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Inovação. Essa palavrinha mágica…

De tempos em tempos, aparece aquela palavrinha ou expressão mágica.Todo mundo quer, todo mundo é.

Só que não, né!

Não adianta tentar ser inovador, com uma estrutura hierárquica ultrapassada.

Mas como tem gente tentando…

Inovar é mesmo uma coisa difícil. Não acontece todo dia.

A empresa tem de ter um compromisso nesse sentido e trabalhar o tempo todo por ele.

Não estou falando de inovação incremental. Estou falando de inovação disruptiva. Aquela que muda a forma como um produto ou serviço é entendido e consumido. Que transforma, seja o produto ou o serviço, seja o processo.

Ninguém inova sem pesquisa. Sem pesquisa e desenvolvimento. Inovação não acontece no meio da reunião, quando alguém levanta, grita Eureka e solta àquela ideia iluminada. Ideias boas, inovadoras, aparecem é no dia a dia do trabalho! É nos ambientes onde estão os problemas.  Inovar não acontece nas salas de diretoria. Inovação rola é nos ambientes de produção.

Por isso, condição absoluta para uma empresa ser inovadora: ambiente horizontal. Uma hierarquia que não engesse o diálogo entre os níveis. Onde as ideias possam circular.

Outra necessidade básica é poder experimentar. É claro que ninguém quer errar ou fazer pior do que está sendo feito. Mas para mudar é preciso experimentar. E para isso é preciso correr riscos de ter a produtividade comprometida por pequenos períodos de tempo. Ou criar ambientes de experimentação. Nada disso é simples, nada disso pode acontecer em uma empresa onde o poder de decisão estiver totalmente centralizado.

Mas e quando, independentemente disso tudo, a empresa quer se vender como inovadora?

#comofaz?

Não faz.

Poucas coisas são mais prejudiciais a uma empresa do que tentar ser o que não é. Não respeitar o seu próprio DNA, como definiu Lígia Fascioni. Vai gastar para disfarçar a sua verdade e tentar atingir um publico que ela, a empresa, não vai conseguir atender. Melhor é respeitar o DNA e buscar atender um publico que precisa ou prefere aquele perfil de empresa.

Existem muitos mercados onde “tradição” e “estabilidade” são atributos tão ou mais valorizados que “inovação” ou “modernidade”. Isso não significa que essa empresa, que não tem DNA inovador, não possa se transformar ao longo do tempo, passando por processos internos de modificação na comunicação interna e na hierarquia, para criar um ambiente propício à inovação, enquanto atende um mercado onde ela será bem recebida com seu DNA atual.

Só que é muito difícil convencer o dono da empresa disso tudo.

A maioria dos empresários ainda não percebe o quanto um designer pode ser valioso no planejamento estratégico da empresa. É preciso que eles entendam o nível de mudanças do mundo. Não existem mais coisas simples, mercados simples. Tudo é muito pulverizado. A globalização “quebrou” os grandes mercados em inúmeros nichos. São muitas particularidades, muitos desejos a atender. Os consumidores sabem do poder que tem agora. E exigem. Reclamam. Trocam de marca. Já não basta o menor preço para conseguir sucesso. A velha tática de copiar o líder já não funciona. Qual líder !? Copiar o líder de vendas ou a marca mais lembrada? Ou o que oferece o melhor atendimento? Não é repetindo o que “todo mundo” está fazendo que ela irá vencer a concorrência. É uma prática antiga, copiar o que os “grandes” fazem… “se funciona para eles, vai funcionar para mim!”

Bullshit!

Não vai funcionar mais… Pode render um ou dois clientes, mas não vai criar mercado. Não vai proporcionar crescimento sustentável (outro dia, podemos falara de crescimento sustentável…).

Qual a saída?…

A curto prazo: Identificar o mercado que sua empresa pode atender hoje.

A médio/longo prazo: Traçar estratégias para atender mercados crescentes. Transformar a empresa para que ela possa atuar nesses mercados. Aproximar-se dos clientes. Relacionar-se. Inovar.

Mas, e como fazer isso???

Pergunta pro designer! 😉

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