Quer um posicionamento único de mercado?…

“Diferenciação no Varejo”, de Will Ander e Neil Stern, mostra como é possível ter um posicionamento único na mente dos consumidores e, assim, ser capaz de obter resultados muito acima da média e deixar a concorrência para trás.

Conheça os cinco vetores MAIS e como aplicá-los a seu negócio para superar qualquer crise.




Fonte: GS&MD

Inadimplência com cheques cresce 9,36% em maio

Números divulgados pela Equifax indicam que em maio foram registrados 2,487 milhões de cheques devolvidos no país, um aumento de 9,36% em relação a abril e de 3,51% sobre maio do ano passado. Normalmente, o mês de maio apresenta crescimento do volume de cheques devolvidos, em virtude principalmente do aumento do uso desse meio de pagamento no Dia das Mães. Para a Equifax, os volume de cheques devolvidos só serão mantidos no atual patamar se houver uma recuperação da economia nos próximos meses, para que o rendimento médio real das famílias seja mantido.

Fonte: Redação Mercado & Consumo

Pão de Açúcar compra Ponto Frio por R$ 824,5 milhões

O grupo Pão de Açúcar anunciou nesta manhã a compra do Ponto Frio, segundo maior varejista de eletroeletrônicos do país. A empresa pagará R$ 824,5 milhões por 70,24% do capital total da rede, sendo parte desse valor em ações. Em março, o Ponto Frio havia informado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a intenção de venda. Lily Safra, acionista majoritária da rede, já havia tentado negociar as lojas há dois anos. Em dezembro de 2007, a empresa anunciou plano de venda das operações, mas desistiu com o preço das ações em queda. Antes, efetuou uma reestruturação para reduzir diretorias da administração. O Ponto Frio, com 445 lojas em todo o país, fechou o primeiro trimestre do ano com um prejuízo líquido de R$ 30 milhões, ante um lucro de R$ 1,8 milhão do mesmo período de 2008.

Fonte:  Redação Mercado & Consumo

Quando a marca se identifica com o consumidor. Regionalização.

Quando se pensa em marcas de sucesso, é comum lembrar-se daquelas presentes em pontos-de-venda de todo o país, ou mesmo as que almejam ou já atuam em no exterior. Porém, o mercado também dá espaço para marcas regionais prosperarem sem necessariamente investir em diversas regiões e muitas vezes chamando inclusive a atenção de grupos multinacionais.

É o caso da Aymoré, marca mineira de biscoitos que já virou um ícone da cultura local. Em 1996, a marca associou-se ao Grupo Danone, que quatro anos mais tarde tomaria o controle acionário da empresa. Em 2004, a Danone firmou um acordo de fusão no segmento de biscoitos na América do Sul, o que incluiu a Aymoré.

A marca surgiu, na verdade, no Rio de Janeiro, há 85 anos. Em suas primeiras décadas chegou a ter outra fábrica também no estado de São Paulo. A comercialização nessas regiões foram deixadas de lado quando em 1952 um empresário mineiro levou a marca para Minas Gerais.

Agregando tradição regional à marca para vender

Desde essa mudança, a Aymoré se enraizou na vida da população mineira, tornando-se líder no setor. “A marca virou mineira e é aceita pelos mineiros. Uma pesquisa do IBOPE constata que 99% dos domicílios do estado possuem biscoitos da empresa em seu estoque”, explica Eduardo Schlipier, Gerente de Marketing da marca.

Quem também aposta na tradição regional na hora de vender é a Fritz & Frida. Marca própria surgida em 1982 da atacadista distribuidora Frölich, está presente em mais de 300 produtos alimentícios, como cereais, farináceos, temperos, sobremesas, matinais, chás e enlatados, distribuídos em mais de 11 mil pontos-de-venda. Em 2008, a Frölich cresceu 14%.

A adoção das marcas regionais pelos mineiros e gaúchos pode ser explicada pela própria característica da indústria de mercado de alimentos e bebidas. Um trabalho de logística de forma a permitir que o produto chegue a outras regiões sem perder a qualidade encareceria o preço do produto e invibializaria o seu sucesso, já que concorreria com marcas locais menos custosas. Essa é a mesma razão apontada para o sucesso da marca Naturágua, água pertencente ao grupo Ypióca, companhia cearense mais famosa pelo seu aguardente de cana, que vem crescendo 8% ao ano.

Naturágua foca nas classes A e B

A Naturágua, comercializada apenas no Ceará, foi lançada em 1992 e é fruto de uma descoberta ocasional. Em uma das compras de terreno para aumentar a área da fábrica do grupo, a empresa encontrou fontes de água própria para consumo. Na época, era de um tipo até então inexistente nas regiões Norte e Nordeste, naturalmente fluoretada na fonte, eliminando a necessidade de adicionar flúor artificialmente no tratamento da água. Hoje, a empresa já explora seis fontes no estado e disputa igualmente a liderança na região contra a marca Indaiá, de presença nacional.

A marca cearense traz um rigor de qualidade superior em seus produtos e, por isso, é mais cara que a média do setor, o que levou a empresa a posicioná-la para o público consumidor das classes A e B. “São para pessoas preocupadas com saúde e qualidade de vida. Aqui no estado há mais de 40 marcas de água que apelam para o preço, não queríamos competir por esse lado”, explica Aline Telles, Diretora de Marketing do grupo Ypióca.

Inicialmente trabalhando com galões de 20 litros, o portfólio da marca hoje também compreende embalagens de 5 L, 1,5L, 500ml e 330ml. “Recentemente viramos até fornecedores de nossos concorrentes, fabricando garrafões de 20L PET”, diz Aline.

Destaque para as embalagens

Nas três empresas, percebe-se uma preocupação especial com a embalagem. A Naturágua inovou ao introduzir a tampa sport lock na garrafa de 500 ml Athletic, voltada a atletas. A tampa é semelhante àquelas vistas nas garrafinhas de água tão comuns em ações de distribuição de brinde. Outra iniciativa foi a promoção que escolheu um bebê para estampar os garrafões de 20L, uma das ações de maior sucesso da marca.

Já a Aymoré recentemente lançou uma embalagem em lata especial para comemorar os 85 anos, remetendo ao antigo hábito de alocar biscoitos nesse tipo de recipiente. “O impulso é um fator de compra muito importante, e ele acontece no ponto-de-venda. Por isso, temos um cuidado muito grande em atualizar nossas embalagens e trazer inovações. É uma atividade muito importante em categorias de alto giro como biscoitos”, explica Schilipier. A Fritz & Frida, por sua vez, está implementando um processo de reformulação das embalagens dos principais produtos da marca, reproduzindo o conceito “especialidades do campo”.

Aproximação com o público através de ações sociais

Outra iniciativa é o patrocínio a ações socialmente responsáveis para aproximar-se dos consumidores. A Aymoré montou um cinema itinerante em um caminhão que percorreu todo o estado de Minas Gerais após constatar em pesquisas que apenas 2% dos municípios mineiros possuíam uma sala de cinema. A Fritz & Frida possui uma campanha de combate ao desperdício de alimentos que dá dicas de reaproveitamento em suas embalagens e no site da companhia. A marca gaúcha incentiva ainda o uso de sacolas retornáveis, com a distribuição do item em diversas ações no estado.

Já a Naturágua apóia ações que remetem à saúde e à família, como caminhadas para promover campanha de combate ao Câncer de Mama ou mesmo competições esportivas. A proposta é reforçar essas ações de patrocínio em 2009. “Muitas das ações que fazemos com a Naturágua são propostas que são enviadas para a Ypióca que, por se tratar de uma bebida alcoólica, acabamos optando por utilizar a nossa marca de água”, diz a Diretora de Marketing do grupo.

Na área de promoção, a Aymoré costuma sempre reforçar a marca através de ações com mecânica de prêmios. A entrada no Grupo Danone e posteriormente no Grupo Arcor possibilitou um investimento maior em iniciativas de divulgação.  À época do lançamento do novo filme de Indiana Jones, por exemplo, a empresa fez uma promoção que se utilizava de códigos em embalagens para serem enviados via SMS para que o consumidor pudesse participar. A campanha resultou em um recorde histórico de SMS enviados: em dois meses, foram mais de 1,5 milhão de mensagens enviadas. Além disso, a iniciativa gerou um acréscimo de 30% nas vendas.

A Fritz & Frida, por sua vez, conta com ações de sampling e distribuições de brinde. Atualmente, a empresa está realizando uma ação que distribuirá 24 mil produtos e amostras e 8500 brindes em mais de 50 supermercados e 500 residências de vários pontos do litoral do Rio Grande do Sul. A empresa também está distribuindo pulseirinhas de identificação para crianças em parceria com a Brigada Militar, de forma a minimizar o problema de crianças perdidas na praia.

Sucesso não motiva ainda expansão para outros mercados

Atualmente, a Aymoré já voltou ao Rio de Janeiro e já comercializa produtos também no Espírito Santo e interior de Goiânia. Por enquanto, não há previsão de lançar a marca em outros estados, já que isso exigiria a construção de novas fábricas em outras regiões.

Situação semelhante à Naturágua. “Já chegamos a receber propostas de duas redes varejistas para distribuir o produto no Nordeste através de marcas próprias, eliminando para o grupo Ypióca o custo de transporte, mas as negociações não foram adiante”, diz Aline. Para lançar a Naturágua em outros estados, a empresa precisaria encontrar e explorar uma nova fonte na região de atuação pretendida. “Ainda temos oportunidades para investir no Ceará. Queremos entrar no ramo de água saborizadas para crianças e lançar as primeiras águas com gás da marca, algo muito requisitado pelo mercado”, conta ela.

Guilherme Neto

Fonte: Mundo do Marketing

Como o brasileiro usa o celular…

Novamente relacionado a mobile marketing!
Bem já sabia dessa pesquisa e estava procurnado dados sobre ela.

Encontrei agora, no bom Mobile News, que conheci hoje.

Reproduzo a matéria da MM Online. fonte original da notícia sem amiores comentários, pois a notícia já tem 2 / 3 meses e estamos próximos da segunda leva de dados. Mas, mesmo assim é válida, interessante e os dados mais atualizados sobre o tema!

Boa leitura!

Nielsen faz estudo com cinco mil usuários em dez mercados e mede uso da internet móvel

A Nielsen divulgou recentemente alguns dados de sua primeira pesquisa sobre os hábitos de utilização dos telefones celulares pelos brasileiros. Meio & Mensagem teve acesso exclusivo a todos os detalhes desse estudo, que foi feito com mais de 5 mil pessoas em dez capitais brasileiras e traz o perfil mais atual e completo do consumo dentro do mercado de telefonia móvel. As informações consideram os serviços utilizados nos 30 dias anteriores à entrevista e serão a base de comparação para uma segunda pesquisa – que irá a campo a partir de novembro e, segundo uma fonte da Nielsen, estará no mercado em janeiro de 2009. A idéia da companhia é futuramente torná-la trimestral.

Nesta primeira edição, a empresa dividiu os estudos em três partes, discriminando o comportamento das pessoas por demografia (sexo e idade), operadora e categorias de sites. A grande novidade é a divulgação dos dados por companhia telefônica, que mostra as pequenas sutilezas no comportamento dos usuários de acordo com a prestadora de serviço escolhida.

Dentre os pesquisados, a operadora que teve a maior faixa de pessoas que acessam a internet por celular nos 30 dias anteriores foi a Claro, com 8,9% do total. Logo atrás vem a Vivo, com 8,3%, a TIM, com 6,8% e a Oi, com 5,3%. Para Mário Lynch, diretor de Mobile/Telecom da Nielsen no Brasil, a Oi, que teve resultado inferior às três concorrentes, atingirá um patamar superior quando entrar no mercado de São Paulo.

O serviço de celular mais utilizado no Brasil, como já havia sido divulgado anteriormente, é o SMS (mensagem de texto), com 60,1% de penetração entre os usuários da tecnologia mobile. A Oi está um pouco acima do mercado, com 63,4%, seguida por Vivo (61%), Claro (58,6%) e TIM (58,0%).

Já a quantidade de pessoas que baixam músicas é praticamente a mesma em todas as operadoras, com 5,3% para TIM, 4,9% para Claro, 4,4% para Oi e 3,9% para Vivo. O download de ringtones mantém uma faixa parecida, com destaque para Oi, com 6,8% de usuários, seguida pelos 5,9% da Vivo, 5,3% da Claro e 4,8% da TIM.

O rádio do celular foi utilizado por 6,6% das pessoas nos 30 dias anteriores ao estudo, sendo 8,9% de assinantes Claro, 6,5% da TIM, 5,8% da Oi e 4,7% da Vivo.Quando a análise considera a idade, descobre-se que, dentre os jovens entre 15 e 24 anos, quase 80% enviaram SMS.

Essa faixa é também a que tem maior índice de utilização de todos os outros serviços de celular. Já entre 25 e 34 anos, uma geração que vivenciou a chegada do celular, mas que também se lembra claramente do período pré-entrada da tecnologia no Brasil, os resultados também apontam para uma intensa utilização dos serviços, embora num patamar um pouco abaixo dos mais novos. Um exemplo: o SMS foi utilizado por 74% das pessoas. Nas faixas seguintes, a porcentagem vai descendo gradativamente, com 62% na faixa 35 a 44 anos, 53% na linha de 45 a 54 anos e apenas 37% dentre os maiores de 55.

Entre homens e mulheres, poucas diferenças nos hábitos. As mulheres se destacam um pouco mais no download de ringtones, com 6%, mas os homens não ficam muito atrás, com 5% de acessos dentre o total pesquisado. Elas também mandam um pouco mais de mensagens SMS, com 62%, contra 58% dos homens. “Quando falamos de gênero, o que percebemos são diferenças nos tipos de páginas acessadas.  As mulheres preferem sites sobre educação, saúde e viagens, enquanto os homens gostam mais de carros, esportes e sites de apostas”, afirma Lynch.

Dentre as categorias de sites, os mais acessados em nosso país são os que fornecem serviço de e-mails, com 57% dentre os usuários de internet por celular. Outros sites bastante acessados são os de música (27%), entretenimento (25%), jogos (18%), filmes (12%) e notícias e política (12%).

Outros países

Quando a questão tange ao conteúdo, saltam aos olhos algumas diferenças essenciais entre os hábitos dos brasileiros em relação aos países desenvolvidos.Numa comparação com estudos com a mesma metodologia feitos nos Estados Unidos e na Europa, além dos emergentes China, Índia e Rússia, há uma clara divisão de preferências entre os países desenvolvidos, que utilizam a internet no celular para acessar sites de notícias, previsão do tempo e buscas, e os países do chamado Bric, que entre as cinco primeiras categorias mais acessadas têm em comum páginas de entretenimento, jogos e música. Uma diferença marcante está nos sites de notícias, que são os terceiros mais acessados na Europa, com 24% do total, e têm apenas 12% de utilização no Brasil.

No entanto, em nosso país apenas 2,6% dos usuários de celular acessam internet, sem considerar e-mails. “Os números do Brasil são ainda pouco relevantes, mas com o desenvolvimento da rede 3G a participação de celulares com acesso à internet vai aumentar. Além disso, creio que haverá mudança no cenário de categorias de páginas acessadas, com participação cada vez maior de sites de música, entretenimento e jogos, que demandam maior banda para acesso”, analisa Lynch.

Fonte: MMOnline e MobileNews

Crianças e consumo. Consumo de crianças… Crianças (já) são consumidores?..

Encontrei no youtube, um trailer do documentário ‘Criança, A alma do negócio’ e em seguida encontrei um post no BlueBus sobre o assunto.

É mesmo assustador, ver uma criança de 5 anos escolher alguma coisa  pela marca. Claro que, elas são atingidas pelos produtos que são voltados para elas – as crianças – mas devemos ter cuidado com esse impacto. O Brasil é um dos países onde as crianças mais assistem TV. Imagian a cabeça de uma menina inundade pela publicidade da moda, beleza, mulheres magérrimas… Logo depois vem uma propaganda de sorvet, de chocolate, de comida… seguida por uma sobre roupas…  uma confusão naquela cabeça que ainda não está formada o suficiente para separar as informações e decidir o que é melhor, o que é bom ou ruim, o limite das coisas!..

Existe um blog Crianças & Mídia, onde podemos ver um tanto mais sobre o assunto.

Seguem a nota do BlueBus e o trailer…

Crianças, consumismo, publicidade dirigida ao público infantil, a pressao da mídia sobre as meninas – tudo isso está no documentário ‘Criança, A Alma do Negócio’, de Estela Renner e Marcos Nisti. O trailer que está no YouTube mostra depoimentos das crianças, dos pais e de especialistas. Alguns trechos sao impactantes – a rapidez com que os garotos reconhecem logomarcas de fabricantes de celular ou operadoras de telefonia. A menina que nao sabe o que é um pimentao, mas conhece o pacote de salgadinhos…


Fonte: BlueBus, Crianças & Mídia, YouTube

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