Essa mensagem vem sendo cada vez mais, repetida por empresas e instituições de todas as áreas.
Fume menos – melhor, nem fume! Beba menos! Coma menos! Compre menos! Gaste menos! Reaproveite! Recicle! Renove!
Parece que principalmente as grandes corporações perceberam que no ritmo atual, as fontes secarão à médio prazo. Com isso, o melhor é ’segurar’ a ganância e buscar perpetuar o mercado consumidor, elevar a lucratividade por venda – reduzindo custos, preferencialmente sem reduzir salários, pois isso implicará em redução de mercado… – e ‘educar’ o mercado a consumir sem destruir – o meio ambiente ou à si mesmo.
Na minha opinião são inciativas salutares. Principalmente campanhas amplas, que atingem todas as classes sociais. Temos de levar em consideração que não existe na maioria das famílias brasileiras uma tradição em ensinar as crianças a cuidar do dinheiro. Até porque, na maioria das famílias, dinheiro é coisa escassa…
Comentário do Marinho, hoje no blog, sobre o novo programa de educação financeira da Mastercard.
Hoje de manhã a Mastercard apresentou para a imprensa seu novo programa de educação financeira, chamado “Consumidor Consciente”. A empresa de cartões de credito, que antes só se preocupava em estimular as pessoas a comprar, agora oferece aplicativos para o controle das finanças pessoais, informações sobre economia, um glossário para que os consumidores entendam melhor contratos e financiamentos, orientações sobre como evitar dividas e dicas sobre o uso responsável do dinheiro. Tudo isso estará à disposição em um site na internet, o www.consumidorconsciente.org, e também em redes sociais como o Orkut, o Facebook e o Twitter.
Mas consumo consciente não é preocupação exclusiva da Mastercard. Nesta segunda-feira, o Banco Itaú promoveu um seminário sobre esse mesmo assunto em SP, com o tema “como alcançar a independência financeira.” Desde 2004 o banco possui um programa de Uso Consciente do Dinheiro e em 2009 disponibilizou 4 novas cartilhas sobre o assunto em seu web site. Outras empresas do setor seguem o mesmo caminho.
É curioso notar como as instituições financeiras seguem a trilha de outras indústrias, como a de bebidas e cigarros, e usam como estratégia de marketing o posicionamento de apoiar o consumidor e recomendar o uso moderado dos seus produtos. Não deixa de ser um sinal dos novos ventos que sopram nos horizontes globais.
Fonte: Blog do Marinho
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