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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa. Um Blog de referências.</title>
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		<title>Varejo &amp; Internet&#8230; Internet &amp; Varejo. Feitos para andar juntos.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:03:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[se as empresas acham que por isso podem dar as costas para a internet, elas estão redondamente enganadas. Mesmo os que nao compram, usam a web como instrumento de pesquisa de preços. Nada menos que 52% dos internautas fazem isso. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=8aA37cq2c" alt="" />Você, varejista, que ainda na dúvida sobre internet&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não acredita que precisa disso, que vai lhe trazer retorno&#8230; &#8220;Acha&#8221; que não funciona para o seu varejo, que seus clientes não terão interesse, que não vai agregar ao seu negócio&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Acorda. SEMPRE vai ahaver uma maneira pela qual seu varejo pode ganhar com a internet&#8230; </span></p>
	<p><strong>Varejo e internet não podem mais viver um sem o outro</strong></p>
	<p>A penetração da Internet tem crescido rapidamente em nosso país. Para você ter uma idéia, em 5 anos, subiu de 30% para 47% o percentual de lares com acesso à web, segundo dados divulgados ontem pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (cgi.br). Por isso mesmo, é natural que o ecommerce também avance por aqui. Ainda de acordo com o CGI, cerca de 20% dos internautas brasileiros já compraram algum produto ou serviço na web. Porém, para conquistar de vez corações e mentes dos nossos consumidores, o varejo online vai precisar vencer resistências bem arraigadas.</p>
	<p>Dentre as pessoas que acessam a internet e nunca fizeram uma compra sequer, 26% alegam o medo de fraudes e preocupação com a privacidade. Desconfiança com o prazo de entrega e o estado em que vai receber o produto são razoes para que 22% fiquem longe das lojas virtuais. Mas o principal obstáculo, mencionado por 56% dos entrevistados, é o gosto de ver, tocar e comprar pessoalmente os produtos.</p>
	<p>Mas se as empresas acham que por isso podem dar as costas para a internet, elas estão redondamente enganadas. Mesmo os que nao compram, usam a web como instrumento de pesquisa de preços. Nada menos que 52% dos internautas fazem isso. Na classe A esse índice chega a 84% e na classe B fica em 70%. Em resumo, varejo e internet nao podem mais viver um sem o outro.</p>
	<p>Fonte:<a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank"> Blog do Marinho</a>
</p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Acorda, varejista&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:16:25 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=03E3b9r03" alt="" />Artigo interessante, que corobora o posicionamento de &#8220;<em>o atendimento precisa acompanhar a evolução do consumidor</em>&#8221; que é tão questionado e ignorado ainda, principalmente pelo pequeno varejo que, insite muitas vezes em padrões &#8216;<em>vencidos</em>&#8216; de relacionamento.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, por conta disso, sofre com a perda da sua clientela.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Insisto em artigos, textos, comentários que repetem essa idéia&#8230; Quem sabe não acabo convencendo &#8216;<em>alguns</em>&#8216;!</span></p>
	<p><strong><br />
</strong></p>
	<p><strong>Admirável Mercado Novo</strong></p>
	<p>Já sabemos que a nova economia vem ditando regras em volume e velocidade que, por vezes, as pessoas e as empresas não estão preparadas para entender e custam a se adaptar.</p>
	<p>Afinal, como digerir tantas novidades, diretrizes, estratégias, novos costumes e, além disso, tomar novas decisões sobre novos questionamentos, sobre os quais não se tem histórico?</p>
	<p>Entre as muitas novidades, está a mudança significativa que o processo de compra e venda no varejo passou a incorporar. Ou seja, não se compra como no passado e, portanto, não se pode vender como no passado.</p>
	<p>O novo modelo de compra, ou seja, o novo modelo de consumidor se apresenta através das seguintes principais características:</p>
	<p>- Menos dinheiro – seja por perda do poder aquisitivo, seja pela conscientização do consumo, mas, principalmente, pelo aumento da informação para julgar o custo/benefício do que se quer.</p>
	<p>- Menos tempo – seja pela loucura do cotidiano, pelo ritmo profissional intenso, pela luta de conciliar o lado profissional e o da família ou pela vontade de vivenciar novas experiências, nós valorizamos o tempo que gastamos, já sabendo que o tempo é um recurso escasso e não renovável.</p>
	<p>- Mais escolhas – com o crescimento do mercado e da concorrência, com tantas ofertas e tentações, com a eliminação de determinadas fronteiras do consumo, através da globalização, o cliente moderno tem acesso ilimitado a tudo cada vez mais, direito absoluto de escolha.</p>
	<p>Estas mudanças transformaram o consumidor em alguém mais questionador sobre o valor do que se quer adquirir. Fez com que este novo cliente não tenha paciência com falta de profissionalismo ou falta de informação por parte de quem lhe atende.</p>
	<p>Estes clientes querem “relacionamento sincero e transparente”, ao invés de “simples atendimentos”. Querem mais do que “gentilezas, falas e discursos bonitos”, eles querem “soluções”. Querem “atenção individual”, e não tratamentos genéricos. Querem “eficiência”, e não “perdas de tempo” e/ou “sensação de desperdícios”.</p>
	<p>Já pensou no perigo: cliente modelo 2010 sendo atendido por um vendedor modelo 1999? Será que eles ao menos conseguem se comunicar?</p>
	<p>Muitas oportunidades e vendas são perdidas diariamente pelo não desenvolvimento do profissional de vendas, pela não adequação do profissional ao perfil de cliente que atende e principalmente pela resistência das equipes de atendimento em aceitar as mudanças impostas pelo novo mercado de consumo.</p>
	<p>Por vezes, não basta entender o mercado, e sim cada cliente que o compõe. Seus hábitos, necessidades, preferências e, por fim, fazer uma loja em que ele queira estar e um atendimento que ele espera, deseja e merece receber.</p>
	<p>Do outro lado, o vendedor precisa dominar três áreas de conhecimento: sobre o produto ou serviço que oferece; sobre as operações de sua empresa; sobre técnicas de atendimento e vendas.</p>
	<p>A missão do vendedor é fazer o que há de melhor para o pleno sucesso em vendas: apresentar soluções adequadas para os desejos e necessidades de seus clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Fernando Lucena</em></p>
	<p style="text-align: left;"><em>Fonte:</em><a href="http://www.varejista.com.br/"  target="_blank">www.varejista.com.br</a></p>
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</ul><h3>Comentários Recentes</h3><ul></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Agora, é a vez deles</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:28:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As classes C, D e E respondem por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado. Para entender os rumos do mercado que mais cresce no Brasil, o Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria especializada em estudos das C,D e E]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=94A743j21" alt="" /><span style="color: #888888;">Ótima análise.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Para quem ainda está pensando que a classe C pode ser ignorada e pretende trabalhar visando somente a classe média, cuidado. </span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles são muito.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles estão olhando.</span></div>
	<div><span style="color: #888888;">Eles vão estar em todas as classes.</span></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div>As classes C, D e E respondem por 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra no supermercado. Para entender os rumos do mercado que mais cresce no Brasil, o Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria especializada em estudos das C,D e E, e o instituto de pesquisa Datafolha identificaram dez tendências de comportamento do consumidor emergente.</div>
	<div></div>
	<p><strong>10 TENDÊNCIAS QUE IMPACTAM UM MERCADO DE<span style="text-decoration: underline;"> R$ 760 BILHÕES</span></strong></p>
	<p><strong><br />
</strong></p>
	<p>1 – CONSUMO DE INCLUSÃO</p>
	<p>Diferente do cliente tradicional, a descoberta do consumo faz com que o mercado emergente desenvolva um jeito próprio e inclusivo de comprar. As marcas que forem didáticas e apresentarem esse novo universo de consumo terão a fidelidade das classes C, D e E</p>
	<p><strong>“Agora, eu escolho”</strong></p>
	<div></div>
	<div>2 – IDENTIDADE E AUTO-ESTIMA</div>
	<p>A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizará cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.</p>
	<div><strong>“Agora, eu tenho orgulho”</strong></div>
	<p>3 – ACESSO E QUALIDADE</p>
	<p>Com maior poder de consumo estas classes exigirão cada vez mais. Melhores produtos, melhores governos, melhor qualidade de vida. As marcas que souberem conjugar a melhor relação custo-benefício serão recompensadas com sua fidelidade.</p>
	<p><strong>“Agora, eu Posso”</strong></p>
	<div>4 – EDUCAÇÃO COMO INVESTIMENTO</div>
	<p>As famílias de baixa renda se conscientizaram que através da educação podem mais. De maneira muito funcional investirão cada vez mais na educação dos filhos pensando no próprio futuro.</p>
	<p><strong>“Agora, eu sei, faço e aconteço”</strong></p>
	<p>5 – JUVENTUDE E GERAÇÃO C</p>
	<p>Os atuais jovens da baixa renda são mais escolarizados, mais informados e mais economicamente ativos que seus pais. Formarão um novo perfil de cidadãos e consumidores que serão a maioria da população brasileira. O Brasil de amanhã será marcado pelas características dos jovens da atual baixa renda.</p>
	<p><strong>“Agora, tudo é do meu jeito”</strong></p>
	<p>6 – VAIDADE E BELEZA COMO INCLUSÃO</p>
	<p>Estar bem arrumada diminui as barreiras sociais que dificultam a inclusão da base da pirâmide. Com maior acesso aos produtos de beleza e aos tratamentos estéticos, novos padrões de beleza serão mais abrangentes e as marcas deverão estar atentas às novas tendências dessa maioria.</p>
	<p><strong>“Agora, eu sou mais eu.”</strong></p>
	<p>7 – NOVOS PAPÉIS, NOVA FAMÍLIA</p>
	<p>Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.</p>
	<p><strong>“Agora eu não dependo de ninguém”</strong></p>
	<p>8 – REDES, DICAS E BOCA A BOCA</p>
	<p>As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada às novas tecnologias e à disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.</p>
	<p><strong>“Agora, eu tenho mais meus amigos.”</strong></p>
	<p>9 – CAPILARIDADE E SEGMENTAÇÃO</p>
	<p>A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das empresas. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.</p>
	<p><strong>“Agora, tem mais do jeito que eu quero.”</strong></p>
	<p>10 – TECNOLOGIA COMO INVESTIMENTO</p>
	<p>A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso às informações antes restritas à minoria da população brasileira</p>
	<p><strong>“Agora, eu me conecto.”</strong></p>
	<div><em> </em></div>
	<div></div>
	<div></div>
	<div><span style="text-decoration: underline;"><em>Nota Metodológica</em></span></div>
	<p>O método analítico desenvolvido pelo Data Popular e o Datafolha parte da análise conjunta de dois grandes fatores:</p>
	<p>1 – DRIVERS DE FUTURO: São fatores referentes a um contexto macro-social. Funcionam como balizadores do comportamento. Permitem um nível de antevisão de suas conseqüências no futuro. (Macroeconomia, movimentos sociológicos e demografia).</p>
	<p>2 – PISTAS DE COMPORTAMENTO: Aspectos culturais, valores e comportamentos que determinarão a forma como esta população lidará com os balizadores apontados pelos drivers de futuro. As pistas são frutos da soma de três pilares:</p>
	<p>1 Pesquisas Continuas: Banco de dados de mais de 100 mil entrevistas em 200 cidades brasileiras.</p>
	<p>2 Análise de Especialistas: entrevista com “hubs populares” (manicure, dono de padaria, cobrador de ônibus, Professores, etc) e profissionais que lidam com esse público (Antropólogos, economistas, ‘pauteiros’ de mídias populares, etc).</p>
	<p>3 Monitoramento de Expressões Populares : Um detalhado monitoramento das expressões da cultura, da comunicação e do entretenimento (ditados populares, Letras de música, novelas, capas de revistas &#8230;)</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a>
</p>
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		<title>Fora da caixa. Se pensa melhor, fora da caixa.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:27:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que é raro ter idéias novas sem sair da rotina, mas a maioria dos escritórios de criação ainda não aceita que funcionários deixem local de trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=22I22aw02" alt="" />Essa artigo da HSM é para quem acredita em relógio de ponto, cabeças baixas trabalhando sem muita conversa; sentados o dia todos nas suas cadeiras. Sem acesso a internet, &#8216;trabalhando&#8217; duro, focados em ter excelentes <em>e</em> deslumbrantes<em> e</em> fantásticas <em>e</em> &#8216;<em>criativas</em>&#8216; idéias&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">ACORDEM!!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não é assim que as coisas funcionam&#8230;</span></p>
	<p><strong><span><span id="H8">Pensar “fora da caixa” pode ser muito rentável</span></span></strong><br />
<span><br />
<em>Pesquisa mostra que é raro ter idéias novas sem sair da rotina, mas a maioria dos escritórios de criação ainda não aceita que funcionários deixem local de trabalho.</em></span></p>
	<p>É ótimo quando as pesquisas científicas confirmam aquilo que a gente sabe, mas não podia apresentar com dados, não é mesmo? Foi o que aconteceu na edição de setembro/outubro da revista HSM Management: foi publicado um artigo e uma entrevista com o Professor Gregory Berns, físico, neurologista e engenheiro biomédico que trabalha nos departamentos de psiquiatria e economia da Emory University, nos Estados Unidos.</p>
	<p>O livro mais recente do Prof. Berns se chama “Iconoclasta: um neurocientista revela como pensar diferente.” No livro, o professor divulga resultados de suas pesquisas na área do pensamento criativo e da inovação. São conclusões importantes do ponto de vista científico, mas nem todas chegam a surpreender quem passou a vida toda trabalhando com criatividade e inovação numa base diária. Uma das conclusões mais diretas e efetivas de Berns é a seguinte:</p>
	<p>“Para “pensar diferente” a atitude mais benéfica que você pode ter é se colocar fora de seu ambiente usual. É raro que as pessoas tenham idéias novas enquanto estão sentadas em seu escritório ou interagindo com as mesmas pessoas todos os dias. Observamos que se colocar em uma circunstância inédita ou diferenciada, seja numa viagem ou encontrando pessoas que não vemos todos os dias, é de longe a melhor forma de fazer com que o cérebro saia de seu modo previsível e desperte a criatividade inerente.”</p>
	<p>Os escritores sabem disso há muito tempo, daí tantos “livros de viagens” e romances escritos durante estadias em países diferentes, as chamadas “obras do exílio”. Pintores também são famosos pela inspiração fornecida por novos ares e paisagens diferentes. Diretores de cinema como Woody Allen e David Lynch já endossaram a tese. E os melhores criativos que conheço, inclusive nas várias agências nas quais trabalhei, sempre foram unânimes em apontar o valor inestimável de mudar o cenário para ter suas melhores idéias.</p>
	<p>Ao sair da mesa, tomar um café, ir até a esquina para comprar um sorvete, ou qualquer coisa que quebre a rotina e os tire de trás de suas mesas, a criatividade sempre parece fluir melhor, com mais facilidade, mais rapidamente. Naturalmente, isso sempre foi verdadeiro pra mim também, e por isso sempre estimulei as equipes de criação que dirigi a terem essa atitude de mudar de ares e evitar a rotina de ficar atrás da mesa. Previsivelmente, nem sempre isso agradou a todos nas agências onde trabalhei.</p>
	<p>Muitas vezes o pessoal que não era diretamente responsável por criar a nova idéia, a campanha ou o plano inovador achava que se a equipe não estava sentada à mesa, fazendo cara de compenetrada, escrevendo ou ilustrando, não estava produzindo.</p>
	<p>Sempre defendi o contrário – o criativo é mais produtivo sempre que ele ”sai da caixa”, qualquer que seja a caixa: a mesa, a baia, a sala de reuniões ou o horário exato que se espera que ele faça. Milhares das melhores idéias aconteceram enquanto os criativos estavam dirigindo de volta pra casa; quando estavam tomando banho na manhã seguinte ao dia do briefing; quando eles saíram de suas mesas para tomar um café e dar uma volta – sem necessariamente fazer cara de conteúdo: simplesmente indo até a padaria da esquina, despreocupadamente.</p>
	<p>Pensando bem, nada mais óbvio: para que as pessoas pensem fora da caixa, deixe que elas saiam das suas caixas! Parece a coisa mais simples do mundo – mas não costuma ser simples no cotidiano. Os empresários, os clientes e o pessoal do atendimento normalmente reclamam, se chateiam e agem como se o criativo não estivesse fazendo seu trabalho cada vez que ele tenta sair da caixa física, ou da caixa dos horários exatos aos quais a burocracia gosta tanto de submeter as pessoas na ilusão de controlá-las. No caso de um trabalhador intelectual que executa tarefas criativas, um controle absolutamente ilusório, porque ficar sentado à mesa com cara de preocupado nunca ajudou ninguém a ter uma idéia feliz, inovadora, inspirada, arejada.</p>
	<p>De fato, como também está hoje comprovado cientificamente, idéias felizes e produtivas têm mais chance de acontecer quando as pessoas estão felizes. Trancadas nos limites da sala, do horário estrito e da burocracia, as pessoas ficam menos felizes. E suas idéias ficam burocráticas, sem graça, sem inovação.</p>
	<p>Curioso que burocratas cinzentos se perguntem “porque é tão difícil encontrar idéias que sejam realmente “fora da caixa?”. É exatamente por aquela atitude que os criativos sempre valorizaram tanto, e que os mesmos burocratas sempre chamaram de bobagem, frescura, ou coisa muito pior.<br />
Mas agora, pasmem: tem até comprovação científica!</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Paulo Ferreira<br />
</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank">HSM Online</a>
</p>
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		<title>80% dos brasileiros&#8230; - ... gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:29:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=42I3e8bcc" alt="" />Ótimo artigo no HSM, falando sobre o impacto que se pode obter nas vendas online utilizando as redes sociais.<br />
Leitura importante.<br />
Na minha opinião, e todo mundo já sabe disso, quem não estiver construindo relacionamentos com os seus mercados estará fora do jogo rapidamente. Não existe muito espaço mais para quem se comporta segundo critérios do século passado. Nem mesmo os focados no &#8216;preço baixo&#8217; conseguirão se manter sem construir relacionamentos e links sociais com os seus mercados&#8230;</span></p>
	<p>Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais</p>
	<p>O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.</p>
	<p>Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.</p>
	<p>E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.</p>
	<p>O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita: os próprios consumidores se encarregam de divulgar a loja para sua rede de contatos. Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na web 2.0.</p>
	<p>&#8220;Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez&#8221;, comenta Adolpho.</p>
	<p>Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.</p>
	<p>Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.</p>
	<p>Da mesma forma, opiniões negativas se propagam muito mais depressa e podem gerar uma péssima publicidade para as marcas que não estejam atentas à divulgação de seu nome e produtos na internet. Portanto, quem deseja investir no comércio social deve procurar conhecer bem as ferramentas disponíveis e atuar com transparência junto ao consumidor.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://br.hsmglobal.com"  target="_blank"> HSM Online</a>
</p>
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		<title>Valor das Marcas e Marcas de Valor</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:43:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=7eAf05z85" alt="" />Uma jóia de texto!</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Novamente, estou repetindo a referência &#8211; &#8216;culpa&#8217; da competência&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Creio que podemos entender esse ranking como um ranking que interpreta os consumidores 2.0, contra os rankings tradicionais que são voltados aos consumidores 1.0.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aproveito e repito para todos, a pergunta que fiz outro dia no twitter para o @douglasmerighi&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Será que o consumidor 1.0, se importa em ser tratado como consumidor 2.o? Será que ele deixa de comprar por isso? Ou será que ele vai gostar de experiência?&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro que a &#8216;resposta certa&#8217; seria depende&#8230; por que depende do perfil desse consumidor 1.0. Ele pode ser &#8216;tão&#8217; 1.0 a ponto de não gostar, no primeiro contato de ser tratado como 2.0. Mas, em curto prazo, a diferença na experiência é por si só &#8216;fidelizadora&#8217;. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O que tem haver, valor da marca com experiência do cliente?<br />
Melhor ler o texto&#8230;</span></p>
	<p><strong>O que é uma marca valiosa? PSFK traz um novo ponto de vista</strong></p>
	<p>Em agosto de 2009, o portal de conteúdo inovador e vanguardista norte-americano PSFK (www.psfk.com), representado pela Mandalah na América Latina, publicou um ranking intitulado “Marcas do Bem de 2009”. O relatório foi uma resposta direta aos rankings tradicionais do mercado, que avaliam o valor do negócio junto com uma estimativa do valor da marca, sem levar em consideração outros valores, como o sócio-ambiental por exemplo, que as mesmas deveriam agregar para a sociedade como um todo.</p>
	<p>Convictos de que a nova era pós-crise exige um novo modelo mental mais holístico e humano, quesitos como inovação de valor, responsabilidade ambiental (tanto no processo produtivo como no consumo e na reutilização e/ou descarte) e engajamento social (o quanto a marca contribui para avanços reais na sociedade) determinaram o ranking da PSFK, que apresenta a Google como primeiro colocado, seguido pela Apple, Zipcar, Good, Amazon, Facebook, Virgin, Twitter, Ikea e Skype, nesta ordem.</p>
	<p>A Google, que se posiciona na liderança do ranking, é conhecida por todos pela revolução causada no mundo do “search” online. Estimula que seus colaboradores dediquem 30% de seu tempo para projetos individuais (que a própria empresa eventualmente patrocinaria),  garantindo um fluxo constante de novas idéias, proporcionando que idéias como o Orkut floresçam, por exemplo. O baixo custo de sua distribuição, por ser online, permite que a empresa se estenda para outras áreas de interesse comum, como saúde, telecom, software, notícias e publicidade.</p>
	<p>Em segundo lugar vem a Apple, que veio para mostrar que forma não precede função, mas que forma é função, através de produtos que contém uma relação simbiótica entre usabilidade e design. Sua colocação é reforçada por uma experiência de compra única, através das Apple Stores, que somam à experiência de compra de produtos a pedagogia, entretenimento, relacionamento e acessibilidade num mesmo lugar. A marca também responde a críticas de não ser sócio-ambientalmente responsável tornando os critérios para o cálculo de emissão de carbono mais rigorosos, mostrando a importância de quantificar as emissões tanto na produção do produto quanto no seu uso, desbancando os números insuficientes oferecidos por empresas como a DELL e a Oracle, que se restringiam apenas à produção. Tudo isso com o endosso do Media Lab da MIT (Massachusetts Institute of Technology), responsável pelo rastreamento.</p>
	<p>A Zipcar, à primeira vista, parece ser mais uma empresa de aluguel de carro, porém o que ela oferece é de fato uma nova forma de enxergar sua relação com o uso e a propriedade de um carro, inclusive contento opções elétricas em sua frota.</p>
	<p>A GOOD Magazine, editora de conteúdo e eventos, famosa pelo portal e pela revista com circulação crescente nos EUA, se destaca principalmente por trazer um senso crítico à inovação, investigando o bem que uma novidade traz à humanidade e garantindo que o número de vendas não seja o único determinante de uma boa idéia. O seu uso magistral de infographics, nova tendência em design para facilitar a assimilação de conteúdos complexos, também a põe na vanguarda da inovação que visa o bem, fazendo com que o conteúdo seja ilustrado de forma visual, o que facilita a compreensão e usabilidade da informação. Por fim, o valor da assinatura da revista GOOD é integralmente revertido em doações para ONGs de todo o mundo, o que acaba sendo um jeito mais transparente e personalizado de engajar o leitor com as causas almejadas pela marca.</p>
	<p>Tanto o Facebook quando o Twitter (6º e 8º colocados, respectivamente), populares e populosos endereços de internet, continuam no holofote das discussões sobre relações sociais de “real-time” e a dimensão cada vez mais interativa e virtual que estão tomando. Um ponto de atenção que alarma os gestores ainda não foi totalmente solucionado e é pauta estratégica: como garantir que, com aumento de popularidade, adesão de novas pessoas físicas e jurídicas (já que as marcas entraram na onda e estão tentando, por todas as vias, garantir seus espaços nesse meio ambiente comunitário), um conteúdo útil, irreverente ou que entretenha seja mantido, enquanto questões de segurança, privacidade e combate ao spam ainda são estudados. O falecido Second Life que sirva de lição!</p>
	<p>Voltemos ao ranking, para a 9ª colocada, a empresa sueca Ikea, que fabrica móveis com uma equação custo-benefício invejável, apresentando uma série de inovações que facilitam o acesso dos clientes às suas lojas, com ativações diferentes em cada país: na Dinamarca, um programa de compartilhamento de bicicletas, na França, o mesmo com veículos e, nos Estados Unidos, mais especificamente em Nova York, uma balsa coletiva! Torçamos para uma Ikea chegar um dia no Brasil, com a mesma intenção.</p>
	<p>É possível ficar horas pensando em lições positivas, idéias que surgem a partir de cases como estes, benchmarks que podem mudar a forma de agirmos e reagirmos ao consumo. Se é possível destacar inspirações pontuais de tudo isso, abaixo estão listados alguns highlights:</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Utilidade </strong>– Deixe de focar apenas no seu produto ou serviço. Sua marca, estratégia, produto, ou o que quer que seja, faz parte de algo maior. Então, reconheça o eco-sistema no qual eles se inserem e atue a favor dele.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">-<strong> Experimentação constante</strong> – Inovação não é um fim, é um processo, um meio de agir. Busque sempre expandir sua área de atuação, saia da zona de conforto e arrisque, com ousadia, mas sem esquecer a responsabilidade.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Design </strong>– Estética é cada vez mais importante e, cada vez menos, pelas questões meramente visuais. Algo bonito só é eficiente se funciona bem, e por mais tempo.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Comunidade </strong>– Ninguém vive em um vácuo (ou, pelo menos, ninguém deveria viver assim). Compartilhe sua marca com as pessoas e permita que elas contribuam na evolução dela, promovendo co-criação, e progressos que o Open Innovation pode trazer.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Mude de modelo</strong> – Pós-crise significa novos olhares. Saia da inércia e coloque, sempre, as pessoas como o foco, pensando em novos modelos de negócio para atendê-los. Quem vende e quem compra, é gente.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Além do anúncio de 30”</strong> – Nenhuma das marcas elencadas registram altos níveis de publicidade tradicional mas, ao invés, focam em formas mais efetivas (e otimizadas em termos de ROI) de criar um elo sustentável com as pessoas. Insista e invista em novos canais para novas mensagens, para quebrar o padrão obsoleto da publicidade atual.</p>
	<p style="margin-left: 40px;">- <strong>Prioridades sócio-ambientais</strong> – Inovações que geram lucro não são necessariamente sustentáveis do ponto de vista sócio-ambiental. Precisamos tentar encontrar, como gestores e consumidores, a fórmula que equaciona bem lucro e sustentabilidade, de uma vez por todas.</p>
	<p style="text-align: left; ">O relatório de nosso amigo Piers Fawkes, da PSFK, pode não ter ilustrado capas de revistas de negócios como outros tantos rankings, mas sua circulação no blogosfera demonstra a eminente necessidade de mudarmos os critérios pelos quais avaliamos marcas e o papel que elas exercem na sociedade. Na Mandalah, a letra “h” no final do nome representa este novo olhar, com foco no ser humano, nas pessoas e nas necessidades que elas têm para trazer mais qualidade e felicidade para suas vidas, entendendo e assumindo que somos seres em estado de evolução, que precisam ser compreendidos com mais carinho e atenção, ao invés de sermos estatisticamente julgados por nosso poder de compra.</p>
	<p>O que fica? Mais do que uma nova visão sobre o valor que uma marca gera e detém, a propulsão para que profissionais de marketing exerçam seu poder com mais sensibilidade e considerem movimentar mercados e formar cultura, para pessoas, e não só para clientes.</p>
	<p style="text-align: right; "><em>Lourenço Bustani</em> e <em>Igor Botelho</em></p>
	<p style="text-align: right; ">
	<p style="text-align: left; ">Fonte:  <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Mais pesquisa! Comportamento adolescente: internet, compras, mídias. Com cases.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:09:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[&#8221; O estudante Leonardo Schlüter Leite, de 14 anos, já nasceu com a tecnologia ao alcance da vontade. Ele<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=43I8a5ua1" alt="" /> passa até sete horas por dia em sites de relecionamento, como o Orkut, e fazendo uso de ferramentas de mensagens instantâneas, como o MSN e o Skype.&#8221;Só um pouco em cada um, porque eu enjoo rápido.&#8221; Como tem &#8216;preguiça&#8221; de assistir à televisão, procura nos grandes portais de notícias as principais manchetes sobre seus assuntos preferidos &#8211; entre eles, esportes como futebol, handebol e vôlei e as últimas informações sobre o que acontece no Brasil. &#8220;Gosto muito de jogos <em>online</em>, daqueles que você joga com outras pessoas estilo RPG&#8221;, conta. Leonardo raramente compra CDs de música. Costuma trocar mp3 com os amigos ou baixar direto da internet. É apaixonado por <em>animes</em> e faz <em>downloads</em> frequentes dos desenhos preferidos. &#8220;Geralmente eu alugo filmes, mas quando estou louco para ver e não aguento esperar, eu baixo na <em>web</em>&#8220;, diz. Leonardo mora em Pomerode, município de colonização alemã em Santa Catarina, que ainda não dispõe de internet de alta velocidade comum em cidades maiores. Mas, como se vê, isso não é problema para os adolescentes, que estão totalmente imersos na realidade tecnológica, independentemente da região do país.

Adolescentes como Leonardo já nasceram plugados no mundo digital. Muitos jamais compraram um CD e não têm o hábito de ler jornais impressos ou de assistir a programas de televisão. Em compensação, consomem horas e horas de conexão navegando na internet à procura de diversão. E, no caso dos meninos com idade entre 12 e 18 anos, o verdadeiro significado de entretenimento está, muitas vezes, em <em>games</em>, ferramentas de interatividade e novidades tecnológicas &#8211; tudo o que ofereça muita diversão e informação do modo mais rápido possível.

Segundo dados do IBOPE Nielsen Online, entre maio e julho de 2000, o número de adolescentes com idade entre 12 e 17 anos acessando a <em>web</em> a partir do trabalho e da residência cresceu 11%. No mesmo período, o aumento dos acessos apenas dos adolescentes do sexo masculino foi de 13%, enquanto das meninas foi de 8%. A pesquisa mostrou ainda que o tempo mensal de uso da internet entre adolescentes homens nessa faixa etária foi de 45 horas e 8 minutos, e das meninas de 42 horas e 31 minutos. Entre os sites mais populares entre esse público estão Orkut, Facebook e YouTube, assim como as ferramentas de mensagens instantâneas. &#8220;Entre os meninos há um interesse maior em relação a sltes de <em>games</em>, blogs sobre jogos e música para <em>download</em>, assim como ferramentas de compartilhamento de arquivos&#8221;, afirma José Calazans, analista de mídia do IBOPE. &#8220;Os adolescentes do sexo masculino também visitam muito sites de leilão, à procura de produtos em que têm interesse. Os sites de comércio <em>online</em> mais tradicionais são visitados fundamentalmente por adultos&#8221;, diz.

<strong>Consumo livre</strong>

Um relatório divulgado em agosto deste ano pelo banco norte-americano de investimentos Morgan Stanley causou reboliço no mundo todo e trouxe dados interessantes a respeito desse público. O autor do estudo How Teenagers Consume Media é o inglês Matthew Robson, de 15 anos, estagiário do banco que recebeu a missão de produzir um relato sobre como ele e seus amigos interagem e consomem na internet. Segundo Matthew, os adolescentes consomem produtos de mídia de forma totalmente diferente dos adultos, pois não podem nem estão dispostos a pagar por isso. Além disso, eles também não gostam da publicidade explícita e invasiva e, por isso, não ouvem música em rádios, assistem pouco à TV e consideram os anúncios típicos de internet &#8211; como <em>banners </em>e <em>pop-ups &#8211; </em>uma &#8220;chateação inútil&#8221;. No entanto, ele afirma, &#8220;a maioria dos adolescentes gosta e apoia o marketing viral, pois geralmente essas iniciativas têm um conteúdo engraçado e interessante&#8221;, afirmou.

Sobre as redes sociais, Matthew afirma que os adolescentes preferem o Facebook &#8211; &#8220;pois é possível interagir com os amigos em grande escala&#8221; &#8211; e não usam o Twitter. &#8220;A maioria se registra, mas para de usar o site depois de um tempo, após perceber que não vão atualizá-lo&#8221;, disse. A sensação de que ninguém visita suas páginas pessoais, e o preço alto do SMS são alguns dos motivos que fazem eles preferirem mandar mensagens para os amigos a enviar tweets. Muitos usam o YouTube para assistir a vídeos (geralmente anime, que é mais difícil de encontrar) e para ouvir música.

O adolescente também afirmou que não conhece nenhuma pessoa dessa faixa etária que leia o jornal regularmente, e que a maioria prefere ver um resumo das noticias na televisão ou na internet. Além disso, poucos adolescentes, segundo o relatório, fazem compras na internet, pois os sites exigem cartão de crédito e a maioria dos adolescentes não tem.

O relatório de Matthew Robson mostra ainda que 99% dos adolescentes têm um telefone celular e geralmente usam créditos limitados (pois não podem pagar as mensalidades nem assinar um contrato de longo prazo com as operadoras). &#8220;Normalmente os adolescentes só usam o telefone para mensagens de texto&#8221;, escreveu o estagiário. E eles usam, primordialmente, os serviços gratuitos, como <em>bluetooth, </em>para trocar músicas e vídeos, deixando de lado a navegação na internet via celular, que é considerada muito cara.

<strong>As marcas estão de olho</strong>

Um público como esse &#8211; exigente e com pouco dinheiro para gastar, mas com grande necessidade de comunicação e sede de novidades para compartilhar com os amigos &#8211; tem sido visto como altamente promissor para muitos dos grandes anunciantes brasileiros. É cada vez maior o número de marcas que investem em ações de mídias digitais para atingir esses adolescentes, especialmente os do sexo masculino. &#8220;É um público de conectores. Eles espalham noticias com multa facifidade e as ações focadas neles têm expectativa mais quantitativa que qualitativa&#8221;, afirma André Piva, diretor de criação da LOV, que lança, no início de outubro, um serviço chamado Golaço para clientes da Sony. Feito sob medida para o público masculino com idade entre 12 e 18 anos, o Golaço é um site que ajudará os adolescentes dessa faixa etária a montar seu time de futebol. A ação nasceu da percepção de que esse público é muito participativo e usa mídia social e MSN, mas que, como boa parte das iniciativas das marcas já focavam nessas ferramentas, era preciso inovar.

Totalmente centralizado na internet, o serviço será uma espécie de patrocínio não oficial e não remunerado às equipes de futebol desses garotos, e permitirá aos jovens meninos fazer a arte do uniforme do time, produzir hinos de torcida, brasão e fã kits. Eles também poderão marcar jogos por meio do Gol aço e participar de uma série de promoções relacionada à Copa do Mundo de 2014 &#8211; a Sony é patrocinadora oficial da Fifa. &#8220;O Golaço vai trabalhar multo o compartilhamento de fotos e vídeos, sempre tendo os jogos desses times como foco&#8221;, diz Piva.

A linguagem, é claro, é a mais descontraída possível, e toma o cuidado de evitar a exposição excessiva dos produtos da Sony. Para falar a língua dessa moçada sem parecer artificial, a LOV contratou sete adolescentes que estiveram envolvidos desde a construção da interface e da usabilidade do Golaço até a fase de pré-teste e teste, opinando e dando dicas valiosas de como conversar melhor com esse público. &#8220;O objetivo é chegar a 2 mil times até o fim do segundo semestre deste ano e transformar o Golaço em uma das principais plataformas de relacionamento da Sony até a Copa do Mundo de 2014&#8243;, afirma Piva.

<strong>Segmentação radical</strong>

Recentemente, a Ruffles, marca da gigante multinacional Pepsico, lançou urna ação digital que dá ressonância à segmentação estratégica do próprio produto. A campanha &#8220;Ruffles do seu jeito&#8221; foi inspirada nas diferenças entre meninos e meninas com idade entre 12 e 17 anos, público-alvo da marca, e ressalta as características de cada um tanto nas embalagens e nos novos sabores do produto (queijo para elas e costelinha para eles), como na maneira utilizada para atingi-los na mídia tradicional e via internet. &#8220;O público-alvo de Ruffles são adolescentes que estão em uma fase de descobertas e de curtição. E a partir de pesquisas descobrimos que eles, nessa fase, querem se expressar sem serem julgados, querem respeito às suas escolhas, e que essa liberdade de expressão é uma forma de viver as diferenças&#8221;, conta Carla Araújo, gerente de marketing da Pepsico. Com base nisso, a marca lançou dois filmes de televisão para divulgar os novos sabores do produto, um para meninos, outro para meninas. E no site da marca a segmentação continua com ainda mais força, com áreas especificas para cada público em que a tônica é a interatividade e as informações bem-humoradas sobre o sexo oposto. Na área dos meninos &#8211; que &#8220;ganharam&#8221; um Ruffies com onda maior e mais grossa, além de sabor mais marcante de carne &#8211; a marca criou o &#8220;Esquadrão invisível&#8221;, que tem uma suposta equipe de informantes para deixar os rapazes por dentro de tudo o que acontece no universo feminino &#8211; tema a que a marca chegou a partir de pesquisas sobre os assuntos de interesse dos adolescentes do sexo masculino. &#8220;O target de Ruffles está muito presente na internet, por isso quisemos complementar o plano com essas ações <em>online, </em>gerando experiências, interatividade e participação deles na campanha, através de uma comunicação de dupla via. Só assim a marca conseguira realmente criar valor de longo prazo e entrar na vida deles de uma maneira divertida&#8221;, afirma Carla.[

O site abriga vídeos que ensinam as melhores maneiras de se aproximar das meninas: ferramentas de interatividade como fóruns (perguntas e respostas sobre relacionamentos com meninas); espaço para enviar dúvidas sobre como agir durante a paquera: &#8220;tradutor&#8221; de mensagens que decifra o que há por trás de uma mensagem feminina; promoções como o Festival do Minuto, que premia os melhores vídeos sobre a diferença entre meninos e meninas; a possibilidade de &#8220;espionar&#8221; o site das mulheres; e links par a o Twitter da ação (com conteúdo relacionado a música, cinema, compras etc.) e para blogs que têm como tema principal a relação entre os sexos. &#8220;A construção de área dos meninos foi muito delicada, porque não queríamos tratar de guerra dos sexos, nem usar uma linguagem inapropriada, de irmão mais velho ou &#8216;tiozão&#8217;. Havia o risco de ser invasivo demais ou de parecer algo que não faz parte do mundo deles&#8221;, afirma Thiago Frias, gerente de social Media da Cubocc, agência responsável pelas ações <em>online </em>da nova campanha da Ruffles. E, para acertar a maneira de falar com esse público, a agência contratou dois produtores exclusivos para cada gênero, um garoto de 18 anos e uma menina de 20, que respondem às pergunlas postadas no fórum e cuidam de todo o conteúdo do site. &#8220;Os meninos são muito críticos, e não podíamos nem falar com eles como se fossem crianças, nem usar uma linguagem adulta demais, para não assustá-los&#8221;, afirrna Yentl Delanhesi, planejamento da Cubocc.

Segundo Cristina Aguiar, gerente de concept da Cubocc, houve aumento de 25% nas visitas, de mais de 300% na navegação e de cerca de 50% no tempo de permanência do site nos meses de julho e agosto, quando a ação foi ao ar. &#8220;Isso sem termos mídia em digital, somente ações de social media. Isso indica que o site está sendo bem-aceito pelo <em>target, </em>influenciando a divulgação espontânea, e que o conteúdo apresentado é bastante consumido e relevante&#8221;, conclui.

<strong>Novidades tecnológicas</strong>

O Guaraná Antarctica promoveu em agosto o Guaraná Antarctica Street Festival, evento que reúne música, esportes de ação e arte de rua. Em sua terceira edição, o festival trouxe bandas cujo público é formado fundamentalmente por adolescentes entre 15 e 19 anos &#8211; como Charlie Brown Jr. e Fresno &#8211; e shows com os maiores nomes do skate, do inline e do bicicross, além de espaços para grafite e games. Para divulgar o evento e interagir com o público, a marca criou um ambiente na internet. O hotsite do evento reproduziu parte do que aconteceu lá e trouxe novidades tecnológicas: foi feita uma edição especial das latinhas de guaraná, com um código de barras que, colocado em frente à webcam, acionava uma ferramenta de realidade aumentada. A partir dela, o internauta podia grafitar uma parede, simular movimentos de skate e tocar com uma banda participante do festival. &#8220;Todo o contorno das ações foi feito pelas redes sociais, como Twitter, Orkut e Flickr, como a cobertura <em>online </em>do evento e ações promocionais para ganhar convite&#8221;, afirma Patricia Andrade, diretora executiva da TV1. A medição de audiência mostrou que a ação fez sucesso com o público-alvo: cerca de mil pessoas acompanharam o festival pelo Twitter.

Segundo Patrícia, o público adolescente do sexo masculino tem uma lógica própria de relacionamento. &#8220;Ele gosta de dividir sua vida com os amigos, fala muito abertamente de tudo o que acontece com ele, o que pressupõe uma rede de contatos muito grande&#8221;, afirma. &#8220;E esse garoto não vive sem internet e está sempre ali, buscando conteúdos que o interessem. Por isso as marcas têm de dar essa possibilidade de interação, alternativas de inovação, coisas novas em que ele possa se reconhecer e que respeitem a maneira com que ele se relaciona com o mundo&#8221;, acredita.

Para Rafael Pulcinelli, gerente de eventos e promoções de Guaraná Antarctica, é fundamental que as marcas aprimorem suas ferramentas de comunicação no universo web para que seja possível conversar com o jovem. &#8220;É sempre importante trazer coisas inusitadas, diferentes, principalmente para esse público que quer fugir do padrão&#8221;, diz. &#8220;E o que mais impressiona e é relevante é que as mídias sociais são uma realidade para esse público, fazem parte do dia a dia deles. Se a marca não estiver dentro dessas mídias, não conseguirá conversar com eles.&#8221;

<strong>Advergames</strong>

Boa parte das ações dos anunciantes de mídias digitais para esse público é focada em games. A Axe, da Unilever, tem tradição em preparar ações para jovens homens, com idade entre 16 e 24 anos, com foco nos jogos <em>online</em>. Para lançar a linha Dark Temptation, no ano passado, o anunciante investiu no desenvolvimento de um <em>advergame </em>com tecnologia semelhante à dos jogos de console. O jogo começa com um personagem em frente ao espelho, passando o desodorante da marca. As mulheres então passam a notar a presença do personagem, e a missão dele é escapar pela cidade. Os melhores jogadores da semana concorriam a kits com produtos Axe e o grande prêmio era uma máquina de fliperama. A ação terminou, mas o jogo permanece no site da linha Dark Temptation.

A mistura de tecnologia e mulheres também aparece no site Axe 360º. A marca lançou o desodorante Axe Ultra Focus e, para promovê-lo, criou o primeiro comercial 360° do mundo, uma espécie de game em que o objetivo é detectar quem são as mulheres interessadas no personagem. Outra ação da marca mantém um canal exclusivo do Axe Musicstar no Youtube. &#8220;Para conversar com esse público, usamos principalmente <em>advergames, </em>anúncios <em>in-game </em>e <em>content placement, </em>além de parcerias com canais de <em>games </em>e <em>mobile game</em>&#8220;, afirma Guilherme Mortensen, gerente de marketing de Axe. &#8220;Mas é importante ressaltar que utilizamos todos esses meios com o consentimento dos usuários. Damos sempre a opção de eles escolherem ou não o conteúdo de Axe&#8221; diz.

Segundo Mortensen, com os games é possivel alcançar um tempo médio de navegação nos sites de 10 minutos, marca até quatro vezes superior a campanhas que não usam games. &#8220;Os números apontam cerca de 2 milhões de visitas e mais de 1 milhão de pessoas interagindo no site de cada campanha. Mais de 250 mil experienciaram o <em>game </em>de cada uma das campanhas, com uma média de quatro jogadas por usuário&#8221;, diz.

<strong>Mobile marketing</strong>

Especializada no mercado de <em>mobile advertising, </em>a agência Hands aposta nessa mídia para atingir o público jovem em geral - meninos que não desgrudam do celular e gostam de usar as ferramentas de interatividade que ele proporciona, especialmente se forem gratuitas. &#8220;Essa nova geração está crescendo conectada via <em>mobile, </em>e vai cada vez mais buscar informações, serviços, entretenimento e diversão por esse meio&#8221;, afirma Edison Maluf, diretor geral da Hands. Segundo ele, os anunciantes podem encontrar nessa mídia um grande aliado. &#8220;Há uma vastidão de possibilidades, principalmente em <em>games, </em>jogos em rede via <em>mobile </em>e canais de conteúdo. Esse público é muito imediatista, ansioso por natureza, e a internet móvel, com as ferramentas certas dá a eles exclusividade de acesso ao conteúdo de maneira rápida, direta e com usabilidade&#8221;, acredita.&#8221;
<p style="text-align: right;"><em>Fabiana Lopes</em></p>
<p style="text-align: left;">Fonte:  Meio e Mensagem / IBOPE</p><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2010/02/19/marketing-digital-real-funcional/" title="Marketing. Digital. Real. Funcional. 2010.02.19">Marketing. Digital. Real. Funcional.</a>(0)</li>
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Não sei te recomendar uma literatura esp...</a></li>
<li><a class="commentor" href="http://www.blogspot.com/verinhadamasio" >Vera Damásio</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2009/10/15/mais-pesquisa-comportamento-adolescente-internet-compras-midias-com-cases/#comment-26" title="View the entire comment by Vera Damásio" >Excelente artigo, você teria como me indicar mais ...</a></li>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 18:44:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cenário contemporâneo é marcado pela convergência das mídias,  pela alta tecnologia e pela disseminação de vasta quantidade de informação. Pensando na conexão entre pessoas, marcas e meios, o  IBOPE Mídia apresenta o estudo inédito Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.png?id=68J6ecz00" alt="" />Já havia falado antes, durante a MaxiMidia, desse estudo/pesquisa do <a href="http://www.ibope.com"  target="_blank">IBOPE</a>.</span>

<span style="color: #888888;">Hoje, li um ótimo &#8216;resumo&#8217; da pesquisa feito pela <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a>.</span>

<span style="color: #888888;">Informações estratégicas, para quem pretende crescer e ocupar espaço em qualquer área daqui para a frente. Varejo, indústria, prestação de seviços&#8230; Tudo.
</span>

O cenário contemporâneo é marcado pela convergência das mídias,  pela alta tecnologia e pela disseminação de vasta quantidade de informação. Pensando na conexão entre pessoas, marcas e meios, o  IBOPE Mídia apresenta o estudo inédito Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência.

Destaque no MaxiMídia 2009, evento brasileiro do segmento , a pesquisa propõe uma reflexão sobre os impactos da chamada era do conhecimento. “A conectividade leva os usuários a um patamar de participação nunca antes imaginado. As personagens dessa nova história interagem, disseminam conteúdo, intervêm e opinam com muito mais vigor e velocidade”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia, destaca que o espectador transformou-se  em colaborador com a evolução  das formas de comunicação. “As pessoas reportam novidades e trocam informações, mas o que as diferencia é o potencial de influência e decisão em seu círculo de relacionamentos”, explica.

A exposição múltipla aos meios revela consumidores mais exigentes, bem informados e concorridos: 81% deles importam-se mais com a qualidade da informação do que onde a encontram. “O conteúdo torna-se o grande protagonista, independente da plataforma em que está exposto”, expõe Juliana. “Para conectar-se à nova realidade é necessário interagir com o tempo que é escasso, lidar com o volume de informações que é crescente, monitorar o padrão de consumo que é dinâmico e desvendar os desejos que estão cada vez mais singulares”, completa.

<strong>Informação</strong>

A pesquisa Conectmídia aponta que 53% das pessoas sentem-se pressionadas com a quantidade de informação disponível nos dias atuais. Junto ao público feminino, este índice é de 56%.

Dois terços da população, porém, afirma que conseguem absorver toda a informação e tecnologia disponíveis, principalmente, entre o público jovem de até 24 anos. “Transformar quantidade em qualidade e excesso em aprendizado são os grandes desafios”, destaca Dora.

<strong>Tempo</strong>

A interação com esse crescente volume de dados envolve questões como instantaneidade e tempo, elemento que estará, segundo praticamente metade da população paulistana (46%), escasso em 2020.  Na lista de limitações constam ainda recursos naturais( 81%), saúde (65%) e trabalho (56%).

A identificação com a frase “Sinto meus dias passarem muito mais rápido do que antigamente” é comum a 90% das pessoas. Entre as mulheres e jovens entre 25 e 34 anos, esse índice cresce para 93%.

A busca  da individualidade é determinada como resposta à fluidez e extinção do tempo:  86% gostariam de ter mais tempo para si.

<strong>Comportamento midiático</strong>

No que diz respeito ao consumo das mídias, 82% da população paulistana afirma dedicar-se a um meio de cada vez. Entre os consumidores jovens, porém, a convergência de outros meios com a internet é representativa: quase metade deles acessam a web enquanto assistem à TV ou enquanto ouvem rádio. Outra realidade latente para o público de 18 a 24 anos é o download de filmes e séries: 45% possuem esse hábito, contra uma média  de 22%.

Já o público adulto de 25 a 34 anos, além de ser mais preocupado com a qualidade da informação, destaca-se no consumo simultâneo de mídia impressa e televisão, e também de mídia impressa e rádio. “O consumo simultâneo de mídia é inevitável e já faz parte da rotina de uma parcela considerável da população. A sinergia entre os meios de comunicação é fundamental”, destaca Dora.

<strong>Consumo</strong>

Entre as necessidades que imprimem ritmo às mudanças no padrão de consumo, o celular tem papel fundamental. Na lista de itens mais importantes no dia-a-dia figuram como prioridade a televisão (77%), o telefone celular (70%), o computador com acesso à internet  (58%) e o rádio (46%), respectivamente.

Do total da população, 30% são a favor da propaganda no celular. “O aparelho celular firma-se cada vez mais como uma multiplataforma de comunicação”, afirma Juliana.

<strong>Jovens, internet e as redes de relacionamentos</strong>

Os relacionamentos pessoais são cada vez mais importantes na era da convergência e as redes sociais são  plataformas de grande expressão: 45% das pessoas acreditam que elas já fazem parte da rotina. Este índice sobe para 72% entre os jovens de 18 a 24 anos e 49% para o público masculino.

A preferência pelos relacionamentos virtuais em relação aos interpessoais é realidade para 16% dos consumidores, que concordam com a questão “Prefiro falar com meus amigos/ família/ colegas de trabalho por computador a falar pessoalmente”. Junto ao público jovem entre 10 e 17 anos, este índice é de 29% e dois terços deles utilizam regularmente serviços de mensagens instantâneas.

Entre as principais categorias comentadas pelos jovens na internet figuram: celular, eletroeletrônico, roupas, automóvel, vida saudável e alimentos.

<strong>Supermodernidade</strong>

Para compor a fotografia da supermodernidade, o estudo considera dois eixos que caracterizam o universo contemporâneo: informação e tecnologia, que ao interagirem com hábitos e comportamentos subdividem-se em quatro pilares: muita informação, pouca informação, alto nível de tecnologia e baixa tecnologia. A distância que separa um segmento dos outros é reflexo da predisposição em participar ou não do movimento contemporâneo.

O estudo também capturou quais os desejos dos públicos a partir dos perfis de informação e tecnologia. Os produtos de uso individual, por exemplo, figuram no topo do ranking dos indivíduos alta informação, alta tecnologia.

Acesse o estudo “Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência” na íntegra no site <a href="http://www.ibope.com/conectmidia"  target="_blank">www.ibope.com/conectmidia</a>.

Fonte: <a href="http://www.cmnovarejo.com.br"  target="_blank">NOVAREJO</a><h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/10/07/conectmidia-ibope-fala-do-consumo-na-era-da-convergencia/" title="Conectmídia. IBOPE fala do consumo na era da convergência 2009.10.7">Conectmídia. IBOPE fala do consumo na era da convergência</a>(0)</li>
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<li><a href="http://by3.com.br/2009/06/09/branding-na-web/" title="Branding na web 2009.06.9">Branding na web</a>(0)</li>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 21:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Auto-estima e calor humano tornaram-se carências da era do hiperconsumo por excelência. Carências que são supridas no ato de comprar. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p class="tituloPost"><span style="color: #888888;">Artigo da Beth Furtado hoje, no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>.</span></p>
	<p class="tituloPost"><span style="color: #888888;">Esclarecedor. Bacana. E ilustra algo que eu repito sem parar, até chatear: Não se pode, hoje, pensar no mercado como se pensava a 10, 20 anos atrás! Nem mesmo, utilizar os mesmos posicionamentos e &#8216;táticas&#8217;&#8230; O mercado mudo. O cliente mudou. O mundo mudou.</span></p>
	<p class="tituloPost"><span style="color: #888888;">Pensar que, fazer o que todos fazem é garantia de algum sucesso&#8230; É o mesmo que não pensar!</span></p>
	<p class="tituloPost"><span style="color: #888888;">Achar que, o cliente vai comprar de você, porque você tem o menor preço e se tranformar em commoditie. É não querer diferenciar seu produto, seu serviço. É se condenar a &#8216;<em>rapa</em>&#8216; do mercado&#8230;<br />
É parar no tempo.<br />
É uma pena&#8230;</span></p>
	<h2 class="tituloPost"></h2>
	<h2 class="tituloPost">Vender é suprir carências</h2>
	<p class="newFormat"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: black; font-size: 10pt;"><span style="font-family: Trebuchet MS;"></span></span></p>
	<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;"><img style="width: 279px; height: 396px;" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/Blog%20Beth/Consumo.jpg" alt="" align="right" />Como em nenhuma outra época precedente nestes tempos hipermodernos, desejo e consumo são disciplinas visceralmente integradas. Existem diversas visões para justificar o hiperconsumo contemporâneo. </span></p>
	<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Liderando as motivações estão as faltas emocionais. Faltas de pessoas relevantes de nossa história, de sentimentos positivos ou negativos que elas nos causaram e de momentos que foram intensos ou insuficientemente gratificantes. Neste sentido marcas ou a posse de alguns bens, preenchem o espaço entre o eu idealizado e o eu real. Ao adquirir determinada marca ou ter acesso a um bem, nos tornamos o eu que sonhamos. </span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Outra motivação essencial para o consumo é a busca pela individualização, por sentir-se e fazer-se único perante o mundo massificado em que vivemos. Ou ainda a necessidade de integração em grupos para fazer-se especial e aceito, ou seja, ao utilizar determinado objeto recebemos o passe de acesso a uma tribo.</span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Auto-estima e calor humano tornaram-se carências da era do hiperconsumo por excelência. Carências que são supridas no ato de comprar. Que outras motivações justificam o excesso de alternativas em produtos ou trocas de bens que ainda funcionam? Por que trocar de celular por um mais novo se o seu funciona bem? Por que utilizar uma bolsa de R$ 2.000,00 quando uma de R$ 200,00 ou de R$ 20,00 cumpre a mesma função? </span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Porque comprar supre carências emocionais, familiares e de auto-estima. Portanto, vender acima de tudo é suprir carências. Esquecemos esta visão toda vez que ancoramos nossa estratégia em uma </span><span style="line-height: 115%;">abordagem</span><span style="line-height: 115%;"> exclusivamente promocional.</span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"><span style="line-height: 115%;">Beth Furtado</span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;">
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><br />
</span></p>
	<p></span></p>
	<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">
	<h2 class="tituloPost"><a href="http://www.mundodomarketing.com.br/11511,70,blogs,vender-e-suprir-carencias.html" >Vender é suprir carências</a></h2>
	<p class="newFormat"><span style="font-size: x-small;"><span style="color: black; font-size: 10pt;"><span style="font-family: Trebuchet MS;"></span></span></p>
	<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;"><img style="width: 279px; height: 396px;" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/Blog%20Beth/Consumo.jpg" alt="" align="right" />Como em nenhuma outra época precedente nestes tempos hipermodernos, desejo e consumo são disciplinas visceralmente integradas. Existem diversas visões para justificar o hiperconsumo contemporâneo. </span></p>
	<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Liderando as motivações estão as faltas emocionais. Faltas de pessoas relevantes de nossa história, de sentimentos positivos ou negativos que elas nos causaram e de momentos que foram intensos ou insuficientemente gratificantes. Neste sentido marcas ou a posse de alguns bens, preenchem o espaço entre o eu idealizado e o eu real. Ao adquirir determinada marca ou ter acesso a um bem, nos tornamos o eu que sonhamos. </span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Outra motivação essencial para o consumo é a busca pela individualização, por sentir-se e fazer-se único perante o mundo massificado em que vivemos. Ou ainda a necessidade de integração em grupos para fazer-se especial e aceito, ou seja, ao utilizar determinado objeto recebemos o passe de acesso a uma tribo.</span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Auto-estima e calor humano tornaram-se carências da era do hiperconsumo por excelência. Carências que são supridas no ato de comprar. Que outras motivações justificam o excesso de alternativas em produtos ou trocas de bens que ainda funcionam? Por que trocar de celular por um mais novo se o seu funciona bem? Por que utilizar uma bolsa de R$ 2.000,00 quando uma de R$ 200,00 ou de R$ 20,00 cumpre a mesma função? </span></p>
	<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="line-height: 115%;">Porque comprar supre carências emocionais, familiares e de auto-estima. Portanto, vender acima de tudo é suprir carências. Esquecemos esta visão toda vez que ancoramos nossa estratégia em uma </span><span style="line-height: 115%;">abordagem</span><span style="line-height: 115%;"> exclusivamente promocional.</span></p>
	<p></span></div>
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		<title>Neoconsumidor. Conhece?&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 16:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pbprado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto foi realizado online em 11 países totalizando 5.500 entrevistas somadas a um trabalho de campo no Brasil com 500 entrevistas em São Paulo, Recife e Porto Alegre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Divulgado estudo pela Consultoria Gouvêa de Souza realizado em parceria com o Ebeltof – International Retail Experts, sobre o perfil do neoconsumidor, tendências de consumo e o comportamento de compra nos setores: Alimentação, Eletrônicos, Vestuário e Beleza. O projeto foi realizado online em 11 países totalizando 5.500 entrevistas somadas a um trabalho de campo no Brasil com 500 entrevistas em São Paulo, Recife e Porto Alegre. Veja detalhes da amostra no quadro.</p>
	<p><a href="http://by3.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Neo1_jpeg.jpg" ><img class="alignleft size-full wp-image-457" title="Neo1_jpeg" src="http://by3.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Neo1_jpeg.jpg" alt="Neo1_jpeg" width="538" height="403" /></a></p>
	<p>Os idealizadores pretendem realizar o estudo a cada dois anos para acompanhar as mudanças de consumo em tempos multicanais. Na definição do estudo, o Neoconsumidor é aquele que tem além da loja física tem acesso a diversos canais, inclusive aos canais digitais &#8211; internet, celular e TV interativa. Possui acesso global às informações e com isso possui ferramentas para fazer comparações e pesquisas.</p>
	<p>Algumas conclusões sobre os neoconsumidores brasileiros:</p>
	<p>- 92% faz compras pela internet;</p>
	<p>- 73% utilizam sites especializados para fazer comparações de preços;</p>
	<p>- 53% ficam desapontados se suas lojas preferidas não vendem pela internet;</p>
	<p>- O varejo não loja cresce na razão do PIB;</p>
	<p>- O Brasil é o país com maior receptividade a propaganda pelo celular.</p>
	<p>- Quanto mais maduro o país e o consumidor, mais o consumo é multicanal;</p>
	<p>- Ao se tornar mais maduro, o consumidor passa a demandar alternativas digitais como a internet e o celular e se torna mais crítico, racional e exigente;</p>
	<p>- Ao comparar preços, o consumidor exacerba um comportamento de querer mais por menos, provocando um efeito econômico e reduzindo a rentabilidade das empresas.</p>
	<p>O estudo será divulgado na íntegra na semana que vem em São Paulo no 12<sup>o</sup> Fórum de Varejo da América Latina.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Beth Furtado</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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