fonte: <a href="http://www.gsmd.com.br"  target="_blank">Redação Mercado &amp; Consumo</a></span>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/05/31/fotografe-o-outdoor-e-acesse-o-site/" title="Fotografe o outdoor e acesse o site! 2009.05.31">Fotografe o outdoor e acesse o site!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/" title="Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue. 2009.06.2">Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/por-que-as-pequenas-empresas-acham-que-podem-prescindir-de-planejamento-e-gestao%e2%80%a6/" title=" Por quê as pequenas empresas acham que podem prescindir de planejamento e gestão?… 2009.06.1"> Por quê as pequenas empresas acham que podem prescindir de planejamento e gestão?…</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/experimentar-e-fidelizar/" title="Experimentar e Fidelizar 2009.06.1">Experimentar e Fidelizar</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/branding-is-free/" title=""Branding is free!" 2009.06.4">"Branding is free!"</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/para-ganhar-varejo-tem-que-parar-de-perder/" title="Para ganhar, varejo tem que parar de perder! 2009.06.2">Para ganhar, varejo tem que parar de perder!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/08/inadimplencia-com-cheques-cresce-936-em-maio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[agora]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ano]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[baixa]]></category>
		<category><![CDATA[bens]]></category>
		<category><![CDATA[boa]]></category>
		<category><![CDATA[bom]]></category>
		<category><![CDATA[brindes]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[claro]]></category>
		<category><![CDATA[claros]]></category>
		<category><![CDATA[coisas]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[conta]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[dias]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[dos anos]]></category>
		<category><![CDATA[ela]]></category>
		<category><![CDATA[elas]]></category>
		<category><![CDATA[ele]]></category>
		<category><![CDATA[eles]]></category>
		<category><![CDATA[embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[esses]]></category>
		<category><![CDATA[estes]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[falar]]></category>
		<category><![CDATA[fato]]></category>
		<category><![CDATA[fazer]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[foi]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[foram]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[isso]]></category>
		<category><![CDATA[isto]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[neste]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<category><![CDATA[outras]]></category>
		<category><![CDATA[parte dos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[pior]]></category>
		<category><![CDATA[pode]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
		<category><![CDATA[pois]]></category>
		<category><![CDATA[ponto]]></category>
		<category><![CDATA[pontos]]></category>
		<category><![CDATA[prazer]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[programa]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>
		<category><![CDATA[seja]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[suas]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[ter]]></category>
		<category><![CDATA[tona]]></category>
		<category><![CDATA[tudo]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>
		<category><![CDATA[uma marca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=219</guid>
		<description><![CDATA[Após alguns anos de construção, a sustentabilidade e o “verde” foram a temática na maior parte dos anos de 2007 e 2008. Porém, com a recente queda do mercado, o diálogo se voltou mais para manter um teto sobre a cabeça do que manter um telhado verde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Após alguns anos de construção, a sustentabilidade e o “verde” foram a temática na maior parte dos anos de 2007 e 2008. Porém, com a recente queda do mercado, o diálogo se voltou mais para manter um teto sobre a cabeça do que manter um telhado verde.</p>
	<p>E o que uma marca sustentável deve fazer? Abaixo, estão algumas estratégias para mantê-lo à tona durante estes tempos tumultuosos.</p>
	<p>1. Em primeiro lugar, tenha orgulho da sua marca sustentável, e saiba que há um forte núcleo de pessoas por aí que ainda se preocupam com a sustentabilidade e que irá continuar a preocupar-se. Eles podem não falar, mas mantiveram-se na linha – comprando orgânicos, reciclando, utilizando lâmpadas fluorescentes compactas, preferindo empresas que apóiam o comércio justo e causas ambientais, procurando produtos locais, buscando diminuir o uso de produtos tóxicos para casa e o corpo, buscando saúde e bem-estar e uma vida mais equilibrada e simples, apoiando as ações ambientais positivas e justiça social, sempre que possível. Uma sondagem recente confirma: 85% das pessoas ainda desejam comprar produtos de empresas socialmente responsáveis, independentemente da economia.</p>
	<p>2. Se for uma marca com credibilidade em sustentabilidade, você vai se dar muito bem, e provavelmente ainda superar o mercado em geral. Se fizer apenas “greenwashing”, então agora seria um bom momento para parar, pois o mercado está mais preocupado com o “valor” do que com valores, num momento como este (não importa o que digam as pesquisas).</p>
	<p>3. Seja socialmente responsável. Fale sobre isso. Seja mais socialmente responsável que nunca. Fale ainda mais sobre isso. Consumidores conscientes preocupam-se muito mais com as ações socialmente responsáveis internas da empresa (como tratam seus empregados) que com ações ambientalmente responsáveis. E esse sentimento só deve crescer.</p>
	<p>4. Antecipe as crescentes atitudes anti-consumo e concentre-se em oferecer uma experiência de qualidade. Em tempos como este, as pessoas terão uma atitude de rejeição natural ao consumo em geral e irão ressentir-se da mera existência de bens que, simplesmente, não podem pagar. Até mesmo rejeitando a própria ideia de consumo se já estiverem estabelecidas no caminho para a sustentabilidade.</p>
	<p>Agora é o momento de questionar seriamente seu produto, sua marca e sua mensagem &#8211; “qualidade” é um valor central para o consumidor consciente, e deve tornar-se ainda mais, com as pessoas cada vez mais seletivas (por necessidade) no que compram.</p>
	<p>5. Dito isto, luxos acessíveis e prazeres “sem culpa” irão prosperar neste ambiente, como durante a “Grande Depressão” e qualquer outra baixa econômica. Dica: você está dando às pessoas realmente algo que tem um impacto positivo em sua vida e do planeta (relativamente, claro).</p>
	<p>Sejam chocolates orgânicos “nutritivos”, que prometam “êxtase” na embalagem, ou uma camiseta de algodão biológico extra-macio, se você oferece pequenos prazeres acessíveis, o consumidor pode ser atraído. E se puder lançar mão de certas qualidades como “artesanal”, “nutritivo” ou “espiritualmente elevado”, a sua oferta vai parecer ainda mais luxuosa, porque estes são os novos valores que definem “luxo” para o consumidor consciente.</p>
	<p>6. Você provavelmente tem menos dinheiro para gastar com marketing atualmente, mas as redes sociais são um poderoso meio de difusão. Preste atenção no alcance digital e bidirecional da comunicação no espaço digital. Pessoas que tenham incorporado a sustentabilidade a suas identidades sentem-se bem ao elogiar produtos neste espaço &#8211; ainda é tão difícil encontrar bons produtos e serviços “responsáveis” que os consumidores tendem a falar em suas redes sobre o que encontraram.</p>
	<p>Então, domine o espaço digital &#8211; comece um Twitter, desenvolva uma comunidade no Facebook, mantenha uma conversa bidirecional transparente com o seu público-alvo, deixe seu próprio site completamente interativo, e você verá seu marketing ir muito mais longe.</p>
	<p>7. Não tente conquistar pessoas com mensagens de valores malfeitos. Algo onipresente nos últimos meses. Como uma marca para a sustentabilidade, seu foco é no tripé da sustentabilidade (pessoas, planeta, lucro) e seus consumidores se preocupam com isso. Ao focar no custo, de repente, você corre o risco de aparentar manipulação e fugir da marca.</p>
	<p>Os produtos “verdes” tiveram bastante dificuldade para estabelecer-se nos últimos anos, por conta dos preços (entre outras razões), e agora não seria um bom momento para chamar a atenção para o fato menor de que produtos e serviços dessa qualidade tendem a custar um pouco mais. Consumidores conscientes não compram seu produto porque é o mais barato, este nunca foi o seu valor proposição, e nunca deveria ser. Não comprometa seus valores num momento como este.</p>
	<p>8. Dado que as pessoas, certamente, terão problemas para arcar com seu produto, seja generoso. Muito generoso. E se fizer isso com produtos grátis e programas lealdade, em vez de reduções de preço, as pessoas vão amá-lo ainda mais. Reduções de preço depreciam sua marca; brindes arquitetados inteligentemente criam profundo sentimento de identificação.</p>
	<p>Durante a “Grande Depressão”, os cinemas ofereciam conjuntos de prata &#8211; peça por peça, semana por semana &#8211; e apresentaram-se sempre com casa cheia, mesmo nos piores momentos. A amostra-grátis é uma das táticas mais poderosas para produtos alimentares &#8211; 24% das pessoas, quando recebem uma amostra de um produto, compram-no em vez do produto que pretendiam adquirir. Então dê coisas. Dê livremente e inteligentemente e o consumidor se ligará à sua marca.</p>
	<p>9. Compreenda as raízes profundas da sustentabilidade. Isto lhe dará as melhores pistas sobre o que fazer, como se expressar e ter consciência do que os consumidores realmente querem. Para compreender um movimento, temos de olhar para as crenças de seus inventores e primeiros participantes &#8211; é aqui que tudo começa. A sustentabilidade não é uma moda ou uma tendência. É uma mudança cultural sísmica, e ela está aqui para ficar.</p>
	<p>10. De fato, a atual conjuntura econômica é um resultado direto de excessos anteriores. E uma correção é realmente uma boa coisa. Então pense bem sobre o que você está tentando vender. Examine-a de todos os ângulos, e pergunte-se se é verdadeiramente necessária. Mudar está na moda. Redes P2P estão desenvolvendo poderosas alternativas para consumo gratuito &#8211; troca de roupas entre fashionistas em festas do “troca-troca”; a couchsurfing.com torna os hotéis obsoletos; freecycling, freeganism, e toda a espécie de “empréstimo”, as redes aumentam a cada dia.</p>
	<p>Estas tendências desafiam os modelos convencionais de compra em todas as etapas. Então, pergunte-se: o que você realmente pretende dar às pessoas? Elas realmente precisam disso? E, principalmente, se é possível encontrar outra forma de obtê-lo?</p>
	<p>Desafie suas próprias práticas de sustentabilidade em todos os pontos.</p>
	<p>Por Hilary Bromberg, romancista e ex-neurocientista cognitiva, é diretora Estratégica na egg, uma empresa de comunicação de marcas, que trabalha exclusivamente com marcas sustentáveis.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.bio2.com.br/"  target="_blank">BiO2</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/08/falando-em-vender-produtos-e-entregar-emocoes/" title="Falando em vender produtos e entregar emoções.... 2009.06.8">Falando em vender produtos e entregar emoções....</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/marcas-identidades-crise-cinema/" title="Marcas, identidades, crise, cinema... 2009.06.4">Marcas, identidades, crise, cinema...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/bonito-e-o-que-eu-posso-consumir-diz-a-classe-c/" title=""Bonito é o que eu posso consumir!" Diz a classe 'C'. 2009.06.4">"Bonito é o que eu posso consumir!" Diz a classe 'C'.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/03/%e2%80%9conde-10-concordam-9-sao-dispensaveis%e2%80%9d/" title="“Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis” 2009.06.3">“Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis”</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Use. Compre. Gaste. Mas com moderação…</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/02/use-compre-gaste-mas-com-moderacao%e2%80%a6/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/02/use-compre-gaste-mas-com-moderacao%e2%80%a6/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 16:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[agora]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[beba]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[coisas]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[esses]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[financeira]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[hoje]]></category>
		<category><![CDATA[isso]]></category>
		<category><![CDATA[marinho]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[mercado consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[nem]]></category>
		<category><![CDATA[nesta]]></category>
		<category><![CDATA[nesta segunda]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<category><![CDATA[o meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[outras]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[pois]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[programa]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[ritmo]]></category>
		<category><![CDATA[segunda feira]]></category>
		<category><![CDATA[sem]]></category>
		<category><![CDATA[sendo]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[tudo]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=217</guid>
		<description><![CDATA[Essa mensagem vem sendo cada vez mais, repetida por empresas e instituições de todas as áreas. Fume menos - melhor, nem fume! Beba menos! Coma menos! Compre menos! Gaste menos! Reaproveite! Recicle! Renove!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Essa mensagem vem sendo cada vez mais, repetida por empresas e instituições de todas as áreas.</p>
	<p>Fume menos &#8211; melhor, nem fume! Beba menos! Coma menos! Compre menos! Gaste menos! Reaproveite! Recicle! Renove!</p>
	<p>Parece que principalmente as grandes corporações perceberam que no ritmo atual, as fontes secarão à médio prazo. Com isso, o melhor é ’segurar’ a ganância e buscar perpetuar o mercado consumidor, elevar a lucratividade por venda &#8211; reduzindo custos, preferencialmente sem reduzir salários, pois isso implicará em redução de mercado… &#8211; e ‘educar’ o mercado a consumir sem destruir &#8211; o meio ambiente ou à si mesmo.</p>
	<p>Na minha opinião são inciativas salutares. Principalmente campanhas amplas, que atingem todas as classes sociais. Temos de levar em consideração que não existe na maioria das famílias brasileiras uma tradição em ensinar as crianças a cuidar do dinheiro. Até porque, na maioria das famílias, dinheiro é coisa escassa…</p>
	<p>Comentário do Marinho, hoje no blog, sobre o novo programa de educação financeira da Mastercard.</p>
	<p>Hoje de manhã a Mastercard apresentou para a imprensa seu novo programa de educação financeira, chamado “Consumidor Consciente”. A empresa de cartões de credito, que antes só se preocupava em estimular as pessoas a comprar, agora oferece aplicativos para o controle das finanças pessoais, informações sobre economia, um glossário para que os consumidores entendam melhor contratos e financiamentos, orientações sobre como evitar dividas e dicas sobre o uso responsável do dinheiro. Tudo isso estará à disposição em um site na internet, o www.consumidorconsciente.org, e também em redes sociais como o Orkut, o Facebook e o Twitter.</p>
	<p>Mas consumo consciente não é preocupação exclusiva da Mastercard. Nesta segunda-feira, o Banco Itaú promoveu um seminário sobre esse mesmo assunto em SP, com o tema “como alcançar a independência financeira.” Desde 2004 o banco possui um programa de Uso Consciente do Dinheiro e em 2009 disponibilizou 4 novas cartilhas sobre o assunto em seu web site. Outras empresas do setor seguem o mesmo caminho.</p>
	<p>É curioso notar como as instituições financeiras seguem a trilha de outras indústrias, como a de bebidas e cigarros, e usam como estratégia de marketing o posicionamento de apoiar o consumidor e recomendar o uso moderado dos seus produtos. Não deixa de ser um sinal dos novos ventos que sopram nos horizontes globais.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/" title="Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue. 2009.06.2">Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/marketing-sem-nexo/" title="Marketing sem nexo.... 2009.06.4">Marketing sem nexo....</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/" title="Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros! 2009.06.1">Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/o-marinho-e-o-mercado-comentam-a-venda-do-ponto-frio/" title="O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio. 2009.06.9">O Marinho e o mercado comentam a venda do Ponto frio.</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/02/use-compre-gaste-mas-com-moderacao%e2%80%a6/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Marketing não é só para o consumidor final.</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-nao-e-so-para-o-consumidor-final/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-nao-e-so-para-o-consumidor-final/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 19:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[ao]]></category>
		<category><![CDATA[aos]]></category>
		<category><![CDATA[assim]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[boa]]></category>
		<category><![CDATA[bom]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[ceo]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[conta]]></category>
		<category><![CDATA[contato]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[ele]]></category>
		<category><![CDATA[eles]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[espm]]></category>
		<category><![CDATA[esses]]></category>
		<category><![CDATA[fato]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[glamour]]></category>
		<category><![CDATA[ibope]]></category>
		<category><![CDATA[inovar]]></category>
		<category><![CDATA[isso]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing industrial]]></category>
		<category><![CDATA[mba]]></category>
		<category><![CDATA[nesse]]></category>
		<category><![CDATA[o fantasma]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[pelo]]></category>
		<category><![CDATA[pelos]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[quem]]></category>
		<category><![CDATA[suas]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>
		<category><![CDATA[uma empresa]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=196</guid>
		<description><![CDATA[Apesar dessa realidade, o Marketing Industrial é uma ferramenta que também tem sua utilidade entre as médias e pequenas empresas, que podem reduzir custos e até alavancar vendas ao simples fato de corresponder aos anseios das empresas com quem se relaciona. Até mesmo as empresas com produtos voltados ao consumidor final podem tirar benefícios dessa prática, mesmo porque sua fabricação envolve diversos fornecedores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Ótimo artigo que explica e demonstra o Marketing Industrial. Tão interessante para as pequenas e médias empresas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Como em tudo nessa nova era de contato cliente x fornecedor, o relacionamento é a chave!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Boa leitura!</span></p>
	<p>Com o fantasma da crise econômica assustando muitas empresas, a busca por inovar e reduzir custos com o objetivo de alavancar as vendas nesse período nebuloso é o que muitos departamentos de Marketing têm buscado. Além disso, o que algumas companhias têm feito é descobrir uma ferramenta não muito lembrada na hora de fomentar as vendas: o Marketing Industrial.</p>
	<p>Também chamado de Marketing B2B, essa atividade consiste na concentração de esforços nas relações e negociações entre empresas. Assim como no trabalho voltado ao consumidor final, a prática consiste em aplicar ações de forma a atender os anseios das empresas com quem se relaciona e seus funcionários e incentivar trabalhos que resultem em mais rapidez ou até redução de custos no processo de fabricação de um produto.<br />
<strong><br />
Ênfase no contato pessoal</strong></p>
	<p>Apesar de trabalhar com premissas parecidas com a do Marketing voltado ao consumidor final, o exercício de vendas para empresas requer abordagens diferentes. Uma delas é a ênfase no contato pessoal através de ações de relacionamento. O número reduzido de empresas-clientes em comparação com a tarefa de lidar com milhões de consumidores e os bons resultados de uma aproximação explica a preferência em relação às ações impessoais de persuasão como promoções ou propaganda, apesar de existir uma mídia especializada no assunto.</p>
	<p>“Nas negociações B2B, o funcionário de uma empresa sempre tem contato direto com o da companhia cliente. É nesse momento em que pode-se identificar o que desejam seus clientes, o que eles gostam e não gostam da sua marca”, Sérgio Ferreira, professor do MBA executivo da ESPM. Como as negociações não envolvem necessariamente um profissional de Marketing, Ferreira salienta que um bom planejamento envolvendo todos os colaboradores da companhia é essencial para um bom resultado.</p>
	<p>Uma das maneiras de descobrir as necessidades das empresas com quem lida é através da pesquisa de mercado. Apesar disso, esse tipo de levantamento, segundo Nelsom Marangoni, CEO do Ibope Inteligência, não ultrapassa os 5% do total de trabalhos do instituto. “Infelizmente ainda é algo muito restrito a grandes empresas. É também algo mais trabalhoso, já que temos que ouvir muitas vezes diversos executivos que não têm muito tempo disponível em suas agendas para nos atender”, conta Marangoni em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
	<p><strong>Pequenas e médias empresas também podem tirar proveito<br />
</strong><br />
Apesar dessa realidade, o Marketing Industrial é uma ferramenta que também tem sua utilidade entre as médias e pequenas empresas, que podem reduzir custos e até alavancar vendas ao simples fato de corresponder aos anseios das empresas com quem se relaciona. Até mesmo as empresas com produtos voltados ao consumidor final podem tirar benefícios dessa prática, mesmo porque sua fabricação envolve diversos fornecedores.</p>
	<p>“O valor de um produto é gerado através de uma cadeia de eventos na fabricação e suas diversas empresas. Por isso, o Marketing Industrial tem uma importância econômica bastante forte ao lidar com todo o processo antes da exposição no ponto-de-venda e sua consumação”, explica Paulo Grise, consultor da JCTC, que dá consultoria dessa ferramenta, e coordenador de cursos e professor da Escola de Marketing Industrial.</p>
	<p>Por mais importante que pareça ser, como reforçam os especialistas ouvidos pelo Mundo do Marketing, o Marketing Industrial é uma atividade pouco valorizada no Brasil. “O Marketing se desenvolveu muito bem focando no consumidor, mas deixou de lado as relações B2B. A falta do glamour de uma campanha, um planejamento dirigido às massas talvez explique isso. Mas em momentos como a crise atual fazem com que empresas passem a dar mais valor ao Marketing Industrial”, relata Grise.</p>
	<p>(…)<br />
<em><br />
Guilherme Neto</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/reputacao/" title="Reputação 2009.06.1">Reputação</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/a-importancia-do-design-para-as-empresas-e-industrias%e2%80%a6-o-valor-do-design/" title="A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design. 2009.06.1">A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/05/neuromarketing/" title="Neuromarketing 2009.06.5">Neuromarketing</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/03/quem-quer-trabalhar-em-casa/" title="Quem quer trabalhar em casa? 2009.06.3">Quem quer trabalhar em casa?</a>(2)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/com-qual-arquetipo-sua-marca-esta-relacionada/" title="Com qual arquétipo sua marca está relacionada?  2009.06.4">Com qual arquétipo sua marca está relacionada? </a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-nao-e-so-para-o-consumidor-final/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Campanha Institucional. É hora de fazer?</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/01/campanha-institucional-e-hora-de-fazer/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/01/campanha-institucional-e-hora-de-fazer/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 16:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[agora]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aparentemente]]></category>
		<category><![CDATA[assim]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[boa]]></category>
		<category><![CDATA[brand]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[claro]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[constantes]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[estes]]></category>
		<category><![CDATA[fato]]></category>
		<category><![CDATA[faz]]></category>
		<category><![CDATA[fazer]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[fora]]></category>
		<category><![CDATA[hoje]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[institucionais]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[meng]]></category>
		<category><![CDATA[neste]]></category>
		<category><![CDATA[networking group]]></category>
		<category><![CDATA[nosso]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<category><![CDATA[os profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[pela]]></category>
		<category><![CDATA[pelas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[pode]]></category>
		<category><![CDATA[pondo]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[segmentos]]></category>
		<category><![CDATA[seja]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
		<category><![CDATA[sim]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[ter]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=166</guid>
		<description><![CDATA[Segundo alguns estudos, com a entrada na crise começamos a agir novamente pragmáticos e mais obsessivos por gerenciamento de custos e despesas. Há um contexto com menos ideologia e mais ação. Aspectos como hipervalorização da experiência, transparência e um sentimento consciente de que temos que agir (racionalmente) até a poeira baixar ganha forma com uma exposição constante na mídia dos efeitos que a crise vem causando na economia.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Esta é uma pergunta curiosa a ser feita tendo em vista um cenário que acabamos de entrar com esta crise que nos faz pensar mais racionalmente nos investimentos feito em comunicação.</p>
	<p>Fato é que comunicar é importante e pode ser uma boa chance de se destacar diante de um medo generalizado dos concorrentes, porém o que comunicar? Investir na marca ou em uma comunicação com foco institucional e/ou que trabalhe a marca da empresa é uma solução para esta sobressair neste ambiente atual?</p>
	<p>Vivíamos um contexto onde o marketing tinha uma fartura de clientes, verbas altas e economia saudável &#8211; e agora uma espécie de “marketing enxugado”, voltado à criatividade, busca novos posicionamentos e fazer mais com menos (literalmente).</p>
	<p>Segundo alguns estudos, com a entrada na crise começamos a agir novamente pragmáticos e mais obsessivos por gerenciamento de custos e despesas. Há um contexto com menos ideologia e mais ação. Aspectos como hipervalorização da experiência, transparência e um sentimento consciente de que temos que agir (racionalmente) até a poeira baixar ganha forma com uma exposição constante na mídia dos efeitos que a crise vem causando na economia.</p>
	<p>Contudo, este sentimento por ser relacionado à racionalidade vem causando um fenômeno no uso da comunicação para justamente, mais do que nunca, reter e atrair consumidores independente dos meios utilizados, porém pondo em segundo plano aspectos institucionais de marca da empresa, segundo pesquisa da Marketing Executives Networking Group (MENG), conduzida pela Anderson Analytics.</p>
	<p>Será que são tempos difíceis para os profissionais em branding ou publicitários? No Brasil, aparentemente não vem havendo uma queda significativa nos investimentos em comunicação, graça a forte convicção do nosso Presidente, no entanto, lá fora houve quedas significativas em comunicação e migração instantânea para mídias que favoreçam maior grau experiência sensorial e entreguem de forma concisa a comunicação, como mídias alternativas, marketing de guerrilha, SEO e principalmente internet.</p>
	<p>Mas na minha opinião ainda vale a pena fazer campanha institucional desde que esta empresa tenha um posicionamento claro e inconfundível para o consumidor e para o segmento.</p>
	<p>O Autor Marty Neumeier adota a “diferenciação radical” como forma primordial na busca de uma imagem única de você naquilo que sua empresa faz. Acredito que este seja o caminho caso você queira se anunciar para o público.</p>
	<p>Invista sim em comunicação. Não pare! Sempre será necessário, porém use sua criatividade para procurar uma vantagem competitiva ou novos mercados, para assim destacar seu negócio ou seus produtos inserindo sua marca lá. Procure ser relevante, pois hoje o cliente está mais inteligente e quer ter prazer em ver e comprar.</p>
	<p>Paulo Peres</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.webinsider.com.br"  target="_blank">[Webinsider]</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/experimentar-e-fidelizar/" title="Experimentar e Fidelizar 2009.06.1">Experimentar e Fidelizar</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/" title="Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue. 2009.06.2">Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/reputacao/" title="Reputação 2009.06.1">Reputação</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/03/%e2%80%9conde-10-concordam-9-sao-dispensaveis%e2%80%9d/" title="“Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis” 2009.06.3">“Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis”</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/01/campanha-institucional-e-hora-de-fazer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Breakonsumers &#8211; os novos consumidores brasileiros!</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 15:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[acha]]></category>
		<category><![CDATA[agora]]></category>
		<category><![CDATA[ao]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[baixa]]></category>
		<category><![CDATA[bluebus]]></category>
		<category><![CDATA[bom]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[coisas]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[consumo cultural]]></category>
		<category><![CDATA[dele]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[diz]]></category>
		<category><![CDATA[ela]]></category>
		<category><![CDATA[ele]]></category>
		<category><![CDATA[eles]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[esses]]></category>
		<category><![CDATA[fazer]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[foi]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[hoje]]></category>
		<category><![CDATA[isso]]></category>
		<category><![CDATA[limo]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marinho]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[mesma]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[nova classe]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<category><![CDATA[outro]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[pela]]></category>
		<category><![CDATA[pelas]]></category>
		<category><![CDATA[pelo]]></category>
		<category><![CDATA[pelos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
		<category><![CDATA[pra]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[quais]]></category>
		<category><![CDATA[que podem]]></category>
		<category><![CDATA[seja]]></category>
		<category><![CDATA[sim]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[ter]]></category>
		<category><![CDATA[testa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=164</guid>
		<description><![CDATA[O desenvolvimento econômico do País nos últimos dez anos não modificou apenas os negócios das empresas e a renda das famílias como também os hábitos e comportamento das pessoas, e não só na hora da compra. Os consumidores passaram a ter novas conquistas e anseios por produtos que antes não imaginavam ter a possibilidade de adquirir, e esse novo cenário obriga o mercado a se adaptar a essa nova realidade, seja com novos produtos ou com uma comunicação diferente. Esse perfil do consumidor brasileiro foi o foco do estudo realizado pela Limo Inc. e apresentado ao mercado através do documentário “Breakonsumers “.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O desenvolvimento econômico do País nos últimos dez anos não modificou apenas os negócios das empresas e a renda das famílias como também os hábitos e comportamento das pessoas, e não só na hora da compra. Os consumidores passaram a ter novas conquistas e anseios por produtos que antes não imaginavam ter a possibilidade de adquirir, e esse novo cenário obriga o mercado a se adaptar a essa nova realidade, seja com novos produtos ou com uma comunicação diferente. Esse perfil do consumidor brasileiro foi o foco do estudo realizado pela Limo Inc. e apresentado ao mercado através do documentário “<strong>Breakonsumers </strong>“.</p>
	<p>“Queríamos realizar um trabalho que mostrasse o próximo passo do consumidor e que fosse além de uma abordagem sobre o desenvolvimento sócio-econômico no Brasil ou que revelasse a nova classe C “, afirma Laura Chiavone, diretora-geral da Limo. A pesquisa revelou que a melhora econômica do País nos últimos anos aproximou o comportamento das pessoas que integram as classes A, B e C , e também aumentou o poder de escolha das marcas para 85% das pessoas entrevistadas &#8211; seja pelo maior poder aquisitivo ou pelo maior número de opções presentes nas prateleiras.</p>
	<p>Através dos resultados obtidos no estudo, a empresa classificou o consumidor brasileiro em três níveis: estáveis, que são os que buscam a manutenção do seu status quo e do seu emprego a qualquer custo e não procuram grandes mudanças de vida ; emergentes, são as pessoas insatisfeitas, que estão se beneficiando do atual momento do Brasil para crescerem e que creditam o sucesso a um esforço próprio ; e o engajados, que enxergam o momento atual como um fator importante para a transformação pessoal e coletiva, e que possuem mais afinidade com consumo cultural e responsabilidade sócio-ambiental .<br />
“As pessoas têm mais consciência do que podem ter acesso, o consumo não é mais novidade para eles“, diz Laura.</p>
	<p><strong>Desafios para o mercado</strong></p>
	<p>O estudo da Limo detectou ainda que o aumento no consumo aliado ao boom de novos produtos colocados no mercado provocou um anseio por parte dos consumidores por mais orientação daqui pra frente. “Com o desenvolvimento econômico houve um crescimento desenfreado em compras, e agora as pessoas querem informações sobre tudo aquilo que ela adquire “, afirma a diretora-geral, ao comentar sobre as mudanças na comunicação das empresas nesse novo cenário.</p>
	<p>Para realizar o estudo, a empresa realizou uma pesquisa qualitativa que reuniu 30 entrevistas etnográficas e com especialistas na cidade de São Paulo, além de uma pesquisa quantitativa com 2.016 pessoas das classes A, B e C com idades entre 15 e 50 anos de seis grandes capitais do País.</p>
	<p><strong>Veja mais dados:</strong></p>
	<p>Você acha que nos últimos anos você se tornou uma pessoa mais exigente ?<br />
Sim – 80%<br />
Continuo igual – 20%</p>
	<p>Quais as coisas que mais te surpreenderam na vida ?<br />
Poder comprar mais do que você imaginaria que pudesse &#8211; 36%<br />
Estudar mais do que você imaginaria que pudesse &#8211; 34%<br />
Saber mais do que você imaginaria que pudesse &#8211; 46%<br />
Sonhar mais do que você imaginaria que pudesse &#8211; 35%</p>
	<p>Você se considera uma pessoa :<br />
Classe Baixa &#8211; 32%<br />
Classe Média &#8211; 64%<br />
Classe Alta &#8211; 4%</p>
	<p>Comparando hoje com 10 anos atrás, você acha que no mercado existem mais opções de compra ?<br />
Sim – 85%<br />
Não – 15%</p>
	<p>E você acha que isso facilita a sua vida ? Por quê ?<br />
Tem mais opções de compra e escolha &#8211; 63%<br />
Fabricantes melhoram qualidade do produto &#8211; 26%<br />
Existe competição no mercado/ Tiram o monopólio das empresas &#8211; 13%</p>
	<p>Quando você vai ao mercado fazer compras, você :<br />
Compra sempre as mesmas coisas &#8211; 35%<br />
Costuma arriscar comprando novas marcas &#8211; 65%</p>
	<p>O que você acha que é ter sucesso ?<br />
Ter muito dinheiro &#8211; 11%<br />
Ser uma pessoa admirada &#8211; 36%<br />
Ter uma carreira sólida &#8211; 53%</p>
	<p>Você gostaria de ser famoso ?<br />
Sim &#8211; 23%<br />
Não &#8211; 76%</p>
	<p>Qual seria o maior luxo pra você ?<br />
Ter mais tempo livre &#8211; 14%<br />
Comprar mais coisas &#8211; 16%<br />
Viajar e conhecer novos lugares &#8211; 37%<br />
Ser eu mesmo &#8211; 23%<br />
Nunca deixar de estudar &#8211; 10%</p>
	<p>A que você credita questões como alcoolismo, obesidade e anorexia :<br />
Falta de informação – 32%<br />
Fraqueza – 27%<br />
Falta de uma família ou um lar – 25%<br />
Falta da presença de Deus – 25%<br />
Mídia e propaganda – 19%<br />
Problemas de cada uma – 19%<br />
Desemprego – 15%<br />
Falta do que fazer – 12%</p>
	<p>Assista um trailer do documentário Breakonsumer. A íntegra do documentário será apresentado no dia 22 de outubro, as 19h30 no Auditório Eva Herz, da Livraria Cultura da Paulista, São Paulo.</p>
	<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/IOFrg8ul-Gg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><br />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IOFrg8ul-Gg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" />
<param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
	<p><span style="color: #888888;">UAU! Que transformação. Um novo Brasil, se mostra no horizonte e PARECE que vai pra frente, agora.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Preste atenção nos números e cruze as informações com outros numeros disponíveis e podemos concluir algumas coisas…<br />
O novo consumidor , não quer produtos de segunda. Quer marcas conhecidas e prestigiadas. Ele é exigente. A exigência dos que ‘agora podem ‘. Ao mesmo tempo que prestigia marcas conhecidas, o Breakonsumer, EXPERIMENTA! Testa novas marcas e verifica se elas cumprem o prometido. E critica mais. Buscando oferecer a marca a possibilidade de atingir o padrão desejado.<br />
Vide o crescimento das marcas próprias de supermercados e de marcas nacionais atreladas a montadoras de eletrônicos.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito importante também, o breakonsumer começa a consumir cultura, a pensar mais na educação dos filhos &#8211; e dele próprio &#8211; como condição essencial para manter as conquistas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito bom, finalmente, verificar a sociedade brasileira evoluindo e fazendo da melhora econômica, melhora social e individual.</p>
	<p>A Limo começa a comercializar a pesquisa em 20 de novembro.</span><br />
Fontes: <a href="http://www.meioemensagem.com.br"  target="_blank">Meio &amp; Mensagem</a>, <a href="http://www.bluebus.com.br"  target="_blank">BlueBus</a>, <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank">Blog do Marinho</a>, <a href="http://www.ccsp.com.br/"  target="_blank">CCSP</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/a-importancia-do-design-para-as-empresas-e-industrias%e2%80%a6-o-valor-do-design/" title="A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design. 2009.06.1">A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/bonito-e-o-que-eu-posso-consumir-diz-a-classe-c/" title=""Bonito é o que eu posso consumir!" Diz a classe 'C'. 2009.06.4">"Bonito é o que eu posso consumir!" Diz a classe 'C'.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/eu-sou-designer-mas-penso-em-muitas-coisas-principalmente-no-cliente/" title="Eu sou designer! Mas penso em muitas coisas. Principalmente no cliente! 2009.06.1">Eu sou designer! Mas penso em muitas coisas. Principalmente no cliente!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/" title="Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue. 2009.06.2">Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/estetica-da-baixa-renda-estudo-faz-descobertas%e2%80%a6/" title="Estética da baixa renda. Estudo faz descobertas… 2009.06.1">Estética da baixa renda. Estudo faz descobertas…</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como o brasileiro usa o celular…</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/01/como-o-brasileiro-usa-o-celular%e2%80%a6/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/01/como-o-brasileiro-usa-o-celular%e2%80%a6/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 14:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[acesso]]></category>
		<category><![CDATA[agora]]></category>
		<category><![CDATA[amp]]></category>
		<category><![CDATA[analisa]]></category>
		<category><![CDATA[ao]]></category>
		<category><![CDATA[aos]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[boa]]></category>
		<category><![CDATA[bom]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[claro]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[desse]]></category>
		<category><![CDATA[ela]]></category>
		<category><![CDATA[embora]]></category>
		<category><![CDATA[faz]]></category>
		<category><![CDATA[foi]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[futuramente]]></category>
		<category><![CDATA[hoje]]></category>
		<category><![CDATA[internet móvel]]></category>
		<category><![CDATA[logo]]></category>
		<category><![CDATA[mede]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[mobile marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mobile news]]></category>
		<category><![CDATA[mobile telecom]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<category><![CDATA[oi]]></category>
		<category><![CDATA[outro]]></category>
		<category><![CDATA[paulo]]></category>
		<category><![CDATA[pelo]]></category>
		<category><![CDATA[pelos]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[telefones celulares]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[todos os]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=141</guid>
		<description><![CDATA[A Nielsen divulgou recentemente alguns dados de sua primeira pesquisa sobre os hábitos de utilização dos telefones celulares pelos brasileiros. Meio &#038; Mensagem teve acesso exclusivo a todos os detalhes desse estudo, que foi feito com mais de 5 mil pessoas em dez capitais brasileiras e traz o perfil mais atual e completo do consumo dentro do mercado de telefonia móvel. As informações consideram os serviços utilizados nos 30 dias anteriores à entrevista e serão a base de comparação para uma segunda pesquisa - que irá a campo a partir de novembro e, segundo uma fonte da Nielsen, estará no mercado em janeiro de 2009. A idéia da companhia é futuramente torná-la trimestral.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Novamente relacionado a mobile marketing!<br />
Bem já sabia dessa pesquisa e estava procurnado dados sobre ela.</p>
	<p>Encontrei agora, no bom Mobile News, que conheci hoje.</p>
	<p>Reproduzo a matéria da MM Online. fonte original da notícia sem amiores comentários, pois a notícia já tem 2 / 3 meses e estamos próximos da segunda leva de dados. Mas, mesmo assim é válida, interessante e os dados mais atualizados sobre o tema!</p>
	<p>Boa leitura!</span><br />
<strong><br />
Nielsen faz estudo com cinco mil usuários em dez mercados e mede uso da internet móvel</strong></p>
	<p>A Nielsen divulgou recentemente alguns dados de sua primeira pesquisa sobre os hábitos de utilização dos telefones celulares pelos brasileiros. Meio &amp; Mensagem teve acesso exclusivo a todos os detalhes desse estudo, que foi feito com mais de 5 mil pessoas em dez capitais brasileiras e traz o perfil mais atual e completo do consumo dentro do mercado de telefonia móvel. As informações consideram os serviços utilizados nos 30 dias anteriores à entrevista e serão a base de comparação para uma segunda pesquisa &#8211; que irá a campo a partir de novembro e, segundo uma fonte da Nielsen, estará no mercado em janeiro de 2009. A idéia da companhia é futuramente torná-la trimestral.</p>
	<p>Nesta primeira edição, a empresa dividiu os estudos em três partes, discriminando o comportamento das pessoas por demografia (sexo e idade), operadora e categorias de sites. A grande novidade é a divulgação dos dados por companhia telefônica, que mostra as pequenas sutilezas no comportamento dos usuários de acordo com a prestadora de serviço escolhida.</p>
	<p>Dentre os pesquisados, a operadora que teve a maior faixa de pessoas que acessam a internet por celular nos 30 dias anteriores foi a Claro, com 8,9% do total. Logo atrás vem a Vivo, com 8,3%, a TIM, com 6,8% e a Oi, com 5,3%. Para Mário Lynch, diretor de Mobile/Telecom da Nielsen no Brasil, a Oi, que teve resultado inferior às três concorrentes, atingirá um patamar superior quando entrar no mercado de São Paulo.</p>
	<p>O serviço de celular mais utilizado no Brasil, como já havia sido divulgado anteriormente, é o SMS (mensagem de texto), com 60,1% de penetração entre os usuários da tecnologia mobile. A Oi está um pouco acima do mercado, com 63,4%, seguida por Vivo (61%), Claro (58,6%) e TIM (58,0%).</p>
	<p>Já a quantidade de pessoas que baixam músicas é praticamente a mesma em todas as operadoras, com 5,3% para TIM, 4,9% para Claro, 4,4% para Oi e 3,9% para Vivo. O download de ringtones mantém uma faixa parecida, com destaque para Oi, com 6,8% de usuários, seguida pelos 5,9% da Vivo, 5,3% da Claro e 4,8% da TIM.</p>
	<p>O rádio do celular foi utilizado por 6,6% das pessoas nos 30 dias anteriores ao estudo, sendo 8,9% de assinantes Claro, 6,5% da TIM, 5,8% da Oi e 4,7% da Vivo.Quando a análise considera a idade, descobre-se que, dentre os jovens entre 15 e 24 anos, quase 80% enviaram SMS.</p>
	<p>Essa faixa é também a que tem maior índice de utilização de todos os outros serviços de celular. Já entre 25 e 34 anos, uma geração que vivenciou a chegada do celular, mas que também se lembra claramente do período pré-entrada da tecnologia no Brasil, os resultados também apontam para uma intensa utilização dos serviços, embora num patamar um pouco abaixo dos mais novos. Um exemplo: o SMS foi utilizado por 74% das pessoas. Nas faixas seguintes, a porcentagem vai descendo gradativamente, com 62% na faixa 35 a 44 anos, 53% na linha de 45 a 54 anos e apenas 37% dentre os maiores de 55.</p>
	<p>Entre homens e mulheres, poucas diferenças nos hábitos. As mulheres se destacam um pouco mais no download de ringtones, com 6%, mas os homens não ficam muito atrás, com 5% de acessos dentre o total pesquisado. Elas também mandam um pouco mais de mensagens SMS, com 62%, contra 58% dos homens. “Quando falamos de gênero, o que percebemos são diferenças nos tipos de páginas acessadas.  As mulheres preferem sites sobre educação, saúde e viagens, enquanto os homens gostam mais de carros, esportes e sites de apostas”, afirma Lynch.</p>
	<p>Dentre as categorias de sites, os mais acessados em nosso país são os que fornecem serviço de e-mails, com 57% dentre os usuários de internet por celular. Outros sites bastante acessados são os de música (27%), entretenimento (25%), jogos (18%), filmes (12%) e notícias e política (12%).</p>
	<p>Outros países</p>
	<p>Quando a questão tange ao conteúdo, saltam aos olhos algumas diferenças essenciais entre os hábitos dos brasileiros em relação aos países desenvolvidos.Numa comparação com estudos com a mesma metodologia feitos nos Estados Unidos e na Europa, além dos emergentes China, Índia e Rússia, há uma clara divisão de preferências entre os países desenvolvidos, que utilizam a internet no celular para acessar sites de notícias, previsão do tempo e buscas, e os países do chamado Bric, que entre as cinco primeiras categorias mais acessadas têm em comum páginas de entretenimento, jogos e música. Uma diferença marcante está nos sites de notícias, que são os terceiros mais acessados na Europa, com 24% do total, e têm apenas 12% de utilização no Brasil.</p>
	<p>No entanto, em nosso país apenas 2,6% dos usuários de celular acessam internet, sem considerar e-mails. “Os números do Brasil são ainda pouco relevantes, mas com o desenvolvimento da rede 3G a participação de celulares com acesso à internet vai aumentar. Além disso, creio que haverá mudança no cenário de categorias de páginas acessadas, com participação cada vez maior de sites de música, entretenimento e jogos, que demandam maior banda para acesso”, analisa Lynch.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.meioemensagem.com.br"  target="_blank">MMOnline</a> e <a href="http://www.mobilenews.com.br/"  target="_blank">MobileNews</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/a-importancia-do-design-para-as-empresas-e-industrias%e2%80%a6-o-valor-do-design/" title="A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design. 2009.06.1">A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/" title="Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros! 2009.06.1">Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/jack-london-falando-de-varejo-crise-tecnologia/" title="Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia... 2009.06.9">Jack London, falando de varejo, crise, tecnologia...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/%e2%80%9co-design-e-a-nova-publicidade%e2%80%9d/" title="“O design é a nova publicidade” 2009.06.1">“O design é a nova publicidade”</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/experimentar-e-fidelizar/" title="Experimentar e Fidelizar 2009.06.1">Experimentar e Fidelizar</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/com-qual-arquetipo-sua-marca-esta-relacionada/" title="Com qual arquétipo sua marca está relacionada?  2009.06.4">Com qual arquétipo sua marca está relacionada? </a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/01/como-o-brasileiro-usa-o-celular%e2%80%a6/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consumidores não compram produtos, compram experiências</title>
		<link>http://by3.com.br/2009/06/01/consumidores-nao-compram-produtos-compram-experiencias/</link>
		<comments>http://by3.com.br/2009/06/01/consumidores-nao-compram-produtos-compram-experiencias/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 14:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[comunicacao]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>
		<category><![CDATA[atual]]></category>
		<category><![CDATA[boa]]></category>
		<category><![CDATA[budgets]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[desse]]></category>
		<category><![CDATA[diz]]></category>
		<category><![CDATA[ele]]></category>
		<category><![CDATA[foi]]></category>
		<category><![CDATA[fonte]]></category>
		<category><![CDATA[hoje]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[nem]]></category>
		<category><![CDATA[net]]></category>
		<category><![CDATA[novos]]></category>
		<category><![CDATA[o jogo]]></category>
		<category><![CDATA[outro]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[pior]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[resposta]]></category>
		<category><![CDATA[seja]]></category>
		<category><![CDATA[sim]]></category>
		<category><![CDATA[sobres]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tempos]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[uma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://by3.com.br/?p=135</guid>
		<description><![CDATA[“Se a empresa possui uma política de clientes fraca, a central de atendimento, por mais que tente e receba altos investimentos, não conseguirá prover um atendimento que gere satisfação”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;">Mais uma, da longa série “repetindo para ser entendido”! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
	<p>Uma entrevita que encontrei na revista NOVAREJO com Lior Arussy, especialista internacional em gerenciamento da experiência do cliente.</span></p>
	<p>“Os consumidores hoje não têm paciência para serviços ruins”. Assim define o israelense Lior Arussy, especialista internacional em gerenciamento da experiência do cliente e presidente do Strativity Group, sediada em New Jersey, Estados Unidos. Em entrevista exclusiva, o especialista afirmou: “Se a empresa possui uma política de clientes fraca, a central de atendimento, por mais que tente e receba altos investimentos, não conseguirá prover um atendimento que gere satisfação”.<br />
Em sua opinião, as empresas geralmente separam altos budgets para marketing e vendas, mas muito pouco para a área de relacionamento. Aliás, nem deveria haver uma área específica, a empresa toda deveria ser uma “área de relacionamento com o consumidor”, diz. Isso, por uma explicação bastante simples: “Os executivos se esquecem que eles próprios também são consumidores. Parece que quando vestem um paletó estão do outro lado do campo”. Pior, acreditam que só porque a nota da pesquisa de satisfação foi alta, o jogo está ganho. “Satisfação não significa repetição de compra”, afirma. Já lealdade sim. Quando o consumidor estabelece uma boa experiência com determinada marca, ele não se importa em pagar mais. “Consumidores não compram produtos, compram experiências”.<br />
Atualmente Lior, autor de “A Experiência do Cliente – como surpreender os clientes e criar um local de trabalho estimulante”, estuda a efetividade das pesquisas de opinião do consumidor. “Muito pouco é feito com o resultado destas pesquisas. É quase criminoso que após tanto material seja recolhido, ele seja praticamente descartado, ignorado”. Sua empresa de consultoria e pesquisas do consumidor, a Strativity, reinventou uma novo modelo para dialogar com o consumidor e conduzir estas respostas a uma ação imediata, batizada de Dialogue to Delivery (“Diálogo para Entrega”).</p>
	<p><strong>NOVAREJO: Qual a melhor forma para uma empresa surpreender o consumidor?<br />
</strong><br />
Lior Arussy: Qualquer serviço ou produto que a empresa entregue e o consumidor não esteja esperando é uma forma de surpreender. Qualquer iniciativa que a empresa tome para tornar a vida do consumidor mais fácil, exercendo pró-atividade e antecipando suas necessidades, é uma forma de surpreender. Por exemplo, quando você chega a um hotel que costuma visitar, e os funcionários se lembram de sua bebida preferida, isso é uma forma de surpreender. Quando você recebe um lembrete da floricultura avisando sobre o aniversário da sua esposa, ou até mesmo quando um vendedor te informa de que aquele não é o melhor produto para você, são exemplos de surpresas positivas. Casos assim serão lembrados, apreciados e recompensados com mais compras.<br />
<strong><br />
NOVAREJO: Como você definiria a atual relação entre empresas e clientes?</strong></p>
	<p>Lior Arussy: A maioria das relações são perde/ganha – se a empresa ganha, o consumidor perde, e vice-versa. É resultado da suspeita que cada um desses lados quer levar vantagem. O nível de confiança é bem baixo e é por isso que cada lado quer tentar levar mais do que deveria.<br />
<strong><br />
NOVAREJO: O que esperar quando a empresa não cumpre com o prometido?</strong></p>
	<p>Lior Arussy: Consumidores frustrados e má reputação.  Os consumidores hoje não têm paciência para serviços ruins e empresas que não cumprem com a palavra. Eles têm, inclusive, ferramentas a seu favor para disparar essa ira. O site www.dellhell.com (“Dell inferno”), é um exemplo (nota: atualmente fora do ar). Levará um enorme tempo até se apagarem as opiniões destes consumidores irados. A Dell já implementou diversas melhorias, mas os “palavrões” já estão na net, para todo mundo ver.<br />
<em><br />
Por Ticiana Werneck</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a>
</p>
<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/04/bonito-e-o-que-eu-posso-consumir-diz-a-classe-c/" title=""Bonito é o que eu posso consumir!" Diz a classe 'C'. 2009.06.4">"Bonito é o que eu posso consumir!" Diz a classe 'C'.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/breakonsumers-os-novos-consumidores-brasileiros/" title="Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros! 2009.06.1">Breakonsumers - os novos consumidores brasileiros!</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda-2/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/marketing-para-a-baixa-renda/" title="Marketing para a baixa renda 2009.06.1">Marketing para a baixa renda</a>(1)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/10/voce-sabe-cuidar-da-sua-marca-sua-marca-corporativa/" title="Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa... 2009.06.10">Você sabe cuidar da sua marca? Sua marca corporativa...</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/02/tenha-orgulho-da-sua-sustentabilidade-e-divulgue/" title="Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue. 2009.06.2">Tenha orgulho da sua sustentabilidade. E divulgue.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/a-importancia-do-design-para-as-empresas-e-industrias%e2%80%a6-o-valor-do-design/" title="A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design. 2009.06.1">A importância do design para as empresas e indústrias… O valor do design.</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/sua-marca-cumpre-o-que-promete/" title="Sua marca cumpre o que promete? 2009.06.18">Sua marca cumpre o que promete?</a>(0)</li>
<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/01/reputacao/" title="Reputação 2009.06.1">Reputação</a>(0)</li>
</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://by3.com.br/2009/06/01/consumidores-nao-compram-produtos-compram-experiencias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
