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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa.</title>
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		<title>Marketing é holístico&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:21:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a5I577qdd" alt="" />Belo Texto do Bruno, que faz &#8211; <em>pelo menos deveria fazer</em> &#8211; pensar&#8230;</span></p>
	<h2></h2>
	<h2></h2>
	<h2>Como resgatar a marca usando o Marketing</h2>
	<p>O caminho é transformar a gestão da empresa  com foco no branding e, sobretudo, no Marketing Holístico</p>
	<p>Pegue papel e caneta que vamos dar 10  dicas rápidas e fáceis de usar, em qualquer ocasião, estratégias de  Marketing simples, e ao mesmo tempo inovadoras, para sair de uma  situação onde a marca da sua empresa está denegrida. Vamos lá? Não. Não  vamos. Quando você ouvir este discurso, pegue o papel, a caneta e  escreva um baita palavrão mandando o sujeito para bem longe da sua  empresa.</p>
	<p>Ok. Não precisa exagerar. As tais dicas podem até ser importantes para  um começo e para uma reflexão que seja capaz de provocar uma grande  mudança na gestão da empresa, pois é disso que você precisa, caso a  marca esteja desacreditada pelos consumidores e potenciais clientes.  Mudança urgente. Quando a companhia chega neste ponto, é preciso rever  tudo. A começar pelo básico quatro Ps de Marketing. É necessário fazer  uma análise profunda do produto, dos canais de distribuição, da promoção  e até do preço.</p>
	<p>Ao fazer um raio x completo, que também deve envolver pesquisa e estudos  sobre o comportamento do consumidor, idealmente chamando pessoas de  fora da empresa, que podem ser especialistas e consultorias em gestão,  comportamento do consumidor e branding, você repensará tudo o que está  fazendo. É importante se desfazer de todas as amarras anteriores e  passar a olhar tudo de forma diferente. Só assim a sua marca fará algo  de diferente. Só assim você poderá surpreender o seu consumidor.<br />
<strong><br />
As Dicas do Troiano</strong><br />
Mas vamos voltar às dicas. Jaime Troiano, especialista em Branding,  mostrou recentemente 10 lições para não cair em armadilhas de Branding.  São justamente os cuidados que as empresas devem ter na construção e  manutenção de suas marcas. São elas: 1) Aparência e a essência, que  devem caminhar juntas; 2) Marketing e os projetos de felicidade, onde as  marcas preenchem os desejos dos consumidores; 3) O verdadeiro Brand  Equity, é quando o valor da marca está sendo confirmado pelo mercado; 4)  Um espaço difícil de conquistar, um estudo em que a marca é avaliada em  termos de conhecimento pelo consumidor versus preferência; 5) Nome é só  o começo, quando é preciso buscar o DNA da marca; 6) Marcas Fortes:  Poder multiplicador, quando a marca mãe gera filhotes, com extensões de  marca, 7) A marca das marcas, a identificação com o consumidor; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' />  Arquitetura e puxadinhos, os estudos por trás do Branding, 9) Marcas e  tapumes, quando elas se escondem dos consumidores; e 10) Anti-branding: o  modo de usar, quando a empresa que não está engajada pelo menos em boa  parte destes desafios.</p>
	<p>Segundo Troiano, elas frequentemente reduzem a verba de Marketing, mudam  constantemente de agências, alterando por completo a comunicação da  marca quase que anualmente, investem o mínimo em pesquisa possível e  olham apenas os seus próprios umbigos. Não buscam informações de mercado  e nem olham as tendências. Sem contar com a concentração da gestão da  marca em uma área específica ou apenas no Marketing, quando o conceito  deve ser aplicado a toda a empresa.</p>
	<p><strong>Caso de sucesso SulAmérica</strong><br />
Esses são alguns caminhos a que as empresas devem prestar atenção para  não cair. A grande questão é que tudo precisa estar alinhado dentro da  empresa. A SulAmérica está desenvolvendo um amplo trabalho que busca  transformar a cultura da empresa para que tenha a cultura do cliente. A  empresa promove uma reestruturação completa na área de CRM. A mudança  começou na estrutura interna da seguradora, até então divida por  segmentos de negócios. A área de relacionamento com cliente passou a ser  uma superintendência que se reporta diretamente a duas  vice-presidências e se integrou aos departamentos de Campanhas, Canais,  Pós-Venda, Endomarketing, Database e Análises, Treinamento e  Processamento.</p>
	<p>Entre os projetos realizados nesta transformação com foco no cliente  está o treinamento de todos os stakeholders da empresa para atuar a  partir desta filosofia. Desde o Call Center até os gerentes, todos foram  treinados para buscar a lealdade do cliente e entender cada tipo de  consumidor, passando pela capacitação de corretores para terem uma visão  de gestão de clientes. Houve ainda a estruturação do database  marketing, marketing intelligence, marketing digital e melhoria de  processos internos, incluindo um específico para o tratamento de  clientes VIPS, com ações de relacionamento e atendimento diferenciados.  Agora, a segmentação é estatística com um book analítico de perfil do  cliente e produtos específicos para cada tipo de consumidor.</p>
	<p>Na área digital ocorreu a mudança completa dos portais da companhia com  maior foco em cada target e utilizando plataformas de web 2.0. A  estratégia para os portais deixou de focar exclusivamente na venda de  produtos para dar atenção ao cliente, oferecendo serviços que o auxiliem  no cotidiano. A meta é fidelizar e fazer novas vendas de outros  produtos. Mais mudanças foram feitas. Os wellcomes kits dos seguros  passaram a ser mais leves e ganharam ações de cross e up-sell.</p>
	<p>Mesmo sabendo da dificuldade de desenvolver uma estratégia integrada  como esta, o que a SulAmérica quer é que seus mais de cinco mil  colaboradores e 25 mil prestadores estejam engajados na causa do  cliente.</p>
	<p><strong>Marketing Holístico</strong><br />
Nada disso terá resultado, entretanto, se não houver um olhar de cima.  Um planejamento que veja o todo da organização. Não adianta focar apenas  em relacionamento ou em Branding, um de cada vez, isoladamente. É  preciso olhar para o design, para a segmentação, para as métricas de  retorno sobre o investimento, fazer pesquisa constantemente, dar atenção  máxima ao ponto-de-venda caso seja varejo o seu negócio, inovar, ousar,  prestar atenção na sustentabilidade e em uma comunicação integrada  também focada em retorno sobre o investimento.</p>
	<p>Para mudar a imagem da marca, é preciso ajustar o foco para que ele não  fique restrito. Deve-se olhar o todo, sempre. Marketing é isso. É  holístico. É tudo isso que falamos e mais um pouco. Ao mesmo tempo,  agora. As empresas devem parar de pensar uma coisa separada da outra  achando que ela resolve todos os problemas. É um grande desafio, sem  dúvidas, mas está na hora de mudar a forma de fazer Marketing.</p>
	<p><em>* Este texto foi publicado originalmente na revista Venda Mais</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
</em>
</p>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 05:43:46 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=4dL209r1b" alt="" />Artigo do Gabriel, SENSACIONAL.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Palavras claras. Idéias modernas. Foco no Resultado.<br />
Concordo plenamente que está na hora de integrar as organizações as midias sociais. Não adianta estabelecer realções superficiais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">É preciso mergulhar. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Difícil é levar essa idéia para dentro de empresas e organizações que estão agora, assustadas, descobrindo o poder do consumidor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito a frente estão aquelas que sempre (re)conheceram &#8211; e respeitaram &#8211; esse poder.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2>Mídias sociais: o debate precisa  desesperadamente evoluir</h2>
	<p>Por Gabriel Rossi*</p>
	<p>Você está preparado para evoluir e sair dos questionamentos diários  sobre a ação viral promocional divertida, a “orkutização” e  “facebookização” do Twitter ou parar de ir às mesmas palestras sobre as  melhores práticas para blogs corporativos? Tudo isso já soa repetitivo,  não é mesmo? Nada de dados, soluções ou ideias surpreendentes. O momento  agora é de movimento rápido, evolução e um olhar para as mídias sociais  e de todos os seus processos de escuta para que eles sejam práticas não  estéreis, mais técnicas e que realmente impactem em processos  decisórios delicados. O ideal é que tais processos injetem conhecimento  em todos os departamentos dentro das corporações (tradicionais ou não),  transformando vidas e gerando inovações que criem retorno sobre o  investimento (ROI) verdadeiramente plausíveis para executivos e mercados  de alta performance.</p>
	<p>Chegou a hora de iniciar uma nova discussão, trazer ar fresco para o  mundo corporativo. Precisamos – todos – nos tornar, talvez, um pouco  mais seletivos em relação ao conteúdo. É importante lembrar que, para o  branding moderno e as comunidades digitais gerarem real vantagem  competitiva em muitas organizações, é preciso que os responsáveis  embarquem em uma jornada de trabalho metódica em torno da essência da  marca e mergulhem de cilindro em um trabalho que integre as mídias  sociais junto a todo singular departamento dentro da companhia – nível  gerencial ou não. Uma das perguntas específicas que o profissional  envolvido com marketing e branding deve estar apto a responder é  seguinte: “A empresa possui cinco produtos. Três não estão vendendo  muito bem. Como as mídias sociais podem acelerar – rapidamente ou não –  as vendas destes produtos que estão com a performance abaixo do  esperado? Como mensurar este processo de forma profissional e apurada?”</p>
	<p>É claro que ações pontuais e ferramentais continuam sendo bastante  importantes. Porém, numa visão mais holística e direcionada para a  integração com o mundo dos negócios, a discussão precisa progredir. Que  tal: Como antecipar o que meu cliente vai fazer ou expressar através da  análise de perspectivas históricas digitais, assim estando apto a  empregar os recursos adequados para direcionar as minhas decisões  estratégicas? Como se tornar cada vez mais social por meio do  aprendizado diário e da escolha das ferramentas de monitoramento  adequadas? Que tal estas outras perguntas: Como pode uma corporação  mensurar o sentimento em tempo real, ou seja, os comentários favoráveis e  não favoráveis sobre uma empresa ou marca nas mídias digitais,  analisando as fases de engajamento de seus stakeholders? Como equacionar  tempo e tecnologias emergentes e escalonar os esforços dos  colaboradores no webspace para que o seu negócio e marca sintam impactos  plausíveis? Quais as oportunidades para fortalecer os pontos de contato  e identificar as áreas de melhoria durante o ciclo de vida do  consumidor?</p>
	<p>O maior desafio para marcas e empresas não é nem a tecnologia nem o  budget, mas, sim, a mudança de cultura que permitirá para estas  companhias reconhecer que o branding na web social requer um processo  que permeia todos os departamentos, reinventando o processo de escuta,  aprendendo e gerando mudanças e reconhecendo que nada é mais permanente.  Afinal de contas, trabalhar mídias sociais não é grátis. Também é  preciso considerar que isto leva tempo e cada vez mais ele é moeda de  troca. Também é necessário trabalhar com gente competente, para iniciar  os projetos e participar das comunidades ativamente, sendo fonte de  influência e reputação. Como já foi dito, muitas empresas têm  dificuldades em escalonar seus colaboradores para atuar na web, mas  quando conseguem, há inúmeros benefícios para o negócio.</p>
	<p>Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais  aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e  integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era  digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.</p>
	<p>* Gabriel Rossi é sócio fundador da consultoria em branding digital que  leva o seu nome e profissional especializado na construção e  gerenciamento de marcas na websocial, com passagens por instituições  como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e  Bell School. <a href="http://www.gabrielbranding.com.br/"  target="_blank">www.gabrielbranding.com.br</a> / <a href="http://www.twitter.com/gabrielrossi"  target="_blank">www.twitter.com/gabrielrossi</a> / <a href="mailto: gabrielrossi.branding@gmail.com" target="_blank">gabrielrossi.branding@gmail.com</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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<li><a class="commentor" href="http://www.gabrielbranding.com.br" >Gabriel Rossi</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2010/02/19/mergulhar-interagir-compreender-aprender-dominar/#comment-31" title="View the entire comment by Gabriel Rossi" >Paulo,

Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
<li><a class="commentor" href="http://www.gabrielbranding.com.br" >Gabriel Rossi</a> : <a class="comment_content" href="http://by3.com.br/2010/02/19/mergulhar-interagir-compreender-aprender-dominar/#comment-30" title="View the entire comment by Gabriel Rossi" >Paulo,

Obrigado por postar meu artigo e pelas p...</a></li>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:56:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assim, uma pessoa ou empresa pode ter uma rede social onde seus membros estejam tanto no Orkut, quanto no Facebook, quanto no Twitter. Outro exemplo é o próprio Twitter. Ele não é estratégia e nem rede social. É apenas uma plataforma]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=71Y12ew20" alt="" />Para ler e pensar&#8230; Está tudo aí, mas como decidir?&#8230; Como avaliar?&#8230; Como acertar?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aguardando sair o livro! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h2></h2>
	<h2>Estratégias Digitais de Marketing</h2>
	<p>No contexto em transformação catalisada  pelo digital vemos que a sociedade mudou, o mercado mudou, o consumidor  mudou. Portanto, o marketing também precisa mudar, levando em  consideração esse novo cenário e as novas ferramentas e plataformas de  ação que com ele se tornam disponíveis.</p>
	<p>Por outro lado, lembrando da clássica definição de Kotler para Marketing  &#8211; “atividade humana dirigida para satisfação de necessidades e desejos  por meio de processos de troca”-,  podemos afirmar que qualquer  componente de uma estratégia de marketing para satisfazer necessidades  ou desejos pode usar tecnologias e plataformas digitais ou não.</p>
	<p>Apesar do digital abranger cada vez mais aspectos da vida humana, ainda  existimos também fora do digital, no ambiente tradicional material,  composto por átomos. Nicholas Negroponte, em seu livro “A Vida Digital”,  diz que temos dois tipos de ambiente – o formado de bits e bytes  (ambientes digitais), e os formados de átomos (ambientes materiais).  Tendo naturezas completamente diferentes e com características  específicas, ambos co-existem na vida humana.</p>
	<p>Sabemos que as estratégias de marketing são planejadas com base nos 4Ps &#8211;  produto, preço, praça e promoção -, assim, enquanto há alguns anos  tínhamos apenas a possibilidade de utilizar um composto de marketing  baseado em tecnologias tradicionais, hoje, qualquer um dos 4Ps pode ser  digital ou tradicional. Podemos citar como exemplo de produtos digitais  um arquivo de e-book, uma música mp3 ou um software; os Linden Dollars  do Second Life seriam um exemplo de preço digital; os e-commerces e  redes sociais, exemplos de praças digitais; finalmente, as ações de  comunicação digital, como links patrocinados, são exemplos de promoção  digital.</p>
	<p>A proliferação de tecnologias e plataformas digitais oferece um cenário  fértil para as mais diversificadas ações de marketing. A possibilidade  de mensuração que o ambiente digital propicia também é uma vantagem  enorme em relação aos ambientes materiais, tangíveis – o digital permite  sincronicidade (behavioral targeting). No entanto, para poder se  utilizar uma ferramenta com maestria, é necessário primeiro conhecê-la. E  é aí que reside um dos maiores problemas do cenário digital: a  velocidade de mudança, que muitas vezes não nos dá tempo para conhecer  todas as ferramentas e opções disponíveis.</p>
	<p>Enquanto até meados do século XX o ciclo de vida das tecnologias era  maior que ciclo de vida humano (as pessoas nasciam e morriam e as mesmas  tecnologias estavam lá – carro, avião, telefone, rádio, etc.), hoje o  ciclo de vida das tecnologias é muito menor do que o da vida humana.  Dessa forma, em poucos anos vemos ocorrer mudanças profundas na  sociedade decorrentes das mudanças tecnológicas. Além disso, como  mencionado no artigo anterior, as plataformas digitais também estão  fomentando uma explosão de conteúdos e soluções instantâneas, em  real-time.</p>
	<p>As pessoas têm cada vez mais contas – vários endereços de e-mail, perfis  em várias redes sociais, login em múltiplos aplicativos na nuvem,  acessando tudo isso via diversos aparelhos distintos. Alguns referenciam  esse fenômeno como “obesidade digital”. Devido a esse processo  acelerado de mudança e inundação de soluções, muitas vezes não se tem  tempo suficiente para refletir e analisar o que usar ou não. John  Naisbitt chama esse paradoxo de “High Tech, High Touch”: quanto mais  tecnologia temos em nossas vidas, mais intoxicados e vazios de sentido  nos tornamos, e mais precisamos do toque humano. Talvez a explosão das  redes sociais seja um dos indícios dessa necessidade do “high touch”.</p>
	<p>Dessa forma, apesar da complexidade crescente que a proliferação  gigantesca e mudança constante que a tecnologia nos apresenta, é  necessário conhecer, e bem, as novas ferramentas que temos para podermos  usá-las nas estratégias de marketing. Diz-se que só quem conhece bem  todas as regras é que consegue ir além delas, subvertê-las. O mesmo se  aplica aqui.</p>
	<p>Isso posto, podemos falar de estratégias digitais de marketing, que são  estratégias que usam plataformas e tecnologias digitais, envolvendo um  ou mais dos 4Ps, para alcançar os objetivos de marketing. Como o ser  humano ainda vive no ambiente tradicional de marketing além do digital,  necessitando de produtos materiais também, em mercados tradicionais  físicos, passando por outdoors, lendo revistas, ouvindo rádio, um plano  de marketing que envolva estratégias digitais de marketing, associadas a  estratégias tradicionais, tende a ser mais bem sucedido, pois engloba  as dimensões material e digital em que vive o ser humano. No entanto,  nesse artigo, focaremos apenas nas opções que o ambiente digital nos  apresenta, assumindo que as opções tradicionais já sejam bem conhecidas.</p>
	<p><strong>Plataformas, Tecnologias e Estratégias Digitais de Marketing</strong><br />
No ambiente digital de marketing podemos enumerar diversas tecnologias e  plataformas digitais que podem dar origem a estratégias digitais de  marketing. Ocorre, entretanto, com frequencia, uma grande confusão entre  plataformas e tecnologias com estratégias e redes sociais. Por exemplo,  o Orkut não é uma rede social. Ele é uma plataforma de rede social. A  rede social se forma sobre a plataforma e pode, inclusive, estar sobre  outras plataformas também.</p>
	<p>Assim, uma pessoa ou empresa pode ter uma rede social onde seus membros  estejam tanto no Orkut, quanto no Facebook, quanto no Twitter. Outro  exemplo é o próprio Twitter. Ele não é estratégia e nem rede social. É  apenas uma plataforma, e o modo como é usado é que determina as  estratégias e a rede social que se forma nessa plataforma. Assim,  acredito que seja importante separar plataformas e tecnologias de  estratégias, para que essa última possa se utilizar adequadamente das  primeiras.</p>
	<p>Portanto, sugiro que relacionemos, pelo menos, as seguintes  plataformas/tecnologias digitais:</p>
	<p>• Website/ mini-site / hotsite<br />
• Blog<br />
• Plataformas digitais de Redes Sociais<br />
• Email<br />
• Realidades Mistas (realidade aumentada, virtualidade aumentada,  realidade virtual)<br />
• Tecnologias Mobile (RFID, mobile tagging, SMS, Bluetooth)<br />
• Plataformas digitais de busca (Google, Yahoo, Bing, Wolfram|Alpha,  etc.)<br />
• Games &amp; Entretenimento digital<br />
• Tecnologias inteligentes de voz<br />
• Video/TV digital</p>
	<p>Essas plataformas/tecnologias combinadas servem de base para o  desenvolvimento de estratégias digitais de marketing, como por exemplo:</p>
	<p>• Presença digital<br />
• Email marketing<br />
• E-commerce<br />
• Mobile Marketing<br />
• SMM (Social Media Marketing) &amp; SMO (Social Media Optimization)<br />
• SEM (Search Engine Marketing) &amp; SEO (Search Engine Optimization)<br />
• WOMM (Word of Mouth Marketing)<br />
• Advergaming &amp; Advertainment</p>
	<p>Considerando que o profissional de marketing é um estrategista, é  necessário que ele conheça cada uma dessas plataformas, tecnologias e  estratégias digitais com suas respectivas peculiaridades, para poder  usá-las da melhor forma em um planejamento de marketing, que atenda os  objetivos propostos. Quais usar? Como combiná-las entre si? Combinar com  quais plataformas e tecnologias tradicionais? Isso continua sendo  determinado pelo plano de marketing desenvolvido em função do  público-alvo e objetivo a ser alcançado, ambiente (macro e micro) e  recursos disponíveis. Ou seja, o planejamento/metodologia não mudou,  o  que mudou foram as ferramentas disponíveis para uso estratégico.</p>
	<p>Estamos chegando a uma época na qual a interatividade e a experiência  são os principais aspectos para o sucesso de estratégias de marketing. O  digital é a plataforma que dá vazão plena à interatividade, mas não  necessariamente à boa experiência. Conseguir propiciar uma boa  experiência para o consumidor/usuário envolve estratégias de marketing  que vão muito além da tecnologia em si e dependem de um conhecimento  profundo do público-alvo. Além disso, a tecnologia não para, e a cada  momento teremos novas possibilidades tecnológicas que afetam o ambiente  de marketing e simultaneamente ampliam o arsenal de ferramentas  estratégicas. Desse modo, compreender esse cenário mutante complexo e  conhecer as tecnologias disponíveis a cada momento constitui um  diferencial competitivo valioso para as empresas.</p>
	<p>O detalhamento de cada uma dessas plataformas, tecnologias e estratégias  digitais aqui apresentadas é assunto para vários artigos ou para um  livro inteiro que, aliás, já foi escrito e será lançado em março/2010.</p>
	<p>* Martha Gabriel é engenheira (Unicamp), pós-graduada em Marketing  (ESPM), pós-graduada em Design Gráfico (Belas Artes, SP), mestre e  doutoranda em Artes (ECA/USP). CIO da NMD New Media Developers,  ganhadora de 11 Prêmios iBest entre 1998 e 2005 como desenvolvedores  web. Professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo,  Universidade Anhembi Morumbi, UFPR Universidade Federal do Paraná.  Autora de dois livros de marketing digital &#8211; &#8220;Marketing de Otimização de  Buscas na Web: Conceitos, Técnicas e Estratégias&#8221;, Ed. Esfera, 2008, e  &#8220;SEM e SEO &#8211; Dominando o Marketing de Busca&#8221;, Ed. Novatec, 2009. Site  pessoal em <a href="http://www.martha.com.br/"  target="_blank">www.martha.com.br</a> / e-mail: <a href="mailto:martha@martha.com.br" target="_blank">martha@martha.com.br</a> / Twitter: <a href="http://www.twitter.com/marthagabriel"  target="_blank">@marthagabriel</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Loja ou Marca? - O dilema do varejo.</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:05:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A gestão de marca (ou branding) como elemento estratégico no varejo já foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores críticos na capacidade de migrar de “loja” para “marca” é o uso da comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=82Fe4daa9" alt="" /><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Artigo muito interessante que coloca a diferen&ccedil;a de enfoque do varejo. Alguns, cr&ecirc;em ainda no conceito de &#8216;loja&#8217;, j&aacute; defasado e que leva o consumidor a criar uma compara&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os e escolher entre produtos sem levar muito em considera&ccedil;&atilde;o a loja, o estabelecimento. Vale&nbsp; produto. Vale o pre&ccedil;o!<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Ou&#8230;<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Transformar sua loja em uma marca! Fugir dessa competi&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o e agregar ao cliente aten&ccedil;&atilde;o, atendimento diferenciado, servi&ccedil;os. Experi&ecirc;ncia.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Tem alguns cases.</span></p>
	<p><strong>Comunica&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica </strong></p>
	<p>A gest&atilde;o de marca (ou branding) como elemento estrat&eacute;gico no varejo j&aacute; foi abordado em outros artigos nesta coluna. Um dos fatores cr&iacute;ticos na capacidade de migrar de &ldquo;loja&rdquo; para &ldquo;marca&rdquo; &eacute; o uso da comunica&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>A estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o no varejo confronta-se permanentemente com o dilema de investir na constru&ccedil;&atilde;o de marca para o longo prazo e estimular vendas no curto e curt&iacute;ssimo prazos. Essa quest&atilde;o &agrave;s vezes &eacute; simplificada na defini&ccedil;&atilde;o de percentuais de aloca&ccedil;&atilde;o de recursos entre propaganda X promo&ccedil;&atilde;o, m&iacute;dia X &ldquo;no media&rdquo;, &ldquo;above the line&rdquo; X &ldquo;below the line&rdquo;.</p>
	<p>A comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos elementos do branding no varejo e diversas empresas bem-sucedidas v&ecirc;m encontrando diferentes respostas para a quest&atilde;o:</p>
	<p>* A Casas Bahia consolidou-se como o maior anunciante do Brasil, com exposi&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dia v&aacute;rias vezes superior &agrave; dos demais grandes anunciantes. Atribui-se &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o grande parte do &ecirc;xito no crescimento da empresa nos &uacute;ltimos anos.</p>
	<p>* A italiana Esselunga inovou na comunica&ccedil;&atilde;o em m&iacute;dia impressa ao criar uma linha (desde os anos 90) que evidencia a qualidade nos produtos perec&iacute;veis, recriando animais, personagens e personalidades com o uso de produtos. A campanha foi premiada, est&aacute; exposta at&eacute; no museu do Louvre em Paris e tirou o foco da comunica&ccedil;&atilde;o em pre&ccedil;o para focar na emo&ccedil;&atilde;o e irrever&ecirc;ncia.</p>
	<p>* O P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car tornou-se uma das grandes marcas do varejo brasileiro gra&ccedil;as &agrave; vis&atilde;o de longo prazo e integra&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es institucionais ligadas a esporte, eventos, cultura, cidadania e comunidade, al&eacute;m de a&ccedil;&otilde;es permanentes de m&iacute;dia de massa.</p>
	<p>* A Aldi (criadora e l&iacute;der no formato de hard discount) trabalha com ofertas semanais em produtos de n&atilde;o-alimentos a pre&ccedil;os muito agressivos e usa a comunica&ccedil;&atilde;o no ponto de venda como sua ferramenta. Ela cria mega tabl&oacute;ides antecipando as ofertas da semana seguinte, criando expectativa e levando tr&aacute;fego &agrave;s lojas. Conseguiu tornar-se o terceiro maior varejista de computadores na Alemanha sem ter o produto em seu sortimento.</p>
	<p>* A Marks &amp; Spencer criou um conceito de marca de comunica&ccedil;&atilde;o para PDV, denominado &ldquo;Perfect&rdquo;. A loja indica em cada se&ccedil;&atilde;o os produtos de melhor valor, evidenciando para o cliente aquilo que ele n&atilde;o pode deixar de ter.</p>
	<p>* A Riachuelo desenvolveu uma marca que identifica, no ponto de venda, produtos com valor imbat&iacute;vel (rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade e pre&ccedil;o) e identifica-os com a marca &ldquo;Vale a Pena&rdquo;.</p>
	<p>* A Tesco foca seus esfor&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o na base de portadores do cart&atilde;o Clubcard.</p>
	<p>* A Zara transformou-se na principal refer&ecirc;ncia no varejo de moda no mundo sem investir em propaganda, acreditando que sua principal ferramenta de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a loja.</p>
	<p>Deve-se ressaltar, por&eacute;m, que n&atilde;o h&aacute; receita de bolo para o uso da comunica&ccedil;&atilde;o no varejo. A boa estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; a que tem alinhamento com a estrat&eacute;gia do neg&oacute;cio.</p>
	<p>Os resultados adv&ecirc;m da consist&ecirc;ncia da estrat&eacute;gia, do modelo de neg&oacute;cio e da inova&ccedil;&atilde;o no neg&oacute;cio. A mesma f&oacute;rmula n&atilde;o obt&eacute;m a mesma efic&aacute;cia em contextos diferentes e as empresas t&ecirc;m de fugir de lugares comuns, n&atilde;o emular refer&ecirc;ncias de forma superficial e encontrar seus pr&oacute;prios paradigmas.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Alberto Serrentino</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.gsmd.com.br"  target="_blank">GS&amp;MD</a></p>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:13:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[agora as empresas começam a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas próprias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Mat&eacute;ria que eu encontrei no &oacute;timo<a rel="nofollow" href="http://falandodevarejo.blogspot.com"  target="_blank"> Falando de Varejo</a>, do amigo Caio.<br type="_moz" /><br />
</span></p>
	<p><span style="color: rgb(128, 128, 128);">Estou trabalhando em um projeto que vai incluir uma linha de produtos de marca pr&oacute;pria e achei muito interessante colocar aqui, o ponto de cresimento e de aceita&ccedil;&atilde;o do mercado para isso.</span> </p>
	<p><strong><br />
Pesquisa da Nielsen aponta crescimento de 22% no n&uacute;mero de itens dispon&iacute;veis no varejo</strong></p>
	<p>As chamadas marcas pr&oacute;prias foram criadas por empresas do varejo na d&eacute;cada de 1970 e de l&aacute; para c&aacute; n&atilde;o param de crescer. Se antes o foco era apenas o pre&ccedil;o &mdash; em m&eacute;dia, at&eacute; 30% menores que os das marcas l&iacute;deres &mdash;, agora as empresas come&ccedil;am a querer atingir outros nichos de mercado, como por exemplo, os consumidores das classes mais altas, como a A e B. Hoje o consumidor encontra 55.752 itens de marcas pr&oacute;prias, desde produtos aliment&iacute;cios a eletroeletr&ocirc;nicos.</p>
	<p>O estudo da Nielsen (www.br.nielsen.com) mostra ainda que grande parte da popula&ccedil;&atilde;o no Brasil consome produtos de marca pr&oacute;pria e que eles est&atilde;o cada vez mais presentes nos lares brasileiros. Em 2009, as marcas pr&oacute;prias conquistaram cerca de 18,2 milh&otilde;es de consumidores, o que representa 49,3% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
	<p>&ldquo;Eu sempre olho o fabricante&rdquo;, conta o microempres&aacute;rio Marco Antonio Domingues. &ldquo;Por exemplo, eu compro sempre o &oacute;leo que uso para a fritura dos salgados em minha f&aacute;brica do Mercadorama ou do Big, que s&atilde;o fabricados pela Bungue, a mesma empresa que faz o Liza&rdquo;, diz.</p>
	<p>Domingues relata ainda que, na casa dele, usa mais produtos ainda de marca pr&oacute;pria, como material de limpeza, sorvetes, etc. &ldquo;O custo benef&iacute;cio &eacute; sempre mais interessante&rdquo;, conta. O microempres&aacute;rio, no entanto, n&atilde;o dispensa a pesquisa de pre&ccedil;os. &ldquo;As vezes, nas promo&ccedil;&otilde;es vale a pena comprar os produtos de marcas conhecidas&rdquo;, resume.</p>
	<p>Um estudo da Nielsen revelou que em 2009, houve um crescimento de 7% no faturamento em rela&ccedil;&atilde;o a 2008 o autosservi&ccedil;o. S&oacute; no setor supermercadista o faturamento chegou a R$ 158,5 bilh&otilde;es no ano passado.</p>
	<p>As categorias de marca pr&oacute;pria com maior faturamento, de acordo com o estudo da Nielsen, foram: leite ass&eacute;ptico, &oacute;leo vegetal e azeite, papel higi&ecirc;nico, arroz, a&ccedil;&uacute;car, bolachas e biscoitos, feij&atilde;o, p&atilde;es e bolos, iogurtes e panetones. Juntas elas somaram R$ 786,9 milh&otilde;es em vendas no autosservi&ccedil;o.</p>
	<p>&ldquo;Esses dados mostram que, entre junho de 2008 e julho de 2009, no auge da crise, o segmento de marcas pr&oacute;prias cresceu&rdquo;, afirma Neide Montesano, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Marcas Pr&oacute;prias e Terceiriza&ccedil;&atilde;o (Abmapro) &mdash; (http://www.abmapro.org.br/).</p>
	<p>O grupo P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car foi um dos primeiros a lan&ccedil;ar itens de marca pr&oacute;pria no Brasil em 1970. Em 2006, foi lan&ccedil;ada a Taeq, a &uacute;nica marca de bem-estar do varejo brasileiro. At&eacute; o final do ano, a linha receber&aacute; investimentos de R$ 10 milh&otilde;es para desenvolvimento de novos produtos.</p>
	<p>A Taeq tem um universo amplo que envolve cinco pilares de atua&ccedil;&atilde;o: Nutri&ccedil;&atilde;o, Org&acirc;nico, Casa, Esporte e Beleza. O portf&oacute;lio inclui mais de 1400 itens. No ano passado, o faturamento de Taeq registrou crescimento de mais de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2007 e a previs&atilde;o &eacute; que este n&uacute;mero seja ainda melhor em 2009. Em maio de 2008, lan&ccedil;ou Qualit&aacute;, uma solu&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para o dia a dia que pode ser encontrada nos supermercados do Grupo. Ao longo desse ano dever&atilde;o ser introduzidos mais de 300 produtos.</p>
	<p><strong>Setor investe tamb&eacute;m em eletr&ocirc;nicos</strong></p>
	<p>No Walmart, em todo o Brasil, h&aacute; hoje mais de 12.000 itens de marca pr&oacute;pria, entre a &aacute;rea de alimentos e n&atilde;o-alimentos, incluindo a linha de eletroeletr&ocirc;nicos e t&ecirc;xteis (moda feminina, masculina, infantil e cama, mesa e banho). Os pre&ccedil;os s&atilde;o, em m&eacute;dia, 25% mais baixos que os das marcas l&iacute;deres.</p>
	<p>O mix envolve desde alimentos, como feij&atilde;o e a&ccedil;&uacute;car, a artigos de higiene e limpeza, como papel higi&ecirc;nico e amaciante, al&eacute;m de roupas e eletroeletr&ocirc;nicos. &ldquo;Estamos sempre analisando o mercado e procurando ampliar cada vez mais o mix dos produtos de marca pr&oacute;pria&rdquo;, explica Julia Pettini, diretora de Marcas Pr&oacute;prias do Walmart Brasil.</p>
	<p>O Walmart Brasil possui at&eacute; o momento 25 marcas pr&oacute;prias, sendo que a &uacute;ltima linha, de produtos saud&aacute;veis e nutritivos, foi lan&ccedil;ada em julho deste ano. Segundo Julia, &ldquo;s&atilde;o os esfor&ccedil;os voltados a oferecer qualidade e pre&ccedil;o acess&iacute;vel aos consumidores que garantem a credibilidade e fidelidade dos clientes, na compra dos itens de marca pr&oacute;pria&rdquo;. Carrefour &mdash; A rede francesa Carrefour disp&otilde;e de produtos marca pr&oacute;pria em diversos segmentos: alimentar, eletr&ocirc;nico, automotivo, vestu&aacute;rio, cama, mesa e banho, utilidade dom&eacute;stica, decora&ccedil;&atilde;o, pet, bebidas, entre outros. Ao todo s&atilde;o 1.400 itens segmentados.</p>
	<p>A Linha Viver &eacute; uma marca de produtos saud&aacute;veis composta por mais de 290 produtos, distribu&iacute;dos em seis categorias &ndash; light, diet, org&acirc;nicos, funcionais, &agrave; base de soja e zero. Eles t&ecirc;m a chancela da reconhecida qualidade Carrefour, pre&ccedil;os entre 15% e 30% mais baixos dos que os l&iacute;deres de mercado.</p>
	<p>A Garantia de Origem &eacute; um programa desenvolvido mundialmente pelo Grupo Carrefour que estabelece um padr&atilde;o de exig&ecirc;ncia e entrega de nossos produtos em n&iacute;veis al&eacute;m daqueles definidos pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. O G.O. faz parte do posicionamento da empresa de investir em produtos de qualidade diferenciada aos seus clientes, como: frutas, legumes, peixes, frutos do mar, carnes, aves, gr&atilde;os, cereais, leite, queijo e ovos;</p>
	<p><strong>J&aacute; em Bazar h&aacute; duas linhas:</strong></p>
	<p>A Casa &amp; Deco &eacute; a marca pr&oacute;pria do Carrefour para presentes, m&oacute;veis, aparelhos de jantar, jogos de panelas, inclusive de inox, faqueiros, utens&iacute;lios de cozinha e cutelaria. Com design diferenciado, os produtos se caracterizam pela alta qualidade e pre&ccedil;o baixo. Em m&eacute;dia, s&atilde;o 10% mais baratos do que os das marcas l&iacute;deres</p>
	<p>A Jardim &amp; Deco &eacute; uma linha completa de m&oacute;veis para jardim, varanda e piscina, com 80 refer&ecirc;ncias em m&oacute;veis, entre sof&aacute;s, mesas, cadeiras, carrinho-bar, ombrelone suspenso, banco e banqueta. H&aacute; m&oacute;veis em quatro op&ccedil;&otilde;es de materiais: madeira, bambu, ratan sint&eacute;tico e alum&iacute;nio.</p>
	<p>A Top Life &eacute; uma marca voltada para produtos de esporte e lazer, como: linha de futebol (bolas, luva de goleiros, bomba de encher pneu), acess&oacute;rios para muscula&ccedil;&atilde;o, linha de t&ecirc;nis de mesa (raquete, bolinha de ping pong), entre outros.</p>
	<p>A Top Bike &eacute; uma linha de bicicletas (masculino, feminina e infantil) e acess&oacute;rios para a pr&aacute;tica deste esporte, como capacete, luva, bomba, buzina, acess&oacute;rios de freio, entre outros.</p>
	<p>No setor t&ecirc;xtil a Tex &eacute; uma marca voltada para a categoria T&ecirc;xtil, com produtos voltadas para vestu&aacute;rio, moda int&iacute;ma e cama, mesa e banho.E no segmento de eletro, a First Line &eacute; uma linha de produtos focado em tecnologia com excelente custo x benef&iacute;cio. Produtos de inform&aacute;tica que possuem o objetivo de ter sempre o melhor pre&ccedil;o.</p>
	<p>Foram lan&ccedil;adas mais de 400 produtos de diversas categorias Alimentar, Higiene, Limpeza, Perfumaria, Seca (Mercearia), Liquida, PAS (Refrigerados e Congelados) e Perec&iacute;veis (A&ccedil;ougue, Peixaria, Frutas Verduras e Legumes, Salsicharia e Padaria). Para 2010 a expectativa &eacute; aumentar ainda mais o n&uacute;mero de itens.</p>
	<p>Fonte: AE</p>
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		<title>Dentro da empresa, também tem público&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:15:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=d5Q2cedd6" alt="" />Muita gente, muitos empresários esquecem do seu público interno. É a velha cabeça do século XX. Da década de 70 do século XX&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pensam em horário, em cobrança, em metas.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Esquecem de incluir os funcionários, os colaboradores, na cadeia de informações da empresa. Esquece que são os funcionários, os colaboradores que estão na linha da empresa. Seja na produção, no atendimento, nas vendas, no controle, na gerência, na divulgação, na logística. Em qualquer tamanho de empresa. Em qualquer setor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não se interessam em divulgar a  marca e a identidade da empresa para este público. Deixe estar que, este empresário, na maior parte das vezes não se importa com a marca e a identidade da empresa. Ele mesmo, muitas vezes, não tem noção de nada disso. Mas aqui, não falamos para esse tipo de empresário. Falamos para os que querem MAIS. Querem sua empresa crescendo! E são estes empresários que eu quero lembrar:<br />
O primeiro público a ser conquistado é o interno. É do trabalho dele que depende a imagem da sua empresa. Se eles não tiverem a idetidade da empresa, se eles não defendem os valores da empresa, se eles não acreditam na empresa&#8230; como vamos convencer os clientes?..</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Pense nisso.</span></p>
	<p><strong>Conquiste seus colaboradores com Endomarketing</strong></p>
	<p>Muito além de eventos sazonais e ginástica laboral, o Endomarketing hoje, é indispensável ao desenvolvimento corporativo. O principal e mais evidente benefício provido por ele é o aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros.</p>
	<p>A boa aplicação do marketing interno traz bem-estar e satisfação aos colaboradores. Mais felizes e alinhados à visão da companhia, a dedicação nas funções tende a aumentar. Além disso, a percepção sobre a empresa melhora sensivelmente resultando em um círculo virtuoso.</p>
	<p>As vantagens são diversas, bem como o impacto causado. Desperta-se a consciência da equipe frente à cultura e identidade organizacional de forma não impositiva. Todos se sentem parte do processo e agentes de transformação. Isso é extremamente importante para a incorporação de novas atitudes, pois mudanças comportamentais definitivas devem partir “de dentro para fora”.</p>
	<p>No mundo dos recursos humanos, as ações são critério de seleção e até eliminação de candidatos. Os adeptos do conceito CHA consideram importante o Conhecimento e Habilidade dos profissionais, mas a garantia do sucesso está na Atitude. O “saber como” e o “querer” fazer certo.</p>
	<p>A estruturação do Endomarketing requer tempo, demanda e, evidentemente, dedicação. Seu objetivo é bem parecido com o marketing realizado aos clientes externos: satisfação para a obtenção de lucro. A mudança está apenas no target. Sabe-se da importância do capital humano para os negócios. Investir em integração e motivação como diferenciais competitivos é colaborar para a retenção de bons profissionais e pensar no futuro da empresa.</p>
	<p>Os resultados melhoram com a evolução do departamento. Quanto maior o conhecimento sobre os mecanismos da organização e o perfil das equipes, mais eficientes se tornam as ações. Nesse caso a dica é: paciência, empenho, muita pesquisa e foco.</p>
	<p>Criatividade e jogo de cintura também são a chave do sucesso. Descubra os anseios dos colaboradores e coloque em prática as soluções. A superação de expectativas aumenta o impacto e causa boa receptividade aos próximos projetos. Investir em alternativas simples, mas não simplórias, é o grande desafio na conquista do público interno.</p>
	<p>Boa parte das corporações ainda são resistentes à prática. Em geral, elas “deram certo” sem se utilizar desse recurso e o consideram gasto, não investimento como é de fato. Se você está nessa lista, faça uma busca na Internet e comprove. As empresas mais desejadas têm o Endomarketing na sua essência. Um bom caso é o Google, apesar de ultrapassar um pouco os limites da realidade pela multiplicidade de ações.</p>
	<p>O bom desenvolvimento do setor exige informação. Boa sintonia com as estratégias da empresa favorecem resultados positivos. Manter contato próximo ao RH e aos gestores também impacta diretamente na eficácia do trabalho.Durante uma ação ou evento de Endomarketing crie identidades atraentes. Materiais desenvolvidos em editores de texto com ilustrações em baixa resolução captadas da Internet, nem pensar!</p>
	<p>Ao término de qualquer atividade, peça feedback. Fundamental para a perpetuação da área, ele oferece parâmetros e dita os caminhos a seguir em ações futuras. É possível consegui-lo em reuniões com lideranças ou, se desejar algo mais detalhado, por fichas de satisfação entregues aos participantes.</p>
	<p>Um cuidado necessário, para evitar o revés, são as premiações. Deve-se ter clara a função da equipe. Ela foi contratada para atingir e superar metas. Brindes e agrados demais podem condicionar o esforço à recompensas, o que compromete todo o trabalho e gera enormes ruídos.</p>
	<p>Há diversas ferramentas de fácil aplicação e resultados rápidos. Um bom exemplo é a caixa de sugestões. Campanhas desse tipo contribuem para melhorias, principalmente em departamentos mais operacionais e criam um canal direto entre empresa-colaborador. Além disso, uma urna de idéias mostra boa vontade e proximidade. O estímulo é convertido em maior participação e interação.</p>
	<p>O Endomarketing é tão importante quanto aumentos salariais. A justificativa é: obviamente temos necessidades financeiras, mas há também carências básicas a serem supridas. Até o funcionário mais interessado em dinheiro não resiste por muito tempo em uma empresa onde o clima é ruim. Mesmo com um bom salário o nível de dedicação jamais será equivalente ao de alguém motivado e bem integrado na organização. E quem entra nesse momento? Agora você já sabe.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Rodrigo Freire</em></p>
	<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Na Era do conhecimento, o valor do intangível</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:06:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa - a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil - que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a2Q14eh25" alt="" />Excelente artigo que encontrei no HSMGlobal.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Excelente para empresários que não pensam no valor de suas marcas, do relacionamento com seus funcionários, que encaram a sustentabilidade no máximo como marketing, que não pensam em estratégia, que não conseguem que sua equipe atenda suas especificações e trabalhem orientadas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Enfim, para empresários que ainda não perceberam que o mundo mudou.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Mas, muito bom artigo também para todos que enxergam que é no valor da marca, do relacionamento interno e externo, em todos esses intangíveis que está o diferencial de uma empresa. Seja ela varejo, indústria ou prestação de serviço.</span></p>
	<p><strong>Definindo Ativos Intangíveis</strong></p>
	<p>Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa &#8211; a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil &#8211; que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.</p>
	<p>Assim, compreender, mensurar e gerenciar os intangíveis é tarefa fundamental para a sobrevivência e competitividade de qualquer empresa.</p>
	<p>Como 1º passo, a compreensão da natureza dos Ativos Intangíveis é fundamental. Temos feito muito trabalho de análise e formulação acerca do tema. Abaixo suas características principais de acordo com o Strategy Research Center da DOM Strategy Partners:</p>
	<ul>
	<li>Ativos Intangíveis Geram e Protegem Valor: muito mais do que um vetor de geração de valor no curto, médio e longo prazo, os Ativos Intangíveis contribuem na Proteção de Valor da empresa. Não fosse dessa forma, todo o investimento em Segurança da Informação e Sustentabilidade seria injustificado.</li>
	<li> Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: ou seja, os investimentos em intangíveis no presente garantem</li>
	<li>Só têm Valor se Percebidos pelo Stakeholder Externo: se uma empresa não comunica suas iniciativas e resultados em inovação, (imagine o caso da Apple, por exemplo), os mercados não saberão de seu potencial futuro de geração de resultados e não poderão precificar seu valor intangível adequadamente.</li>
	<li>Interdependentes: fazendo valer o ditado um-por-todos, todos-por-um, as características de um ativo intangível influenciam os demais e vice-e-versa, tanto em relação aos aspectos positivos quanto aos negativos. Uma Marca Inovadora (Marca e Inovação) ou um Relacionamento Sustentável (Relacionamento e Sustentabilidade) são bons exemplos.</li>
	<li>Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: a partir dos investimentos em ativos intangíveis, os ativos tangíveis relacionados adquirem novas características e comportamentos. A organização e estruturação do relacionamento de uma empresa com seus consumidores em ativo de Relacionamento altera profundamente o RFV (Recência, Frequência e Valor) dos clientes.</li>
	<li>Geram e Protegem Valor Econômico no Longo Prazo: (em Oposição à Ditadura dos Resultados Financeiros no Curto Prazo): os ativos intangíveis são a garantia dos resultados econômicos e financeiros de seu futuro, de uma forma consistente e sustentável.</li>
	<li>Definem a Competitividade no Longo Prazo: os investimentos em ativos intangíveis realizados no presente permitem definir as bases da competição futura de um determinado setor, uma vez que é possível prever seus resultados derivados e influenciar a percepção dos stakeholders (clientes, acionistas, concorrentes, etc) com grande antecedência.</li>
	<li>Marca como Agregadora: a marca é o ativo intangível que agrega a percepção dos demais, uma vez que os ativos intangíveis são interdependentes.</li>
	</ul>
	<p>Obviamente esse conjunto de propriedades não é exaustivo. Mas entendo que representam de forma bastante fidedigna a natureza e a qualificação que estes ativos, atualmente, representam para as corporações.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Daniel Domeneghetti</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/"  target="_blank">HSMGlobal</a>
</p>
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		<title>Este consumidor é de quem? É MEU!&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:19:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[para o sucesso do programa é necessário um banco de dados atualizado, conhecimento do comportamento de compra dos clientes e treinamento permanente dos funcionários. “A iniciativa deve fazer parte da cultura da empresa. Um programa de fidelidade não é uma simples promoção. Ele cria um vínculo mais forte com os clientes”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34Q43ch95" alt="" />Empresas disputam a fidelidade do consumidor</strong></p>
	<p><em>Microempresas e grandes companhias adotam os programas de benefícios</em></p>
	<p>Vender um produto ou atender bem a um cliente uma única vez pode ser uma tarefa fácil perto da complexidade que existe para tornar esse mesmo comprador um consumidor frequente e fiel. Em um mercado competitivo e repleto de promoções atrativas, os programas de fidelização de clientes são cada vez mais valorizados e se popularizaram. Deixaram de ser uma estratégia exclusiva de grandes empresas para se tornar uma ferramenta oferecida até mesmo em pequenos estabelecimentos, como locadoras de vídeo, restaurantes, imobiliárias e institutos de beleza de bairro.</p>
	<p>Tecnologias restritas como cartões de crédito e internet já não são essenciais para participar de programas de fidelidade e receber bonificações por isso. Hoje, a criatividade é item fundamental para se aproximar da clientela. Se os programas de vantagens oferecidos pelas companhias aéreas eram os mais conhecidos, hoje são várias fórmulas simples que servem para comprovar as compras e receber algum benefício em troca.</p>
	<p>Na locadora de vídeo TV3, em Porto Alegre, por exemplo, os clientes recebem um cartão onde são marcadas as locações. A cada 10 retiradas, o associado pode levar um filme sem pagar. Iniciativa semelhante é encontrada na Temakeria e Empório Japesca, no Mercado Público. No estabelecimento, os apreciadores da iguaria nipônica que juntarem dez etiquetas encontradas na embalagem do cone típico japonês ganham outro a escolher entre os oito sabores do cardápio. Criada para divulgar o lançamento da loja e fidelizar os clientes, a iniciativa vem superando as expectativas dos proprietários. “Não acreditávamos muito, mas em duas semanas já trocamos mais temakis do que imaginávamos”, confirma o sócio-gerente Roberto Mendo da Cunha.</p>
	<p>Na estética Helô.com, no bairro Farroupilha, a cada R$ 200,00 gastos em cortes, depilação e massagens, entre outros serviços, as frequentadoras ganham uma sessão de manicure. Ao invés de distribuir brindes ou chaveirinhos para a clientela, a proprietária do salão de beleza, Heloísa Dornelles, escutou o conselho do filho publicitário e investiu na pequena cartela, onde são computados os valores gastos e a data. O cartão tem validade e troca de cor a cada duas estações (primavera-verão e outono-inverno) e já ofereceu como bonificações tratamento facial e pedicure. “Tem gente que faz o cabelo num lugar, o pé em outro e assim vai. Hoje, a maioria dos clientes faz tudo comigo. Se a pessoa vier pedir uma informação, eu já dou um cartãozinho”, conta ela.</p>
	<p>A cliente Gisele Camargo é prova disso. Mesmo morando num bairro distante, ela atravessa a cidade para pintar os cabelos e tratar os pés com Heloísa. Para ela, que já atingiu o valor para premiação cerca de seis vezes, a iniciativa não acelera a sua presença na estética, mas faz ela se sentir valorizada e priorizar o estabelecimento na hora de retocar o visual. “Vim aqui por causa da manicure e fiquei cliente. O cartão é um estímulo e uma forma de fazer um agrado às clientes. Faz com que a gente crie um vínculo com o salão”, revela.</p>
	<p>O consultor e especialista em Marketing de Fidelização e Relacionamento, Marcelo Cristiano Gonçalves, confirma o depoimento de Gisele e recorda uma das premissas das apostilas de marketing para resumir a estratégia de fidelidade: “é mais barato manter um cliente do que conquistar um novo”. Segundo ele, são ferramentas que trazem resultados comprovados, com o aumento médio da frequência de visita em 40% e de 20% no tíquete das compras.</p>
	<p>Mas alerta que para o sucesso do programa é necessário um banco de dados atualizado, conhecimento do comportamento de compra dos clientes e treinamento permanente dos funcionários. “A iniciativa deve fazer parte da cultura da empresa. Um programa de fidelidade não é uma simples promoção. Ele cria um vínculo mais forte com os clientes”, explica.</p>
	<p>Ações tradicionais oferecem resgate de pontos em redes parceiras</p>
	<p>Paralelo à expansão de iniciativas caseiras, as empresas de grande porte promovem inovações nos seus critérios de bonificação, com a integração de pontos em diferentes empresas e benefícios múltiplos. A TAM, uma das pioneiras em programas de fidelidade no Brasil, é o maior exemplo disso. A companhia aérea lançou recentemente o seu novo programa. Batizado de Multiplus Fidelidade, a nova unidade de negócios da empresa buscará parcerias com marcas dos mais variados ramos a fim de integrar seus programas de fidelidade sob uma só gestão. Dessa forma, os clientes associados poderão acumular pontos em uma única conta e realizar resgates de prêmios nos estabelecimentos conveniados.</p>
	<p>De acordo com a TAM, a concretização dessa rede de programas para o consumidor tem o objetivo de aumentar as vendas e cativar os clientes das empresas parceiras. “É uma via de mão-dupla, onde todos os lados se beneficiam”, entende o vice-presidente de finanças, gestão e TI da companhia, Líbano Barroso. Diversos segmentos integram o programa, como, por exemplo, farmácias, postos de gasolina, supermercados, cinemas, livrarias, hotéis e bancos, entre outros. Todos os 5,9 milhões de clientes do TAM Fidelidade, tradicional programa da empresa, fazem parte do Multiplus Fidelidade automaticamente.</p>
	<p>Fruto de uma iniciativa desenvolvida pela Rede Bom Preço, de Pernambuco, há 14 anos, o programa de fidelidade da companhia Walmart ganhou o nome de Bomclube. Oferecido há apenas um ano na região Sul, o clube de vantagens já conta com cerca de 550 mil sócios só no Rio Grande do Sul – no País são mais de quatro milhões de usuários. Conforme o gerente do programa, Marcelo Paes, 17% do total de transações realizadas nas lojas são feitas por participantes do clube, onde cada real gasto equivale a um ponto, que depois podem ser trocados por mercadorias (70% da preferência), descontos ou ingressos para cinema, assinaturas de revistas, viagens aéreas e locação de veículos, entre inúmeros benefícios.</p>
	<p>Na opinião dele, a principal vantagem do programa de fidelização do Walmart é que os consumidores podem pontuar em todas as lojas da rede no Brasil. A multinacional também será parceria da TAM no Multiplus Fidelidade. “Temos o único programa desse tipo no varejo. O cliente se sente atraído por isso e consome mais. Podemos perceber a satisfação quando os consumidores exigem os seus pontos. Eles entendem isso como um reconhecimento”, ressalta.</p>
	<p>O modelo utilizado pela Ipiranga no Quilômetros de Vantagens é semelhante: cada R$ 1,00 gasto em combustível e aditivos para o carro se converte em um ponto para ser utilizado no resgate de prêmios e descontos em serviços e produtos, juntamente com o pagamento de uma parte em dinheiro. A pontuação é dobrada nos casos de pagamento com cartão Ipiranga e abastecimento em postos preferenciais. Lançado em março deste ano, o programa conta com mais de dois milhões de participantes, a maior parte na região Sul.</p>
	<p>Além do clube de vantagens, revela o gerente do Departamento de Comunicação de Marketing, Francisco Lúcio Mandarino Moraes, a companhia investe em mais dois canais para fidelizar os clientes: postos com diversos serviços e comunicação permanente. “Existe uma diversidade de ofertas e a briga por preços é constante nesse segmento. O programa tem uma capacidade muito grande de reter clientes e aproximar marcas. Deixamos claro que é uma troca. O cliente consome nos postos Ipiranga e em contrapartida nós oferecemos facilidades e benefícios”, ressalta.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Marcos Giesteira</em></p>
	<p style="text-align: right;">
	<p style="text-align: left;">Fonte:<a href="http://jcrs.uol.com.br/"  target="_blank"> Jornal do Comércio</a><em><br />
</em>
</p>
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		<item>
		<title>Não vemos partes isoladas mas relações.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:09:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Só há endosso quando a sub-marca ou unidade de negócio obtém mais ativos do que perdas pela proximidade, bem como é importante manter tratamento diferenciado para marcas fortes que precisam manter sua independência ou para não confundir o mercado alvo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=07U22ds3d" alt="" />Comunicação Corporativa</strong></p>
	<p>Nos últimos anos as fusões e aquisições tornaram-se corriqueiras no universo de negócios e com elas a constituição de verdadeiros ecossistemas empresariais.</p>
	<p>Este novo contexto tem criado reflexões para empresas sobre as vantagens (ou não) de assumir o endosso corporativo na comunicação de suas marcas ou unidades de negócio.</p>
	<p>Na arquitetura de marcas, existem diversas formas de relacionamento. Em um extremo a Casa de Marcas em que há independência entre marcas e sub-marcas. No outro a Casa com Marcas que estabelece total vinculação entre elas.</p>
	<p>À julgar pela exposição de alguns players importantes, cresce a adesão à visão de que é mais importante deixar a impressão de que todos os produtos/negócios são relacionados a um todo maior do que deixá-los isolados à própria sorte.</p>
	<p>O livro Gestalt do Objeto: Sistema Visual de Leitura da Forma de João Gomes Filho nos ensina que: “Não vemos partes isoladas mas relações. Isto é, uma parte na dependência de outra parte. Para a nossa percepção, que é resultado de uma sensação global, as partes são inseparáveis do todo e são outra coisa que não elas mesmas, fora deste todo”. Porém há exceções. Só há endosso quando a sub-marca ou unidade de negócio obtém mais ativos do que perdas pela proximidade, bem como é importante manter tratamento diferenciado para marcas fortes que precisam manter sua independência ou para não confundir o mercado alvo.</p>
	<p>De qualquer forma, a exemplo dos esforços corporativos da Unilever, a comunicação não se resume à aplicação da marca corporativa em campanhas de seus produtos. O todo deve ter sua identidade, conceitos próprios e liderar seus próprios movimentos.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Beth Furtado</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Luz, cor&#8230; sensação!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:54:07 +0000</pubDate>
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	<p><strong>Cores, marcas e ambientação</strong></p>
	<p>Estudos mostram que menos de 0,001% dos nossos pensamentos é consciente. Esta constatação, de neurocientistas, nos ajuda a avaliar as nossas próprias atitudes em diferentes situações. Desde cedo, somos aconselhados a pensar antes de agir, mas, na verdade, primeiro sentimos, depois pensamos para, somente então, agirmos. Uma grande parte das nossas ações resulta de sensações absorvidas inconscientemente.</p>
	<p>Esta informação, quando avaliada do ponto de vista das marcas e da ambientação dos pontos de venda, é de extrema valia. Há uma série de ferramentas que podemos utilizar exatamente para despertar sensações em shoppers ou nos consumidores. Entre estas ferramentas, vamos destacar especificamente as cores.</p>
	<p>As diferentes cores e suas tonalidades são diretamente relacionadas às emoções. Claro que, para cada um, a sensação é diferente, uma vez que ela depende da nossa cultura e do nosso repertório. No entanto, ao se criar uma marca, uma embalagem ou a ambientação de uma loja, a preocupação com a cor deve estar entre as prioridades.</p>
	<p>A cor escolhida será a referencia para a rápida identificação e, consequentemente, precisará transmitir as sensações pelas quais a marca pretende ser percebida pelo seu público. Dependendo da cor escolhida, ela também ajudará a despertar o desejo. E, principalmente no PDV, provocar o desejo do shopper é fundamental para a concretização da venda.</p>
	<p>Para cada público e para cada mensagem que se deseja passar, há cores mais indicadas. O vermelho é a cor do alerta, do sinal de atenção e ajuda a despertar adrenalina e, inclusive, estimula o apetite. Por isso, muitas redes de fast food incluem na sua ambientação a cor vermelha. O rosa transmite mais a sensação de relaxamento, assim como o azul, relacionado à tranqüilidade. Já o amarelo desperta alegria, criatividade e também está relacionado ao apetite. O marrom, por sua vez, está mais relacionado ao rústico e as formas naturais, assim como o verde. Já o branco é a cor da paz, muito utilizado para transmitir a imagem de limpeza e inocência.</p>
	<p>Além de usar a conotação de cada uma das cores na comunicação da marca, a escolha também é essencial para a ambientação das lojas. É preciso sempre pensar no PDV como um espaço de relacionamento e atração. Assim, na maioria dos casos, as lojas geralmente utilizam uma cor padrão, na maior parte das vezes neutra, que propicie um bom destaque para as mercadorias expostas. Cores mais fortes ou diferentes podem ser distribuídas ao longo do estabelecimento, de acordo com as sensações que se deseja despertar.</p>
	<p>Em um supermercado, por exemplo, é comum a área de hortifruti apresentar tons de verde exatamente para enfatizar ao consumidor a origem dos produtos ali expostos. Nos caixas, é mais comum cores relaxantes como a azul, para diminuir a sensação do tempo de espera e transmitir mais tranqüilidade na hora da conclusão e pagamento da compra.</p>
	<p>Utilizar a iluminação de forma cenográfica para alterar as cores do ambiente durante o dia, também pode ser uma excelente alternativa. O emprego de luminárias com LEDs, por exemplo, além de economia de energia quando comparadas a outras fontes de luz, permite a diversificação das cores e pode ajudar a estimular diferentes sensações no ponto de venda.</p>
	<p>Para escolher a melhor alternativa, o primeiro ponto é saber qual a sensação e que se deseja passar ao público em cada espaço. A partir desta definição, é possível buscar alternativas e utilizar as cores para atingir este objetivo. Para cada situação, há uma cor que pode influenciar fortemente as pessoas e ajudar tanto na atratividade, como na fidelização dos clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Gilberto Stunck</em></p>
	<p style="text-align: right;">
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