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	<title>By3. Comunicação, design, marketing, branding. Tudo para fazer ou mudar a imagem da sua empresa.&#187; By3. Comunicação, design, marketing e branding para fazer a imagem da sua empresa.</title>
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		<title>Varejo &amp; Internet&#8230; Internet &amp; Varejo. Feitos para andar juntos.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:03:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[se as empresas acham que por isso podem dar as costas para a internet, elas estão redondamente enganadas. Mesmo os que nao compram, usam a web como instrumento de pesquisa de preços. Nada menos que 52% dos internautas fazem isso. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=8aA37cq2c" alt="" />Você, varejista, que ainda na dúvida sobre internet&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Não acredita que precisa disso, que vai lhe trazer retorno&#8230; &#8220;Acha&#8221; que não funciona para o seu varejo, que seus clientes não terão interesse, que não vai agregar ao seu negócio&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Acorda. SEMPRE vai ahaver uma maneira pela qual seu varejo pode ganhar com a internet&#8230; </span></p>
	<p><strong>Varejo e internet não podem mais viver um sem o outro</strong></p>
	<p>A penetração da Internet tem crescido rapidamente em nosso país. Para você ter uma idéia, em 5 anos, subiu de 30% para 47% o percentual de lares com acesso à web, segundo dados divulgados ontem pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (cgi.br). Por isso mesmo, é natural que o ecommerce também avance por aqui. Ainda de acordo com o CGI, cerca de 20% dos internautas brasileiros já compraram algum produto ou serviço na web. Porém, para conquistar de vez corações e mentes dos nossos consumidores, o varejo online vai precisar vencer resistências bem arraigadas.</p>
	<p>Dentre as pessoas que acessam a internet e nunca fizeram uma compra sequer, 26% alegam o medo de fraudes e preocupação com a privacidade. Desconfiança com o prazo de entrega e o estado em que vai receber o produto são razoes para que 22% fiquem longe das lojas virtuais. Mas o principal obstáculo, mencionado por 56% dos entrevistados, é o gosto de ver, tocar e comprar pessoalmente os produtos.</p>
	<p>Mas se as empresas acham que por isso podem dar as costas para a internet, elas estão redondamente enganadas. Mesmo os que nao compram, usam a web como instrumento de pesquisa de preços. Nada menos que 52% dos internautas fazem isso. Na classe A esse índice chega a 84% e na classe B fica em 70%. Em resumo, varejo e internet nao podem mais viver um sem o outro.</p>
	<p>Fonte:<a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com/"  target="_blank"> Blog do Marinho</a>
</p>
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		<title>Com segurança, informação, funcionalidade. É assim que eles compram.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 15:40:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ele deseja o menor número de interações possíveis com o mundo real: toda a transação comercial, acompanhamento do pedido e suporte pós-venda devem idealmente ser realizados via Internet. Para este consumidor, ter de telefonar para um call center já é sinal de ineficiência a loja online]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=eaJ19bh43" alt="" />Entrevista muito interessante que amplia a visão sobre o público consumidor online.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Cada vez mais, é preciso profisionalizar o e-commerce.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Se isso já era consenso entre os profissionais da área, agora já é exigência do consumidor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Faltam apenas os empresários. quem sabe em breve, não teremos mais lojas que não funcionam, falta de acompanhamento, falta de retorno.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Atualmente, existem até entre os grandes, péssimos exemplos de e-commerce&#8230;</span></p>
	<h2>O consumidor na era digital</h2>
	<p>O crescimento constante do e-commerce avança com a mesma velocidade  em que os internautas vasculham a rede à procura de bons preços e  comodidade na hora da compra.Traçar um perfil exato desse novo  consumidor é tarefa difícil. Hoje, este usuário apresenta  características e comportamentos bastante particulares.</p>
	<p>Procurando respostas para algumas perguntas que permeiam este tema,  conversamos com Fernando Mainardi, diretor de criação e Luiz Faro,  diretor da Vallua Consultoria e Gestão, empresa focada na reestruturação  de empresas, estratégia, branding, vendas, marketing e tecnologia.</p>
	<p>Para Mainardi, o perfil do internauta evoluiu em diversas formas e  este novo consumidor revela características e comportamentos  interessantes, que podem ser divididas em quatro categorias:</p>
	<p><strong>1) Hipertarefas: </strong>Hoje o fluxo de trabalho de um  profissional ou consumidor conectado é dividido em grandes  &#8220;hipertarefas&#8221;, isto é, um grande conjunto de atividades que utilizam  diversas mídias (áudio, texto, vídeo) envolve pessoas ou grupos  dispersos geograficamente e utilizam múltiplas formas de interação  (email, voz, videoconferência, instant message, redes sociais).</p>
	<p><strong>2) Cocooning: </strong>A conveniência e as facilidades dos  serviços online levam alguns usuários a se isolarem do mundo real, ou  seja, eles se fecham num casulo (&#8220;cocoon&#8221;) próprio que só se conecta ao  mundo via Internet.</p>
	<p><strong>3) Oxigênio Online: </strong>Para o internauta assíduo, a  conectividade se torna essencial como o oxigênio &#8211; a falta de conexão à  internet é vista como tão ou mais grave do que a falta de água, por  exemplo. Esta tendência impele o usuário na direção dos dispositivos  móveis com conectividade &#8220;always-on&#8221; (smartphones, netbooks).</p>
	<p><strong>4) Gratificação Instantânea: </strong>O internauta atual  deseja satisfazer os seus desejos instantaneamente. O resultado de suas  ações precisa ter impactos imediatos.</p>
	<p><strong>O Novo Consumidor</strong></p>
	<p>Transferindo essas características para o consumidor, podemos afirmar  que o perfil desse comprador online é daquele que deseja interagir no  máximo de mídias e canais possíveis, tanto com a loja online quanto com a  comunidade de compradores de produtos similares.</p>
	<p>“Ele deseja o menor número de interações possíveis com o mundo real:  toda a transação comercial, acompanhamento do pedido e suporte pós-venda  devem idealmente ser realizados via Internet. Para este consumidor, ter  de telefonar para um call center já é sinal de ineficiência a loja  online”, complementa Mainardi.</p>
	<p>Idealmente, ele também busca que toda a loja ou pelo menos parte de  sua funcionalidade, como por exemplo, o acompanhamento de pedidos, deve  estar disponível online em múltiplos dispositivos &#8211; como no telefone  celular &#8211; e não só no computador tradicional.</p>
	<p>“O consumidor online necessita estar sempre informado do status de  suas compras, de novos produtos e novas promoções, preferencialmente  utilizando mídias e canais aos quais ele já pertence, como o Twitter,  por exemplo”, salienta Fernando.</p>
	<p><strong>Segurança e interatividade</strong></p>
	<p>Para Luiz Faro, diretor da Vallua, a questão da segurança e a  navegação simples e intuitiva, são pontos chaves no e-commerce.</p>
	<p>“Todo site deve ter um cuidado extremo com sua imagem. Deve  transmitir solidez e segurança através de sua identidade na internet.  Mostrar qualidade e preocupação com todos os detalhes. Nada pode remeter  a algum tipo de amadorismo ou improviso. Deve ter informações  extremamente claras, sucintas e não dizer nada além do que é essencial  para o consumidor saber a respeito de um produto”, afirma o diretor.</p>
	<p>Sobre as principais características do “consumidor moderno” ele diz:  “O consumidor moderno é um sujeito que ouve, interage e é escutado.  Compartilham de uma maneira muito rica suas experiências com produtos e  serviços. Faz questão de registrar suas impressões e dividi-las com os  demais consumidores. Informa-se profundamente antes de efetivar uma  compra. Lê resenhas, consulta opinião de especialistas e interage  profundamente com pessoas que já adquiriram determinado serviço ou  produto. Quanto maior o gasto mais tempo se toma em pesquisas”.</p>
	<p>Diante desta análise o novo consumidor deve buscar o maior número de  opiniões e resenhas que puder sobre o produto desejado. Hoje existem  sites especializados em avaliar produtos e fórum de discussões que  ajudam bastante o consumidor.</p>
	<p>O Google, por exemplo &#8211; se usado com muito critério &#8211; pode se tornar  uma ferramenta imbatível para reunir informações.</p>
	<p>“É interessante redobrar a atenção quando a compra é virtual. Tudo  deve ser cuidadosamente analisado para que não haja equívocos na  aquisição de um certo produto. O ambiente deve ser 100% seguro com  certificações e atestados de segurança. Para sites internacionais  desconhecidos o PayPal é uma ferramenta ultra segura e que garante a  integridade de suas informações”, concluí Luiz Faro.</p>
	<p>Fonte: <a href="http://consumidormoderno.com.br/"  target="_blank">Consumidor Moderno</a>
</p>
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		<title>Devem e não negam!</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:18:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nunca o brasileiro deveu tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos, imóveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<strong><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34O9dfq96" alt="" />Endividamento dos brasileiros  bate recorde e chega a R$ 555 bilhões </strong>
Nunca o brasileiro deveu  tanto. Entre cartões de crédito, cheque especial, financiamento  bancário, crédito consignado, empréstimos para compra de veículos,  imóveis &#8211; incluindo os recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH)  -, a dívida das famílias atingiu no fim do ano passado R$ 555 bilhões. O  valor é quase 40% da renda anual da população, que engloba a massa  nacional de rendimentos do trabalho e os benefícios pagos pela  Previdência Social. “O endividamento do consumidor é recorde“, afirma o  economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Se os bancos  resolvessem cobrar toda a dívida, levando em conta o empréstimo  principal e os juros, de uma só vez, cada brasileiro teria de entregar  quase cinco meses de rendimentos. Em 2008, eram necessários 4,3 meses de  rendimentos (salários, aposentadorias e pensões) para quitar os  empréstimos. Em dezembro do ano passado o índice subiu para 4,8 meses, a  maior relação entre dívida e rendimentos da série histórica iniciada em  2001.

Fonte: Estado de São Paulo<h3>Artigos Relacionados</h3><ul><li><a href="http://by3.com.br/2009/06/18/varejo-69-em-abril/" title="Varejo: +6,9% em abril. 2009.06.18">Varejo: +6,9% em abril.</a>(0)</li>
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		<title>Acorda, varejista&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:16:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estas mudanças transformaram o consumidor em alguém mais questionador sobre o valor do que se quer adquirir. Fez com que este novo cliente não tenha paciência com falta de profissionalismo ou falta de informação por parte de quem lhe atende.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=03E3b9r03" alt="" />Artigo interessante, que corobora o posicionamento de &#8220;<em>o atendimento precisa acompanhar a evolução do consumidor</em>&#8221; que é tão questionado e ignorado ainda, principalmente pelo pequeno varejo que, insite muitas vezes em padrões &#8216;<em>vencidos</em>&#8216; de relacionamento.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">E, por conta disso, sofre com a perda da sua clientela.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Insisto em artigos, textos, comentários que repetem essa idéia&#8230; Quem sabe não acabo convencendo &#8216;<em>alguns</em>&#8216;!</span></p>
	<p><strong><br />
</strong></p>
	<p><strong>Admirável Mercado Novo</strong></p>
	<p>Já sabemos que a nova economia vem ditando regras em volume e velocidade que, por vezes, as pessoas e as empresas não estão preparadas para entender e custam a se adaptar.</p>
	<p>Afinal, como digerir tantas novidades, diretrizes, estratégias, novos costumes e, além disso, tomar novas decisões sobre novos questionamentos, sobre os quais não se tem histórico?</p>
	<p>Entre as muitas novidades, está a mudança significativa que o processo de compra e venda no varejo passou a incorporar. Ou seja, não se compra como no passado e, portanto, não se pode vender como no passado.</p>
	<p>O novo modelo de compra, ou seja, o novo modelo de consumidor se apresenta através das seguintes principais características:</p>
	<p>- Menos dinheiro – seja por perda do poder aquisitivo, seja pela conscientização do consumo, mas, principalmente, pelo aumento da informação para julgar o custo/benefício do que se quer.</p>
	<p>- Menos tempo – seja pela loucura do cotidiano, pelo ritmo profissional intenso, pela luta de conciliar o lado profissional e o da família ou pela vontade de vivenciar novas experiências, nós valorizamos o tempo que gastamos, já sabendo que o tempo é um recurso escasso e não renovável.</p>
	<p>- Mais escolhas – com o crescimento do mercado e da concorrência, com tantas ofertas e tentações, com a eliminação de determinadas fronteiras do consumo, através da globalização, o cliente moderno tem acesso ilimitado a tudo cada vez mais, direito absoluto de escolha.</p>
	<p>Estas mudanças transformaram o consumidor em alguém mais questionador sobre o valor do que se quer adquirir. Fez com que este novo cliente não tenha paciência com falta de profissionalismo ou falta de informação por parte de quem lhe atende.</p>
	<p>Estes clientes querem “relacionamento sincero e transparente”, ao invés de “simples atendimentos”. Querem mais do que “gentilezas, falas e discursos bonitos”, eles querem “soluções”. Querem “atenção individual”, e não tratamentos genéricos. Querem “eficiência”, e não “perdas de tempo” e/ou “sensação de desperdícios”.</p>
	<p>Já pensou no perigo: cliente modelo 2010 sendo atendido por um vendedor modelo 1999? Será que eles ao menos conseguem se comunicar?</p>
	<p>Muitas oportunidades e vendas são perdidas diariamente pelo não desenvolvimento do profissional de vendas, pela não adequação do profissional ao perfil de cliente que atende e principalmente pela resistência das equipes de atendimento em aceitar as mudanças impostas pelo novo mercado de consumo.</p>
	<p>Por vezes, não basta entender o mercado, e sim cada cliente que o compõe. Seus hábitos, necessidades, preferências e, por fim, fazer uma loja em que ele queira estar e um atendimento que ele espera, deseja e merece receber.</p>
	<p>Do outro lado, o vendedor precisa dominar três áreas de conhecimento: sobre o produto ou serviço que oferece; sobre as operações de sua empresa; sobre técnicas de atendimento e vendas.</p>
	<p>A missão do vendedor é fazer o que há de melhor para o pleno sucesso em vendas: apresentar soluções adequadas para os desejos e necessidades de seus clientes.</p>
	<p style="text-align: right;"><em>Fernando Lucena</em></p>
	<p style="text-align: left;"><em>Fonte:</em><a href="http://www.varejista.com.br/"  target="_blank">www.varejista.com.br</a></p>
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		<title>Mulher, Consumidora, Brasileira.</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 12:49:29 +0000</pubDate>
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A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque (7%).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O IBOPE Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, traça os  hábitos e comportamentos da<img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=dfG0d6o93" alt="" /> brasileira quando o tema é consumo. O  levantamento é baseado nas informações da ferramenta Target Group Index e  aponta que 67% das mulheres realizaram compras pessoais (excluindo  bebidas e alimentos) nos últimos 30 dias, em contrapartida ao índice de  58% entre o público masculino.</p>
	<p>“As mulheres, de maneira geral,  gostam de variar marcas, procuram  preços mais baixos e afirmam que vale a pena pagar um pouco mais por  produtos de higiene pessoal de boa qualidade”, destaca Juliana Sawaia,  gerente de marketing do IBOPE Mídia.</p>
	<p>Entre as mulheres que foram às compras nos últimos 30 dias, 78%  declaram ter comprado roupas femininas, 60% calçados, 43% roupas para  homens e 39% roupas para crianças e bebês. As lojas de rua seguidas  pelos shopping centers lideram como local preferido de compras pelo  público feminino.</p>
	<p>A conectividade e o comércio eletrônico já são realidade no cenário  brasileiro &#8211; 10% das mulheres revelam que comentam suas aquisições na  internet avaliando a qualidade dos produtos. Vale ressaltar que este  índice entre o público masculino – tradicionalmente mais interessado no  tema tecnologia – é de 13%.</p>
	<p>Para elas, as categorias mais comentadas são as de telefones  celulares (31%), equipamentos de TV, vídeo, som (28%), roupas (23%),  vida saudável, exercícios e alimentação (17%). Já o público masculino  opina e faz avaliações das categorias de equipamentos de televisão,  vídeo e som (41%), automóveis (32%) e telefones celulares (32%).<br />
A forma de pagamento mais usada é o dinheiro (61%), principal moeda de  compra, além dos cartões de crédito (32%), de débito (21%) e cheque  (7%).</p>
	<p>O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio  de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife,  Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e  Sudeste com pessoas de ambos os sexos das classes AB, C e DE com idades  entre 12 e 64 anos. Para este levantamento específico, foram  consideradas as respostas de mulheres e homens com 18 anos ou mais,  obtidas entre agosto de 2008 e agosto de 2009.</p>
	<p>Fonte:<a href="http://consumidormoderno.com.br"  target="_blank"> Consumidor Moderno</a>
</p>
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		<title>Marketing é holístico&#8230;</title>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=a5I577qdd" alt="" />Belo Texto do Bruno, que faz &#8211; <em>pelo menos deveria fazer</em> &#8211; pensar&#8230;</span></p>
	<h2></h2>
	<h2></h2>
	<h2>Como resgatar a marca usando o Marketing</h2>
	<p>O caminho é transformar a gestão da empresa  com foco no branding e, sobretudo, no Marketing Holístico</p>
	<p>Pegue papel e caneta que vamos dar 10  dicas rápidas e fáceis de usar, em qualquer ocasião, estratégias de  Marketing simples, e ao mesmo tempo inovadoras, para sair de uma  situação onde a marca da sua empresa está denegrida. Vamos lá? Não. Não  vamos. Quando você ouvir este discurso, pegue o papel, a caneta e  escreva um baita palavrão mandando o sujeito para bem longe da sua  empresa.</p>
	<p>Ok. Não precisa exagerar. As tais dicas podem até ser importantes para  um começo e para uma reflexão que seja capaz de provocar uma grande  mudança na gestão da empresa, pois é disso que você precisa, caso a  marca esteja desacreditada pelos consumidores e potenciais clientes.  Mudança urgente. Quando a companhia chega neste ponto, é preciso rever  tudo. A começar pelo básico quatro Ps de Marketing. É necessário fazer  uma análise profunda do produto, dos canais de distribuição, da promoção  e até do preço.</p>
	<p>Ao fazer um raio x completo, que também deve envolver pesquisa e estudos  sobre o comportamento do consumidor, idealmente chamando pessoas de  fora da empresa, que podem ser especialistas e consultorias em gestão,  comportamento do consumidor e branding, você repensará tudo o que está  fazendo. É importante se desfazer de todas as amarras anteriores e  passar a olhar tudo de forma diferente. Só assim a sua marca fará algo  de diferente. Só assim você poderá surpreender o seu consumidor.<br />
<strong><br />
As Dicas do Troiano</strong><br />
Mas vamos voltar às dicas. Jaime Troiano, especialista em Branding,  mostrou recentemente 10 lições para não cair em armadilhas de Branding.  São justamente os cuidados que as empresas devem ter na construção e  manutenção de suas marcas. São elas: 1) Aparência e a essência, que  devem caminhar juntas; 2) Marketing e os projetos de felicidade, onde as  marcas preenchem os desejos dos consumidores; 3) O verdadeiro Brand  Equity, é quando o valor da marca está sendo confirmado pelo mercado; 4)  Um espaço difícil de conquistar, um estudo em que a marca é avaliada em  termos de conhecimento pelo consumidor versus preferência; 5) Nome é só  o começo, quando é preciso buscar o DNA da marca; 6) Marcas Fortes:  Poder multiplicador, quando a marca mãe gera filhotes, com extensões de  marca, 7) A marca das marcas, a identificação com o consumidor; <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' />  Arquitetura e puxadinhos, os estudos por trás do Branding, 9) Marcas e  tapumes, quando elas se escondem dos consumidores; e 10) Anti-branding: o  modo de usar, quando a empresa que não está engajada pelo menos em boa  parte destes desafios.</p>
	<p>Segundo Troiano, elas frequentemente reduzem a verba de Marketing, mudam  constantemente de agências, alterando por completo a comunicação da  marca quase que anualmente, investem o mínimo em pesquisa possível e  olham apenas os seus próprios umbigos. Não buscam informações de mercado  e nem olham as tendências. Sem contar com a concentração da gestão da  marca em uma área específica ou apenas no Marketing, quando o conceito  deve ser aplicado a toda a empresa.</p>
	<p><strong>Caso de sucesso SulAmérica</strong><br />
Esses são alguns caminhos a que as empresas devem prestar atenção para  não cair. A grande questão é que tudo precisa estar alinhado dentro da  empresa. A SulAmérica está desenvolvendo um amplo trabalho que busca  transformar a cultura da empresa para que tenha a cultura do cliente. A  empresa promove uma reestruturação completa na área de CRM. A mudança  começou na estrutura interna da seguradora, até então divida por  segmentos de negócios. A área de relacionamento com cliente passou a ser  uma superintendência que se reporta diretamente a duas  vice-presidências e se integrou aos departamentos de Campanhas, Canais,  Pós-Venda, Endomarketing, Database e Análises, Treinamento e  Processamento.</p>
	<p>Entre os projetos realizados nesta transformação com foco no cliente  está o treinamento de todos os stakeholders da empresa para atuar a  partir desta filosofia. Desde o Call Center até os gerentes, todos foram  treinados para buscar a lealdade do cliente e entender cada tipo de  consumidor, passando pela capacitação de corretores para terem uma visão  de gestão de clientes. Houve ainda a estruturação do database  marketing, marketing intelligence, marketing digital e melhoria de  processos internos, incluindo um específico para o tratamento de  clientes VIPS, com ações de relacionamento e atendimento diferenciados.  Agora, a segmentação é estatística com um book analítico de perfil do  cliente e produtos específicos para cada tipo de consumidor.</p>
	<p>Na área digital ocorreu a mudança completa dos portais da companhia com  maior foco em cada target e utilizando plataformas de web 2.0. A  estratégia para os portais deixou de focar exclusivamente na venda de  produtos para dar atenção ao cliente, oferecendo serviços que o auxiliem  no cotidiano. A meta é fidelizar e fazer novas vendas de outros  produtos. Mais mudanças foram feitas. Os wellcomes kits dos seguros  passaram a ser mais leves e ganharam ações de cross e up-sell.</p>
	<p>Mesmo sabendo da dificuldade de desenvolver uma estratégia integrada  como esta, o que a SulAmérica quer é que seus mais de cinco mil  colaboradores e 25 mil prestadores estejam engajados na causa do  cliente.</p>
	<p><strong>Marketing Holístico</strong><br />
Nada disso terá resultado, entretanto, se não houver um olhar de cima.  Um planejamento que veja o todo da organização. Não adianta focar apenas  em relacionamento ou em Branding, um de cada vez, isoladamente. É  preciso olhar para o design, para a segmentação, para as métricas de  retorno sobre o investimento, fazer pesquisa constantemente, dar atenção  máxima ao ponto-de-venda caso seja varejo o seu negócio, inovar, ousar,  prestar atenção na sustentabilidade e em uma comunicação integrada  também focada em retorno sobre o investimento.</p>
	<p>Para mudar a imagem da marca, é preciso ajustar o foco para que ele não  fique restrito. Deve-se olhar o todo, sempre. Marketing é isso. É  holístico. É tudo isso que falamos e mais um pouco. Ao mesmo tempo,  agora. As empresas devem parar de pensar uma coisa separada da outra  achando que ela resolve todos os problemas. É um grande desafio, sem  dúvidas, mas está na hora de mudar a forma de fazer Marketing.</p>
	<p><em>* Este texto foi publicado originalmente na revista Venda Mais</em></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a><em><br />
</em>
</p>
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		<title>Muita audiência. Pouca verba&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 13:32:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=9fKe40fbe" alt="" />Comentários do Marinho, sobre números do Ibope para a Internet brasileira. Mostra como o mercado publicitário ainda tenta ignorar a internet como mídia, apostando sempre mais nas mídias convencionais &#8211; jornal, tv, revistas&#8230;</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Difícil entender, quando a publicidade online pode ser muito mais focada.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Claro, não defendo o abandono das mídias convencionais, nem mesmo coloca-la em segundo plano. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O baixo investimento na internet como mídia é que me causa espanto.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">O aumento expessivo, de 2008 para 2009, me parece representar mais uma busca dos clientes pela mídia do que um direcionamento do mercado.</span></p>
	<h2>Somos mais de 66 milhões de internautas.<br />
Mas a propaganda online fica com apenas 2,8%  das verbas.</h2>
	<p>O total de internautas no Brasil já passa de 66 milhoes de pessoas. Isso  significa que cerca de 1/3 da população tem hoje acesso a web em casa,  no trabalho ou em locais públicos. Se considerarmos apenas os habitantes  das grandes metrópoles, o percentual de acesso sobe para 54%. Uma  novidade é o crescimento da conexão via celular, que já foi adotada por  14% dos internautas da classe A.</p>
	<p>Nosso tempo de navegação também  continua alto – cada brasileiro passa em média 44 horas todos os meses  na frente do computador, bem mais que as 40 horas gastas pelos  americanos, as 37 horas dos britânicos e as 31 horas que japoneses  passam na internet.</p>
	<p>Esses dados foram divulgados ontem <span style="color: #888888;">(10/02/2010)</span>, em São  Paulo, pelo Ibope Nielsen Online, que avaliou também os investimentos  das empresas nacionais em publicidade na web. Pois bem, em 2009 esses  gastos cresceram 14% na comparação com 2008, puxados principalmente pelo  mercado financeiro. Ainda assim, a propaganda online representa somente  2,8% do investimento total dos nossos anunciantes.</p>
	<p>Também merece  destaque a audiência dos sites de vídeos, amadores e profissionais, que  atraíram em dezembro a atenção de quase 25 milhões de brasileiros. Isso  representa algo em torno de 13% da nossa população, percentual bem  inferior ao registrado em países como Venezuela, onde 39% dos habitantes  entram em sites de vídeo mensalmente.</p>
	<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://marinhonoblog.blogspot.com"  target="_blank">BlogdoMarinho</a>
</p>
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		<title>Mergulhar, interagir, compreender, aprender, dominar&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 05:43:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=4dL209r1b" alt="" />Artigo do Gabriel, SENSACIONAL.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Palavras claras. Idéias modernas. Foco no Resultado.<br />
Concordo plenamente que está na hora de integrar as organizações as midias sociais. Não adianta estabelecer realções superficiais.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">É preciso mergulhar. </span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Difícil é levar essa idéia para dentro de empresas e organizações que estão agora, assustadas, descobrindo o poder do consumidor.</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Muito a frente estão aquelas que sempre (re)conheceram &#8211; e respeitaram &#8211; esse poder.<br />
</span></p>
	<p><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2>Mídias sociais: o debate precisa  desesperadamente evoluir</h2>
	<p>Por Gabriel Rossi*</p>
	<p>Você está preparado para evoluir e sair dos questionamentos diários  sobre a ação viral promocional divertida, a “orkutização” e  “facebookização” do Twitter ou parar de ir às mesmas palestras sobre as  melhores práticas para blogs corporativos? Tudo isso já soa repetitivo,  não é mesmo? Nada de dados, soluções ou ideias surpreendentes. O momento  agora é de movimento rápido, evolução e um olhar para as mídias sociais  e de todos os seus processos de escuta para que eles sejam práticas não  estéreis, mais técnicas e que realmente impactem em processos  decisórios delicados. O ideal é que tais processos injetem conhecimento  em todos os departamentos dentro das corporações (tradicionais ou não),  transformando vidas e gerando inovações que criem retorno sobre o  investimento (ROI) verdadeiramente plausíveis para executivos e mercados  de alta performance.</p>
	<p>Chegou a hora de iniciar uma nova discussão, trazer ar fresco para o  mundo corporativo. Precisamos – todos – nos tornar, talvez, um pouco  mais seletivos em relação ao conteúdo. É importante lembrar que, para o  branding moderno e as comunidades digitais gerarem real vantagem  competitiva em muitas organizações, é preciso que os responsáveis  embarquem em uma jornada de trabalho metódica em torno da essência da  marca e mergulhem de cilindro em um trabalho que integre as mídias  sociais junto a todo singular departamento dentro da companhia – nível  gerencial ou não. Uma das perguntas específicas que o profissional  envolvido com marketing e branding deve estar apto a responder é  seguinte: “A empresa possui cinco produtos. Três não estão vendendo  muito bem. Como as mídias sociais podem acelerar – rapidamente ou não –  as vendas destes produtos que estão com a performance abaixo do  esperado? Como mensurar este processo de forma profissional e apurada?”</p>
	<p>É claro que ações pontuais e ferramentais continuam sendo bastante  importantes. Porém, numa visão mais holística e direcionada para a  integração com o mundo dos negócios, a discussão precisa progredir. Que  tal: Como antecipar o que meu cliente vai fazer ou expressar através da  análise de perspectivas históricas digitais, assim estando apto a  empregar os recursos adequados para direcionar as minhas decisões  estratégicas? Como se tornar cada vez mais social por meio do  aprendizado diário e da escolha das ferramentas de monitoramento  adequadas? Que tal estas outras perguntas: Como pode uma corporação  mensurar o sentimento em tempo real, ou seja, os comentários favoráveis e  não favoráveis sobre uma empresa ou marca nas mídias digitais,  analisando as fases de engajamento de seus stakeholders? Como equacionar  tempo e tecnologias emergentes e escalonar os esforços dos  colaboradores no webspace para que o seu negócio e marca sintam impactos  plausíveis? Quais as oportunidades para fortalecer os pontos de contato  e identificar as áreas de melhoria durante o ciclo de vida do  consumidor?</p>
	<p>O maior desafio para marcas e empresas não é nem a tecnologia nem o  budget, mas, sim, a mudança de cultura que permitirá para estas  companhias reconhecer que o branding na web social requer um processo  que permeia todos os departamentos, reinventando o processo de escuta,  aprendendo e gerando mudanças e reconhecendo que nada é mais permanente.  Afinal de contas, trabalhar mídias sociais não é grátis. Também é  preciso considerar que isto leva tempo e cada vez mais ele é moeda de  troca. Também é necessário trabalhar com gente competente, para iniciar  os projetos e participar das comunidades ativamente, sendo fonte de  influência e reputação. Como já foi dito, muitas empresas têm  dificuldades em escalonar seus colaboradores para atuar na web, mas  quando conseguem, há inúmeros benefícios para o negócio.</p>
	<p>Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais  aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e  integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era  digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.</p>
	<p>* Gabriel Rossi é sócio fundador da consultoria em branding digital que  leva o seu nome e profissional especializado na construção e  gerenciamento de marcas na websocial, com passagens por instituições  como Syracuse/Aberje, Madia Marketing School, University of London e  Bell School. <a href="http://www.gabrielbranding.com.br/"  target="_blank">www.gabrielbranding.com.br</a> / <a href="http://www.twitter.com/gabrielrossi"  target="_blank">www.twitter.com/gabrielrossi</a> / <a href="mailto: gabrielrossi.branding@gmail.com" target="_blank">gabrielrossi.branding@gmail.com</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Marketing. Digital. Real. Funcional.</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:56:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=71Y12ew20" alt="" />Para ler e pensar&#8230; Está tudo aí, mas como decidir?&#8230; Como avaliar?&#8230; Como acertar?</span></p>
	<p><span style="color: #888888;">Aguardando sair o livro! <img src='http://by3.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </span></p>
	<h2></h2>
	<h2>Estratégias Digitais de Marketing</h2>
	<p>No contexto em transformação catalisada  pelo digital vemos que a sociedade mudou, o mercado mudou, o consumidor  mudou. Portanto, o marketing também precisa mudar, levando em  consideração esse novo cenário e as novas ferramentas e plataformas de  ação que com ele se tornam disponíveis.</p>
	<p>Por outro lado, lembrando da clássica definição de Kotler para Marketing  &#8211; “atividade humana dirigida para satisfação de necessidades e desejos  por meio de processos de troca”-,  podemos afirmar que qualquer  componente de uma estratégia de marketing para satisfazer necessidades  ou desejos pode usar tecnologias e plataformas digitais ou não.</p>
	<p>Apesar do digital abranger cada vez mais aspectos da vida humana, ainda  existimos também fora do digital, no ambiente tradicional material,  composto por átomos. Nicholas Negroponte, em seu livro “A Vida Digital”,  diz que temos dois tipos de ambiente – o formado de bits e bytes  (ambientes digitais), e os formados de átomos (ambientes materiais).  Tendo naturezas completamente diferentes e com características  específicas, ambos co-existem na vida humana.</p>
	<p>Sabemos que as estratégias de marketing são planejadas com base nos 4Ps &#8211;  produto, preço, praça e promoção -, assim, enquanto há alguns anos  tínhamos apenas a possibilidade de utilizar um composto de marketing  baseado em tecnologias tradicionais, hoje, qualquer um dos 4Ps pode ser  digital ou tradicional. Podemos citar como exemplo de produtos digitais  um arquivo de e-book, uma música mp3 ou um software; os Linden Dollars  do Second Life seriam um exemplo de preço digital; os e-commerces e  redes sociais, exemplos de praças digitais; finalmente, as ações de  comunicação digital, como links patrocinados, são exemplos de promoção  digital.</p>
	<p>A proliferação de tecnologias e plataformas digitais oferece um cenário  fértil para as mais diversificadas ações de marketing. A possibilidade  de mensuração que o ambiente digital propicia também é uma vantagem  enorme em relação aos ambientes materiais, tangíveis – o digital permite  sincronicidade (behavioral targeting). No entanto, para poder se  utilizar uma ferramenta com maestria, é necessário primeiro conhecê-la. E  é aí que reside um dos maiores problemas do cenário digital: a  velocidade de mudança, que muitas vezes não nos dá tempo para conhecer  todas as ferramentas e opções disponíveis.</p>
	<p>Enquanto até meados do século XX o ciclo de vida das tecnologias era  maior que ciclo de vida humano (as pessoas nasciam e morriam e as mesmas  tecnologias estavam lá – carro, avião, telefone, rádio, etc.), hoje o  ciclo de vida das tecnologias é muito menor do que o da vida humana.  Dessa forma, em poucos anos vemos ocorrer mudanças profundas na  sociedade decorrentes das mudanças tecnológicas. Além disso, como  mencionado no artigo anterior, as plataformas digitais também estão  fomentando uma explosão de conteúdos e soluções instantâneas, em  real-time.</p>
	<p>As pessoas têm cada vez mais contas – vários endereços de e-mail, perfis  em várias redes sociais, login em múltiplos aplicativos na nuvem,  acessando tudo isso via diversos aparelhos distintos. Alguns referenciam  esse fenômeno como “obesidade digital”. Devido a esse processo  acelerado de mudança e inundação de soluções, muitas vezes não se tem  tempo suficiente para refletir e analisar o que usar ou não. John  Naisbitt chama esse paradoxo de “High Tech, High Touch”: quanto mais  tecnologia temos em nossas vidas, mais intoxicados e vazios de sentido  nos tornamos, e mais precisamos do toque humano. Talvez a explosão das  redes sociais seja um dos indícios dessa necessidade do “high touch”.</p>
	<p>Dessa forma, apesar da complexidade crescente que a proliferação  gigantesca e mudança constante que a tecnologia nos apresenta, é  necessário conhecer, e bem, as novas ferramentas que temos para podermos  usá-las nas estratégias de marketing. Diz-se que só quem conhece bem  todas as regras é que consegue ir além delas, subvertê-las. O mesmo se  aplica aqui.</p>
	<p>Isso posto, podemos falar de estratégias digitais de marketing, que são  estratégias que usam plataformas e tecnologias digitais, envolvendo um  ou mais dos 4Ps, para alcançar os objetivos de marketing. Como o ser  humano ainda vive no ambiente tradicional de marketing além do digital,  necessitando de produtos materiais também, em mercados tradicionais  físicos, passando por outdoors, lendo revistas, ouvindo rádio, um plano  de marketing que envolva estratégias digitais de marketing, associadas a  estratégias tradicionais, tende a ser mais bem sucedido, pois engloba  as dimensões material e digital em que vive o ser humano. No entanto,  nesse artigo, focaremos apenas nas opções que o ambiente digital nos  apresenta, assumindo que as opções tradicionais já sejam bem conhecidas.</p>
	<p><strong>Plataformas, Tecnologias e Estratégias Digitais de Marketing</strong><br />
No ambiente digital de marketing podemos enumerar diversas tecnologias e  plataformas digitais que podem dar origem a estratégias digitais de  marketing. Ocorre, entretanto, com frequencia, uma grande confusão entre  plataformas e tecnologias com estratégias e redes sociais. Por exemplo,  o Orkut não é uma rede social. Ele é uma plataforma de rede social. A  rede social se forma sobre a plataforma e pode, inclusive, estar sobre  outras plataformas também.</p>
	<p>Assim, uma pessoa ou empresa pode ter uma rede social onde seus membros  estejam tanto no Orkut, quanto no Facebook, quanto no Twitter. Outro  exemplo é o próprio Twitter. Ele não é estratégia e nem rede social. É  apenas uma plataforma, e o modo como é usado é que determina as  estratégias e a rede social que se forma nessa plataforma. Assim,  acredito que seja importante separar plataformas e tecnologias de  estratégias, para que essa última possa se utilizar adequadamente das  primeiras.</p>
	<p>Portanto, sugiro que relacionemos, pelo menos, as seguintes  plataformas/tecnologias digitais:</p>
	<p>• Website/ mini-site / hotsite<br />
• Blog<br />
• Plataformas digitais de Redes Sociais<br />
• Email<br />
• Realidades Mistas (realidade aumentada, virtualidade aumentada,  realidade virtual)<br />
• Tecnologias Mobile (RFID, mobile tagging, SMS, Bluetooth)<br />
• Plataformas digitais de busca (Google, Yahoo, Bing, Wolfram|Alpha,  etc.)<br />
• Games &amp; Entretenimento digital<br />
• Tecnologias inteligentes de voz<br />
• Video/TV digital</p>
	<p>Essas plataformas/tecnologias combinadas servem de base para o  desenvolvimento de estratégias digitais de marketing, como por exemplo:</p>
	<p>• Presença digital<br />
• Email marketing<br />
• E-commerce<br />
• Mobile Marketing<br />
• SMM (Social Media Marketing) &amp; SMO (Social Media Optimization)<br />
• SEM (Search Engine Marketing) &amp; SEO (Search Engine Optimization)<br />
• WOMM (Word of Mouth Marketing)<br />
• Advergaming &amp; Advertainment</p>
	<p>Considerando que o profissional de marketing é um estrategista, é  necessário que ele conheça cada uma dessas plataformas, tecnologias e  estratégias digitais com suas respectivas peculiaridades, para poder  usá-las da melhor forma em um planejamento de marketing, que atenda os  objetivos propostos. Quais usar? Como combiná-las entre si? Combinar com  quais plataformas e tecnologias tradicionais? Isso continua sendo  determinado pelo plano de marketing desenvolvido em função do  público-alvo e objetivo a ser alcançado, ambiente (macro e micro) e  recursos disponíveis. Ou seja, o planejamento/metodologia não mudou,  o  que mudou foram as ferramentas disponíveis para uso estratégico.</p>
	<p>Estamos chegando a uma época na qual a interatividade e a experiência  são os principais aspectos para o sucesso de estratégias de marketing. O  digital é a plataforma que dá vazão plena à interatividade, mas não  necessariamente à boa experiência. Conseguir propiciar uma boa  experiência para o consumidor/usuário envolve estratégias de marketing  que vão muito além da tecnologia em si e dependem de um conhecimento  profundo do público-alvo. Além disso, a tecnologia não para, e a cada  momento teremos novas possibilidades tecnológicas que afetam o ambiente  de marketing e simultaneamente ampliam o arsenal de ferramentas  estratégicas. Desse modo, compreender esse cenário mutante complexo e  conhecer as tecnologias disponíveis a cada momento constitui um  diferencial competitivo valioso para as empresas.</p>
	<p>O detalhamento de cada uma dessas plataformas, tecnologias e estratégias  digitais aqui apresentadas é assunto para vários artigos ou para um  livro inteiro que, aliás, já foi escrito e será lançado em março/2010.</p>
	<p>* Martha Gabriel é engenheira (Unicamp), pós-graduada em Marketing  (ESPM), pós-graduada em Design Gráfico (Belas Artes, SP), mestre e  doutoranda em Artes (ECA/USP). CIO da NMD New Media Developers,  ganhadora de 11 Prêmios iBest entre 1998 e 2005 como desenvolvedores  web. Professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo,  Universidade Anhembi Morumbi, UFPR Universidade Federal do Paraná.  Autora de dois livros de marketing digital &#8211; &#8220;Marketing de Otimização de  Buscas na Web: Conceitos, Técnicas e Estratégias&#8221;, Ed. Esfera, 2008, e  &#8220;SEM e SEO &#8211; Dominando o Marketing de Busca&#8221;, Ed. Novatec, 2009. Site  pessoal em <a href="http://www.martha.com.br/"  target="_blank">www.martha.com.br</a> / e-mail: <a href="mailto:martha@martha.com.br" target="_blank">martha@martha.com.br</a> / Twitter: <a href="http://www.twitter.com/marthagabriel"  target="_blank">@marthagabriel</a></p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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		<title>Menos é mais. Design como ação de sustentabilidade.</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:39:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O futuro transcende as tendências sempre associadas aos produtos, já que o design deve ser compreendido como uma disciplina transversal, que se relaciona diretamente a outros nichos, como moda, mobiliário e tecnologia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span style="color: #888888;"><img style="border: 0pt none; width: 0pt; height: 0pt; display: none;" src="http://tokentracker.com/token.gif?id=34Oc30s75" alt="" />Não sei se o design pode salvar o mundo. Mas, com certeza, pode ser uma ferramenta importante em uma tentativa séria&#8230;</span></p>
	<p><!--inicio Post Completo --></p>
	<h2></h2>
	<h2>Design 2010: quando o menos é mais!</h2>
	<p>Por Luciano Deos*</p>
	<p>O fortalecimento do design brasileiro e o seu papel cada vez mais  estratégico posicionam o país como um potencial centro para a geração de  novos negócios nesse segmento. Mesmo diante da crise mundial, o setor  ganha relevância, credibilidade, consolida sua imagem internamente e se  projeta no exterior, abrindo espaço e oportunidades de crescimento.</p>
	<p>A criação de cursos acadêmicos e a inserção da categoria no Festival  Internacional de Publicidade de Cannes, considerado o mais importante  evento de comunicação do mundo, trazem amadurecimento e estimula a  demanda interna e externa por design. Assim, nesse cenário otimista e de  pós-crise, a previsão mais imediata para 2010 é o vínculo cada vez mais  forte entre design e inovação, com uma relação de dependência recíproca  e saudável.</p>
	<p>O futuro transcende as tendências sempre associadas aos produtos, já que  o design deve ser compreendido como uma disciplina transversal, que se  relaciona diretamente a outros nichos, como moda, mobiliário e  tecnologia. Diferentemente do que acontece em países como a Inglaterra e  Coréia, que contam com políticas e suporte governamental, no Brasil é  recente o apoio de organizações públicas e privadas para fomento e  financiamento de projetos no setor. Felizmente, isso contribui para que o  design passe a ser visto como uma valiosa ferramenta de  desenvolvimento. E nesse contexto, a inovação é palavra de ordem.</p>
	<p>Além da reflexão permanente para diagnosticar novos caminhos ao  segmento, um dos desafios para os profissionais do setor será criar  alternativas para gerar cada vez mais relevância às marcas. E a  vinculação de estratégias de branding com design e inovação revela-se  como a solução mais eficiente.</p>
	<p>Vale dizer que inovação aplicada ao design nada tem haver com excessos  ou exageros. Ao contrário. Neste momento, menos é mais! Durante a  Revolução Industrial, período marcado por profundas mudanças na  sociedade, os novos conceitos de moradia, transporte e produção  simplesmente desprezaram o meio ambiente. Hoje, com a evolução da  tecnologia e de modelo de produção, a sociedade se redesenha mais uma  vez, só que atenta às questões ambientais. O ser humano precisa achar  soluções simples para problemas complexos. Os recursos são finitos e,  consequentemente, precisam ser preservados.</p>
	<p>Tal realidade aplicada ao universo corporativo demonstra que, diante  desse panorama, as empresas que não forem capazes de se reinventar  perderão oportunidades e serão superadas, classificadas como espécies  inimigas do progresso. A lógica é mais ou menos essa: quem não investir  em inovação e design, ficará um passo atrás. Mas, como quase tudo na  vida, sempre há tempo para se repensar.</p>
	<p>* Luciano Deos é diretor-presidente do GAD’ e presidente da Abedesign  (Associação Brasileira das Empresas de Design).</p>
	<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br"  target="_blank">Mundo do Marketing</a>
</p>
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