Ainda é uma grande novidade para a maioria dos clientes, esse negócio de mobile marketing..
Até mesmo pra muita gente do marketing, publicidade e propaganda ainda é novidade.
Então, encontrei essa matéria, que coloca alguma luz sobre o assunto.
Claro, fala apenas de grandes campanhas.
Eu penso que o mobile marketing, pode ser utilizado, também, para pequenas companhas, em mercado bem definidos, como por exemplo, buscando aumentar os negócios com a base de clientes e não aumentar a base de clientes… como ferramenta de relacionamento…
É um artigo bem explicativo!
Boa leitura.
Um dos questionamentos que sempre ouço nas agências tradicionais é em relação ao custo de uma campanha de mobile marketing. Alguns consideram caro pagar entre R$ 0,30 e R$ 0,60 para disparar um SMS. Primeiramente, vale uma repassada conceitual.
De uma maneira geral, há uma associação direta entre mobile marketing e SMS. Não é errado pensar assim, mas é uma premissa limitadora do que se pode fazer nessa plataforma. Afinal, mobile-mkt também pode ser elaborado utilizando voz, bluetooth, internet móvel, aplicativos JAVA, etc.
O SMS tem como grande vantagem a compatibilidade com 100% dos aparelhos. Porém, também tem suas limitações, como interface pobre (138 caracteres) e barreira de uso (cerca de 45% das pessoas mandam SMS).
Em relação ao custo da mensagem, há pano para muita discussão. É caro ou barato comparado com o quê? Com TV, com e-mail marketing, com mala-direta?
Sempre digo que em mobile marketing saímos do mundo de milhões de impactos potenciais para o de milhares de conversas travadas em tempo real com o consumidor. Vamos a alguns exemplos. Numa campanha feita para uma cervejaria, a plataforma mobile pegava carona na mídia impressa e convidava as pessoas a mandarem um SMS grátis para acessar o Guia Mobile de Bares. Houve 55.000 interações. Custo para a cervejaria: cerca de R$ 30.000.
Aí vem a pergunta: é caro ou barato? Na minha opinião, quase de graça. Afinal, milhares de pessoas que foram impactadas pelo anúncio, responderam ao call-to-action via SMS e carregaram em seus celulares um guia com acesso a bares que oferecem seu produto.
A diferença aqui, assim como em todo mundo digital, está na possibilidade de medição em tempo real do resultado da campanha. Mais ainda: em mobile, paga-se pelo que se leva. Paga-se pelo número de SMS recebidos ou enviados, downloads feitos, acessos ao mobile site, etc.
Mais um exemplo: no lançamento de um carro em setembro do ano passado, a única mídia nos primeiros 15 dias de campanha foi um mobile banner na home do portal de uma operadora (direto em celulares). A taxa de cliques foi de 4,3%, com mais de 255 mil visitas ao mobile site e um custo por clique 3 vezes menor do que um super-banner na home de qualquer portal web.
De novo, fica barato. Barato porque é mensurável. Porque é eficiente. Sem dúvida, fica caro mandar indiscriminadamente 2 milhões de SMS. Porém, com investimento bem planejado é possível se atingir belos resultados. Internet pode ser cara ou barata. TV também.
Tudo dependerá da forma como a agência planeja o investimento. Por isso, acredito eu, jogam melhor no mercado digital aquelas agências que têm em seu DNA a busca pela a inovação associada a um retorno consistente para seu cliente.
Retorno que nem sempre se mede com GRPs ou CPMs. Falo de retorno que se comprova ao se conversar, de fato, com o consumidor. Até mesmo porque, no final do dia, é ele quem paga a conta de todo mundo.
Leonardo Xavier
Fonte: Mobile News
Tags: acesso, afi, aplicativos, assim, banner, belo, boa, campanha, carona, claro, cliente, cliques, consumidor, consumidores, conta, conversa, digital, e mail marketing, ele, eles, esses, fala, fato, fazer, foi, fonte, foram, geral, houve, impacto, interface, internet móvel, isso, marketing, mede, mkt, mobile marketing, nem, novos, pano, pela, pelas, pelo, pelos, penso, pequenas, pessoas, pode, pra, produto, propaganda, publicidade, publicidade e propaganda, quase, quem, sem, sobres, suas, tempo, tempos, uma, web
Comente!